15 de maio de 2026
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Após novo embate no plenário da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o deputado estadual Amauri Ribeiro (PL) subiu o tom contra seu correligionário, o deputado Major Araújo (PL). Em entrevista ao Portal NOTÍCIAS GOIÁS, Amauri se colocou à disposição para solucionar o impasse fora do parlamento.

“Estou à disposição dele, a hora que ele quiser, o lugar que ele quiser, é só falar que eu vou estar lá para a gente resolver isso igual dois homens resolvem”, declarou.

O clima entre os parlamentares piorou na semana passada durante uma sessão em que Amauri criticou a ausência do senador Wilder Morais (PL) em uma votação no Senado. Major Araújo subiu à tribuna para acusar o colega de má-fé e de beneficiar a base do governo, desencadeando um bate-boca com troca de insultos e ameaças que exigiu a intervenção da Polícia Legislativa.

Para Amauri, o colega tenta transformar o parlamento em palco político por conveniência eleitoral.

“Esse palanque que ele está tentando fazer dentro da Assembleia, ele sempre faz isso em ano eleitoral, porque é um deputado que não tem serviço prestado”, afirmou. Ele completou criticando a postura militar do rival:

“O único projeto desse deputado, que é um policial e que desonra a sua corporação, é um soldado de chumbinho, é um hominho de brinquedo, o único projeto que ele tem na história dele é para desarmar a Polícia Militar. Isso envergonha a corporação, envergonha a Polícia Militar”.

Ele fique à vontade de andar armado’

Ao rebater a promessa de Major Araújo de andar armado pelos corredores da Alego, Amauri reagiu com desdém e ironia.

“Tem homem não precisa de uma arma de fogo para ser garantido. Agora, quando o cara é frouxo, além de ser frouxo, ainda fica se fazendo de vítima e ameaçando. Eu nunca tive medo de homem. Quer dizer, eu nunca tive medo nem de homem, quanto mais dele. Então, ele fique à vontade de andar armado o quanto que ele quiser. Eu não preciso de andar armado para me garantir e mostrar o que eu sou e mostrar a coragem que eu tenho”, disparou.

Por fim, Amauri reforçou que a Alego não é espaço para acertos de contas pessoais e classificou o comportamento do rival como uma tentativa frustrada de intimidação.

“Isso é fora da Assembleia”, concluiu o deputado, reafirmando que o oponente não sustenta as ameaças que faz.



Autor Manoel Messias Rodrigues

Lidiane

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