Pré-candidato criticou governo atual e disse que presidente impede que Brasil tenha espaço internacional
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) disse, nesta 6ª feira (22.mai.2026), que o governo de Lula ainda está no “Brasil colônia”. A crítica foi feita durante uma entrevista concedida pelo candidato ao veículo O Antagonista.
De acordo com Caiado, o governo do PT (sobretudo de Lula) é responsável por impedir o desenvolvimento técnico-científico do país e o aproveitamento de riquezas naturais. Caiado afirmou que falta “uma política de levar o conhecimento e a oportunidade aos jovens” para que sejam competitivos no mercado internacional.
“Nós perdemos essa luta, nós perdemos a energia renovável, combustível renovável, nós perdemos a globalização, nós estamos perdendo a inteligência artificial. Nós não sabemos utilizar nossas riquezas minerais […]. Nós estamos no mesmo período do Lula, é o período Brasil colônia, exportando pau-brasil. Até hoje, exportando matéria-prima. Então, esse é o retrocesso que os 20 anos do PT comandando o país levou, […] onde os setores produtivos estão todos falidos”, afirmou.
Na entrevista, Caiado também reafirmou que é “um homem da ciência” e que mantém planos de governo já mencionados antes, como a concessão da anistia para os acusados do 8 de janeiro.
Empresas terão recursos de até R$ 330 milhões, desde que o valor não passe de 1,6% do seu faturamento anual
O CMN (Conselho Monetário Nacional) aprovou nesta 4ª feira (20.mai.2026) uma resolução que cria uma linha emergencial de crédito de até R$ 1 bilhão para companhias aéreas brasileiras. A reunião do CMN, originalmente marcada para 5ª feira (21.mai), foi antecipada.
A nova linha de financiamento regulamenta o art. 21 da Medida Provisória nº 1.349, de 7 de abril de 2026. De acordo com o CMN, os recursos deverão ser usados exclusivamente para o pagamento de despesas diárias operacionais, como combustíveis, manutenção, fornecedores e folha salarial.
O teto do empréstimo por empresa será de R$ 330 milhões, limitado a até 1,6% do faturamento bruto que a companhia registrou em 2025. O governo fixou o teto individual para evitar a concentração do socorro financeiro e garantir que o R$ 1 bilhão seja distribuído entre diferentes concorrentes do setor.
O conselho colegiado, formado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o objetivo do governo é garantir a liquidez imediata.
Além disso, o conselho reforça que o capital de giro das empresas que operam voos domésticos deve ser regular. O setor enfrenta alta de custos operacionais puxada pelo encarecimento do querosene de aviação, impactado por tensões geopolíticas no Oriente Médio, de acordo com informações publicadas pelo CMN.
Em maio, as companhias aéreas brasileiras tiveram uma queda de 4,3% na oferta diária de voos na comparação ao início de abril, o que representa 93 viagens a menos todos os dias. O volume cortado tira de operação 31 aeronaves de grande porte e representa cerca de 14.000 assentos diários a menos para os passageiros.
OPERACIONALIZAÇÃO DO CRÉDITO
A operacionalização do crédito será feita em parcela única em contas do Banco do Brasil. O prazo limite para a liberação dos recursos aos tomadores é 28 de junho de 2026.
As companhias aéreas terão um prazo curto, de até 6 meses, para quitar o empréstimo. A amortização será feita em parcela única apenas no vencimento final do contrato.
Os encargos financeiros cobrados serão equivalentes a 100% da taxa média do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Em caso de inadimplência, incidirão juros de mora de 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor devido.
ACESSO AO SOCORRO FINANCEIRO
Para acessar o socorro financeiro, as companhias precisam de habilitação do Ministério de Portos e Aeroportos. A norma exige que as empresas apresentem declarações formais comprovando os impactos negativos da alta dos combustíveis, a necessidade da linha emergencial, a inexistência de impedimentos judiciais e a capacidade de pagamento do empréstimo.
Senadora Leila do Vôlei deve compor a chapa; vagas de vice-governador e de suplentes para o Senado seguem em aberto
O Diretório Regional do PT no Distrito Federal oficializou nesta 3ª feira (19.mai.2026) as pré-candidaturas de Leandro Grass ao Governo do Distrito Federal e da deputada federal Erika Kokay ao Senado.
O evento da Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PC do B, foi realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, com a presença de apoiadores do partido.
Grass ficou em 2º lugar na corrida ao Palácio do Buriti em 2022. Ele é crítico da atual gestão e reforça em seus discurso o desgaste dos indicadores de assistência social, saúde e educação no Distrito Federal.
O pré-candidato deixou a presidência do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2 de abril para cumprir o prazo de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral. A regra determina o afastamento de ocupantes de cargos no Poder Executivo antes da disputa eleitoral.
Deputada federal desde 2011, Érika Kokay foi anunciada em 2025 como pré-candidata ao Senado em 2026. Seu nome foi o 1º da esquerda brasiliense para concorrer a uma das duas vagas na Casa Alta neste ano.
CRÍTICAS AO GDF
Durante seu discurso, Kokay criticou a gestão do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB) e de sua vice, a atual governadora do DF, Celina Leão (PP).
“Estamos aqui para dizer que vamos transformar esta cidade! Vamos subir a rampa do Palácio do Buriti para dizer que esta cidade não pode ser a cidade onde se assiste ao verdadeiro saque às finanças públicas, não pode ser a cidade onde o governo se abraça com o empresariado e fica de costas para o povo que aqui habita”, disse a pré-candidata.
Grass acompanhou as críticas e afirmou que, enquanto o Brasil “anda para frente”, Brasília está “andando para trás”. O pré-candidato disse haver um enfraquecimento do BRB com o caso do Banco Master. Segundo o petista, o projeto do PT para o DF irá enfrentar a “extrema direita”.
“Essa direitinha, incompetente, que colocou Brasília no pior momento da sua vida. Ninguém está aqui porque recebeu dinheiro do Master. Ninguém está aqui porque recebeu dinheiro de propina”, afirmou Grass.
Durante todo o evento, os discursos destacaram que Brasília deveria ter um governador alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Afirmaram também a importância de que Lula vença no 1º turno as eleições de outubro. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, enviou um vídeo ao evento reforçando tais declarações.
CHAPA
Além da confirmação de Grass e Kokay pela federação, a senadora Leila do Vôlei (PDT-DF) é pré-candidata à reeleição e deve compor a chapa. A estutura definitiva, contudo, ainda não foi formada: as vagas para vice-governador e as duas suplências ao Senado seguem abertas.
Estavam entre os presentes:
Projeto de Lei do Planalto definirá transição, acordos coletivos e regras para setores depois da mudança constitucional
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer usar o projeto de lei já enviado ao Congresso para regulamentar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 x 1. A proposta será usada para detalhar regras de transição e especificidades de cada categoria profissional.
O acordo foi fechado nesta 4ªfeira (13.mai.2026) entre o Palácio do Planalto e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
A PEC estabelece as diretrizes gerais da mudança: jornada máxima de 40 horas semanais, manutenção dos salários e garantia de 2 dias de folga por semana.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a Constituição não permite detalhar todas as regras necessárias para implementar a nova jornada.
“O ajuste da jornada não cabe só na PEC”, afirmou o ministro. Segundo ele, o texto constitucional tratará apenas das “condicionantes gerais” da mudança.
O projeto de lei ficará responsável pela regulamentação infraconstitucional. O texto deve definir regras de transição, parâmetros para negociações coletivas e diferenças aplicáveis aos setores da economia.
Marinho afirmou que parte das definições será delegada às convenções coletivas. Disse também que a legislação ordinária não consegue prever todas as especificidades dos “microsetores” da economia.
O governo avalia que a tramitação da PEC e do projeto de lei deve ocorrer em paralelo. A expectativa é aprovar primeiro a emenda constitucional e, na sequência, concluir a regulamentação.
A PEC já tramita em comissão especial da Câmara e deve chegar ao plenário ainda em maio. Segundo Marinho, caberá a Motta decidir se o projeto será analisado pela Comissão de Trabalho ou por um colegiado específico.
O Planalto admite apresentar um novo projeto de lei caso a Câmara considere necessário durante a tramitação. A base da regulamentação, porém, deve ser o texto já encaminhado pelo Executivo ao Congresso.
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Medida permite que motoristas paguem só o valor do pedágio, eliminando a cobrança da multa administrativa e a pontuação na CNH
O governo federal anunciou a suspensão por 200 dias da cobrança de mais de 3,5 milhões de multas aplicadas a motoristas que não estavam em dia com o sistema de cobrança free flow, ou seja, os pedágios com cobrança eletrônica por meio de tags. O anúncio foi feito nesta 3ª feira (28.abr.2026) pelo ministro dos Transportes e presidente do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), George Santoro, e pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
A medida prevê que usuários com débitos em concessionárias possam quitar só o valor do pedágio. Caso o pagamento não seja realizado até o dia 16 de novembro, o valor da infração por evasão de pedágio, de R$ 195, e o registro dos 5 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) serão aplicados.
A nova resolução do Contran, que estabelece o novo regime de cobrança, será publicada nesta 4ª. Também prevê a suspensão do pagamento de novas multas por evasão de pedágio até o fim do prazo.
Dos 3,5 milhões de multas registradas nos últimos 3 anos, período da implementação dos pórticos de cobrança automática, quase 1,2 milhões foram registradas no Rio Grande do Sul. Outras 1,4 milhões foram em rodovias federais. Minas Gerais registrou 62 mil multas.
O ministro George Santoro afirmou que a resolução também estabelece a restituição do valor da multa para quem já realizou o pagamento. No caso das aplicadas em rodovias federais, o valor a ser restituído alcançará R$ 93 milhões.
Perguntado sobre o que motivou a suspensão, o ministro disse que foi o reconhecimento por parte do governo de que não houve comunicação adequada com os usuários das rodovias federais e estaduais sobre o funcionamento do sistema de cobrança e de pagamento das multas.
“Em qualquer situação que você tenha um devedor que não foi devidamente comunicado do débito dele e ele não sabe nem a quem pagar, na maioria das vezes”, afirmou. “Imagina uma pessoa que saia de Belo Horizonte e percorra um caminho maior até o Rio Grande do Sul, ele pode passar por umas 5 concessões de 3 Estados diferentes, 3 reguladores diferentes. Ele não sabe a quem recorrer para pagar”, concluiu.
SISTEMA UNIFICADO
A resolução também impõe obrigações às concessionárias, que terão 100 dias para implantar um sistema unificado de pagamento. Atualmente, motoristas sem dispositivos eletrônicos (tags) precisam buscar os sites de cada concessionária individualmente para quitar débitos, o que dificulta o processo por nem sempre se saber qual empresa administra cada trecho, diz o ministro.
O novo modelo deve ser integrado à CNH digital, permitindo o acesso direto a boletos eletrônicos de diferentes operadoras em um só lugar. A medida visa dar transparência ao processo de cobrança e reduzir a inadimplência involuntária no sistema de pórticos eletrônicos.
Eis a coletiva de imprensa em que o anúncio foi realizado (39min53s):
O Governo de Goiás realiza neste sábado (25/4) mais uma edição do Dia D da qualificação e emprego, com oferta de cursos gratuitos, serviços à população e encaminhamento para vagas de trabalho. A ação ocorre das 8h às 17h, em unidade do Colégio Tecnológico do Estado de Goiás (Cotec), no Parque Amazônia, em Goiânia.
A iniciativa busca ampliar o acesso à qualificação profissional e facilitar a inserção no mercado de trabalho. Durante o evento, os participantes poderão se matricular em cursos em áreas como extensão de cílios, confeitaria, alongamento de unhas, corte e costura e costura criativa, com foco na geração de renda.
Nos cursos voltados ao empreendedorismo, os alunos que concluírem a formação e atenderem aos critérios de vulnerabilidade socioeconômica poderão acessar benefícios de programas estaduais, como a Bolsa Qualificação, no valor de R$ 250 mensais, e o Crédito Social, com possibilidade de financiamento de até R$ 5 mil para abertura de pequenos negócios.
O secretário de Estado da Retomada, César Moura, destaca que a proposta é aproximar a população das oportunidades. “Com o Dia D, o Governo de Goiás atua para facilitar o acesso à formação, acelerar a empregabilidade e criar caminhos reais para geração de renda”, afirmou.
Oportunidades abrangem diferentes perfis profissionais
Além da qualificação, o evento contará com encaminhamento para cerca de 2,5 mil vagas de emprego em Goiânia, Aparecida de Goiânia e região, por meio do programa Mais Empregos. As oportunidades abrangem diferentes perfis profissionais, com salários que podem chegar a R$ 4 mil.
A programação inclui ainda serviços gratuitos, como atendimentos de saúde, orientações sociais, massagem, maquiagem e corte de cabelo. Em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds), também serão oferecidos serviços como emissão de carteira do idoso, carteira de identificação do autista e Passe Livre da Pessoa com Deficiência.
Outro destaque são as oficinas práticas, com atividades como produção de bombons e confecção de ecobags, voltadas à geração de renda e com temática relacionada ao Dia das Mães. As inscrições serão realizadas no local, mediante distribuição de senhas.
A ação integra a estratégia do governo estadual de promover qualificação, inclusão produtiva e acesso a serviços, concentrando atendimentos em um único espaço para ampliar o alcance junto à população.
Nota do partido cita venda de mineradora a grupo dos Estados Unidos como alerta; Planalto descartou nova estatal para terras raras
A bancada do PT (Partido dos Trabalhadores) na Câmara dos Deputados defendeu, em nota publicada nesta 5ª feira (23.abr.2026), a criação da Terrabras, uma empresa pública voltada ao controle e refino de minerais estratégicos.
A proposta, articulada pelo líder do partido, deputado Pedro Uczai (PT-SC), sugere a reformulação da CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) para gerir ativos como as terras raras sob um regime de partilha.
Na 4ª feira (22.abr) o governo havia se manifestado de forma contrária à criação da Terrabras por considerar a pauta de médio prazo, associada a um eventual novo mandato de Lula.
O posicionamento da bancada, segundo a nota, é uma resposta à venda da mineradora Serra Verde (GO) para a norte-americana USA Rare Earth por US$ 2,8 bilhões (aproximadamente R$ 14 bilhões). Para a legenda, o episódio reforça a necessidade de “soberania econômica” frente à disputa internacional por insumos da transição energética e da indústria de defesa.
REFORMA DA CPRM
O projeto petista tem como foco remodelar a CPRM, empresa pública de 1969, e não criar uma nova estatal do zero. A intenção é que o Estado atue em toda a cadeia, da pesquisa mineral ao processamento e agregação de valor, evitando que o país seja apenas um exportador de minério bruto.
REGIME DE PARTILHA E “BETS”
A bancada defende que os minerais estratégicos sigam o modelo de partilha, similar ao adotado no pré-sal. O sistema garante ao Estado participação direta nos lucros e poder de decisão sobre o destino da produção.
Na nota oficial, o partido vincula a pauta a outras frentes de atuação da bancada, como:
- Setor energético: reestatização da BR Distribuidora e de refinarias;
- Regulação: proibição das apostas esportivas (bets);
- Indústria: metas de industrialização vinculadas à extração mineral.
Segundo Uczai, o controle estatal é necessário para evitar a “submissão” de recursos brasileiros a cadeias externas, citando especificamente o suprimento da indústria bélica internacional. O deputado afirma que o tema exige “coragem política” para garantir o desenvolvimento nacional.
Paulo Azi é cotado para ser o relator da proposta, mas Planalto quer protagonismo na construção do texto; Motta tenta manter o aliado
Relator da PEC (Propostas de Emenda a Constituição) da escala escala 6 X 1 na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), o deputado Paulo Azi (União Brasil-BA) é cotado para continuar na relatoria na comissão especial e, consequentemente, no plenário.
O problema é que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está insatisfeito. Azi já disse a aliados que é a favor de um texto meio-termo. Reduzir a jornada de trabalho só para 40 horas semanais em vez de 36, com tempo de adapatação e compensação para as empresas afetadas –como a desoneração da folha de pagamento.
Já o governo quer a implementação imediata. A pauta é o principal trunfo na corrida de Lula em busca do 4º mandato. A isenção do IR (Imposto de Renda) não rendeu os louros que esperava o Planalto.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), vai decidir na 6ª feira (24.abr) o dia em que irá instalar a comissão especial. Mas será na semana que vem.
Há varios partidos que cobiçam a presidência e a relatoria da comissão. O PT quer emplacar alguém com bom trânsito com a bancada e o Planalto, mas não necessariamente da leganda. Motta quer manter Azi na relatoria. O grupo de oposição ao governo federal também.
O presidente da Câmara disse a aliados que não vai colocar ninguém comprometido ideologicamente para não prejudicar a tramitação da proposta.
O Governo de Goiás avançou, nesta sexta-feira (17/4), em uma agenda de investimentos estruturantes no Entorno do Distrito Federal, em Águas Lindas e Valparaiso, com lançamento de obras rodoviárias e entrega de moradias nos municípios estratégicos da região. As ações contemplam melhorias na mobilidade urbana e ampliação do acesso à habitação, em um pacote que reforça o desenvolvimento regional.
Em Águas Lindas de Goiás, foram lançadas a obra de implantação da terceira faixa da BR-070, no trecho entre o município e Ceilândia, e assinada a ordem de serviço para duplicação e restauração da BR-080, entre Brazlândia e a divisa com Goiás. Juntas, as intervenções somam mais de R$ 147 milhões em investimentos.
As obras têm como foco ampliar a fluidez do trânsito, reduzir congestionamentos e aumentar a segurança viária em corredores estratégicos que ligam o Entorno à capital federal. O trecho da BR-070, por exemplo, atende diariamente milhares de trabalhadores e estudantes, além de ser rota importante para o transporte de cargas.
Segundo o governador Daniel Vilela, os investimentos atendem a uma demanda histórica da região e resultam de articulação entre os governos estadual, federal e do Distrito Federal.
“São obras que melhoram o transporte, reduzem o tempo de deslocamento e impactam diretamente a qualidade de vida da população”, afirmou.
A agenda também reforçou a necessidade de integração no transporte coletivo entre Goiás e o Distrito Federal, com foco na redução de custos e melhoria do serviço para os usuários da região.
Habitação e desenvolvimento social

Em Valparaíso de Goiás, o governador entregou 324 unidades habitacionais do programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Nunca Mais, com investimento estadual de R$ 10,1 milhões. Os imóveis estão distribuídos entre dois empreendimentos residenciais e beneficiam famílias em situação de vulnerabilidade.
A entrega representa, segundo o governo, um avanço na política habitacional e na garantia de moradia digna para a população do Entorno. Desde 2019, o município já recebeu mais de 11 mil unidades habitacionais, com forte participação de recursos estaduais.
“Esse é um momento que representa uma mudança real na vida das famílias, que passam a ter segurança e dignidade com a casa própria”, destacou Daniel Vilela durante a solenidade.

Além das moradias, o Estado também mantém ações complementares na região, como programas sociais, investimentos em educação e iniciativas voltadas à assistência social, ampliando o impacto das políticas públicas.
A agenda incluiu ainda a vistoria das obras do Mercadão de Valparaíso, espaço voltado ao fortalecimento do comércio local, com estrutura para feirantes, pequenos produtores e serviços públicos.
A combinação de investimentos em infraestrutura e habitação reforça a estratégia do Governo de Goiás de impulsionar o crescimento do Entorno do Distrito Federal, região que concentra forte expansão populacional e demanda crescente por serviços públicos e mobilidade.
Estado reforçou as visitas para eliminar os criadouros e distribuiu vacinas contra a doença; assista ao vídeo
Um dos principais meios de combate à dengue começa dentro de casa, com a eliminação de possíveis criadouros do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da doença. Mais de 80% dos focos estão nas residências, de acordo com o Governo de São Paulo. Atitudes simples no dia a dia podem evitar o problema.
Dentre as principais recomendações estão:
- evitar acumular água em pratos de plantas;
- guardar pneus em locais cobertos ou descartá-los corretamente;
- limpar e escovar com frequência os recipientes de água dos pets;
- manter caixas-d’água bem fechadas;
- limpar calhas e ralos;
- cobrir piscinas quando não estiverem em uso; e
- descartar corretamente objetos que possam acumular água.
Assista ao vídeo e saiba as ações do Governo de São Paulo no combate à dengue.
Além de incentivar os cuidados da população, o governo do Estado intensificou as iniciativas de combate à dengue, com visitas aos imóveis, mutirões de limpeza e ações educativas. São mais de 40.000 profissionais da saúde mobilizados para monitorar focos e orientar os cidadãos.
Também para prevenir novos casos da doença, houve reforço com a distribuição de 2,6 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante é o 1º do mundo em dose única e foi desenvolvido para proteger contra os 4 sorotipos da dengue.
Este conteúdo foi produzido em parceria com o Governo do Estado de São Paulo. As informações e os dados divulgados são de total responsabilidade do autor.






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