21 de julho de 2026
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A Prefeitura de Goiânia avança na execução do Programa Asfalto Novo, iniciativa que vem promovendo a recuperação estrutural da malha viária da capital. Desde o início da atual gestão, aproximadamente 350 quilômetros de ruas e avenidas já receberam intervenções em mais de 60 bairros, com obras que vão além do recapeamento convencional.

A meta da administração municipal é alcançar 800 quilômetros de vias recuperadas, consolidando um dos maiores programas de infraestrutura urbana já executados na cidade.

As intervenções incluem fresagem do pavimento antigo, reconstrução dos trechos comprometidos, reforço estrutural da base quando necessário, aplicação de nova capa asfáltica e implantação de sinalização horizontal e vertical, elevando o padrão de qualidade das obras e aumentando a vida útil do pavimento.

Segundo o prefeito Sandro Mabel, o objetivo é entregar obras definitivas, capazes de oferecer melhores condições de trafegabilidade por muitos anos.

“Cada rua passa por uma avaliação técnica para identificar o tipo de recuperação necessária. Não fazemos apenas um recapeamento superficial. Onde é preciso, reconstruímos a estrutura da via para entregar um asfalto que dure muitos anos, oferecendo mais segurança e conforto para a população”, afirma.

O programa integra o conjunto de ações voltadas à modernização da infraestrutura urbana e acompanha outras iniciativas da administração municipal voltadas à melhoria da mobilidade, como a reorganização do trânsito, ampliação dos corredores de transporte coletivo e investimentos em sinalização viária.

Obras chegam a diferentes regiões da capital

Foto: Joabe Mendonça

Com equipes distribuídas simultaneamente por diversas regiões, o programa amplia gradativamente o número de bairros beneficiados. A expectativa da Prefeitura é alcançar toda a cidade ao longo dos próximos anos, reduzindo problemas históricos provocados pelo desgaste do pavimento.

Uma das entregas mais recentes contemplou 111 vias da Região Norte, abrangendo os setores Urias Magalhães, Vila Nossa Senhora Aparecida e Balneário Meia Ponte. No local, foram recuperados 44,7 quilômetros de ruas e avenidas, em um investimento de R$ 16 milhões.

Além da recuperação estrutural do pavimento, as obras incluíram a implantação de aproximadamente 9 mil metros de sinalização horizontal, construção de 30 lombadas e instalação de 166 novas placas de trânsito, proporcionando maior organização do fluxo de veículos e segurança para motoristas e pedestres.

O secretário municipal de Infraestrutura Urbana, Francisco Lacerda, explica que o cronograma segue avançando em várias frentes de trabalho ao mesmo tempo.

“Hoje temos frentes de trabalho de dois consórcios contratados e também da própria Seinfra atuando nas regiões Sul, Sudoeste e Central. Recentemente, entregamos a recuperação de 111 vias da Região Norte, beneficiando os setores Urias Magalhães, Vila Nossa Senhora Aparecida e Balneário Meia Ponte”, pontuou.

Investimento permanente em infraestrutura

Foto: Joabe Mendonça

Com a previsão de recuperar 800 quilômetros de vias até o final da gestão, a Prefeitura de Goiânia aposta na melhoria da infraestrutura urbana como um dos pilares para elevar a qualidade da mobilidade na capital.

Além de proporcionar mais conforto aos usuários das vias, as intervenções reduzem custos de manutenção da malha viária, aumentam a segurança no trânsito e contribuem para a valorização dos bairros contemplados, consolidando um programa de recuperação estrutural que deverá alcançar todas as regiões da cidade nos próximos anos.

Autor Rogério Luiz Abreu


A Prefeitura de Aparecida voltou a obter a nota Capag (Capacidade de Pagamento), conferida pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O indicador, calculado com base no balanço do primeiro ano da gestão do prefeito Leandro Vilela (MDB), ficou em “B”, a segunda mais alta da classificação. A nota já habilita o município a buscar financiamentos internacionais com o aval da União.

A Capag funciona como um reconhecimento oficial de que a cidade tem saúde financeira para honrar seus compromissos. Para Vilela, a conquista representa um avanço expressivo na recuperação fiscal, uma vez que a gestão anterior havia perdido a certificação e deixado uma dívida acumulada de R$ 500 milhões para a administração atual.

Em 17 meses de mandato, a atual gestão já quitou mais de R$ 300 milhões desse passivo, incluindo o salário de dezembro de 2024 dos servidores. No início do período, o município enfrentava o corte da internet da prefeitura e o desabastecimento de insumos básicos nas unidades de saúde. Para equilibrar as contas, foram cancelados centenas de contratos considerados ineficazes, como o aluguel mensal de R$ 1,5 milhão de totens de segurança sem impacto real na proteção dos moradores.

“Essa dívida toda expôs uma irresponsabilidade tremenda na administração dos recursos públicos de Aparecida. Faziam da Prefeitura um cabide de empregos, um loteamento de cargos públicos onde pouco se trabalhava e muito se gastava com folha salarial”, denuncia Vilela.

Corte de comissionados foi elogiado pela STN

Leandro Vilela garante que novos ajustes serão feitos para que o município evolua para a nota máxima “A”. O enxugamento da máquina pública começou logo no início do mandato, com a redução de 50% dos cargos comissionados e a exigência de metas de produtividade. A medida foi um dos pontos determinantes para a recuperação da nota no Tesouro Nacional.

Com o corte, Aparecida entrou na chamada “zona verde” em relação ao comprometimento das despesas com pessoal, registrando um índice de 43,97%, bem abaixo do limite de alerta. O secretário da Fazenda, Carlos Eduardo de Paula, explica que a Capag é indispensável para captar recursos em bancos e custear melhorias estruturais.

“É como uma certidão, uma nota de crédito que o município, ao agir com muita responsabilidade fiscal, recupera agora para ser revertida em benefícios concretos, nas ruas e avenidas, para os 600 mil aparecidenses”, avalia.

Município ficou sem nota durante dois anos

Entre 2011 e 2021, durante as gestões de Maguito Vilela e Gustavo Mendanha, Aparecida de Goiânia manteve a nota máxima Capag “A”. O indicador caiu para “B” em 2023 e, nos anos de 2024 e 2025, a cidade perdeu a classificação e ficou sem nota oficial do Tesouro Nacional.

A retomada da nota “B” em 2026 restabelece as condições para que o município pleiteie recursos externos com garantias do governo federal. É o caso do financiamento em fase final de contratação junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o banco do Brics, que será utilizado para custear dezenas de obras na cidade, como a construção de trincheiras, parques e novas unidades escolares.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Guarda Civil Municipal de Aparecida de Goiânia capturou um homem no final da tarde desta terça-feira (4/11), durante uma ação de patrulhamento preventivo. Ele estava com aproximadamente 40 quilos de cobre furtado da Praça Irmã Luzia, no Setor Parque Trindade. O indivíduo também possuía um mandado de prisão em aberto, que havia sido decretado pela Justiça.

De acordo com a Secretaria Municipal de Segurança Pública, o material recuperado foi subtraído há cerca de um mês. O furto ocorreu quando toda a fiação da praça foi roubada.

O comandante da Guarda Civil, inspetor Milton Sobral, explica que a prisão foi resultado do trabalho preventivo e do monitoramento constante na região.

“As equipes estavam empenhadas em dar uma resposta para a sociedade. O indivíduo foi abordado conduzindo uma bicicleta com material pesado, que se confirmou ser o cobre furtado da praça”, afirmou Sobral.

Também foi confirmado o mandado de prisão em aberto contra o suspeito.

“Essa ação demonstra que a Guarda Civil é o braço forte da segurança pública municipal e que a população pode confiar no nosso trabalho”, acrescentou o comandante.

Para a Guarda Civil, a ação demonstra o comprometimento das equipes com a proteção do patrimônio público. O trabalho também reforça a segurança da população aparecidense.

A corporação atua de forma integrada com outros órgãos do município e do Estado, com rondas e fiscalizações contínuas em áreas públicas e de grande circulação. O objetivo principal é prevenir furtos, vandalismo e outros delitos.



Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás deflagrou na quarta-feira (20/8) a Operação Resgate, cumprindo oito mandados de busca e apreensão em Anápolis, Jaraguá, Goianésia e Formosa (GO), além dos estados do Pará, Pernambuco e Piauí. Foram recuperados 126 veículos de uma locadora goiana, vítima de prejuízo estimado em R$ 10 milhões causado por uma empresa de engenharia investigada por crimes de apropriação indébita e estelionato.

De acordo com o delegado Danillo Martins, a empresa investigada contratou 436 veículos e deixou de pagar as mensalidades de R$ 700 mil a partir do ano passado.

“Essa empresa celebrou os contratos dos 436 veículos e logo quando recebeu os carros cessou os pagamentos, recusou-se a devolver os veículos e ainda removeu os rastreadores de grande parte desta frota”, destacou o delegado.

Operação mobilizou 50 policiais civis

As investigações apontam que a empresa agiu de má-fé, ocultando veículos e adotando prática similar contra outras locadoras pelo país.

“Outras empresas de outros estados também teriam sido lesadas por essa mesma empresa investigada em situações similares”, confirmou Danillo Martins. A operação mobilizou 50 policiais civis e contou com apoio das polícias do Pará, Pernambuco e Piauí.

As investigações continuam com a oitiva de testemunhas, análise de documentos apreendidos e localização dos demais veículos. O nome da empresa investigada não foi divulgado pela polícia.

O prejuízo total suportado pela locadora de Goiânia chega a R$ 10 milhões, com indícios de que a empresa investigada atuava de forma reiterada no não cumprimento de contratos de locação veicular.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) recuperou nesta quinta-feira (27.06), na cidade de Porto Esperidião (322 km de Cuiabá), três veículos que haviam sido furtados mediante fraude no Estado de Goiás. Na ocorrência, duas pessoas foram presas, uma delas foragida da Justiça de São Paulo.

Os policiais receberam informações de que os três veículos estariam trafegando na rodovia MT-265, em direção à Bolívia. As equipes, então, realizaram diligências na região e localizaram uma caminhonete Ford Ranger, uma picape Fiat Toro e um carro Nissan Kicks.

Na verificação, constatou-se o registro de boletins de ocorrência de furto mediante fraude, um tipo de crime em que o criminoso induz a vítima ao erro, facilitando a subtração de bens.

Um homem, que também estava com mandado de prisão em aberto, e uma mulher foram detidos. Eles possuem passagens criminais por homicídio, furto, receptação e estelionato. Um terceiro suspeito fugiu e os policiais fazem buscas para localizá-lo.

Diante dos fatos, os suspeitos e os veículos foram encaminhados à Delegacia Especial de Fronteira de Cáceres para as devidas providências.

A ação contou com o Grupo de Apoio do 17º Batalhão da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Exército Brasileiro, no âmbito da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas.

Fonte: Governo MT – MT



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A Secretaria de Economia de Goiás recuperou mais de R$ 4,5 milhões em sonegação fiscal durante a Operação Safra 23/24. Os dados foram divulgados, durante o balanço final da ação realizada durante o mês de março. Diversas práticas de sonegação foram identificadas, tais como a ausência de emissão de notas fiscais, subdeclaração de estoques e manipulação de documentos em produtos agropecuários. As penalidades aplicadas incluíram multas e suspensão de inscrição estadual.

As fiscalizações ocorreram nas rodovias federais e estaduais da região Sudeste de Goiás, escolhida por ser a maior produtora de grãos do estado. Durante a operação, 7.677 caminhões foram abordados. Ao todo, 2.625 toneladas de milho e 3.733 toneladas de soja foram apreendidas. Os produtos estavam sendo transportados de forma irregular, sem nota fiscal ou com documentos falsificados.

A Secretaria também identificou mais de 43 mil toneladas de grãos armazenados de forma irregular em propriedades rurais. Das 243 empresas atacadistas vistoriadas pela operação, 80 foram suspensas sob suspeita de emitirem notas fiscais falsas.

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A operação contou com a colaboração de 41 auditores fiscais, 33 servidores de apoio e 237 policiais militares, que garantiram segurança e suporte às equipes de fiscalização.

“Esse tipo de operação é importante porque representa um combate à concorrência desleal. Estabelecemos uma cultura no estado que exige o pagamento de impostos e condições de concorrência uniformes. Além disso, esses recursos são fundamentais para o financiamento do orçamento estadual, que se traduz em bens e serviços para a população”, ressaltou a Secretária de Economia, Selene Peres.

Em conjunto com a operação, a Secretaria de Economia também realiza fiscalização com o sistema de monitoramento Infotrânsito. A plataforma, que conta com mais de mil câmeras em todo o estado, captura imagens das placas dos veículos, cruza informações de nota fiscal eletrônica e guias de transporte, e emite alertas diretos para os auditores fiscais.

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