mulher é presa suspeita de dopar companheiro e jogar soda cáustica no órgão genital dele
Lidiane 16 de julho de 2024
De acordo com a polícia, crime foi motivado por ciúmes
16 jul
2024
– 16h02
(atualizado às 17h59)

Mulher é presa suspeita de dopar companheiro e jogar soda cáustica no órgão genital dele
Foto: Reprodução/PCGO
Uma mulher de 56 anos, que não teve o nome revelado, foi presa suspeita de jogar soda cáustica no órgão genital do companheiro, em Uruaçu, no interior de Goiás. De acordo com a Polícia Civil, o crime foi motivado por ciúmes, pois ela não queria que ele tivesse “condições de manter relações sexuais com outras”.
O crime aconteceu no dia 25 de abril deste ano, mas a prisão só foi feita na segunda-feira, 15. Segundo as investigações, a suspeita dopou o homem de 43 anos até que perdesse a consciência. Em seguida, ela jogou soda cáustica nos órgãos genitais da vítima.

De acordo com a polícia, crime foi motivado por ciúmes. Caso aconteceu em abril deste ano
Foto: Reprodução/PCGO
Segundo o delegado responsável pelo caso, Sandro Leal, a solução química causou lesões gravíssimas e deformou o órgão do homem. Inicialmente, ela negou ter cometido o crime. Porém, as investigações revelaram a motivação da suspeita, e, após a prisão, ela confessou o crime e detalhou como tudo aconteceu.
Além da prisão, as autoridades também realizaram uma busca na casa da suspeita. “Ela já se encontra detida, vai ser encaminhada ao Presídio Feminino de Barro Alto e vai responder por lesões corporais gravíssimas no ambiente doméstico cuja pena pode passar de 10 anos de reclusão”, explicou o delegado.
Artesã é presa suspeita de dopar marido e jogar soda cáustica nas partes íntimas dele
Lidiane 15 de julho de 2024
Mulher confessou aos policiais que agiu por ciúmes de uma possível traição. Segundo as investigações, a vítima teve queimaduras graves e ficou com sequelas permanentes na região peniana. Medicamento calmante usado para dopar homem durante crime, em Uruaçu
Divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil prendeu uma artesã, de 56 anos, suspeita de dopar o marido com um calmante e jogar soda cáustica nas partes íntimas dele, em Uruaçu, no norte goiano. A mulher, que não teve o nome divulgado, confessou aos policiais que agiu por ciúmes de uma possível traição.
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O g1 não localizou a defesa da suspeita até a última atualização da reportagem.
O crime aconteceu em 25 de abril deste ano, mas só na manhã desta segunda-feira (15) é que os policiais civis puderam cumprir um mandado de prisão preventiva contra a suspeita. Segundo a polícia, a vítima, de 43 anos, precisou de um tempo para tomar coragem de ir à delegacia registrar ocorrência.
O casal estava junto há 10 anos. O delegado Sandro Leal explicou que, inicialmente, a artesã negou o crime, mas depois de ser presa, confessou ter sedado o marido com um medicamento calmante, tirado as roupas e passado soda cáustica no pênis dele. O produto foi diluído em uma vasilha.
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O intuito da mulher, segundo o delegado, era que o marido não tivesse mais condições de manter relações sexuais com outras pessoas. Ele teve queimaduras graves e ficou com sequelas permanentes na região peniana.
“Ficou com aspecto queimado, com cicatrizes grandes e corrugadas, com limitação de retração do prepúcio”, explicou o delegado.
Para a investigação, o crime chama atenção pela premeditação, dissimulação e intenção da suspeita. Ela foi levada para a Unidade Prisional Regional Feminina de Barro Alto e está à disposição da Justiça.
Segundo o delegado, ele pode responder por lesão corporal gravíssima, com pena de até 13 anos de prisão.
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Artesã presa suspeita de dopar o marido com um calmante e jogar soda cáustica nas partes íntimas dele, em Uruaçu
Divulgação/Polícia Civil
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Artesã é presa suspeita de dopar marido e jogar soda cáustica nas partes íntimas dele | Goiás
Lidiane 15 de julho de 2024
A Polícia Civil prendeu uma artesã, de 56 anos, suspeita de dopar o marido com um calmante e jogar soda cáustica nas partes íntimas dele, em Uruaçu, no norte goiano. A mulher, que não teve o nome divulgado, confessou aos policiais que agiu por ciúmes de uma possível traição.
O g1 não localizou a defesa da suspeita até a última atualização da reportagem.
O crime aconteceu em 25 de abril deste ano, mas só na manhã desta segunda-feira (15) é que os policiais civis puderam cumprir um mandado de prisão preventiva contra a suspeita. Segundo a polícia, a vítima, de 43 anos, precisou de um tempo para tomar coragem de ir à delegacia registrar ocorrência.
O casal estava junto há 10 anos. O delegado Sandro Leal explicou que, inicialmente, a artesã negou o crime, mas depois de ser presa, confessou ter sedado o marido com um medicamento calmante, tirado as roupas e passado soda cáustica no pênis dele. O produto foi diluído em uma vasilha.
O intuito da mulher, segundo o delegado, era que o marido não tivesse mais condições de manter relações sexuais com outras pessoas. Ele teve queimaduras graves e ficou com sequelas permanentes na região peniana.
“Ficou com aspecto queimado, com cicatrizes grandes e corrugadas, com limitação de retração do prepúcio”, explicou o delegado.
Para a investigação, o crime chama atenção pela premeditação, dissimulação e intenção da suspeita. Ela foi levada para a Unidade Prisional Regional Feminina de Barro Alto e está à disposição da Justiça.
Segundo o delegado, ele pode responder por lesão corporal gravíssima, com pena de até 13 anos de prisão.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Goiás – Mãe é presa suspeita de produzir e vender fotos íntimas da filha de 9 anos
Lidiane 7 de julho de 2024
A Polícia Federal prendeu uma mulher suspeita de produzir e vender fotos íntimas da filha, de 9 anos, para um esquema virtual de pornografia infantil. O Conselho Tutelar participou da prisão e garantiu o resgate da vítima e de outra criança, também filha da suspeita.
Os policiais não divulgaram o nome da mulher e nem a cidade, no interior de Goiás, onde ela foi presa, a fim de proteger as vítimas. Por esse motivo, o g1 não localizou a defesa da investigada para se manifestar sobre o caso até a última atualização.
Essa foi a segunda fase da operação Coruja das Torres. Na primeira, em maio deste ano, um dos alvos foi preso na cidade de Foz do Iguaçu (PR) após imagens de abuso infantil terem sido encontrados em aparelhos de uso pessoal dele. Mas, o suspeito conseguiu na Justiça um recurso e voltou à liberdade.
Ao longo das investigações, a PF descobriu que o homem atuava desde 2016 no esquema, compartilhando na internet imagens de menores de idade em situação de abuso.
Segundo a polícia, o homem mantinha contato com a mulher para garantir que ela produzisse fotos íntimas da filha, de 9 anos. Investigações comprovaram que a mãe não só produziu como enviou diversos registros de sua filha, menor de idade.
Com a constatação do crime e a situação de vulnerabilidade da vítima, a PF pediu à Justiça a expedição de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra o homem e a mulher. A 5º Vara Federal em Foz do Iguaçu expediu os mandados, que foram cumpridos na manhã de sexta-feira (5) em Foz do Iguaçu e também no interior de Goiás.
A mulher é mãe de outra criança, mas a PF não informou se fotos íntimas dessa segunda menor também foram produzidas e vendidas no esquema. Apesar disso, a criança também foi resgatada pelo Conselho Tutelar, por considerarem que ela corria risco.
Mãe é presa suspeita de produzir e vender fotos íntimas da filha de 9 anos | Goiás
Lidiane 7 de julho de 2024
A Polícia Federal prendeu uma mulher suspeita de produzir e vender fotos íntimas da filha, de 9 anos, para um esquema virtual de pornografia infantil. O Conselho Tutelar participou da prisão e garantiu o resgate da vítima e de outra criança, também filha da suspeita.
Os policiais não divulgaram o nome da mulher e nem a cidade, no interior de Goiás, onde ela foi presa, a fim de proteger as vítimas. Por esse motivo, o g1 não localizou a defesa da investigada para se manifestar sobre o caso até a última atualização.
Essa foi a segunda fase da operação Coruja das Torres. Na primeira, em maio deste ano, um dos alvos foi preso na cidade de Foz do Iguaçu (PR) após imagens de abuso infantil terem sido encontrados em aparelhos de uso pessoal dele. Mas, o suspeito conseguiu na Justiça um recurso e voltou à liberdade.
Ao longo das investigações, a PF descobriu que o homem atuava desde 2016 no esquema, compartilhando na internet imagens de menores de idade em situação de abuso.
Segundo a polícia, o homem mantinha contato com a mulher para garantir que ela produzisse fotos íntimas da filha, de 9 anos. Investigações comprovaram que a mãe não só produziu como enviou diversos registros de sua filha, menor de idade.
Com a constatação do crime e a situação de vulnerabilidade da vítima, a PF pediu à Justiça a expedição de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra o homem e a mulher. A 5º Vara Federal em Foz do Iguaçu expediu os mandados, que foram cumpridos na manhã de sexta-feira (5) em Foz do Iguaçu e também no interior de Goiás.
A mulher é mãe de outra criança, mas a PF não informou se fotos íntimas dessa segunda menor também foram produzidas e vendidas no esquema. Apesar disso, a criança também foi resgatada pelo Conselho Tutelar, por considerarem que ela corria risco.
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Mãe é presa suspeita de matar a filha asfixiada, simular que vítima tinha se matado e fugir com neto | Goiás
Lidiane 6 de julho de 2024
Uma mulher de 50 anos foi presa pela Polícia Civil em Santa Bárbara de Goiás suspeita de matar a filha asfixiada e simular que a morte tinha acontecido por um suicídio. Durante a fuga após o crime, ela levou o neto, filho da vítima.
O nome da mulher não foi divulgado e o g1 não localizou a defesa dela para se manifestar sobre o caso até a última atualização da reportagem.
O crime aconteceu na noite de 28 de maio do ano passado, na Asa Norte, em Brasília. Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas no decorrer das investigações, a polícia constatou que se tratava de uma simulação para encobrir um homicídio.
A mulher também confessou ter dado remédios para a filha e a asfixiado. Em seguida, ela fugiu do apartamento com o neto. Durante as investigações, foi presa temporariamente e chegou a ser indiciada por homicídio qualificado.
Mas, segundo a polícia, a mulher conseguiu voltar à liberdade e fugiu para Goiânia, onde ficou escondida por um tempo. Ao fugir para Santa Bárbara de Goiás, no oeste goiano, acabou sendo presa, já que a Justiça tinha autorizado um mandado de prisão preventiva contra ela.
A Polícia Civil de Goiás informou que a mulher já foi acusada perante à Justiça pelo crime. Mas não deu mais informações sobre o que aconteceu com o neto dela.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Mulher suspeita de matar a própria filha e simular suicídio é presa durante operação policial
Lidiane 5 de julho de 2024
A Polícia Civil de Goiás, através da Delegacia Estadual de Homicídios, em operação integrada com a Polícia Civil do Distrito Federal e Polícia Militar de Goiás, prendeu, na noite desta quinta-feira (4), uma mulher, de 50 anos, foragida do Distrito Federal em investigação relacionada a morte da filha. A detenção ocorreu no município de Santa Bárbara/GO, quando a investigada, até então escondida em Goiânia, tentava fugir.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu na noite do dia 28 de maio de 2023, na Asa Norte, em Brasília/DF, e inicialmente foi registrado como autoextermínio, em uma tentativa de burlar as investigações. No entanto, a Polícia Civil do Distrito Federal, por meio de diversas diligências investigativas, elucidou a autoria delitiva e comprovou que o suicídio foi simulado para encobrir o crime.
A mãe admitiu ter ministrado remédios para a filha, então com 26 anos e que sofria de bipolaridade, e a asfixiado. Posteriormente, fugiu do apartamento com o neto, filho da vítima.
A acusada responde por homicídio qualificado perante a justiça do Distrito Federal, e chegou a ser presa temporariamente no curso do inquérito, porém acabou posta em liberdade. Posteriormente, teve a prisão preventiva decretada, a partir de quando a PCGO e PCDF promoveram ações investigativas integradas no afã de localiza-la.
TCM afasta secretário de Saúde de Goiânia após suspeita de tentativas de contratações irregulares para o Samu | Goiás
Lidiane 1 de julho de 2024
O Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) determinou o afastamento do secretário de Saúde de Goiânia, Wilson Modesto Pollara, por três meses. A decisão foi motivada pela suspeita de “má-fé” na tentativa de contratações de sistema web, funcionários e ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Mesmo diante de contestações, o documento aponta que o secretario insistiu e publicou um novo edital de contratação. Por isso, o TCM determinou o afastamento cautelar dele por 90 dias a partir de sábado (29).
Em nota, a Prefeitura de Goiânia disse que foi notificada da determinação do TCM-GO e já havia definido a suspensão do edital de proposta de preço que versava sobre contratação de empresa – leia nota na íntegra ao final do texto.
De acordo com a denúncia do Ministério Público de Contas (MPC), a Secretaria Municipal de Saúde pretendia contratar, sem licitação, sistema web, ambulâncias e “recursos humanos”. Uma das justificativas era de que aquisições emergenciais eram necessárias para enfrentar a epidemia de dengue.
Conforme o documento, as contratações não atendiam requisitos para serem feitas sem licitação. No caso do sistema web, o MPC argumentou que o Samu já possui um sistema próprio, sem necessidade de terceirização. Sobre a contratação de pessoal e ambulância, a denúncia apontou que a estrutura do Samu está dentro dos parâmetros do Ministério da Saúde. Além disso, conforme o documento, o Samu não teria grande atuação no controle da dengue ao ponto de precisar das aquisições citadas.
Nota da Secretaria Municipal de Saúde:
A Prefeitura de Goiânia foi notificada da determinação do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) e já havia definido pela suspensão do edital de proposta de preço que versava sobre contratação de empresa para responder a problemas na prestação de serviços do Samu Goiânia.
A administração vai discutir com o Tribunal uma solução viável para resolver os problemas do Samu e tomará todas as medidas necessárias junto ao Tribunal para buscar reverter a decisão de afastamento do Secretário Municipal da Saúde.
A Prefeitura de Goiânia mantém o firme propósito de assegurar a correta prestação de serviço à população e não medirá esforços, junto ao TCM-GO, para encontrar o melhor caminho para solução definitiva para as falhas que ocorrem no serviço há anos.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Mulher é presa suspeita de matar marido enquanto ele dormia no DF, e revela motivação à polícia
Lidiane 28 de junho de 2024

Mulher suspeita de matar o marido é presa após tentativa de fuga no DF; PM chegou a ajudá-la em acidente de carro (Reprodução/Arquivo Pessoal)
Uma mulher de 34 anos foi presa, na manhã desta quinta-feira (27), por suspeita de matar o marido com uma facada nas costas, enquanto ele dormia. Segundo a Polícia Civil, o assassinato ocorreu na madrugada de quarta-feira (26), em Vicente Pires, no Distrito Federal. As autoridades também apontaram que a motivação do crime seria ciúmes.
Marco Antônio, de 44 anos, foi encontrado caído de bruços com um golpe de faca nas costas. Jocasta Paola Weber declarou à polícia que descobriu a traição do companheiro de oito anos com uma colega de trabalho, conforme o delegado Pablo Aguiar, responsável pelo caso.
Logo após cometer o crime, Jocasta teria admitido ao filho de 18 anos “que tinha feito besteira” e pediu a ele que fugisse. Conforme Aguiar, o rapaz foi até a delegacia na tarde de quarta, e informou aos agentes sua suspeita de que a mãe tinha matado o padrasto. Ele também relatou que foi acordado pela mulher de madrugada dizendo que eles teriam que sair imediatamente da casa.
O jovem, então, pegou o carro e foi para a casa da namorada. Jocasta, por sua vez, fugiu em outro carro com a filha de 9 anos, o enteado de 25 anos, que é PCD (Pessoa com Deficiência), e o cachorro da família. Ao UOL, o delegado informou que o plano dela era deixar a criança em Cascavel, no Paraná, na casa dos avós. Já o enteado ficaria com a família no Rio Grande do Sul.
Durante a tentativa de fuga, o carro onde ela estava com a família caiu de uma ribanceira, em uma rodovia de Valparaíso de Goiás. A mulher chegou a ser socorrida por um policial militar do DF, que não sabia do crime. “Ela ainda levou o carro a uma oficina para trocar os pneus”, afirmou Aguiar.
“O policial seguia pela rodovia quando viu um carro à sua frente perder o controle, rodar na pista, atravessar todas as faixas e despencar em uma ribanceira, parando em meio ao mato. A motorista, em desespero, saiu do carro gritando que seus filhos estavam presos lá dentro”, esclareceu a corporação em um comunicado.
Em seguida, o militar solicitou o atendimento médico e a retirada do carro do local. Após o conserto do veículo, Jocasta continuou a fuga, mas foi pega pela polícia a 1.200 km de Brasília, na região de Campos Mourão, no Paraná. Ela foi identificada por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) após a Polícia Civil informar a corporação.
A 38ª Delegacia de Polícia, em Vicente Pires, investiga o caso. De acordo com o g1, a filha de 9 anos e o enteado da suspeita estão sob os cuidados do avô. Jocasta Paola Weber segue presa no Paraná e deve passar por audiência de custódia.
Mulher suspeita de matar e abandonar bebê em saco de lixo é presa em Canoas
Lidiane 26 de junho de 2024
O bebê foi encontrado em um conjunto comercial em Canoas, na Região Metropolitana.
Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil após o corpo de um bebê ser encontrado enrolado em uma manta dentro de um saco de lixo. O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira (24) em um conjunto comercial no centro de Canoas, Rio Grande do Sul.
Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas
A suspeita, que tem cerca de 40 anos e outros dois filhos, é investigada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. De acordo com o delegado Arthur Reguse, titular da Delegacia de Homicídios de Canoas, a criança foi morta por asfixia com uma fita adesiva colada entre a boca e o nariz. A investigação aponta que a mulher teria dado à luz na noite de domingo (23) e, em seguida, amamentado e asfixiado o bebê.
As câmeras de circuito interno registraram o momento em que a mulher chegou ao prédio com uma sacola no ombro, entrou no banheiro e saiu vestindo outra roupa. Ela abandonou o corpo na lixeira do banheiro e depois se deslocou até a cafeteria onde trabalhava.
O 15º Batalhão de Polícia Militar foi acionado após os seguranças do local encontrarem o bebê. Inicialmente, pensava-se que se tratava de um feto, mas os policiais constataram que era um bebê completamente formado. Os peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) confirmaram que a criança chegou a nascer e respirar.
A mulher foi localizada e presa em flagrante. Perícias realizadas em sua residência revelaram lençóis ensanguentados e grande quantidade de sangue no chão, identificado com o uso de luminol. A Polícia Civil pediu sua prisão preventiva, e ela confessou informalmente o crime, alegando que não queria a criança e não tinha condições de criá-la.
O delegado Mário Souza, diretor do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirma que a sequência de eventos afasta a tese de abalo emocional devido ao estado puerperal. O pai da criança ainda não foi localizado.


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