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De acordo com a Polícia Militar, ela era usuária de drogas e mantinha a casa para tráfico; menino foi socorrido por militares

6 mai
2024
– 17h55

(atualizado às 19h50)

Mãe confessa que desligou sonda e oxigênio do filho de 3 anos com paralisia cerebral em GO

Mãe confessa que desligou sonda e oxigênio do filho de 3 anos com paralisia cerebral em GO

Foto: Reprodução/PMGO

Uma mulher, cujo nome não foi revelado, foi presa suspeita por tráfico de drogas e maus-tratos contra o filho de apenas 3 anos, que tem paralisia cerebral. O caso aconteceu em Aparecida de Goiânia, Goiás. Em um vídeo divulgado pelas autoridades, a mulher admite que desligou os aparelhos da criança. Como o nome dela não foi divulgado, o Terra não conseguiu localizar a defesa da suspeita. 

O caso aconteceu no sábado, 4, no setor Serra Dourada. De acordo com os militares do 7º Batalhão de Polícia Militar, uma equipe foi até o local após receber uma denúncia de tráfico de drogas em uma das casas do bairro. Ao chegarem no local, encontraram cinco pessoas fazendo uso de entorpecentes. 

Dentro da casa, encontraram uma criança de três anos desabilitada no sofá e descobriram que era filho de uma usuária. A sonda e a máquina que fornecia oxigênio para o menino estavam desligadas. Em um vídeo, divulgado pela Polícia Militar, mostra a mulher admitindo à uma autoridade que foi ela quem desligou os aparelhos. 

Nas imagens, ela é questionada porque desligou o oxigênio contra a orientação dos médicos e a mulher, visivelmente alterada, responde: “Eu estou pouco me lixando para médico. Eu sou a mãe dele”.

Assista abaixo:

Segundo a polícia, os familiares dela informaram que a suspeita tinha recuperado a guarda do filhos e ganhado uma casa da prefeitura, mas preferiu transformar o imóvel, onde ocorreu a abordagem, em ponto de venda de drogas. Lá, foram encontradas 34 porções de crack e 26 de cocaína. Além disso, um dos usuários confessou ter furtado frascos de medicamentos.

Já em relação à criança, a equipe policial acionou o Conselho Tutelar, cuidadoras do abrigo e o levou a uma Unidade de Pronto Atendimento da região, onde foi constatado que o menino estava desnutrido.



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O casal de baianos Juliene Ferreiras Lopes, 19 anos, e Lucas Ferreira Borges, 22 anos, que estava desaparecido desde o último dia 30, no município de Estrela, no Rio Grande do Sul, fez contato com a família no fim da manhã deste sábado (4).

A cidade fica na região do Vale do Taquari, a mais afetada pelos temporais que atingem o estado e já deixaram mais de 50 mortos. O governo gaúcho informou que 42,2 mil pessoas estão fora de casa e 300 municípios sofrem os impactos da cheia histórica do rio Gauíba.

Ainda conforme a gestão, pelo menos 15 pessoas estão soterradas no Vale do Taquari. Além disso, cerca de 180 trechos de rodovias têm bloqueios, o aeroporto e a rodoviária da capital, Porto Alegre, estão fechados, e mais de pelo menos 373 mil estão sem fornecimento de energia elétrica, entre eles os baianos, que estão em um abrigo.

À família, eles disseram que passaram cinco dias sem luz, sem rede de telefonia e sem internet, o que impediu o contato. Os jovens conseguiram falar com os parentes após pegarem emprestado o celular de um homem que chegou neste sábado no mesmo espaço onde eles estão. Embora estejam assustados, eles tranquilizaram os familiares e disseram que estão bem, em segurança.

Juliene e Lucas são de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, e se mudaram para o Rio Grande do Sul há cerca de seis meses, para trabalhar.

A família estava mantendo contato com os dois desde que os temporais começaram. Entretanto, na terça-feira (30), os parentes não conseguiram mais falar com o casal.

A última informação que haviam recebido era de que o abrigo estava sendo alagado, o que gerou aflição entre os parentes. Eles chegaram a entrar em contato com o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, mas não tiveram retorno.

Conteúdo G1

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Criança recebe alta após nove cirurgias e três anos de internação

Mesmo depois de quase três anos de internação hospitalar e nove cirurgias, a menina que nasceu com o intestino para fora da barriga em Goiânia ainda tem muitos desafios para superar. A família de Alice Cláudia Medeiros Freitas luta na Justiça pelo fornecimento de medicamentos e insumos de alto custo para realizar o tratamento domiciliar, que chega a R$ 53.390,83 por mês, de acordo com a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO).

Alice nasceu em agosto de 2021, mas só na quinta-feira (2) foi para a casa pela primeira vez. A menina nasceu com gastroquise (malformação congênita na parede abdominal que faz com que o intestino fique para fora da barriga) . A menina perdeu dez centímetros do intestino delgado durante as cirurgias e tratamentos e também precisa de assistência para tratar a síndrome do intestino curto.

À época, a menina entrou na fila para fazer a reabilitação intestinal no Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, em São Paulo (SP), porque não havia recursos e profissionais capacitados para esse tipo de tratamento em Goiás. De acordo com a mãe, Alice pesava apenas dois quilos ao completar um ano de idade. “Ela estava quase falecendo porque estava muito desnutrida”, relatou a mãe.

Amanda e a filha foram levada de UTI aérea para para a capital paulista. Todo o tratamento foi realizado pelo Serviço Único de Saúde (SUS), com todas as despesas custeadas pelo governo.

A lista de insumos para o tratamento domiciliar de Alice contém itens que vão de dipirona a bolsas de nutrição manipulada, que custa R$ 1.145,79 por dia. Essa bolsa é utilizada no processo de nutrição parenteral, em que a criança recebe nutrientes por via venosa. Mesmo tendo recebido alta médica e não necessitando dessa bolsa neste momento, a mãe de Alice explicou que a menina deve ficar com o cateter da parenteral por, pelo menos, mais um ano.

“A gastro fez o desmame da parenteral, mas está recente. Ela vai ficar com o cateter durante um ano porque se acontecer alguma coisa ela vai ter que voltar rápido [para esse tipo de nutrição]”, declarou Amanda Cláudia Medeiros, mãe de Alice.

Além dos cuidados em casa, Alice ainda deve comparecer ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC/UFG) todas as quartas-feiras para receber medicações, realizar exames e até para fazer o curativo no cateter venoso central que a menina ainda usa. “Não fiz o treinamento para conseguir higienizar e trocar o curativo desse cateter”, disse Amanda, que capacitação deverá ser feita com a equipe de reabilitação intestinal de São Paulo no dia 7 de junho de 2024.

Alice Cláudia Medeiro Freitas e a mãe Amanda Cláudia Medeiros em diferentes momentos da internação — Foto: Reprodução / Redes Sociais

A família de Alice Freitas abriu processo, por meio da Defensoria Pública, solicitando apoio do governo estadual e da prefeitura de Caturaí, município onde Alice mora, para aquisição dos medicamentos e insumos.

A prefeitura de Caturaí informou em nota que chegou a fornecer medicamentos para o tratamento de Alice, mas que suspendeu a entrega a pedido da família porque a menina ainda estava hospitalizada (nota completa abaixo). O g1 solicitou acesso a cópias dos comprovantes de entrega dos medicamentos por telefone e e-mail, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

Por outro lado, Amanda Medeiros afirmou que os medicamentos e insumos fornecidos pelo município não estão entre os itens de alto custo. “Eles deram um ácido fólico, que não é compatível com o que a Alice usa, álcool em gel, dipirona, simeticona, fralda, nada a mais que isso. Para mim, isso não é medicamento fornecido”. A mãe de Alice declarou ainda que chegou a receber fraldas descartáveis da prefeitura, mas que o auxílio foi suspenso.

Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGA-GO) explicou que o município de Caturaí não está habilitado para o “Melhor em Casa”, programa de atenção domiciliar do governo federal executado em parceira com o governo estadual. De acordo com o texto, o estado solicitou que a ordem fosse cumprida por meio de recursos do tesouro estadual e que a PGE está comprometida em resolver a situação do fornecimento de insumos para a Alice com a maior brevidade possível (nota completa abaixo).

Amanda informou ainda que deve apresentar documentos à prefeitura na segunda-feira (6) para tentar, novamente, conseguir os medicamentos.

Bebê que nasceu com o intestino para fora e precisou fazer tratamento em São Paulo. — Foto: Amanda Meireles/Arquivo Pessoal

NOTA – PREFEITURA DE CATURAÍ

A Prefeitura de Caturaí, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que sempre disponibilizou à Sra. Amanda Cláudia Medeiros, medicamentos e insumos destinados ao tratamento da paciente ALICE CLÁUDIA MEDEIROS FREITAS, antes até da decisão judicial exarada no processo n. 5279194-12, conforme demonstra os recebidos de entrega assinados pela Sra. Amanda e seu esposo, Leandro.

Ocorre que nos meses de fevereiro, março e abril de 2024, não houve a entrega dos medicamentos e insumos a pedido do próprio pai da paciente Alice, Senhor Leandro, tendo argumentado na oportunidade que sua filha estava internada e que iria aguarda a alta hospitalar para voltar a pegar os medicamentos e insumos.

A falta da entrega dos insumos e medicamentos, ocorrida pelos motivos acima, gerou bloqueio nas contas do município para garantir o cumprimento da decisão liminar, o que já encontrasse em processo de regularização na via judicial.

Reiteramos o compromisso em atender a paciente ALICE CLÁUDIA MEDEIROS FREITAS, cumprindo fielmente a decisão judicial, e para tanto seus responsáveis podem ir até a Secretaria Municipal de Saúde de Caturai, com a receita atualizada do tratamento para que recebam os medicamentos e insumos.

Em arremate, importa mencionar que a saúde é uma obrigação do município, Estado e União, e que o tratamento de alto custo, que é o caso, é de responsabilidade do Estado e da União, que são os que possuem recursos financeiros suficientes para tal finalidade.

NOTA – PGE – Governo de Goiás

Em resposta à demanda, a Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) esclarece que, após a emissão da decisão liminar, em 30 de maio de 2023, foi orientado prontamente o cumprimento da ordem. No entanto, foram identificados desafios significativos para tal, incluindo a falta de habilitação do município de Caturaí (GO), onde reside a paciente, no programa federal “Melhor em Casa” e a competência municipal sobre o serviço de atenção domiciliar.

Assim, diante da incapacidade de resolução imediata pelo município, o Estado solicitou que a ordem fosse cumprida por meio de recursos do tesouro estadual, buscando evitar atrasos na prestação dos serviços.

A PGE reitera que está comprometida em resolver a situação com a maior brevidade possível e continua trabalhando para garantir que os direitos de Alice sejam plenamente respeitados e cumpridos.

PGE-GO – Governo de Goiás

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04/05/2024 às 12h31min – Atualizada em 04/05/2024 às 12h31min

G1 GO

Araguaia Notícia

Os policiais acusados de matar um refém durante uma abordagem após um assalto em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia, foram julgados na madrugada desta sexta-feira (3). A decisão condenou o soldado Paulo Márcio Tavares a seis anos de prisão por homicídio. Já o outro acusado de envolvimento no crime, sargento Gilmar Alves do Santos, foi absolvido. Cabe recurso da decisão.

O g1 entrou em contato com a defesa de Paulo Márcio Tavares e Gilmar Alves do Santos, via mensagem enviada às 14h40 desta sexta-feira, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.

O g1 também pediu um posicionamento para a Polícia Militar, via e-mail enviado às 15h40 desta sexta-feira, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.

O caso aconteceu em 2017. O soldado Paulo Márcio Tavares e o sargento Gilmar Alves do Santos foram apontados como os responsáveis pela ação que resultou na morte do refém, o auxiliar de produção Tiago Ribeiro Messias, de 31 anos, e do adolescente Marco Antônio Pereira de Brito, suspeito de assalto.

Imagens gravadas no local do crime mostraram o sargento Gilmar Alves do Santos atirando de dentro para fora do veículo, para simular uma troca de tiros.

Investigações

Segundo a perícia concluiu nas investigações, os tiros que mataram Tiago Messias partiram da arma do soldado Paulo Márcio.

Conforme a investigação, Tiago foi feito de refém e obrigado a dirigir o carro durante um assalto. Uma viatura fez um cerco e dois policiais desceram atirando. Tiago e o suspeito morreram na hora.

“Ocorreu um erro que causou a morte do Tiago. Os agentes e o estado têm que ser responsabilizados pela morte de um inocente”, afirmou o advogado da família, Éder Porfírio Muniz.


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(Foto: Reprodução)

Outro acusado, sargento Gilmar Alves do Santos, foi absolvido. Cabe recurso da decisão. Policial é condenado a seis anos de prisão por matar refém de assalto
Os policiais acusados de matar um refém durante uma abordagem após um assalto em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia, foram julgados na madrugada desta sexta-feira (3). A decisão condenou o soldado Paulo Márcio Tavares a seis anos de prisão por homicídio. Já o outro acusado de envolvimento no crime, sargento Gilmar Alves do Santos, foi absolvido. Cabe recurso da decisão.
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O g1 entrou em contato com a defesa de Paulo Márcio Tavares e Gilmar Alves do Santos, via mensagem enviada às 14h40 desta sexta-feira, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
O g1 também pediu um posicionamento para a Polícia Militar, via e-mail enviado às 15h40 desta sexta-feira, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
O caso aconteceu em 2017. O soldado Paulo Márcio Tavares e o sargento Gilmar Alves do Santos foram apontados como os responsáveis pela ação que resultou na morte do refém, o auxiliar de produção Tiago Ribeiro Messias, de 31 anos, e do adolescente Marco Antônio Pereira de Brito, suspeito de assalto.
Imagens gravadas no local do crime mostraram o sargento Gilmar Alves do Santos atirando de dentro para fora do veículo, para simular uma troca de tiros (assista acima).
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Gilmar Alves dos Santos (à direita) e Paulo Márcio Tavares (à esquerda) foram julgados em Goiás
Reprodução/TV Anhanguera
Investigações
Segundo a perícia concluiu nas investigações, os tiros que mataram Tiago Messias partiram da arma do soldado Paulo Márcio.
Conforme a investigação, Tiago foi feito de refém e obrigado a dirigir o carro durante um assalto. Uma viatura fez um cerco e dois policiais desceram atirando. Tiago e o suspeito morreram na hora.
“Ocorreu um erro que causou a morte do Tiago. Os agentes e o estado têm que ser responsabilizados pela morte de um inocente”, afirmou o advogado da família, Éder Porfírio Muniz.
Paulo Márcio Tavares foi condenado a seis anos de prisão em Goiás
Reprodução/TV Anhanguera
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/05/03/policial-e-condenado-a-seis-anos-de-prisao-por-matar-refem-de-assalto-em-goias.ghtml

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Bebê que nasceu com intestino para fora da barriga recebe alta hospitalar

Alice foi diagnosticada com gastroquise (defeito congênito na parede abdominal que faz com que o intestino fique para fora da barriga) e com a síndrome do intestino curto (malformação congênita do intestino delgado.

Alice Cláudia Medeiro Freitas e a mãe Amanda Cláudia Medeiros em diferentes momentos da internação — Foto: Reprodução / Redes Sociais

A menina devia ter sido operada logo que nasceu, mas a cirurgia não pode ser realizada porque Alice nasceu prematuramente e estava fragilizada.

Agora, ela segue com o tratamento em casa. “Estou muito feliz pela vitória. Ela saiu totalmente da parenteral”, explicou a mãe de Alice, Amanda Cláudia Medeiros. A parenteral é um tipo de nutrição intravenosa utilizada em casos em que a criança não consegue se alimentar pela boca ou por tudo.

“Agora é seguir a vida em casa, como toda criança deveria ter”, declarou Amanda em entrevista à TV Anhanguera.

Amanda Cláudia comenta que o desafio agora e conseguir apoio da administração pública para custear os insumos a serem utilizados no tratamento de Alice. Exames, insumos e medicamentos custam R$ 53.390,83 por mês.

A Defensoria Pública do Estado de Goiás emitiu parecer à Vara Judicial de Araçu, que atende o município de Caturaí, onde a família mora, para que os recursos sejam disponibilizados para efetivamente viabilizar a desospitalização de Alice.

No entanto, de acordo com a Procuradoria Geral do Estado de Goiás (PGE), o município apresentou dificuldade em oferecer o serviço de atenção domiciliar já que Caturaí não está habilitado no programa do governo federal “Melhor em Casa”. Assim, a disponibilização de recursos para o tratamento de Alice deverá ser feita pelo governo estadual (leia nota completa abaixo).

O g1 tentou contato com a Prefeitura de Caturaí por e-mail e telefone, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Além dos custos com o tratamento domiciliar, Amanda e Alice também terão que comparecer uma vez por semana ao Hospital das Clínicas, em Goiânia, para um dia de internação.

NOTA – PGE – Governo de Goiás

Em resposta à demanda, a Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) esclarece que, após a emissão da decisão liminar, em 30 de maio de 2023, foi orientado prontamente o cumprimento da ordem. No entanto, foram identificados desafios significativos para tal, incluindo a falta de habilitação do município de Caturaí (GO), onde reside a paciente, no programa federal “Melhor em Casa” e a competência municipal sobre o serviço de atenção domiciliar.

Assim, diante da incapacidade de resolução imediata pelo município, o Estado solicitou que a ordem fosse cumprida por meio de recursos do tesouro estadual, buscando evitar atrasos na prestação dos serviços.

A PGE reitera que está comprometida em resolver a situação com a maior brevidade possível e continua trabalhando para garantir que os direitos de Alice sejam plenamente respeitados e cumpridos.

PGE-GO – Governo de Goiás

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Laboratório alvo de operação emitia falsos resultados de exames feitos em idosos e trabalhadores em Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

“O laboratório foi criado em 2017 e funcionava em Goiânia, tinha uma filial no interior do estado e oferecia mais de oito mil tipos de exames”, disse.

O g1 tentou contato por e-mail na tarde desta terça-feira (30) com o Laboratório Vida, investigado na operação, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Segundo a delegada responsável pela operação, à polícia, a defesa do proprietário da empresa negou as acusações.

Segundo a PC, o laboratório tinha uma sede no Setor Coimbra, em Goiânia, e uma filial em Nova América, no centro do estado. A polícia investiga, pelo menos, 94 exames de fezes e urina realizados em dezembro de 2023, pois a empresa sequer tinha as máquinas necessárias para estes dois exames.

“Os resultados foram emitidos mesmo sem os aparelhos, isto é, foram inventados. Então, não descartamos fraudes em outros exames”, destacou.

O laboratório tinha convênio com um lar de idosos e com clínicas de medicina do trabalho, identificou a investigação. “Ele não atendia o Sistema Único de Saúde (SUS). Atendia particular e, em geral, a população carente. As pessoas procuravam o laboratório devido aos preços mais atrativos”, afirmou.

Operação cumpre mandados contra laboratório suspeito de fraudes em exames em Goiás

O valor cobrado pelos exames não foi divulgado. A empresa é investigada pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon). “Os pacientes pagavam pelos exames, isso pode gerar até algum tipo de estelionato ou crime patrimonial”, finalizou Melo.

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Advogado Hans Brasiel foi encontrado morto a tiros dentro de escritório, em Aruanã — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Dois dos três acusados de matar um advogado a tiros em um escritório em Aruanã, nordeste do estado, foram condenados a mais de 15 de prisão. Wuandenberg Alves Faria foi condenado a 15 anos e Rafael Alves da Silva a 16 anos. O júri de Adelúcio Lima Melo foi adiado para junho deste ano.

O g1 não localizou o contato da defesa de Adelúcio para pedir um posicionamento até a última atualização desta matéria. O advogado de Rafael destacou que ele confessou a participação no crime e disse que vai recorrer da sentença. A defesa de Wuandenberg não retornou o pedido de nota.

Hans Brasiel da Silva Chaves, de 31 anos, foi morto em fevereiro de 2020. Segundo a investigação, o crime aconteceu por disputa de clientes com o advogado Adelúcio, que pediu ajuda para o aviador Wuandemberg, amigo dele, para planejar o assassinato. Rafael foi o quem atirou na vítima.

Julgamento e condenação

Wuandenberg e Rafael foram julgados na sexta-feira (26). Os dois foram condenados pelo assassinato do advogado. Rafael ainda foi condenado a um ano e quatro meses prisão pela morte de outra vítima. O juiz Flávio Fiorentino definiu ainda que a pena deve ser cumprida em regime fechado.

Segundo o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), o júri de Adelúcio foi desmembrado e deve ser realizado no dia 18 de junho. A decisão foi tomada por questão de segurança, pois o juiz pediu a escolta para a manutenção das algemas nos réus e Adelúcio não aceitou a situação.

O réu teria ainda destituído o próprio advogado e, por isso, de acordo com o Tribunal, para garantir a continuidade do processo sem demora, Fiorentino suspendeu o exercício da advocacia de Adelúcio e nomeou um novo advogado para representá-lo no próximo júri.

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A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou em segunda e definitiva votação um projeto que propõe uma série de medidas para priorizar a inserção de mulheres com mais de 50 anos no mercado de trabalho. A matéria, que passou na quarta-feira (24), é do deputado estadual Gustavo Sebba (PSDB).

Segundo o autor, o projeto reconhece os desafios enfrentados por esse grupo demográfico. Além disso, propõe como medidas:

  • Implementação de ações e programas voltados para a inserção de mulheres com mais de 50 anos no mercado de trabalho;
  • Incentivo a iniciativas empresariais que promovam o aprimoramento profissional e a manutenção do emprego para mulheres nessa faixa etária;
  • Priorização de mulheres com mais de 50 anos que sejam chefes de família monoparental, tenham deficiência ou filho com deficiência, ou sejam vítimas de violência doméstica.

O texto ainda depende de sanção da governadoria para se tornar lei.

Segundo o deputado, o grupo a que se destina esse projeto encontra menos oportunidades. Essas mulheres, ele argumenta, também são frequentemente subestimadas devido a preconceitos relacionados à idade e gênero.

Assim, o projeto ainda estabelece que a política em questão será monitorada e avaliada periodicamente pelo órgão estadual competente, com a publicação dos respectivos dados e resultados. Sebba ressalta que a medida pretende garantir transparência e demonstrar o compromisso com o acompanhamento e o aprimoramento das políticas de inclusão no mercado de trabalho.

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CPE faz a prisão de foragido da Justiça de Minas Gerais, suspeito de crime de feminicídio na cidade de Uberlândia; ação aconteceu na tarde desta terça-feira, 23

 

(Foto: Reprodução)

Após compartilhamento de informações entre as Forças de Segurança Pública, sendo, Companhia de Policiamento Especializado (CPE), Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) e Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Uberlândia/MG, a equipe da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar (8ªCIPM), através da CPE, fez a prisão de um homem de 36 anos. Ele é suspeito de um crime de feminicídio, no qual desferiu várias facadas em sua companheira e ainda deixou a faca encravada no abdômen da vítima.

Relembre o crime: Mulher é esfaqueada pelo companheiro após discussão em Uberlândia

A mulher, de 32naos, morreu no último dia 09 de abril. Ela estava internada no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) desde então, passou por cirurgias, mas não resistiu.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o homem fugiu logo após o crime e foi encontrado na tarde desta terça-feira, 23. O suspeito, após cometer tal crime, estava foragido da justiça mineira e se encontrava escondido na zona rural do município de Ipameri-GO, e foi localizado após várias diligências das equipes da 8ª CIPM/CPE.

Após os procedimentos legais, o homem foi encaminhado ao presídio de Ipameri, ficando à disposição do Poder Judiciário.



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