4 de março de 2026
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Policiais isolam área onde homem morreu de mal súbito na rodoviária de Goiânia — Foto: Reprodução / TV Anhanguera

Um idoso de 61 anos morreu na manhã desta quinta-feira (28) enquanto esperava por uma viagem de ônibus no Terminal Rodoviário de Goiânia. O passageiro, que não teve o nome divulgado, sofreu um mal súbito, segundo informações da administração do terminal.

O passageiro chegou a receber atendimento da equipe de brigadistas do terminal e de equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu no local. A Polícia Militar também foi acionada para tomar as providências cabíveis.

O homem viajava sozinho. De acordo com a administração do terminal, ele saiu de Rondônia com destino a Brasília (DF).

Passageiro morre enquanto esperava por ônibus na rodoviária de Goiânia

A administração da rodoviária informou ainda que “expressa os sinceros sentimentos à família”.

Nota – Terminal Rodoviário de Goiânia

Com pesar, o terminal Rodoviário de Goiânia comunica que, na manhã de hoje, 28 de março, um passageiro, de 61 anos, teve mal súbito e veio a falecer no local. O passageiro recebeu atendimento imediato da equipe de brigadista do terminal, seguida pela do SAMU e apoio da Unidade de Suporte Avançado (USA).

Infelizmente o senhor não respondeu aos procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar e foi constatado o óbito. A Polícia Militar também foi acionada para tomar as providências cabíveis.

A administração expressa os sinceros sentimentos à família.

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Sucuri de aproximadamente 2 metros é encontrada por moradores na calçada de casa, em Goiás

Os moradores de Caldas Novas, região localizada no sul do estado, acionaram o 9º Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás para realizar o resgate de uma sucuri que mede aproximadamente 2 metros. O caso aconteceu na tarde desta terça-feira (26) e surpreendeu os moradores, que gravaram um vídeo registrando o momento deles se deparando com o animal silvestre. (Assista o vídeo acima)

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De acordo com a assessoria da corporação, a sucuri foi encontrada na calçada de uma casa no Bairro Residencial Recanto de Caldas. Conforme é mostrado no vídeo, o animal se rasteja pelo chão, assustando os moradores pelo seu tamanho.

“A bicha é grande, hein?! Eu não tenho coragem de chegar perto dela [sucuri], não”, disse um dos homens que estava presente no momento em que a cobra foi encontrada. Em resposta, uma mulher que também estava no local, diz: “Ela não ataca assim, não”.

Os militares realizaram o resgate utilizando materiais específicos para captura de cobras, isto é, pinças e ganchos. O animal foi removido sem ferimentos da calçada e colocado dentro de um tambor.

Os bombeiros deslocaram-se para uma mata reservada e próxima ao perímetro urbano, onde realizaram a soltura da sucuri.

O animal presente no vídeo se trata de uma sucuri fêmea que pertence a uma das maiores e mais conhecidas espécies de cobras, isto é, a Eunectes murinus. Normalmente esses animais são encontrados na América do Sul, em regiões mais alagadas, onde há presas em maior evidência.

Segundo a veterinária Luana Borboleta, a sucuri é um animal extremamente lento e na maior parte do tempo apresenta hábitos subaquáticos. Apesar de não ser uma serpente peçonhenta, caso sintam-se ameaçadas, elas matam por constrição, apertando e causando asfixia na vítima.

Por isso, a veterinária e o biólogo Edson Abrão orientam que em casos como esse o melhor a se fazer é manter a distância do animal e contatar o Corpo de Bombeiros o mais rápido possível para realizar o resgate.

“É preciso tentar isolar o animal, afastar crianças e animais, pois a sucuri pode alimentar desses animais. Também é preciso chamar um grupo especializado, que no caso é o Corpo de Bombeiros, ou alguém que saiba manusear esse animal e colocá-lo dentro de uma gaiola”, informa Abrão.

O biólogo ainda acrescenta que ao chegar perto do animal, há a possibilidade da serpente picar a pessoa, causando ferimentos ou infecções graves. O aparecimento recente de animais silvestres em casas e lugares fechados está relacionado a questões climáticas. O calor faz com que esses répteis procurem abrigos seguros para se protegerem e fugirem das temperaturas mais quentes.

Contudo, o ideal é manter a calma e não tomar atitudes precipitadas, afinal, esse animal é importante para a natureza, pois sua função ecológica é necessária.

“Esse animal tem um nicho, uma função ecológica muito importante, pois ela causa um certo equilíbrio na natureza e deve ser preservada ao máximo”, ressalta Edson.

*Victoria Vieira é integrante do programa de estágio entre TV Anhanguera e Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), sob orientação de Millena Barbosa.

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Sucuri de aproximadamente 2 metros é encontrada próximo a residência em Caldas Novas. — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

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Marfrig Frigoríficos Brasil S.A., localizada em Mineiros, Goiás — Foto: Divulgação/Marfrig

Um frigorífico foi condenado a pagar R$ 1,7 milhão por dano moral coletivo por impor uma jornada excessiva de mais de oito horas por dia para motoristas carreteiros. A empresa foi processada após a morte de um dos caminhoneiros que trabalhava das 5h à 0h e, muitas vezes, dormia no caminhão.

Em nota, a Marfrig Frigoríficos Brasil S.A., localizada em Mineiros, disse que vai recorrer da sentença do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Na decisão do último dia 13 de março, a Segunda Turma do TST rejeitou examinar o recurso da empresa, que tenta acabar ou reduzir a condenação.

A ação trabalhista teve início em 2011 quando um motorista morreu em um acidente rodoviário. O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Goiás verificou que a vítima trabalhava de segunda a domingo, em média, das 5h à 0h, um descumprimento às normas de saúde e segurança do trabalho.

Segundo o MPT, apesar de poder controlar a jornada de trabalho dos motoristas por meio de GPS, a empresa os enquadra em uma atividade externa sem fixar horários e impôs jornadas excessivas como a do motorista que morreu. A ação civil pública contra o frigorífico corre na justiça desde 2012.

O MPT pediu a condenação da empresa por dano moral coletivo e que ela seja proibida de enquadrar o trabalho dos motoristas como externo. O pedido foi aceito pela Vara do Trabalho de Mineiros (GO), que fixou a indenização de R$ 1,7 milhão, o que foi mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região.

Para recorrer da condenação, a Marfrig alegou que pagava aos motoristas duas horas extras por dia, de segunda-feira a sábado. Porém, ao analisar o recurso, a ministra Maria Helena Mallmann manteve a sentença e destacou que, além da saúde dos trabalhadores, a situação coloca em risco os demais motoristas.

Sobre o pedido de redução do valor da indenização, a Segunda Turma do TST entendeu que o valor de R$ 1,7 milhão não é “exorbitante” devido ao tamanho da empresa. Além disso, ressaltou que ele não vai “impedir ou dificultar” a continuidade da atividade econômica da empresa.

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Hospital de Doenças Tropicais HDT, Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Uma idosa de 68 anos morreu após ter complicações depois de ser picada por um animal peçonhento quando mexia em um fogão a lenha, em Goianira, na Região Metropolitana da capital. A vítima ficou três dias internada no Hospital de Doenças Tropicais (HDT), em Goiânia.

“Ela não viu que animal ou inseto a picou”, disse o filho da vítima à polícia.

O filho contou à polícia que a idosa foi picada no dedo da mão direita no último dia 17 de março. Inicialmente, ela não avisou aos familiares. Porém, a mão dela começou a inchar e, preocupado, o filho a levou para o Hospital Municipal de Goianira no dia 20 de março.

Na unidade, ela foi atendida por um médico, foi medicada e recebeu alta. Dois dias depois, no dia 22 de março, a idosa passou mal e a família a levou para uma Unidade de Pronto Atendimento, em Aparecida de Goiânia, onde ela foi atendida e encaminhada para o HDT.

A idosa ficou três dias internada no hospital, porém, após ter complicações, morreu no último dia 25 de março. O g1 questionou a causa da morte da paciente para o HDT, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria. O caso será investigado pela Polícia Civil (PC).

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Cantor ameaça e agride advogado durante cobrança por causa de processo de pensão alimentíc

O cantor Allê Rodrigues ameaçou e agrediu um advogado ao ser cobrado em um processo por pensão alimentícia que ele representa a favor da ex-mulher do músico, em Goiânia. A esposa do advogado também se envolveu na briga, que foi registrada por câmeras de segurança.

Ao g1, o cantor Allê Rodrigues disse que, realmente, agrediu o advogado, porém, negou ter agredido a esposa da vítima. À TV Anhanguera, o músico enviou um vídeo lamentando o ocorrido, dizendo que estava em surto no momento das agressões e que a arma é falsa.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou indignação contra as agressões sofridas pelo advogado. A ordem informou ainda que entrou com uma representação criminal contra o suspeito das agressões (leia a nota na íntegra ao final do texto).

Cantor ameaça e agride advogado durante cobrança por causa de processo de pensão alimentícia – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais e TV Anhanguera

Cobrança da pensão alimentícia

Ao g1, a advogada Karla Felix, que aparece no vídeo defendendo o marido, disse que Allê Rodrigues enfrenta um processo por não pagar a pensão da filha, uma adolescente de 13 anos. Karla disse ainda que ele foi intimado por um juiz a pagar os valores que devia a ex-mulher sob pena de prisão.

“Ele deve vários valores para a filha, em atitude de pensão. Mas os únicos que podem ser cobrados para um motivo de prisão, são os últimos seis meses. Nós fracionamos o valor, cobramos os últimos seis meses, mas ainda tinham outros valores a serem pagos. Ele foi intimado pelo juiz sob pensa de prisão”, disse a advogada.

Ainda segundo a advogada, o cantor teria pedido que o casal retirasse o processo contra ele e, após eles negarem, ele começou a ameaçá-los. “A sogra dele pediu para que a gente retirasse o processo, pois eles já tinham feito o pagamento. O Fernando [advogado agredido], disse que não iria retirar o processo, pois ainda tinham outros valores a pagar”, detalha.

“Disse que só retiraria se ele fizesse o depósito dos outros valores. Ele ficou enfurecido com a situação e fez ameaças de todas as naturezas. Um monte de coisa horrível”, afirmou Karla Felix.

À TV Anhanguera, Fernando contou que na última segunda-feira (25) o cantor enviou mensagens afirmando em tom de ameaça que iria até o escritório para conversar de “homem para homem”, intimidando o casal para que não dessem andamento ao processo por pensão alimentícia.

Ao saírem para almoçar, Fernando e Karla foram supreendidos por Allê, que estava no hall de entrada do prédio onde eles trabalham. “Ele estava aguardando a gente. Quando nós passamos na catraca, ele já perguntou ‘quem é Fernando?’ e começou com as agressões”, disse Fernando.

Agressões foram flagradas por câmeras de segurança do prédio – Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Câmeras de segurança do prédio registraram a briga. No vídeo é possível ver o momento em que o cantor aborda o casal assim que eles passam na catraca e parte para cima do advogado. Durante as agressões, Allê ainda tenta pegar uma arma de chumbinho, que, segundo o músico, é falsa.

“Ele tentou sacar uma arma de fogo. Eu fiquei muito assustado, não faz parte da minha realidade, eu simplesmente estava saindo para o almoço”, disse o advogado.

A advogada Karla revidou as agressões contra o marido com um guarda-chuvas. A confusão entre os três só acabou após eles caírem entre duas poltronas e serem separados por outros três homens que estavam no prédio e um segurança.

A Polícia Militar (PM) foi acionada para atender a ocorrência e conduziu o casal até a central de flagrantes, para prestarem depoimento sobre as agressões sofridas. À Polícia Civil, o casal informou que, durante a luta corporal de Fernando e Allê, um segurança do prédio conseguiu tomar a arma da mão do cantor, impedindo que ele atirasse.

Cantor agride e ameaça advogado da ex-mulher

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), por meio de sua Comissão de Direito e Prerrogativas, vem a público manifestar indignação contra as agressões sofridas por um advogado durante o exercício de sua profissão, nesta segunda-feira (25 de junho), no prédio comercial localizado no setor Bueno, em Goiânia.

A Seccional Goiana considera inaceitáveis as agressões físicas ou verbais contra quaisquer advogados ou advogadas em decorrência de sua atuação profissional, como ocorrido na situação. Além disso, a Seccional Goiana também se solidariza com a cliente agredida.

A Ordem, que já acompanha o caso desde a lavratura do procedimento policial, já entrou com uma representação criminal contra o suspeito e assegura que nenhuma agressão à advocacia ficará impune em Goiás. Os advogados e advogadas devem ser respeitados ao exercerem seu mister constitucional, não importando quem sejam seus representados.

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Foi concluído nesta terça-feira, 26, após extensas diligências, incluindo oitivas de 16 testemunhas e análise de vídeos e imagens do local do acidente, o suspeito foi indiciado por homicídio com dolo eventuais

(Foto: reprodução/ilustrativa)

A Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC/9ª DRP/Catalão), concluiu nesta terça-feira, 26, as investigações sobre o acidente automobilístico ocorrido no dia 15 deste mês, que resultou na morte de uma jovem, Júlia Demétrio de 19 anos. Após extensas diligências, incluindo oitivas de 16 testemunhas e análise de vídeos e imagens do local do acidente, o suspeito foi indiciado por homicídio com dolo eventual.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que o suspeito estava sob influência de álcool e apresentava sinais de incapacidade psicomotora momentos antes do acidente. Além disso, ele tentou realizar uma ultrapassagem em alta velocidade, conforme evidenciado pelo laudo pericial que destacou a velocidade acima do permitido pela via.

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Para corroborar essas conclusões, foram obtidas imagens registradas no local frequentado pelos envolvidos no acidente, onde é possível observar o suspeito segurando um copo constantemente.

De acordo com a Polícia Civil, também foi constatado que o suspeito não prestou socorro à vítima e deixou o local do acidente logo após o ocorrido. É importante ressaltar que a omissão de socorro é passível de punição pela lei, mesmo que terceiros possam vir a prestar assistência.

O suspeito, que foi preso preventivamente em 18 deste mês, permanece sob custódia no sistema prisional. O inquérito policial será encaminhado ao Poder Judiciário para os devidos procedimentos legais.



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Última atualização 26/03/2024 | 15:44

A professora de história Bruna Flor de Macedo Barcelos, de uma escola estadual em Valparaíso de Goiás, no entorno do Distrito Federal, denunciou à polícia que teve fotos nuas vazadas por estudantes após eles acessarem pastas privadas no celular pessoal dela.

Após o ocorrido, a professora foi demitida da Escola Estadual Doutor Gerson de Faria Pereira. De acordo com o delegado Rafael Rossi, o caso já está sendo investigado.

Em entrevista ao G1, a professora relata que teria emprestado o celular aos alunos para que eles registrassem fotos de um evento sobre o Mês da Consciência Negra para uma atividade que seria aplicada posteriormente. No entanto, os estudantes teriam acessado a pasta de fotos particulares e compartilhado com os outros colegas imagens dela nua.

“Me senti violada, violentada. Na sequência, a gestão da escola criou um ofício dizendo que os estudantes se sentiam constrangidos de assistirem às minhas aulas por terem visto minha foto nua. Uma inversão de quem foi vítima na situação”, declarou Bruna Flor de Macedo Barcelos.

A professora conta que após a situação ela passou a ser destratada no ambiente escolar por parte de colegas e da gestão. Bruna tinha um contrato de cinco anos com a escola, e a demissão ocorreu em menos de oito meses após o início do contrato, em 2023. A docente relata que vem passando por dificuldades financeiras, já que seu sustento vinha do trabalho na escola.

A professora denunciou o vazamento das fotos na Polícia Civil.

Regime interno

A escola informou ao G1 que o regimento interno deixa claro que os professores não podem emprestar seus celulares de uso pessoal para os estudantes. Além disso, a instituição destacou que a decisão de demitir foi tomada em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que preconiza a proteção integral das crianças e dos seus direitos. E pontuou ainda que orientou a profissional a procurar a Polícia.

A defesa de Bruna alegou que o celular foi emprestado porque a escola não tinha aparelhos que fizessem filmagens para registrar os eventos internos, e aquele específico era importante, por se tratar do Mês da Consciência Negra. “Solicitar que estudantes façam o registro de uma atividade é dotá-los de autonomia, tem valor imprescindível para um ser humano livre e cidadão”, argumentou a professora.

 

 

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Fernanda Pereira tinha 37 anos e trabalhava como gari — Foto: Reprodução / Redes sociais

No último sábado (24), uma mulher de 37 anos morreu atropelada por um caminhão tanque em Trindade, Região Metropolitana de Goiânia. Uma câmera de segurança registrou o momento em que Fernanda Pereira, que trabalhava como gari, foi atingida por um caminhão tanque.

Nas redes sociais, a notícia do acidente gerou comoção. “Caminhão não é carro pequeno que faz curva fechada. Infelizmente um acidente, uma fatalidade. Que Deus conforte a família dessa pessoa”, comentou uma seguidora.

Outro seguidor comentou ainda sobre a visão do motorista em um veículo como esse: “Garanto que é impossível qualquer pessoa dentro de um caminhão ver uma pessoa nessa situação”.

Vídeo mostra quando mulher morre atropelada por caminhão enquanto andava de bicicleta

Fernanda trafegava de bicicleta pela calçada da Avenida Manoel Monteiro quando o caminhão tanque, que fez a curva mais aberta, a acertou. Nas imagens, é possível perceber que o motorista havia sinalizado que faria a curva ao ligar a seta para a direita.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima morreu no local do acidente.

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Jehan Paulo José de Paiva, 22 anos (vítima) — Foto: Arquivo pessoal

Paulo Victor Sousa Gomes foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado por matar o estudante de odontologia Jehan Paiva, em 2013, durante uma briga por chope em uma festa universitária em Anápolis, a 55 km de Goiânia. A condenação foi definida por júri popular, realizado nesta segunda-feira (25) na cidade.

O g1 não conseguiu localizar a defesa de Paulo Victor para se manifestar sobre a condenação até a última atualização da reportagem. Durante o julgamento, os advogados argumentaram que ele agiu em legítima defesa sob grande emoção logo após uma provocação injusta da vítima, mas o júri não julgou procedente.

Com base no veredito do júri, a juíza Nathália Bueno Arantes condenou o réu pelo crime de homicídio qualificado, conforme o artigo 121, §2º, inciso II, do Código Penal. Conforme a sentença, não foram encontradas circunstâncias agravantes, mas houve uma atenuante de confissão, que reduziu a pena.

(Pai) José de Paiva, 60 anos, (mãe) Helena Paiva (63 anos) e (irmã) Joyce Paiva (36 anos) — Foto: Arquivo pessoal

No dia 7 de junho de 2013, acontecia uma festa de confraternização da jornada acadêmica de odontologia, realizada pela turma do 8º período do curso, em uma chácara situada na BR-414, a poucos quilômetros da Base Aérea de Anápolis. Jehan Paulo José de Paiva, 22 anos, era um dos organizadores.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, depois que o chope acabou e, momentos depois, voltou a ser servido, uma fila foi formada. A confusão começou quando um jovem tentou pegar chope pela lateral do balcão, colocando o copo na frente de Paulo Victor.

Conforme o MPGO, Paulo segurou o jovem pelo colarinho e disse: ‘tá furando fila, rapaz’. Neste instante, Jehan se aproximou e pediu para se acalmarem. Nervoso, Paulo retrucou: “Ah, não briga não?”, fazendo movimento como se fosse dar um murro na vítima.

Os dois começaram a brigar. Socos, murros e empurrões. Pessoas que estavam na festa os separaram. Pouco depois, a briga recomeçou. Paulo Victor pegou um canivete e acertou o tórax da vítima. O golpe atingiu-lhe o coração pela lateral.

Para a irmã Joyce Paiva, apesar de ter passado mais de uma década da morte de Jehan, a saudade continua intensa.

“Saudade do abraço apertado, das palavras de carinho que ele sempre falava, do companheirismo. Ele era meu único irmão. A falta dele me deixou um vazio enorme. Viver sem o Jehan tem sido difícil demais.”, lamentou a irmã.

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Segundo o IBGE, pessoas do sexo feminino são mais presentes nas salas de aula de todas as esferas do ensino goiano

Samuel Leão –
Imagem ilustrativa de professora em sala de aula. (Foto: Arquivo/Prefeitura de Anápolis).

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou a diferença expressiva de escolaridade entre mulheres e homens em Goiás. A disparidade é tanta no estado que as mulheres chegam a alavancar e manter a taxa nos níveis que atualmente se encontra.

Segundo o censo, 94,4% das crianças, com idade entre 6 e 14 anos, frequentam o Ensino Fundamental.

Enquanto os dados acerca da parcela masculina são de 93,9%, a feminina já possui 94,9% de taxa de presença. No contexto nacional, os números saltam para 94,4% e 94,8%, respectivamente.

Em 2016, a pesquisa apresentou os números de 96,4% para os homens, e de 95,2% para as mulheres em Goiás. Já no Brasil, a mesma amostra teve 96,6% e 96,8%, de modo que o estado está abaixo da média geral.

Já para a faixa etária entre 15 e 17 anos, que corresponde aos frequentadores do Ensino Médio, esses números se reduzem. Entretanto, a discrepância entre os gêneros aumenta. Homens possuem 72,7% em Goiás, enquanto as mulheres alcançam 84,5%.

No país, essa mesma amostra chega a, respectivamente, 71,9% e 78,2%, ficando abaixo da média do estado. Por fim, no Ensino Superior os índices abaixam ainda mais.

Entre os homens, apenas 21,2% frequentam, enquanto a média nacional é de 21,8%. Já entre as mulheres, os números divulgados são de 32,9% e 30,1%, respectivamente.

Vale pontuar que, entre todos os grupos e níveis educacionais pesquisados, o grupo de pretos ou pardos figura como a parcela com menor frequência.

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