18 de abril de 2026
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Polícia investiga morte de jovem de 19 anos em Goiânia

Uma jovem de 19 anos foi encontrada morta após desaparecer ao sair de casa, em Goiânia. Pâmela Carneiro Araújo morava com a família em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, e, segundo o irmão, não tinha o costume de sair sozinha de casa por causa de uma deficiência mental.

A família, que mora no setor Belo Horizonte, denunciou o desaparecimento da jovem no dia 13 de março e o corpo de Pâmela foi encontrado no dia 14, em uma zona rural, no setor Residencial Campos Elísios. O caso será investigado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

O irmão de Pâmela, Lucas levy, contou que a jovem não saía de casa sozinha. “Ela tem a mente de criança e não podia sair de casa sozinha. Ela ia na porta e a gente ia atrás dela”, conta. No dia em que ela desapareceu, ele estava com ela em casa e, por causa de uma cirurgia, não viu quando ela saiu.

Ao dar falta da irmã em casa, Lucas começou a procurá-la e chamou a mãe e outra irmã para ajudá-lo. “No mesmo dia a gente procurou ela em todo lugar aqui no setor e já chamou a polícia”, lembra. Segundo a irmã, Letícia Adriany, ela foi vista pela última vez na esquina de casa na noite do dia 13.

Jovem é encontrada morta após desaparecer ao sair de casa, em Goiânia, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/Lucas levy

Adriany conta que, no dia 14, recebeu uma ligação do Instituto Médico Legal (IML) pedindo para que ela fosse até o órgão. “[A Pâmela] foi encontrada sem vida, boiando em uma represa e só de short e sutiã. O blusão, a blusa e o celular dela estavam jogados perto de onde foi encontrada”, detalha a irmã.

A família acredita que Pâmela foi assassinada porque, segundo eles, a distância entre a casa deles e o local onde o corpo foi encontrado é de mais de 20 km. “Ela não saía da casa assim, queremos que a polícia encontre o monstro que fez isso, queremos justiça e que ele pague pelo que fez”, finaliza.

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Um ficheiro da Polícia Metropolitana de Londres sobre o assassino em série Jack, o Estripador – que matou cinco mulheres, em 1888, nos arredores da capital britânica – foi tornado público, 136 anos após os crimes.

Segundo a Sky News, o documento estava na posse do inspetor Joseph Henry Helson, que trabalhava na Polícia Metropolitana na época dos assassinatos.

O documento, que esteve na posse da família Helson durante quatro gerações, inclui duas fotografias de Michael Ostrog, que foi um dos primeiros suspeitos, e uma cópia do postal ‘Saucy Jack’, que teria sido enviado pelo assassino às autoridades.

Contém ainda uma cópia da carta ‘Dear Boss’, onde foi citado o nome Jack, o Estripador pela primeira vez.

O inspetor Helson trabalhou no caso do homicídio de Mary Ann Nichols, uma prostituta de East End que foi a primeira vítima de Jack, o Estripador. Oito dias depois, ajudou nas investigações da morte de Annie Chapman, a segunda vítima. 

O arquivo, que tem um valor estimado de 10 mil libras (cerca de 66 mil reais), e vai ser vendido pelo bisneto de Helson, em leilão através da Whitton & Laing Auctioneers, na próxima sexta-feira, 22 de março.

“Durante quase 140 anos, os assassinatos de Jack, o Estripador exerceram um fascínio duradouro e os artigos diretamente relacionados com os crimes raramente são postos à venda”, afirmou um porta-voz da leiloeira, acrescentando que “as pessoas não devem esquecer que as vítimas eram pessoas reais com histórias reais”.

Lembrando que Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes, e Mary Jane Kelly foram assassinadas em Whitechapel entre 31 de agosto e 9 de novembro de 1888. As cinco mulheres, que trabalhavam como prostitutas, foram mortas com golpes na garganta e três delas tiveram os órgãos removidos.

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Uma estudante de medicina morreu, na manhã de sábado (16), após um acidente de carro em uma avenida enquanto voltava de uma festa com amigos, em Catalão, na região sudoeste de Goiás. O motorista negou socorro à vítima e fugiu do local.

Julia Ferreira Demétrio, tinha 19 anos e era filha de um bombeiro militar. Ela foi aprovada em medicina no na Universidade Paulista (Unip), em Campinas, São Paulo, no início deste ano. 

Ela retornava de uma festa em uma chácara com amigos quando sofreu o  acidente de carro. Das cinco pessoas que ocupavam o veículo, Júlia foi a única vítima que não resistiu e faleceu. 

Ela morava em Catalão com a família e era filha do 2º sargento Demétrio, do Corpo de Bombeiros da cidade, e de Rosa Ferreira. Nas redes sociais, a irmã de Julia, a esteticista Beatriz Demétrio, publicou: “Como eu queria trocar a minha vida pela sua, o tempo ao seu lado jamais seria suficiente”. 

Motorista fugiu

O acidente foi registrado pela polícia na Avenida Espírito Santo por volta das 5h. Ela foi levada para a Santa Casa de Catalão, mas não resistiu.

Segundo o Corpo de Bombeiros da cidade, o motorista fugiu do local após o acidente e não prestou socorro às vítimas. Na tarde de sábado (16), um advogado se apresentou em nome do jovem ao delegado da Polícia Civil de Catalão.

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Julia Ferreira Demétrio, de 19 anos, morreu após um acidente de carro, em Catalão, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma estudante morreu na manhã deste sábado (16) após um acidente de carro em uma avenida de Catalão, na região sudeste de Goiás. Julia Ferreira Demétrio, de 19 anos, era filha de um bombeiro militar e, segundo a família, foi aprovada em medicina no início deste ano.

“O sonho dela era ser médica, estava super feliz pela aprovação. Era a melhor pessoa que eu já vi”, disse a irmã da vítima.

O acidente aconteceu por volta das 5h deste sábado na Avenida Espírito Santo, no Loteamento Paqueta. Ao g1, a irmã de Julia, Beatriz Demétrio, contou que a estudante estava voltando de uma festa com 4 pessoas no carro de conhecidos quando o acidente aconteceu.

O g1 questionou a Polícia Militar (PM) e Polícia Civil (PC) sobre como o acidente aconteceu, porém, ambas disseram não ter detalhes do ocorrido. Por envolver a filha de um bombeiro militar, o Corpo de Bombeiros afirma que não vai se manifestar em respeito à família.

Segundo a Polícia Civil (PC), Julia foi levada para um hospital, mas morreu na unidade. Além disso, afirma que o motorista disse que vai se apresentar na delegacia, o que não ocorreu até a última atulização desta matéria. Uma das pessoas que estavam no carro foi ouvida.

“O motorista foi ‘ajudado’ por amigos e fugiu do local. Precisamos descobrir quem são esses amigos, são cúmplices desse irresponsável”, desabafou Beatriz.

A irmã da vítima conta que a estudante foi aprovada em medicina na Universidade Paulista (Unip), em Campinas, São Paulo. Nas redes sociais, Julia compartilhava diversos momentos com a família e amigos, sempre com um sorriso no rosto e esbanjando alegria.

“Sempre foi uma pessoa caridosa, adorava ajudar todo mundo, seria uma profissional excelente. Ela era muito querida, Sempre tinha uma palavra de consolo para quem precisava, se preocupava muito com a família e tinha o maior coração desse mundo”, finaliza.

Estudante aprovada em medicina morre após acidente de carro em avenida – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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