João Nazareno Roque trabalhava na C&M Software e disse ter dado acesso aos hackers; defesa alega que ele foi usado como “fantoche”
O homem suspeito de colaborar com o ataque hacker contra a empresa C&M Software na 3ª feira (1º.jul.2025) disse que teria recebido R$ 15.000 como pagamento para facilitar a invasão do sistema. João Nazareno Roque, de 48 anos, foi preso pela Polícia Civil de São Paulo na 5ª feira (3.jul).
Em um depoimento em vídeo obtido pelo “Fantástico”, da TV Globo, Roque, que trabalhava como operador de tecnologia para a C&M, disse aos policiais no momento da prisão que os hackers sabiam onde ele trabalhava e 1 deles o abordou em um bar.
Roque relatou que só se comunicava com os criminosos por celular, e que trocava de aparelho a cada 15 dias para não ser rastreado. Ele disse ainda ter recebido R$ 5.000 no início e, depois, mais R$ 10.000 em dinheiro.
A defesa de Roque argumenta que ele foi enganado. O advogado do suspeito, Jonas Reis, disse ao “Fantástico” que o homem “serviu de fantoche” e “não sabia desse golpe multimilionário”.
Segundo a reportagem, com a ajuda do funcionário, os hackers passaram a ter acesso às contas de reserva de diferentes instituições bancárias. Essas contas fazem parte de uma exigência do BC para todas as instituições financeiras, são usadas apenas para transações entre os bancos e não têm nenhuma relação com as contas dos clientes.
Durante o ataque, os computadores da empresa processaram centenas de transferências bancárias. Ainda não há confirmação sobre o total do dinheiro desviado, que foi estimado por especialistas ouvidos pelo “Fantástico” em R$ 800 milhões. Este foi o maior ataque a um sistema financeiro já registrado no país
A C&M presta serviço para instituições financeiras, tem acesso direto aos sistemas do BC (Banco Central) e atua integrando instituições financeiras ao Pix. A empresa foi homologada pelo BC para essa função em 2001 e continua ateando nessa função até então. Atualmente, outras 8 empresas também são homologadas no país.
Em nota divulgada na 4ª feira (2.jul), o BC afirmou que “determinou o desligamento do acesso das instituições às infraestruturas por ela operadas” e que o ataque “não prejudicou clientes”.
Na 5ª feira (3.jul), a empresa informou que, no ataque, foram usadas as credenciais de um cliente da prestadora de serviço “como se fosse uma instituição financeira autorizada” e que o BC autorizou a “retomada controlada” do Pix. O ataque hacker não impactou nenhum grande banco.
Segundo o levantamento da Confederação Nacional da Indústria, o movimento não alterou o quadro geral de falta de confiança
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) Setorial subiu em 15 e caiu em 14 dos 29 setores industriais em junho, aponta levantamento divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta semana.
Com o resultado, os segmentos de perfumaria, limpeza e higiene pessoal e de produtos de borracha migraram de um estado de falta de confiança para um estado de confiança. O setor de bebidas fez movimento contrário. O balanço do mês de junho tem 21 setores da indústria pessimistas, 7 otimistas e 1 neutro.
“A avaliação negativa dos empresários sobre as condições correntes e as expectativas para a economia é o que mais contribui para o quadro de pessimismo. Isso se deve, principalmente, à elevação dos juros iniciada no fim do ano passado, que causa demanda mais baixa por produtos industriais e dificuldades para a realização de investimentos”, disse o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.
Nas pequenas indústrias, o ICEI caiu 0,2 ponto, para 47,4 pontos. Nas médias, também diminuiu 0,2 ponto, para 48,5 pontos. Ambas continuam sem confiança.
Entre as grandes indústrias, o indicador recuou de forma mais expressiva: queda de 0,5 ponto. O movimento fez o índice dessas empresas cair para 49,7 pontos, para um estado de falta de confiança, consolidando o quadro de pessimismo disseminado entre todos os portes.
No recorte por região, a confiança caiu 2,1 pontos nas indústrias do Centro-Oeste e 0,5 ponto nas indústrias do Sudeste. Ficou estável entre as empresas do Sul e aumentou 1,7 ponto no Norte e 0,6 ponto no Nordeste.
Os empresários do Centro-Oeste estão pessimistas, sentimento que já se via entre os industriais do Sudeste e do Sul. No Norte e no Nordeste, permanece o cenário de otimismo.
- Norte: 53 pontos;
- Nordeste: 52,3 pontos;
- Centro-Oeste: 48,8 pontos;
- Sul: 48,2 pontos;
- Sudeste: 47,2 pontos.
Para esta edição, a CNI consultou 1.766 empresas: 694 de pequeno porte; 649 de médio porte; e 423 de grande porte, de 2 e 11 de junho.
Com informações da Agência CNI.
Ex-secretário de Comunicação do partido foi demitido em maio depois de dizer em troca de mensagens com Mauro Cid que preferia Lula a Michelle Bolsonaro na Presidência
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) teceu elogios ao ex-secretário de Comunicação do PL (Partido Liberal) Fábio Wajngarten e afirmou que a demissão do advogado foi “no mínimo confusa”.
Em publicação em seu perfil no X nesta 4ª feira (2.jul.2025), Eduardo afirmou que o ex-secretário teria “mil motivos” para criticar o partido ou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas não o fez.
“O Wajngarten nos conheceu antes de 2018, num momento em que pouquíssimos aderiam ao projeto Jair Bolsonaro. Ele não tem mandato, saiu do PL de uma maneira no mínimo confusa, ou seja, teria mil motivos para se revoltar e jogar pedras no JB/PL”, escreveu o congressista.
O advogado era integrante do núcleo mais próximo de Bolsonaro e chegou a auxiliar a defesa do ex-presidente nas acusações por golpe de Estado.
Foi demitido do partido em maio depois que conversas com o ex-ajudante de ordens da Presidência Mauro Cid onde ele diz preferir Lula a Michelle Bolsonaro na Presidência vazaram.
A conversa se deu em 27 de janeiro de 2023. À época, Wajngarten enviou a Cid uma notícia de que o PL analisava lançar Michelle como candidata à Presidência caso Bolsonaro fosse impedido de concorrer nas eleições de 2026. “Prefiro o Lula”, disse Cid. “Idem”, respondeu Wajngarten.
Em entrevista à CNN nesta 4ª feira (2.jul), o ex-secretário defendeu que Eduardo ou Michelle substituam Bolsonaro caso ele não possa disputar as eleições em 2026.
Secretário-executivo da Fazenda afirma haver espaço para que o Banco Central “reveja a política monetária”
O secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta 3ª feira (1º.jul.2025) haver condições para que os juros passem a cair no Brasil. Ele mencionou que a inflação está desacelerando e isso abre espaço para uma revisão na política monetária.
“Tem muita gente que reclama da inflação, e a gente deve se preocupar sempre com inflação, mas ela começa a cair. Maio e junho mostram que no período de 12 meses, a inflação começa a dar sinais de queda, dando condições para que a gente reveja a política monetária e consiga em algum momento ter taxas de juros baixas no país”, declarou.
A declaração foi dada durante o seminário Governança e Estratégias Públicas em Inteligência Artificial, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Rio.
Na 5ª feira (26.jun), o IPCA-15 –considerado a prévia da inflação– acumulado em 12 meses desacelerou de 5,40% em maio para 5,27% em junho. Já a taxa básica de juros está em 15% ao ano.
Durigan afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está apresentando dados econômicos positivos. Citou a taxa de desemprego na mínima histórica: atingiu 6,2% no trimestre encerrado em maio.
“Vocês estão acompanhando a quantidade de problema e de ruído que a gente tem, mas acho que faz parte da democracia, do diálogo institucional, e a gente tem que perseverar para seguir entregando esses bons resultados para a população”, declarou.
DÍVIDA PÚBLICA
Pela manhã, o número 2 da Fazenda participou da 17ª Equity Conference, do Citi Brasil, em São Paulo. Durante o evento defendeu que a política econômica está “gerando bons resultados” para assegurar a estabilização da dívida pública.
Na sua visão, se for mantida, haveria uma melhoria no cenário da dívida nos próximos 5 anos.
Leia também:
Dívida pública sobe para R$ 7,671 trilhões em maio, diz Tesouro;
Limite encerra em 9 de julho; presidente dos EUA também afirma ter encontrado um comprador para o TikTok, mas com aval da China
O presidente Donald Trump (Partido Republicano) disse que não pretende estender o prazo de 9 de julho para que países firmem acordos comerciais com os EUA e evitem tarifas mais altas.
Em entrevista à Fox News divulgada neste domingo (29.jun.2025), Trump declarou acreditar que não será necessário postergar a data-limite. “Eu poderia [prorrogar], sem grandes problemas”, afirmou, “mas não acho que será preciso”.
Na 6ª feira (27.jun), o secretário do Tesouro, Scott Bessent, adotou um tom mais cauteloso em entrevista à Fox Business. Segundo ele, alguns países têm procurado os EUA com “acordos muito bons”, mas é improvável que sejam concluídos até o prazo final.
“Se conseguirmos fechar 10 ou 12 dos 18 acordos principais —há outros 20 relacionamentos importantes—, acho que poderemos concluir [os entendimentos] comerciais até o Dia do Trabalho”, disse Bessent, referindo-se ao feriado celebrado em setembro nos EUA.
A política comercial de Trump ganhou força em 2 de abril, com o início da cobrança de tarifas recíprocas. O presidente batizou a data de “Liberation Day” (“Dia da Libertação”) por considerá-la um marco no enfrentamento do que chama de comércio internacional “injusto”.
Desde o início de seu 2º mandato, em 20 de janeiro, Trump impôs diversas tarifas a produtos e parceiros comerciais, com o objetivo de reduzir déficits, impulsionar a indústria americana e fortalecer a economia do país.
Conflito com o Irã
Na mesma entrevista à Fox News, Trump falou sobre o ataque a instalações nucleares do Irã no sábado (21.jun). Segundo o presidente, a operação destruiu completamente as estruturas, que estariam localizadas em cavernas.
“Eles só fugiram para sobreviver. Não moveram nada. Não acreditavam que seria possível fazer o que fizemos. Foram milhares de toneladas de pedra em Fordow. Todo o lugar foi destruído”, afirmou.
Os ataques, segundo Trump, atingiram instalações em Fordow, Natanz e Esfahan.
TikTok na mira
Trump também voltou a comentar a possível venda das operações do TikTok nos EUA. Segundo o presidente, há “pessoas muito ricas” interessadas na aquisição da rede social, que pertence à empresa chinesa ByteDance. Ele disse que deve revelar os nomes dos interessados “em cerca de duas semanas”.
“Temos um comprador para o TikTok. Acredito que precisaremos da aprovação da China, e acho que o presidente Xi [Jinping] provavelmente dará essa aprovação”, afirmou.
Há 10 dias, Trump prorrogou por mais 90 dias o prazo para que a empresa chinesa ByteDance se desfaça das operações do TikTok em território norte-americano. A nova data-limite passa a ser 17 de setembro.
É a 3ª vez que Trump adia a aplicação da lei que exige a venda do TikTok a uma empresa dos EUA –caso contrário, o aplicativo pode ser banido do país.
Presidente afirmou que carga tributária atual é menor que em 2011, quando o governo também era administrado pelo PT, mas declaração é imprecisa
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que os empresários reclamam da carga tributária, mas não mencionam os benefícios fiscais que recebem.
Durante cerimônia do programa “Combustível do Futuro Chegou: E30 e B15”, realizada nesta 4ª feira (25.jun.2025), o petista diz que foi a 1ª vez que viu empresários elogiarem uma política pública do governo.
“Mesmo assim, eu tô cansado de ver empresário falar da carga tributária. Só não falam de R$ 860 bilhões de […] desoneração”, disse.
A cerimônia lançou oficialmente os combustíveis E30 e B15. O presidente disse ainda que a carga atual é menor que a existente em 2011, no início do 1º mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Em sua declaração, Lula pode ter tentado repetir o que havia dito o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em maio.
O chefe da Economia afirmou em 26 de maio de 2025 que a carga tributária federal e a receita primária federal é menor do que 10 anos atrás. Essa declaração é imprecisa. Em ambos, houve aumento em relação ao patamar de 2014.
Lula citou 2011. À época, a carga tributária daquele ano, o 1º do Dilma 1, era menor. Se ele quis dizer receita tributária, de fato era maior. Leia no infográfico abaixo:
O presidente ressaltou a importância da iniciativa para além do setor empresarial: “Além dessa política interessar a vocês, interessa, sobretudo, ao Brasil”.
Apesar das críticas, o petista reconheceu que os empresários presentes na cerimônia exaltaram as medidas do governo federal.
“É a 1ª vez, em 12 anos que sou presidente […] que os empresários têm coragem de elogiar a política publica que está sendo anunciada pelo governo”, afirmou Lula, que recebeu aplausos de pé dos participantes.
Lula pediu que o setor empresarial considere os interesses nacionais acima dos individuais. “Tem horas que a gente tem que deixar os nossos interesses individualizados, e pensar um pouco nesse país”, declarou.
“Em sessão virtual? É um assunto sério demais para o país”, afirmou Lindbergh; tema vai à votação nesta 4ª feira
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ) afirmou ter sido surpreendido com o fato de o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ter pautado para esta 4ª feira (25.jun.2025) a votação do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) 314 de 2025, que revoga o decreto do governo que aumentou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Ele questionou o fato de a sessão que analisará o tema não ser realizada de forma presencial.
“Como deputado e líder do PT, fui surpreendido com a divulgação da pauta de votações de amanhã [4ª feira (25.jun)]. Entre os temas a serem apreciados, está o PDL que anula o decreto do IOF. Em sessão virtual? Esse é um assunto sério demais para o país”, escreveu em seu perfil no X.
A expectativa dos deputados era de que a proposta só fosse analisada em meados de julho. A Câmara está esvaziada por causa das festas de São João. Muitos políticos do Norte e Nordeste voltaram às suas bases eleitorais. O próprio Motta tem compartilhado fotos e vídeos das festas na Paraíba, seu Estado natal.
346 VOTOS CONTRA O GOVERNO
Em 16 de junho, os deputados aprovaram, por 346 votos a 97, o requerimento de urgência para o PDL.
Motta havia pautado a urgência depois de o Executivo publicar uma MP (medida provisória) que elevou impostos e um decreto que revogou parte do reajuste do IOF, não sua totalidade. Houve insatisfação no Congresso.
Entre as medidas da MP, o governo quer taxar investimentos hoje isentos, como:
- LCA (Letra de Crédito do Agronegócio);
- LCI (Letra de Crédito Imobiliário).
SEM CLIMA PARA A MP
Congressistas de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falam em devolver o texto ao governo.
Uma das possibilidades cogitadas para compensar as perdas com o decreto do IOF seria usar as reservas de dividendos da Petrobras (R$ 10,3 bilhões), do BB (R$ 2,5 bilhões) e do BNDES (R$ 16,1 bilhões).
Gleisi e os governistas têm dito que, se o decreto for mesmo derrubado e a MP rejeitada, uma das soluções seria contingenciar as emendas dos congressistas. A decisão tende a deteriorar ainda mais a relação entre o governo e o Congresso.
Pavel Durov diz ser pai de mais de uma centena de crianças por meio de doação de esperma; afirma que só vai liberar o patrimônio depois de 30 anos
O dono do Telegram, Pavel Durov, disse que deixará sua herança bilionária aos seus filhos. Ele afirmou ser “pai oficial” de 6 crianças com 3 parceiras, mas que tem mais de 100 herdeiros por meio de doação de esperma.
O empresário concentra uma fortuna de US$ 17,1 bilhões, segundo a revista especializada Forbes. Se o dinheiro fosse dividido hoje entre os filhos, cada um receberia aproximadamente US$ 160 milhões.
“A clínica em que comecei a doar esperma há 15 anos para ajudar um amigo me disse que mais de 100 bebês foram concebidos dessa forma em 12 países”, declarou em entrevista à revista francesa Le Point publicada nesta 5ª feira (19.jun.2025).
Segundo ele, a herança não será liberada imediatamente depois de sua morte. Afirmou ser necessário esperar um período de “ao menos” 30 anos para distribuir o patrimônio aos herdeiros.
Durov não explicou ao longo da entrevista como seria capaz de identificar quem é ou não seu filho ao escrever o testamento.
“Quero deixar claro que não faço diferença entre meus filhos: há aqueles que foram concebidos naturalmente e aqueles que vieram das minhas doações de esperma. Todos são meus filhos e todos terão os mesmos direitos”, disse.
Questionado sobre qual seria o destino do Telegram depois de sua morte, o bilionário respondeu que uma organização sem fins lucrativos tomaria conta da plataforma. O objetivo é manter a ferramenta funcionando.
“Se eu desaparecer, uma fundação sem fins lucrativos assumirá. Meu objetivo é garantir a continuidade da plataforma: quero que ela continue existindo de forma independente, respeitando a privacidade e a liberdade de expressão”, afirmou.
QUEM É PAVEL DUROV
Pavel Durov tem 40 anos. É o criador do Telegram, lançado com foco em comunicação digital. Depois de conflitos com o governo russo, deixou o país e passou a viver fora. Ele alega que as diferenças com a Rússia se deram por liberdade de expressão.
Nelsinho Trad afirma que integrantes de comitivas oficiais embarcam na Jordânia em voos comerciais
13 brasileiros que integravam comitivas oficiais em visita a Israel iniciam a volta ao Brasil ainda nesta 5ª feira (19.jun.2025) em voos comerciais, informou o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
O grupo está na Jordânia. Outros 14 brasileiros que também estão no país embarcarão na 6ª feira (20.jun).
Trad é presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado e tem acompanhado a saída de brasileiros de Israel por causa do início do conflito dos israelenses com o Irã.
“A Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal informa que segue mobilizada, em articulação com o Itamaraty e a Força Aérea Brasileira (FAB), para o retorno seguro dos brasileiros que estão em Israel e manifestaram interesse na repatriação”, diz o senador em nota enviada por sua assessoria de imprensa.
De acordo com ele, a FAB aguarda a reabertura do espaço aéreo israelense e a finalização de trâmites operacionais para buscar pessoas que queiram voltar ao Brasil.
Na 4ª feira (18.jun), outro grupo com autoridades que estavam a trabalho no país voltou ao Brasil. A comitiva visitou Israel para conhecer tecnologias de defesa e segurança pública a convite do Ministério das Relações Exteriores local. O retorno está sendo viabilizado diretamente pelo governo israelense, que também arcou com os custos das passagens aéreas.
Na 2ª feira (16.jun), delegações de prefeitos e outras autoridades que também estavam em Israel deixaram a Jordânia e chegaram à Arábia Saudita, onde embarcaram rumo ao Brasil na 3ª feira (17.jun).
Leia abaixo quem deve embarcar em voo comercial nesta 5ª feira:
- Marcos Rocha – governador de Rondônia;
- Ana Paula Soares Marra – secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal;
- Thiago Frederico de Souza Costa – secretário-executivo de Políticas de Segurança Pública do Distrito Federal;
- Rafael Borges Bueno – secretário de Agricultura do Distrito Federal;
- Pedro Leonardo de Paula Rezende – secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás;
- Ricardo José Senna – secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul;
- Christinne Cavalheiro Maymone Gonçalves – secretária-adjunta da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul;
- Marcos Espíndola de Freitas – coordenador de Tecnologia da Informação da Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul;
- Augusto Leonel de Souza Marques – secretário de Integração de Rondônia;
- Valdemir Carlos de Góes – secretário-chefe da Casa Militar de Rondônia;
- Maricleide Lima da Fonseca – chefe de agenda do governador de Rondônia;
- Rute Carvalho Silva Pedrosa – chefe de gabinete do governador de Rondônia;
- Renan Fernandes Barreto – chefe de mídias do governador de Rondônia.
Advogado do general Marcelo Câmara, Eduardo Kuntz confirmou ter conversado com o tenente-coronel pelo Instagram
O advogado do general Marcelo Câmara, Eduardo Kuntz, afirmou que conversou com o tenente-coronel Mauro Cid durante o acordo de delação premiada com o objetivo de “tirar informações dele [Cid] para poder contribuir com a defesa dos clientes”. Câmara é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) por tentativa de golpe de Estado.
Kuntz disse que seguiu com a troca de mensagens no Instagram por não acreditar que estava fazendo algo de errado. “Se ele [Cid] estava descumprindo [a delação] era um problema que não cabia a mim discutir, e sim às autoridades”, afirmou. As declarações foram dadas à GloboNews nesta 3ª feira (17.jun.2025).
Na entrevista, o advogado disse que, em um 1º momento, acreditou que Cid havia entrado em contato para tentar contratá-lo. Atualmente, Cezar Bitencourt é o responsável pela defesa do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Além disso, Kuntz afirmou que ficou preocupado com a atitude de Cid ser uma “ação controlada” para tentar obter informações sobre seus clientes. Para ele, manter contato com o tenente-coronel seria uma forma de “investigação de defesa” –ato respaldado legalmente.
As conversas foram divulgadas nesta 3ª feira (17.jun) pelo STF (Supremo Tribunal Federal), depois de reportagem publicada pela revista Veja.
Procurado pelo jornal digital Poder360, Cezar Bitencourt não quis comentar as declarações de Eduardo Kuntz.



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