8 de junho de 2026
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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (8/5), a Operação Retorno Seguro. A ofensiva visa desarticular um grupo de torcedores organizados do Vila Nova suspeito de praticar emboscadas. Ao todo, foram cumpridas oito ordens judiciais nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Brasília.

Coordenada pelo Grupo Especial de Proteção ao Torcedor (Geprot/Deic), com apoio da Polícia Civil do Distrito Federal, a operação resultou em três prisões e cinco mandados de busca e apreensão. Os alvos são integrantes da torcida Esquadrão Vilanovense/20º Comando, apontados como responsáveis por ataques violentos na Região Metropolitana.

Segundo o delegado Samuel Moura, o crime investigado ocorreu em 15 de março deste ano, no Setor Aeroporto Sul, em Aparecida de Goiânia. Na ocasião, os suspeitos interceptaram torcedores do Goiás Esporte Clube que retornavam da final do Campeonato Goiano, entre Goiás e Atlético.

Além das prisões, foram apreendidos diversos materiais alusivos a torcida organizada, que devem compor o inquérito policial

Dos investigados, dois foram detidos em Goiás e o terceiro, em Brasília. O PORTAL NG não conseguiu contato com a defesa dos presos.

A divulgação das imagens e identificação dos presos foi autorizada pela autoridade policial para auxiliar na identificação de novas vítimas e preservar o interesse público, conforme a legislação vigente.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás deflagrou nesta segunda-feira (4/5) a Operação Senex para desarticular uma associação criminosa especializada em empréstimos fraudulentos e furtos contra idosos. A ação foi coordenada pela Subdelegacia de Santo Antônio do Descoberto, com apoio de unidades especializadas como a Deam, Genarc e GIH da 17ª regional (Águas Lindas de Goiás), no Entorno do Distrito Federal.

O esquema contava com a participação de cuidadores de idosos, que atuavam em conluio com operadores de uma empresa de crédito local. Eles selecionavam as vítimas e realizavam a contratação de empréstimos sem o devido consentimento ou clareza. Assim que o crédito era liberado, os valores eram total ou parcialmente desviados das contas dos idosos para os membros do grupo.

Durante as investigações, a polícia reuniu provas suficientes para fundamentar oito mandados de prisão e cinco de busca e apreensão. Até o momento, quatro suspeitos foram detidos e encaminhados a unidades prisionais, onde permanecem à disposição da Justiça. O inquérito policial segue agora para a fase final de conclusão das diligências.

As ordens judiciais foram cumpridas simultaneamente por diversas frentes da Polícia Civil, focando no núcleo da associação criminosa em Santo Antônio do Descoberto. Os nomes dos detidos não foram revelados pelas autoridades, mas as provas colhidas apontam para uma divisão clara de tarefas entre quem cuidava das vítimas e quem operava o sistema financeiro.

A Operação Senex — termo que faz referência à velhice em latim — reforça o combate a crimes de exploração financeira contra pessoas vulneráveis no estado. Com a apreensão de materiais durante as buscas, os investigadores pretendem identificar se houve participação de outros operadores ou se o número de idosos lesados é maior do que o inicialmente catalogado.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás (Deic/Garra) e a Polícia Civil de São Paulo deflagraram, nesta quarta-feira (15/4), uma operação contra uma associação criminosa especializada em furto qualificado. Até o momento, os prejuízos apurados ultrapassam R$ 150 mil.

Ao todo, as equipes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. O grupo agia em quase todas as regiões do Brasil, com foco nos estados de Goiás, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia.

Como funcionava o esquema

A quadrilha tinha como alvo principal os idosos. Dentro das agências bancárias, os criminosos se dividiam em funções específicas: alguns se passavam por clientes, outros por funcionários do banco, enquanto um integrante vigiava toda a ação.

Após conseguirem efetivar a troca dos cartões e obter as senhas, os criminosos realizavam transferências, saques e compras de artigos de luxo e eletrônicos. O impacto financeiro atingiu tanto as vítimas quanto as instituições bancárias.

Combate à venda de dados sigilosos

Em outra frente de trabalho nesta quarta-feira, a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) realizou a Operação Mercador de Dados.

A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão em Aparecida de Goiânia, no endereço residencial de um empregado público. Ele é investigado pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e violação de sigilo funcional.

A investigação apura o fornecimento de informações sigilosas de usuários — dados de pessoas físicas e jurídicas protegidos pela LGPD — que eram extraídos do banco de dados interno de uma empresa pública e vendidos a terceiros.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás cumpriu nesta segunda-feira (2/2) três mandados de prisão temporária e de busca e apreensão ligados a uma investigação sobre execução ocorrida em Nerópolis. As medidas resultaram na detenção de três suspeitos apontados pela participação no homicídio qualificado, segundo a delegacia responsável.

A ação foi autorizada pela Justiça após investigação que reuniu indícios da participação dos alvos no crime, perpetrado com disparo de arma de fogo dentro de um estabelecimento comercial, em setembro do ano passado. O trabalho policial foi descrito pela corporação como robusto e minucioso.

Os mandados foram cumpridos com o apoio do Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) e do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), em endereços localizados em Anápolis, Goianápolis e Goiânia. A atuação integrada foi apontada como decisiva para o desfecho das diligências.

Durante as buscas, um dos investigados foi surpreendido em posse de uma pistola. Pela situação, ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma, além de ter a prisão temporária decretada e executada. A arma foi apreendida e encaminhada para perícia.

Os três presos foram conduzidos à unidade policial e permanecem à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos cabíveis. Os nomes dos detidos não foram divulgados pela Polícia Civil, que ressalta o sigilo das investigações em andamento.

A polícia informou que as diligências prosseguem para esclarecer integralmente a dinâmica do crime e a participação de cada investigado. Novas medidas poderão ser adotadas conforme o aprofundamento das apurações e eventuais elementos colhidos na fase pericial.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Uma empresária foi sequestrada na manhã desta sexta-feira (23/1) em Caldas Novas, no sul de Goiás. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi rendida por homens encapuzados no Centro Esportivo Olímpio e colocada à força dentro de um carro. Ela permaneceu sob o domínio dos criminosos por cerca de meia hora, enquanto eram feitas transações financeiras eletrônicas para roubar dinheiro.

Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens encapuzados rendendo a vítima por volta das 8h07, com um terceiro no banco do motorista. A Polícia Militar informou que a empresária não sofreu ferimentos e foi abandonada depois no setor Residencial Recanto de Caldas.

O atendimento inicial ficou a cargo do 1º Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur) de Caldas Novas. Uma operação integrada localizou e prendeu os suspeitos poucas horas depois, segundo a corporação.

O tenente-coronel Mendonça resumiu a dinâmica da ação, detalhou as funções de cada envolvido e explicou como a PM chegou aos suspeitos. Segundo ele, uma mulher e um rapaz, também presos, eram os receptadores.

“Havia um laranja que ia receber o dinheiro da prática criminosa. Depois do pix repassado a essa pessoa, eles fariam a pulverização desse dinheiro. Ia sacar, talvez a divisão entre a própria quadrilha e cada um ia pegar a sua parte”, explicou o oficial.

Câmeras flagraram momento em que criminosos abordaram e jogaram a vítima dentro de veículo

“A Polícia Militar se antecipou a ação criminosa de pegar esse dinheiro e logo lá na agência bancária identificou o primeiro criminoso”, contou Mendonça.

“Identificando o primeiro, chegamos ao terceiro, que era o que emprestou a própria conta. A mulher estava auxiliando nessa organização criminosa e durante todo o procedimento havia conversa deles com ela pelo celular. Então nós conseguimos identificar quem eram os outros dois”, relatou o tenente-coronel.

Ele mostrou ainda os três suspeitos que diretamente agiram com violência contra a senhora, o motorista do carro e os dois que conseguiram pegar ela e colocar dentro do veículo.

“Também tem, então, a pessoa que cedeu a conta, a pessoa que foi resgatar o dinheiro. E a outra mulher que também estava na residência e que estava operacionalizando a ação”, acrescentou o oficial.

Essa é a resposta da polícia goiana’

Mendonça destacou a atuação integrada das forças de segurança e a rapidez nas identificações e apreensões.

“Uma força tarefa que é uma força integrada com todas as nossas Forças de Segurança da Capital, Graer, Serviços de Inteligência da Capital e, graças a Deus e ao serviço da Polícia Militar, nós conseguimos fazer a identificação em menos de três horas de todos os autores envolvidos, todos os autores”, disse ele.

“Conseguimos recuperar o veículo apreendido, conseguimos recuperar as duas armas que, na verdade, eram simulacros e também, inclusive, até as balaclavas, todos os objetos usados no crime”, informou o tenente-coronel.

“Essa é a resposta da polícia goiana”, declarou Mendonça.

“A polícia goiana não parou desde o momento que fez o primeiro socorro da dona Fátima e assim perdurou até a conclusão disso que os senhores estão vendo. Todo esse efetivo policial foi integrado para que isso desse certo”, observou o oficial.

“Isso mostra como que a Polícia Militar trata o cidadão goiano ou cidadão que vem aqui”, concluiu Mendonça.

A operação terminou com a prisão dos envolvidos e a apreensão do veículo usado no crime. Também foram recuperadas duas armas — que se mostraram simulacros — e materiais usados na ação, como balaclavas. Segundo a PM, todos os detidos são residentes de Caldas Novas.

As diligências continuam para apurar as responsabilidades de cada um, o papel dos receptadores e o montante das transações realizadas. A investigação buscará identificar eventuais outros participantes e formalizar as medidas judiciais cabíveis.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) de Aparecida de Goiânia conduziu em flagrante, na noite deste domingo (18/1), um homem de 65 anos suspeito de praticar maus-tratos contra uma cadela no Setor Pontal Sul. A ação ocorreu após denúncia apresentada por duas protetoras independentes de animais, que relataram a situação às autoridades ambientais do município.

Segundo as denunciantes, a cadela encontrava-se em estado de vulnerabilidade, apresentando sinais de doença, desnutrição, além da falta de acesso regular à água. Elas também relataram episódios recorrentes de agressões cometidas pelo tutor.

Diante do quadro, as protetoras foram até o local com o objetivo de resgatar o animal para atendimento veterinário, com a intenção de devolvê-lo posteriormente, após a recuperação. No entanto, o homem se recusou a entregar a cachorra, o que motivou o acionamento da fiscalização ambiental.

Ao chegar ao endereço informado, a equipe da Semma constatou que o tutor havia retirado o animal do local na tentativa de evitar o flagrante. Ainda assim, os fiscais realizaram a condução do suspeito à Central de Flagrantes, uma vez que vídeos encaminhados pelas denunciantes comprovaram as agressões e a situação de maus-tratos sofrida pelo animal.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Borges, destacou que o município tem atuado de forma rigorosa no enfrentamento aos crimes contra animais:

“Nós temos trabalhado diariamente para combater os maus-tratos em Aparecida. A lei é clara, e qualquer forma de violência contra animais será tratada com seriedade. A população pode e deve denunciar, porque cada caso registrado é uma vida que pode ser salva”, afirmou.

Em nota, a Prefeitura de Aparecida reforça que maus-tratos contra animais configuram crime previsto em lei, conforme a legislação federal vigente, e que os responsáveis estão sujeitos às penalidades cabíveis. A administração municipal orienta que a população utilize os canais oficiais para registrar denúncias, garantindo a atuação rápida das equipes de fiscalização e proteção animal.

As denúncias podem ser feitas diretamente pelo WhatsApp da Semma, no número (62) 98459-1661, assegurando sigilo e acompanhamento das ocorrências.

Autor Rogério Luiz Abreu


Três pessoas foram presas pela Polícia Civil de Goiás em uma operação realizada na manhã desta sexta-feira (16/1), em Goiânia. A ação, conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, cumpriu mandados de prisão temporária e busca e apreensão contra um casal investigado por extorsão e tráfico de drogas.

As investigações começaram em maio de 2025, após a retenção de uma motocicleta em uma boca de fumo. De acordo com a polícia, uma usuária de drogas havia entregado o veículo como garantia de uma dívida. Para recuperar seu patrimônio, a proprietária da motocicleta foi coagida a pagar um valor de resgate, transferido diretamente aos suspeitos.

A operação desta sexta-feira resultou de um trabalho detalhado de inteligência e análise de movimentações financeiras. As provas técnicas coletadas confirmaram que o dinheiro da extorsão chegou à conta de uma das investigadas poucos minutos após o pagamento realizado pela vítima. O companheiro dela é identificado como o responsável pelo fornecimento das drogas e pela apreensão ilegal do veículo.

Os presos, que não tiveram nomes divulgados, foram levados para o sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça

Com a execução das ordens judiciais, a polícia trabalha agora para consolidar as provas dos crimes de cárcere privado e associação para o tráfico. Os detidos foram levados para uma unidade prisional e permanecem à disposição da Justiça.

Nesta fase, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão domiciliar e três mandados de prisão. Dois deles são temporários, pelo crime de extorsão, e um é preventivo, por porte de arma, que já estava em aberto contra um dos investigados.

Os nomes dos presos não foram divulgados pelas autoridades.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Guarda Civil Municipal (GCM) de Senador Canedo prendeu, na manhã desta segunda-feira (5/1), um homem suspeito de descumprir medida protetiva de urgência no âmbito da violência doméstica. A ocorrência foi registrada no Residencial Morada do Bosque, após a equipe flagrar uma discussão entre o autor e a ex-companheira durante patrulhamento de rotina.

Segundo a GCM, durante a abordagem, a mulher informou possuir medida protetiva em vigor contra o suspeito. A ordem judicial foi confirmada no sistema, constatando o descumprimento da determinação que previa o afastamento do agressor. Diante do fato, foi dada voz de prisão ao homem.

As partes foram encaminhadas para exame de corpo de delito e, em seguida, apresentadas à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Senador Canedo, onde foi lavrado auto de prisão em flagrante.

O descumprimento de medida protetiva é crime previsto no artigo 24-A da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), com pena que pode chegar a 2 anos de detenção. A legislação também permite que a autoridade policial solicite a prisão preventiva quando houver risco à integridade física ou psicológica da vítima.

As medidas protetivas incluem, entre outras determinações, o afastamento do agressor do lar, proibição de aproximação e de contato com a mulher e familiares, e o respeito a limites de distância fixados pela Justiça.

Em nota, a corporação destacou que a ação reforça o compromisso da Guarda Civil Municipal no enfrentamento à violência contra a mulher, bem como a importância do cumprimento das decisões judiciais para garantir a segurança das vítimas.

Autor Rogério Luiz Abreu


A Guarda Civil Municipal (GCM) de Aparecida de Goiânia deteve, nesta sexta-feira (2/1), um suspeito de envolvimento no furto de um notebook ocorrido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do setor Brasicon. O crime foi registrado na manhã de quinta-feira (1º/1), segundo informações divulgadas pela Prefeitura.

Após diligências, o suspeito foi localizado e conduzido para a Central de Flagrantes do 4º Distrito Policial, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. A ocorrência segue em andamento e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço dos procedimentos policiais.

Foto: GCM/Aparecida

A Secretaria Municipal de Saúde informou que o furto provocou impactos temporários na rotina administrativa da UPA. Os atendimentos à população foram mantidos com apoio de outras unidades e, nesta sexta-feira (2/1), um notebook reserva foi remanejado para o local, restabelecendo integralmente os serviços.

Casos de furto em unidades de saúde geram preocupação por envolverem estruturas essenciais ao atendimento público, além de demandarem resposta rápida para evitar prejuízos operacionais.

A atuação da GCM e a reposição do equipamento tendem a reduzir os efeitos imediatos do ocorrido, enquanto o inquérito deve apurar responsabilidades e circunstâncias do fato.

Autor Rogério Luiz Abreu


Gilberto Firmo, de 52 anos, foi detido com carros roubados em Ceilândia; ele já havia sido preso em agosto

Gilberto Firmo, tio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, foi preso na 4ª feira (26.nov.2025) no Distrito Federal. É suspeito de participar de uma organização criminosa especializada em furtos de veículos. A prisão se deu durante operação da Polícia Civil do DF, sendo esta a 2ª detenção dele neste ano. Ele foi liberado após pagar fiança.

A DRFV II (Divisão de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos) organizou a operação após monitorar um automóvel utilizado irregularmente. Os policiais encontraram o veículo escondido em um imóvel no Conjunto B, em Ceilândia. Durante a abordagem, localizaram 2 automóveis com registro de furto ou roubo, além de peças automotivas.

Firmo, de 52 anos, já havia sido detido em 1º de agosto pela Polícia Civil de Goiás. Na ocasião, as autoridades encontraram em seu celular material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes durante cumprimento de mandado de busca e apreensão em Ceilândia.

Em 2024, uma reportagem da revista “Veja” revelou que outros familiares da ex-primeira-dama também tiveram problemas com a Justiça. Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó de Michelle, foi detida em 1997 por tráfico de drogas em uma comunidade de Brasília, onde era conhecida como “Tia”.

Outro tio da ex-primeira-dama já foi detido na operação Horus, deflagrada pela Polícia Civil do DF para desarticular um grupo envolvido em grilarem de terras. João Batista Firmo Ferreira, primeiro-sargento da Polícia Militar, esteve detido desde maio de 2019 até conseguir habeas corpus no STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O Poder360 procurou Michelle Bolsonaro por meio de sua assessoria para perguntar se ela gostaria de se manifestar. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.



Autor Poder360 ·