11 de junho de 2026
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Michelle Ramalho participou de painel sobre jogos eletrônicos e apostas on-line no 2º dia do 14º Fórum de Lisboa

A vice-presidente da CBF, Michelle Ramalho, declarou nesta 3ª feira (2.jun.2026) que “muitos ignorantes falam que as bets têm que acabar, mas as bets são tão vítimas quanto as federações”.

A declaração foi feita durante um painel sobre jogos eletrônicos e apostas on-line, realizado no 2º dia do 14º Fórum de Lisboa. Também participaram Alexandre Fonseca, CEO da Superbet Apostas Esportivas, e Guilherme Figueiredo, diretor de Assuntos Públicos da Betano Brasil, Kaizen Gaming.

“Não se pode mais falar hoje em futebol sem bets. Temos que desmistificar esse rótulo que muitos falam como se as bets fossem o autor das manipulações de resultados. […] Qual é a bet que vai querer que aquele jogo seja manipulado?”, declarou Ramalho.

A vice-presidente da CBF afirmou que as casas de apostas regulamentadas são “vítimas desses rótulos errados” e que empresas como a Superbet e a Betano “estão fazendo um trabalho muito sério”.

“É muito importante tipificar as casas de apostas que não estão legalizadas. Não temos uma lei severa para isso. E não é justo com quem está legalizado, fazendo tudo certinho, concorrer com as casas ilegais. […] O Congresso precisa abrir os olhos para isso”, disse.

Alexandre Fonseca, da Superbet, disse que atribuir o endividamento das famílias brasileiras ao segmento de apostas não se sustenta em dados. “O público feminino e de baixa renda está entre os mais endividados. Já o nosso cliente é majoritariamente masculino e de renda maior. O principal núcleo de endividamento está no cartão de crédito e nós não aceitamos. O mercado ilegal aceita, mas o regulamentado só aceita Pix”, afirmou.

“Todo problema na sociedade brasileira atribui-se a bets. Mas as bets não são um fenômeno novo, foi apenas regulamentado. E a regulamentação no Brasil funciona”, completou.

Guilherme Figueiredo, da Betano Brasil, comentou sobre os programas do governo, como Bolsa Família e Desenrola, que usam ferramentas como reconhecimento fácil para impedir que beneficiários façam apostas on-line. Destacou que são medidas importantes, mesmo que as bets não tenham relação com o endividamento.

Figueiredo citou também que “a portaria de Jogo Responsável é um exemplo para a América Latina” e pediu que políticos e influenciadores defendam o mercado regular no Brasil.

“Nós estamos sofrendo um ataque de vários setores por estarmos tudo no mesmo balaio. Mas ou você defende o jogo legalizado ou você estará defendendo o jogo ilegal”, declarou.

14º FÓRUM DE LISBOA

O tema do Fórum de Lisboa deste ano é “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais”. Todos os debates serão realizados de 1º a 3 de junho na Universidade de Lisboa.

O evento terá a presença de nomes como Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, Magda Chambriard, presidente da Petrobras, e Aloízio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

O número total de participantes no Fórum de Lisboa aumentou de 360 em 2025 para 450 em 2026. É um recorde para o evento. Mas o total de autoridades brasileiras caiu com relação ao ano passado –a única exceção é no Legislativo, que terá 2 congressistas a mais neste ano. A mudança de embocadura do tema central do encontro, mais globalizado, é a razão de haver mais palestrantes de outros países e não apenas do Brasil e de Portugal.

O 14º Fórum de Lisboa recebeu o Alto Patrocínio da Presidência da República Portuguesa, dado pelo presidente português a iniciativas, eventos, congressos, projetos ou comemorações que são considerados de especial interesse público, relevância cívica, cultural, científica, social ou econômica para Portugal.

Não se trata de conceder financiamento ou apoio material. É uma chancela de reconhecimento e prestígio institucional.

A distinção, segundo a organização do evento, “reconhece a relevância institucional, acadêmica e cívica do evento, bem como sua contribuição para o fortalecimento do debate democrático e para a reflexão sobre os desafios contemporâneos enfrentados por Portugal, pelo Brasil e pela comunidade internacional”.


Leia mais sobre o 1º dia do 14º Fórum de Lisboa:



Autor Poder360 ·


O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (PRD) afirmou nesta quarta-feira (27/5) ao Portal NG que pretende disputar uma das duas vagas ao Senado neste ano, caso não seja escolhido como vice-governador na chapa de Daniel Vilela (MDB).

“Se não der certo, é o caminho”, disse.

Mendanha, que voltou ao MDB após deixar a sigla, depois se filiou ao PSD e agora está no PRD, deixou claro que não cogita disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Questionado sobre a possibilidade de entrar na corrida por uma das 17 cadeiras de deputado federal, ele foi direto: “A única opção é majoritária”.

A definição da chapa, porém, pode levar tempo, enquanto outros pré-candidatos ao Senado já atuam em campo, costurando alianças e fortalecendo seus projetos. Na base governista, que inclui Mendanha, já estão colocados quatro nomes na disputa pelas duas vagas: Gracinha Caiado (União), Vanderlan Cardoso (PSD), Zacharias Calil (MDB) e Alexandre Baldy (PP).

A eventual entrada do ex-prefeito pode elevar esse grupo para cinco postulantes. A favor dele pesa a alta aprovação registrada nos cinco anos em que comandou Aparecida de Goiânia, segundo maior colégio eleitoral de Goiás, além do recall da eleição de 2022, quando disputou o governo do Estado e ficou em segundo lugar, com 879.031 votos, o equivalente a 25,2%. O pleito foi vencido por Ronaldo Caiado ainda no primeiro turno.

Mendanha também conta com aliados importantes em Aparecida, como o prefeito Leandro Vilela (MDB) e o vice-prefeito João Campos (Podemos). Ele foi um dos principais articuladores e fiadores da candidatura de Vilela em 2024, quando o emedebista, até então pouco conhecido no município, venceu a eleição.

Mendanha também recebeu, recentemente, apoio público do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (União), para ser o escolhido para integrar a chapa de vice-governador ao lado de Daniel Vilela.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Regra eleitoral exige que Alckmin se afaste do cargo de ministro para se candidatar, mas não impede que ele continue como vice-presidente de Lula

Vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB) anunciou nesta 5ª feira (5.mar.2026) que deixará o comando do ministério em 4 de abril, prazo limite para integrantes do Executivo que pretendem disputar as eleições de 2026 deixem seus cargos. Ele permanecerá no posto de vice-presidente, que não exige afastamento para quem pretende disputar o pleito.

A regra de desincompatibilização determina que ministros deixem o cargo 6 meses antes do 1º turno da eleição, marcado para 4 de outubro. A exigência, no entanto, não se aplica à vice-presidência. Por isso, Alckmin poderá continuar no posto mesmo participando da disputa eleitoral, desde que não assuma a Presidência da República durante esse período.

Pela legislação, caso o vice pode se tornar inelegível caso exerça temporariamente a Presidência dentro dos 6 meses que antecedem a eleição. Por isso, se decidir disputar outro cargo, Alckmin terá de evitar substituir Lula em eventuais ausências.

FUTURO POLÍTICO

O futuro político de Alckmin ainda é tema de negociações no governo. Ainda não se sabe se ele disputará novamente a vice-presidência na chapa de Lula, o governo de São Paulo –cargo que ocupou por 4 mandatos (2001 a 2006 e 2011 a 2018)–, ou uma vaga ao Senado pelo Estado. São Paulo é o maior colégio eleitoral do país.

As negociações também envolvem o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), citado como possível candidato ao governo paulista, embora tenha demonstrado resistência à disputa. A definição deve vir só nos próximos meses, à medida que as alianças e candidaturas nos Estados forem sendo consolidadas.

ACORDO MERCOSUL-UE

Em clima de despedida do cargo, Alckmin compareceu à apresentação dos números da balança comercial de fevereiro. Normalmente, apenas técnicos da Secretaria de Comércio Exterior divulgam os dados. Ele fez um breve balanço dos pouco mais de 3 anos à frente do MDIC.

O vice-presidente e ministro comentou a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e reafirmou que a expectativa do governo é que o tratado entre em vigor em maio.

Segundo Alckmin, a ratificação pelo Congresso Nacional, que concluiu a aprovação do tratado na noite de 4ª feira (4.mar.2026), encerra mais de duas décadas de negociações e abre caminho para a aplicação provisória do pacto. O vice-presidente destacou ainda que o acordo prevê salvaguardas para proteger a indústria nacional em caso de aumento excessivo de importações.


Com informações de Agência Brasil.



Autor Poder360 ·


O Partido Liberal (PL) confirmou, nesta sexta-feira (20/2), a pré-candidatura do senador Wilder Morais ao Governo de Goiás e anunciou a empresária Ana Paula Rezende como pré-candidata a vice-governadora. A definição foi oficializada em ato realizado no diretório estadual do partido, em Goiânia, onde Ana Paula assinou a ficha de filiação.

A filiação da filha de Iris Rezende foi abonada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, presente ao evento ao lado de lideranças estaduais. A entrada de Ana Paula no PL foi tratada pelos dirigentes como fortalecimento do projeto de candidatura própria da sigla ao Palácio das Esmeraldas e como sinal de mobilização da estrutura partidária para a disputa eleitoral.

Em discurso, Ana Paula explicou os motivos da mudança de legenda.

“Hoje tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida, e saio do MDB. Sigla que meu pai lutou e foi apaixonado, mas também saio do partido que fechou as portas do legado que meu pai deixou e quando as portas se fecham precisamos prosseguir e encontrar novos caminhos”, disse.

Ana Paula assinou ficha de filiação ao lado de Waldemar Costa Neto e Wilder Morais

O anúncio de Ana Paula como vice complementou o lançamento da pré-candidatura de Wilder ao governo, evento que reuniu lideranças partidárias do interior de Goiás e apoiadores na capital. A sede do PL ficou lotada desde o início da manhã, com militantes, correligionários e representantes de bases municipais e regionais, além de deputados estaduais, federais e vereadores.

No palanque, Valdemar Costa Neto manifestou apoio público à pré-candidatura de Wilder e garantiu recursos e mobilização da legenda.

“[Wilder] terá todo o apoio do partido. Vai ter o partido com o maior tempo de televisão e o maior número de deputados. Vai ter também mais recursos. Vai ter o apoio total das nossas bancadas. Vamos trabalhar pra valer”, disse o dirigente, que acrescentou: “Todos vão enxergar que o melhor caminho está aqui. Temos que manter o que foi feito de bom em Goiás”.

Senador evita comentar ausência de Gustavo Gayer

O evento também contou com apoio à distância. O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL) participou por transmissão ao vivo e afirmou que o PL deve disputar o governo com candidatura própria, criticando composições com grupos que, segundo ele, não estejam alinhados ao projeto nacional da sigla.

Durante o encontro, Wilder foi questionado sobre a ausência do deputado federal Gustavo Gayer. O senador evitou aprofundar o tema.

Wilder Morais: pré-candidatura avança mesmo a contragosto do principal deputado do partido em Goiás

“Nós convidamos todo mundo. Convidamos, falamos por telefone. Acreditamos que as pessoas daqui a pouco estão aí. A casa tá cheia. Deixa eu cumprimentar o povo primeiro”, disse rapidamente para, em seguida, cumprimentar apoiadores e lideranças presentes.

Gayer tentava uma composição do PL com o grupo governista liderado pelo governador Ronaldo Caiado (PSD), para fortalecer a pré-candidatura de Daniel Vilela (MDB), que assumirá o governo no final de março. Mas a aliança foi barrada pelas articulações de Wilder Morais, que não abriu mão de disputar o Palácio das Esmeraldas.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Senador pelo União Brasil não deve deixar o partido; Moro lidera as pesquisas de intenção de voto

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) avalia se candidatar ao governo do Paraná com um vice do PP (Progressistas). A candidatura está acertada com o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do partido, e a composição da chapa está em discussão. O União Brasil atualmente integra uma federação com o PP. 

Moro estaria satisfeito com o União Brasil e com o presidente do partido, Antônio Rueda. O senador não avalia deixar a sigla, que daria todo o suporte para viabilizar a candidatura.

Quanto ao apoio do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Moro aguarda posição do partido sobre a eleição presidencial, mas a tendência é que o escolhido de Jair Bolsonaro (PL) apoie sua candidatura. Antes da prisão do ex-presidente, Moro teve uma conversa com Bolsonaro com sobre se candidatar ao governo do Paraná. 

LIDERANÇA

Levantamento da Paraná Pesquisas realizado de 18 a 22 de janeiro mostra que Sergio Moro lidera a disputa pelo governo do Paraná nos 3 cenários testados para o 1º turno. A pesquisa testou também eventuais cenários de 2º turno e em todos eles o senador venceria o pleito.

Eis os resultados:



Autor Poder360 ·


O prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa (PL), anulou a nomeação de Tatiany Mayary Miranda da Costa, esposa do vice-prefeito Walter Vosgrau (MDB), para um cargo na prefeitura. Ela havia sido designada para o gabinete do prefeito e do vice-prefeito, onde trabalharia na assessoria especial, com um salário superior a R$ 13 mil mensais. A contratação foi revertida em menos de 24 horas, após a repercussão negativa do caso.

A nomeação havia sido oficializada na terça-feira (21/1), mas, na quarta-feira (22/1), uma edição suplementar do Diário Oficial trouxe um novo decreto, no qual a prefeitura revogava a decisão.

“Art. 1º. Tornar sem efeito o Decreto nº 51.348 de 21 de janeiro de 2025, que nomeia TATIANY MAYARY MIRANDA DA COSTA para o cargo em comissão de Assessor Especial do Gabinete do Prefeito e Vice-Prefeito.”, está escrito em trecho do documento.

A nomeação de Tatiany, que é enfermeira e já trabalhou no Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu), gerou questionamentos porque o cargo é de confiança, ou seja, possui um caráter político e não técnico. Além disso, o fato de Tatiany trabalhar diretamente com o marido no gabinete do vice-prefeito levantou suspeitas de favorecimento, o que estaria em desacordo com a legislação brasileira.

Conforme a Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal (STF), é proibido que autoridades nomeiem parentes até o terceiro grau para cargos de chefia, direção ou assessoramento dentro da mesma administração pública. Dessa forma, a Prefeitura de Anápolis reconheceu o erro e informou que a decisão foi anulada.

“A Prefeitura de Anápolis reconhece que a nomeação de Tatiany Mayary Miranda da Costa no gabinete do vice-prefeito foi inadequada e já publicou decreto tornando a decisão sem efeito”, afirmou em nota à imprensa.



Autor Agatha Castro


O candidato a prefeito de Goiânia Vanderlan Cardoso (PSD) anunciou nesta sexta-feira (13/9) a contadora Sucena Hummel como candidata a vice-prefeita em sua chapa. Ela assume a vaga após a saída do médico e ex-vereador Paulo Daher (PP), que renunciou após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) excluir o PP da coligação encabeçada pelo PSD. A sigla vai recorrer da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por não concordar com pontos da sentença.

Filiada ao PSD, Sucena Hummel é presidente licenciada do Conselho Regional de Contabilidade de Goiás e, segundo a assessoria de campanha de Vanderlan, ela tem como bandeira de atuação política e profissional a desburocratização tanto do setor público quanto do setor privado. Ela defende que Goiânia deve passar por uma ampla reforma, para se tornar uma cidade ainda mais produtiva e que gere não só mais arrecadação, mas também crie empregos e renda.

“Entendo que precisamos pensar Goiânia, os nossos cidadãos e os empresários precisam de cuidado, precisam ser ouvidos, e junto com o nosso futuro prefeito, Vanderlan Cardoso, a quem me confiou a oportunidade de contribuir e somar esforços, iremos priorizar e executar juntos o melhor para a nossa gente”, afirmou, após ser confirmada na chapa.

Sucena explica que desburocratizar facilita a implantação de novas empresas e incentiva a instalação de indústrias e grandes distribuidoras em Goiânia, aproveitando o potencial de localização e modal de transporte que a capital possui.

“Isso se dará com novos polos de investimento”, aposta, em referência a um dos principais projetos do programa de governo de Vanderlan Cardoso.

Outra causa abraçada pela candidata a vice é a destinação de parte do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para os fundos de Defesa da Criança, Adolescente e de Cuidados aos Idosos.

Natural de Inhumas, Sucena Hummel tem graduação em Letras e Ciências Contábeis, com pós-graduação em Gestão de Pessoas e MBA em Consultoria e Empreendedorismo Contábil. Aos 43 anos, é mãe de duas filhas e casada com o também contador e advogado Edson Cândido Pinto, que atualmente preside o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado de Goiás (Sescon/GO).



Autor Manoel Messias Rodrigues


O presidente da Federação da Indústria de Goiás (Fieg), Sandro Mabel (União Brasil), fez uma autocrítica nesta sexta-feira (12) e reconheceu que errou ao ter predeterminado o perfil de uma mulher evangélica para a escolha da vice em sua chapa nas eleições 2024 e reforçou aquilo que o MDB e o Palácio das Esmeraldas tem pregado: a realização de uma pesquisa qualitativa para elucidar a escolha. 

“Talvez tenha sido um erro meu até porque eu gosto muito de mulheres na administração. Talvez tenha sido um erro colocar essa qualificação. Eu acho até que a pesquisa [qualitativa] vai mostrar isso, mas não quero colocar isso neste momento. As pesquisas vão mostrar e dentro disso, vamos dialogar com os partidos”, destacou durante uma coletiva com a imprensa na manhã desta sexta-feira (12).

O Mais Goiás já mostrou que Mabel recebeu a sugestão de, assim como ele foi escolhido pré-candidato da base do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) a partir de pesquisas qualitativas, que o vice também fosse determinado pelo mesmo método. O conselho foi dado pelo vereador Sandes Júnior (MDB) na reunião entre o pré-candidato e vereadores de Goiânia, na Câmara Municipal. 

O MDB e setores do Palácio que fazem a articulação política decidiram acatar a sugestão e assim será feito. “Vamos fazer uma pesquisa qualitativa como foi feita para o prefeito. O Ronaldo Caiado me escolheu não porque ele me acha bonito, mas porque as pesquisas indicaram que tenho capacidade de gestão e articulação política”, salientou.

Para ele a definição do vice será muito importante, dado o contexto que o Paço Municipal vive atualmente: com Maguito Vilela (MDB), eleito, mas não exercendo o mandato a partir do óbito em decorrência da Covid-19, Rogério Cruz, então na condição de vice, assume definitivamente. Para Mabel, Goiânia não pode repetir o mesmo “trauma”.

“Hoje tem uma preocupação na cabeça do eleitor até pelo trauma que se passou na eleição do Maguito e a entrada do Rogério, é quem será o vice. Essa é uma pergunta que nunca surgiu em eleições e começa a aparecer em Goiânia. Vamos ver o que o eleitor busca e dentro dos partidos vamos ver qual o perfil apontado pelas pesquisas”, destacou.

Autor


Ludymila Siqueira

Goiânia – 

 Presidente do MDB em Goiás, o vice-governador Daniel Vilela avalia que Ana Paula Rezende, filha do ex-prefeito Iris Rezende, seria a vice ideal para compor a chapa caiadista na disputa pelo Paço Municipal em Goiânia. Apesar do anúncio da pré-candidatura de Sandro Mabel a prefeito com o apoio do governador Ronaldo Caiado, o cenário para nomes de vice ainda segue incerto. 


 


“Quem imaginava que ela [Ana Paula Rezende] seria a prefeita de Goiânia, entende que ela seria a melhor vice que qualquer candidato poderia ter. Ela reúne as credenciais para isso. Na minha opinião, todos percebem que a Ana Paula pode ser a melhor vice, porém é uma decisão que passa primeiro por ela”, destaca. 


 


Inicialmente, Ana Paula Rezende era ventilada como principal nome da base para as eleições municipais que ocorrem em outubro deste ano. Ela, no entanto, declarou em mais de uma oportunidade que não iria concorrer ao pleito na capital. A emedebista se mostra resistente também na composição de chapa como vice. 


 


Desejo de vice mulher 


Pré-candidato da base governista em Goiânia, Sandro Mabel declarou, na terça-feira (2/4), que pensa no nome de uma mulher evangélica para compor a chapa como vice. Ao ser questionado sobre a chance do MDB indicar Mayara Mendanha, esposa de Gustavo Mendanha (MDB), para ocupar a vaga, Daniel não descartou a possibilidade. “O partido tem muitos nomes, inclusive de mulheres competentes e preparadas para representar e fazer parte de um projeto de resgate e recuperação de Goiânia”.


 


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Daniel diz que é natural reivindicação do MDB para indicar vice em Goiânia



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