11 de junho de 2026
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Igor de Oliveira Viana e Ana Vitória Alves dos Santos, em Anápolis, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Civil de Goiás investiga os influenciadores Igor de Oliveira Viana e Ana Vitória Alves dos Santos por crimes praticados contra a filha, de 2 anos, com paralisia cerebral. Uma das denúncias que estão sendo apuradas é de que mãe usou dinheiro doado para a filha em cirurgia plástica. Os dois tem como única fonte de renda a criação de conteúdo para a internet, com foco na rotina da filha.

“Há suspeitas de que a mãe tenha feito cirurgia plástica com o dinheiro doado para menina. Isso a gente também está investigando. Temos também a informação de que nenhum dos dois, nem o pai e nem a mãe, possuem qualquer fonte de renda, a não ser a produção de conteúdo na internet. E o conteúdo deles na internet é 90% em volta da filha, da exploração da imagem da filha, da deficiência da filha”, afirmou a delegada do caso, Aline Lopes.

Em nota, a defesa de Ana Vitória disse que ela é inocente, mas que por se tratar de inquérito policial que tramita sob sigilo, a defesa e os envolvidos estão impedidos de prestar informações mais detalhadas sobre a investigação.

O advogado de defesa Daniel Louredo Cardoso informou também que a mãe da menina já se apresentou a Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente (DPCA) para prestar todos os esclarecimentos que o caso requer; veja nota completa ao final da reportagem.

“Minha filha não tem PIX, então se eles foram trouxas, a culpa não é minha. Eu não sou obrigado a usar o dinheiro que eles mandam especificamente com a minha filha. Eu também tenho necessidade de serem supridas. Também sou um ser humano”, falou Igor.

ÁUDIO: Influencer suspeito de maus-tratos ironiza filha com paralisia cerebraL

Igor, então, passou a ser suspeito de maus-tratos, estelionato, desvio de proventos de pessoa com deficiência e por causar constrangimento à criança. Ana Vitória, além da suspeita de desvio de dinheiro, também é investigada pelos outros crimes citados, mas na forma de omissão.

O casal teria se separado recentemente, mas não há processo judicial sobre a guarda da menina. Segundo as investigações, os dois tinham um acordo verbal de que Igor moraria com a filha.

“Segundo conta que a gente apurou, eles estavam juntos até pouco tempo. Nesse último mês eles se separaram. E essa separação se deu de forma amigável, mas eles estariam chamando uma briga pública entre os dois, de forma a gerar mais engajamento. Tudo que acontecia com ela, a exposição, o desvio, aconteceu enquanto morava com a mãe também. Então, ainda que ela não seja autora direta, se ficar comprovado que ela não atuou para impedir o que o pai vinha fazendo, ela também pode ser responsabilizada pelos mesmos crimes, mas na forma omissiva”, explicou a delegada.

‘Vontade de largar no orfanato’

Influenciador debocha de filha com paralisia cerebral

Igor, de 24 anos, compartilha a rotina da filha nas redes sociais e, em algumas momentos, debocha da criança. Em um dos vídeos investigados, Igor chama a filha de inútil após pedir que ela vá ao mercado (assista acima).

Sobre os vídeos ironizando a filha, Igor alegou que a criança “é chata” e que já deu muito trabalho para ele. Ainda ao g1, o influenciador disse que sua vontade às vezes “é de largar na porta do orfanato”, referindo-se à filha.

“Eu não imaginava que uma criança que tem 10% do cérebro funcionando fosse tão chata e pudesse me dar tanto problema. A vontade, às vezes, é de largar na porta do orfanato e deixar alguém se virar, alguém tomar conta”, finalizou.

Delegada afirma que os deboches do pai expõem a filha a uma situação constrangedora.

“Você não está fazendo uma brincadeira, você está expondo e causando constrangimento, não só a ela, mas a todas as crianças com deficiência, além da fala problemática no final. Tem outras postagens em que ele inferioriza a menina, causando constrangimento a ela pela condição de pessoa com deficiência”, explicou a delegada.

Ao g1, Igor afirmou que debochou da conselheira tutelar em resposta a um suposto deboche dela. O influenciador explicou que não pode ver a filha e que, agora, apenas a mãe tem acesso à criança.

Íntegra nota Ana Vitória

A defesa da Sra. Ana Vitória Alves dos Santos, vêm por meio desta esclarecer que a Sra. Ana Vitória já se apresentou espontaneamente junto a delegacia de proteção à criança e adolescente – DPCA da Cidade de Anápolis/GO, para prestar todos os esclarecimentos que o caso requer.

Informamos ainda que para proteção da integridade da menor S.A.V, bem como por se tratar de inquérito policial que tramita sob sigilo, a defesa e os envolvidos estão impedidos de prestar informações mais detalhadas sobre a investigação; ressaltando que todas as provas necessárias a elucidação dos fatos serão fornecidas a autoridade Policial que preside o inquérito.

Por fim, a defesa informa que está convicta que ao final das investigações o caso será esclarecido a sociedade, sendo que a investigada provará sua inocência.

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Uma criança e um bebê foram levados para um hospital com sintomas de envenenamento, em Goianápolis, localizado na Região Metropolitana de Goiânia.

Conforme o relato da Polícia Civil, no dia em que a criança e o bebê passaram mal, eles haviam tomado um leite que foi levado pelo pai.

Crianças com suspeita de envenenamento

A Polícia Civil alegou que o motivo do suposto envenenamento ainda é investigado.

Ainda conforme com o relato policial, a suspeita do envenenamento foi levantada após os sintomas apresentados, como vômitos, náuseas, desinteria, taquicardia discreta, extremidades frias, pupilas um pouco reduzidas e sonolência.

Também ficou constado no boletim de ocorrência que os pais da criança e do bebê se separaram três dias antes das “vítimas” serem levadas para o hospital.

Na ocasião, a criança e o bebê passaram mal no momento em que estavam na casa da avó, após o pai enviar o leite para elas na residência.

Após as crianças darem entrada no hospital, a PC foi acionada pelos próprios profissionais do hospital que realizaram os atendimentos. Por meio de nota, a Polícia Civil informou que instaurou um inquérito policial para investigar o caso e que por envolver menor de idade, o caso é mantido sob sigilo.

Já a caixa do leite suspeito foi apresentada na delegacia e deverá passar pelos procedimentos investigatórios, já que a avó das crianças informou que o alimento ingerido por eles foi o leite antes de começarem a passar mal.

Por Dia online

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Mulher é presa suspeita de inventar que pai estuprou neto para ele ser preso e ficar com os bens dele, em Goiânia — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma mulher de 38 anos foi presa suspeita de inventar que o pai teria estuprado o neto de 7 anos para que ele fosse preso, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, a mulher teria mentido para ficar com os bens do idoso de 78 anos quando ele fosse preso.

“Essa notícia falsa culminou na prisão do idoso, que ficou por mais de um mês preso. O idoso voltou para a casa dele, mas todas as fechaduras tinham sido trocadas”, explicou o delegado Alexandre Bruno de Barros.

O g1 entrou em contato com a Defensoria Pública, que representa a defesa da mulher, para um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

A prisão foi divulgada pela polícia na sexta-feira (17). No mesmo dia, a justiça determinou a revogação da prisão dela. Ao g1, a Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) informou que, até às 9h10 deste domingo (19), ela ainda não havia sido solta, uma vez que ainda está em processo de cumprimento do alvará de soltura.

A investigação do caso durou seis meses. Segundo a Polícia Civil, após a mulher mentir que o pai havia abusado sexualmente do filho dela, que é neto dele, ele ficou preso por cerca de um mês. No entanto, o idoso conseguiu provar que não tinha cometido qualquer tipo de crime contra o neto e foi solto.

O delegado Alexandre Bruno ainda detalhou que, após a soltura do idoso, ele voltou para a casa, mas foi surpreendido com a troca de todas as chaves das fechaduras do imóvel.

“A investigada passou a habitar naquela casa dizendo que não sairia dali. Ela se apossou também de seus rendimentos e aluguéis de barracões”, disse o delegado.

De acordo com a polícia, na ocasião, a mulher ameaçou o idoso de morte e de novamente inventar que ele teria abusado sexualmente do neto. A investigação ainda mostrou que, ao ficar sem casa, roupas, comida ou rendimentos, o idoso buscou a ajuda de um outro filho e denunciou o caso à polícia.

Também segundo a PC, a mulher é suspeita de já ter agredido o pai e a mãe, que já morreu. Ela deve responder pelos crimes de apropriação indébita, perseguição, extorsão e maus-tratos contra o pai.

Após o cumprimento do mandado de prisão preventiva, a Justiça de Goiás revogou a prisão. Para justificar a decisão, o juiz Marlon Rodrigo Alberto dos Santos explicou que, no dia 13 de maio, foi decretada a prisão preventiva da mulher. No entanto, o magistrado explicou que, em seguida, a Defensoria Pública pediu pela revogação dessa prisão, alegando inimputabilidade dela.

Na ocasião, o Ministério Público se manifestou de forma parcialmente favorável a essa revogação e a ordem de prisão foi posteriormente revogada pela Justiça. Naquele momento, também foi determinada a instauração de incidente de insanidade mental.

No entanto, ele detalhou que, apesar de o “contramandado”, que pediu a revogação da prisão, ter sido expedido em uma nova decisão, quando a mulher foi presa, a ordem de prisão ainda estava em vigor. Desse modo, o juiz ressaltou que o cumprimento do mandado não foi ilegal, mas ainda assim revogou a prisão dela.

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 A Polícia Civil de Goiás prendeu, na sexta-feira (18), uma mulher de 38 anos suspeita de crimes graves contra o pai idoso, de 78 anos. A prisão é resultado da 12ª fase da Operação Desumanus, que combate crimes contra idosos.

A mulher é investigada por apropriação indébita, perseguição, extorsão e maus-tratos. Segundo a investigação, que durou 7 meses, ela teria inventado uma acusação de abuso sexual contra o pai para se apropriar dos bens dele. 

O idoso ficou preso por aproximadamente um mês. Ele conseguiu provar que não abusou do neto de 7 anos e foi liberado da prisão. 

Ao retornar para a casa, o idoso se deparou com todas as fechaduras trocadas. Ao procurar a filha, ela o expulsou, reforçou a denúncia de abuso e até o ameaçou de morte. Ela também apropriou-se dos imóveis e rendimentos dele.

O idoso decidiu buscar ajuda com um outro filho, que o encaminhou à Polícia Civil.

A corporação apurou que Weila possui um histórico de violência contra os pais. A prisão preventiva foi solicitada para proteger a vítima. Com essa prisão, a Operação Desumanus chega a 17 pessoas detidas em seis meses. 

A identidade e a imagem da investigada foram divulgadas em razão de existirem outras vítimas, respeitando os preceitos legais que o caso requer, conforme despacho do delegado responsável pelo inquérito, conforme a Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021 – PC.

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Marcus Pacheco e a esposa, Nathany Gomes, em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A biomédica Nathany Gomes morreu em Goiânia com suspeita de dengue depois de ter hemorragias e passar por cirurgias e tratamentos para tentar conter esses sangramentos. Ao g1, o marido de Nathany, Marcus Pacheco, contou que estava na igreja rezando pela esposa no momento em que soube da morte dela.

“No momento do falecimento eu tava na igreja. Fui em busca do último milagre, mas eu não tinha entendido que o milagre na verdade é a Aurora”, disse Marcus.

Nathany morreu na quarta-feira (15). Com 38 semanas de gravidez, ela tinha passado por um parto de emergência na sexta-feira (10), quando deu à luz à pequena Aurora. A menina nasceu saudável.

Ao g1, A Secretaria de Estado de Saúde (SES) explicou que investiga o caso para saber se a causa foi a dengue. Em nota, a pasta explicou que as mortes “são consideradas suspeitas até passarem pelo Comitê de Investigação de Óbitos por Arboviroses para ser confirmada ou descartada [a morte pela dengue]”.

Nathany Gomes, que morreu com suspeita de dengue, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ao g1, o marido de Nathany contou que ela teve uma gravidez tranquila até ser diagnosticada com a dengue, que posteriormente fez com que ela tivesse hemorragias e precisasse de cirurgias e tratamentos. Segundo ele, ela descobriu que estava com dengue no dia 7 de maio e que, a partir de então, fez o tratamento conforme indicado pelos médicos, com hidratação oral e tomando soro em postos de saúde.

Ele ainda contou que, na sexta-feira (10), as plaquetas dela caíram e a biomédica precisou ser internada. No dia, devido ao estado de Nathany, ela precisou passar por um parto de emergência, na tentativa de salvar a vida dela e da filha, a pequena Aurora.

Segundo o marido, durante o parto, que foi de risco por causa da dengue, as plaquetas da esposa caíram ainda mais, de modo que foi necessário que ela fosse sedada. Apesar do quadro da mãe, a pequena Aurora nasceu saudável.

O esposo de Nathany explicou que, segundo os médicos, a menina nasceu saudável devido à saúde da mulher durante a gravidez. Ele detalhou que Nathany era disciplinada e praticava exercícios físicos todos os dias.

Nathany Gomes e o marido, Marcus Pacheco, praticando exercícios físicos em Goiânia — Foto: Arquivo pessoal/Marcus Pacheco

Marcus disse que, no dia após o nascimento de Aurora, Nathany foi transferida para um outro hospital. Ele explicou que ela começou a ter hemorragia, quadro grave da dengue, e precisou passar por uma cirurgia para retirada do útero para conter esse sangramento. Mesmo após a cirurgia, as hemorragias permaneceram.

O marido de Nathany explicou que ela passou por hemoiálise, inclusive uma no Dia das Mães, e outras duas cirurgias para tentar parar o sangramento.

“Nessa hemodiálise, ela pediu para chamar todos os parentes, porque tinha risco de falecimento por parada cardíaca. Ela sobreviveu e melhorou. Ela ainda aguentou passar por outra cirurgia”, explicou Marcus.

“A primeira cirurgia foi para estancar o sangue e retirar o útero. A segunda e a terceira foi para cessar o sangramento pela dengue hemorrágica”, resumiu o marido.

Apesar de todos os esforços dos médicos e de Nathany, ela não resistiu e morreu na quarta-feira (15). Ao g1, Marcus contou que, quando a esposa morreu, ele estava em um culto rezando pela esposa.

“Ela resistiu à cirurgia, mas passando pouco tempo depois ela faleceu”, detalhou Marcus.

Nathany Gomes e o marido, Marcus Pacheco, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Nathany Gomes, que morreu com suspeita de dengue, em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma mulher morreu com suspeita de dengue dias depois de passar por um parto de emergência, em Goiânia. A biomédica Nathany Gomes tinha 30 anos e, segundo a família, teve uma gravidez tranquila até ser diagnosticada com a dengue, que posteriormente fez com que ela tivesse hemorragias e precisasse de cirurgias e tratamentos.

“Ela foi muito guerreira. Ela foi muito forte e batalhou [para viver] pelos filhos. Foi tudo em consequência da dengue, por hemorragias internas. Nathany resistiu até onde podia por ser forte, disse o marido de Nathany, Marcus Pacheco.

Nathany morreu na quarta-feira (15). Ao g1, A Secretaria de Estado de Saúde (SES) explicou que investiga o caso para saber se a causa foi a dengue. Em nota, a pasta explicou que as mortes “são consideradas suspeitas até passarem pelo Comitê de Investigação de Óbitos por Arboviroses para ser confirmada ou descartada [a morte pela dengue]”.

Nathany Gomes e o marido, Marcus Pacheco, em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O marido de Nathany, Marcus Pacheco, contou ao g1 que tudo começou no dia 7 de maio, quando a esposa soube que estava com dengue. Na época, ela estava grávida de 38 semanas. Ele explicou que, após ela ser diagnosticada, fez o tratamento conforme indicado pelos médicos, com hidratação oral e tomando soro em postos de saúde.

Ele ainda contou que, na sexta-feira (10), as plaquetas dela caíram e a biomédica precisou ser internada. No dia, devido ao estado de Nathany, ela precisou passar por um parto de emergência, na tentativa de salvar a vida dela e da filha, a pequena Aurora.

Segundo o marido, durante o parto, que foi de risco por causa da dengue, as plaquetas da esposa caíram ainda mais, de modo que foi necessário que ela fosse sedada. Apesar do quadro da mãe, a pequena Aurora nasceu saudável.

O esposo de Nathany explicou que, segundo os médicos, a menina nasceu saudável devido à saúde da mulher durante a gravidez. Ele contou que Nathany era disciplinada e praticava exercícios físicos todos os dias.

Nathany Gomes e o marido, Marcus Pacheco, praticando exercícios físicos em Goiânia — Foto: Arquivo pessoal/Marcus Pacheco

Marcus contou que, no dia após o nascimento de Aurora, Nathany foi transferida para um outro hospital. Ele explicou que ela começou a ter hemorragia, quadro grave da dengue, e precisou passar por uma cirurgia para retirada do útero para conter esse sangramento. Mesmo após a cirurgia, as hemorragias permaneceram.

O marido de Nathany explicou que ela passou por hemoiálise, inclusive uma no Dia das Mães, e outras duas cirurgias para tentar parar o sangramento.

“Nessa hemodiálise, ela pediu para chamar todos os parentes, porque tinha risco de falecimento por parada cardíaca. Ela sobreviveu e melhorou. Ela ainda aguentou passar por outra cirurgia”, explicou Marcus.

“A primeira cirurgia foi pra estancar o sangue e retirar o útero. A segunda e a terceira foi para cessar o sangramento pela dengue hemorrágica”, resumiu o marido.

Apesar de todos os esforços dos médicos e de Nathany, ela não resistiu e morreu na quarta-feira (15). Ao g1, Marcus contou que, quando a esposa morreu, ele estava em um culto rezando pela esposa.

“Ela resistiu à cirurgia, mas passando pouco tempo depois ela faleceu”, detalhou Marcus.

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Uma mãe foi detida sob suspeita de tentar afogar sua filha de seis meses na piscina de um clube em Cidade Ocidental, Goiás, na última terça-feira (14). Câmeras de segurança capturaram o momento em que a mãe submergiu com a criança na água e bateu a cabeça dela na porta da piscina.

A Polícia Militar informou que um funcionário do clube resgatou a bebê e a entregou ao Conselho Tutelar, que a encaminhou para um hospital local. A criança está fora de perigo.

De acordo com informações divulgadas pelo portal Itatiaia, antes do incidente no clube, testemunhas relataram ter visto a mãe sufocando a bebê com uma mamadeira. Posteriormente, ela entrou no estabelecimento, que também funciona como bar. No local, a PM encontrou a criança sob os cuidados dos funcionários do clube.

De acordo com relatos dos funcionários, a mulher pulou na piscina vestida e com a bebê nos braços, sem solicitar permissão. Ela teria submergido repetidamente com a criança e batido a cabeça dela contra a borda da piscina. Os funcionários intervieram, retirando a menina da mãe, que estava sem respirar, e prestaram os primeiros socorros.

A mãe foi presa em flagrante e está sob investigação da Polícia Civil. Ela já cumpria pena em regime semiaberto por roubo e, no momento da prisão, apresentava sinais de embriaguez e possível uso de substâncias entorpecentes.

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Última atualização 15/05/2024 | 11:32

Uma mulher foi presa suspeita de tentar matar a filha de seis meses afogada na piscina de um clube em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal. A situação foi registrada na tarde desta terça-feira, 14, e testemunhada por funcionários do clube, que socorreram a criança. Suspeita foi presa em flagrante.

Câmeras de segurança registraram o momento do incidente. Nas imagens, a mulher aparece erguendo a criança e, em seguida, mergulhando com ela. A suspeita levanta junto com a criança e bate a cabeça dela na borda da piscina, até que dois homens aparecem e retiram o bebê de dentro da água. Eles parecem falar algo para a mulher, que continua dentro da piscina.

Conforme o Boletim de Ocorrência (BO), um comerciante da região foi quem denunciou o crime. Na ligação, o homem informou que havia visto uma mulher sufocando o bebê de uma “forma louca” com uma mamadeira, no bairro Parque Estrela Dalva 3. Segundo ele, depois disso, a mãe saiu andando e entrou em um bar.

Ao chegarem no clube, os policiais encontraram a bebê com os funcionários do estabelecimento. Eles informaram a polícia que a mulher chegou no local e, sem pedir autorização, pulou na piscina com o bebê no colo. Por estranharem a situação, eles passaram a observar a suspeita.

Foi neste momento que eles observaram que a mulher estava mergulhando diversas vezes com a bebê e, ao levantar, jogou a cabeça dela na borda da piscina e começou a afogá-la. Ele se assustaram com a situação e tomaram a criança das mãos da mãe. Segundo os funcionários, a bebê foi retirada da água já sem ar.

A criança foi socorrida e, por se tratar de uma menor de idade, o Conselho Tutelar foi acionado, conduzindo o bebê até o Hospital Municipal. Não há novidades sob o estado de saúde da vítima.

Já a mãe foi presa em flagrante e encaminhada para a delegacia. Conforme o boletim, a mulher está em regime semiaberto por roubo e, no momento do crime, aparentava estar bêbada e sob efeito de drogas.



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A Polícia Civil de Goiás prendeu uma dona de casa de 58 anos por suspeita de matar um filhote de cachorro no bairro Jardim Mont Serrat, em Goiânia.

Conforme a investigação, a suspeita da polícia é que a mulher enforcou o animal com um fio por não aguentar os barulhos de latido e a “sujeira” ocasionado por ele.

Mulher suspeita de matar filhote de cachorro

Filhote encontrado estava sob tutela da mulher. Foto: Divulgação/Polícia Civil

A prisão ocorreu nessa terça-feira (30) e até o momento a defesa da mulher não se manifestou sobre o caso.

De acordo com a Polícia Civil, o filhote encontrado estava sob tutela da mulher, que após a morte do animal, ela ainda teria colocado o corpo dentro de uma sacola e jogado no cesto de lixo da residência.

Um vídeo gravado por agentes da polícia, mostra o momento em que o animal foi encontrado morto dentro de várias sacolas.  (Veja o vídeo no final da matéria).

Investigação

 

Ao ser interrogada, a mulher confessou a prática de maus-tratos e o crime, além de ter informado que sofre com problemas psicológicos. A suspeita também informou que na noite anterior do fato, não havia conseguido dormir devido aos latidos do filhote.

Com base na delegada responsável pelo caso, Luiza Veneranda, devido ao crime de maus-tratos, a  mulher pode receber pena de detenção de até 5 anos, podendo até ser aumentada em razão da morte do animal.

Porém, a delegada informou que a suspeita apresentou documentos que atestam “problemas de ordem psicológica” e que foi concedida a ela liberdade provisória na audiência de custódia.

Veja vídeo:



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Mulher é presa suspeita de matar filhote de cachorro após se irritar com latido em Goiânia

Uma dona de casa de 58 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Goiás por suspeita de matar um filhote de cachorro no bairro Jardim Mont Serrat, em Goiânia. A investigação aponta que a mulher enforcou o animal com um fio por não suportar os barulhos de latido do animal e a sujeira gerada por ele.

A prisão aconteceu na terça-feira (30). O nome da mulher não foi divulgado pela polícia e, por isso, o g1 não conseguiu o contato da defesa da mulher.

Segundo a Polícia Civil, o filhote estava sob tutela da mulher. Após a morte do cachorrinho, a suspeita teria colocado o corpo dentro de uma sacola e jogado no cesto de lixo da residência.

Mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Goiás por suspeita de matar filhote de cachorro em Goiânia — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Ao ser interrogada, a mulher confessou a prática de maus-tratos ao animal e alegou sofrer com problemas psicológicos, de acordo com a polícia. A suspeita afirmou ainda que, na noite anterior, não conseguiu dormir em razão dos latidos do filhote.

Ao g1, a delegada Luiza Veneranda, responsável pelo caso, informou que, pelo crime de maus-tratos, a mulher pode receber pena de detenção de até 5 anos, podendo ser aumentada em razão da morte do animal.

A delegada informou ainda que a suspeita apresentou documentos que atestam “problemas de ordem psicológica”.

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