29 de maio de 2026
  • 12:40 Acordo entre EUA e Irã depende de aval de Trump
  • 08:56 Organização de cooperativas em Goiás tem solenidade em alusão aos seus 70 anos por iniciativa de Delegado Eduardo Prado
  • 05:12 Vilela e Sorgatto abrem a 4ª edição do Goiás Social em Luziânia
  • 01:28 Entenda por que o governo Lula não classifica PCC e CV como “terroristas”
  • 21:44 Entorno do DF | Portal da Alego


O Governo de Goiás avançou, nesta sexta-feira (17/4), em uma agenda de investimentos estruturantes no Entorno do Distrito Federal, em Águas Lindas e Valparaiso, com lançamento de obras rodoviárias e entrega de moradias nos municípios estratégicos da região. As ações contemplam melhorias na mobilidade urbana e ampliação do acesso à habitação, em um pacote que reforça o desenvolvimento regional.

Em Águas Lindas de Goiás, foram lançadas a obra de implantação da terceira faixa da BR-070, no trecho entre o município e Ceilândia, e assinada a ordem de serviço para duplicação e restauração da BR-080, entre Brazlândia e a divisa com Goiás. Juntas, as intervenções somam mais de R$ 147 milhões em investimentos.

As obras têm como foco ampliar a fluidez do trânsito, reduzir congestionamentos e aumentar a segurança viária em corredores estratégicos que ligam o Entorno à capital federal. O trecho da BR-070, por exemplo, atende diariamente milhares de trabalhadores e estudantes, além de ser rota importante para o transporte de cargas.

Segundo o governador Daniel Vilela, os investimentos atendem a uma demanda histórica da região e resultam de articulação entre os governos estadual, federal e do Distrito Federal.

Foto: Hegon Corrêa

“São obras que melhoram o transporte, reduzem o tempo de deslocamento e impactam diretamente a qualidade de vida da população”, afirmou.

A agenda também reforçou a necessidade de integração no transporte coletivo entre Goiás e o Distrito Federal, com foco na redução de custos e melhoria do serviço para os usuários da região.

Habitação e desenvolvimento social

Foto: Lucas Diener

Em Valparaíso de Goiás, o governador entregou 324 unidades habitacionais do programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Nunca Mais, com investimento estadual de R$ 10,1 milhões. Os imóveis estão distribuídos entre dois empreendimentos residenciais e beneficiam famílias em situação de vulnerabilidade.

A entrega representa, segundo o governo, um avanço na política habitacional e na garantia de moradia digna para a população do Entorno. Desde 2019, o município já recebeu mais de 11 mil unidades habitacionais, com forte participação de recursos estaduais.

“Esse é um momento que representa uma mudança real na vida das famílias, que passam a ter segurança e dignidade com a casa própria”, destacou Daniel Vilela durante a solenidade.

Foto: Lucas Diener

Além das moradias, o Estado também mantém ações complementares na região, como programas sociais, investimentos em educação e iniciativas voltadas à assistência social, ampliando o impacto das políticas públicas.

A agenda incluiu ainda a vistoria das obras do Mercadão de Valparaíso, espaço voltado ao fortalecimento do comércio local, com estrutura para feirantes, pequenos produtores e serviços públicos.

A combinação de investimentos em infraestrutura e habitação reforça a estratégia do Governo de Goiás de impulsionar o crescimento do Entorno do Distrito Federal, região que concentra forte expansão populacional e demanda crescente por serviços públicos e mobilidade.

Autor Rogério Luiz Abreu


Estado reforçou as visitas para eliminar os criadouros e distribuiu vacinas contra a doença; assista ao vídeo

Um dos principais meios de combate à dengue começa dentro de casa, com a eliminação de possíveis criadouros do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da doença. Mais de 80% dos focos estão nas residências, de acordo com o Governo de São Paulo. Atitudes simples no dia a dia podem evitar o problema.

Dentre as principais recomendações estão:

  • evitar acumular água em pratos de plantas;
  • guardar pneus em locais cobertos ou descartá-los corretamente;
  • limpar e escovar com frequência os recipientes de água dos pets;
  • manter caixas-d’água bem fechadas;
  • limpar calhas e ralos;
  • cobrir piscinas quando não estiverem em uso; e
  • descartar corretamente objetos que possam acumular água.

Assista ao vídeo e saiba as ações do Governo de São Paulo no combate à dengue.

Além de incentivar os cuidados da população, o governo do Estado intensificou as iniciativas de combate à dengue, com visitas aos imóveis, mutirões de limpeza e ações educativas. São mais de 40.000 profissionais da saúde mobilizados para monitorar focos e orientar os cidadãos.

Também para prevenir novos casos da doença, houve reforço com a distribuição de 2,6 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante é o 1º do mundo em dose única e foi desenvolvido para proteger contra os 4 sorotipos da dengue.


Este conteúdo foi produzido em parceria com o Governo do Estado de São Paulo. As informações e os dados divulgados são de total responsabilidade do autor.



Autor Poder360 ·


Guimarães pediu retirada da pauta ao relator; sem consenso entre trabalhadores e plataformas, texto deve retomar na próxima legislatura

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu o adiamento da votação do PLP (Projeto de Lei Complementar) 152 de 2025 que regula o trabalho por aplicativo. A matéria deve ficar para depois das eleições presidenciais de outubro. Mesmo sendo decisão do Palácio do Planalto, é uma derrota para o Executivo, já que entrou no mandato prometendo proteger os trabalhadores de plataformas como Uber, iFood e 99.

A análise do PLP 152 de 2025 estava prevista para esta 3ª feira (14.abr.2026). Guimarães disse nesta 5ª feira (16.abr.2026), em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, que o projeto não foi votado porque “não tinha acordo sobre nada”

O governo colocou o PL na fila prioritária da Câmara no início do ano. O ministro Guilherme Boulos (Psol) chegou a atuar pessoalmente na negociação. Não adiantou. Sem acordo entre plataformas, entregadores e donos de estabelecimentos, o Planalto preferiu recuar.

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, solicitou ao relator do projeto, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), a retirada da pauta ainda antes de sua posse. Coutinho acatou e levou o pedido ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O relatório do deputado Merlong Solano (PT-PI), indicado pelo governo para relatar a matéria, não unificava nenhuma das partes. O parecer ficou com o relator, o deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE).

A oposição, segundo o ministro, ficou à espera de um erro do governo para dizer que o PT estava prejudicando os entregadores. O resultado é que o projeto fica para depois de outubro de 2026, quando o 2º  turno presidencial já terá acontecido.



Autor Poder360 ·


Será assinado um decreto para garantir a transparência e o repasse das subvenções à população

O governo anunciou, nesta 3ª feira (14.abr.2026), novas medidas de regulamentação do pacote de ações que visa a diminuir os impactos da guerra no Oriente Médio no preço dos combustíveis e do gás de cozinha. Entre elas, está um decreto que exigirá transparência das importadoras para garantir que a redução de custos chegue ao consumidor. 

O anúncio foi feito pelos ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, em coletiva de imprensa na sede do ministério. Também participaram o secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, e o secretário Nacional do Consumidor, Ricardo Morishita Wada.

Eis as medidas anunciadas:

  • regulamentação da subvenção –subsídio do governo para baratear o custo– ao produtor de diesel no valor de R$ 0,80 por litro;
  • regulamentação da subvenção para o importador de diesel. Será publicado um decreto com as condições e o prazo para a adesão dos Estados;
  • regulamentação da subvenção GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) importado;
  • decreto de transparência de preços para garantir o repasse dos valores subvencionados ao consumidor e evitar aumento de lucro de forma abusiva;
  • reajuste dos preços de referência do programa Gás do Povo para ampliar o acesso à população, com impacto estimado em R$ 300 milhões.

Silveira afirmou que os importadores deverão apresentar a evolução semanal do avanço do lucro bruto. No caso de não serem praticados os preços subvencionados, a multa pode chegar a R$ 1 milhão, assim como se não houver o envio das informações exigidas pelo decreto. Já nos casos de prática abusiva, a penalidade pode alcançar R$ 500 milhões.

PACOTE DE MEDIDAS

O governo publicou em 7 de abril a medida provisória e decretos com as novas regras para conter os aumentos dos preços do diesel, do gás e da querosene de aviação causados pela guerra no Irã. O pacote inclui subsídios para as empresas que importam diesel e para os produtores nacionais, o QAV (Querosene de Aviação) e o biodiesel.

O ministro disse que as medidas foram um “absoluto sucesso”. Segundo ele, “o Brasil é o país que menos sofreu com a guerra”. Silveira declarou que não haverá desabastecimento de combustíveis e que os preços estão estáveis.

O secretário Nacional do Consumidor, Ricardo Morishita Wada, disse que já foram feitas 5.164 notificações contra postos de combustíveis que elevaram a margem de lucro. “É uma medida que traz transparência e informação, além de permitir identificar aquele que está cometendo uma prática abusiva”, afirmou.

Eis um resumo das medidas:

  • subvenções para produtores nacionais de diesel: R$ 6 bilhões (duração de 2 meses, prorrogáveis por 2 meses);
  • subvenção às empresas importadoras de diesel: R$ 2 bilhões (duração de 2 meses, prorrogáveis por 2 meses), há um custo de R$ 2 bilhões ao Estados que não entrou na conta da União;
  • subvenção inicial de R$ 0,32 por litro para importação: R$ 2 bilhões;
  • subvenção do GLP e retiradas dos impostos do QAV e biodiesel: R$ 500 milhões;
  • zerar as alíquotas do PIS/Cofins do diesel: R$ 20 bilhões em valores anualizados. A equipe econômica afirma que a cobrança do tributo deverá voltar após posteriormente, ainda em 2026, o que reduziria a renúncia fiscal.



Autor Poder360 ·


Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional argumenta que Justiça fundamentou decisão em “texto normativo absolutamente inexistente”

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional apresentou, nesta 5ª feira (9.abr.2026), recurso ao TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) contra a decisão que suspendeu a cobrança de imposto sobre exportação de petróleo bruto de cinco multinacionais. Eis a íntegra (PDF – 480 kB).

A liminar havia sido concedida na 3ª feira (7.abr) pelo juiz Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio. As empresas beneficiadas são Shell, Equinor, Petrogal, TotalEnergies e Repsol Sinopec. Eis a íntegra (PDF – 174 kB) da decisão.

O tributo de 12% foi instituído pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em março de 2026 pela Medida Provisória 1.340. O magistrado avaliou que a cobrança possui caráter arrecadatório, o que poderia torná-la inconstitucional.

O governo federal, por sua vez, declarou que o juiz fundamentou sua decisão em um texto que não estava na MP. O documento assinado pelo procurador Vinícius Vaz Sanches afirma que a decisão citou um artigo com 3 parágrafos, cujo último item dizia que a receita seria destinada a “necessidades fiscais emergenciais da União”.

De acordo com o governo, esse texto não existe no Diário Oficial. “A decisão usa como principal fundamento para o deferimento da liminar um texto normativo absolutamente inexistente”, escreveu Sanches. 

A Procuradoria-Geral da Fazenda classifica a MP como extrafiscal e não exclusivamente arrecadatória. O recurso já foi aberto no TRF-2.

ENTENDA

O juiz Humberto de Vasconcelos Sampaio fundamentou a suspensão na avaliação de que o imposto possui finalidade arrecadatória. O magistrado citou trecho da própria Medida Provisória: “A receita decorrente da cobrança do imposto será destinada ao atendimento das necessidades fiscais emergenciais da União”.

Segundo o juiz, o texto demonstra que o próprio Poder Executivo reconhece o objetivo arrecadatório da cobrança. Isso configura “verdadeiro desvio de finalidade”, afirmou.

Enquanto a liminar estiver em vigor, as 5 multinacionais ficam desobrigadas de recolher o imposto de 12% sobre exportações de petróleo bruto. O TRF-2 analisará o recurso da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. A decisão poderá manter, modificar ou reverter a suspensão concedida pela 1ª instância.

A MEDIDA

O pacote de Lula foi adotado depois da alta do preço do petróleo no mercado internacional, associada à escalada das tensões no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O diesel é considerado estratégico para a economia brasileira porque influencia o custo do transporte de cargas e, consequentemente, o preço de alimentos e de outros produtos.

O plano do governo tem duas ações principais: redução de tributos federais e criação de uma subvenção ao diesel. Segundo o Ministério da Fazenda, a MP foi desenhada para evitar que a alta internacional do petróleo se traduza diretamente em aumento de preços no país.

No caso do diesel, foi criada uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores. Ao mesmo tempo, o decreto 12.875 reduz impostos federais sobre o combustível.

A estimativa da equipe econômica era que a medida resultasse em queda de cerca de R$ 0,32 por litro no preço do diesel. Somadas, as duas medidas buscavam reduzir em R$ 0,64 por litro o preço do diesel.

No caso do combustível, o custo seria de R$ 10 bilhões para o Tesouro. 

QUEM PAGA A CONTA

O custo total das medidas seria financiado pelo Orçamento federal. Na prática, isso significa que os contribuintes arcariam com o impacto fiscal de R$ 30 bilhões.

A avaliação do governo é que a redução do preço do diesel pode ajudar a conter a inflação, já que o combustível tem forte influência sobre o custo do transporte de mercadorias no país.

Ao anunciar o pacote, Lula disse que o governo fez um “sacrifício enorme” para reduzir o preço do combustível. O presidente também pediu que governadores avaliem reduzir o ICMS sobre combustíveis nos Estados.

O ICMS é um imposto estadual e representa uma parcela relevante do preço final pago pelo consumidor nas bombas.

O petróleo bruto foi o principal item brasileiro exportado em 2025. Em dezembro, o Brasil vendeu US$ 3,88 bilhões da commodity. Desse total, 12% representam US$ 465 milhões, o equivalente a R$ 2,4 bilhões que poderiam ser arrecadados pelo governo federal se o patamar de exportação for mantido em 2026.



Autor Poder360 ·


Novas regras saíram em edição extra do Diário Oficial e valem até 31 de maio; pacote inclui subsídios para as empresas que importam diesel e para os produtores nacionais, o QAV (Querosene de Aviação) e o biodiesel

O governo publicou nesta 3ª feira (7.abr.2026) a medida provisória e decretos com as novas regras para conter os aumentos dos preços do diesel, do gás e da querosene de aviação causados pela guerra no Irã. O pacote inclui subsídios para as empresas que importam diesel e para os produtores nacionais, o QAV (Querosene de Aviação) e o biodiesel.

A MP e os decretos foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União. Leia a íntegra (PDF – 221kB).

Desde o início do conflito iniciado por Estados Unidos e Israel contra o Irã, o preço do petróleo no mercado internacional disparou por causa do fechamento do estreito de Ormuz, no Oriente Médio, passagem por escoa cerca de 20% da produção mundial do produto. Os governos norte-americano e iraniano chegaram a um acordo nesta 3ª feira por um cessar-fogo na região mediante a reabertura do estreito por duas semanas. Neste período, os países irão negociar uma trégua permanente.

As novas regras entram em vigor imediatamente e valem até 31 de maio, com a possibilidade de serem prorrogadas por mais 2 meses. A MP precisa ser analisada pelo Congresso em um prazo de, no máximo, 120 dias. O pacote foi anunciado pela equipe econômica na 2ª feira (6.abr).

De acordo com o governo, as medidas custarão até R$ 31 bilhões às contas públicas em 2026. Mas, o Executivo alega que o impacto fiscal será neutro por causa do aumento da receita extraordinária com os royalties de petróleo.

Eis um resumo das medidas:

  • subvenções para produtores nacionais de diesel: R$ 6 bilhões (duração de 2 meses, prorrogáveis por 2 meses);
  • subvenção às empresas importadoras de diesel: R$ 2 bilhões (duração de 2 meses, prorrogáveis por 2 meses), há um custo de R$ 2 bilhões ao Estados que não entrou na conta da União;
  • subvenção inicial de R$ 0,32 por litro para importação: R$ 2 bilhões;
  • subvenção do GLP e retiradas dos impostos do QAV e biodiesel: R$ 500 milhões;
  • zerar as alíquotas do PIS/Cofins do diesel: R$ 20 bilhões em valores anualizados. A equipe econômica afirma que a cobrança do tributo deverá voltar após posteriormente, ainda em 2026, o que reduziria a renúncia fiscal.

O governo Lula criou duas subvenções ao óleo diesel que complementam a ajuda de custo de R$ 0,32 por litro publicada na Medida Provisória nº 1.340, publicada em 12 de março. A medida provisória dá uma subvenção adicional de R$ 1,20 por litro do combustível, cujo valor será pago pelos Estados (R$0,60) e União (R$ 0,60). O custo desta medida específica é de R$ 4 bilhões, sendo metade para o governo Lula (R$ 2 bilhões) e o restante para os demais entes.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, só 2 Estados não aderiram. Ele disse que o combustível tende a ficar mais caro nestes locais. A medida vale por 2 meses, prorrogáveis por mais 2 meses.

O governo também dará custeará redução de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil. O governo reservou até R$ 10 bilhões para a medida, mas o ministro do Planejamento afirmou que o custo efetivo será de R$ 6 bilhões.

A medida provisória também pune empresários que não repassarem a queda de preços. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que um projeto de lei em caráter de urgência ampliará os poderes da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Silveira disse que são “medidas coercitivas” contra aqueles que vão “atentar” contra a economia popular. Empresários que vão “infringir as leis” da economia popular passarão a ser punidos no CPF. É necessária uma “flagrante” irregularidade.

Ele declarou que o governo tem visto essa prática de forma “reiterada” nas ações da Polícia Federal, do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e ANP.

“Agora [a ANP] passa a ser, inclusive, fortalecida. Agora não só o agente no seu CNPJ, mas no CPF aqueles empresários que venham infringir as leis da economia popular. Passam a, também, serem punidos no CPF com relação aos abusos de preços no Brasil”, disse.

As empresas deverão adotar mecanismos para a suavização de preços, segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. Ele declarou que não é “razoável” que o dinheiro da subvenção do pagador de imposto não resulte no preço mais barato do diesel.



Autor Poder360 ·


O primeiro levantamento detalhado sobre a sucessão em Goiás após a troca de comando no Estado aponta Daniel Vilela (MDB) na dianteira com 43,4%. Divulgada nesta terça-feira (7/4) pelo Instituto Paraná Pesquisas, a sondagem mostra o novo governador como herdeiro natural da força eleitoral de Ronaldo Caiado (PSD).

O favoritismo de Vilela ocorre em um momento estratégico, apenas uma semana após sua posse oficial no dia 31 de março. Os dados isolam o emedebista no principal cenário testado pela pesquisa e consolidam a hegemonia da base governista no território goiano.

Veja os números, na pesquisa estimulada (quando nomes são citados pelo entrevistador):

  • Daniel Vilela (MDB): 43,4%
  • Marconi Perillo (PSDB): 24,4%
  • Wilder Morais (PL): 11,5%
  • Adriana Accorsi (PT): 9,2%
  • Telemaco Brandão (Novo): 0,3%
  • Brancos/Nulos/Nenhum: 6,3%
  • Não sabem/Não responderam: 5%

Aprovação de Caiado é combustível para Vilela

Um dos principais fatores que explicam o desempenho de Daniel Vilela é o alto índice de aprovação da atual gestão. O ex-governador Ronaldo Caiado registra 84% de aprovação entre os goianos, o que projeta uma transferência de votos robusta para seu sucessor natural.

A desaprovação de Caiado é de apenas 12,5%, enquanto 3,5% não opinaram. Na avaliação qualitativa, o governo é considerado “ótimo ou bom” por 71,2% da população.

O ex-governador Marconi Perillo, embora figure em segundo lugar, enfrenta o maior índice de rejeição entre os candidatos citados, o que pode dificultar seu crescimento em um eventual segundo turno.

Já o senador Wilder Morais aparece como o principal nome da direita ligada ao bolsonarismo, mas ainda busca reduzir a distância para os dois primeiros colocados.

A pesquisa entrevistou 1.310 eleitores, entre os dias 1 e 3 de abril, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro do levantamento é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE sob o protocolo GO-09885/2026.

Gracinha Caiado lidera intenções ao Senado

O levantamento da Paraná Pesquisas também mostra que a ex-primeira-dama de Goiás Gracinha Caiado (União Brasil) lidera a disputa para o Senado no Estado, com 39,1% das intenções de voto. O senador Vanderlan Cardoso (PSD) e o deputado Gustavo Gayer (PL) aparecem tecnicamente empatados em 2º lugar, com 28,5% e 27,5%, respectivamente. Goiás terá duas vagas na Casa Alta em 2026.

Na sequência de Gracinha, Vanderlan e Gayer aparecem Dr. Zacharias Calil (União Brasil), com 22,4%, e Alexandre Baldy (PP), com 11,8%. Amauri Ribeiro (União Brasil) registra 6,3%, seguido por Luis Cesar Bueno (PT), com 4,3%. O vereador Oséias Varão (PL) soma 2,1%, enquanto Iure Castro (Cidadania) tem 1,9%.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Chegou à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), em meados de março, veto parcial do Poder Executivo a autógrafo de lei que institui a Política Estadual de Restauração Ecológica, com o objetivo de promover a recuperação de ecossistemas degradados, a conservação da biodiversidade e a mitigação das mudanças climáticas.

Na Casa de Leis, a obstrução parcial à iniciativa do deputado Antônio Gomide (PT)  tramita como processo nº 4936/26.

Propõe-se vetar, especificamente, da proposta de política de restauração ecológica, dispositivo que prevê instrumentos e ações estratégicas a serem implementadas pelo poder público.

Esses instrumentos e ações consistiriam em um Plano Estadual de Restauração Ecológica, a ser elaborado pelo órgão ambiental estadual, com metas e prioridades para a recuperação de ecossistemas; em incentivos fiscais e linhas de crédito para proprietários rurais que implementarem projetos de restauração; e em um banco de dados estadual para monitoramento das áreas restauradas.

Ao embasar o veto, a Secretaria de Economia apontou “a ausência da estimativa do impacto das despesas previstas, a previsão genérica de incentivos fiscais e a indevida imposição de obrigações ao Poder Executivo”.

Haveria potencial criação de despesas públicas e renúncia de receita, tornando “indispensável a estimativa do impacto orçamentário e financeiro exigida pelo art. 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal e pelo art. 16 da Lei Complementar federal n° 101 (Lei de Responsabilidade Fiscal), de 4 de maio de 2000.

Consultada quanto à constitucionalidade e à legalidade da matéria, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) disse ver nela “inconstitucionalidade formal subjetiva” por haver “interferência no funcionamento da administração pública estadual”.

O veto está na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Alego, que deve emitir seu parecer por meio do relator a ser designado. Posteriormente, o veto é julgado em Plenário, podendo ser afastado pelos deputados estaduais, o que mantém o conteúdo originalmente proposto.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O vice-governador Daniel Vilela comandou, nesta sexta-feira (27/3), em Goiânia, a entrega de cerca de 80 veículos a 56 municípios goianos, dentro de mais uma etapa do programa Goiás do Crescimento e do Empreendedorismo. A iniciativa, que soma investimento aproximado de R$ 20 milhões, tem como objetivo fortalecer a estrutura das prefeituras e ampliar a capacidade de atendimento à população.

Os equipamentos entregues incluem carros, vans, caminhões, tratores e micro-ônibus, que passam a integrar a estrutura administrativa das cidades beneficiadas.

O programa estadual já acumula mais de R$ 210 milhões em investimentos e alcança os 246 municípios goianos, com ações que abrangem áreas como saúde, educação, assistência social, infraestrutura e desenvolvimento econômico.

A estratégia, conforme o governo, é descentralizar recursos e garantir que os serviços cheguem com mais eficiência à população.

Foto: Benedito Braga

O secretário de Estado de Relações Institucionais, Armando Vergílio, destacou que a iniciativa consolida um modelo de gestão baseado na cooperação entre Estado e municípios.

“Quando trabalhamos de forma integrada, ouvindo as demandas reais de cada cidade, conseguimos transformar necessidades em ações concretas e benefícios”, pontuou.

Representando os gestores municipais, a prefeita de Porangatu, Vanuza Valadares, ressaltou que o suporte estadual tem sido determinante para ampliar a capacidade de resposta das administrações locais. Já o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, Joaquim de Castro, avaliou que o cenário atual oferece maior previsibilidade para o planejamento das gestões.

Segundo Daniel Vilela, a ação faz parte de uma política contínua de apoio aos municípios.

Foto: Benedito Braga

“Temos buscado compreender as dificuldades de cada município e entregar ferramentas que respondam às necessidades reais da população”, disse.

Aparecida recebeu veículos destinados à GCM

Entre os municípios contemplados está Aparecida de Goiânia, que recebeu dois veículos destinados à Guarda Civil Municipal (GCM), com foco no reforço das ações de segurança pública. Os equipamentos foram viabilizados por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Veter Martins.

Durante a solenidade, o vice-prefeito João Campos, que representou o prefeito Leandro Vilela, destacou o impacto direto da entrega.

Foto: Rodrigo Estrela

“Esses novos veículos vão fortalecer o trabalho da Guarda Civil Municipal, ampliando nossa capacidade de atuação e garantindo mais presença nas ruas. Essa entrega mostra que, quando há união entre o Governo de Goiás e os municípios, quem ganha é a população”, afirmou.

A entrega reforça a estratégia do Governo de Goiás de atuar de forma integrada com os municípios, ao mesmo tempo em que evidencia o impacto local das ações estaduais.

No caso de Aparecida, o reforço na estrutura da segurança pública se soma a outras iniciativas em andamento, ampliando a capacidade de resposta do município e consolidando a cooperação entre Estado e gestão municipal.

Autor Rogério Luiz Abreu


Na tarde desta sexta-feira, 27, foi realizada a 7ª Reunião do Fórum Goiano da Desburocratização, em parceria com a Federação das Associações dos Jovens Empreendedores e Empresários do Estado de Goiás (Faje Goiás), responsável pela promoção do evento “Catalisa”. A iniciativa é do deputado Virmondes Cruvinel (UB), que preside o fórum na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).

No encontro, Virmondes Cruvinel afirmou que a Alego atua na promoção do diálogo com entidades da sociedade civil organizada, buscando soluções junto aos diferentes níveis de governo, e apontou a necessidade de ampliar o acesso à informação e utilizar ferramentas que contribuam para a desburocratização, incluindo a aplicação de inovação e de norma referente à inteligência artificial para agilizar atendimentos.

O professor Cristiano Grigório também participou das discussões e afirmou que o projeto atua em diferentes áreas, com destaque para a educação, defendendo a aplicação prática das propostas e avanços graduais. “Em cada fórum desse, a gente tem avançado de maneira positiva […] em cada etapa dessa, a gente avança novos degraus”, disse.

Já o presidente da Faje Goiás, Pedro Bueno, observou que o encontro permite discutir medidas relacionadas à relação entre governo e empresários, mencionando a existência de entraves e preocupações com taxas. Ele afirmou que a expectativa é de que a reunião contribua tanto para a formulação de soluções quanto para a reflexão sobre o momento político. “Eu espero que dessa reunião saiam não só as soluções das problemáticas que vão ser abordadas, mas também que a gente possa indagar esse novo momento que estamos vivendo no governo”, declarou.

Criado em 2023, o fórum tem como finalidade promover o estudo, a discussão e a proposição de medidas voltadas para simplificação e modernização da gestão pública, com foco na redução da burocracia e no aprimoramento dos serviços prestados à população.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás