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A Polícia Civil de Goiás (Deic/Garra) e a Polícia Civil de São Paulo deflagraram, nesta quarta-feira (15/4), uma operação contra uma associação criminosa especializada em furto qualificado. Até o momento, os prejuízos apurados ultrapassam R$ 150 mil.

Ao todo, as equipes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. O grupo agia em quase todas as regiões do Brasil, com foco nos estados de Goiás, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia.

Como funcionava o esquema

A quadrilha tinha como alvo principal os idosos. Dentro das agências bancárias, os criminosos se dividiam em funções específicas: alguns se passavam por clientes, outros por funcionários do banco, enquanto um integrante vigiava toda a ação.

Após conseguirem efetivar a troca dos cartões e obter as senhas, os criminosos realizavam transferências, saques e compras de artigos de luxo e eletrônicos. O impacto financeiro atingiu tanto as vítimas quanto as instituições bancárias.

Combate à venda de dados sigilosos

Em outra frente de trabalho nesta quarta-feira, a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) realizou a Operação Mercador de Dados.

A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão em Aparecida de Goiânia, no endereço residencial de um empregado público. Ele é investigado pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e violação de sigilo funcional.

A investigação apura o fornecimento de informações sigilosas de usuários — dados de pessoas físicas e jurídicas protegidos pela LGPD — que eram extraídos do banco de dados interno de uma empresa pública e vendidos a terceiros.

Autor Manoel Messias Rodrigues

Lidiane

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