Ex-governador Agenor Rezende está internado em UTI após sofrer infarto, diz família | Goiás
Lidiane 3 de junho de 2024
O ex-governador Agenor Rodrigues Rezende, de 79 anos, está internado em UTI após sofrer infarto, em Goiânia. Segundo a filha dele, a deputada Rosângela, no último sábado (2) ele teve um desconforto e uma dor no peito, em Mineiros, na região sudoeste de Goiás.
“Ele teve uma isquemia transitória/infarto. Por precaução, viemos para Goiânia na madrugada. Desde o primeiro atendimento e medicação ele está muito bem”
Rosângela disse que na manhã desta segunda-feira (3), o pai vai passar por exames para avaliar a necessidade de intervenção. Agenor Rezende está internado no hospital Anis Rassi, no Setor Oeste.
“Agora, ele está bem, não sentiu mais dor. Está consciente e tranquilo. Eu sinto que vai dar tudo certo”, disse a deputada.
Agenor Rodrigues Rezende é produtor rural, contabilista e advogado. Ele foi governador de Goiás em 1994. Antes disso, entre 1983 e 1986, ele foi vereador em Mineiros e entre 1986 e 1994, ele foi deputado estadual. Além disso, ele foi prefeito de Mineiros de 2013 a 2020.
No perfil dele nas redes sociais, a assessoria divulgou que ele teve um pequeno problema de saúde e apresentou um quadro de isquemia transitória, que é uma breve e temporária redução no fluxo de sangue para o coração.
A assessoria disse ainda que ele está em observação no hospital e que está recebendo todos os cuidados necessários para sua plena recuperação. E assim que for liberado pela equipe médica vai retornar para Mineiros.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Menina que saiu de casa para ajudar a mãe no trabalho está há 14 anos desaparecida em Alexânia | Goiás
Lidiane 22 de maio de 2024
Tamilys Ferreira da Silva desapareceu aos 11 anos, em Alexânia, Entorno do Distrito Federal. No dia 12 de janeiro de 2010, a menina acordou, avisou ao pai que ia até o emprego da mãe, para ajudá-la no trabalho como babá, e saiu. Desde então, são 14 anos sem notícias dela. Segundo a família, um homem chegou a ser preso suspeito de sequestrar a criança, mas foi solto por falta de provas.
“A gente não sabe a hora, o dia. Eu espero todo dia por ela. Todo dia. Às vezes, eu sento ali fora e fico olhando para ver se ela vem. Vejo um carro, um barulho, e acho que é ela chegando. A gente espera demais. A gente espera que aconteça num momento, e não acontece”, diz a mãe, Valdivina Ferreira.
O g1 Goiás publica nesta semana uma série de reportagens que conta a história de pessoas que desapareceram no estado e a luta de suas famílias por informações.
A mãe se recorda sobre o desespero no dia do desaparecimento.
“Acho que era uns 30 minutinhos a pé. Ela passava pela rodovia de pista dupla, que liga Goiás a Brasília, e era pontual. Foi por isso que estranhei, ela era muito pontual. Eu fiquei num pé e no outro quando deu o horário e ela não chegou. Avisei para o pai dela, e ele foi atrás procurar”, se lembra Valdivina.
O pai da menina, Agnaldo Marinho da Silva, refez o caminho da casa da família até o trabalho da esposa várias vezes, mas não encontrou nenhum sinal de Tamilys. A preocupação era imensa, pois a menina sabia o caminho, mas ainda era inocente, brincava de boneca. A angústia foi crescendo dentro da mãe a cada minuto que passava. Nervosa, ela saiu da casa da patroa levando junto as crianças que olhava como babá e foi direto à delegacia.
Desde 2005, a Lei nº 11.259 prevê a investigação imediata de desaparecimento de criança ou adolescente. Mas Valdivina afirma que foi orientada pelos policiais que tinha de esperar 24 horas para registrar o boletim de ocorrência do desaparecimento da filha. Esse tipo de recomendação é um mito que prejudica os casos, porque acaba atrasando as buscas pela pessoa.
Atualmente, a Polícia Civil de Goiás tem um Procedimento Operacional Padrão (POP) para casos de desaparecimento. O documento funciona como um guia para as autoridades saberem como conduzir as investigações e orientar adequadamente as famílias sobre o assunto. Nele, está escrito que não é necessário aguardar tempo nenhum para denunciar um caso de desaparecimento à polícia.
Valdivina diz que, mesmo com a orientação equivocada da polícia, não parou de procurar pela filha no dia em que ela desapareceu. Perguntou para vizinhos e pessoas que passavam pela rua. Um comerciante disse que viu a menina passando, como de costume, e perguntou onde ela ia. “Eu vou lá para a minha mãe”, teria respondido Tamilys a ele.
“Uma amiga minha disse que a viu entre as pistas duplas, lá da rodovia, para atravessar para o outro lado, mas que não ficou observando para ver se ela chegou a atravessar”, conta a mãe.
Entre um relato e outro, os pais da menina procuraram noite adentro. Ao todo, a família visitou hospitais, delegacias, IMLs, córregos, matas, cemitérios, percorreram as ruas da cidade, espalharam cartazes, mas não tiveram nenhuma notícia de onde Tamilys poderia estar.
“Foi cartaz pra tudo quanto é lado. Para Brasília afora, Luziânia, tudo!”, relata Valdivina.
Segundo a mãe de Tamilys, o Conselho Tutelar também deu apoio às buscas.
O desaparecimento de Tamilys foi registrado 24 horas depois do sumiço da menina e começou a ser investigado pela Polícia Civil. Valdina diz que, na época, estavam sendo noticiados diversos outros casos de crianças e adolescentes desaparecidos em Alexânia e em cidades próximas. Um dos casos de maior repercussão foi o desaparecimento de seis jovens de Luziânia, que após investigação, descobriu-se terem sido mortos por um pedreiro, que confessou que queria ganhar dinheiro para fotografar os meninos e divulgar as imagens na internet.
Em Alexânia, o delegado titular da época era Antônio Carlos Silveira. À imprensa, 15 dias depois do desaparecimento de Tamilys, ele disse que o caso da menina poderia estar ligado a uma quadrilha de exploração sexual infantil “que estaria agindo na região”. A notícia menciona relatos de pessoas que teriam sido assediadas, “dando um norte às investigações”.
Valdivina diz que os relatos em questão eram a respeito de um morador da região, visto colocando Tamilys amarrada e amordaçada dentro de um carro. A testemunha, primeiro, comunicou à mãe da menina e explicou que o homem a ameaçou, dizendo que ela teria apenas mais 15 dias de vida por ter visto tudo.
“A gente foi na delegacia, falou para o delegado. Quando a menina estava indo embora de moto com um rapaz, mataram ela e o rapaz. Aí esse homem foi preso, porque quando a menina contou tudo ao delegado, ela contou que ele tinha dito que ia matar ela”, lembra a mãe.
Segundo Valdivina, um funcionário do suspeito, que prestaria depoimento dias depois da morte da testemunha, também foi encontrado morto pela polícia. “Amanheceu enforcado, como se fosse um suicídio, só que ele estava de joelho, como alguém se enforca de joelho?”, questiona.
Com isso o suspeito passou cerca de um mês preso. “Dizem que judiaram muito dele na cadeia, mas eu não sei se acredito”, comenta. Mas, também segundo Valdivina, o homem foi solto porque a polícia não tinha provas materiais do crime. “Arquivaram o caso por falta de prova”, diz a mãe.
Na época do desaparecimento de Tamilys, a imprensa chegou a noticiar que “alguns moradores a viram sendo colocada dentro de um veículo”. Mas que nada tinha sido confirmado pela polícia.
Em nota, a Polícia Civil não deu detalhes sobre testemunhas ou suspeitos. Informou apenas que “foram realizadas diligências e investigações intensas para localizar a menina à época. No entanto, apesar dos esforços empregados pelas equipes policiais, a jovem não foi encontrada”.
O g1 também entrou em contato com o delegado Antônio Carlos Silveira, que disse que se lembrava de poucos detalhes do caso. Ele também não confirmou a morte de testemunhas, prisão e soltura de suspeito.
A reportagem, então, entrou em contato com a Delegacia de Alexânia para saber se o(a) novo(a) titular poderia dar alguma declaração ou detalhe sobre a investigação feita para o caso de Tamilys, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
Por ser um caso de 14 anos atrás – mais tempo até do que a menina Tamilys tinha quando desapareceu, não se tem informações digitalizadas do caso. O Ministério Público disse que não achou nada em nome da criança ou de sua família. Da mesma forma, o Tribunal de Justiça de Goiás.
Os órgãos também não puderam realizar buscas em nome do suspeito, pois a reportagem não teve acesso ao nome dele. Pelo mesmo motivo, o g1 não encontrou a defesa do homem para se manifestar sobre o que aconteceu.
Não é possível saber quantas pessoas, além de Tamilys, desapareceram em 2010. O Governo Federal não disponibiliza dados de pessoas desaparecidas antes do ano de 2017. A Secretaria de Segurança Pública de Goiás também não. A explicação do estado goiano é que os dados são divulgados a partir de informações do sistema Registro de Atendimento Integrado (RAI), implantado em abril de 2016.
Por esse motivo, a reportagem vai usar como base uma pesquisa feita em 2023 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, nomeada de Mapa dos Desaparecidos, que analisou dados de 2019 a 2021. O documento revela que a faixa-etária dos 12 aos 17 anos é a que mais desaparece no Brasil e também em Goiás. No estado, foram mais de 2 mil casos, que representa 27% do total de desaparecimentos do triênio.
O pesquisador Dijaci de Oliveira afirma que, em todo o Brasil, os dados de desaparecimento ainda enfrentam uma enorme fragilidade, pois os agentes e policiais não recebem treinamento adequado para aprender a registrar boletins de ocorrência dessas situações. Com isso, os RAIs são feitos, muitas vezes, sem informações de descrição da pessoa que sumiu.
“Se uma pessoa some, é crucial que eu saiba se ela é branca, se é negra, amarela, se ela é indígena. Porque se você fala assim: “sumiu uma criança de olhos pretos, cabelos castanhos”, pode ser qualquer uma de um grande grupo. Mas se ela não tem a cor, não tem característica nenhuma, isso dificulta muito mais, porque pode ser qualquer pessoa”, explica Dijaci.
Se não existe registro de um caso, não há investigação. Sem investigação, não há respostas sobre o que aconteceu e, posteriormente, também não se tem dados para análise e criação de políticas públicas e de prevenção. Os registros são uma memória social de cada indivíduo.
Dijaci diz que existem diversos estudos que mostram que mulheres com idades entre 12 e 17 anos são os principais alvos de exploração sexual comercial, especialmente em áreas de fronteira, rodovias e de alto-turismo. Semelhante ao que se tem de informações do caso de Tamilys.
“A gente precisa fazer com que todos os casos sejam notificados, porque isso não é algo pacífico. Mas se eu não tenho esses dados, eu não tenho certeza de como foi que esse desaparecimento aconteceu”, reforça.
A fragilidade do registro também afeta a atualização de informações. No Brasil, segundo o Mapa dos Desaparecidos, somente o Distrito Federal tem controle total de quantas pessoas desaparecidas foram encontradas, onde, quando e sob qual circunstância. No restante do país, espera-se que algum policial atualize o RAI ou que a família comunique se encontrou o desaparecido.
A pesquisa afirma que, assim como a faixa etária dos 12 aos 17 anos é a que mais desaparece, também é a mais encontrada. Em Goiás, por exemplo, esse grupo representou quase 40% das pessoas localizadas de 2019 a 2021. Mas não se sabe quando essas pessoas desapareceram, por qual motivo sumiram, sob quais circunstâncias estavam e nem mesmo se foram encontradas vivas.
‘Perdi tudo que eu tinha’
Valdivina comenta que muitos vizinhos que vivenciaram a época do caso sentem medo de falar sobre o assunto, porque o suspeito continua morando na região.
“Eu não tenho medo. Se for pra morrer, vou morrer de qualquer maneira. O que eu tinha, já perdi tudo. Eu não tenho mais nada”, diz a mãe.
Valdivina não se refere apenas à Tamilys quando diz que perdeu tudo. Ela e o marido tiveram outros dois filhos além da menina: Reginaldo, o mais velho, e Lucas Sérgio, o do meio. Mas ambos foram assassinados. Com isso, datas como o Dia das Mães e o Natal ficaram pesados demais para se celebrar.
“Natal, Ano Novo, aniversários, Dia das Mães, nada eu comemoro mais. Lembro que no Dia das Mães ela chegava com algum presente para mim, alguma coisa que ela fazia, uns desenhos, a coisa mais linda. E na data de aniversário me lembro de um bolo que eu fazia pra ela, roupa que eu comprava pra ela. Agora não tem mais”, lamenta.
Valdivina classifica sua situação como “uma coisa que você tem e não vai voltar tão cedo”. Com isso, a espera é sua maior companhia.
Atualmente, Valdivina não consegue mais trabalhar como doméstica, pois foi diagnosticada com hanseníase. A doença atinge principalmente a pele, os olhos, o nariz e os nervos periféricos. Os sintomas incluem manchas claras ou vermelhas na pele com diminuição da sensibilidade, dormência e fraqueza nas mãos e nos pés.
Mesmo assim, Valdivina continua trabalhando como cuidadora de crianças. E trabalha muito. Ela diz que nunca se permitiu parar a vida para chorar suas perdas, embora elas a machuquem constantemente. Para ela, a gentileza com as pessoas continua sendo a melhor forma de seguir a vida.
“Eu brinco, dou risada, porque agora o que adianta? Eu tenho esses problemas tudo comigo e ainda vou ficar de cara feia com você ou te dar a má resposta? Você não vai resolver meus problemas. Não vou ficar chorando, não vou ficar me descabelando, não vou me enfiar debaixo de um carro, porque não vai me resolver nada. Eu tenho que pedir a Deus: vai por ela, aonde ela estiver, dela pode ser, e brincar e sorrir”, diz a mãe, esperançosa.
A psicóloga Juliane Pazzanese tem um grupo de escuta que visa dar apoio emocional às famílias com entes queridos desaparecidos. Ela explica que essas pessoas vivem um luto não reconhecido e, a grande maioria acaba desenvolvendo depressão, síndrome do pânico e ansiedade. Outras, como Valdivina, acabam trabalhando mais do que o necessário para não precisarem lidar com a falta do parente.
A psicóloga diz que o luto não reconhecido é qualquer quebra de vínculo não reconhecida socialmente como perda, como um aborto espontâneo, a morte de um cachorro ou mesmo a situação vivida com por milhões de famílias durante a pandemia de Covid-19, em que as pessoas não podiam enterrar seus familiares.
“O caso dos desaparecidos é também um luto não reconhecido, porque você não pode falar do seu filho como se ele estivesse morto, por exemplo. Você não sabe se ele está morto. E como é que essa pessoa fala? Como que ela fala dessa ausência? Como ela lida com essa ausência? É uma dor que não é reconhecida. Elas ficam presas, não conseguem sair dali. Você não consegue elaborar, ir pra frente, encontrar um espaço pra essa dor, porque você não enterrou, mas também tem esperança”, explica a psicóloga.
Pazzanese também fala sobre a oscilação de sentimentos que familiares de entes desaparecidos sofrem constantemente. Segundo a especialista, para muitas pessoas, a falta da conclusão dos rituais de despedida de um familiar acaba causando sensações ambíguas, como se não os que ficaram não tivessem o direito de continuar sua vida.
“Essa oscilação entre esperança e desesperança é muito mais intensa em casos de desaparecimento, porque você pode oscilar durante o dia. Me lembro de uma mãe que o filho pediu pra ela fazer a janta, mas desapareceu, e ela fala que se senta todos os dias para jantar olhando para porta de entrada da casa, porque tem esperança de que algum dia ele entre. Imagine como é viver isso. Elas ficam presas”, reflete.
Ainda que acredite no relato da testemunha e que haja a suspeita de que a filha tenha sido vítima de exploração sexual, Valdivina acha que a menina está viva e espera reencontrá-la. Mais de uma década depois, ela não afasta a possibilidade de que Tamilys, que hoje teria 24 anos, esteja vivendo em algum outro estado do país.
“Eu, no meu coração, não sinto minha filha morta. Para mim, ela está viva em algum lugar. Em algum lugar presa, algum lugar muito longe que ela não pode vir. Eu tenho esperança de encontrá-la. É uma esperança de alegria demais, entendeu? Eu sonho com ela e sempre sonho com ela viva”, diz a mãe.
A força desse pensamento vem das memórias que construiu com a filha. As duas adoravam passar o tempo juntas e eram muito amigas. Valdivina diz que a filha era seu maior orgulho e uma menina muito inteligente.
“Ela era muito inteligente, muito inteligente. Eu gostava de arrumar pra ela ir em alguma festinha de aniversário com as amigas dela. Se Deus botar ela no meu caminho de novo, a gente vai se divertir mais, vai fazer muita coisa”, diz Valdivina.
Por acreditar no reencontro, a mãe não guardou nada da menina. Doou roupas e brinquedos para quem mais precisava. A justificativa é que quando Tamilys voltar, elas vão comprar tudo novo. “Para mim, aquilo foi passado”, conclui.
A Polícia Civil mantém contato frequente e direto com a Polícia Científica, que é responsável pela identificação de cadáveres e, especificamente no caso de desaparecidos, também coleta material genético dos familiares para comparação.
A identificação dos corpos acontece, principalmente, através da coleta de DNA ou impressões digitais. O material é adicionado a um banco de dados estadual e comparado com outros já coletados anteriormente no estado. Mas, no caso de Tamilys, nenhum corpo ou ossada com genes compatíveis deu entrada nos IMLs goianos.
Como Valdivina nunca desistiu de encontrar a filha com vida, as autoridades também fizeram uma projeção de como Tamilys pode estar atualmente; veja foto acima.
Quem tiver informações sobre Tamilys ou de qualquer outra pessoa desaparecida pode ajudar ligando para a Polícia Civil pelos números 197, (62) 3201-4826 ou (62) 3201-4834. O relato pode ser feito anonimamente. Sua ajuda faz diferença.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Corpo que pode ser de homem que está desaparecido é encontrado carbonizado dentro de carro, diz polícia | Goiás
Lidiane 17 de maio de 2024
Corpo que pode ser de homem que está desaparecido é encontrado carbonizado dentro de carro
Um corpo foi encontrado carbonizado dentro do porta-malas de um carro na zona rural de Planaltina de Goiás, município na região do Entorno do Distrito Federal. De acordo com a Guarda Civil Metropolitana de Planaltina (GCM), familiares de pessoas desaparecidas estiveram no local em que o corpo foi encontrado.
O corpo foi encontrado nesta quinta-feira (16). A suspeita é que o corpo seja de um homem, de 41 anos, que está desaparecido desde quarta-feira (15), segundo a GCM. A família identificou o carro do parente, um Ford Fiesta Flex. O parente desaparecido não tem passagens pela polícia.
Segundo essa família, ele saiu de casa, às 9h, em um Fiesta branco para a casa de um amigo, mas não chegou ao destino. Entretanto, a polícia ainda não tem certeza de que se trata dele, pois o exame de DNA ainda será feito para identificar a vítima.
O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Formosa. Ao g1, o delegado responsável pelo caso Augusto Albernaz informou que a Polícia Civil de Goiás está aguardando as conclusões dos peritos e que ainda não há previsão de quando os resultados do exames de DNA ficarão prontos.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Idosa que foi atropelada duas vezes por motorista durante briga não tinha nada a ver com a confusão e está internada em estado grave | Goiás
Lidiane 5 de maio de 2024
Motorista passa com carro duas vezes em cima de idosa após briga na porta de distribuidora
A idosa que foi atropelada duas vezes por um motorista em uma briga em uma distribuidora de Goiânia não tinha nada a ver com a confusão, segundo o delegado Rilmo Braga (assista vídeo acima). O homem disse à Polícia Civil que discutiu com outras pessoas que estavam no local e que “não tinha a intenção de matar”. Anália Mendanha, de 67 anos, está internada no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo) em estado grave.
Um vídeo mostra o atropelamento, que aconteceu na quinta-feira (2), no Setor Jardim Europa (veja acima). No dia seguinte, o suspeito foi preso pela Polícia Militar, no Setor Vila União, e levado à Central de Flagrantes. O g1 não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização desta reportagem.
De sábado (4) para domingo (5), a idosa apresentou piora no estado de saúde. Segundo o boletim médico, ela foi encaminhada da enfermaria do Hugo à sala de pronto atendimento, onde passou a receber cuidados intensivos. O quadro dela agora é grave. Segundo a família, ela ainda aguarda uma cirurgia.
“Ela deu hemorragia e precisa muito dessa cirurgia. Ela está entubada. O caso é muito grave”, disse a nora de Anália, Francine Silva.
Desde o início, a Polícia Militar explicou que a mulher atropelada não era o alvo do motorista. A tenente Rhaianna Iannari detalhou que, ao ser abordado, o suspeito contou que tinha bebido e discutido com homens que estavam na distribuidora e que o objetivo era atropelá-los.
“Ele disse que estava acompanhado de sua mulher e que eles tinham ingerido grande quantidade de bebida alcóolica. Em determinado momento, discutiram com outros homens que estavam na mesma distribuidora de bebidas e, por conta disso, ele tentou atropelar esses homens”, detalhou a tenente.
Ele foi preso próximo ao local onde mora e confessou o crime à PM. “De pronto, ele confessou ter cometido o crime. De acordo com ele, a intenção não era atropelar ela [a idosa] e não tinha tido nenhum tipo de problema com ela especificamente”, complementou.
À Polícia Civil, o suspeito ainda afirmou que, após a discussão, as pessoas que estavam na distribuidora teriam começado a “jogar pedras”, no veículo, fazendo com que ele decidisse a acelerar de ré.
“Ele alega que houve uma discussão com pessoas que não sabe identificar, que estavam no local. Disse que populares começaram a jogar pedras e então ele teve que acelerar de ré”, detalhou o delegado.
O vídeo ainda mostra que, durante o atropelamento, as pessoas que estavam na calçada e anteriormente discutiram com o motorista, observaram o crime contra a idosa (assista acima).
A nora da idosa lamentou o ocorrido e disse que, com o atropelamento, Anália quebrou a bacia.
“Agora todo cuidado com ela vai ser pouco. Está aguardando uma cirurgia e não tem previsão de alta”, explicou Francine Silva.
A família agora pede justiça pelo que aconteceu com Anália.
“Queremos que ele fique preso. Permaneça e pague pelo crime que ele fez”, disse a nora.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Jogador de futebol está desaparecido há mais de 20 dias após ir à festa em Goiás, diz família | Goiás
Lidiane 2 de maio de 2024
Vídeo mostram jogador próximo a região da casa dele
O jogador de futebol Thavisson Mendes da Silva está desaparecido há mais de 20 dias, em Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a família, ele foi visto pela última vez quando voltava de uma festa. Ao g1, a irmã de Thavisson contou que ele completa 27 anos nesta quarta-feira (1º).
“O mais difícil é não ter nenhuma informação dele. Estamos muito abalados e vivendo sem acreditar”, disse Ana Maria Mendes, irmã de Thavisson.
Ana conta que o jovem saiu de casa por volta de 16h30 no dia 8 de abril para ir em uma confraternização do time de futebol a três ruas da casa onde morava. Após a festa, ele passou em uma distribuidora de bebidas e, às 21h30, enviou um áudio para a esposa dizendo que iria voltar para casa.
Segundo a irmã, Thavisson não chegou em casa e, preocupada, a esposa ligou para ele, porém, o telefone estava desligado. Câmeras de segurança registraram o jogador em uma moto a duas ruas acima da casa dele. Essa é a última imagem que a família tem do jovem, disse a irmã.
A família denunciou o desaparecimento à Polícia Civil (PC) na manhã do dia 9 de abril. Ana Maria conta que vizinhos e parentes montaram um força-tarefa para tentar encontrar Thavisson. Diz ainda que a moto e a carteira dele foram vistas em uma região de mata a mais de 10 km da casa dele.
“Apareceu uma foto da moto dele nas redes sociais em um matagal, mas, quando a polícia chegou lá, não tinha nada. Um fazendeiro achou a carteira dele perto e nos devolveu. Depois disso, não tivemos mais nenhuma pista, nenhuma imagem e nada. Não temos uma notícia”, finalizou.
Quando desapareceu, Thavisson vestia uma camiseta branca, bermuda vermelha e chinelos. Segundo a irmã, atualmente, Thavisson não estava jogando por nenhum clube, apenas participava de competições esporadicamente.
Em nota, a Polícia Civil de Goiás informou “que continua em diligências a fim de localizar a pessoa desaparecida. Foi utilizado inclusive o auxílio de cães farejadores no local onde a moto foi abandonada. E outras diligências sigilosas seguem em curso a fim de esclarecer o desaparecimento e localizar a vítima”.
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Caso Pedro Lucas: desaparecimento de menino completa 6 meses, e MP diz que não é possível afirmar se garoto está morto ou se foi sequestrado | Goiás
Lidiane 1 de maio de 2024
Caso Pedro Lucas: Desaparecimento de menino em Rio Verde completa 6 meses
Seis meses após o desaparecimento do menino Pedro Lucas Santos, completos nessa quarta-feira (1º), o promotor do Ministério Público Paulo Brondi disse que ainda não é possível afirmar se o garoto está morto ou se foi sequestrado. O caso aconteceu em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, e, de acordo com o promotor, ainda há perguntas que precisam ser respondidas antes de abrir processo criminal contra qualquer suspeito.
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Em entrevista à TV Anhanguera, Paulo Brondi questionou: “Pedro Lucas está morto de fato ou foi sequestrado? Foi levado para algum outro lugar e pode estar vivo? São perguntas que não conseguem ser respondidas, nem pelo Ministério Público, nem pela Polícia Civil”.
O padrasto da criança, José Domingos Silva Santos, chegou a ser preso no dia 8 de janeiro de 2024 suspeito de matar e ocultar o corpo de Pedro Lucas. No entanto, o homem foi solto no dia 8 de março, depois que o Ministério Público pediu a revogação da prisão temporária de José Domingos. Para a promotoria, não havia provas que ligassem o padrasto ao desaparecimento de Pedro Lucas.
Em nota, a defesa de José Domingos informou que aguarda a conclusão das investigações e que tem esperança de que o garoto seja encontrado com vida (nota completa abaixo).
Para o delegado responsável pelo caso, Adelson Candeo, o padrasto continua sendo o principal suspeito do crime. “Nós sabemos que o padrasto escondeu esse corpo, teve tempo para isso. Ninguém procurou a Polícia nos quatro dias que se seguiram ao desaparecimento”, declarou em entrevista à TV Anhanguera.
Candeo informou que o desaparecimento só foi comunicado à Polícia depois que o Conselho Tutelar recebeu uma denúncia anônima.
“O Conselho Tutelar foi até a casa da família, constatou o fato e trouxe a mãe e o padrasto para a delegacia para que fosse registrada a ocorrência. Senão, talvez, até hoje nós não saberíamos do desaparecimento do Pedro Lucas”, relatou.
De acordo com o delegado, inconsistências nos depoimentos da mãe, do padrasto e do irmão de Pedro Lucas sugerem que há algo no caso que ainda não foi relatado. José Domingos e Elisângela Pereira dos Santos teriam mudado a versão de como souberam do desaparecimento e até mesmo sobre as roupas que o garoto usava no dia.
Pedro Lucas Silva Santos desapareceu depois de sair da escola no dia 1º de novembro de 2023, em Rio Verde (GO). O desaparecimento do garoto só foi comunicado à Polícia Civil quatro dias depois do ocorrido, de acordo com o delegado Adelson Candeo.
O estudante saiu de casa acompanhado do irmão. Ele deixou o caçula na escola e seguiu para outra instituição de ensino onde estudava. Pedro chegou a assistir algumas aulas e o último registro do menino foi feito por câmeras de segurança na vizinhança da casa onde morava.
A Polícia ainda não encontrou o corpo do menino e não há indícios de que ele possa ter sido sequestrado.
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NOTA – Defesa de José Domingos
Continuamos aguardando a conclusão das investigações e esperançosos com a solução deste fato, de preferência que encontre Pedro ainda vivo.
Lindomberto Morais e advogados associados
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Comerciante suspeito de matar a ex e atirar contra o próprio peito está internado na UTI em estado grave, diz hospital | Goiás
Lidiane 28 de abril de 2024
O caso aconteceu na manhã da última quinta-feira (25), em Estrela do Norte, na região norte de Goiás. O g1 não localizou a defesa do comerciante Fábio Gomes dos Santos, de 40 anos, para pedir um posicionamento até a última atualização desta reportagem. O caso é investigado pelo delegado Luciano Santos.
Conforme boletim médico, Fábio deu entrada no HCN na quinta-feira (25). Segundo a unidade, ele chegou em estado grave e foi internado. Informou ainda que o suspeito está sendo acompanhado por uma equipe multidisciplinar na UTI do hospital.
O delegado responsável pelo caso contou que Thauany Pereira Lopes, de 20 anos, teve um relacionamento com Fábio, porém, eles terminaram. Ele teria voltado com esposa e ela começou a namorar outro rapaz. No dia do crime, a vítima fez uma festa em casa com amigos e o suspeito foi.
Jovem grita antes de ser morta pelo ex, em Estrela do Norte
“Ela [a vítima] decidiu namorar um rapaz. Por volta de 1h da manhã ele [o ex] chegou na festa dela e começou a beber. Ela mandou o ir embora, e ele saiu”, disse. Segundo o delegado, quando amanheceu, ele voltou e eles discutiram devido ao novo relacionamento de Thauany. Durante a briga, ele a derrubou e efetuou os disparos.
O suspeito, que tem passagens pela polícia por homicídio, vai responder por feminicídio e porte ilegal de arma. Segundo o delegado, uma familiar chegou a dizer que Thauany passou um tempo sumida, fugindo do homem. O g1 tentou falar com o delegado neste domingo (28) e não obteve sucesso.
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“Goiás está ainda mais representado na telecomunicação”, diz Caiado no lançamento de nova emissora
Lidiane 20 de abril de 2024
Afiliada da Band em Goiás, TV Sucesso prevê alcançar 2,5 milhões de telespectadores
O governador Ronaldo Caiado participou, na noite desta quinta-feira (18/04), do lançamento da nova programação da TV Sucesso Band, em Goiânia. Trata-se da afiliada da TV Bandeirantes em Goiás, que chega para substituir a TV Goiânia. A novidade estreou na capital dia 4 de março.
Em discurso, Caiado destacou a capacidade da nova emissora em poder projetar Goiás nacionalmente, divulgando o potencial econômico e turístico do estado. “Desejo muito sucesso, para que, cada vez mais, vocês possam avançar na programação, mostrando nosso estado para o Brasil todo. Hoje, Goiás está ainda mais representado na área da telecomunicação, ampliando as oportunidades”, comemorou.
“Esse é um momento de muita relevância para o jornalismo e para a televisão. Os 7 milhões de goianos têm a oportunidade de contar com mais uma emissora de televisão capaz de levar notícia, informação e entretenimento”, lembrou o gestor goiano. Goiás possui mais de 20 emissoras de televisão concessionadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A TV Sucesso chega a Goiânia como retransmissora do sinal da TV Bandeirantes oferecendo uma programação nacional já consolidada. A emissora dedica horários à programação local produzida tanto na capital, quanto no interior do estado. A estimativa é de que alcance mais de 2,5 milhões de telespectadores.
O presidente e fundador do Grupo Sucesso de Rádio e TV, Gilson Almeida, destacou que este é mais um passo ousado na área da comunicação, dando início a uma nova história no estado. “Estamos iniciando hoje uma missão de transformação, de levar entretenimento e informação a toda a população de Goiás. Assim como a Band, faremos um jornalismo independente, não partidário, que irá mostrar os fatos para que a população tire suas próprias conclusões e análises”, assegurou.
João Saad, presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação, garantiu que os esforços serão em prol do fortalecimento da programação local da TV Sucesso, trazendo cada vez mais crescimento à emissora. “Estamos felizes e orgulhosos com essa parceria. Não vamos deixar nenhum pedaço desse estado sem ter um bom sinal, sem ter uma cobertura local”, frisou, ao afirmar que o grupo empresarial continua acreditando na comunicação.
Também estiveram no evento o vice-governador Daniel Vilela, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Bruno Peixoto, o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, entre outras autoridades, executivos e convidados.
TV Sucesso
A TV Sucesso iniciou suas atividades no Sudoeste goiano há mais de 12 anos, atuando como retransmissora da TV Record nos municípios de Rio Verde e Jataí. Integrante do Grupo Sucesso de Comunicação, fundado em 1997, a emissora chega à capital goiana, agora como afiliada ao Grupo Bandeirantes de Televisão. Ao todo, a rede de rádio e televisão está presente em quatro estados da federação, além do Distrito Federal.
A emissora está em processo de formulação da programação própria. Dentro da nova grade, estão programas voltados ao agronegócio, esportes e jornalismo, com profissionais de renome no cenário nacional, como o narrador esportivo Téo José, que apresenta o Jogo Aberto. Entre os programas já definido, estão o AgroSucesso, com Leonardo Freitas; e o Esporte Show, com Osvair Santos. A TV Sucesso opera no canal 17.1, na TV aberta, e 513, na NET.
Goiás está sob alerta de chuvas intensas nesta quarta-feira, diz Cimehgo | Goiás
Lidiane 17 de abril de 2024
O Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo) alerta para formação de áreas de instabilidade em Goiás, com pancadas de chuvas isoladas especialmente nas regiões sul e sudoeste do estado, nesta quarta-feira (17). A previsão parte do avanço de uma frente fria pela região sudeste do Brasil.
O gerente do Cimehgo, André Amorim, explicou ao g1 que essa frente fria atravessa o território do sudoeste goiano, vindo da Amazônia em direção do Paraná. “
Não é aquela super frente fria não, mas ela abre possibilidade para muitas situações, como pancadas isoladas de chuva”, afirma Amorim.
Em Goiânia, a previsão é de nebulosidade, sol, com possibilidade de pancadas de chuvas em áreas isoladas. Assim, na capital, a temperatura máxima pode chegar aos 31ºC e umidade relativa do ar variando entre 50% a 95%, nesta quarta-feira.
Para as regiões sul e sudoeste, as temperaturas mínimas previstas são de 19ºC e 20ºC, respectivamente, e máximas de 32ºC . De acordo com o gerente do Cimehgo, a expectativa é que tenha pancadas de chuva devido à nebulosidade durante esta manhã.
Segundo Amorim, pode haver uma gradativa queda nas temperaturas ainda esta semana. “Mas não vai esfriar muito, pois nós não temos prognóstico para o frio. Então, onde vai esfriar mais vai ser no sul do país. Aqui em Goiás, no final de semana, nós teremos uma ligeira queda nas temperaturas na parte leste do estado, abaixo de Brasília, pegando Cristalina e Luziânia”, explica.
Abaixo seguem a lista de cidades goianas com risco potencial de chuvas intensas nesta quarta-feira (17):
- Aparecida do Rio Doce
- Aporé
- Baliza
- Cachoeira Alta
- Caçu
- Caiapônia
- Castelândia
- Gouvelândia
- Inaciolândia
- Itajá
- Itarumã
- Jataí
- Lagoa Santa
- Maurilândia
- Mineiros
- Montividiu
- Perolândia
- Porteirão
- Portelândia
- Quirinópolis
- Rio Verde
- Santa Helena de Goiás
- Santo Antônio da Barra
- São Simão
- Serranópolis
- Turvelândia
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiânia e Região Metropolitana
Advogada está entre presos em operação contra o tráfico de drogas em Goiás e mais três estados | Goiás
Lidiane 11 de abril de 2024
Operação da Polícia Civil cumpre 15 mandados de prisão e busca e apreensão
Uma advogada está entre as 14 pessoas presas em uma operação da Polícia Civil de Goiás, que investiga um grupo suspeito de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ao todo, 21 mandados de prisão e 21 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em território goiano e, também, nos estados de Tocantins, Mato Grosso e Minas Gerais.
O g1 não localizou a defesa de nenhuma das 14 pessoas presas até a última atualização da reportagem.
Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) informou ter acompanhado a operação contra a advogada e que vai continuar acompanhando o desenvolvimento do caso – Confira a nota completa ao final da reportagem.
De acordo com o delegado Danilo Wendel, a advogada era responsável por abrir empresas fantasmas, como lojas de eletrônicos e distribuidoras, para lavar o dinheiro adquirido pelo tráfico interestadual de drogas. Além do próprio nome, ela também usava o nome de familiares como laranjas no esquema.
A advogada foi presa em Goiânia, junto com outras nove pessoas suspeitas. Segundo o delegado, duas prisões também foram feitas no Mato Grosso e mais duas no Tocantins. Outras sete pessoas continuam sendo procuradas.
Além disso, a polícia também bloqueou 10 imóveis usados pelo grupo criminoso, 11 veículos de luxo e R$ 20 milhões das contas bancárias dos investigados. Outros bens e valores encontrados na posse do grupo também foram sequestrados pela operação.
Os mais de 40 mandados judiciais foram cumpridos nesta quinta-feira (11), mas segundo a polícia, o grupo criminoso já vem sendo investigado desde o ano de 2022 por suspeita de atuação no tráfico de drogas.
O delegado afirma que carretas eram usadas no esquema para transportar drogas da fronteira do Mato Grosso até o Estado de Goiás, onde eram comercializadas em Goiânia e outras cidades próximas.
Durante as investigações, a polícia constatou que o grupo movimentou cerca de R$ 20 milhões de com o lucro do tráfico e, por conta disso, precisou de diversas pessoas jurídicas para abrir empresas de fachada. Tudo isso para dar aparência de que os valores era conquistados de forma legal.
O delegado afirma que as investigações vão continuar até que todo o grupo criminoso seja identificado e preso.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) informa que a Comissão de Direitos e Prerrogativas (CDP) acompanhou a operação de cumprimento de mandados judiciais realizado pela Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (DENARC) em desfavor de advogada, e seguirá acompanhado o desenvolvimento do caso.
A OAB-GO mantém seu comprometimento em assegurar que os procedimentos legais e as garantias constitucionais sejam respeitados integralmente, tanto em relação à pessoa envolvida quanto ao devido processo legal. O acompanhamento da Ordem se dá para resguardo das prerrogativas da advocacia, bem como para fiscalização dos seus deveres funcionais e éticos.
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