Fenômeno Narelle interrompeu operações da Chevron no país e atividades estão suspensas desde 5ª feira (26.mar.2026); fenômeno climático deixou céu avermelhado
A interrupção das operações nas usinas de Gorgon e Wheatstone, na Austrália, afeta cerca de 5% de todo o fornecimento global de gás natural liquefeito (GNL). As unidades, administradas pela empresa Chevron, estão paralisadas desde 5ª feira (26.mar.2026) em decorrência da passagem do ciclone tropical Narelle.
O fenômeno climático foi rebaixado à categoria de tempestade tropical no sábado (28.mar.2026). As duas instalações, contudo, permanecem com os serviços suspensos. O bloqueio na produção pressiona o mercado de energia, que já registra alta demanda pelo combustível por causa da guerra no Oriente Médio.
Assista ao vídeo que mostra o fenômeno climático:
NO, that’s not a filter! ☁️🔴 The sky turned an eerie shade of red in Western Australia as dust filled the air ahead of Tropical Cyclone Narelle. pic.twitter.com/dCQ2hjFluI
— AccuWeather (@accuweather) March 28, 2026
Além do impacto no setor energético, a tempestade causou alterações visuais na costa australiana. Nos últimos dias, o acúmulo de poeira e partículas de poluição na atmosfera deixou o céu avermelhado em parte do oeste do país.
“Se não fosse pela França, estariam 10.000 vezes mais na merda”, afirmou o presidente da França em visita ao local
O presidente da França, Emmanuel Macron (Renascimento, centro), discutiu na 5ª feira (19.dez.2024) com moradores do território francês de Mayotte durante uma visita ao local, que foi atingido por um ciclone.
“Se não fosse pela França, vocês estariam 10.000 vezes mais na merda”, disse Macron depois de provocações dos moradores do local.
🇫🇷 “Vous êtes content d’être en France ! Parce que si ce n’était pas la France, vous seriez 10 000 fois plus dans la merde !” Échange très tendu entre Emmanuel Macron et des habitants de Mayotte. (@brutofficiel)
— Cerfia (@CerfiaFR) December 20, 2024
“Sete dias e você não consegue dar água para a população!”, gritou um morador para Macron. Quase uma semana depois do ciclone, algumas pessoas ainda estão sem água potável.
O presidente da França foi vaiado pelos moradores. Eles gritavam para que Macron renunciasse.
Mayotte é um departamento ultramarino francês, situado entre o Oceano Índico e o Canal de Moçambique, na porção mais oriental do arquipélago de Comores. É o território ultramarino mais pobre do país europeu.
Os moradores do local reclamam que a França não deu nenhum tipo de aviso prévio da passagem do ciclone, que deixou ao menos 31 mortos.



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