11 de junho de 2026
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  • 23:29 Durigan estima custo de R$ 140 bilhões em dívidas rurais
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Ministra disse que celeridade em que se deu a votação inibiu o debate público e acrescentou que caso pode parar na Corte

A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou a rapidez com que o Senado derrubou a resolução do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente) que orientava o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual em casos de aborto legal. A declaração foi feita em entrevista à jornalista Andréia Sadi, no programa Pod_i, da GloboNews. 

Eu vi com certo estupor da minha parte”, disse a ministra.

Cármen afirmou que não comentaria o mérito da decisão, porque o caso pode chegar ao Supremo, mas disse ter ficado perplexa com a velocidade da votação.

O Senado aprovou na semana passada um projeto de decreto legislativo que suspende a resolução nº 258 de 2024 do Conanda. A norma estabelecia diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, inclusive em casos nos quais a legislação brasileira já permite a interrupção da gravidez, como estupro, risco de morte à gestante e anencefalia do feto.

Cármen Lúcia disse que não anteciparia posição sobre o conteúdo da decisão, mas criticou a “votação relâmpago” de um tema que considera “denso” e “tenso”. Segundo ela, assuntos que envolvem restrição de direitos ou criação de novas normas precisam ser debatidos de forma ampla pela sociedade.

O que me causou perplexidade foi exatamente a rapidez, a celeridade e a falta de um debate público amplo sobre isso”, afirmou. 

A ministra também citou a Constituição de 1988. Disse que o texto constitucional estabeleceu o direito à informação como direito fundamental, para que os cidadãos possam escolher livremente e participar do debate público.

Cármen afirmou ainda que o tema “pode ser objeto de questionamento” no Supremo. Segundo ela, se isso ocorrer, caberá ao Judiciário avaliar se a decisão está de acordo com os direitos fundamentais “das meninas” e “das famílias das meninas” determinados pela Constituição.



Autor Poder360 ·


O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (PRD) afirmou nesta quarta-feira (27/5) ao Portal NG que pretende disputar uma das duas vagas ao Senado neste ano, caso não seja escolhido como vice-governador na chapa de Daniel Vilela (MDB).

“Se não der certo, é o caminho”, disse.

Mendanha, que voltou ao MDB após deixar a sigla, depois se filiou ao PSD e agora está no PRD, deixou claro que não cogita disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Questionado sobre a possibilidade de entrar na corrida por uma das 17 cadeiras de deputado federal, ele foi direto: “A única opção é majoritária”.

A definição da chapa, porém, pode levar tempo, enquanto outros pré-candidatos ao Senado já atuam em campo, costurando alianças e fortalecendo seus projetos. Na base governista, que inclui Mendanha, já estão colocados quatro nomes na disputa pelas duas vagas: Gracinha Caiado (União), Vanderlan Cardoso (PSD), Zacharias Calil (MDB) e Alexandre Baldy (PP).

A eventual entrada do ex-prefeito pode elevar esse grupo para cinco postulantes. A favor dele pesa a alta aprovação registrada nos cinco anos em que comandou Aparecida de Goiânia, segundo maior colégio eleitoral de Goiás, além do recall da eleição de 2022, quando disputou o governo do Estado e ficou em segundo lugar, com 879.031 votos, o equivalente a 25,2%. O pleito foi vencido por Ronaldo Caiado ainda no primeiro turno.

Mendanha também conta com aliados importantes em Aparecida, como o prefeito Leandro Vilela (MDB) e o vice-prefeito João Campos (Podemos). Ele foi um dos principais articuladores e fiadores da candidatura de Vilela em 2024, quando o emedebista, até então pouco conhecido no município, venceu a eleição.

Mendanha também recebeu, recentemente, apoio público do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (União), para ser o escolhido para integrar a chapa de vice-governador ao lado de Daniel Vilela.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Senadora Leila do Vôlei deve compor a chapa; vagas de vice-governador e de suplentes para o Senado seguem em aberto

O Diretório Regional do PT no Distrito Federal oficializou nesta 3ª feira (19.mai.2026) as pré-candidaturas de Leandro Grass ao Governo do Distrito Federal e da deputada federal Erika Kokay ao Senado.

O evento da Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PC do B, foi realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, com a presença de apoiadores do partido. 

Grass ficou em 2º lugar na corrida ao Palácio do Buriti em 2022. Ele é crítico da atual gestão e reforça em seus discurso o desgaste dos indicadores de assistência social, saúde e educação no Distrito Federal. 

O pré-candidato deixou a presidência do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2 de abril para cumprir o prazo de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral. A regra determina o afastamento de ocupantes de cargos no Poder Executivo antes da disputa eleitoral.

Deputada federal desde 2011, Érika Kokay foi anunciada em 2025 como pré-candidata ao Senado em 2026. Seu nome foi o 1º da esquerda brasiliense para concorrer a uma das duas vagas na Casa Alta neste ano.

CRÍTICAS AO GDF

Durante seu discurso, Kokay criticou a gestão do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB) e de sua vice, a atual governadora do DF, Celina Leão (PP).

“Estamos aqui para dizer que vamos transformar esta cidade! Vamos subir a rampa do Palácio do Buriti para dizer que esta cidade não pode ser a cidade onde se assiste ao verdadeiro saque às finanças públicas, não pode ser a cidade onde o governo se abraça com o empresariado e fica de costas para o povo que aqui habita”, disse a pré-candidata.

Grass acompanhou as críticas e afirmou que, enquanto o Brasil “anda para frente”, Brasília está “andando para trás”. O pré-candidato disse haver um enfraquecimento do BRB com o caso do Banco Master. Segundo o petista, o projeto do PT para o DF irá enfrentar a “extrema direita”.

“Essa direitinha, incompetente, que colocou Brasília no pior momento da sua vida. Ninguém está aqui porque recebeu dinheiro do Master. Ninguém está aqui porque recebeu dinheiro de propina”, afirmou Grass.

Durante todo o evento, os discursos destacaram que Brasília deveria ter um governador alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Afirmaram também a importância de que Lula vença no 1º turno as eleições de outubro. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, enviou um vídeo ao evento reforçando tais declarações. 

CHAPA

Além da confirmação de Grass e Kokay pela federação, a senadora Leila do Vôlei (PDT-DF) é pré-candidata à reeleição e deve compor a chapa. A estutura definitiva, contudo, ainda não foi formada: as vagas para vice-governador e as duas suplências ao Senado seguem abertas.

Estavam entre os presentes: 



Autor Poder360 ·


O instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta segunda-feira (18/5) um novo levantamento focado nas intenções de voto para o Senado por Goiás nas eleições de 2026. O estudo abrange as modalidades espontânea e estimulada.

Os resultados apresentados refletem a soma do primeiro e do segundo votos dos eleitores. Essa metodologia foi aplicada porque a próxima disputa contará com duas vagas abertas para a bancada goiana no Congresso Nacional.

Na modalidade espontânea, em que os entrevistados mencionam seus candidatos favoritos sem uma lista prévia, a ex-primeira-dama Gracinha Caiado, do União Brasil, aparece na liderança, com 3,9% das intenções de voto. Logo atrás aparecem o deputado federal Gustavo Gayer, do PL, registrando 3,4%, o senador Vanderlan Cardoso, do PSD, com 1,6%, e o deputado federal Zacarias Calil, do MDB, lembrado por 1,0%.

Os demais nomes citados não alcançaram 1% das menções na abordagem. Já o total de eleitores que se declararam indecisos ou que preferiram não opinar atingiu a expressiva marca de 82,4%.

No cenário estimulado, com a apresentação formal da lista de concorrentes, Gracinha Caiado consolida sua liderança isolada ao somar 36,9% das respostas. Vanderlan Cardoso, que tentará a reeleição, figura em segundo com 26%.

A terceira posição é ocupada por Gustavo Gayer, que registra 22,2% na sondagem. Ele é seguido de Zacarias Calil (MDB), com 20,8%; Delegado Humberto Teófilo (Novo), 12,6%; Alexandre Baldy (PP), 11,6%.

Os pesquisadores ouviram 1.350 eleitores presencialmente entre os dias 15 e 17 de maio de 2026. A amostragem conta com nível de confiança de 95% e margem de erro padrão de 2,7 pontos percentuais.

O levantamento estatístico foi contratado pela GSTV Goiás Comunicação Ltda, empresa responsável pela TV Sucesso e Band Goiás. O registro da pesquisa foi realizado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-02070/2026.

Veja os números abaixo.

Pesquisa espontânea

Maioria esmagadora (82%) afirmaram não saber em quem votar para senador ou não opinaram.

  • Gracinha Caiado (União Brasil): 3,9%
  • Gustavo Gayer (PL): 3,4%
  • Vanderlan Cardoso (PSD): 1,6%
  • Zacarias Calil (MDB): 1,0%
  • Alexandre Baldy (PP): 0,4%
  • Delegado Humberto Teófilo (Novo): 0,2%
  • Luis Cesar Bueno (PT): 0,1%
  • Outros nomes citados: 1,0%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 6,0%
  • Não sabe/Não opinou: 82,4%%

Cenário estimulado

  • Gracinha Caiado (União Brasil): 36,9%
  • Vanderlan Cardoso (PSD): 26,0%
  • Gustavo Gayer (PL): 22,2%
  • Zacarias Calil (MDB): 20,8%
  • Delegado Humberto Teófilo (Novo): 12,6%
  • Alexandre Baldy (PP): 11,6%
  • Professor Marcelo Moreira (PSOL): 6,4%
  • Luis Cesar Bueno (PT): 3,3%
  • Humberto Chaves (PSOL): 2,6%
  • Oséias Varão (PL): 1,9%
  • Iure Castro (Cidadania): 1,1%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 9,8%
  • Não sabe/Não opinou: 7,3%



Autor Manoel Messias Rodrigues


Uma visita que deveria ser apenas um café de fim de tarde terminou em aliança política nesta quarta-feira (13/5). Em encontro no seu escritório em Goiânia, o vereador Thialu Guiotti, presidente estadual do Avante, anunciou oficialmente apoio à pré-candidatura do deputado federal Gustavo Gayer (PL) ao Senado.

A reunião aconteceu por volta das 17h e reuniu moradores, apoiadores políticos, lideranças da região do Jardim Guanabara e o empresário Leonardo Rizzo. Thialu havia convidado Gayer por telefone ainda pela manhã, mas fez uma surpresa: não revelou que o espaço já estava preparado para recebê-lo com uma mobilização de aliados e simpatizantes.

Ao confirmar o apoio ao projeto de Gayer para disputar uma das duas vagas ao Senado por Goiás, Thialu destacou a trajetória do parlamentar e sua atuação nas redes sociais e na Câmara dos Deputados.

“Estamos discutindo vários assuntos, mas principalmente aquilo que eu acredito e defendo: a família e a política do bem, feita por pessoas que realmente amam o nosso Estado. Hoje, de forma oficial e em primeira mão, estamos declarando apoio à pré-candidatura do deputado Gustavo Gayer ao Senado”, afirmou o vereador.

Thialu pontuou que, neste momento, as movimentações têm caráter institucional, com visitas a municípios e bases históricas. Para ele, o deputado se destaca pela coerência e pelo domínio das ferramentas digitais. “Ele tem convicção de que, quando a campanha começar de fato, as pessoas vão saber distinguir quem são os melhores nomes”, completou.

Gustavo Gayer agradeceu o gesto e classificou a aliança como valiosa. “Receber o apoio do Thialu, vereador e presidente do Avante, é inestimável para mim. Vamos caminhar juntos nessa jornada, porque o Brasil precisa da união de pessoas que querem o melhor para o país. Não importa partido, o que importa são pessoas com o coração verde e amarelo”, declarou.

Isso mostra que ele é uma liderança nata e tem tudo a crescer’

Gustavo Gayer agradeceu o apoio e elogiou a capacidade de mobilização de Thialu Guiotti

Gayer revelou que a viagem a Goiânia foi improvisada após uma agenda em Brasília passar para o formato online. Ele ligou para o vereador pela manhã apenas para combinar um café e conversar sobre política, sem esperar o evento.

Ao final, o deputado elogiou a capacidade de mobilização de Thialu.

“Em um período de poucas horas, ele conseguiu reunir esse tanto de gente aqui no escritório. Isso mostra que ele é uma liderança nata e que tem tudo para crescer no estado de Goiás”, concluiu.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Pesquisa realizada pela empresa Exata.GO para a disputa ao Senado em Goiás, divulgada nesta terça-feira (5/5), indica um cenário cada vez mais definido para as duas cadeiras em jogo em 2026. O levantamento mostra a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União) na liderança isolada e o senador Vanderlan Cardoso (PSD) consolidado na segunda posição, com vantagem sobre os demais concorrentes e desempenho consistente nos dois votos permitidos ao eleitor.

Vanderlan comemorou o resultado da pesquisa: “Goiás quer seguir avançando com trabalho sério no Senado Federal. Seguimos crescendo e cada vez mais consolidados na disputa por uma das duas vagas ao Senado”, escreveu em rede social.

Na soma do primeiro e do segundo voto, indicador que melhor traduz o resultado final em eleições com duas vagas, Gracinha aparece com 34,97%, enquanto o senador Vanderlan alcança 23,39%, abrindo distância em relação ao pelotão seguinte. O terceiro e quarto colocados, Gustavo Gayer (PL) e Zacharias Calil (MDB), têm praticamente o mesmo percentual, com 17,70% e 17,64%, respectivamente, enquanto Delegado Humberto Teófilo (Novo) chega a 16,06%.

Os números sugerem uma configuração mais estável no topo da disputa, com Gracinha e Vanderlan se destacando de forma mais nítida. No primeiro voto, Gracinha lidera com 24,70%, enquanto Vanderlan aparece em segundo lugar registrando 12,30% da intenção de votos.

Desempenho no 2º voto define cenário estratégico

O dado é considerado estratégico por especialistas, já que o segundo voto costuma definir a composição final das duas vagas. No segundo voto, Vanderlan assume a liderança com 11,09%, e Gracinha se apresenta na segunda posição, com 10,27%.

Calil ocupa a terceira posição com 10,09%, o quarto é Alexandre Baldy (PP) com 7,64%, e o Delegado Humberto Teófilo fica em quinto com 7,24%. Na sequência vêm Gustavo Gayer (5,70%), Ozeias Varão (PL) com 2,33% e Iure Castro (Cidadania) com 0,45%.

A alternância entre Gracinha Caiado e Vanderlan Cardoso reforça a preferência por nomes com resultados concretos, como o trabalho dela na OVG e o dele no Senado Federal.

“Em um cenário ainda marcado por indecisão, com 24,76% que não souberam responder no primeiro voto e 34,15% no segundo, candidatos que conseguem transitar entre as duas escolhas tendem a ampliar vantagem na reta final”, avalia a equipe de Vanderlan Cardoso.

A pesquisa da Exata.GO ouviu 3.300 eleitores de 20 a 30 de abril, com 95% de confiança. O registro no TSE é nº GO-08525/2026 e o custo foi de R$ 25.000, pagos pela GMV Mídia Externa, empresa de Anápolis.



Autor Manoel Messias Rodrigues


A proposta, que busca ampliar o acesso ao ensino superior, transforma campus da UFMT em Sinop em uma nova instituição

A Comissão de Educação aprovou, na 3ª feira (28.abr.2026), a criação de uma universidade federal em Mato Grosso. O projeto autoriza o governo federal a transformar o campus da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), em Sinop, na Universidade Federal da Região Norte de Mato Grosso.

A proposta permite que a nova instituição tenha autonomia administrativa para ofertar ensino superior e pesquisa e extensão, sem prever aumento de despesas, já que não cria cargos nem estrutura física adicional. A medida busca ampliar o acesso ao ensino superior em uma região atendida hoje por apenas uma universidade federal em todo o Estado.

O PL 5.156/2020, do senador Wellington Fagundes (PL-MT), foi aprovado em votação final e segue para análise da Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso para votação em Plenário.

Ampliação das matrículas

Relator da matéria, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) destacou que a iniciativa está alinhada às metas do PNE (Plano Nacional de Educação), que prevê a ampliação da taxa de matrículas no ensino superior entre jovens de 18 a 24 anos.

“Essa medida vai justamente estimular o Plano Nacional de Educação, e é importante para o Estado de Mato Grosso ter esse reconhecimento do campus de Sinop como universidade”, afirmou o congressita.

O senador Wellington Fagundes lembrou que Mato Grosso tem cerca de 900 mil quilômetros quadrados, uma população inferior a 4 milhões de habitantes e grande potencial de crescimento na produção agrícola, que depende de pesquisa e inovação.

“Permitir que o governo estude a criação de mais uma universidade é o mínimo que podemos fazer, porque isso fortalece a interiorização e o desenvolvimento regional”, disse o senador.


Este texto foi publicado originalmente pela Agência Senado, em 28 de abril de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.



Autor Poder360 ·


A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30/04) revela um cenário de consolidação na disputa pelas duas vagas ao Senado em Goiás. A ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União) lidera as intenções de voto com 22%, seguida pelo senador Vanderlan Cardoso (PSD), que aparece com 12% da preferência do eleitorado.

O levantamento aponta um pelotão intermediário competitivo: Zacharias Calil (MDB) registra 11%, Gustavo Gayer (PL) tem 10% e Humberto Teófilo (Novo) aparece com 8%. Mais abaixo, figuram Alexandre Baldy (PP), com 5%, Oséias Varão (PL), com 3%, e Iure Castro (Cidadania), com 1%. Os candidatos do PSOL, Humberto Chaves e Marcelo Moreira, não pontuaram. O grupo de indecisos soma 16%, enquanto brancos e nulos totalizam 12%.

Foco no municipalismo

Em entrevista ao portal NG, Vanderlan Cardoso atribuiu sua posição ao modelo de mandato municipalista que adotou. Segundo o senador, a entrega de máquinas, veículos e a liberação constante de recursos para o interior fortaleceram sua capilaridade política. “O eleitor busca resultados concretos. Esse tipo de atuação ganha relevância quando a efetividade do mandato passa a ser mais cobrada”, avaliou.

Candidatos de redes sociais

Vanderlan também analisou a dificuldade de pré-candidatos que possuem forte presença digital, mas baixa inserção prática no estado. Para ele, a visibilidade online não tem se convertido automaticamente em votos.

“Quanto mais perto das eleições, mais a população entende a necessidade de ter representantes no Congresso que trabalham pelo estado, e não que vivam apenas de discursos vazios em redes sociais”, argumentou o senador, sugerindo que o eleitor goiano está menos suscetível a retóricas de alta repercussão que não resolvem as demandas locais.

“Mesmo em meio a ataques e fake news, seguimos firmes, consolidados na disputa, ao lado de Gracinha Caiado”, escreveu na sua conta no Instagram.

Dados da pesquisa

A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 24 e 28 de abril. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-00211/2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Aliados de Lula reagem à derrota que senadores impuseram ao indicado do petista ao STF; há menção ao processo eleitoral

Governistas criticaram nesta 4ª feira (29.abr.2026) a rejeição no plenário do Senado da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. O ministro da Advocacia Geral da União recebeu 42 votos contrários e 34 favoráveis –precisava de 41 a favor para ter a indicação aprovada. 

Aliados usaram termos como “injustiça”, “grave erro” e “chantagem política” para qualificar a derrota do governo na Casa Alta. Está é a 1ª vez em 132 anos que a indicação presidencial à Suprema Corte é rejeitada no Congresso.

O relator da indicação de Jorge Messias ao STF, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) atribuiu a derrota ao processo eleitoral. O congressista classificou como “grande injustiça” esse resultado. 

“Aqui todos, até os que não torciam por ele, sabem da sua capacidade e viram hoje o quanto que ele está preparado”, disse a jornalistas.

O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), disse que não costuma perguntar aos senadores como votam e sinalizou que não procuraria quem votou contra. Ao ser questionado pelo Poder360 sobre a responsabilidade do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), na rejeição de Messias, foi categórico: “Pergunte a ele”.

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), afirmou que o governo “respeita a decisão soberana dos senadores”, mas que espera explicação do Senado. O ministro definiu Messias como “um quadro dos mais qualificados do ambiente jurídico do Brasil”.

O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol-SP), afirmou, em publicação no seu perfil do X, que a “aliança entre o bolsonarismo e a chantagem política venceu na rejeição ao nome de Jorge Messias”. Disse também que “o Senado sai menor desse episódio lamentável”.

Já a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, declarou que a votação foi “mais que uma injustiça”. Segundo ela, o Brasil foi privado de “uma pessoa muito qualificada para ser ministro do STF”

Na publicação em seu perfil no X, Gleisi mencionou a votação de 5ª feira (30.abr) da derrubada dos vetos presidenciais ao PL da Dosimetria. “Uma aliança vergonhosa que se volta contra o governo, mas é realmente contra a justiça, a democracia e o país”, escreveu.

O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) disse ver “com preocupação” o resultado. “Quem perdeu foi a democracia”, declarou ao Poder360.

A senadora Teresa Leitão (PT-PE) estava com Messias depois da derrota. “Lamento muito que tenha sido perdida uma oportunidade ímpar de ter uma pessoa qualificada para o STF”, disse ao Poder360.

Já o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) disse que a derrota é um “episódio, que não pode ser misturado com outros aspectos”. O congressista defendeu que a prerrogativa da nomeação ao STF é do presidente da República. 

Assista (3min27s):

Segundo Teixeira, o resultado não foi “em relação a Messias”, mas a “outras coisas”. Não especificou quais. “Ele [Messias] está de alma tranquila diante desses fatos”, acrescentou.

PT

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, também se pronunciou sobre a derrota. Ele classificou como “grave erro” o resultado. 

O dirigente partidário também disse que a atitude do Senado resulta em “importante instabilidade institucional” e afirmou que a Casa Alta politizou a indicação. 

Leia a íntegra da nota de Edinho Silva:

“O Senado Federal, ao rejeitar a indicação de Jorge Messias, comete um grave erro, politizar uma indicação para um cargo onde a formação técnica é o mais relevante. Essa postura do Senado Federal também gera uma importante instabilidade institucional. Há 130 anos que uma indicação para a Suprema Corte não é recusada. Mais uma atribuição do Poder Executivo ‘é esvaziada pelo Legislativo. Em um momento de tamanha instabilidade mundial, onde a racionalidade perde espaço para o ódio e para a intolerância, no Brasil deveríamos dar exemplos de paz política e estabilidade. Não existe na história registro de um país que tenha crescido economicamente na instabilidade política e institucional. 

“Messias é um jurista sério, preparado e comprometido com o Brasil. Sua rejeição não diminui sua trajetória, mas revela a disposição de setores do Congresso Nacional de enfraquecer o Judiciário brasileiro e transformar uma indicação qualificada em disputa política para enfraquecer a democracia”.



Autor Poder360 ·


Diretório estadual do partido também afirmou que a realização de eleições diretas é mais adequada para o governo estadual

O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores do Rio aprovou neste sábado (18.abr.2026) por unanimidade o apoio à pré-candidatura do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) ao governo do Estado. A informação foi divulgada nas redes sociais do braço estadual da sigla.

Na publicação, o diretório estadual do partido no Rio de Janeiro declarou que discutiu as eleições para o mandato tampão no Estado e definiu que a realização de eleições diretas é “a alternativa mais adequada”

O Palácio da Guanabara é ocupado desde 24 de março, de modo interino, pelo presidente do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), Ricardo Couto de Castro. A gestão de Couto inicialmente seria temporária, mas o STF suspendeu o julgamento sobre o mandato-tampão e manteve o interino no cargo até nova decisão.

Segundo o PT do Rio, apoiar a realização de eleições diretas é “assegurar a participação popular e o pleno respeito aos princípios democráticos”.

Benedita da Silva para o Senado

O diretório estadual do PT também confirmou a indicação da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) para o Senado na chapa de Paes. O líder do PT na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Felipe Pires, e o pastor e cantor Kleber Lucas foram escolhidos como suplentes.

Washington Quaquá (PT-RJ), prefeito de Maricá e vice-presidente nacional da sigla, porém, declarou na noite de sábado (18.abr.2026) que foi “surpreendido” com a exigência de um novo nome para a função de 1º suplente. Não foi divulgado quem indicou ou quem foi o indicado para o cargo.

Quaquá declarou que o apoio do seu grupo à candidatura estava condicionado pela indicação das suplências. Disse não concordar com a indicação e que os 2 nomes divulgados para os cargos foram aprovados em reunião do diretório. 

Ao Poder360, Quaquá declarou que haverá um encontro estadual da sigla em 23 de maio no qual serão escolhidos os suplentes. Afirmou que terá “maioria para definir a chapa” com Felipe Pires e Kleber Lucas.



Autor Poder360 ·