Estado reforçou as visitas para eliminar os criadouros e distribuiu vacinas contra a doença; assista ao vídeo
Um dos principais meios de combate à dengue começa dentro de casa, com a eliminação de possíveis criadouros do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da doença. Mais de 80% dos focos estão nas residências, de acordo com o Governo de São Paulo. Atitudes simples no dia a dia podem evitar o problema.
Dentre as principais recomendações estão:
- evitar acumular água em pratos de plantas;
- guardar pneus em locais cobertos ou descartá-los corretamente;
- limpar e escovar com frequência os recipientes de água dos pets;
- manter caixas-d’água bem fechadas;
- limpar calhas e ralos;
- cobrir piscinas quando não estiverem em uso; e
- descartar corretamente objetos que possam acumular água.
Assista ao vídeo e saiba as ações do Governo de São Paulo no combate à dengue.
Além de incentivar os cuidados da população, o governo do Estado intensificou as iniciativas de combate à dengue, com visitas aos imóveis, mutirões de limpeza e ações educativas. São mais de 40.000 profissionais da saúde mobilizados para monitorar focos e orientar os cidadãos.
Também para prevenir novos casos da doença, houve reforço com a distribuição de 2,6 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante é o 1º do mundo em dose única e foi desenvolvido para proteger contra os 4 sorotipos da dengue.
Este conteúdo foi produzido em parceria com o Governo do Estado de São Paulo. As informações e os dados divulgados são de total responsabilidade do autor.
Pré-candidato diz que Novo é “talvez o partido mais à direita do Brasil” e defende linha sem corrupção
O pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta 2ª feira (13.abr.2026) que se considera “mais à direita” e que o PL tem “frutas podres”. A declaração foi dada a jornalistas depois da participação em evento da Associação Comercial de São Paulo, na capital paulista.
Ao comentar sobre o PL, Zema afirmou que há problemas internos. “No PL eu acho que tem algumas frutas podres”, disse. Segundo ele, o Novo adota critérios mais rígidos. “Se tiver alguém desalinhado com os nossos princípios, está fora. É o único partido que faz isso”, afirmou.
Segundo Zema, o Partido Novo tem uma atuação mais alinhada a princípios do que outras siglas. “Quem pega as propostas do Novo vai ver que talvez seja o partido mais à direita do Brasil”, afirmou.
O político disse que, apesar de se posicionar no campo da direita, há diferenças em relação a outros partidos. “Eu sou de direita, mas sou diferente. Sou uma direita que quer privatizar, que respeita a Constituição e que não tem corrupção”, disse.
Apesar da crítica, Zema reconheceu aproximação entre as siglas em alguns Estados. Ele citou alianças no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e disse que as conversas continuam. “Estamos trabalhando juntos em diversos Estados do Brasil”, declarou.
O pré-candidato também afirmou que pretende manter sua campanha até o fim. “Eu vou levar minha pré-campanha e campanha até o final”, disse.
Segundo a pesquisa, 37% disseram achar que Bolsonaro deve voltar para a prisão, enquanto 5% não souberam responder
Levantamento do Datafolha divulgado no sábado (11.abr.2026) mostra que 59% dos brasileiros dizem acreditar que Jair Bolsonaro (PL) deve cumprir a pena em prisão domiciliar. Segundo a pesquisa, outros 37% afirmaram que acham que o ex-presidente deve voltar para a prisão, enquanto 5% não souberam responder.
Para este último levantamento, o instituto ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios entre os dias 7 e 9 de abril. As variações estão dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
No dia 27 de março, o ex-presidente foi transferido do hospital onde estava internado para tratar uma pneumonia, em Brasília, à sua casa, após o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes lhe conceder prisão domiciliar humanitária. Contudo, o benefício teve prazo válido de 90 dias, condicionado à gravidade do estado de saúde de Bolsonaro.
Caberá ao ministro analisar eventual prorrogação ou o retorno do ex-presidente à unidade prisional da Papudinha.
Na decisão, o ministro disse que, de acordo com a literatura médica, o tempo de recuperação total nos 2 pulmões de um idoso (o ex-presidente tem 71 anos) pode durar de 45 a 90 dias. “Após esse prazo, será reanalisada a presença dos requisitos necessários para a manutenção da prisão domiciliar humanitária, inclusive com perícia médica se houver necessidade”, disse o ministro. Leia a íntegra (PDF – 790 kB).
Moraes também determinou que:
- tornozeleira eletrônica – Bolsonaro terá que usar tornozeleira eletrônica;
- moradores da casa – Michelle, Laura Bolsonaro e Letícia Marianna Firmo da Silva (enteada de Bolsonaro) não precisam de autorização, pois moram na mesma casa;
- visitas dos filhos – Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro poderão visitar o pai “nas mesmas condições legais do estabelecimento prisional”, ou seja, às quartas-feiras e aos sábados, das 8h às 11h, das 11h às 13h e das 14h às 16h;
- demais visitas – todas que não forem de familiares diretos, advogados e médicos estão suspensas por 90 dias;
- atendimento – médicos não precisarão pedir autorização para visita;
- saúde de Bolsonaro – se necessário, o ex-presidente poderá ser internado sem necessidade de prévia decisão judicial, caso haja orientação médica;
- uso de aparelhos – Bolsonaro não poderá usar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa “diretamente ou por intermédio de terceiros”;
- revista de visitantes – os celulares de quem for visitar o ex-presidente deverão ficar com os agentes policiais;
- imagens e redes sociais – Bolsonaro não poderá usar redes sociais nem ter fotos e vídeos divulgados.
Os advogados do ex-presidente haviam protocolado diferentes requerimentos solicitando a substituição da custódia por domiciliar. Alegaram risco clínico e necessidade de acompanhamento médico contínuo. Nos pedidos, a defesa citou episódios recentes de internação, agravamento do quadro respiratório e histórico de doenças associadas aos sistemas digestivo e respiratório.
Presidente do Banco Central respondeu perguntas de senadores na CPI do Crime Organizado nesta 4ª feira (8.abr)
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta 4ª feira (8.abr.2026) que os processos de auditoria e sindicância interna não encontraram “qualquer culpa” do ex-presidente da autoridade monetária Roberto Campos Neto no caso do Master.
“Não há, em nenhum processo de auditoria ou de sindicância, nada que encontra qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos”, disse.
Galípolo foi convidado pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado para explicar a atuação do Banco Central no caso Master, o maior escândalo bancário da história e que pode culminar em um possível acordo de delação premiada com impacto nos Três Poderes. O relator da CPI é o senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
O fundador do Master, Daniel Vorcaro, está preso desde 4 de março. É investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos.
Galípolo teve reunião fora da agenda pública no Palácio do Planalto em 4 de dezembro de 2024 com Vorcaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outras autoridades. Na época, ele não informou sobre o encontro ao então presidente do Banco Central Roberto Campos Neto.
O presidente do Banco Central comentou sobre as investigações que resultaram em um rombo de quase R$ 52 bilhões no FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Ele é ouvido na condição de testemunha.
BRB
O Banco Central descobriu os créditos podres do Master durante a negociação de compra em 2025 do Master pelo BRB (Banco de Brasília), estatal do Distrito Federal. O BRB agora está em situação financeira alarmante depois de comprar R$ 12,2 bilhões em carteiras do Master.
A estatal entregou em fevereiro deste ano um plano de capital com medida para recompor o balanço e reforçar a liquidez, mas corre risco de ser liquidada pelo Banco Central, assim como o Banco Master. O BRB não divulgou o balanço financeiro do ano passado, o que elevou as incertezas em relação ao futuro do banco.
O Banco Central teve “certeza” da inexistência de lastro em carteira de crédito em 27 de junho de 2025. As autoridades competentes –Ministério Público Federal e Polícia Federal– foram comunicadas em julho. A 1ª fase da operação Compliance Zero foi realizada em novembro.
Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana, do Banco Central, são suspeitos de facilitar interesses do Master na autoridade monetária. A CGU (Controladoria Geral da União) também instaurou processos administrativos disciplinares. Paulo Sérgio Souza foi diretor de Fiscalização do Banco Central de 2017 a 2023, durante os governos Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), sendo indicado pelos 2 ex-presidentes para o cargo.
Paulo Souza é alvo de investigações da PF por fornecer informações privilegiadas para Daniel Vorcaro. Belline e Souza atuavam no Desup (Departamento de Supervisão Bancária) e foram afastados dos cargos em 4 de março deste ano.
As investigações assumem duas frentes:
- uma da CGU (Controladoria Geral da União), com possíveis sanções administrativas;
- uma da Polícia Federal, do ponto de vista criminal.
Galípolo já disse que a autoridade monetária tem um sentimento de “consternação” depois do caso do Master. Na época, defendeu que a ética é um valor “muito caro” aos funcionários públicos da instituição e pediu “ajuda” para a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 65 de 2023 no Congresso, que amplia a autonomia financeira do Banco Central em relação ao governo federal.
De acordo com Galípolo, o diretor de Fiscalização do BC, Ailton Aquino, identificou em janeiro de 2025 que o Master estava fazendo venda de novas carteiras por causa dos problemas de liquidez, mesmo com as dificuldades de nova captação.
Um grupo de análise começou os trabalhos em fevereiro e identificou, em março, que as carteiras não tinham lastro. Os documentos obtidos eram, segundo Galípolo, insuficientes para constatar uma fraude, mas o BC procurou respostas mais satisfatórias sobre a origem dos créditos.
O Banco Central teve dificuldade para encontrar evidências e avançou nas investigações durante o processo de análise de compra do Master pelo BRB.
O BC defende que o rito legal do processo foi respeitado para que não houvesse questionamentos posteriores. O BC deu “chances” para que fosse esclarecido, e o tempo de apuração foi destinado para fundamentar o processo e avisos às autoridades competentes.
CASO MASTER
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025. O fundador da instituição financeira, Daniel Vorcaro, firmou em 19 de março de 2026 um acordo de confidencialidade com a PF (Polícia Federal) e com a PGR (Procuradoria Geral da República) que possibilita a delação premiada. O documento expõe riscos de várias autoridades públicas de Brasília. Esse acordo foi assinado quase 12 meses depois do anúncio de compra pelo BRB (Banco de Brasília), que tenta se recuperar financeiramente após a operação.
O Master foi responsável pelo rombo recorde no FGC (Fundo Garantidor de Créditos), de quase R$ 52 bilhões, mesmo tendo somente 0,57% do ativo total e 0,55% das captações do sistema financeiro nacional. Também provocou prejuízo de quase R$ 2 bilhões para Estados e municípios nos fundos de Previdência.
Victor Glover afirma que a Páscoa é uma oportunidade para a humanidade está em um mesmo planeta
O astronauta Victor Glover, que integra a missão Artemis 2, disse no sábado (4.abr.2026) que a Terra é “uma coisa só” e que a Páscoa, celebrada neste domingo (5.abr) é um lembrete para a humanidade: “É uma oportunidade para nos lembrarmos de onde estamos, de quem somos e de que somos a mesma coisa”.
“Para mim, uma das perspectivas pessoais realmente importantes que tenho aqui em cima é que posso realmente ver a Terra como uma coisa só. Vocês estão em uma nave espacial chamada Terra, que foi criada para nos dar um lugar para viver no universo, no cosmos. Confiem em mim: Vocês são especiais”, afirmou.
Assista ao vídeo de Glover (1min27s):
Além de Glover, Reid Wiseman, Christina Koch e Jeremy Hansen também estão a bordo da cápsula, lançada na 4ª feira (1º.abr.2026).
“Ao chegarmos ao domingo de Páscoa pensando em todas as culturas ao redor do mundo, quer você comemore ou não, quer você acredite em Deus ou não, esta é uma oportunidade para lembrarmos onde estamos, quem somos, que somos a mesma coisa e que temos que passar por isso juntos”, disse o astronauta.
ARTEMIS 2
A missão Artemis 2, o 1º voo tripulado do programa lunar da Nasa desde 1972, foi lançada em 1º de abril de 2026, do Centro Espacial Kennedy, nos EUA. Quatro astronautas –Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen (Agência Espacial Canadense)– estão a bordo da Orion, em um voo ao redor da Lua com retorno previsto à Terra em cerca de 10 dias.
O objetivo é testar sistemas da Orion –incluindo suporte à vida, comunicação e propulsão– e procedimentos de voo tripulado em torno da Lua, além de avaliar a rotina e desempenho da tripulação em condições de microgravidade. Os astronautas conduzirão experimentos, monitoramento de sistemas e manobras de navegação, garantindo a segurança e a eficácia de futuras missões lunares.
A missão deve chegar à Lua na tarde de 2ª feira (6.abr.2026), quando a espaçonave Orion realizará um sobrevoo de 6 horas ao redor do satélite natural da Terra. Durante essa fase, está previsto um apagão de cerca de 40 minutos na comunicação com a equipe em solo, causado pela passagem da cápsula pela face oculta da Lua.
Assista ao momento do lançamento da Artemis 2 (3min45s):
Levantamento da RealTime BigData mostra que petista tem 59% das intenções de voto nos 2 cenários testados; Flávio Bolsonaro tem de 22% a 23%
Levantamento da RealTime BigData divulgado nesta 2ª feira (30.mar.2026) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em simulações de 1º turno para a eleição presidencial no Ceará.
A Real Time Big Data testou 2 cenários diferentes de disputa eleitoral. Em ambos, o petista marca 59% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro registrou 23% no 1º cenário e 22% no 2º.

A pesquisa incluiu o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que foi anunciado oficialmente como pré-candidato à Presidência pelo PSD nesta 2ª feira (30.mar). O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), aparece na pesquisa, pois era cotado para concorrer pelo partido. Contudo, depois do anúncio do PSD desta 2ª feira, não deve concorrer.
A Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores cearenses de 27 a 28 de marços de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06276/2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 64.000 e foi pago com recursos próprios.
REJEIÇÃO
O estudo também perguntou aos entrevistados em quem eles não votariam. Flávio Bolsonaro lidera o ranking, com 58% de rejeição. O atual presidente aparece na sequência, com 37%.

APROVAÇÃO DE LULA
O trabalho do presidente Lula é aprovado por 64% dos eleitores cearenses e desaprovado por 34%.

AGREGADOR DE PESQUISAS
O Poder360 oferece aos assinantes do Drive o Agregador de Pesquisas, o mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].
Caso seja assinante, clique aqui para acessar o Agregador de Pesquisas e buscar os dados que desejar para as disputas de 2026 ou de todos os anos anteriores. Leia aqui como assinar o Drive para acessar o Agregador de Pesquisas e outros produtos do Poder360.
Yasushi Noguchi diz que seu país quer diálogo apesar de discordância sobre o domínio da ilha
O embaixador do Japão no Brasil, Yasushi Noguchi, disse que o país apoia o diálogo entre a China e a ilha de Taiwan –território que é ponto de discordância entre os países. Segundo o diplomata, as relações entre Tóquio e Taipei não são governamentais, sendo exclusivamente “comerciais e culturais”.
Em entrevista ao Poder360, Noguchi também afirmou que o Japão está disposto a resolver os desgastes diplomáticos com Pequim. A relação entre os países –que é historicamente sensível– piorou após a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi (Partido Liberal Democrático, direita), declarar que defenderia o governo separatista da ilha no caso de uma invasão chinesa.
“Sempre estamos abertos à China para resolver discrepâncias, problemas ou diferenças. Então, queremos solucionar dessa maneira e queremos ter relações mais estáveis. [Há] muitos benefícios entre Japão e China”, afirmou o embaixador japonês.
Assista à íntegra da entrevista (20min):
Segundo o diplomata, o governo japonês está disposto a conversar com o país vizinho para impulsionar uma reaproximação diplomática. A China, no entanto, têm adotado um tom duro após as declarações de Takaichi sobre Taiwan.
Na 3ª feira (24.mar), o Ministério das Relações Exteriores da China culpou a primeira-ministra pelo desgaste diplomático entre os países. O domínio da ilha é um tópico inegociável para Pequim, que só deve retomar o diálogo com o Japão caso ela se desculpe pelas falas.
“Estamos a dialogar. Nossa porta está aberta a dialogar com a China, então sempre estamos dispostos a solucionar diferenças através de diálogo”, disse Noguchi.
Japão mira avanço da parceria com Brasil
Em entrevista ao Poder360, Yasushi Noguchi declarou que a relação entre os 2 países vive uma fase de expansão econômica impulsionada pela busca japonesa por “segurança econômica” e por maior resiliência nas cadeias de suprimentos. Segundo ele, o Brasil ganhou relevância estratégica nesse cenário por combinar “estabilidade democrática” e “abundância” de recursos naturais.
O movimento se dá no contexto de reorganização das cadeias globais, pressionadas por tensões recentes –como a alta do preço do petróleo após tensões no estreito de Ormuz, a disputa entre Estados Unidos e China pelo controle de minerais críticos e a maior incerteza na política comercial norte-americana– que têm levado países como o Japão a reduzir a dependência de poucos fornecedores em setores estratégicos.
Noguchi destacou avanços em duas frentes principais. São elas:
- exploração de minerais críticos do Brasil pelo Japão;
- processo de abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira.
Durante sua filiação ao PSB, ministra critica prefeito de São Paulo e defende que ofensa não é “forma de se fazer política”
No ato de sua filiação ao PSB nesta 6ª feira (27.mar.2026), a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, rebateu o prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que a chamou de “marionete de Lula”. Na resposta, Tebet disse que Nunes foi “absolutamente deselegante com as mulheres brasileiras”, mas também ressaltou “ter carinho” por ele.
“É uma ofensa, eu acredito que de forma absolutamente deselegante, né, Ricardo Nunes. Você foi absolutamente deselegante com as mulheres brasileiras e você sabe do carinho que tenho por você. Eu paro por aqui em relação a isso. Não é forma de se fazer política. É uma forma agressiva de dar exemplo i para as mulheres”, disse Simone, no Hall Monumental da Assembleia Legislativa de São Paulo. Ela disse que está para nascer o homem que vai manipulá-la.
Ricardo Nunes (MDB) chamou a ministra de “marionete de Lula” em uma entrevista ao UOL em 21 de março de 2026. Depois de responder ao prefeito, ela afirmou ter “o maior respeito” pelo presidente e pelo seu vice, Geraldo Alckmin. Segundo Tebet, ela atende a um pedido de ambos ao concorrer ao Senado por São Paulo.
Tebet vai disputar uma vaga como senadora em 2026 ao lado da chapa governista. A outra vaga segue em aberto. Nomes cogitados são da ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) e do seu colega de partido, o ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB), que esteve presente no evento. Na 2ª feira (23.mar), Alckmin deixou em aberto a possibilidade de concorrer.
A ministra deixa o MDB depois de 29 anos, seu único partido durante toda a trajetória política.
Tebet é natural de Mato Grosso do Sul. No Estado, foi deputada estadual, prefeita de Três Lagoas, secretária de governo, vice-governadora e senadora.
Pré-candidato à Presidência pelo Missão associa bolsonarismo a crimes e diz que seu partido é a “direita que tem vergonha na cara”
O coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre) e pré-candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, afirmou nesta 5ª feira (19.mar.2026) que o senador Flávio Bolsonaro, tido como a principal liderança do PL para as eleições de 2026, “é um ladrão”.
Em entrevista ao Poder360 após o evento que marcou a filiação de Kim Kataguiri à nova legenda, em São Paulo, Renan afirmou que há uma divisão clara dentro da direita brasileira. “Existe hoje a direita pró-corrupção, que é a do Flávio Bolsonaro, e existe uma direita que tem vergonha na cara, que é a nossa”, disse. Em tom ainda mais agressivo, ele acusou diretamente o senador. “O Flávio é um ladrão, e eu vou mostrar para eles que ele é um ladrão”, declarou.
Renan Santos também afirmou ser superior aos demais pré-candidatos. “Sou uma pessoa mais inteligente que os outros pré-candidatos, com muita vantagem. Sou uma pessoa idônea, eles não são”, disse.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de apoiar outro candidato de direita no 2º turno, ele diz que não cogita uma derrota no 1º turno. “Eu não vou entrar numa guerra para perder. Eu vou trabalhar só para ganhar”, afirmou.
O pré-candidato destacou que sua estratégia eleitoral se baseia na exposição e no contato direto com eleitores, com viagens pelo país e participação em entrevistas.
Ele afirmou que já tem forte presença entre os jovens e aposta que ampliará sua base conforme se tornar mais conhecido. “No dia que todo mundo me conhecer, eu vou atropelar eles”, disse. Em março, uma pesquisa do Datafolha mostrou que o pré-candidato possui 10% das intenções de votos da geração Z (jovens entre 16 e 24 anos). Ao levar em conta todas as faixas etárias, porém, o líder do Missão não passa dos 3%.
Trajetória política
Renan Santos iniciou sua trajetória política em 2014 como um dos fundadores do MBL (Movimento Brasil Livre), juntamente com Alexandre Santos, Kim Kataguiri, Frederico Rahu e Gabriel Calamari, no qual liderou as manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff.
Renan assumiu a presidência da nova legenda e é pré-candidato à Presidência da República para as eleições de 2026. Segundo pesquisas do Datafolha, Renan já alcança 10% das intenções de voto entre jovens de 16 a 24 anos). Uma das estratégias da legenda é focar no público da geração Z.
Durante anos, atuou articulador em negociações de alianças e candidaturas de membros do grupo em legendas como DEM, Patriota, Podemos e União Brasil. Ele coordenou também a elaboração do “Livro Amarelo”, documento que reúne as propostas de governo do grupo para o país.
Sobre o Missão
O Missão é o braço partidário do MBL (Movimento Brasil Livre), aprovado pelo TSE no final de 2025 sob o número 14. Ele é a 1ª legenda criada no Brasil desde 2019 e surge com uma proposta liberal, defendendo um Estado enxuto, reforma administrativa e foco rigoroso na segurança pública, diretrizes reunidas no chamado “Livro Amarelo”.
Para as eleições de 2026, o partido planeja lançar candidatos a todos os cargos, buscando representatividade em todas as unidades da federação. O coordenador do partido, Renan Santos, é pré-candidato à Presidência da República.
Atualmente, o grupo trabalha para finalizar ajustes técnicos no estatuto exigidos pela Justiça Eleitoral para garantir sua plena participação no próximo pleito.
Esta reportagem foi produzida pela estagiária de jornalismo Gabriella Santos sob supervisão do editor Guilherme Pavarin
Ex-ministro da Saúde diz que ex-presidente monto equipe às pressas após facada; filho disputa com mais estrutura e experiência
O ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL-PB) afirmou, nesta 4ª feira (18.mar.2026), que o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) possui articulação política e equipe de governo superiores às que Jair Bolsonaro (PL) tinha ao assumir o Executivo em 2019.
Queiroga disse ao Poder360 que o ex-presidente teria enfrentado dificuldades iniciais para formar seu secretariado e estabelecer diálogo com o Congresso. Bolsonaro “falava com as paredes” do Congresso naquele período inicial, de acordo com o ex-ministro, enquanto Flávio já teria um “time para governar” desde o primeiro dia de mandato.
Queiroga destacou que Flávio Bolsonaro também tem a seu favor a experiência adquirida durante o governo Bolsonaro e que já conta com uma equipe preparada para governar. O ex-ministro ressaltou que Jair Bolsonaro levou 2 anos para formar essa estrutura.
Em resposta sobre as possíveis diferenças entre os 2 governos, o ex-ministro comparou as condições de ambos ao assumir o governo. Bolsonaro precisou montar seu governo em um mês, enquanto se recuperava em um hospital depois que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG).
“Ele sabe o que vai fazer, tem o time para governar. E o Flávio é hábil. A gente está trabalhando para, no 2º dia do governo, o Flávio já começar a trabalhar num programa de reconstrução do Brasil com outras bases”, declarou o ex-ministro, sem especificar essas “outras bases”.
Na área da saúde, Queiroga mencionou ter proposto um “Plano Real da saúde”. O ex-ministro estabeleceu um paralelo com o Plano Real, que entrou em vigor em julho de 1994. Segundo ele, assim como este devolveu o conceito de valor da moeda, o Plano Real da saúde devolveria o conceito de valor em saúde.
“A gente precisa desenvolver a questão do valor de saúde. Então o Flávio vai fazer isso”, declarou.



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