27 de abril de 2026
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Ministro da Fazenda havia dito que o deputado faz “micagem” ao produzir vídeos para redes sociais

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) disse nesta 4ª feira (11.jun.2025) que foi impedido de rebater uma declaração do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante audiência na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

“O presidente [da comissão], do PT, não deixou eu continuar e não respondeu o porquê”, declarou o deputado ao Poder360. “Aqui mostra, de fato, o porquê. Porque eles têm medo de um vídeo. Eles têm medo de uma fala. Por isso, não me deixaram falar. Eram 3 minutos. Agora está indo embora”, acrescentou.

Assista (1min45seg):

Haddad havia criticado Nikolas e Carlos Jordy (PL-RJ) por terem feito perguntas e deixado a sala da audiência. O ministro disse que os congressistas faziam “micagem” ao produzir vídeos para redes sociais, mas se ausentavam na hora das respostas.

O ministro também contestou as 300 milhões de visualizações no vídeo postado pelo deputado no Instagram sobre o monitoramento do Pix. Segundo ele, não há essa quantidade de pessoas que “falam a língua portuguesa no mundo”.

A fala de Haddad, porém, é equivocada. No Instagram, um mesmo usuário pode assistir a um vídeo várias vezes, o que faz com que as visualizações se acumulem.

Momentos depois, Nikolas retornou à comissão para responder ao ministro. O deputado afirmou que pediu uma “questão de ordem” –instrumento usado por congressistas para levantar dúvidas sobre a interpretação do regimento da Casa.

O presidente do colegiado, Rogério Correia (PT-MG), negou a palavra a Nikolas. A oposição contestou a decisão e iniciou uma discussão com o ministro, que acabou deixando a comissão depois do bate-boca.

Assista ao momento da fala de Haddad e de Jordy (7min04):

Depois da confusão, Haddad voltou a questionar o fato de Nikolas e Jordy terem saído da audiência. Jordy voltou pouco depois e disse que a sua ausência se deu porque ele e Nikolas tinham outras comissões para participar.

“Se as pessoas simplesmente falam o que querem e deixam a sala, não escutam o que nós temos para responder. Por que perguntou, então? Se não é para ouvir a resposta, perguntou para quê? Qual o objetivo desse debate? Se é que é um debate”, disse o chefe da Fazenda.

Assista (2min14):



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Diretor-presidente do Instituto Brasileiro da Mineração diz esperar que o PL aprovado no Senado sofra alterações na Câmara

O diretor-presidente do Ibram (Instituto Brasileiro da Mineração), Raul Jungmann, declarou nesta 3ª feira (10.jun.2025) ser contra o PL (projeto de lei) 2.159 de 2021. A proposta que afrouxa o licenciamento ambiental foi aprovada pelo Senado em 20 de maio deste ano.

“O Ibram, representante da mineração brasileira, não concorda com as mudanças que foram feitas no Senado”, disse. Segundo ele, as alterações feitas na Casa Alta não visam “agilidade”, mas, sim, “reduzir o rigor no processo de licenciamento”.

“Isso não pode acontecer. Vai criar problemas de competitividade para as indústrias nacionais e problemas em termos de compliance”, afirmou.

Jungmann foi um dos palestrantes do evento “Brasil em Transformação: mineração no Brasil e no exterior” realizado pelo Correio Braziliense, em Brasília.

O diretor-presidente afirmou que a demora de anos na aprovação de novos empreendimentos “destrói” o capital e torna a agilidade necessária. Mas disse que não defende “arrebentar os mecanismos de controle e fiscalização do meio ambiente” para assegurar essa eficiência.

Ao final de sua fala, ele declarou esperar que o “chamado de PL da Devastação” passe por mudanças na Câmara dos Deputados.

O PL do Licenciamento Ambiental retornou para análise da Casa Baixa em 22 de maio. Está na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Se for aprovado, o projeto de lei será enviado para sanção presidencial.



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Ministro das Cidades afirma que projeto mostra a desconexão de algumas pessoas da realidade do Brasil; proposta quer adiar implementação de 2033 para 2040

O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou nesta 6ª feira (6.jun.2025) ser contra o PL (projeto de lei) que tramita na Câmara dos Deputados que visa prorrogar o prazo para a universalização do saneamento básico no país de 2033 para 2040.

“Eu acho que quem discute essa possibilidade não tem noção do que é viver sem água, sem esgoto. Eu sou absolutamente contrário. Estamos em 2025, já temos 8 anos pela frente de desafio, e a gente puxar de 2033 para frente, que vai para 2040. É um tema que não consigo nem discutir, acho uma insensibilidade social. Isso mostra a desconexão da realidade do Brasil”, disse o ministro durante evento do Esfera, em São Paulo.

O projeto para ampliar o prazo é de autoria do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM). O texto ainda permite que, em 2040, o prazo seja estendido por até mais 5 anos “caso haja comprovação de dificuldades técnicas, financeiras ou logísticas extraordinárias”.

“Essa pauta precisa ser uma pauta não só do governo federal, tem de ser uma pauta de todo mundo. Tem de ser prioritária para o Brasil”, afirmou Jader.

Um levantamento do Instituto Trata Brasil, com base em dados do Snis (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), mostrou que 100 milhões de cidadãos não têm acesso ao serviço de coleta de esgotos e 35 milhões não são abastecidos com água tratada. Ainda segundo o Trata Brasil, cada real investido em saneamento leva a uma economia de R$ 4 na área de saúde.

Já o Portal Saneamento Básico lista uma série de doenças decorrentes do não tratamento de água e esgoto. Entre elas, estão febre amarela, hepatite, leptospirose e febre tifoide, além de infecções na pele e nos olhos.



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Ex-presidente da Argentina afirma que tentará vaga como deputada provincial; foi condenada por corrupção em 2022

Cristina Kirchner confirmou que vai se candidatar ao cargo de deputada provincial em Buenos Aires. Condenada por corrupção em 2022, a ex-presidente e ex-vice-presidente da Argentina falou sobre sua candidatura durante uma rara aparição na mídia. Ela deu uma entrevista ao canal C5N na 2ª feira (2.jun.2025). As informações são do jornal Clarín.

A ex-presidente disputará uma vaga na 3ª Seção Eleitoral, uma das 8 seções em que está dividida a província de Buenos Aires. Cada seção eleitoral engloba diversos municípios.

A Tercera, como é conhecida no meio político, é famosa por ser um reduto do peronismo. Inclui 19 municípios da região metropolitana de Buenos Aires e conta com quase 5 milhões de eleitores. A maioria dos distritos é governada por peronistas. Segundo o jornal argentino, em alguns deles, esses candidatos chegam a obter mais de 70% dos votos nas eleições enquanto seus concorrentes não chegam a 15% das preferências.

O kirchnerismo tem vencido na seção eleitoral desde 2005, mesmo diante de derrotas em âmbito nacional. Em 2009, por exemplo, Néstor Kirchner perdeu no total provincial, mas venceu nessa seção. O padrão se repetiu em 2013 e em 2017. Desde 1987, o peronismo só teve menos de 1 milhão de votos na região em 3 ocasiões: 1991, 2001 e 2003.

Pela 1ª vez, as eleições serão realizadas em duas datas distintas. No dia 7 de setembro, os eleitores escolherão os representantes para os cargos provinciais. Já a votação para os cargos nacionais, que incluem 35 deputados, será realizada em 26 de outubro.

A divisão da eleição em duas partes foi anunciada há algumas semanas pelo governador da província de Buenos Aires, o também peronista Alex Kicillof, ex-ministro do governo de Kirchner. Embora seja apontado como afilhado político da ex-presidente, Kicillof enfrenta atualmente um momento de tensão com Kirchner pela liderança do campo político.

Condenação por corrupção

Cristina Kirchner foi condenada a 6 anos de prisão pelo Tribunal Federal do país em 2022, mas ainda aguarda uma posição da Suprema Corte, visto que a ex-presidente solicitou a nulidade da sentença.

Cristina e seu marido, Néstor Kirchner –que morreu em 2010–, foram acusados de corrupção por supostamente favorecer o empresário Lázaro Baez em obras públicas na província de Santa Cruz durante os 3 primeiros mandatos dos Kirchners (2003–2015).



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Donald Tusk declarou que a votação no Parlamento será um “teste” para o governo; Karol Nawrocki foi eleito presidente no domingo (1º.jun)

O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk (Plataforma Cívica, centro), disse nesta 2ª feira (2.jun.2025) que pedirá ao Parlamento um voto de confiança testar a continuidade de seu governo. A declaração se deu 1 depois da vitória de Karol Nawrocki (independente, direita), opositor do atual governo, nas eleições presidenciais de domingo (1º.jun).

O voto de confiança é um mecanismo do Parlamento para confirmar o apoio dos congressistas ao trabalho do primeiro-ministro. Apesar de não possuir partido, Nawrocki é apoiado pelo PiS (Lei e Justiça, direita) do presidente Andzrej Duda, que barrou várias reformas propostas pelo premiê.

“Quero que todos vejam, incluindo nossos oponentes, em casa e no exterior, que estamos prontos para esta situação, que entendemos a gravidade do momento, mas que não pretendemos dar um único passo para trás”, disse Tusk em discurso na televisão.

O sistema semipresidencialista da Polônia exige uma boa relação entre o presidente e o primeiro-ministro, visto que as leis aprovadas pelo Parlamento só podem ser sancionadas pelo chefe do Executivo.

A derrota de Rafał Trzaskowski –mesmo partido de Tusk– representa uma derrota nas relações internas do governo, que tende a aprovar medidas que não serão aplicadas por causa da oposição presidencial.

Tusk disse que estaria disponível a cooperar com Karol se ele desejasse, mas que tal cenário seria uma “surpresa”. O líder polonês afirmou que o governo já possui experiência com um presidente que deseja barrar suas propostas.

“Segundo a Constituição e com a nossa própria consciência, cooperaremos com o novo presidente sempre que necessário e possível. Estou ciente de que pode ser mais difícil do que muitos de vocês imaginaram quando foram votar ontem [1º.jun]. Mas isso não altera em nada a minha determinação e vontade de agir em defesa de tudo em que acreditamos juntos”, disse o premiê.

Tusk não informou quando será a votação, somente que apresentará o pedido à Sejm –Casa Baixa do Parlamento– em um “futuro próximo”. Diferente de outros países como Reino Unido, França e Portugal, o primeiro-ministro da Polônia não é obrigado a deixar o governo caso perca o voto de confiança.

A derrota na votação, no entanto, tende a desestabilizar a base de Tusk e pode aumentar a pressão para a sua renúncia. Atualmente, a coalizão governista poderia aprovar o premiê com relativa tranquilidade, visto que são necessários 231 dos 460 votos. A Plataforma Cívica possui 242 cadeiras no Parlamento.

A aprovação, no entanto, dependeria da união dos partidos e a resolução de divergências políticas. O Polônia 2050, um dos partidos da coalizão, disse, por exemplo, que revisaria o acordo com o governo.



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Zucco afirma que o agronegócio do Rio Grande do Sul está “de joelhos” e cobra que o ministro da Agricultura encaminhe securitização

O líder da Oposição na Câmara, deputado Zucco (PL-RS), disse nesta 4ª feira (28.mai.2025) que o governo está “cagando” e não tem compromisso com a renegociação das dívidas dos produtores rurais do Rio Grande do Sul. Ele disse que o atraso da securitização é reflexo da falta de respeito e de ataques aos produtores gaúchos que são “marcas” da administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Os produtores gaúchos estão de joelhos. Não por fraqueza, mas por terem sido esmagados por enchentes, estiagem, tragédia climática, dívida impagável e por um Estado omisso, surdo à nossa dor”, disse em audiência na Câmara com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, para falar sobre medidas governamentais para conter a alta dos preços dos alimentos.

O deputado declarou que os produtores rurais não têm mais tempo para esperar ação do Ministério da Agricultura e estão “desesperados”, porque as dívidas vencem no final de maio e os bancos aumentam a pressão contra eles.

Em resposta ao deputado, Fávaro afirmou que “em hipótese alguma pode-se dizer que o governo desrespeita e não atende o Rio Grande do Sul”. 

“Talvez alguns se esqueçam de quanto recurso foi liberado em 2024 para reconstrução do Estado em todas as áreas. O governo foi extremamente atento. Reconheço que as medidas não surtiram 100% de efeitos. Mas há um processo para a volta à normalidade”, disse.

Zucco afirmou que o ministro deu a palavra aos produtores rurais de que os não deixariam “para trás” e que, além da renegociação de dívidas, criaria um grupo de trabalho para atender as demandas do setor, mas disse que, até agora, nada foi feito.

Fávaro afirmou que a securitização ainda não foi implementada porque o governo precisou criar o orçamento necessário para a execução, mas defendeu que o governo não está insensível. Declarou que as dívidas serão renegociadas e que irá enviar a regulamentação ao Banco Central.

COBRA DEMISSÃO

Zucco pediu que Carlos Fávaro demita o assessor especial do Ministério da Agricultura, Carlos Ernesto Augustin.

O congressista afirmou que o assessor debochou da situação dos produtores gaúchos durante uma das reuniões em que se debatiam alternativas de auxílio ao setor.

Segundo Zucco, Augustin disse que, se houver mais uma safra frustrada no Rio Grande do Sul, eles teriam que fechar o agro gaúcho.

O deputado afirmou que, caso o assessor não seja dispensado, significaria que o ministro concorda com o posicionamento.

Fávaro disse que estava presente no momento da fala e defendeu que o contexto da declaração não foi pejorativo e que, por isso, não demitirá o assessor.

“Eu sei o quanto ele está trabalhando pelo Estado. O que ele quis dizer é que o povo gaúcho não aguentaria outra quebra. Em hipótese alguma eu demitiria uma pessoa que está trabalhando. Não precisamos criar polêmica. Precisamos trabalhar por uma solução.”



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Em fórum, principal doador de Trump disse que fará “muito menos” no futuro; Musk investiu US$ 20 mi em candidato derrotado ao Supremo de Wisconsin

O bilionário Elon Musk, um dos principais doadores da campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou que pretende reduzir seus gastos com política. A declaração foi feita na 3ª feira (20.mai.2025), durante videoconferência no fórum econômico da Bloomberg em Doha, no Qatar.

“Vou fazer muito menos no futuro”, declarou o presidente-executivo da Tesla durante sua participação no evento. Quando questionado sobre o motivo, Musk respondeu: “Acho que já fiz o suficiente. (…) Se eu vir uma razão para fazer gastos políticos no futuro, farei. Atualmente, não vejo razão”.

Estima-se que o empresário tenha destinado cerca de US$ 250 milhões para apoiar o retorno de Trump à Casa Branca. Como principal benfeitor do PAC (sigla para Comitê de Ação Política –organização que arrecada dinheiro para apoiar ou se opor a candidatos, propostas e causas políticas) America, Musk financiou materiais de propaganda nos chamados Estados-pêndulo (aqueles que votam ora em democratas, ora em republicanos), além de discursar em comícios pró-Trump.

A decisão de Musk representa um possível revés para os republicanos nas eleições de meio mandato de 2026, que renovam a Câmara dos Representantes e 1/3 do Senado.

Musk foi protagonista de importantes investimentos políticos, com destaque para a disputa pela Suprema Corte de Wisconsin. Em alguns Estados norte-americanos, os juízes concorrem a eleições para ocupar vagas do Supremo estadual –em diversas vezes, com filiação política declarada.

O bilionário e seus grupos afiliados destinaram mais de US$ 20 milhões para apoiar o candidato Brad Schimel, que acabou derrotado pela democrata Susan Crawford.

A intervenção de Musk transformou a disputa judicial em Wisconsin em uma batalha sobre questões políticas nacionais. O empresário chegou a alertar na plataforma X (ex-Twitter), da qual é dono, que a eleição poderia “determinar o destino da civilização ocidental”.

LUCROS DA TESLA

Em abril, a Tesla reportou queda de 71% nos lucros do 1º trimestre. Concessionárias em todo o mundo registraram protestos e atos de vandalismo contra seus veículos.

Quando questionado se a reação negativa contra a Tesla o fez se arrepender de seu envolvimento político, Musk respondeu: “Fiz o que precisava ser feito”, criticando os manifestantes.

“Não sou alguém que já cometeu violência. E, no entanto, atos de violência foram cometidos contra as minhas empresas”, declarou.

O presidente-executivo da Tesla minimizou o impacto em seus negócios, dizendo que embora tenha perdido vendas à esquerda, “nós os ganhamos à direita”.

Sobre a situação financeira da empresa, Musk afirmou que os números de vendas estão fortes e que não há problemas à vista em relação à demanda. “Nossas ações não estariam sendo negociadas perto de máximas históricas se as coisas não estivessem em boa forma. Elas estão bem”, acrescentou.


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O atual governador (PSDB) tem 40,3% das intenções de voto; é seguido pela senadora Tereza Cristina (PP), com 25,5%

Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta 3ª feira (20.mai.2025) indica que, se a eleição para o governo do Mato Grosso do Sul fosse hoje, o atual governador do Estado, Eduardo Riedel (PSDB), venceria o pleito com 40,3% dos votos. É seguido pela senadora Tereza Cristina (PP), que aparece com 25,5%.

Na sequência, está o ex-governador Capitão Contar (PRTB), com 13,6%. O ex-deputado federal, Fábio Trad (PSD), tem 6,4%.

Eis os resultados do 1º cenário estimulado:

  • Eduardo Riedel (PSDB) – 40,3%;
  • Tereza Cristina (PP) ­– 25,5%;
  • Capitão Contar (PRTB) – 13,6%;
  • Fábio Trad (PSD) – 6,4%;
  • Marcos Pollon – 3,4%;
  • não sabem/não responderam – 3,8%;
  • nenhum/brancos/nulos – 6,9%.

A Paraná Pesquisas ouviu 1.540 eleitores em 44 municípios do Estado do Mato Grosso do Sul, de 13 a 16 de maio de 2025. O grau de confiança é de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,5 pontos percentuais.

SENADO FEDERAL

A pesquisa também testou cenários para a disputa para senador. O ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB), lidera a disputa pelo Senado entre os eleitores do Mato Grosso do Sul, com 38,3%.

Em seguida, aparecem empatadas, dentro da margem de erro da pesquisa (2,5 p.p.) a ministra de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), com 29,2%, e a ex-deputada Rose Modesto (União Brasil), com 26,8%. O senador Nelsinho Trad (PSD) aparece na sequência com 23,8%.

Eis os todos os resultados do cenário estimulado:

  • Reinaldo Azambuja (PSDB) – 38,3%;
  • Simone Tebet (MDB)– 29,2%;
  • Rose Modesto (União Brasil) – 26,8%;
  • Nelsinho Trad (PSD) – 23,8%;
  • Gianni do Bolsonaro (PL) – 12,1%;
  • Soraya Thronicke (Podemos)– 7,7%;
  • Vander Loubet (PT) – 7,4%;
  • Gerson Claro (Progessistas) – 3,6%;
  • não sabem/não responderam – 4,5%;
  • nenhum/brancos/nulos – 11,9%.

AGREGADOR DE PESQUISAS

O Poder360 mantém acervo com milhares de levantamentos com metodologias conhecidas e sobre os quais foi possível verificar a origem das informações. Há estudos realizados desde as eleições municipais de 2000. Trata-se do maior e mais longevo levantamento de pesquisas eleitorais disponível na internet brasileira.

O banco de dados é interativo e permite acompanhar a evolução de cada candidato. Acesse o Agregador de Pesquisas clicando aqui.

As informações de pesquisa começaram a ser compiladas pelo jornalista Fernando Rodrigues, diretor de Redação deste Poder360, em seu site, no ano 2000. Para acessar a página antiga com os levantamentos, clique aqui.



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Magistrado reprimiu defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que repetia perguntas ao ex-comandante do Exército Freire Gomes em depoimento sobre tentativa de golpe

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes disse nesta 2ª feira (19.mai.2025) que não permitiria que a defesa do ex-ministro da Justiça transformasse em “circo” o depoimento de testemunhas de acusação no caso da tentativa de golpe em 2022.

O advogado Eumar Novacki fez reiteradas perguntas ao ex-comandante do Exército Freire Gomes sobre a chamada “minuta do golpe”, que teria sido apresentada por Jair Bolsonaro (PL) em reuniões com os comandantes das Forças Armadas. Ele queria saber do militar se o documento, que, segundo a PGR (Procuradoria Geral da República) foi encontrado na casa de Torres durante as investigações, era o mesmo exposto pelo ex-presidente.

“O senhor já fez a mesma pergunta 4 vezes e a testemunha foi muito clara […] Eu não vou permitir que a Vossa Senhoria faça circo no meu Tribunal […] Não dá para tentar induzir a testemunha”, declarou Moraes, irritado.

A defesa de Torres buscava desvincular o ex-ministro da elaboração do decreto que estabeleceria a ruptura institucional por meio de Estado de Sítio ou pela Garantia da Lei e da Ordem.

Minutos antes, no entanto, Moraes já havia reprimido Freire Gomes, que amenizou a versão do seu depoimento à PF (Polícia Federal) sobre a adesão do comandante da Marinha, Almir Garnier, à tentativa de golpe. O almirante é um dos réus do grupo.

A testemunha não pode omitir o que sabe. Se mentiu na polícia, tem que dizer que mentiu na polícia. Não pode, perante o STF, falar que não lembra. Solicito que antes de responder pense bem”, afirmou Moraes.

DEPOIMENTOS AO STF

O ex-comandante do Exército foi indicado pela PGR como testemunha de acusação no julgamento por tentativa de golpe em 2022. A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) deu início aos depoimentos do núcleo 1 nesta 2ª feira (19.mai).

As oitivas são realizadas por videoconferência e não haverá transmissão oficial.

A imprensa acompanhou por meio de um telão instalado na sala da 1ª Turma do STF. Mas os jornalistas foram proibidos de realizar qualquer tipo de gravação.

Fazem parte do núcleo 1, além do ex-presidente Jair Bolsonaro:

  • Walter Braga Netto, general do Exército, ex-ministro e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;
  • General Augusto Heleno, ex-ministro de Segurança Institucional;
  • Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa.

Ao todo, 81 testemunhas devem ser ouvidas. Entre os nomes estão os ex-comandantes das Forças Armadas Marco Antônio Freire Gomes (Exército) e Carlos de Almeida Baptista Júnior (Aeronáutica), além do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).



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Alta foi puxada pela agropecuária, que avançou 6,1% no período em relação ao 4º trimestre de 2024

Considerado a prévia do Produto Interno Bruto, o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) do Banco Central subiu 1,3% no 1º trimestre de 2025 em relação ao 4º trimestre de 2024. O crescimento foi puxado pela agropecuária, que avançou 6,1% no período.

O Banco Central publica mensalmente os dados da atividade econômica. A autoridade monetária passou a detalhar as informações setoriais no relatório de fevereiro de 2025. Eis a íntegra do levantamento (PDF – 146 kB).

A indústria cresceu 1,6% no 1º trimestre ante o trimestre anterior, segundo o BC. O setor de serviços teve alta de 0,7%.

Em comparação com o 1º trimestre de 2024, a economia brasileira cresceu 3,7% de janeiro a março. A atividade econômica avançou 4,2% no acumulado de 12 meses.

A taxa do IBC-Br em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, foi de 0,8%.

O IBC-Br mede a evolução da atividade econômica e auxilia o Banco Central nas decisões sobre possíveis alterações na Selic, a taxa básica de juros. O índice considera informações sobre o nível de atividade de indústria, comércio e serviços, e agropecuária, além do volume de impostos.

Contudo, o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o PIB (Produto Interno Bruto), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O PIB é a soma de tudo o que o país produziu em determinado período. É um dos indicadores mais importantes do desempenho de uma economia.

Nos dados oficiais do IBGE, a economia brasileira cresceu 3,4% em 2024 em relação a 2023.



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