31 de março de 2026
  • 09:28 Preço da ureia dispara e atinge maior patamar desde 2022
  • 05:44 Comitê Central de Compliance faz reunião de avaliação das pastas Administrativa, de Controle Interno e da Escola do Legislativo
  • 02:00 TJGO mantém liminar contra publicações sobre prefeito de Guapó
  • 22:16 Lula lidera corrida presidencial no Ceará, diz pesquisa
  • 18:32 Encontro de lideranças femininas no Parlamento goiano encerra a programação cultural voltada ao mês da mulher


Santiago Peña relembrou os casos de Miguel Uribe e Charlie Kirk para criticar a “violência política” durante discurso na ONU

O presidente do Paraguai, Santiago Peña (Partido Colorado, direita), em sua fala na Assembleia Geral da ONU, nesta 4ª feira (24.set.2025), criticou os recentes casos de violência política pelo mundo e falou contra a “polarização e o extremismo”.

Ele defendeu o “debate livre, aberto e franco”, que não “foge de posições controversas” e as confronta com “respeito”. Também disse entender que “nosso próprio modo de vida molda a democracia”.

Para Peña, a fragilidade democrática pode ser um “terreno fértil para o autoritarismo”.

Ele citou a situação da Venezuela, dizendo que o país tem “violações sistemáticas de direitos humanos e das liberdades individuais”, além de promover a “perseguição a líderes políticos”.

Também disse que, na Nicarágua, a perseguição a opositores políticos está se “expandindo rapidamente” e ressaltou que “até a Igreja Católica está sendo perseguida”.

Peña deu exemplos do que considera ser “ataques políticos covardes e incompreensíveis”, citando Miguel Uribe –pré-candidato à presidência assassinado durante comício em Bogotá, na Colômbia– e Charlie Kirk –ativista de direita morto nos EUA.

Segundo o chefe do Executivo paraguaio, essas figuras foram mortas porque “defendiam suas convicções e valores com eloquência e coragem”.



Autor Poder360 ·

Lidiane

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT