A Prefeitura de Goiânia formalizou, nesta terça-feira (14/4), um novo contrato com a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) para a execução dos serviços de zeladoria urbana na capital pelos próximos 60 meses. O acordo, firmado por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra), estabelece valor estimado de R$ 7,5 bilhões para a prestação das atividades ao longo do período.
O contrato marca uma nova etapa na organização dos serviços de limpeza e manutenção urbana, com reestruturação administrativa da companhia, reorganização de recursos e ampliação das atribuições da empresa municipal.
A assinatura foi conduzida pelo prefeito Sandro Mabel, que destacou o processo de recuperação financeira da Comurg e a adoção de um modelo de gestão baseado em controle e eficiência dos serviços prestados.
Segundo o prefeito, a reestruturação da companhia foi essencial para restabelecer o equilíbrio financeiro da empresa e garantir condições para ampliar as atividades desenvolvidas pela Comurg na cidade.
“O maior gargalo que encontramos na Comurg quando assumimos a Prefeitura era a corrupção. Hoje a companhia se estabilizou. Conseguimos negociar a dívida e reduzir em quase R$ 3 bilhões o passivo da empresa, o que trouxe equilíbrio financeiro e segurança para avançarmos na prestação de serviços à população”, afirmou.
Pelo novo contrato, a prefeitura passa a remunerar a companhia de acordo com os serviços efetivamente executados, mediante medição, fiscalização e comprovação das atividades realizadas. A administração municipal informou que pagamentos só serão realizados mediante a execução comprovada dos serviços contratados.
Ampliação das atribuições
Entre os serviços previstos no contrato estão atividades já desempenhadas pela companhia, como varrição de vias públicas, capina, roçagem manual e mecanizada, coleta de resíduos de saúde, lavagem de logradouros e operação de ecopontos.
Também permanecem sob responsabilidade da empresa os serviços de paisagismo, que incluem plantio de grama, árvores e palmeiras, manutenção de canteiros, poda e irrigação de áreas públicas.
Uma das principais mudanças do novo contrato é a incorporação da operação do Aterro Sanitário de Goiânia pela Comurg. A companhia passará a ser responsável pelo recebimento e disposição de resíduos sólidos urbanos e resíduos provenientes da construção civil.

De acordo com a gestão municipal, a nova estrutura também prevê a criação de uma reserva técnica para atender demandas futuras relacionadas à manutenção urbana e ao crescimento da cidade.
Reestruturação da companhia
O presidente da Comurg, coronel Cleber Aparecido, afirmou que a assinatura do contrato representa a consolidação de um processo de reorganização institucional da empresa, iniciado pela atual administração.
“Sem a decisão política firme de iniciar essa reestruturação e sem o apoio institucional para implementar medidas necessárias, muitas delas complexas e difíceis, nada do que celebramos hoje seria possível”, destacou.
Durante a solenidade, vereadores da capital também comentaram as mudanças na gestão da companhia e o processo de recuperação administrativa. O vereador Wellington Bessa afirmou que a reestruturação permitiu restabelecer a viabilidade da empresa pública.
“O senhor mostrou que é possível salvar essa empresa. Salvar a companhia também significa preservar o emprego de milhares de trabalhadores que contribuem diariamente para manter a cidade limpa”, disse.
Já o vereador Pedro Azulão Júnior afirmou que a atual reorganização administrativa evidencia que os problemas da companhia não estavam relacionados aos servidores, mas à condução administrativa da empresa.
Outros parlamentares presentes, como Juarez Lopes, Sargento Novandir, Bruno Diniz, Heyler Leão e Rose Cruvinel, também destacaram a importância das mudanças administrativas implementadas na companhia.
A solenidade de assinatura do contrato contou ainda com a presença da vice-prefeita Coronel Cláudia Lira, do secretário municipal de Infraestrutura Urbana, Francisco Lacerda, e do vereador Sebastião Peixoto.
Com o novo modelo de contratação e a reorganização administrativa da companhia, a prefeitura pretende ampliar a eficiência dos serviços de limpeza e manutenção urbana, fortalecendo a atuação da Comurg na zeladoria da capital.
A empresa MV Projetos e Consultoria, do ex-governador e pré-candidato ao Governo de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), recebeu R$ 14,5 milhões do Banco Master, entre 2022 e 2025. As informações, publicadas primeiro pela Folha de S. Paulo, indicam que os valores seriam de pagamento de consultoria.
Os valores constam em registros fiscais declarados pelo próprio banco à Receita Federal e que foram compartilhados com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. O PORTAL NG identificou que os repasses a Perillo integram uma lista mais ampla de pagamentos milionários feitos pela instituição a políticos, ex-ministros e escritórios de advocacia com atuação em Brasília.
Segundo os dados do Imposto de Renda da instituição bancária de Daniel Vorcaro, a empresa de Perillo recebeu, do Banco Master, R$ 1.673.511,85 em 2023; R$ 4.538.324,15 em 2024; e 8.335.876,23 em 2025.
Em nota, a assessoria do ex-governador afirmou que Marconi “prestou serviços a uma empresa considerada idônea à época da contratação, sem qualquer vínculo pessoal com seus dirigentes ou participação em sua gestão”, e que a prestação de serviços ao Master foi encerrada em julho de 2025. A nota ainda afirma que Perillo está afastado de funções públicas há oito anos e desde então atua exclusivamente na iniciativa privada.
Entre os nomes citados no levantamento estão o ex-presidente Michel Temer (MDB), o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União). Os valores foram pagos por meio de contratos de consultoria, serviços jurídicos ou intermediações.
Além de Marconi Perillo, há outro goiano na lista de documentos encaminhados à CPI: Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central nos primeiros mandatos de Lula (PT) e ex-ministro da Fazenda do Governo Temer. Segundo os documentos, Meirelles teria recebido R$ 18,5 milhões ao prestar consultoria ao Master. Em nota, o ex-ministro disse que o contrato foi encerrado em julho do ano passado.
Nota do ex-governador na íntegra
O ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, está há mais de oito anos afastado de qualquer função pública. Desde então, atuou exclusivamente na iniciativa privada, de forma lícita, transparente e com dignidade, prestando serviços de consultoria a algumas empresas.
Sobre o caso mencionado, esclarecemos que Marconi prestou serviços a uma empresa considerada idônea à época da contratação, sem qualquer vínculo pessoal com seus dirigentes ou participação em sua gestão. A prestação de serviços foi encerrada em julho de 2025.
Entenda o caso
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, após a identificação de irregularidades financeiras. A instituição, controlada por Daniel Vorcaro, passou a ser alvo de apurações por suspeitas de fraudes bilionárias, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa.
Registros enviados pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado mostram transferências do banco entre 2022 e 2025 para escritórios de advocacia e empresas de consultoria ligadas a políticos e ex-autoridades. Os repasses somam dezenas de milhões de reais e alcançam nomes como Michel Temer, Antonio Rueda, ACM Neto, Marconi Perillo, Guido Mantega, Fabio Wajngarten, Henrique Meirelles e Ricardo Lewandowski.
Entre os pagamentos citados, a MV Projetos e Consultoria, de Marconi Perillo, recebeu R$ 14,5 milhões entre 2022 e 2025. A Pollaris Consultoria, de Guido Mantega, teve repasses de R$ 14 milhões no mesmo período, enquanto a empresa de Henrique Meirelles recebeu R$ 18,5 milhões entre 2024 e 2025. Também aparecem o escritório de Michel Temer, com R$ 10 milhões em 2025, e a A&M Consultoria, de ACM Neto, com R$ 5,45 milhões.
As defesas afirmam que os valores correspondem a serviços efetivamente prestados. O Grupo Massa diz que sua atuação não se confunde com a de terceiros, a assessoria de Rueda afirma não confirmar as informações e classifica os dados como vazados ilegalmente, e Wajngarten disse ter sido contratado para a defesa de Vorcaro. A BN Financeira, de Bonnie Bonilha, informou ter prestado serviços ao banco mediante nota fiscal, e os registros também apontam cerca de R$ 80 milhões pagos à empresa de Viviane Barci de Moraes.
Alcides Hahn fez Pix de R$ 500 para empresa de ônibus que levou manifestantes de Blumenau a Brasília em janeiro de 2023
O STF (Supremo Tribunal Federal) condenou o empresário catarinense Alcides Hahn a 14 anos de prisão em regime fechado por envolvimento nos atos de 8 de Janeiro. A decisão foi tomada no dia 02 de março de 2026.
A Procuradoria Geral da República denunciou Hahn por ter transferido R$ 500 para o pagamento de um ônibus fretado que levou manifestantes de Blumenau (SC) até Brasília depois das eleições de 2022.
O empresário catarinense foi condenado por 5 crimes: abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa. O recurso seria julgado em 20 de março deste ano, mas foi retirado de pauta.
Hahn e 2 outros homens financiaram o fretamento de um ônibus utilizado para transportar manifestantes catarinenses aos atos em Brasília. Rene Afonso Mahnke transferiu R$ 1.000 e Vilamir Valmor Romanoski, R$ 10 mil. Nenhum deles viajou para a capital.
A PGR apontou Romanoski como uma “figura de liderança” das mobilizações a favor de Bolsonaro em Blumenau. Segundo a Procuradoria, ele organizava o recrutamento de manifestantes e compras de mantimentos.
Em audiência no STF, Hahn declarou que fez um Pix atendendo ao pedido de um conhecido. Segundo o empresário, a pessoa teria solicitado dinheiro emprestado para viajar sem especificar o destino. O proprietário da empresa de ônibus afirmou que, ao identificar a transferência, presumiu que o valor se referia ao fretamento da viagem.
A defesa de Hahn argumentou ao Supremo que a denúncia da PGR fundamentou-se exclusivamente no Pix de R$ 500 feito à empresa de fretamento de ônibus. Os advogados sustentaram que não houve prova de que o valor se destinasse ao financiamento de uma viagem ou de que o empresário tivesse conhecimento de eventual crime. As informações são do UOL.
Em despacho de outubro de 2024, o ministro Alexandre de Moraes afirmou não haver ilegalidade se a PGR não oferecesse um Acordo de Não Persecução Penal aos condenados.
Eis as condenações dos 3 réus:
- 14 anos: 12 anos e 6 meses de reclusão e 1 ano e 6 meses de detenção;
- 100 dias-multa: cada multa no valor de ⅓ do salário mínimo (R$ 1.621,00);
- danos morais coletivos: R$ 30 milhões;
- nome dos réus no rol dos culpados;
- expedição de guia de execução definitiva;
- pagamento de custas pela condenação.
A Polícia Civil de Goiás prendeu nesta quarta-feira (1º/4) o padrasto investigado pela morte de uma menina de 9 anos em Alto Horizonte, no norte do estado. Ele é suspeito de envenenar a enteada e também de tentar matar o irmão dela, de 8 anos, que ingeriu a mesma comida.
A prisão preventiva foi cumprida pela Subdelegacia de Polícia de Alto Horizonte, com apoio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Uruaçu, do Núcleo de Inteligência e da Polícia Técnico-Científica. O caso é tratado como feminicídio triplamente qualificado contra a menina e tentativa de homicídio triplamente qualificado contra o menino.
A vítima, identificada como Weslenny Rosa Lima, morreu na última sexta-feira (27/3), depois de passar mal após ingerir alimento supostamente contaminado. Ela chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu. O irmão, que também comeu a mesma refeição, foi socorrido e sobreviveu após atendimento médico de urgência.
O nome do suspeito não foi divulgado. Após ser preso, ele permaneceu em silêncio e informou que só falaria novamente na presença de um advogado.
Segundo o delegado Domênico Rocha, exames periciais confirmaram que a causa da morte foi intoxicação por chumbinho. Durante as buscas na casa da família, os policiais encontraram uma panela com arroz misturado a grânulos escuros, com características compatíveis com substância tóxica.
“Laudos periciais acusaram que os grânulos pretos no arroz realmente se tratavam de chumbinho […]. O laudo cadavérico da menina apontou que a causa da morte foi envenenamento exógeno causado pelo mesmo veneno, ou seja, chumbinho”, afirmou o delegado.
No imóvel, também foram localizados quatro gatos mortos. De acordo com a perícia, os animais também teriam sido vítimas de envenenamento.

No dia dos fatos, o investigado disse que foi o responsável por preparar o alimento consumido pelas crianças. Ele afirmou ainda que descartou as sobras no lixo, onde os animais possivelmente teriam ingerido o material contaminado.
Com os novos elementos reunidos no inquérito, a Polícia Civil voltou a ouvir o suspeito, mas ele novamente optou pelo silêncio, dizendo que só se manifestaria depois de consultar advogado.
As investigações continuam para esclarecer a motivação do crime e verificar se houve participação de outras pessoas. A polícia ainda analisa aparelhos celulares apreendidos, colhe novos depoimentos e aguarda a conclusão de laudos periciais complementares.
Artista estava internado no Hospital Sírio-Libanês (SP) desde 13 de março, por causa de uma pneumonia associada a uma condição cardiológica
O ator, diretor, escritor e dramaturgo Juca de Oliveira morreu na madrugada deste sábado (21.mar.2026) aos 91 anos. Estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde 13 de março, por causa de uma pneumonia associada a uma condição cardiológica.
Em nota, a família do artista afirmou que o estado de saúde era delicado e agradeceu as manifestações de carinho e solidariedade.
Leia a íntegra da nota da família de Juca de Oliveira:
“Com pesar, comunicamos o falecimento do ator, autor e diretor Juca de Oliveira, ocorrido nesta madrugada de 21 de março de 2026, aos 91 anos.
“Reconhecido como um dos grandes nomes das artes cênicas brasileiras, Juca de Oliveira construiu uma trajetória sólida e admirada no teatro, na televisão e no cinema. Membro da Academia Paulista de Letras, destacou-se como intérprete, mas também como autor e diretor de obras relevantes, marcadas por olhar crítico, sensibilidade social e forte presença de público.
“Ao longo de sua carreira, participou de importantes produções teatrais, muitas delas de sua própria autoria, além de integrar elencos de novelas e programas televisivos de grande alcance nacional. Sua atuação sempre foi pautada pelo rigor artístico e pelo compromisso com a cultura brasileira.
“Juca de Oliveira estava internado desde a última sexta-feira (13/03), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) cardíaca do Hospital Sírio-Libanês, em decorrência de um quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica. Nos últimos dias, seu estado de saúde era considerado delicado.
“A família agradece as manifestações de carinho e solidariedade.”
Trajetória
Nascido em São Roque (SP), Juca de Oliveira iniciou sua carreira no teatro, nos anos 1950. Participou de mais de 30 novelas e minisséries, mais de 10 filmes e 60 peças de teatro, nas quais também atuou como diretor.
Um dos papéis mais marcantes da carreira do ator foi o do médico geneticista Doutor Albieri, na novela “O Clone”, da TV Globo. Juca também era integrante da Academia Paulista de Letras.
O velório será realizado na tarde deste sábado (21.mar), na Bela Vista, região central de São Paulo, às 11h. O sepultamento será no domingo (22.mar), no Cemitério do Araçá.
Jovem era o último dos 5 indiciados por crime ocorrido em Copacabana; outros 4 homens já estão presos
Um adolescente de 17 anos indiciado por estupro coletivo entregou-se à Polícia Civil do Rio de Janeiro na 6ª feira (6.mar.2026). Ele compareceu à 54ª DP (Belford Roxo) e foi apreendido. Com essa ação, todos os 5 suspeitos de participar do crime —ocorrido em janeiro de 2026 em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul— estão sob custódia.
Os adultos presos têm 18 e 19 anos e responderão por estupro. O adolescente responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime. Segundo a Polícia Civil, outros 2 inquéritos foram abertos para investigar novas denúncias contra o grupo.
A corporação afirmou, em nota, que outras vítimas procuraram a delegacia para denunciar crimes vinculados aos envolvidos após a repercussão do caso na mídia.
Os outros 4 indiciados foram detidos no início desta semana:
- Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho – entregaram-se na 3ª feira (3.mar.2026);
- Vitor Hugo Oliveira Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti – apresentaram-se na 4ª feira (4.mar.2026).
Até a prisão do 4º suspeito, não havia mandado de apreensão expedido contra o adolescente, embora a polícia tenha feito os 5 pedidos à Justiça em 27 de fevereiro de 2026.
O CRIME
De acordo com as investigações, a vítima, uma adolescente de 17 anos, foi convidada pelo jovem, que estudava em sua escola, para ir à casa de um amigo. No local, ela teria sido trancada em um quarto com 4 homens. Após recusar manter relações, o grupo praticou atos libidinosos mediante violência física e psicológica, relatou a Polícia Civil.
Com informações da Agência Brasil
Um homem foi preso em Goiânia suspeito de manter o próprio filho sequestrado por aproximadamente dois anos. A prisão ocorreu nesta quinta-feira (26) e, segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a criança foi retirada da guarda da mãe e permaneceu em local desconhecido, sem qualquer contato com a genitora. Durante todo o período, o menino de nove anos esteve privado do convívio familiar e não frequentava a escola.
Policiais da Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (Dercc) e da Divisão Especializada de Investigações Criminais de Araçatuba/SP cumpriram um mandado de prisão preventiva contra o investigado. As investigações apontaram a possível localização do suspeito em Goiás, o que levou as equipes até uma pousada em uma região afastada da capital.
De acordo com a polícia, o menino foi encontrado no local e, durante depoimento, revelou que passava a maior parte do tempo trancado em um quarto com o pai. O imóvel fica em uma área erma de Goiânia, e a criança estava afastada de qualquer convívio social ou familiar, incluindo a rotina escolar.
Apesar do longo período de isolamento, a criança foi localizada em boas condições de saúde. Após o resgate, ela foi entregue à mãe, que agora recupera a guarda. A operação conjunta entre as forças policiais garantiu o cumprimento da ordem judicial e o retorno seguro do menino ao ambiente familiar.
O homem preso responderá pelo crime de sequestro e cárcere privado qualificado. A Polícia Civil segue com as investigações para apurar todos os detalhes do caso.
Um homem de 44 anos morreu eletrocutado na manhã deste domingo (22/2) após a caminhonete que conduzia colidir com um poste de energia em uma estrada vicinal próxima à rodovia GO-174, no trecho entre Rio Verde e Montividiu, nas imediações da Colônia dos Americanos. A vítima saiu de sua propriedade rural durante a madrugada e seguia em direção à rodovia quando perdeu o controle do veículo e bateu contra a estrutura.
Com o impacto, o poste se rompeu e caiu sobre a caminhonete. Ao tentar sair do veículo, o motorista entrou em contato com um fio energizado e sofreu descarga elétrica.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e o médico constatou o óbito no local, registrando morte por choque elétrico.
Equipes do Corpo de Bombeiros, técnicos da concessionária Equatorial e a Polícia Técnico-Científica compareceram à ocorrência. A rede elétrica da região foi desligada para garantir a segurança durante os trabalhos periciais e a remoção do corpo, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). A identidade da vítima não foi divulgada.
Os agentes realizaram os procedimentos de praxe na cena, incluindo preservação do local e levantamento para orientar as investigações sobre a dinâmica do acidente. Autoridades informaram que mais detalhes e eventuais desdobramentos serão divulgados após a conclusão dos laudos periciais.
A Polícia Técnico-Científica esteve na cena para realizar os procedimentos periciais necessários. Após a conclusão dos levantamentos, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame e liberação aos familiares.
A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar, que informou não ter divulgado a identidade da vítima até que os contatos com parentes fossem formalizados. As autoridades orientam que os desdobramentos e eventuais conclusões sobre a dinâmica do acidente serão divulgados após a finalização dos laudos periciais.
A prefeitura e as concessionárias costumam lembrar que trechos vicinais exigem atenção redobrada, especialmente no período noturno e em trechos sem iluminação pública. Autoridades de trânsito e manutenção podem ser acionadas para avaliar sinalização e condições das estradas vicinais afetadas.
Bruno Peixoto celebra 121 anos de fundação do Rotary Internacional em sessão solene
Lidiane 21 de fevereiro de 2026
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) promoverá, por iniciativa do presidente Bruno Peixoto (UB), na noite de segunda-feira, 23, uma sessão solene em homenagem aos 121 anos do Rotary International, data celebrada anualmente em 23 de fevereiro. A solenidade será realizada no Plenário Iris Rezende a partir das 19 horas.
Na oportunidade, serão entregues os certificados do Mérito Legislativo, de forma a reconhecer a contribuição dos homenageados para o Estado de Goiás.
Rotary International
O Rotary foi fundado em 1905 por Paul Harris, que criou o Rotary Club de Chicago em 23 de fevereiro daquele ano, com a proposta de reunir profissionais de diferentes setores para troca de ideias e fortalecimento de vínculos. Após 16 anos de fundação, o Rotary já contava com clubes em seis continentes.
Em 1979, a organização desenvolveu um projeto de imunização de crianças nas Filipinas e a iniciativa ajudou a controlar a incidência da doença. Em 1988, a poliomielite estava presente em 125 países; hoje, dois países permanecem com registro endêmico da doença.
Ao longo do tempo, a organização ampliou sua atuação para serviços humanitários. Atualmente, os associados desenvolvem ações voltadas às demandas das comunidades em diferentes países.
O falecimento de Benício Araújo Machado foi confirmado na tarde desta sexta-feira (13/2) pela Polícia Civil de Goiás. O menino de 8 anos estava internado em estado gravíssimo desde a madrugada de quinta-feira, quando, segundo a investigação, foi atingido por disparos efetuados pelo próprio pai.
O irmão mais velho, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, havia morrido pouco após ser socorrido na madrugada do mesmo dia. As duas crianças foram encontradas baleadas na residência da família; o pai, Thales Machado, foi achado morto no local, com uma arma ao lado do corpo, caracterizando um duplo homicídio seguido de suicídio, conforme aponta o inquérito em andamento.
A investigação é conduzida pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Itumbiara. A corporação informou que, até o momento, não há indícios de participação de terceiros e que as diligências prosseguem com perícias no imóvel, oitivas de testemunhas e levantamento documental; o laudo pericial sobre as mortes deve ficar pronto na próxima semana, segundo o delegado responsável.
Vizinhos relataram ter ouvido os disparos e socorrido as crianças para hospitais distintos; Miguel não resistiu e foi velado na quinta-feira na casa do avô materno, o prefeito do município. No imóvel, equipes periciais detectaram cheiro forte de gasolina e encontraram galões, o que levou os peritos a apurar também eventual tentativa de incêndio além dos disparos.
Horas antes do crime, o autor publicou nas redes sociais uma mensagem com declarações de amor aos filhos e, em seguida, divulgou uma carta em que relatava problemas no casamento e pedia perdão — o texto foi retirado das redes após a repercussão. Autoridades e veículos locais registraram essa sequência de publicações, que passou a integrar as apurações preliminares.
A Defensoria Pública do Estado de Goiás classificou o episódio como violência vicária — quando o agressor usa os filhos para atingir a mulher — e alertou para o risco de culpabilização e ataques nas redes sociais direcionados à mãe das crianças. A instituição tem se manifestado publicamente para orientar e oferecer assistência a familiares em casos dessa natureza.
Com a morte de Benício, a tragédia completa duas vítimas fatais — as duas crianças — além do autor, que também morreu. As autoridades locais afirmam que seguem preservando o sigilo do inquérito para não prejudicar as apurações e pedem respeito ao luto da família; o velório de Miguel já ocorreu e procedimentos sobre o enterro de Benício serão organizados conforme definição dos familiares.
Se você foi afetado por esta notícia ou conhece alguém em risco, procure ajuda profissional e os serviços de apoio locais — em Goiás a Defensoria Pública e a rede de assistência social municipal podem orientar — e, em caso de emergência, acione os serviços de saúde e segurança locais imediatamente.



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