5 de junho de 2026
  • 20:10 PF diz que EUA classificarem facções como terroristas é “equívoco”
  • 16:26 Deputado Veter Martins propõe normas para reforçar proteção de dados de crianças e adolescentes em sistemas de ensino
  • 08:58 Cervejas sem glúten cresceram 417,68% em 2025, diz anuário
  • 05:14 Programa voltado à promoção integral dos direitos dos jovens está em tramitação na Casa
  • 01:30 Programa Asfalto Novo Já Recuperou 338 km de Vias em Goiânia


Há receio de que a classificação por parte dos EUA facilite intervenções unilaterais norte-americanas, causando também prejuízos à economia brasileira

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se opõe à classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas desde quando os Estados Unidos começaram a sinalizar essa possibilidade. Nesta 5ª feira (28.mai.2026), o Departamento de Estado norte-americano anunciou a classificação das duas facções como FTO (Organizações Terroristas Estrangeiras, em português). Leia a íntegra (804 – kB).

Há uma avaliação de que essa medida possa facilitar intervenções unilaterais norte-americanas no Brasil –preocupação ampliada após a invasão da Venezuela, em fevereiro deste ano. Além disso, o risco de que a classificação prejudique a economia nacional é analisado. 

Em nota divulgada após o anúncio desta 5ª feira (28.mai), o assessor especial da Presidência, Celso Amorim, afirmou que a “segurança pública é um tema fundamental para o desenvolvimento socioeconômico. Crime organizado é um mal que tem que ser combatido. Cooperação internacional é bem-vinda, especialmente em temas como lavagem de dinheiro e contrabando de armas. Pretexto para intervenção é inaceitável”.

Nos Estados Unidos, a designação de uma organização estrangeira como terrorista desencadeia: 

  • congelamento de ativos financeiros; 
  • restrições de imigração aos integrantes;
  • criminaliza o fornecimento voluntário de apoio material ou recursos ao grupo classificado;
  • integrantes estrangeiros não são admitidos nos Estados Unidos e podem ser retirados do país.

O Planalto afirma que a medida amplia uma divergência jurídica já existente com Washington e pode causar efeitos colaterais sobre instituições financeiras brasileiras, já que a legislação norte-americana permite sanções a bancos e empresas que operem com organizações enquadradas nessa categoria, mesmo sem conhecimento direto da ligação com os grupos.

As organizações criminosas estrangeiras são designadas pelo secretário de Estado de acordo com a Lei de Imigração e Nacionalidade dos EUA. A organização deve cumprir os seguintes requisitos:

  • ser estrangeira;
  • estar envolvida em atividades terroristas ou ter capacidade e intenção de se envolver nesse tipo de atividade;
  • atuação do grupo deve ameaçar a segurança de cidadãos norte-americanos ou a segurança nacional dos Estados Unidos.

RELAÇÃO BRASIL E EUA

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em março. O governo dos EUA sinalizou que enquadraria as duas facções como “terroristas”. Disse que as facções criminosas são “ameaças significativas à segurança regional”.

Dois meses depois, o Brasil informou aos Estados Unidos que não concordava com a classificação. A questão foi abordada em uma reunião em Brasília com a presença de autoridades brasileiras e representantes norte-americanos liderados por David Gamble, chefe interino de coordenação do Departamento de Sanções dos Estados Unidos.

O governo avalia que o PCC e o Comando Vermelho não se enquadram na definição de “terrorismo” definida na legislação brasileira, por atuarem com motivação econômica e controle territorial, e não ideológica.

O tema não foi tratado na reunião entre Lula e Trump em 7 de maio. Segundo o próprio presidente, o assunto não entrou na conversa sobre segurança e combate ao crime.

Na ocasião, Lula afirmou: “Não discutimos facção criminosa e terrorismo com o presidente Trump partindo dele falar de alguma facção no Brasil”.



Autor Poder360 ·


Iniciativa dos três poderes alcançou 2.615 municípios em 100 dias e presidente regulamenta proteção digital para mulheres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta 4ª feira (20.mai.2026) 4 projetos de lei e um decreto durante reunião do comitê gestor do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, no Palácio do Planalto. O encontro marcou os 100 dias da iniciativa, lançada em fevereiro com adesão dos Três Poderes.

A principal novidade foi o decreto sobre proteção da mulher no ambiente digital. A medida regulamenta mecanismos de fiscalização e responsabilização no espaço digital para combater violência de gênero na internet. O texto integra as discussões do governo sobre o cumprimento de obrigações impostas às redes sociais pelo Supremo Tribunal Federal.

Eis o que Lula assinou durante o evento:

  • Decreto — Proteção da mulher no ambiente digital: regulamenta mecanismos de fiscalização e responsabilização para combater violência contra a mulher na internet. A medida responde ao crescimento da violência online, tema citado pela primeira-dama Janja Lula da Silva ao mencionar a “machosfera” e o discurso red pill;
  • PL 2.083 de 2022 — Proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar: altera a Lei Maria da Penha para reforçar mecanismos de proteção às vítimas;
  • PL 199 de 2024 — Cadastro Nacional de Condenados por Violência contra a Mulher (CNVM): cria banco de dados nacional com pessoas condenadas por violência contra a mulher. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também citou a proposta em discurso. A medida permite rastreamento e monitoramento de reincidentes;
  • PLs 609 de 2019 e outro de 2022 — Caráter executivo da medida protetiva de urgência: dá força executória imediata às medidas protetivas, eliminando a necessidade de a vítima abrir outro processo judicial para fazer cumprir a ordem. A proposta reduz o tempo entre a decisão judicial e a proteção efetiva da mulher;
  • PL 3.257 — Ampliação dos motivos para afastamento imediato do agressor: modifica a Lei Maria da Penha para incluir risco à integridade sexual, moral e patrimonial da mulher como fundamento para afastamento do agressor do lar, e não apenas risco físico.

O que o pacto fez em 100 dias

O governo divulgou balanço das ações desde o lançamento do pacto, em 4 de fevereiro. Os números apresentados são expressivos, mas ainda faltam detalhamento orçamentário por ação e histórico de execução. Eis o relatório (PDF – 235 kB).

A base financeira declarada para o pacto é o Orçamento Mulher, que concentra cerca de R$ 200 bilhões destinados a políticas públicas voltadas às mulheres. Há ainda um projeto de lei complementar que estima mais R$ 5 bilhões para enfrentamento ao feminicídio, mas o texto ainda tramita no Congresso.

Os ministérios responsáveis pelas ações não divulgaram valores atualizados por iniciativa.

Eis os números apresentados pelo comitê nos 100 dias:

  • pacto presente em 2.615 municípios e nos 27 Estados;
  • 20 mil kits tecnológicos distribuídos para apoio às vítimas;
  • 6.328 agressores presos em operações com mandados em aberto;
  • 30 mil medidas protetivas ativadas e monitoradas;
  • 38 mil vítimas atendidas;
  • mais de 50% das medidas protetivas concedidas no mesmo dia, segundo o Conselho Nacional de Justiça;
  • criação do Centro Integrado Mulher Segura, que centraliza dados de segurança e saúde;
  • sanção de 3 leis: uma que torna obrigatória a tornozeleira eletrônica para agressores, outra que cria qualificadora de homicídio em casos de violência vicária e uma terceira que institui o programa “Antes que Aconteça”, voltado à prevenção.

O que ainda falta

Além de Lula, participaram do evento o presidente do STF, Edson Fachin, e o presidente da Câmara, Hugo Motta.

Fachin reconheceu que 100 dias não são suficientes para reverter séculos de violência estrutural. Lula afirmou que o problema tem origem na “ignorância e na falta de educação” e questionou o papel da família e das escolas — e não apenas da internet — na formação de jovens que praticam violência.

A falta de transparência sobre quanto cada ministério efetivamente gastou nas ações do pacto segue como ponto cego. Sem esses dados, os números de atendimentos e prisões não permitem avaliar custo-efetividade nem comparar resultados com períodos anteriores ao pacto.

O Sistema Integrado Mulher Segura (SI Mulher Segura), que deve reunir dados de todas as esferas em uma única plataforma, ainda aguarda regulamentação por decreto. O programa Aliança Lilás, que articula demandas prioritárias entre os Poderes, segue em fase de consolidação. O relatório oficial admite, na conclusão, que “100 dias não são suficientes para reverter séculos de violência cultural”.

Também participaram do evento:

  • Miriam Belchior;
  • Wellington César Lima;
  • Gleisi Hoffmann;
  • Esther Dweck;
  • Jaques Wagner;
  • Sidônio Palmeira;
  • Wolney Queiroz;
  • Márcia Lopes;
  • Humberto Costa; e
  • José Guimarães.

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Autor Poder360 ·


Autoridades aumentaram o tom das ameaças; impasse gira em torno de programa nuclear iraniano

Os Estados Unidos e o Irã vivem uma escalada de tensão nos últimos dias. O presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou na 5ª feira (19.fev.2026) que em 10 dias saberá se deve “dar um passo adiante” em relação a um ataque contra o país persa.

A razão é o programa nuclear iraniano. O Ocidente teme que o Irã enriqueça urânio a níveis elevados para fins militares. Ambos os países negociam para alcançar um acordo. Na 3ª feira (17.fev), representantes norte-americanos e iranianos se reuniram, mas sem chegar a resultados concretos.

Na 4ª feira (18.fev.2026), o site de notícias Axios publicou que o governo dos EUA está se preparando para uma possível operação militar conjunta com Israel contra o Irã para os próximos dias.

Na mesma data, Teerã participou de exercícios militares com a Rússia. De acordo com informações do Ministério da Defesa russo, “as equipes navais russa e iraniana sincronizaram suas ações para garantir a segurança da navegação civil”.

A força militar dos EUA no Oriente Médio aumentou substancialmente nas últimas semanas. Sistemas de armas e munições foram transportados para a região em mais de 150 voos militares de carga. Desde 4ª feira (18.fev), 50 caças adicionais, incluindo modelos F-35, F-22 e F-16, foram deslocados para bases na região. O contingente norte-americano inclui 2 porta-aviões, 12 navios de guerra, centenas de aeronaves de combate e múltiplos sistemas de defesa aérea.

Programa nuclear iraniano

O Irã faz parte do TNP (Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares). Segundo o acordo, países signatários sem armamento nuclear não podem buscar seu desenvolvimento.

A apreensão em torno do programa iraniano aumentou depois que os Estados Unidos deixaram, em 2018, durante o 1º mandato de Trump, o acordo internacional firmado em 2015 para limitar o enriquecimento de urânio em troca da suspensão de sanções. Desde então, o Irã ampliou gradualmente suas atividades nucleares e passou a operar centrífugas mais avançadas, segundo relatórios da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica).  

A agência relata que o Irã enriquece urânio a níveis de até 60% –patamar próximo do grau necessário para uso militar. Avaliações internacionais indicam que o tempo estimado para obter material suficiente para uma arma nuclear (“breakout time”) caiu de cerca de 1 ano para semanas. Eis a íntegra dos informes da AIEA (PDF – 273 kB). Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, disse ao Poder360 que “isto torna qualquer possibilidade de preparar uma ação militar muito difícil”.

O cenário amplia a preocupação de aliados dos EUA no Oriente Médio, especialmente Israel, que já disse que pode agir para impedir a capacidade nuclear militar iraniana. Autoridades israelenses afirmam de forma recorrente que não permitirão que o Irã desenvolva capacidade nuclear militar na região. 

Segundo Rudzit, o temor é porque “o Irã nunca reconheceu o direito de Israel existir, e o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad já defendeu que Israel deveria ser varrido do mapa”.

Escalada

A relação entre Irã e EUA piorou depois dos bombardeios do governo norte-americano contra instalações nucleares iranianas em junho de 2025, durante o conflito de 12 dias entre Irã e Israel. Na ocasião, forças norte-americanas atingiram ao menos 2 locais ligados ao programa nuclear do país persa.

Desde então, as tensões têm sido ampliadas com trocas de ameaças entre autoridades de ambos os países. Trump disse que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, “deveria estar muito preocupado” diante da possibilidade de ações militares dos EUA. 

O aiatolá, por sua vez, afirmou que Trump não conseguirá derrubar o regime iraniano e fez ameaças contra embarcações militares norte-americanas.



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Ex-presidente cumprirá prisão domiciliar sem visitas ou celular; ministro do STF afirma que Bolsonaro descumpriu proibição anterior de usar redes sociais

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou nesta 2ª feira (4.ago.2025) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 70 anos. A decisão se deu depois de o antigo chefe do Executivo descumprir as medidas cautelares impostas pela Corte.

Além de proibição de deixar sua casa, em Brasília, Bolsonaro foi proibido de receber visitas, exceto por seus advogados e pessoas autorizadas pelo Supremo. Ele também está impedido de usar celular, diretamente ou por terceiros, e continua sem poder acessar as redes sociais.

Permanecem proibições anteriores, da decisão de 18 de julho, como o contato com embaixadores, outras autoridades estrangeiras, réus e investigados ligados às ações penais que envolvam o ex-presidente.

Eis as medidas determinadas contra o ex-presidente:

ENTENDA

Na decisão, Alexandre de Moraes afirma que a prisão domiciliar se dá pelo “flagrante desrespeito” e “reiterado descumprimento das medidas cautelares”.

O ministro afirmou que Bolsonaro usava as redes sociais em articulação com seus filhos e apoiadores para incentivar ataques ao Supremo e defender intervenção estrangeira no Judiciário brasileiro.

O estopim, para Moraes, foi a participação indireta de Bolsonaro na manifestação no Rio, em 3 de agosto, quando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) colocou o pai no viva-voz durante o ato.

O ministro disse que Flávio apagou uma postagem no Instagram para tentar esconder a violação das medidas.


Leia mais sobre a prisão domiciliar de Bolsonaro: 

Leia mais sobre a decisão de Moraes:

Leia mais sobre a reação da oposição e de governistas:



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População recebe avisos nos aparelhos celulares com classificação de risco entre severo e extremo

A Defesa Civil do Estado de São Paulo utiliza avisos preventivos para ajudar a população em caso de chuvas intensas. O Centro de Gerenciamento de Emergências do órgão possui uma equipe de meteorologistas atuando 24 horas por dia. Ela envia alertas sempre que há previsão de condições meteorológicas severas.

A comunicação é feita pelo sistema SMS, Whatsapp, Telegram ou pela tecnologia cell broadcast que utiliza o sinal 4G ou 5G para mapear a localização das pessoas e enviar alertas para as que estão em área de risco. Neste novo sistema, os avisos são divididos em duas classificações: severo e extremo.

“O sistema de alertas à população é uma excelente ferramenta de comunicação de risco. Depois da tragédia em São Sebastião passamos a lutar ainda mais para trazermos o cell broadcast para o país e, claro, para São Paulo. Eu tenho certeza que muitas vidas já foram salvas por causa dos nossos alertas”, afirmou o coronel Henguel Pereira, coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil do Estado de São Paulo.

Entenda as diferenças entre os alertas:

Desde 4 de dezembro, o Estado de São Paulo passou a adotar a tecnologia cell broadcast, que permite o envio rápido e abrangente de mensagens diretamente aos celulares da população, sem a necessidade de internet ou aplicativos específicos. Com essa tecnologia, todo celular conectado a uma antena de telefonia com sinal 4G ou 5G recebe mensagens de alerta.

São 2 tipos de alerta: severo e extremo. A emissão considera um conjunto de fatores como: acumulado de chuva ocorrido na última hora, intensidade de chuva prevista para a próxima hora, velocidade dos ventos, incidência de raios, característica geológica e hidrológica da região. A análise é feita por um grupo de analistas que verificam o potencial do fenômeno e se pode causar transtornos.

    • Severo: não há uma urgência imediata, ou seja, a população tem mais tempo para se proteger. Este alerta indica a necessidade de medidas de proteção. O sinal sonoro se assemelha a um “beep” similar ao do SMS e não irá soar no modo silencioso. A tela fica congelada e a mensagem só desaparecerá se o usuário a fechar.
    • Extremo: é o nível máximo de alerta, caracterizado por ameaças extremas à vida ou à propriedade. Esse nível de alerta chama a população para adotar medidas de proteção imediata. Neste caso, a mensagem acionará a vibração do aparelho e um sinal sonoro, semelhante a uma sirene, ainda que o celular esteja no modo silencioso. A tela fica congelada com a mensagem e só desaparece se o usuário a fechar.
  • SMS

Antes da chegada dos temporais, o CGE encaminha mensagens de alerta para a população através do SMS 40199. Para se cadastrar, é preciso enviar uma mensagem de texto para o número 40199 e colocar o CEP da localidade de interesse ou se cadastrar no WhatsApp, iniciando uma interação com o número (61) 2034-4611.

Há outras ferramentas de notificação de desastres disponíveis à população e não substituem os canais já existentes da Defesa Civil. Outras formas de alerta incluem:

  • Telegram: Busque por “Defesa Civil Alertas” ou acesse este link, envie um “olá” e siga as instruções para se cadastrar.
  • TV por assinatura: As mensagens aparecem automaticamente durante a programação, sem necessidade de cadastro.
  • Google Public Alerts: Ao pesquisar temas relacionados a desastres no Google ou ao usar o Google Maps em uma área de risco, você poderá receber alertas e informações relevantes.

Recomendações da Defesa Civil

A Defesa Civil do Estado de São Paulo orienta a população a adotar medidas preventivas e a seguir as recomendações de segurança durante a semana:

  • Evite áreas de risco, como encostas, margens de rios e locais com histórico de alagamentos;
  • Mantenha-se em locais seguros durante tempestades, evitando árvores, estruturas metálicas e áreas abertas;
  • Redobre a atenção no litoral e em municípios com acumulados elevados nos últimos dias;
  • Limpe calhas, ralos e bueiros para prevenir alagamentos;
  • Em emergências, acione a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

SP Sempre Alerta

O Governo de São Paulo mantém a campanha SP Sempre Alerta para coordenar as questões climáticas no estado. Desde 1 de dezembro, as ações estão voltadas para a Operação Chuvas, que se estende até 31 de março. Durante este período, todo o Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil permanece em prontidão. Os agentes realizam ações preventivas, como o monitoramento climatológico 24 horas, emitem alertas e realizam vistorias de campo.

Durante toda a operação é realizada a campanha de prevenção, com veiculação de materiais educativos em TV, rádio, outdoor, distribuição de panfletos e fixação de faixas orientativas, com objetivo de despertar mudança de mentalidade na população e prevenir à exposição ao risco, como por exemplo não atravessar áreas alagadas e buscar locais seguros durante os temporais.


Com informações da Agência SP.



Autor Poder360 ·


Grupo rebelde jihadista avança em direção ao sul do país; objetivo é a cidade de Homs, a cerca de 160 km da capital Damasco

A coalizão rebelde liderada pelo grupo jihadista HTS (Hayet Tahrir al-Sham) continua seu avanço em direção ao sul da Síria. Objetivo é chegar à cidade de Homs, a cerca de 160 km da capital Damasco, de onde milhares de pessoas fugiram pela aproximação rebelde. O HTS já tomou o controle das cidades de Aleppo e Hama para conseguir chegar até Homs.

O Instituto para o Estudo da Guerra possui dados que mostram o controle estimado do território sírio. Em amarelo estão as forças do governo de al-Assad. Em azul, os rebeldes do grupo islâmico fundamentalista HTS (Hayat Thrir al-Sham), que avança rumo a Homs. Em verde escuro, as Forças Democráticas Sírias, uma aliança de sírios de origem curda, árabes e de outras etnias que luta por um governo democrático e secular no país. Em verde claro, controle conjunto com o governo sírio. Em cinza oposição e militares dos EUA. Em roxo, oposição e militares da Turquia.

A campanha militar iniciada na semana passada reacendeu um conflito que estava parado há anos e mexeu com a organização do território. Os jihadistas vão em direção a Homs, controlada pelo governo. Já as tropas do exército sírio, apoiadas pelo Irã, foram vistas se retirando da cidade de Deir Ezzor, no leste, em direção à região central, sob ataque rebelde.

As Forças Democráticas da Síria enviaram suas tropas estacionadas no nordeste do país para áreas de onde os homens de Assad se retiraram, em Deir Ezzor e a oeste do Rio Eufrates. 

O Irã retirou na 6ª feira (6.dez.2024) chefes militares e outras autoridades da Síria depois dos avanços territoriais dos rebeldes contrários ao presidente Bashar al-Assad em direção a Homs. O controle da cidade, a 3ª maior da Síria, é considerado crucial para ambos os lados da guerra civil por conta de sua importância estratégica e logística em conflitos.

Depois das ofensivas, o Líbano e a Jordânia anunciaram o fechamento das fronteiras com a Síria. Damasco, ainda sob controle das forças de Bashar al-Assad, foi a única cidade que manteve sua fronteira aberta com os países vizinhos.

A Rússia e os EUA falaram para seus cidadãos deixarem a Síria. Os governos de Egito e Jordânia pediram a saída do presidente Bashar al-Assad da Síria.



Autor Poder360 ·


Anticorpos produzidos pela gestante depois de ser vacinada passam para o feto pela placenta; depois do parto, o reforço continua com a amamentação

A imunização é um cuidado essencial que deve fazer parte do pré-natal de toda gestante. Além de evitar problemas graves de saúde em um momento em que o organismo se encontra mais vulnerável, a mulher que mantém a carteira de vacinação em dia protege seu bebê de doenças importantes, uma vez que passa seus próprios anticorpos para o feto via placenta em um processo conhecido como “imunização passiva”. Depois do nascimento, o aleitamento materno segue contribuindo para o reforço da imunidade da criança.

Os recém-nascidos têm um sistema imunológico imaturo, que está em formação e aprendendo a responder de forma adequada às ‘agressões’ presentes no ambiente exterior ao útero. Por isso, eles são mais suscetíveis às infecções provocadas por vírus e bactérias”, afirma o pesquisador científico do Laboratório de Bioquímica do Butantan Ivo Lebrun. Ainda que os pequenos recebam diversas doses de vacina no início da vida, é só aos 6 meses de idade que a imunidade começa a ganhar robustez.

Segundo o calendário de vacinação preconizado pelo Ministério da Saúde, as grávidas devem receber um reforço da vacina dTpa –conhecida como tríplice bacteriana–, a fim de proteger os bebês contra o tétano neonatal, a difteria e a coqueluche. Caso não estejam com as doses em dia, elas precisam atualizar o esquema de imunização contra a hepatite B e dT, além de receber os imunizantes sazonais das campanhas contra a gripe e a covid-19.

As mulheres que pretendem engravidar em breve podem incluir no planejamento uma avaliação completa da caderneta vacinal. Assim, terão a oportunidade de atualizar ou completar o esquema daqueles imunizantes que não são recomendados durante a gestação, como a tríplice viral e a febre amarela”, orienta o consultor médico do CeVivas (Centro para Vigilância Viral e Avaliação Sorológica) e facilitador de operações do Centro de Desenvolvimento Científico do Butantan Antônio Jorge Martins.

TRANSFERÊNCIA DE ANTICORPOS PELA PLACENTA

Quando uma mulher grávida recebe uma vacina, seu sistema imunológico entra em ação para combater o “agente invasor” –ainda que o vírus ou bactéria expressado no imunizante não seja capaz de desencadear um quadro infeccioso.

Em 1º lugar, se dá a produção de anticorpos do tipo IgM, que têm ação inespecífica e promovem um 1º ataque ao microrganismo. Cerca de uma semana depois, os índices de IgM diminuem e entram em ação as IgG (imunoglobulinas G), que carregam uma receita “específica” capaz de neutralizar o antígeno. Esse é o anticorpo que a mãe vai passar para o filho por meio da placenta.

O anexo embrionário desenvolvido durante a gestação é o ponto de encontro dos sistemas circulatórios materno e fetal –essa troca metabólica permite o desenvolvimento de funções que o feto ainda não é capaz de realizar de maneira independente dentro do útero.

Como em uma espécie de “transfusão”, a placenta leva para o bebê –por meio do cordão umbilical– oxigênio, nutrientes e outras substâncias essenciais para o seu desenvolvimento; ao mesmo tempo, também elimina resíduos, como monóxido de carbono, ácido úrico e ureia, dispensados na corrente sanguínea da mãe.

Mesmo tendo um alto peso molecular, os anticorpos IgG presentes no organismo da gestante são capazes de atravessar a barreira placentária e alcançar a circulação fetal. O transporte se dá por um processo chamado de transcitose: quando uma célula capta, movimenta e secreta uma determinada molécula. Estima-se que o transporte ativo de imunoglobulina G comece a partir da 13ª semana, se estendendo por toda a gestação. Depois dos 6 meses de vida, a criança já começa a produzir o seu próprio IgG. 

IMUNIDADE PELO ALEITAMENTO MATERNO

Uma hipótese é que os anticorpos IgG produzidos pela vacinação da mãe também possam ser mobilizados para o leite materno, garantindo assim um reforço imunológico para o bebê mesmo depois do parto.

Como a vascularização na região das glândulas mamárias é grande, uma das possibilidades é que o anticorpo seja captado da circulação sanguínea materna em um processo parecido com o que acontece na placenta. Assim, quando a criança mama, recebe também os anticorpos”, afirma Ivo Lebrun. 

A partir de então, a alternativa é que essas moléculas passadas de mãe para filho através do leite seguem para o trato gastrointestinal. “Como no início da vida a digestão no intestino não é tão ácida, a substância não seria degradada, mas sim absorvida, caindo na corrente sanguínea do bebê”, diz o pesquisador do Laboratório de Bioquímica do Butantan.

Durante a pandemia de covid-19, um estudo conduzido pelo Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) indicou a presença de anticorpos capazes de neutralizar o Sars-CoV-2 no leite de colaboradoras lactantes imunizadas com a CoronaVac. As amostras indicaram uma alta concentração de anticorpos após as mulheres receberem a segunda dose do imunizante –os níveis se mantiveram altos mesmo após meses de amamentação. 

O leite materno –principalmente o colostro, líquido denso e amarelado, produzido pelo organismo da mulher logo depois do parto– também tem altas concentrações de anticorpos IgA, um tipo de imunoglobulina que protege as mucosas respiratórias e gastrointestinais da ação de microrganismos.

Quando ingeridas, essas moléculas criam uma espécie de barreira capaz de impedir que vírus e bactérias se fixem nos tecidos da região e atravessem a mucosa. É como se os tecidos estivessem revestidos por uma espécie de ‘verniz’ que faz os agentes invasores ‘escorregarem’ até serem eliminados pelas fezes”, disse Antônio Jorge.

Além da nutrição: leite materno estimula sistema imunológico, regula pressão arterial e contribui para o bem-estar dos bebês.

Não à toa, o leite materno é considerado a primeira “vacina” do bebê. Produzido “sob medida” pelo organismo da mãe, o alimento fortalece o sistema imunológico, diminui os riscos de obesidade, diabetes, diarreia e de infecções respiratórias.

Pensando justamente em reforçar a importância do aleitamento exclusivo até os 6 meses de vida, desde 1992, o mês de agosto marca a realização de diversas ações em prol do tema. No Brasil, a iniciativa, apoiada pelo Ministério da Saúde, ganhou o nome de Agosto Dourado em alusão ao padrão ouro de qualidade do alimento.


Com informações do Governo do Estado de São Paulo.



Autor Poder360 ·


Paulo Antonio Eruelinton Bianchini é suspeito de matar Dayara Talissa Fernandes da Cruz, em Orizona, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/Daniela da Cruz

Desde março deste ano, a família de Dayara Talissa Fernandes da Cruz, de 21 anos, enfrenta a dor da perda e da incerteza. O que foi tratado inicialmente como desaparecimento, tornou-se um caso de feminicídio. Companheiro da jovem, Paulo Antônio Eruelinton Bianchini, de 34 anos, está preso, suspeito de cometer o crime. Confira nesta reportagem a linha do tempo dos fatos:

  • Fim de fevereiro a 10 de março: Investigações mostraram que Dayara esteve com o companheiro na fazenda durante este período.
  • 10 de março: Dia estimado pela Polícia Civil como o desaparecimento de Dayara da Cruz.
  • 25 de março: Paulo Antônio registrou o desaparecimento de Dayara.
  • 24 de junho: A Polícia Civil tentou cumprir mandados de busca e apreensão, além do mandado de prisão do suspeito. As operações ocorreram sem sucesso em quatro cidades do interior de Goiás.
  • 1º de julho: Paulo Antônio se entregou e foi preso.
  • 6 de julho: A Polícia Civil encontrou uma ossada humana em uma fazenda, em Orizona.
  • 16 de julho: Laudo da perícia confirmou que a ossada encontrada enterrada na fazenda é de Dayara.

O advogado de Paulo Bianchini disse que apresentou seu cliente na delegacia de Vianópolis em 1º de julho para colaborar com a Justiça. A defesa afirmou que rechaçará o que chamou de “incongruências contidas no inquérito policial, as quais são baseadas em indícios apenas em razão do vínculo afetivo entre Paulo e a vítima” (leia nota na íntegra no final do texto).

Saiba mais detalhes abaixo:

Quem é o suspeito e a vítima?

Paulo Antônio Eruelinton Bianchini é um empresário de 34 anos. Já Dayara Talissa Fernandes da Cruz é natural de Diamantino, no Mato Grosso, e tem 21 anos. Segundo a família de Dayara, o homem não permitia que ela trabalhasse, por isso a jovem não tinha emprego formal.

A irmã da jovem, Daniela da Cruz, relatou que Dayara tinha muita vontade de ser mãe. “Ela tinha um coração muito bom. Nunca fez mal a ninguém”, disse a irmã.

Mulher desaparece em Orizona

Dayara da Cruz teria sumido no dia 10 de março deste ano, em Orizona. A Polícia Civil informou que seu companheiro registrou o desaparecimento dela no dia 25 do mesmo mês. Segundo o delegado Kennet Carvalho, foram constatadas contradições no depoimento dele e, por isso, a polícia passou a considerá-lo suspeito de ter matado a mulher, ocultado o corpo e registrado o desaparecimento.

A irmã da vítima contou que, inicialmente, Paulo disse aos familiares que havia deixado a jovem em uma rodoviária, mas posteriormente alterou sua versão diversas vezes, afirmando que ela tinha desaparecido de outros locais. Quando questionado pela família, o homem chegou a parar de responder e bloqueou o contato da mãe e da irmã de Dayara.

Em razão das suspeitas, a polícia tentou cumprir mandados de busca e apreensão, além do mandado de prisão do suspeito, no dia 24 de junho. As operações ocorreram sem sucesso em quatro cidades do interior de Goiás. Em 1º de julho, o suspeito se entregou.

O laudo da perícia confirmou que a ossada encontrada enterrada em uma fazenda de Orizona no dia 6 de julho é da jovem Dayara Talissa, conforme divulgou a Polícia Civil.

Relacionamento conturbado

Segundo a irmã da jovem, Paulo era ciumento e violento durante o relacionamento. De acordo com ela, os dois chegaram a terminar no final de 2023, mas reataram no início deste ano.

“Ele era possessivo, ciumento e estressado. Eles viviam brigando, ela vivia cheia de hematomas pelo corpo”, contou a irmã.

Por quais crimes o homem é suspeito?

Paulo Antônio Eruelinton Bianchini é suspeito de ter assassinado a mulher, ocultado o corpo dela e registrado o falso desaparecimento na Polícia Civil.

“Ele foi preso por ser suspeito de homicídio, ocultação de cadáver e fraude processual”, especificou o delegado responsável pelo caso.

O que diz a defesa do suspeito?

O advogado de Paulo Bianchini, Divino Diogo, disse que apresentou seu cliente na delegacia de Vianópolis em 1º de julho para colaborar com a Justiça. A defesa afirmou que contestará as inconsistências no inquérito, que tem “meros indícios em razão do vínculo afetivo com a suposta vítima”.

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Idosas são presas suspeitas de usar documentos falsos para aplicar golpes em benefícios do INSS, em Orizona, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

O g1 não localizou a defesa dos suspeitos até a última atualização da reportagem. Embora as fotos tenham sido divulgadas pela Polícia Civil para que possíveis vítimas se manifestem, nenhum deles teve o nome divulgado.

Segundo a polícia, o grupo todo mora em Trindade, mas estavam em Orizona, há cerca de uma semana tentando realizar o golpe na cidade e em municípios vizinhos. Por isso, já eram conhecidos na agência bancária em que acabaram presos.

Na quinta-feira, 4 de julho, a idosa de 66 anos foi até a agência bancária de Orizona e informou que queria sacar o INSS. Ela apresentou uma guia do benefício, carteira de trabalho e identidade. Todos documentos falsos. Mas, no momento da análise, os funcionários suspeitaram da identidade dela e chamaram a polícia.

Os policiais civis abordaram a idosa no momento em que ela entrava em um carro, onde estavam os outros três suspeitos. Todos foram abordados e, com eles, foram apreendidos diversos documentos falsos e R$ 4 mil em espécie.

Cerca de 2 mil daquele total apreendido, segundo a polícia, foram sacados pouco tempo antes, pela idosa de 78 anos, em uma agência bancária da cidade de Urutaí, localizada a 56,4 km de Orizona. Lá, os investigados usaram o mesmo método para receberem o valor.

Diante da situação, as vovós e os outros dois suspeitos foram levados para a delegacia e autuados em flagrante por estelionato e associação criminosa.

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Presos suspeitos de associação criminosa em Orizona, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

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Mansão de luxo de Virginia e Zé Felipe — Foto: Reprodução/Redes sociais

A mansão do casal está sendo construída em um condomínio de luxo de Goiânia. Além do casal, um dos trabalhadores processou duas empresas envolvidas na construção. Um deles pede a quantia de R$ 71 mil em uma ação que alega desvio de função.

O g1 não conseguiu localizar a defesa das empresas até a última atualização da reportagem.

O que diz a assessoria do casal?

A assessoria de Virginia e Zé Felipe afirmou que eles contrataram uma empreiteira para cuidar da obra e que essa empresa era responsável por administrar os prestadores de serviço. A equipe também informou que, ao casal, cabia apenas o repasse financeiro (leia a nota na íntegra ao final da matéria).

Segundo a assessoria, a carteira de trabalho de um dos funcionários foi anotada por Zé Felipe para que ele pudesse prestar serviços de pedreiro, em conformidade com a legislação trabalhista vigente. Além disso, a assessoria afirmou que “os pedidos formulados pelo trabalhador estão quitados, o que foi comprovado por documentos nos autos do processo”.

A assessoria também informou que Virginia não participa da relação contratual. Nada foi informado ao g1 sobre a carteira de trabalho do outro trabalhador.

Os trabalhadores entraram com processos trabalhistas contra o casal pedindo indenizações após atuarem na construção da mansão. Segundo o advogado Igor Matheus Rezende, que atua na defesa dos trabalhadores, uma audiência de conciliação foi realizada no dia 26 deste mês, mas terminou sem acordo. Diante da falta de acordo, o processo segue para as próximas fases.

Igor explicou que os processos estão seguindo o “curso normal” na Justiça do Trabalho, com a tramitação e a produção de provas (entenda na nota completa ao final da reportagem).

“Ao final, caberá ao Juízo proferir a sua sentença, que definirá as responsabilidades de cada parte de acordo com as provas produzidas nos processos”, disse em nota.

Em nota, o advogado ponderou que “em respeito ao princípio da imparcialidade e à lisura dos processos”, o escritório não divulgará mais informações sobre o caso à imprensa.

Novo vídeo da mansão de Virginia em condomínio de luxo impressiona até a Anitta

VEJA REPORTAGENS SOBRE A MANSÃO:

Nota do advogado dos trabalhadores:

“O Escritório Rezende e Achcar Advogados Associados vem a público esclarecer os fatos relacionados aos processos trabalhistas que representam os trabalhadores contra José Felipe, Virginia Fonseca e Empreiteiras

1. Anotações nas carteiras de trabalho: Gostaríamos de salientar que as anotações nas carteiras de trabalho dos trabalhadores foram feitas pelo próprio Sr. José Felipe, conforme consta nos autos dos processos. Essa informação é crucial para compreender a responsabilidade solidária do casal pelas obrigações trabalhistas em questão.

2. Andamento dos processos: Os processos seguem seu curso normal na Justiça do Trabalho, com a tramitação e a produção de provas. Ao final, caberá ao Juízo proferir a sua sentença, que definirá as responsabilidades de cada parte de acordo com as provas produzidas nos processos.

3. Resguardo da informação: Em respeito ao princípio da imparcialidade e à lisura dos processos, o Escritório Rezende e Achcar Advogados Associados opta por não tecer mais comentários sobre o caso à imprensa, uma vez que se trata de processos trabalhistas comuns, mas em desfavor de pessoas públicas. Acreditamos que a Justiça dará a devida resposta às partes envolvidas.”

Nota da assessoria de imprensa de Virginia e Zé Felipe

“Sobre as notícias veiculadas a respeito da ação trabalhista movida por dois profissionais, que atuavam na obra da casa do casal Zé Felipe e Virginia Fonseca, temos o seguinte a declarar:

Foi contratada uma empreiteira para tal obra, sendo a mesma responsável por administrar os prestadores de serviço. Cabe ao casal somente o repasse financeiro, de acordo com o determinado pela contratada – construtora.

De qualquer forma os advogados do casal acompanham o caso, se colocando a disposição da justiça para todo e qualquer esclarecimento necessário.”

“A Carteira de Trabalho do Sr. foi anotada pelo Sr. JOSÉ FELIPE ROCHA COSTA para prestar serviços de pedreiro, em cumprimento à legislação trabalhista vigente.

Os pedidos formulados pelo trabalhador estão quitados o que foi comprovado por documentos nos autos do processo.

Virgínia Pimenta Fonseca Serrão costa não participa dessa relação contratual.”

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