4 de junho de 2026
  • 06:50 Semana curta, Parlamento ativo | Portal da Alego
  • 03:07 Parceria entre Alego e Prefeitura amplia serviços em Aparecida
  • 23:22 Saiba como países reagiram a novo tarifaço de Donald Trump
  • 19:38 Bruno Peixoto apresenta política de valorização de resíduos sólidos
  • 15:52 Supermercados em Goiás passam a fechar às 11h aos domingos


Michelle Ramalho participou de painel sobre jogos eletrônicos e apostas on-line no 2º dia do 14º Fórum de Lisboa

A vice-presidente da CBF, Michelle Ramalho, declarou nesta 3ª feira (2.jun.2026) que “muitos ignorantes falam que as bets têm que acabar, mas as bets são tão vítimas quanto as federações”.

A declaração foi feita durante um painel sobre jogos eletrônicos e apostas on-line, realizado no 2º dia do 14º Fórum de Lisboa. Também participaram Alexandre Fonseca, CEO da Superbet Apostas Esportivas, e Guilherme Figueiredo, diretor de Assuntos Públicos da Betano Brasil, Kaizen Gaming.

“Não se pode mais falar hoje em futebol sem bets. Temos que desmistificar esse rótulo que muitos falam como se as bets fossem o autor das manipulações de resultados. […] Qual é a bet que vai querer que aquele jogo seja manipulado?”, declarou Ramalho.

A vice-presidente da CBF afirmou que as casas de apostas regulamentadas são “vítimas desses rótulos errados” e que empresas como a Superbet e a Betano “estão fazendo um trabalho muito sério”.

“É muito importante tipificar as casas de apostas que não estão legalizadas. Não temos uma lei severa para isso. E não é justo com quem está legalizado, fazendo tudo certinho, concorrer com as casas ilegais. […] O Congresso precisa abrir os olhos para isso”, disse.

Alexandre Fonseca, da Superbet, disse que atribuir o endividamento das famílias brasileiras ao segmento de apostas não se sustenta em dados. “O público feminino e de baixa renda está entre os mais endividados. Já o nosso cliente é majoritariamente masculino e de renda maior. O principal núcleo de endividamento está no cartão de crédito e nós não aceitamos. O mercado ilegal aceita, mas o regulamentado só aceita Pix”, afirmou.

“Todo problema na sociedade brasileira atribui-se a bets. Mas as bets não são um fenômeno novo, foi apenas regulamentado. E a regulamentação no Brasil funciona”, completou.

Guilherme Figueiredo, da Betano Brasil, comentou sobre os programas do governo, como Bolsa Família e Desenrola, que usam ferramentas como reconhecimento fácil para impedir que beneficiários façam apostas on-line. Destacou que são medidas importantes, mesmo que as bets não tenham relação com o endividamento.

Figueiredo citou também que “a portaria de Jogo Responsável é um exemplo para a América Latina” e pediu que políticos e influenciadores defendam o mercado regular no Brasil.

“Nós estamos sofrendo um ataque de vários setores por estarmos tudo no mesmo balaio. Mas ou você defende o jogo legalizado ou você estará defendendo o jogo ilegal”, declarou.

14º FÓRUM DE LISBOA

O tema do Fórum de Lisboa deste ano é “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais”. Todos os debates serão realizados de 1º a 3 de junho na Universidade de Lisboa.

O evento terá a presença de nomes como Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, Magda Chambriard, presidente da Petrobras, e Aloízio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

O número total de participantes no Fórum de Lisboa aumentou de 360 em 2025 para 450 em 2026. É um recorde para o evento. Mas o total de autoridades brasileiras caiu com relação ao ano passado –a única exceção é no Legislativo, que terá 2 congressistas a mais neste ano. A mudança de embocadura do tema central do encontro, mais globalizado, é a razão de haver mais palestrantes de outros países e não apenas do Brasil e de Portugal.

O 14º Fórum de Lisboa recebeu o Alto Patrocínio da Presidência da República Portuguesa, dado pelo presidente português a iniciativas, eventos, congressos, projetos ou comemorações que são considerados de especial interesse público, relevância cívica, cultural, científica, social ou econômica para Portugal.

Não se trata de conceder financiamento ou apoio material. É uma chancela de reconhecimento e prestígio institucional.

A distinção, segundo a organização do evento, “reconhece a relevância institucional, acadêmica e cívica do evento, bem como sua contribuição para o fortalecimento do debate democrático e para a reflexão sobre os desafios contemporâneos enfrentados por Portugal, pelo Brasil e pela comunidade internacional”.


Leia mais sobre o 1º dia do 14º Fórum de Lisboa:



Autor Poder360 ·


Pré-candidato deu a declaração após figurar no 3º lugar na pesquisa de intenção de voto realizada pelo Real Time Big Data nesta 2ª feira

O pré-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) postou nesta 2ª feira (1.jun.2026) um vídeo nas suas contas nas redes sociais no qual afirma que, caso dispute com o atual presidente e também pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai “arrasá-lo nos debates”.

O fundador do Missão diz que vai ganhar a eleição com base na pesquisa do Real Time Big Data divulgada também nesta 2ª feira na qual o político ficou em 3º lugar nas intenções de voto, com 6%. Mesmo citando o bom desempenho na pesquisa, afirmou que não confia na metodologia do instituto.

“Eu vou vencer essa eleição e não estou brincando. Acabou de sair a pesquisa Real Time Big Data me colocando em 3º lugar com 6%. Vocês nunca devem levar a sério esse instituto, dado que eu nunca levei muito a sério o Real Time Big Data. Entretanto, mesmo que eles usem uma, vamos colocar aqui, uma metodologia que eu não concordo, tiveram que ajustar a pesquisa e me duplicar nas intenções de voto. Eu saí de 3% para 6%. E mesmo no 2º turno, eu tirei 7 pontos do Lula”.

Renan Santos também reafirmou posições que pretende adotar caso seja eleito, dizendo que quer “matar bandido como se não houvesse amanhã” e que deseja que “o Brasil se torne, em 30 anos, uma das cinco maiores nações do mundo”.



Autor Poder360 ·


Ministro da Fazenda afirma que governo vai buscar diálogo para evitar sanções ao sistema financeiro brasileiro

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta 6ª feira (29.mai.2026) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), depois de o governo norte-americano classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações “terroristas”.

Segundo o ministro, o governo brasileiro vai buscar diálogo com a administração norte-americana para evitar que a medida resulte em sanções contra instituições financeiras, empresas nacionais ou estruturas consideradas estratégicas, como o Pix. As conversas, disse o ministro à Globonews, também devem envolver ministros dos 2 países.

Durigan afirmou que há preocupação no setor financeiro com possíveis restrições decorrentes da classificação das facções.  Segundo ele, há receio de que contas, operações bancárias ou até infraestruturas financeiras brasileiras sejam alvo de questionamentos ou restrições por parte das autoridades norte-americanas.

O governo também pretende conversar com agências de classificação de risco para evitar que a avaliação sobre a economia brasileira seja afetada por fatores políticos. Para Durigan, eventuais sanções ou notificações unilaterais poderiam elevar custos para empresas e investidores.

O ministro defendeu o fortalecimento da cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado e afirmou que Lula já apresentou essa posição a Trump.  De acordo com Durigan, as autoridades americanas demonstraram concordância com propostas brasileiras para ampliar a cooperação entre os dois países. “O que importa é fazer uma cooperação para que a gente apreenda fuzil, para que a gente apreenda arma, droga sintética que vem dos Estados Unidos para cá”, afirmou.



Autor Poder360 ·


Levantamento da Human Data aponta aumento de 258% no interesse dos brasileiros pela escolha dos jogadores da Seleção

A lista do técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, para a Copa do Mundo de 2026 foi aprovada por 3 em cada 4 brasileiros conectados à internet. É o que indica uma pesquisa da Human Data, empresa que atua com dados, inteligência artificial (IA) e cultura digital, divulgada nesta 3ª feira (19.mai.2026).

Segundo o estudo, realizado de 15 a 18 de maio, dia da convocação, 74% dos torcedores concordaram com os nomes anunciados pelo técnico. A pesquisa analisou a expectativa e a repercussão da lista final em portais, ambientes digitais e redes sociais, como TikTok, Instagram, YouTube, Facebook e X.

Na comparação com a última Copa, realizada em 2022 no Catar, o interesse dos brasileiros teve um aumento de 258%. A convocação atingiu um pico de 633.000 menções nas diversas plataformas monitoradas.

Neymar foi o atleta que mais envolveu o público nas redes, com 225.000 menções no período. O jogador concentrava a maior expectativa sobre a presença ou não na lista de Ancelotti para a Copa do Mundo.

Conforme a pesquisa, as publicações de maior engajamento foram vídeos com crianças reagindo emocionadas e festivas ao momento no qual o treinador anunciou o nome do atacante do Santos na convocação.

O volume de menções a Neymar foi quase 11 vezes maior que as 20.519 referências a Vinícius Júnior, do Real Madrid (Espanha). O também atacante Endrick, do Lyon (França), foi outro nome bastante comentado –de acordo com o estudo, 22% do público aprovou a convocação do atleta.

A pesquisa mostra como a seleção brasileira continua mobilizando o país de forma única, despertando sentimentos positivos e negativos”, afirmou Otávio Ereno, diretor executivo da Human Data.

“A convocação deste ano, inclusive, tornou-se uma das mais mencionadas da história nas redes sociais, ultrapassando a bolha do futebol e ganhando relevância em diferentes esferas da sociedade”, disse Ereno.

Para as marcas, existe uma oportunidade enorme de participar dessas conversas em tempo real, independentemente de serem ou não patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo ou do time brasileiro”, completou.


Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil, em 20 de maio de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.



Autor Poder360 ·


Pré-candidato criticou governo atual e disse que presidente impede que Brasil tenha espaço internacional

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) disse, nesta 6ª feira (22.mai.2026), que o governo de Lula ainda está no “Brasil colônia”. A crítica foi feita durante uma entrevista concedida pelo candidato ao veículo O Antagonista.

De acordo com Caiado, o governo do PT (sobretudo de Lula) é responsável por impedir o desenvolvimento técnico-científico do país e o aproveitamento de riquezas naturais. Caiado afirmou que falta “uma política de levar o conhecimento e a oportunidade aos jovens” para que sejam competitivos no mercado internacional. 

“Nós perdemos essa luta, nós perdemos a energia renovável, combustível renovável, nós perdemos a globalização, nós estamos perdendo a inteligência artificial. Nós não sabemos utilizar nossas riquezas minerais […]. Nós estamos no mesmo período do Lula, é o período Brasil colônia, exportando pau-brasil. Até hoje, exportando matéria-prima. Então, esse é o retrocesso que os 20 anos do PT comandando o país levou, […] onde os setores produtivos estão todos falidos”, afirmou.

Na entrevista, Caiado também reafirmou que é “um homem da ciência” e que mantém planos de governo já mencionados antes, como a concessão da anistia para os acusados do 8 de janeiro.



Autor Poder360 ·


Pré-candidato do PSD afirma que o caso Vorcaro atingiu a credibilidade do senador e contaminou a centro-direita

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, disse nesta 6ª feira (22.mai.2026) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passa por um momento “extremamente delicado” depois da divulgação de conversas com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

Em entrevista à TMC 360, Caiado afirmou que o episódio atingiu a credibilidade de Flávio e abriu uma discussão sobre a viabilidade do senador como nome da direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026.

“Hoje, candidato à Presidência da República não pode ter a presunção de inocência”, disse Caiado. Segundo ele, o eleitor espera que o próximo presidente tenha “autoridade moral” para assumir o cargo.

O pré-candidato do PSD afirmou que o acordo entre os nomes da direita era apoiar no 2º turno quem avançasse da 1ª etapa da eleição. Disse, porém, que a situação de Flávio exige uma “reflexão profunda”.

“Seria este o melhor candidato a representar a centro-direita no Brasil ou seria o candidato encomendado para realmente fazer aquilo que o PT deseja no 2º turno?”, declarou.

Caiado afirmou reconhecer a força política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e disse que a militância bolsonarista ainda mantém Flávio em condição competitiva. Para ele, no entanto, o senador “caiu verticalmente nas pesquisas” e “não conseguiu, com seus argumentos, explicar os fatos”.

O ex-governador disse que sua pré-candidatura tem como objetivo “romper a polarização” entre PT e bolsonarismo. Afirmou que a polarização “se retroalimenta” e impede o debate de temas como economia, segurança pública e corrupção.

Segundo Caiado, antes do caso envolvendo Vorcaro, ele dizia que qualquer nome da direita que chegasse ao 2º turno venceria Lula. Agora, afirmou, a candidatura de Flávio poderia ser a preferida do PT.

“Você vê que, se ele for levado ao 2º turno, graças ao prestígio do seu pai nacionalmente, pode ser exatamente aquilo que eu diagnostiquei como sendo o candidato preferido do PT para bater no 2º turno”, disse.



Autor Poder360 ·


Vice-presidente afirmou, na Marcha dos Prefeitos, que Lula não pergunta partido de prefeitos antes de atender municípios

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), disse nesta 3ª feira (19.mai.2026) que governante não pode ser “capitão do mato” ao tratar prefeitos de partidos adversários.

A declaração foi dada durante a abertura da 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada na capital federal. Alckmin afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não pergunta a filiação partidária dos prefeitos antes de atender às demandas dos municípios.

“O presidente Lula nunca perguntou a prefeito nenhum de que partido ele era, qual era a sua filiação partidária. Zero, zero, zero. Espírito republicano”, declarou.

Na sequência, o vice-presidente disse que gestores públicos não devem perseguir adversários políticos.

“Governante não pode ser capitão do mato perseguindo lideranças por não serem da sua filiação partidária e ameaçando com a orfandade administrativa”, afirmou.

Alckmin fez uma prestação de contas de ações do governo federal voltadas aos municípios. Citou programas nas áreas de saúde, educação, cultura, habitação, turismo, obras públicas e crédito para Estados e prefeituras.

O vice-presidente também afirmou que Lula receberá nesta 4ª feira (20.mai.2026) o presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Ziulkoski, e representantes de associações municipalistas para ouvir as demandas apresentadas durante a marcha.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

Durante o discurso, Alckmin citou ações do governo Lula voltadas aos municípios. Mencionou repasses para cultura, saúde, habitação, educação, obras paradas, dívidas previdenciárias, compensação de perdas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e FPM (Fundo de Participação dos Municípios), além de linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para Estados e municípios.

Na saúde, defendeu que prefeitos ampliem a vacinação contra o HPV. Segundo ele, a imunização pode contribuir para erradicar o câncer de colo do útero no Brasil.

Alckmin também afirmou que o governo federal ampliou sua participação no financiamento do SUS (Sistema Único de Saúde). Disse que, nos 3 anos do governo Lula, a participação federal passou de 37,6% para 41,4%.

Na área de obras, o vice-presidente disse que prefeitos com empreendimentos parados devem procurar os ministérios durante a Marcha dos Prefeitos.

“Quem tiver obra inacabada, obra parada, de qualquer ministério, aproveite esses dias aqui. Vá ao ministério. Não podemos ter nenhuma obra parada”, declarou.



Autor Poder360 ·


Na sessão solene extraordinária proposta pelo deputado Wilde Cambão (UB) em homenagem aos corretores de imóveis, dois profissionaios da área subiram à tribuna para realizarem seus pronunciamentos. 

Priscila Leão ressaltou que é uma honra representar os colegas do setor imobiliário. Ela falou que o corretor de imóveis é aquele profissional que realiza sonhos, tornando-se ponte por trás de cada negociação, sabendo que a profissão exige resiliência, preparo constante, ética e transparência. 

“Faço aqui meu reconhecimento ao deputado Wilde Cambão, que também é corretor e sabe dos desafios da profissão. Quero destacar que aprendi com um grande professor, Ricardo Vieira, que diz ‘vende mais quem ama mais’. Quem realmente se importa com o cliente é quem se destaca, vai vender mais quem cuida mais do cliente, por que vender é consequência. Não estamos vendendo imóveis, mas mudando vidas. Parabéns a todos e muito obrigada”, disse Leão. 

Sérgio Araújo agradeceu ao deputado e lembrou que hoje existem mais de 40 mil corretores em Goiás. Ele conclamou para que todos possam fazer parcerias, o que estrutura o setor. “Somos pontes”, afirmou.

Araújo disse qie a profissão mais importante do mundo é vendedor, afirmando que, a rigor, nada acontece até que a venda se concretize. “Estou muito honrado com essa homenagem, faço parte do time Provenda há 35 anos. Somos corretores de imóveis em essência. Podemos bater no peito e dizer que temos a profissão mais valorosa do mundo e não seremos substituídos por inteligência artificial. Por essência somos um pouco de tudo: psicólogo, conselheiro, pastor, contador, enfim um pouco de tudo”, pontuou. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Ex-governador de Minas Gerais foi denunciado por calúnia a Gilmar Mendes pela Procuradoria Geral da República

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) publicou, nesta 6ª feira (15.mai.2026), um post na sua conta no X no qual afirma que “não recuará 1 milímetro”. A afirmação é uma resposta à denúncia por calúnia contra o ministro decano do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, feita pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A ação contra Zema cita uma websérie publicada por ele chamada “Os Intocáveis”. Nos vídeos, feitos com inteligência artificial, o ex-governador satiriza políticos e membros do judiciário, representados por fantoches.

Eis a publicação de Zema:

Nos vídeos sobre Gilmar, o personagem atribuído ao ministro agiria para ajudar colegas por relações com o Banco Master.

A denúncia da Procuradoria Geral da República foi encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça, considerando que Zema, à época das publicações, tinha a prerrogativa de foro por função na Corte. Segundo Paulo Gonet, os vídeos atribuem crimes ao decano do STF e excedem o escopo da liberdade de expressão e da crítica política.

“O denunciado não se limitou a formular crítica institucional, paródia política ou inconformismo com decisão judicial. Ao atribuir falsamente ao ministro Gilmar Mendes a prática de corrupção passiva, fez incidir o tipo de calúnia, previsto no artigo 138 do Código Penal, que pune a imputação falsa de fato definido como crime”, diz a denúncia.



Autor Poder360 ·


Presidente dos EUA e líder chinês, Xi Jinping, concordam sobre abrir estreito de Ormuz e impedir programa nuclear iraniano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse que sua paciência com o Irã “está se esgotando” ao discutir a guerra no Oriente Médio com o presidente chinês, Xi Jinping (Partido Comunista da China), na 5ª feira (14.mai.2026).

Segundo a Casa Branca, Trump e Xi concordaram, durante conversas em Pequim, sobre a necessidade de manter o estreito de Ormuz aberto.

O Irã fechou a rota marítima em resposta aos ataques conjuntos de Israel e dos EUA, iniciados em 28 de fevereiro. O bloqueio da via provocou uma interrupção sem precedentes no fornecimento global de energia.

A China é aliada do Irã e principal compradora de petróleo do país.

Os EUA suspenderam os ataques ao Irã no início de abril, mas iniciaram um bloqueio aos portos iranianos. As negociações para encerrar o conflito estão paralisadas, com o Irã se recusando a encerrar o programa nuclear ou abrir mão do estoque de urânio enriquecido.

“Não serei muito mais paciente”, declarou Trump ao programa “Hannity”, da Fox News, na noite de 5ª feira (14.mai.2026). “Eles [os iranianos] deveriam chegar a um acordo”, acrescentou.

Sobre o estoque secreto de urânio enriquecido do Irã, o presidente norte-americano disse que seria possível enterrá-lo, mas afirmou preferir “recebê-lo”.

Segundo Trump, isso seria “mais um ato de relações públicas do que qualquer outra coisa”. Trump disse que Xi prometeu não enviar equipamentos militares ao Irã. “Ele disse que não vai dar equipamentos militares. Essa é uma declaração importante”, afirmou à Fox News.

Segundo a Casa Branca, o presidente chinês demonstrou interesse em comprar mais petróleo norte-americano para reduzir a futura dependência da China em relação ao estreito de Ormuz.

Os líderes também concordaram que o Irã não deve obter armas nucleares. Teerã nega buscar esse tipo de armamento.

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores da China defendeu que um cessar-fogo duradouro entre EUA e Irã seja alcançado o mais rápido possível. O governo chinês também afirmou que a navegação no estreito de Ormuz precisa ser retomada imediatamente.


Leia mais:



Autor Poder360 ·