27 de abril de 2026
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A concessionária Triunfo Concebra foi autuada pelo Procon Goiás pelo estado de “má conservação” de um trecho da BR-153 que liga os municípios de Hidrolândia e Professor Jamil. Durante fiscalização realizada nesta terça-feira (21/1), com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, o órgão constatou problemas como buracos e ondulações no asfalto, que podem comprometer a segurança dos motoristas que trafegam pela rodovia.

Segundo o superintendente do Procon Goiás, Marco Palmerston, os usuários pagam pedágio para trafegar na via, o que torna as condições atuais da pista inaceitáveis.

“A rodovia que liga os municípios de Hidrolândia e Professor Jamil é pedagiada. No entanto, a empresa deveria garantir melhores condições de trafegabilidade, preservando a segurança dos consumidores”, afirmou.

Outro problema identificado foi a falta de informações sobre as formas de pagamento aceitas nas praças de pedágio. No local, é possível pagar apenas com Pix, dinheiro ou cartão de débito, sendo que o cartão de crédito não é aceito. O Procon destacou que essa restrição não é devidamente comunicada aos usuários ao longo da rodovia, causando constrangimentos quando os motoristas chegam ao guichê despreparados.

A Triunfo Concebra tem um prazo de 20 dias para apresentar ao Procon Goiás um esclarecimento formal sobre as irregularidades constatadas e informar quais medidas serão adotadas.

Em nota, a concessionária informou que já está tomando providências para melhorar as condições do pavimento no trecho mencionado. Segundo a Triunfo, o número de equipes de manutenção foi ampliado de seis para 23 em toda a extensão da rodovia administrada pela empresa, devido ao aumento das demandas causadas pelo período chuvoso.

No trecho de Professor Jamil, uma equipe adicional foi designada para a manutenção do pavimento e, segundo a concessionária, estava em operação durante a vistoria do Procon.

Nota à imprensa emitida pela Triunfo Concebra:

“A Triunfo Concebra informa que, no fim da tarde de ontem (21), às 16h35min, recebeu a notificação do Procon e esclarecerá, dentro do prazo, todos os pontos ao órgão competente. A Triunfo Concebra informa que, no período chuvoso, são maiores as necessidades no pavimento; por isso, em todo o trecho de concessão, ampliou o número de equipes para 23. As programações diárias dos serviços estão disponíveis nas redes sociais @triunfoconcebra no Instagram, Threads e X.

Em específico, no trecho de Professor Jamil/GO, a concessionária adicionou uma equipe de manutenção do pavimento. Inclusive, no trajeto de deslocamento do Procon, foi confirmado que havia equipe atuando no pavimento.

A concessionária adiciona que informações sobre as formas de pagamento são amplamente divulgadas em seus canais oficiais, como o site, revista, placas nas rodovias e redes sociais. A sinalização da praça de pedágio segue a previsão contratual junto à agência reguladora.

A Triunfo Concebra reafirma seu compromisso com a segurança dos usuários que trafegam nas rodovias sob sua concessão, mantendo equipes de pavimentação e conservação em regime contínuo para manter as estradas em condições de trafegabilidade.”



Autor Agatha Castro


Impedido de deixar o Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanhou sua esposa, Michelle Bolsonaro, até o aeroporto de Brasília, onde ela embarcou para os Estados Unidos para participar da posse de Donald Trump como presidente. Bolsonaro, que chorou ao comentar sua ausência no evento, afirmou estar “abalado” e se declarou “perseguido”.

“Seria obviamente muito bom poder estar lá. O presidente Trump queria minha presença, tanto que me convidou. Estou chateado, ainda abalado, mas enfrento uma perseguição política enorme por parte de uma pessoa”, declarou Bolsonaro.

Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente permanece com o passaporte retido. Ele informou que Michelle o representará no evento.

Apesar de não estar preso ou usar tornozeleira eletrônica, Bolsonaro disse se sentir como um “preso político”. Ele também alfinetou indiretamente Alexandre de Moraes, afirmando que espera que o ministro não queira “humilhá-lo ainda mais” ao impor o uso de tornozeleira. Bolsonaro revelou ter planejado encontros com chefes de estado.

“Estou sim constrangido. Queria acompanhar minha esposa, mas quem vai estar lá será meu filho Eduardo e sua esposa. Eu já tinha pré-agendado encontros com chefes de estado por meio do Eduardo. Infelizmente, não poderei ir”, lamentou.

Bolsonaro interpretou o convite de Trump para sua posse como um reconhecimento de que o ex-presidente americano acredita poder contribuir para a democracia no Brasil e afastar a sua “inelegibilidade política”. Ele, no entanto, não forneceu detalhes.

“Queria apertar a mão dele, conversar e entender a importância do momento, com as pessoas influentes que poderia encontrar. Com certeza, se ele me convidou, acredita que pode colaborar com a democracia do Brasil, afastando essas inelegibilidades políticas, como as minhas duas”, comentou Bolsonaro.

Ainda no aeroporto, Bolsonaro mencionou declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que associou seu nome às supostas “rachadinhas” atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“Vou processar o Haddad. Ele vive me acusando de algo. Disse que comprei 101 imóveis com dinheiro de origem desconhecida. Naquela época, até telefone se comprava em dólar. Ele me acusa de arranjar dinheiro com rachadinhas para comprar esses imóveis. Eu nunca ocupei um cargo no governo federal”, rebateu o ex-presidente.

Bolsonaro também criticou o presidente Lula (PT) e atacou as investigações do STF sobre atos antidemocráticos e tentativa de golpe de estado.

“Por que o general Braga Netto foi preso? Que plano é esse? Mostrem a tal minuta de golpe. Como o comandante do Exército disse, discutimos hipóteses sobre dispositivos constitucionais. Isso não é golpe. O estado de sítio, por exemplo, exige ouvir os conselhos da República e da Defesa, enviar mensagem ao Congresso, e só depois o presidente decreta. Isso seria golpe? Não. Nem reunião com os conselhos eu fiz”, justificou Bolsonaro.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), sancionou, no dia 6 de janeiro, a lei municipal (nº 11.313/2025) que cria a semana de prevenção e combate ao uso excessivo de celulares nas escolas da Rede Municipal de Ensino da capital. Lei parecida foi sancionada nesta segunda-feira (13/1) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, porém restringindo o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo telefones celulares, nas salas de aula de escolas públicas e privadas do ensino básico em todo o país.

Um decreto do presidente, que sairá em até 30 dias, vai regulamentar a nova legislação, para que passe valer para o início do ano letivo, em fevereiro. No plano federal, o projeto de lei foi aprovado no fim do ano passado pelo Congresso Nacional.

Já a lei municipal de Goiânia prevê várias atividade durante a Semana de Conscientização, para orientar crianças, adolescentes e responsáveis quanto à utilização adequada das tecnologias disponíveis, bem como alertar para os riscos do mau uso dessas tecnologias.

A semana de conscientização, que passa a fazer parte do Calendário Municipal Oficial de Eventos, ocorrerá anualmente na terceira semana do mês de outubro. Entre outras atividades, a lei municipal prevê realização de palestras preventivas nas escolas da rede de ensino pública e privada sobre os dispositivos eletrônicos disponíveis.

Ao longo do evento, alunos serão incentivados a usarem as tecnologias para benefício educativo e profissional, com promoção de espaço de diálogo, roda de conversa, entre os alunos e profissionais técnicos em mídias. O artigo 3º da lei abre espaço para a celebração de parcerias com universidades que dispõem de cursos nas áreas afins.

“Os objetivos são amplos e pertinentes nesses tempos difíceis que estamos vivendo, especialmente quanto ao uso abuso dos meios digitais. Ou seja, nosso objetivo maior é conscientizar os pais, crianças e adolescentes quanto a utilização responsável e adequada das tecnologias disponíveis”, afirma o vereador Denício Trindade (foto), autor do projeto de lei.

O vereador alerta para a massiva exposição tecnológica, entre as quais ele cita conteúdos inadequados, assédio virtual (cyberbulling), “sextorsão” (chantagem contra criança e adolescentes através de vídeos ou mensagens de conteúdo sexual), exploração sexual e, ainda, agressores fingindo ser da mesma faixa etária das vítimas para chamar sua atenção e manipular esses jovens.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Matéria protocolada nesse mês de dezembro, chamada de “Maternidade Segura”, prevê a adoção de medidas de proteção à gravidez, pré-natal, abortamento, parto, puerpério, neonatologia e puericultura, como forma de contribuir para a redução da mortalidade materna e infantil, assim como para a promoção da saúde e do bem-estar da mulher, do recém-nascido e da família.

O projeto de lei, que já foi lido em Plenário e seguiu para análise da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), prevê que a Maternidade Segura adotará os princípios das boas práticas com enfoque na humanização, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde.

Uma das exigências previstas no projeto é que, em todas as instituições de saúde, maternidades, hospitais, casas de parto e congêneres, o plano de parto da parturiente deverá respeitar os protocolos assistenciais das instituições e a autonomia do médico, conforme as condições do local onde ocorrerá o nascimento e a individualidade da paciente, observadas as normativas dos Conselhos Regional e Federal de Medicina.

Outro ponto do projeto de lei, protocolado na Casa com o número 27623/24, estabelece que é vedada a cobrança de honorários no SUS em hospitais, maternidades e estabelecimentos de saúde, durante todo o período de trabalho de pré-parto, parto, pós-parto e nas consultas de exames pré-natal.

Segundo o deputado George Morais (PDT), a proposta da Maternidade Segura, pretende conceder às gestantes, parturientes e recém-nascidos um pré-natal de boa qualidade, buscando garantir uma assistência adequada em todas as etapas da gestação, parto e puerpério.

“Ao promover a Maternidade Segura, não apenas protegemos a vida e a saúde das mulheres e crianças, mas também fortalecemos as bases de uma sociedade mais saudável e igualitária. Portanto, conclamamos os colegas parlamentares a apoiarem esta iniciativa em prol do bem-estar de todas as famílias goianas”, justifica o parlamentar.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Valor foi reduzido de US$ 837 milhões para US$ 820 milhões; corporação disse que medida limitaria capacidade das operações

O Corpo de Bombeiros de Los Angeles, nos Estados Unidos, alertou a prefeita Karen Bass (Partido Democrata) a respeito do corte de US$ 17 milhões no Orçamento da corporação. Um documento foi encaminhado para Bass em dezembro de 2024 com os alertas pela falta de recursos. Eis a íntegra (PDF – 17 MB, em inglês).

O documento disse que houve uma redução de 2% (ou US$ 17 milhões) no Orçamento do ano fiscal 2023-2024 para o ano fiscal 2024-2025. O jornal Los Angeles Times afirmou que, apesar dos cortes no Orçamento, a prefeitura havia concedido um aumento adicional de US$ 53 milhões em salários e US$ 58 milhões para novos caminhões de bombeiros e outros equipamentos em novembro.

O Orçamento do ano-fiscal de 2023-2024 foi de US$ 837 milhões, mas as despesas somaram US$ 904 milhões –ou US$ 67 milhões a mais do que o previsto. A CBS disse que o excedente foi de contratos não orçados, licença médica não utilizada e horas extras de funcionários.

O alerta à prefeitura afirma que a redução de US$ 17 milhões limitaria “severamente” a capacidade da corporação de atuar em emergências em larga escalas.

Em entrevista à Fox 11 Los Angeles, a chefe do Corpo de Bombeiros de Los Angeles, Kristin Crowley afirmou que a prefeita Bass falhou com ela e seu departamento.

Crowley declarou que não é do ramo da política e que está focada em fazer com que os bombeiros sejam financiados e treinados. “Toda a decisão que eu faço vai ser baseado no que meus bombeiros precisam”, disse. “Houve cortes e afetou nossa capacidade de prestar os serviços”.  

Bass negou que a redução do orçamento tenha impactou a capacidade do departamento de lidar com os incêndios.  Além da estiagem, culpou os ventos “sem precedentes”.

Bass de Los Angeles afirmou também que ela e Crowley estão “focadas” em apagar os incêndios ativos e que “quaisquer diferenças” entre as duas“serão resolvidas em particular”. Para a chefe do departamento de Bombeiros, o orçamento não é “sustentável”.



Autor Poder360 ·


Medida surge após tribunal emitir mandados contra Netanyahu; decisão pode restringir ações da corte em outros países

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos votou, nesta 6ª feira (10.jan.2025), pela imposição de sanções ao TPI (Tribunal Penal Internacional). A decisão responde aos mandados de prisão emitidos contra o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e seu ex-ministro da defesa, relacionados à campanha em Gaza. A informação foi divulgada pela Reuters.

A medida, denominada “Illegitimate Court Counteraction Act”, recebeu 243 votos a favor e 140 contra, mostrando um apoio bipartidário significativo, com 45 democratas e 198 republicanos a favor.

A legislação propõe sancionar qualquer indivíduo estrangeiro que investigue, prenda, detenha ou processe cidadãos dos EUA ou de países aliados, como Israel, que não sejam membros do TPI.

A aprovação desta lei pela Câmara, uma das primeiras ações do novo Congresso, sublinha o apoio contínuo dos republicanos ao governo israelense, agora que detêm o controle de ambas as Câmaras.

“A América está aprovando esta lei porque um tribunal de faz-de-conta está buscando prender o primeiro-ministro de nosso grande aliado”, Israel, disse o presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, o republicano Brian Mas

Esta fala reflete a posição de muitos legisladores sobre o TPI e suas recentes ações contra líderes israelenses.

Em 2020, a administração Trump já havia imposto sanções ao TPI devido a investigações sobre crimes de guerra no Afeganistão, que incluíam alegações de tortura por cidadãos dos EUA.

Embora essas sanções tenham sido revogadas pela administração Biden, o Secretário de Estado Antony Blinken expressou, em maio do ano passado, a disposição de colaborar com o Congresso para impor novas sanções ao TPI, diante dos mandados de prisão contra líderes israelenses.



Autor Poder360 ·


Um homem foi preso em Luziânia, entorno do Distrito Federal, suspeito de manter sua companheira em cárcere privado e submetê-la a torturas físicas e psicológicas por 18 anos. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (6/1), após a Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), cumprir um mandado de prisão preventiva contra o suspeito.

A denúncia foi feita quando a vítima procurou atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Ingá, no dia 3 de janeiro de 2025. Ela apresentava múltiplos ferimentos, incluindo hematomas espalhados pelo corpo, marcas de cordas nas pernas e lesões nos dedos. Segundo o relato da mulher, o marido a mantinha presa em casa e a torturava utilizando amarras e choques elétricos.

A equipe médica que a atendeu imediatamente acionou o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), que enviou profissionais para acompanhar o caso. Na unidade de saúde os agentes observaram os sinais físicos das agressões sofridas pela mulher como hematomas espalhados pelo corpo, mascas de cordas nas pernas e lesões nos dedos.

Com base nas evidências, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar os crimes e garantir a proteção da mulher. Após a coleta de depoimentos e das provas físicas, os policiais representaram pela prisão preventiva do suspeito.

De acordo com o delegado Wallace Vieira, caso o homem seja indiciado, ele poderá responder pelos crimes de lesão corporal grave, cárcere privado e tortura. A vítima está recebendo auxílio da rede de proteção à mulher.

Autor Agatha Castro


O meio-campista Rodrigo Garro, jogador do Corinthians, foi indiciado por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, neste domingo (5/1), após se envolver em um acidente de trânsito na cidade de General Pico, na província de La Pampa, Argentina.

O caso aconteceu na madrugada de sábado (4/1), quando a caminhonete conduzida por Garro colidiu com uma motocicleta pilotada por Nicolás Chiaragivlio, de 30 anos. O impacto foi fatal para o motociclista, que morreu no local. Testemunhas relataram que o jogador tentou fazer uma curva antes de atingir a moto, que seguia no sentido contrário.

Garro foi detido preventivamente pelas autoridades locais logo após o acidente, mas foi liberado. Neste domingo, ele participou de uma audiência judicial onde foi oficialmente iniciada a investigação sobre o ocorrido. Durante o processo, foi decidido que o jogador terá a carteira de habilitação suspensa.

Embora tenha sido identificado álcool no sangue de Garro após o acidente, o teste de bafômetro registrou um nível de 0,54g por litro, abaixo do limite de 1g que caracteriza agravante na legislação argentina. Assim, esse fator não influenciou na gravidade da acusação.

O jogador poderá aguardar o julgamento em liberdade e não enfrenta, no momento, restrições legais para deixar a Argentina. De acordo com informações apuradas, Garro deve retornar ao Brasil na noite de segunda-feira (6/1) e se reapresentar ao Corinthians na terça-feira (7/1), no CT Joaquim Grava, em São Paulo, para o início das atividades do elenco após as férias.

O Corinthians, por meio de nota oficial, informou que está acompanhando o caso junto aos advogados de Garro. O clube também manifestou solidariedade à família da vítima e declarou que aguardará o desfecho das investigações para se posicionar novamente sobre o assunto.

Autor Agatha Castro


Ex-presidente declarou que taxa de desemprego de 6,1% no trimestre é encerrado em novembro “uma mentira”

A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), disse neste sábado (4.jan.2025) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “ataca” o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) porque tem “aversão à verdade”. Em 27 de dezembro, o ex-chefe do Executivo declarou que a taxa de desemprego divulgada pelo órgão era “uma mentira”.

“Bolsonaro ataca o IBGE e seu presidente, Marcio Pochmann, porque tem aversão à verdade”, declarou Gleisi em seu perfil no X (ex-Twitter). A taxa de desemprego do Brasil foi de 6,1% no trimestre encerrado em novembro. É o menor nível de desocupação do país na série histórica, iniciada em 2012.

A presidente do PT afirmou que a metodologia usada pelo IBGE é a mesma utilizada em todos os governos desde 2012, inclusive no período em que Bolsonaro e o então ministro da Economia Paulo Guedes levaram o desemprego a 14% –agravado pela pandemia de covid. Em 2021, a taxa de desemprego ficou em 14,6% no trimestre encerrado em maio.

Gleisi ainda lembrou do discurso do ex-presidente na abertura da 76ª edição da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em 2021. “O negacionista mentiu sobre os dados da covid e teve o desplante de falsificar, em plena Assembleia da ONU, os dados sobre desmatamento, além de atacar o INPE e as instituições científicas de maneira geral”.

A mídia internacional repercutiu a fala de Bolsonaro e afirmou que o então presidente “minimizou pandemia”. Ele falou sobre medidas de preservação ao meio ambiente e combate à pandemia tomadas por seu governo. Além da fala, veículos internacionais noticiaram a ida do presidente ao evento mesmo sem ter se vacinado contra a covid.



Autor Poder360 ·


Bianca Miranda teve queimadura de 3º grau no peito enquanto assistia à queima de fogos na virada do ano em Navegantes (SC)

Uma mulher foi atingida por fogos de artifícios dentro de apartamento em Navegantes, Santa Catarina, durante a virada para o ano de 2025. Bianca Miranda assistia à queima de fogos junto com o marido, Victor Frasca, pela janela quando foi atingida. Miranda sofreu queimaduras de 2º e 3º grau na mão e no peito. 

A queima de fogos foi realizada na praia, porém um dos artifícios foi lançado em direção a prédios no litoral e causou o acidente.

Assista:

 

O casal é de Porto Alegre e estava passando o final de ano em Santa Catarina. Em postagens no Instagram, eles afirmaram que não receberam apoio da prefeitura da cidade, mas que registraram um boletim de ocorrência. 

O Poder360 procurou a prefeitura de Navegantes por meio de e-mail para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito do acidente. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.



Autor Poder360 ·