4 de maio de 2026
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Vereador diz que deveria ganhar R$ 300 mil para atender pedidos da população

A Câmara Municipal de Formosa, no entorno do Distrito Federal, aprovou em sessão extraordinária o aumento de salários de vereadores, prefeito e vice-prefeito. Mas o vereador Hermes Costa (UB) causou polêmica ao justificar o voto, dizendo que os vereadores deveriam ganhar R$ 300 mil para conseguirem atender a todos os pedidos de ajuda da população.

“As pessoas banalizam, se nós formos atender as pessoas que nos ligam pedindo uma ajuda, nós tínhamos que ganhar R$ 300 mil e não dava. Todo dia chega um e pede uma consulta, pede um transporte, pede um remédio, uma cesta, a gente não tem condição”, opinou.

O vereador também disse que a população “banaliza a política e os políticos” e comparou o reajuste salarial da classe ao piso da enfermagem, que apesar de aprovado, não é pago no município. “Só porque é para a classe política é imoral”, disse o vereador.

Vereador de Formosa, Hermes Costa — Foto: Reprodução/Câmara Municipal de Formosa

O g1 entrou em contato por e-mail e telefone funcional com o vereador Hermes Costa para saber se ele deseja dar alguma nova declaração sobre o assunto, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.

A sessão foi realizada na terça-feira (23) e aprovou o aumento. Antes o salário era de R$ 14.904,66 e, agora, passará a ser de R$ 17.387,32, a partir do dia 1º de janeiro de 2025. Dos 13 vereadores, só quatro votaram contra.

Em nota, a Câmara Municipal de Formosa informou que “a opinião individual dos vereadores não reflete, necessariamente, o posicionamento institucional da Câmara Municipal de Formosa”.

O ajudante de obras Vitor Cerqueira contou à TV Anhanguera que trabalha de 7h às 16h30, de segunda a sexta-feira, recebendo R$ 1.600. Para ele, a justificativa do vereador é exagerada, já que o cargo é repleto de privilégios.

“Não entendo muito eles, que querem ganhar mais que os outros, trabalham quase nada lá dentro, e a gente trabalha muito e ganha pouco. A gente trabalha no sol e eles lá no ar-condicionado”, compara.

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Período para registrar informações no Sistema de Defesa Agropecuária começa no dia 1º de maio, mesma data de início da vacinação obrigatória contra raiva de herbívoros nos municípios de alto risco para doença

Produtor tem 60 dias para inserir dados sobre quantidade de animais e imunização do rebanho no Sidago, contando a partir de 1º de maio (Fotos: Enio Tavares, Hellian Patrick e Adalberto Ruchelle)

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), alerta os produtores rurais que começa no dia 1º de maio o prazo oficial da primeira etapa de declaração obrigatória de todo o rebanho existente nas propriedades rurais goianas e de vacinação contra a raiva de herbívoros no estado. O calendário, tanto de declaração quanto de imunização, está previsto na Portaria nº 182 da Agrodefesa, do dia de 10 de abril de 2024.

O documento estabelece que, no período de 1º de maio a 15 de junho deste ano, o pecuarista deverá imunizar animais de todas as idades de espécies bovina, bubalina, equídea (equina, muar, asinina), caprina e ovina nos municípios considerados de alto risco para a raiva em Goiás. Já o prazo para a declaração de rebanho nos 246 municípios goianos e de comprovação da vacinação antirrábica será de 60 dias, ou seja, de 1º de maio a 30 de junho.

A declaração deve ser realizada pelo Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago), por meio de login e senha exclusivos do titular da propriedade. A orientação da Agrodefesa é que os dados informados na declaração sejam compatíveis com a realidade da propriedade, desde cadastro, quantidade de animais, mortes, nascimentos e evolução do rebanho.

A novidade deste ano é que o produtor terá que informar, de forma detalhada, o mês de nascimento de todos os bovinos e bubalinos que, na data da declaração, tenham entre zero e 12 meses de idade. Por causa dessa medida, que pode suscitar dúvidas no momento do preenchimento, os produtores que possuem até 50 cabeças de animais poderão fazer o lançamento das informações no Sidago de forma presencial nas Unidades Operacionais Locais (UOLs) da Agrodefesa. As equipes da Agência estarão disponíveis para receber o pecuarista e auxiliá-lo no lançamento dos dados no sistema. Não serão aceitas informações enviadas à Agência ou unidades via e-mail, fax ou Correios.

Segundo o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, o produtor goiano já conhece os calendários de declaração de rebanho e de imunização e tem cumprido a legislação. “Porém, é papel da Agência, por meio de orientação e educação sanitária, reforçar as datas e informar como proceder para efetuar os processos. Goiás é, hoje, referência na pecuária e muito se deve ao compromisso de produtores em manter a sanidade animal e ao trabalho desenvolvido pelos profissionais da defesa agropecuária”, destaca.

O diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Augusto Amaral, acrescenta que todos os dados devem ser cadastrados e atualizados no sistema, e estarem compatíveis com a quantidade que o pecuarista possui na propriedade. “Com essas informações, a Agrodefesa tem condições de monitorar os rebanhos, realizar ações pontuais e ainda promover respostas rápidas caso seja notificado algum foco de doença”, argumenta. “Esse trabalho protege o rebanho goiano e os produtores, bem como toda a sociedade, ao evitar a disseminação de doenças diversas”, reforça.

Etapas

A vacinação contra a raiva de herbívoros é realizada em duas etapas em Goiás, sendo a primeira de 1º de maio a 15 de junho; e a segunda de 1º de novembro a 15 de dezembro. O prazo passou a ser de 45 dias, a partir da segunda etapa de 2023, a pedido do setor produtivo rural. A Agrodefesa atendeu a demanda, com o intuito de proporcionar tempo hábil de imunização de todo o rebanho nos municípios de alto risco para a doença. Para mais informações, acesse goias.gov.br/agrodefesa ou procure o escritório local da Agrodefesa.

Produtor tem 60 dias para inserir dados sobre quantidade de animais e imunização do rebanho no Sidago, contando a partir de 1º de maio (Fotos: Enio Tavares, Hellian Patrick e Adalberto Ruchelle)

(Com informações, Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás)



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Seis cachorros são resgatados dentro de caixa em bagageiro de ônibus

Os seis cachorros resgatados dentro de uma caixa no bagageiro de um ônibus estavam em um local quente e inóspito, disse o perito à Polícia Civil (PC). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo faria uma viagem de mais de 32 horas de Frutal, em Minas Gerais (MG), para Viana, no Maranhão (MA).

Os cachorros foram resgatados pela PRF na manhã da última terça-feira (23). Um homem responsável pelos animais e o ônibus foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil. Os nomes dele e da empresa de transporte não foram divulgados. O g1 não localizou as defesas deles para um posicionamento.

De acordo com o relato da PC, o ônibus foi abordado pelos policiais enquanto estava parado às margens da BR-153, em Porangatu, região norte de Goiás. Os agentes encontraram os seis cachorros em uma caixa no bagageiro. Segundo a polícia, havia fezes fora da caixa e os animais estavam sujeitos a trauma.

Na delegacia, o delegado chamou a perícia veterinária da Secretaria de Meio Ambiente de Porangatu. Após avaliação dos cachorros e do bagageiro, o perito concluiu a situação de maus-tratos aos animais.

Seis cachorros são resgatados dentro de caixa em bagageiro de ônibus – Goiás — Foto: Divulgação/PRF

O homem responsável pelos animais foi preso em flagrante pelo crime de maus-tratos. Ele contou à polícia que os cachorros pertencem a um casal que também estava indo para Viana em um carro. O casal não foi localizado. Segundo a PC, os animais foram levados para a Secretaria de Meio Ambiente de Porangatu.

Em nota, a Secretaria informou que os animais estão no Centro de Saúde e Bem Animal e, após decisão judicial, eles serão disponibilizados para adoção. O g1 tentou contato com a delegacia de Porangatu para saber se o homem continua preso e como está a investigação desse caso e aguarda retorno.

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A Secretaria de Economia de Goiás recuperou mais de R$ 4,5 milhões em sonegação fiscal durante a Operação Safra 23/24. Os dados foram divulgados, durante o balanço final da ação realizada durante o mês de março. Diversas práticas de sonegação foram identificadas, tais como a ausência de emissão de notas fiscais, subdeclaração de estoques e manipulação de documentos em produtos agropecuários. As penalidades aplicadas incluíram multas e suspensão de inscrição estadual.

As fiscalizações ocorreram nas rodovias federais e estaduais da região Sudeste de Goiás, escolhida por ser a maior produtora de grãos do estado. Durante a operação, 7.677 caminhões foram abordados. Ao todo, 2.625 toneladas de milho e 3.733 toneladas de soja foram apreendidas. Os produtos estavam sendo transportados de forma irregular, sem nota fiscal ou com documentos falsificados.

A Secretaria também identificou mais de 43 mil toneladas de grãos armazenados de forma irregular em propriedades rurais. Das 243 empresas atacadistas vistoriadas pela operação, 80 foram suspensas sob suspeita de emitirem notas fiscais falsas.

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A operação contou com a colaboração de 41 auditores fiscais, 33 servidores de apoio e 237 policiais militares, que garantiram segurança e suporte às equipes de fiscalização.

“Esse tipo de operação é importante porque representa um combate à concorrência desleal. Estabelecemos uma cultura no estado que exige o pagamento de impostos e condições de concorrência uniformes. Além disso, esses recursos são fundamentais para o financiamento do orçamento estadual, que se traduz em bens e serviços para a população”, ressaltou a Secretária de Economia, Selene Peres.

Em conjunto com a operação, a Secretaria de Economia também realiza fiscalização com o sistema de monitoramento Infotrânsito. A plataforma, que conta com mais de mil câmeras em todo o estado, captura imagens das placas dos veículos, cruza informações de nota fiscal eletrônica e guias de transporte, e emite alertas diretos para os auditores fiscais.

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Fábia Cristina, de 43 anos, encontrada morta após mais de 40 dias desaparecida — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Fábia Cristina Santos, de 43 anos, que foi encontrada morta após viajar com o marido para assistir a uma missa e ficar mais de 40 dias desaparecida, era pedagoga, trabalhava em uma escola municipal de Goianira, na Região Metropolitana de Goiânia, e era apaixonada pela profissão, segundo amigos. O corpo da professora foi encontrado dentro do carro da família, já em estado avançado de decomposição, em uma fazenda de Trindade, a 25 km de Goianira.

Fábia lecionava para crianças de 4 anos, que integravam a turma do Jardim 1. Flávia Almeida, que se formou em pedagogia junto com Fábia em uma faculdade de Goiânia, descreveu a amiga como dedicada e cheia de sonhos.

“Ela era uma pessoa muito dedicada. Ela tinha muitos sonhos. Nós nos perguntávamos onde estava a Justiça” disse Flávia.

Em um grupo de amigos da faculdade, os colegas de curso, formados em 2020, afirmaram que Fábia era uma pessoa reservada e que não comentava sobre sua vida pessoal. Vanessa Bueno, secretária da escola onde Fábia trabalhava, afirmou que ela era uma profissional comprometida e que amava a pedagogia.

“A gente percebia que ela era uma pessoa extremamente profissional, comprometida, tratava as crianças com muito carinho, muita atenção, muito amor. Para nós, quando recebemos a notícia, ficamos espantados, não imaginávamos o que ela estava passando. Foi um susto”, disse Vanessa

Outra amiga, que preferiu não ser identificada, relatou que a pedagoga era agredida constantemente pelo marido, que é suspeito da morte. Uma foto enviada pela advogada da vítima, mostra um hematoma no pescoço após Fábia ter sido enforcada por um fio pelo marido (veja abaixo).

Ao perguntar a família, uma pessoa disse que Fábia havia informado a ela que o marido teria a levado em um lugar desconhecido e tentado a enforcar com um fio no pescoço. — Foto: Arquivo pessoal / Reprodução

Ao perguntar à família, uma pessoa disse à advogada que Fábia havia informado que o marido teria a levado em um lugar desconhecido e tentado a enforcar com um fio no pescoço. Alertou ainda que não era para contar para ninguém, pois ele ameaçava matar toda a família.

Vídeo mostra últimas imagens do carro do casal que sumiu quando viajava

O casal não era visto desde o dia 9 de março, quando saiu de Goianira em direção a Quirinópolis. Douglas José de Jesus e Fábia foram flagrados por câmeras de monitoramento de um posto de gasolina no Bairro Cidade Jardim, em Goiânia, quando estava em viagem para a missa. O vídeo mostra quando os dois, que estavam num veículo Ford Fiesta preto, chegam ao estabelecimento e vão embora. As imagens mostram que o casal chega ao posto às 13h49 e sai de lá às 13h54 – assista acima.

Carro de casal que desapareceu é multado, em Abadia de Goiás — Foto: Arquivo pessoal

A pedagoga chegou a enviar uma mensagem de texto pedindo ajuda para o filho minutos depois que o carro do casal foi multado e visto pela última vez trafegando acima da velocidade permitida, na GO-469, em Abadia de Goiás. Fábia e Douglas foram casados por 27 anos.

Fábia Cristina Santos e Douglas José de Jesus estão desaparecidos em Goianira; mulher mandou mensagem pedindo ajuda ao filho — Foto: Reprodução/Redes Sociais e TV Anhanguera

O carro do casal, que estava desaparecido há mais de 40 dias, foi encontrado abandonado na última segunda-feira (23) em uma fazenda de Trindade, com um corpo dentro. A perícia confirmou, por meio da arcada dentária, que o corpo encontrado era de Fábia Cristina, na última terça-feira (23).

Segundo a Polícia Civil, o corpo estava esqueletizado e em estado avançado de decomposição. O corpo da professora foi enterrado foi na quarta-feira (24).

Fábia Cristina Santo e Douglas José de Jesus, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Segundo a investigação da Polícia Civil, o caminhoneiro Douglas José de Jesus, que usava o nome falso há quase 30 anos de Wander José da Silva, é suspeito de matar a esposa. A delegada responsável pela investigação, Carla de Bem, explicou como o homem conseguiu forjar a documentação para trocar de identidade e fugir da polícia desde 1996.

O g1 não localizou a defesa de Douglas até a última atualização desta reportagem. Douglas e Fábia foram vistos pela última vez no último dia 9 de março.

A polícia informou Douglas é réu por um duplo homicídio praticado em Quirinópolis em 1996 junto com um tio, que foi condenado, e está foragido desde essa época. Familiares contam que a identidade forjada era de um irmão mais novo de Douglas.

“Os dois documentos [de identidade] são materialmente verdadeiros, porque o primeiro ele tirou quando criança, sem coleta de impressões papilares, só com a foto e a assinatura dele ainda bem infantil, e o segundo ele volta e faz um novo documento ‘quente’. Ele colhe impressões papilares dele no nome de Wander”, explicou a delegada.

Conforme a delegada, o homem chegou a ser levado para a Central de Flagrantes em 2016, mas foi liberado porque as impressões digitais batiam com o nome Wander, já que ele tinha feito o registro no documento.

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Fábia Cristina Santo e Douglas José de Jesus — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Após a polícia encontrar um corpo em estágio de decomposição avançado dentro de um carro em Trindade, a perícia confirmou se tratar de Fábia Cristina Santos, que estava desaparecida com o marido há mais de 40 dias. A advogada da família de Fábia, Rosemere Oliveira, explicou que a perícia usou a arcada dentária dela para confirmar a identidade.

O g1 não localizou a defesa de Douglas José de Jesus, suspeito do crime, até a última atualização desta reportagem.

Ao g1, o superintendente da Polícia Científica, Ricardo Matos, explicou como funciona a identificação por meio da arcada dentária e em quais casos o procedimento é necessário.

“Não sendo possível [outras formas de identificação], seja pelo fato de a vítima já estar carbonizada, esqueletizada ou mesmo em um estado de decomposição mais avançado, em que as digitais já não estão mais disponíveis, ocorre de termos ou arcada dentária ou DNA”, explicou o superintendente.

Ricardo Matos pontuou que o procedimento de análise por meio da arcada dentária é mais barato que pelo DNA, por isso se torna a segunda opção no caso de não ser possível colher as impressões digitais. Para fazer o exame da arcada dentária, no entanto, é necessário ter a documentação odontológica da pessoa.

“Os aparelhos ortodônticos são únicos, então cada pessoa tem de um jeito. Nosso perito da área da odontologia legal faz a comparação com registros odontológicos que foram trazidos pelos familiares, seja um raio-x ou até fotografias em alta definição. Então a comparação vai indicar se aquela pessoa é ou não a pessoa que se supõe ser” , explicou.

Quando são descartadas as possibilidades de colher as digitais e fazer a identificação pela arcada dentária, a perícia parte para a terceira opção: o DNA. “Infelizmente, quando nós não temos à disposição essa documentação odontológica, a família não sabe quem é o dentista do seu suposto familiar ou já sabe que aquele suposto familiar jamais foi um dentista, aí a gente recorre à terceira das metodologias de identificação, que é o DNA”, disse Ricardo.

O superintendente ressaltou que a identificação é feita com o auxílio da antropologia forense – que possui técnicas para definir características da identidade de um indivíduo.

“Lembrando que a antropologia forense também é importante. Ela serve para filtrar, para delimitar se a vítima é do sexo masculino, do sexo feminino, se tem uma faixa etária compatível ali, ou mais ou menos provável. É claro que não se taxa com a precisão de que aquela pessoa tinha 33 anos. Mas você pode conseguir uma janela temporal. Alguém entre 30 e 35, entre 35 e 40, e por aí vai”, completou.

Segundo a Polícia Civil, o carro do casal foi encontrado em Trindade na última segunda-feira (22). Conforme a polícia, o corpo de Fábia estava esqueletizado e em estado avançado de decomposição.

A polícia informou que o marido de Fábia, Douglas José de Jesus, usava o nome de Wander José de Jesus. Ele é réu por um duplo homicídio praticado em Quirinópolis em 1996 e está foragido desde a época. O homem é suspeito de matar e ocultar o corpo da esposa.

O casal foi flagrado por câmeras de monitoramento de um posto de gasolina no Bairro Cidade Jardim, em Goiânia, quando estava em viagem para a missa de 7º do pai de Fábia. Eles saíram de Goianira com destino para a cidade de Quirinópolis.

O vídeo mostra quando os dois, que estavam num veículo Ford Fiesta preto, chegam ao estabelecimento e vão embora. As imagens mostram que o casal chega ao posto às 13h49 e sai de lá às 13h54 (assista abaixo).

Vídeo mostra últimas imagens do carro do casal que sumiu quando viajava

Segundo a advogada da família, Rosemere Oliveira, Fábia Cristina Santos era vítima de violência doméstica. Imagens divulgadas pela advogada mostram marcas no pescoço da mulher (veja abaixo). A advogada afirmou que encontrou as fotos ao acessar o computador que a vítima usava.

Ao perguntar a família, uma pessoa disse que Fábia havia informado a ela que o marido teria a levado em um lugar desconhecido e tentado a enforcar com um fio no pescoço. — Foto: Arquivo pessoal / Reprodução

“Tive acesso ao computador dela. No e-mail, ela juntava várias fotografias, inclusive com imagens bem fortes onde ela foi vítima de uma tentativa de homicídio, em que o Douglas tentou tirar a vida dela dias antes do desaparecimento”, contou a advogada.

Ao perguntar à família, uma pessoa disse que Fábia havia informado a ela que o marido teria a levado em um lugar desconhecido e tentado a enforcar com um fio no pescoço. Alertou ainda que não era para contar para ninguém, pois ele ameaçava matar toda a família.

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Os policiais militares Liziano José Ribeiro Júnior (lado esquecerdo de cima), Diego Silva de Freitas (lado direito de cima), Gleidson Rosalen Abib (lado esquerdo debaixo) e Anderson Kimberly Dourado de Queiroz (lado direito debaixo) morreram em acidente com viatura e carreta na BR-364 — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um acidente com uma carreta e uma viatura deixou quatro mortos, nesta quarta-feira (24), na BR-364, em Caçu, na região sudoeste de Goiás. Segundo a Polícia Militar, quatro policiais militares do Comando de Operações de Divisas (COD) morreram.

“Todos os que morreram eram da viatura. Foram dois veículos envolvidos no acidente”, afirmou o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Rodrigo Freitas.

Segundo o governador Ronaldo Caiado, que fez uma postagem nas redes sociais lamentando as mortes dos militares, as vítimas são: Gleidson Rosalen Abib, Liziano José Ribeiro Junior, Anderson Kimberly Dourado de Queiroz e Diego Silva de Freitas.

O motorista da carreta foi encaminhado ao hospital. Como o nome dele não foi divulgado, o g1 não conseguiu saber o estado de saúde dele até a última atualização da reportagem. Segundo inspetor da PRF Rodrigo Freitas, as equipes ainda investigam a dinâmica do acidente.

Em nota, a PM informou que os militares estavam em deslocamento durante um serviço quando o acidente aconteceu. – leia na íntegra no final do texto.

“Neste momento de dor, nos solidarizamos com as famílias enlutadas e expressamos nossas mais sinceras condolências. Que encontrem conforto na lembrança do legado e do compromisso desses heróis da segurança pública”, diz a nota.

Nota da Polícia Militar:

É com profundo pesar que a Polícia Militar do Estado de Goiás confirma e lamenta o falecimento, na noite desta quarta-feira (24/04), de quatro policiais militares do COD – Comando de Operações de Divisas, vítimas de um acidente de trânsito ocorrido na rodovia que liga as cidades de Caçu e Jataí. Os militares estavam de serviço, em deslocamento, quando envolveram-se em acidente de trânsito.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com as famílias enlutadas e expressamos nossas mais sinceras condolências. Que encontrem conforto na lembrança do legado e do compromisso desses heróis da segurança pública.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3:16

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Filhote de cabra é colocado em armadilha para capturar onça em condomínio de luxo

Um filhote de cabra foi colocado em uma armadilha como isca viva para a captura de uma onça que circula pelo Residencial Aldeia do Vale, em Goiânia (assista acima). O procedimento, segundo a gestão do condomínio, segue uma recomendação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), mas incomodou moradores, que consideram a medida maus-tratos.

“Colocaram uma cabra viva num cubículo que ela nem se mexia, ficava de pé sem se mexer. Colocaram ela à tarde e deixaram ela exposta a noite toda, sem água, sem comida, sem deitar, sem se mexer, até o dia seguinte”, reclama uma moradora, que pediu para não ser identificada.

Aos moradores, a Associação dos Amigos do Residencial Aldeia do Vale (Saalva) emitiu um comunicado, na última sexta-feira (19), mesmo dia em que o vídeo acima foi gravado pelos moradores, explicando que as armadilhas foram cedidas e recomendadas pelo Ibama como uma forma de capturar uma onça parda.

Filhote de cabra colocado em armadilha para capturar onça em condomínio de luxo em Goiânia — Foto: Acervo pessoal

O vídeo mostra o filhote de cabra em um compartimento isolado na armadilha. Do outro lado há um grande espaço vazio, que seria ocupado pela onça quando ela aparecesse. Os moradores afirmam que, depois das reclamações, o filhote de cabra sumiu e o condomínio não deu mais explicações sobre o que foi feito com ele.

“A hora que o vídeo vazou eles foram lá e tiraram a cabra com o caminhão do próprio condomínio. Nós queremos saber cadê essa cabra. Foi chocante pra quem gosta de animal. Pra quem não gosta, passa batido, mas existe uma lei de crimes ambientais. Eu acho que tudo tem limite”, desabafou a moradora.

O g1 entrou em contato por e-mail com a Saalva para saber como o animal chegou até o Aldeia do Vale e para onde foi levado, também questionou como funcionava os cuidados com ele, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem.

Em nota, o Ibama confirmou ter autorizado o uso de armadilhas com animal vivo para a captura da onça no condomínio. Isso porque, segundo a autarquia, por muitos meses foram testados outros métodos, como a instalação de laços de contenção e uso de carne fresca (como sardinha e frango) para atrair o animal, que não tiveram sucesso.

Comunicado emitiado pela Saalva aos moradores — Foto: Acervo pessoal

O Ibama explica que o método de usar um animal vivo é respaldado cientificamente, mas só é aplicado em casos específicos, “como este”. Mas reforça que, nesses casos, deve ser levado em consideração os cuidados necessários com alimentação, disponibilidade de água e demais precauções com o outro animal.

A autarquia disse que monitora a situação desde dezembro passado e que o condomínio executa o plano de manejo autorizado para a captura, coordenado por um profissional habilitado contratado pelo próprio condomínio. Mas que, diante das reclamações, vai apurar informações sobre as possíveis inadequações quanto à alimentação e oferta de água relatadas.

Segundo a moradora, as armadilhas foram espalhadas por diversas partes do condomínio há cerca de três meses, mas não há confirmação se mais animais foram adicionados também. Só se sabe de uma cabra filhote.

A mulher diz que a gestão comunicou que as armadilhas seriam espalhadas para tentar capturar uma onça parda que foi vista por câmeras de monitoramento circulando pelo residencial. Porém, o que os moradores não sabiam é que dentro das armadilhas ficaria um outro animal vivo. Eles também reclamam da falta de informações sobre a onça.

“Há mais de mês nos foi notificado que poderia haver uma onça parda solta no condomínio, mas não foi apresentado nem vídeos, nem fatos detalhados. Ao ver as arapucas pensei que, à noite, o condomínio colocava carne para atrair o predador, se é que este existe mesmo. Infelizmente eu estava errada”, afirma.

Alguns moradores pretendem se unir para registrar um boletim de ocorrência para que o caso seja investigado.

Condomínio horizontal Aldeia do Vale, em Goiânia — Foto: Divulgação/Aldeia do Vale

O Residencial Aldeia do Vale é a casa de várias celebridades goianas, como o cantor sertanejo Leonardo, o filho Zé Felipe e a influenciadora Virgínia. Um de seus pontos de destaque é a grande quantidade de área verde, que acaba abrigando vários animais silvestres.

Por conta disso, não são raras as vezes em que moradores relatam a presença de onças pardas, espécies de aves e macacos silvestres. Dentro do condomínio existem programas de preservação dos ambientes naturais, como coleta seletiva de lixo, reciclagem e compostagem de área verde através de reaproveitamento de podas de gramas e adubação orgânica nos jardins e gramados do condomínio.

O Ibama informa que, diante da necessidade de captura da onça parda no condomínio, foram autorizados pelo Instituto diversos métodos para essa finalidade. Após meses de tentativas com métodos como instalação de laços de contenção e uso de carne fresca (como sardinha e frango) para atrair o animal, iniciou-se o uso de armadilhas com animal vivo. Nesse método, o animal é isolado em um compartimento na armadilha. Ressaltamos que está técnica deve observar os cuidados necessários com alimentação, disponibilidade de água e demais precauções.

Os métodos autorizados são respaldados cientificamente e são aplicados em casos específicos como este. O Ibama tem a responsabilidade de avaliar e autorizar medidas que solucionem o caso, enquanto o condomínio apresenta e executa o plano de manejo autorizado para a captura, coordenado por um profissional habilitado contratado pelo próprio condomínio.

Destacamos que o Ibama monitora a situação desde dezembro passado, quando o animal foi avistado pela primeira vez, e atende prontamente às solicitações necessárias para lidar com o caso.

O Ibama informa que irá apurar informações sobre as possíveis inadequações quanto à alimentação e oferta de água relatadas.

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Jovem é preso suspeito de matar a mãe a facadas após vítima ‘olhar muito’ para ele

Um jovem de 22 anos foi preso suspeito de matar a mãe em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. De acordo com a Polícia Militar, o suspeito confessou o crime e alegou que teve um ataque de raiva após a mulher olhar muito para ele. Um vídeo de câmera de segurança mostra o jovem correndo depois do crime (assista acima).

A Defensoria Pública do Estado de Goiás informou que representou o acusado durante a audiência de custódia e que ele terá um prazo para constituir sua defesa, que poderá ser realizada pela Defensoria ou por um profissional particular – leia nota na íntegra ao final do texto. A reportagem não teve acesso ao depoimento formal do suspeito feito na delegacia.

O caso aconteceu na terça-feira (23). Um policial militar de folga deteve o homem após ver diversas pessoas o agredindo na rua horas após o crime. Como a foto do suspeito havia sido divulgada em canais de comunicação da polícia, o militar o reconheceu e chamou uma viatura.

Em depoimento, o pai do suspeito disse que o jovem e a mãe brigavam com frequência, pois a mulher queria que ele trabalhasse e ajudasse em casa. Ele relatou que chegou do trabalho para almoçar e, ao abrir o portão, viu o filho correndo sujo de sangue. O jovem não respondeu ao ser perguntado sobre o que aconteceu e saiu correndo.

Ao entrar na casa, o pai do suspeito viu a mulher caída no chão da cozinha, ao lado da geladeira. Ele ligou para o Corpo de Bombeiros, que constatou a morte no local.

A Polícia Militar afirmou que o jovem contou que estava em casa com a mãe quando foi até a cozinha, pegou uma faca e deu duas facadas na barriga dela. Ao ser questionado sobre a motivação, ele disse que teve um acesso de raiva, pois ela estava “olhando demais” para ele. Nesta quarta-feira (24), a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva.

Jovem é preso suspeito de matar a mãe, em Valparaíso de Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Nota da Defensoria Pública do Estado de Goiás:

A Defensoria Pública do Estado de Goiás representou o acusado durante a audiência de custódia, cumprindo seu dever legal e constitucional de garantir a defesa de pessoas que não tenham condições de pagar por um profissional particular. Informamos que após a audiência de custódia, deverá ser iniciado o processo criminal e será oportunizado prazo para o acusado constituir sua defesa que poderá ser realizada pela Defensoria Pública ou por um profissional particular.

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Ingrid da Silva Batista, adolescente desaparecida após sair da escola, em Rio Verde, Goiás — Foto: Arquivo Pessoal/ Evanir

Uma adolescente de 15 anos desapareceu após sair da escola, em Rio Verde, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Civil, após sair do local onde estuda, Ingrid da Silva Batista deveria ir até o colégio onde a irmã estuda para buscá-la e voltarem juntas para casa.

Ingrid está desaparecida desde a última segunda-feira (22). A adolescente foi vista pela última vez na rua Dario Alves de Paiva, no Setor Vila Olinda.

Ainda segundo a Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança próximo ao local do desaparecimento mostram o momento em que, sozinha, Ingrid desvia do caminho. A família registrou o desaparecimento da adolescente cerca de 24h após ela ser vista pela última vez.

Ao g1, Evanir ,mãe de Ingrid, informou que a filha não estava com o celular, pois não levava o aparelho para a escola. Disse ainda que uma reunião com alunos e professores na escola onde Ingrid estuda foi feita para verificar se alguém tinha conhecimento sobre o paradeiro da adolescente.

“Deu o horário dela chegar em casa, mas ela não chegou. Eu liguei na escola, perguntei se ainda tinham alunos lá e a diretora me informou que não. Perguntei sobre ela e me informaram que ela tinha saído. Eu fui para a rua tentar encontrar ela 12h, mas não achei”, disse a mãe.

Informações sobre o desaparecimento podem ser repassadas à Polícia Civil de forma sigilosa pela número 197.

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