STF autorizou Rogério Marinho, Valdemar Costa Neto e outros aliados a visitarem o ex-presidente preso em regime domiciliar
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou novas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto, em Brasília.
Entre os autorizados estão políticos e aliados próximos do ex-chefe do Executivo. As visitas são limitadas ao horário das 10h às 18h e seguem regras estabelecidas pelo Supremo, como a proibição do uso de celulares.
Leia a lista de quem poderá visitar Bolsonaro nesta semana:
- ago.2025 – Rogério Marinho, senador (PL-RN);
- ago.2025 – Altineu Côrtes, deputado federal (PL-RJ);
- ago.2025 – Ricardo Mello Araújo, vice-prefeito de São Paulo (MDB);
- ago.2025 – Tomé Abduch, deputado estadual por São Paulo (PL-SP);
- ago.2025 – Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.
Sobre a visita de Costa Neto, a solicitação partiu da própria defesa de Bolsonaro. Em 7 de agosto, os advogados pediram ao STF que fossem liberadas visitas de pessoas consideradas “imprescindíveis tanto à sua saúde quanto à integridade física”, indicando, entre os nomes, o presidente do PL. Leia a íntegra (PDF – 119 KB).
Segundo o STF, os pedidos de visita seguem sendo analisados pela ordem de chegada e cada autorização depende de decisão individual do ministro.
QUEM JÁ VISITOU BOLSONARO
Apesar de estar recluso em sua residência no Jardim Botânico, Bolsonaro mantém um calendário movimentado de visitas e transformou sua prisão domiciliar em uma espécie de centro de articulação política da oposição.
Os aliados têm relatado o humor de Bolsonaro durante o período. Tarcísio disse em 7 de agosto que o antigo chefe do Executivo estava “sereno”. O deputado federal Junio Amaral (PL-MG) descreveu o estado do ex-presidentecomo “tranquilo” e “forte”, apesar da “indignação”.
Outros aliados também já tiveram autorização para visitar o ex-presidente:
- ago.2025 – Ciro Nogueira (PP-PI), senador;
- ago.2025 – Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), governador de São Paulo;
- ago.2025 – Junio Amaral (PL-MG), deputado federal;
- ago.2025 – Marcelo Moraes (PL-RS), deputado federal;
- ago.2025 – Renato de Araújo Corrêa, empresário;
- ago.2025 – Zucco (PL-RS), deputado federal;
- ago.2025 – Celina Leão (PP-DF);
- ago.2025 – Domingos Sávio (PL-MG), deputado federal;
- ago.2025– Joaquim Passarinho (PL-PA), deputado federal;
- ago.2025 – Capitão Alden (PL-BA), deputado federal;
- ago.2025 – Júlia Zanatta (PL-SC), deputada federal.
VISITAS MÉDICAS LIBERADAS
Moraes autorizou o ex-presidente a receber visitas de 4 médicos enquanto cumpre prisão domiciliar. Leia a íntegra (PDF – 118 kB).
Segundo o ministro, as visitas poderão ser realizadas sem necessidade de aviso prévio, desde que respeitadas as condições legais e judiciais já impostas. Os médicos autorizados são:
- Cláudio Augusto Vianna Birolini (cirurgião);
- Luciana de Almeida Costa Tokarski (clínica Dr. Erasmo Tokarski);
- Erasmo Tokarski (dermatologista);
- Leandro Santini Echenique (cardiologista).
Governador paulista dividiu palco com Zema e Caiado, saudou o agronegócio e foi aplaudido ao defender seu maior aliado
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou a Festa do Peão de Barretos neste sábado (23.ago.2025) para discursar em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Durante sua participação no evento, Tarcísio lembrou que a 1ª vez em que esteve na tradicional festa no interior de São Paulo foi ao lado de Bolsonaro. “A emoção que eu senti quando entrei aqui pela 1ª vez, entrei aqui com o presidente Bolsonaro“, afirmou.
Em seguida, o governador pegou um boneco do ex-presidente e o agradeceu. “Fez tudo por mim e está passando por uma grande injustiça“, disse.
O governador paulista dividiu o palco com outros 2 já pré-candidatos na corrida presidencial de 2026: Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais.
“Daqui 14 meses um de nós vai estar ocupando o Palácio do Planalto e vamos devolver o Brasil aos brasileiros”, disse Caiado.
Já Zema evitou o assunto das eleições de 2026 e destacou o desempenho do agronegócio mineiro. O governador disse que no ano passado, pela 1ª vez, as exportações do agro superaram a mineração em Minas Gerais.
O governador de SP também defendeu o agronegócio e afirmou que “não dá para entender quem não gosta do agronegócio. Quem não gosta do agronegócio não respeita o Brasil”.
Ausência de Michelle
Diferentemente do esperado, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) não compareceu ao palco do evento. Havia expectativa por sua presença, já que o ex-presidente esteve nos anos anteriores à Festa do Peão de Barretos acompanhado por Tarcísio.
Bolsonaro não pôde marcar presença no evento, já que cumpre prisão domiciliar em Brasília desde 4 de agosto, por determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Ele é réu por tentativa de golpe de Estado e descumpriu medidas cautelares.
Tarcísio antecipou sua agenda para participar do evento neste sábado. Inicialmente, ele compareceria apenas no fim de semana de 30 de agosto.
O Poder360 procurou a assessoria da ex-primeira-dama para confirmar a presença dela no evento, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.
Líder do PT na Câmara afirma que o ex-presidente deve ser condenado por tentativa de golpe para mostrar que ninguém está acima da lei; defesa negou todas as acusações da PGR
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), afirmou nesta 5ª feira (14.ago.2025) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tenta transformar o julgamento por tentativa de golpe de Estado em uma “farsa de cerceamento” e perseguição política.
A declaração se deu depois de a defesa de Bolsonaro apresentar ao STF (Supremo Tribunal Federal) as alegações finais sobre o processo. No documento, os advogados do ex-presidente classificaram as acusações da PGR (Procuradoria Geral da República) como “absurdas”.
Lindbergh defendeu que o ex-presidente deve ser condenado para mostrar que ninguém está acima da Constituição e da lei no Brasil. “O 8 de Janeiro e a trama golpista que o antecedeu não serão relativizados. A democracia se defende com memória, verdade e justiça”, declarou.
O congressista ainda argumentou que o processo não é baseado em “intenções inventadas pela imprensa”, mas, sim, em “condutas concretas” por parte dos envolvidos.
“A defesa de Bolsonaro tenta transformar um julgamento histórico em uma farsa de ‘cerceamento’ e ‘acusação sem provas’, mas o que os autos revelam é robustez probatória e coerência com a gravidade dos fatos. Nenhuma narrativa de perseguição apaga que ele articulou, instigou e deu sustentação política e logística à tentativa de golpe contra a democracia brasileira”, escreveu o petista em seu perfil no X.
O QUE DISSE BOLSONARO AO STF
Nas alegações, a defesa de Bolsonaro pediu a anulação da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid e contestou a existência de decretos que indicariam uma tentativa de golpe. Segundo os advogados, o ex-presidente determinou transição, não um golpe de Estado.
“O STF não julga intenções inventadas pela imprensa, mas sim condutas concretas: reuniões, minutas golpistas, articulação com militares e estímulo a atos de força contra as instituições. A prova, direta e indireta, demonstra que não foram ‘atos preparatórios inofensivos’, mas um projeto consciente de execução criminosa para subverter o Estado de Direito”, afirmou.
Leia mais:
Ex-presidente cumprirá prisão domiciliar sem visitas ou celular; ministro do STF afirma que Bolsonaro descumpriu proibição anterior de usar redes sociais
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou nesta 2ª feira (4.ago.2025) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 70 anos. A decisão se deu depois de o antigo chefe do Executivo descumprir as medidas cautelares impostas pela Corte.
Além de proibição de deixar sua casa, em Brasília, Bolsonaro foi proibido de receber visitas, exceto por seus advogados e pessoas autorizadas pelo Supremo. Ele também está impedido de usar celular, diretamente ou por terceiros, e continua sem poder acessar as redes sociais.
Permanecem proibições anteriores, da decisão de 18 de julho, como o contato com embaixadores, outras autoridades estrangeiras, réus e investigados ligados às ações penais que envolvam o ex-presidente.
Eis as medidas determinadas contra o ex-presidente:
ENTENDA
Na decisão, Alexandre de Moraes afirma que a prisão domiciliar se dá pelo “flagrante desrespeito” e “reiterado descumprimento das medidas cautelares”.
O ministro afirmou que Bolsonaro usava as redes sociais em articulação com seus filhos e apoiadores para incentivar ataques ao Supremo e defender intervenção estrangeira no Judiciário brasileiro.
O estopim, para Moraes, foi a participação indireta de Bolsonaro na manifestação no Rio, em 3 de agosto, quando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) colocou o pai no viva-voz durante o ato.
O ministro disse que Flávio apagou uma postagem no Instagram para tentar esconder a violação das medidas.
Leia mais sobre a prisão domiciliar de Bolsonaro:
Leia mais sobre a decisão de Moraes:
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Defesa diz que ex-presidente não postou nas redes sociais e nem pediu que terceiros o fizessem; pede esclarecimentos sobre limites da proibição
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pode decidir nesta 4ª feira (23.jul.2025) se as explicações apresentadas pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são suficientes diante do possível descumprimento de medidas cautelares impostas ao ex-chefe do Executivo.
Moraes havia dado prazo de 24 horas, iniciado na 2ª feira (21.jul), para que a defesa se pronunciasse. A decisão foi motivada por vídeos divulgados nas redes sociais em que Bolsonaro aparece exibindo a tornozeleira eletrônica e fazendo declarações a jornalistas, apesar de estar proibido de usar as redes sociais, direta ou indiretamente, por ordem do STF. Leia a íntegra da manifestação (PDF – 144 kB).
Desde 6ª feira (18.jul), Bolsonaro, réu na ação penal que apura tentativa de golpe de Estado em 2022, está submetido a determinações da Justiça, como o uso de tornozeleira eletrônica. As restrições foram determinadas por Moraes no inquérito que apura a atuação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para pressionar autoridades dos Estados Unidos, durante o governo de Donald Trump (Partido Republicano), em ações contra o STF.
Eis as medidas determinadas contra o ex-presidente:
O que diz a defesa
Os advogados de Bolsonaro afirmam que ele não publicou o vídeo nem pediu que terceiros o fizessem. Argumentam ainda que a decisão anterior não detalhava se entrevistas poderiam ser enquadradas como descumprimento da ordem judicial. Por isso, pediram que Moraes esclareça os limites da proibição de uso das redes sociais.

A equipe jurídica defende ainda que o ex-presidente “não pode ser punido por atos de terceiros” e que uma interpretação mais rígida da restrição representaria um “risco real de cerceamento indevido de liberdade, em razão de ações alheias à sua vontade”.
Próximos passos
Com a resposta da defesa em mãos, Moraes pode seguir diferentes caminhos. Ele pode encaminhar o caso à PGR (Procuradoria Geral da República), que deve emitir um parecer sobre a existência ou não de descumprimento das medidas cautelares. Outra possibilidade é decidir diretamente, avaliando os argumentos da defesa e optando por manter as medidas atuais ou impor novas sanções. Caso entenda que houve violação, o ministro também pode decretar a prisão preventiva do ex-presidente.
Decisão se deu após o ministro bloquear as contas de seu irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro, e impor medidas cautelares contra o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta 2ª feira (21.jul.2025) que irá protocolar “nas próximas horas” mais um pedido de impeachment contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
A decisão se deu depois de Moraes bloquear as contas do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e impor medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Para ‘salvar a democracia’, Alexandre de Moraes continua usando os mesmos métodos que acabaram com a democracia no Brasil. Tortura suas vítimas com todos os aparelhos que tem a sua disposição: de asfixia financeira a ameaça de prisão de familiares para fabricar uma falsa delação. A espinha de peixe na garganta do Brasil precisa ser retirada”, escreveu o senador em seu perfil no X.
Em abril do ano passado, Flávio havia dito ser contra retirar ministros da Corte do cargo e defendeu uma “autorregulação do próprio Supremo”. Como mostrou o Poder360, o impeachment de Moraes será uma das prioridades da oposição no Congresso no 2º semestre.
Há mais de 50 pedidos de impeachment contra ministros do STF parados na Casa. A decisão de pautar ou arquivar cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Nunca um ministro da Corte foi retirado do cargo. Seria algo inédito. Entenda o rito do processo.
Procuradoria apresentou as alegações finais contra o ex-presidente e outros 7 réus do “núcleo crucial” da trama golpista em 2022
A PGR (Procuradoria Geral da República) pediu na 2ª feira (14.jul.2025) ao STF (Supremo Tribunal Federal) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 7 pessoas. A manifestação foi feita na alegação final da ação penal que investiga o núcleo central na tentativa de golpe de Estado em 2022. Eis a íntegra (PDF – 5,4 MB).
Esta etapa representa a última oportunidade para acusação e defesa apresentarem argumentos baseados nas provas produzidas durante a instrução processual. Os ministros do colegiado analisarão os documentos finais de forma independente.
Segundo o pedido da PGR, Bolsonaro “figura como líder da organização criminosa [..], por ser o principal articulador, maior beneficiário e autor dos mais graves atos executórios voltados à ruptura do Estado Democrático de Direito”.
Ainda de acordo com a denúncia da PGR, o ex-presidente “instrumentalizou o cargo com a finalidade de prejudicar a alternância legítima de poder nas eleições de 2022 e minar o livre exercício dos demais poderes constitucionais, especialmente do Poder Judiciário”.
O processo contra o grupo denunciado pela procuradoria começou em fevereiro de 2025, quando a PGR apresentou a denúncia. A 1ª Turma do STF acatou a acusação em março, permitindo a abertura da ação penal. O caso passou pela fase de instrução de abril a junho, com coleta de provas, depoimentos e acareações.
A Procuradoria afirma que Bolsonaro atuou para que a sua “narrativa falaciosa” fosse replicada em canais de comunicação. O ex-presidente teria exercido liderança sobre o movimento golpista, segundo a PGR, “para fins pessoas e ilegais”.
Compõem o núcleo, além de Bolsonaro:
- Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);
- Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
- Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
- Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República);
- tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
- Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
- Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.
Eles respondem por:
- tentativa de golpe de Estado;
- tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito;
- deterioração de patrimônio tombado;
- dano qualificado; e
- participação em organização criminosa armada.
O prazo para apresentação das alegações finais é de 15 dias para cada parte. A contagem dos prazos se dá de forma sucessiva, e não simultânea. Agora, a defesa de Mauro Cid terá 15 dias para apresentar seus argumentos. Cid se manifestará antes dos demais acusados por ter firmado acordo de colaboração no processo.
As defesas dos outros réus terão prazo conjunto de 15 dias para apresentarem suas alegações. Os prazos processuais continuarão correndo durante o recesso do Judiciário, de 2 a 31 de julho, por causa da presença do general Braga Netto como réu preso no processo.
Depois, o processo estará pronto para julgamento pela 1ª Turma do STF. A data do julgamento será definida para o 2º semestre de 2025. O colegiado analisará a situação de cada acusado individualmente e decidirá por maioria.
Levantamento da Paraná Pesquisas mostra que governador do Estado teria 33,6% ante 34,4% do ex-presidente e 49% ante 15,5% do petista em disputa pelo Planalto em 2026; a margem de erro é de 2,5 p.p.
Um levantamento feito pela Paraná Pesquisas no Estado do Paraná mostra que o atual governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), empataria com o ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL), dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais, em disputa pelo Planalto em 2026. O governador tem 33,6% das intenções de voto ante 34,4% do ex-presidente.
No confronto com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador paranaense tem 49% das intenções de voto ante 15,5% do petista.
Os cenários simulados também incluem Ciro Gomes (PDT), Ronaldo Caiado (União Brasil), e Renan Filho (MDB).
Eis o cenário com Jair Bolsonaro:
- Jair Bolsonaro (PL) – 34,4%;
- Ratinho Junior (PSD) – 33,6%;
- Lula (PT) – 15,5%;
- Ciro Gomes (PDT) – 4,7%;
- Ronaldo Caiado (União Brasil) – 1,2%;
- Renan Filho (MDB) – 0,4%;
- não sabem/não opinaram – 4,1%;
- nenhum/brancos/nulos – 6,2%.
Eis o cenário com Lula:
- Ratinho Junior (PSD) – 49%;
- Lula (PT) – 15,5%;
- Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 15,5%;
- Ciro Gomes (PDT) – 5,1%;
- Ronaldo Caiado (União Brasil) – 1,0%;
- Renan Filho (MDB) – 0,4%;
- não sabem/não opinaram – 4,9%;
- nenhum/brancos/nulos – 8,6%.

Eis o cenário com Michelle Bolsonaro:
- Ratinho Junior (PSD) – 44,7%;
- Michelle Bolsonaro – 21,4%;
- Lula (PT) – 15,5%;
- Ciro Gomes (PDT) – 5,0%;
- Ronaldo Caiado (União Brasil) – 1,9%;
- Renan Filho (MDB) – 0,3%;
- não sabem/não opinaram – 4,1%;
- nenhum/brancos/nulos – 7,1%.

Eis o cenário com Eduardo Bolsonaro:
- Ratinho Junior (PSD) – 48,8%;
- Lula (PT) – 15,5%;
- Eduardo Bolsonaro (PL) – 15,2%;
- Ciro Gomes (PDT) – 5,4%;
- Ronaldo Caiado (União Brasil) – 1,9%;
- Renan Filho (MDB) – 0,3%;
- não sabem/não opinaram – 4,4%;
- nenhum/brancos/nulos – 8,5%.

2º TURNO
O levantamento testou também os eventuais cenários em 2º turno. Eis os resultados:
Lula X Jair Bolsonaro:
- Jair Bolsonaro (PL) – 57,2%;
- Lula (PT) – 24%;
- não sabem/não opinaram – 6,3%;
- nenhum/brancos/nulos – 12,5%.
Lula X Michelle Bolsonaro:
- Michelle Bolsonaro – 55,7%;
- Lula (PT) – 25%;
- não sabem/não opinaram – 6,1%;
- nenhum/brancos/nulos – 13,2%.
Lula X Tarcísio de Freitas:
- Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 50,3%;
- Lula (PT) – 25%;
- não sabem/não opinaram – 6,8%;
- nenhum/brancos/nulos – 18%.
Lula X Eduardo Bolsonaro:
- Eduardo Bolsonaro (PL) – 49,9%;
- Lula (PT) – 26,2%;
- não sabem/não opinaram – 6,6%;
- nenhum/brancos/nulos – 17,3%.
Lula X Ratinho Junior
- Ratinho Junior (PSD) – 68,6%;
- Lula (PT) – 17,7%;
- não sabem/não opinaram – 4,4%;
- nenhum/brancos/nulos – 9,2%.
AVALIAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL
O levantamento também perguntou aos entrevistados como avaliam o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A maioria (59,4%) diz considerar a gestão de Lula “ruim” ou “péssima”. A avaliação positiva, ou seja, “ótima” ou “boa”, soma 19%, enquanto 20,5% dizem achar o atual governo “regular”.
Eis os percentuais:
- ótimo – 5,4%;
- bom – 13,6%;
- regular – 20,5%;
- ruim – 10,1%;
- péssimo – 49,3%;
- não sabem/não opinaram – 1,1%.
De maneira mais objetiva, com apenas duas opções de respostas (aprova/desaprova), 28,5% dos eleitores dizem aprovar o governo do petista, enquanto 68,3% desaprovar. Outros 3,2% não souberam responder.
Eis os percentuais:
- aprovam – 28,5%;
- desaprovam – 68,3%;
- não sabem/não opinaram – 3,2%.

A Paraná Pesquisas ouviu 1.540 eleitores em 62 municípios do Paraná, de 3 a 6 de julho de 2025. O grau de confiança é de 95,0% e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.
AGREGADOR DE PESQUISAS
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Lula reage a fala de Trump sobre Bolsonaro: ‘Brasil não aceita interferência’
Lidiane 8 de julho de 2025
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil de promover uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em publicação na rede social Truth Social nesta segunda-feira (7/7), ele defendeu Bolsonaro, afirmando que o político brasileiro está sendo perseguido politicamente. “Deixem Bolsonaro em paz!”, escreveu Trump.
Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rejeitou qualquer interferência externa.
“Somos um país soberano. Não aceitamos interferência ou tutela de quem quer que seja”, declarou Lula em nota oficial. O presidente reforçou que “ninguém está acima da lei”, em referência ao processo contra Bolsonaro no STF.
Trump comparou a situação de Bolsonaro à sua própria experiência, dizendo que ambos são vítimas de perseguição política.
“Isso não é nada mais, nada menos, do que um ataque a um oponente político – algo que eu sei muito sobre. Aconteceu comigo, vezes 10”, afirmou. Ele ainda elogiou Bolsonaro como um “líder forte” que “amava seu país”.
Lula respondeu a Trump também durante coletiva no encontro do Brics, no Rio de Janeiro: “Esse país tem lei, tem regra e tem um dono chamado povo brasileiro. Portanto, dê palpite na sua vida e não na nossa”, disse.
Bolsonaro agradeceu publicamente o apoio do presidente americano. Em resposta, Bolsonaro afirmou:
“Recebi com alegria a nota do Presidente Trump. Este processo é uma aberração jurídica e perseguição política, já percebida por todos de bom senso. Trump passou por algo semelhante e venceu. Sua luta por paz e liberdade ecoa no mundo. Obrigado por nos dar exemplo de fé e resiliência”, escreveu em rede social.
Condenação e TSE e processo no STF
O ex-presidente Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta tentativa de golpe após as eleições de 2022. Ele é acusado de crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado. Se condenado, pode enfrentar até 39 anos de prisão.
No entanto, ele está inelegível por decisão do plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que em junho de 2023 declarou a inelegibilidade do ex-presidente por oito anos, contados a partir das Eleições 2022.
Na condenação, por maioria de votos (5 a 2), ficou reconhecida a prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada com embaixadores estrangeiros no dia 18 de julho de 2022. Walter Braga Netto, que compôs a chapa de Bolsonaro à reeleição, foi excluído da sanção, uma vez que não ficou demonstrada sua responsabilidade na conduta. Nesse ponto, a decisão foi unânime.
Contexto político e ações de Eduardo Bolsonaro
A defesa de Trump ocorre meses após Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, se mudar para os EUA para pressionar por anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e por sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O STF abriu inquérito contra Eduardo por tentativa de obstrução da Justiça. Ele rebateu: “Moraes, Lula e o PT não defendem a democracia. Eles defendem só os próprios interesses”.
O secretário de Estado americano Marco Rubio chegou a ameaçar Moraes com sanções pela Lei Magnitsky, mas nada foi aplicado até agora.
Enquanto isso, Bolsonaro segue inelegível até 2030 por decisão do TSE, mas aparece em empate técnico com Lula em pesquisas eleitorais. Trump insiste que “o único julgamento que deveria estar acontecendo é o julgamento pelos eleitores do Brasil”.
Na 6ª feira (20.jun), o ex-presidente teve indisposição durante visita a frigorífico em Goiás e voltou para Brasília
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado na manhã deste sábado (21.jun.2025) no Hospital DF Star, em Brasília, para realizar uma bateria de exames. Na 6ª feira (20.jun), precisou interromper compromissos em Goiás depois de passar mal durante uma visita a um frigorífico.
O ex-chefe do Executivo já fez exame de sangue e passará por exames de imagem. Até a publicação desta reportagem, não havia mais informações sobre seu estado de saúde.
Conforme apurou o Poder360, Bolsonaro apresentou um quadro de indisposição e optou por retornar a Brasília. De acordo com aliados, o mal-estar pode estar relacionado às cirurgias abdominais às quais o ex-presidente foi submetido nos últimos 2 meses.
Em abril, Bolsonaro passou por duas cirurgias no Hospital DF Star, em Brasília –a 7ª e a 8ª intervenções relacionadas à facada sofrida durante a campanha presidencial de 2018.
O vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) afirmou nesta 6ª feira (20.jun.2025) que os enjoos frequentes sofridos por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), são decorrentes da facada recebida em 2018.
Em publicação no X, Carlos Bolsonaro declarou que seu pai “teve complicações e cuidados que vão lhe acompanhar para o resto de sua vida”. Disse também que a situação o levou “por diversas vezes de volta à mesa de cirurgia ou à beira de um leito hospitalar”.


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