6 de junho de 2026
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Após novo embate no plenário da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o deputado estadual Amauri Ribeiro (PL) subiu o tom contra seu correligionário, o deputado Major Araújo (PL). Em entrevista ao Portal NOTÍCIAS GOIÁS, Amauri se colocou à disposição para solucionar o impasse fora do parlamento.

“Estou à disposição dele, a hora que ele quiser, o lugar que ele quiser, é só falar que eu vou estar lá para a gente resolver isso igual dois homens resolvem”, declarou.

O clima entre os parlamentares piorou na semana passada durante uma sessão em que Amauri criticou a ausência do senador Wilder Morais (PL) em uma votação no Senado. Major Araújo subiu à tribuna para acusar o colega de má-fé e de beneficiar a base do governo, desencadeando um bate-boca com troca de insultos e ameaças que exigiu a intervenção da Polícia Legislativa.

Para Amauri, o colega tenta transformar o parlamento em palco político por conveniência eleitoral.

“Esse palanque que ele está tentando fazer dentro da Assembleia, ele sempre faz isso em ano eleitoral, porque é um deputado que não tem serviço prestado”, afirmou. Ele completou criticando a postura militar do rival:

“O único projeto desse deputado, que é um policial e que desonra a sua corporação, é um soldado de chumbinho, é um hominho de brinquedo, o único projeto que ele tem na história dele é para desarmar a Polícia Militar. Isso envergonha a corporação, envergonha a Polícia Militar”.

Ele fique à vontade de andar armado’

Ao rebater a promessa de Major Araújo de andar armado pelos corredores da Alego, Amauri reagiu com desdém e ironia.

“Tem homem não precisa de uma arma de fogo para ser garantido. Agora, quando o cara é frouxo, além de ser frouxo, ainda fica se fazendo de vítima e ameaçando. Eu nunca tive medo de homem. Quer dizer, eu nunca tive medo nem de homem, quanto mais dele. Então, ele fique à vontade de andar armado o quanto que ele quiser. Eu não preciso de andar armado para me garantir e mostrar o que eu sou e mostrar a coragem que eu tenho”, disparou.

Por fim, Amauri reforçou que a Alego não é espaço para acertos de contas pessoais e classificou o comportamento do rival como uma tentativa frustrada de intimidação.

“Isso é fora da Assembleia”, concluiu o deputado, reafirmando que o oponente não sustenta as ameaças que faz.



Autor Manoel Messias Rodrigues


“Estamos aguardando sua presença”, disse o porta-voz Alimohammad Naini, segundo a mídia estatal

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica, na sigla em inglês) desafiou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), a enviar embarcações navais norte-americanas para escoltar navios petroleiros pelo estreito de Ormuz, informou a mídia estatal iraniana na 6ª feira (6.mar.2026). As informações são da agência de notícias Reuters.

“O Irã saúda veementemente a escolta dos petroleiros e o fato de que as forças dos EUA estarão presentes na travessia do estreito de Ormuz. E, a propósito, estamos aguardando sua presença”, disse o porta-voz da Guarda do Irã, Alimohammad Naini, segundo a mídia estatal.

“Recomendamos que, antes de tomar qualquer decisão, os norte-americanos se lembrem do incêndio do superpetroleiro norte-americano Bridgeton em 1987 e dos navios petroleiros que foram alvos recentes”, acrescentou Naini.

Na última 3ª feira (3.mar), Trump disse que a Marinha norte-americana poderia começar a escoltar petroleiros na região. “Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o livre fluxo de energia para o mundo”, escreveu o republicano em uma publicação na plataforma Truth Social.

O conflito no Oriente Médio interrompeu o transporte marítimo e as exportações de energia no estreito de Ormuz. A rota marítima entre o Golfo de Omã e o golfo Pérsico é via de transporte de 20% a 30% de todo o petróleo global. Na última 2ª feira (2.mar), o governo iraniano anunciou o fechamento do estreito e ameaçou atacar navios que tentem passar pela região.

Pelo menos 9 navios foram atacados desde que os EUA e Israel iniciaram a ofensiva contra o Irã em 28 de fevereiro.

ESCALADA NA TENSÃO

O ataque dos EUA ao Irã foi realizado depois de semanas de tensão entre os 2 países. Em 19 de fevereiro, Trump afirmou que, em até 10 dias, saberia se deveria dar “um passo adiante” em relação a um ataque contra o país persa.

Depois, o republicano declarou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos.

No discurso do Estado da União, em 24 de fevereiro, Trump disse que os EUA ainda não tinham ouvido o Irã pronunciar “aquelas palavras mágicas: ‘nunca teremos uma arma nuclear’”. No pronunciamento, o presidente norte-americano afirmou que o regime persa “já desenvolveu mísseis que podem ameaçar a Europa e as nossas bases no exterior, e está trabalhando para construir mísseis que, em breve, chegarão aos EUA”.

As declarações de Trump foram feitas enquanto o país realizava conversas diplomáticas com o Irã, que não resultaram em acordo.

Uma autoridade sênior do Irã disse à Reuters que o país estaria disposto a fazer concessões aos EUA se os norte-americanos reconhecessem o seu direito de enriquecer urânio para fins pacíficos e suspendessem as sanções econômicas.


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Autor Poder360 ·