25 de abril de 2026
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A ocorrência foi registrada pelo 18º Batalhão da Polícia Militar (BPM) às 11h25

(Foto: Divulgação/Polícia Militar)

Um jovem de 21 anos foi preso por tráfico de drogas no bairro Monsenhor Souza, em Catalão, na manhã deste sábado (29). A ocorrência foi registrada pelo 18º Batalhão da Polícia Militar (BPM) às 11h25.

De acordo com a polícia, a equipe realizava patrulhamento próximo às represas do bairro quando avistou um automóvel em atitude suspeita. Durante a abordagem, foi constatado que o motorista possuía várias passagens criminais relacionadas ao tráfico de drogas. Na revista pessoal, foram encontradas duas porções de maconha. Já na busca veicular, os policiais localizaram um cigarro de maconha recém-consumido.

Após a abordagem, os policiais foram até a residência do suspeito. No local, familiares afirmaram que já esperavam que ele fosse preso, pois o jovem vinha realizando comércio de entorpecentes há algum tempo.

Na casa, os policiais encontraram diversos materiais ligados ao tráfico: plástico filme, uma faca com resquícios de maconha, um saco plástico transparente com substância branca semelhante a cocaína, um recipiente de vidro com várias porções de maconha prensada e envoltas em plástico filme, além de sacos transparentes contendo sementes de maconha.

O suspeito e todo o material apreendido foram encaminhados à Central de Flagrantes de Catalão para as devidas providências legais.



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Cirurgião plástico Wilian Pires — Foto: Arquivo Pessoal / Wilian Pires

O cirurgião plástico goiano Wilian Pires, conhecido por arrematar leilões com famosos, foi condenado por associação criminosa e estelionato. De acordo com a decisão da Justiça do Distrito Federal, entre 2018 e 2019, o médico e outras seis pessoas se associaram para cometer fraudes, simulando acidentes envolvendo veículos e embarcações para receber indenizações ou valores de seguro.

Em nota, a equipe do médico disse que ele ainda não foi notificado oficialmente da decisão judicial, mas que a defesa deve recorrer e prestar todos os esclarecimentos à Justiça. Willian Pires está no Canadá com os pais para um evento de médicos – leia nota na íntegra ao final do texto.

No início de junho, o médico arrematou, por R$ 315 mil, um encontro com o jogador Neymar Júnior em leilão beneficente). Como parte do prêmio, Wilian Pires ganhou um passeio por Riad, capital da Arábia Saudita, e o acesso ao camarote do atacante brasileiro para assistir a um jogo do Al-Hilal.

Cirurgião plástico Wilian Pires arrematou experiência com jogador Neymar na Arábia Saudita — Foto: Reprodução / Redes sociais

Wilian Pires e Ronaldo Fenômeno — Foto: Arquivo Pessoal/Wilian Pires

Conforme a decisão, o médico foi condenado a 2 anos de reclusão e multa. No entanto, a pena privativa de liberdade foi substituída por pena privativa de direitos.

Conforme testemunhas disseram à Justiça, em uma das situações, o médico adquiriu uma lancha por cerca de R$ 850 mil. Depois, contratou um seguro para a lancha no valor de quase R$ 2 milhões e, cerca de 40 dias depois, a lancha pegou fogo no Lago Corumbá, em Goiás, durante uma festa – ele recebeu R$1, 2 milhão da seguradora. A perícia indicou que o incêndio parecia ter começado de cima para baixo, sugerindo que foi intencional.

O médico cirurgião plástico Wilian Pires ainda não foi notificado oficialmente da decisão judicial que o condena por prática de associação criminosa e estelionato, no caso do incêndio de uma lancha em 2019 no Lago Corumbá, em Caldas Novas. A equipe jurídica do médico deve recorrer e prestar todos os esclarecimentos à Justiça. Doutor Wilian Pires segue tranquilo exercendo a atividade que ama, por transformar os sonhos dos pacientes em realidade através da cirurgia plástica. Apaixonado por viagens, Wilian Pires está nesse momento no Canadá trocando experiências com médicos canadenses e curtindo também os pais no país da América do Norte.

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Dentista Igor Leonardo Soares Nascimento, suspeito de lesão corporal e exercício ilegal da medicina, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/Instagram

À polícia, a paciente contou que fez um procedimento estético com Igor Leonardo e ficou com o rosto assimétrico. Ela acreditava que o dentista tivesse aplicado ácido hialurônico durante o procedimento, mas na realidade, segundo o delegado, foi usado polimetilmetacrilato, substância conhecida como PMMA.

“Foi utilizado PMMA ao invés de ácido hialurônico. Só foi descobrir posteriormente. Houve assimetria e só com cirurgia plástica para tentar remover e verificar o material”, disse o delegado.

Em nota, o advogado do dentista negou todas as acusações e disse que o cliente é inocente. Segundo Felipe Pereira Pedro, o dentista “jamais utilizou” o preenchedor permanente PMMA.

O uso de ácido hialurônico como preenchedor em procedimentos estéticos é visto como seguro pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e outras instituições de saúde, por se tratar de uma substância absorvida pelo corpo sem problemas.

Já o PMMA é um componente plástico com diversas utilizações na área de saúde, mas considerado de risco máximo. Ele não é absorvido pelo corpo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) restringiu a aplicação dele a correções pequenas de deformidades do corpo após tratamentos de AIDS ou de poliomielite. Além disso, só profissionais médicos treinados podem administrá-lo.

O delegado disse que a lesão deixada na paciente será analisada por um perito médico. Mas que, por conta deste caso e da denúncia de outra paciente, o dentista já está sendo investigado por lesão corporal, exercício ilegal da medicina e descumprimento de decisão judicial.

Conforme a polícia, Igor Leonardo é suspeito de exercer ilegalmente a medicina ao realizar procedimentos estéticos permitidos apenas à cirurgiões plásticos. Ele está preso desde segunda-feira (24), após ser flagrado fazendo procedimentos de forma clandestina em um consultório com as portas fechadas.

Antes e depois da cirurgia no nariz de Elielma Carvalho com o dentista Igor Leonardo e após procedimentos reconstrutores — Foto: Arquivo Pessoal/Elielma Carvalho

A história de uma paciente do dentista ganhou repercussão nacional por conta de complicações graves. Elielma Carvalho Braga fez uma cirurgia chamada alectomia, em junho de 2020, após ver anúncios do dentista na internet. O objetivo era reduzir as asas nasais e afinar o nariz, mas o procedimento não pode ser feito por dentistas.

Inicialmente, Elielma acreditou que a cirurgia tinha dado certo, mas nos dias seguintes, começou a sentir fortes dores e alterações no rosto. Ela teve uma necrose no lado direito do nariz e, por perder parte da pele, já fez pelo menos 20 cirurgias reconstrutoras.

“Meu rosto começou a queimar. No outro dia ficou cheio de bolha, como se fosse queimadura”, contou.

A paciente nunca mais teve a mesma aparência por conta das cicatrizes, além de outras consequências, como a dificuldade de respirar. Ela afirma que continua tentando recuperar o nariz, apenas para ter uma qualidade de vida melhor

“Quero poder respirar direito novamente e voltar a trabalhar. Estou bem melhor psicologicamente. Tenho muito apoio da minha família e amigos. Estou vivendo um dia após o outro”, disse.

Íntegra defesa Igor Leonardo

Na qualidade de procurador do Dr. Igor Leonardo Soares Nascimento, sirvo-me da presente para relatar que Igor Leonardo é odontólogo, formado desde janeiro de 2004, pai de três filhos, sendo um deles acometido com doença grave, a hemofilia.

Igor sempre prezou pela boa qualidade dos seus atendimentos, jamais tendo utilizado preenchedor permanente – o PMMA, conforme alegado.

Ademais, é necessário destacar que Igor está sendo punido por exercer procedimentos compatíveis e permitidos pelas normas do Conselho Federal de Odontologia.

Embora pairem sobre o mesmo tais imputações, sua inocência restará devidamente comprovada nos autos.

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Condenado por mandar matar colega, Adelúcio Lima Melo fugiu da Casa do Albergado

O advogado condenado por matar um colega de profissão fugiu da Casa do Albergado, em Goiânia, após dar remédios para os colegas de cela dormirem, segundo o diretor-geral de Administração Penitenciária, Josimar Pires. Adelúcio Lima Melo cumpria pena pela morte de Hans Brasiel da Silva Chaves e escapou da unidade prisional pulando a janela. Ele foi encontrado e preso novamente na quarta-feira (26).

“Ele teria colocado os medicamentos prescritos que usava para dormir no suco durante o jantar, dopando assim os colegas de cela para que não o vissem fugir, o impedissem ou informassem os servidores da unidade. Durante a madrugada, ele conseguiu romper uma barra de ferro da janela e evadiu pulando o muro. Logo após, a fuga foi identificada pelos servidores da unidade, que iniciaram a busca por ele”, explicou o diretor geral.

O g1 entrou em contato com a defesa de Adelúcio, mas não conseguiu retorno até a última atualização desta matéria.

A fuga aconteceu na madrugada de domingo (23), quatro dias depois de Adelúcio ser condenado a mais de 27 anos prisão pelo crime cometido em Aruanã, região noroeste de Goiás. De acordo com a Polícia Penal, ele estava em uma sala destinada presos com prerrogativas, como advogados.

De acordo com Josimar Pires, sete presos tomaram o medicamento e dormiram. “Eles foram dopados e, por isso, não viram o momento exato em que ele evadiu da unidade”, disse. A Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) informou que, desses sete, dois presos são policiais penais.

De acordo com as investigações, o assassinato foi cometido por causa de uma disputa por clientes na região de Aruanã.

Adelúcio Lima Melo (E) e Hans Brasiel da Silva Chaves — Foto: Reprodução / TV Anhanguera

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Advogada Amanda Partata e as vítimas Leonardo Pereira Alves e Luzia Tereza Alves, em Goiânia, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil e Reprodução/Redes Sociais

O g1 entrou em contato com os advogados de Amanda para saber se eles desejam se manifestar, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem.

De acordo com o Tribunal de Justiça de Goiás, a audiência de instrução e julgamento teve início às 13 horas, no prédio do tribunal do júri, em Goiânia. Serão ouvidas 18 testemunhas, além de Amanda, para que o juiz possa se inteirar sobre o processo. Ao final, ele decide como o caso será julgado, podendo até ser enviado para júri popular.

Audiência de instrução e julgamento de Amanda Partata, em Goiânia — Foto: Fábio Castro/TV Anhanguera

Entre as testemunhas que já foram ouvidas na audiência estão o delegado responsável pelo caso, Carlos Alfama, e também Leonardo Filho, ex-namorado da acusada e familiar das vítimas. Ele precisou dar sua declaração por videoconferência.

Leonardo (pai) tinha 58 anos e era ex-servidor da Polícia Civil. Ele era conhecido como Leozão. Além dele, a mãe de 86 anos também morreu vítima do envenenamento. Ela, segundo a polícia, era cadeirante e tinha Alzheimer. O crime teria sido motivado pelo sentimento de rejeição que Amanda teve com o fim do relacionamento com o filho de Leonardo

Um exame de insanidade mental constatou que ela tinha plena consciência do que estava fazendo quando ofereceu alimentos contaminados às vítimas. O laudo, obtido com exclusividade pela TV Anhanguera, destacou ainda que Amanda “claramente” agiu de forma organizada e planejada para praticar o crime.

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“Nosso entendimento é que a periciada (Amanda) era plenamente capaz de se determinar sobre seus atos. (…) Em seus atos, claramente, podemos observar características de planejamento, premeditação e os cuidados para que sua intenção de cometer o ato ilícito não fosse descoberto”, dizem trechos do laudo.

A realização do exame foi um pedido da defesa de Amanda, ao qual a Justiça aceitou no início do mês de abril. A avaliação foi feita pela junta médica do Tribunal de Justiça de Goiás. Além de entrevistar Amanda, os médicos também ouviram a mãe dela, para entender como era o comportamento da advogada desde a infância.

A conclusão é que, a partir do ponto de vista psiquiátrico forense, ela não apresenta qualquer limitação cognitiva, retardo mental, além de também não ter sido identificado qualquer evidência de doença mental.

O resultado do exame será anexado ao processo e Amanda deve continuar respondendo ao processo de duplo homicídio qualificado e dupla tentativa de homicídio.

A médica Maria Paula Alves abraçada com o pai Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, que morreu envenenado, em Goiânia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

No dia 17 de junho, o caso completou seis meses. A médica Maria Paula Pereira, usou as redes sociais para desabafar as saudades que sente do pai, Leonardo Pereira. Ela afirma ter recebido mensagens de mais de 200 pessoas que relataram boas ações do pai.

“Queria muito que esse tipo de contagem existisse depois que o senhor tivesse entrado comigo na igreja, conhecido seus netos; (…) depois da gente viajar à Tailândia como sempre sonhamos. Tenho certeza que agora é um anjo e continua tudo aquilo de bom que sempre fez. O senhor faz falta”, lamentou a jovem.

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(Foto: Reprodução)

Adelúcio Lima Melo estava na Casa do Albergado e fugiu 4 dias depois de ser condenado há mais de 27 anos de prisão. Forças de segurança realizam buscas para encontrar homem foragido. Condenado por mandar matar colega, Adelúcio Lima Melo fugiu da Casa do Albergado
O advogado que foi condenado por matar um colega de profissão em Aruanã, noroeste de Goiás, fugiu da Casa do Albergado, em Goiânia. Adelúcio Lima Melo cumpria pena pela morte de Hans Brasiel da Silva Chaves e fugiu da unidade prisional pulando a janela.
O g1 entrou em contato com a defesa de Adelúcio, mas não conseguiu retorno até a última atualização desta matéria.
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A fuga aconteceu na madrugada de domingo (23), quatro dias depois de Adelúcio ser condenado a mais de 27 anos prisão. De acordo com nota da Polícia Penal, ele estava instalado numa sala destinada a advogados.
“Acordamos no domingo com a notícias de que o mandante da morte do meu filho fugiu da Casa do Albergado. Todo mundo esperando ele ser transferido e ele… dá a fuga para ele”, disse André Luiz Chaves, o pai de Hans.
O promotor de Justiça Sandro Barros afirmou à TV Anhanguera que a fuga representa uma frustração para todos que trabalhavam no processo.
“Na hora de ver a responsabilidade penal ser de fato executada, acontece esse fato. Esperamos a identificação dos responsáveis”, afirmou Sandro Barros.
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Janela da Casa do Albergado por onde Adelúcio Lima Melo fugiu.
Reprodução / TV Anhanguera
Família assustada
A viúva de Hans, Luara Brasiel, declarou que teme pela segurança de toda a família, agora que Adelúdio está foragido.
“Eu temo por mim, por meu sogro, pela minha sogra, pelas minhas cunhadas, pelo meu filho, pela minha sobrinha… o que vai ser da gente agora?”, declarou.
Luara também afirmou que espera que as circunstâncias da fuga de Adelúcio sejam investigadas.
A Polícia Penal afirmou que as forças de segurança fazem buscas por Adelúcio Lima Melo, que é considerado foragido da Justiça.
Sobre o caso
Hans Brasiel da Silva Chaves foi morto a tiros dentro de seu escritório da advocacia, em Aruanã, em fevereiro de 2020.
Quatro dias antes da fuga, Adelúcio Lima Melo, que também é advogado, foi condenado há mais de 27 anos de prisão por envolvimento na morte de Hans.
Outros dois homens foram julgados e condenados por participação na morte do advogado. Wuandenberg Alves Faria foi condenado a 15 anos de prisão e Rafael Alves da Silva, a 16 anos.
De acordo com as investigações, o assassinato foi cometido por conta de uma disputa por clientes na região de Aruanã.
Adelúcio Lima Melo (E) e Hans Brasiel da Silva Chaves
Reprodução / TV Anhanguera
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/06/24/advogado-condenado-por-matar-colega-de-profissao-em-disputa-por-cliente-foge-de-presidio-pela-janela.ghtml

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Condenado por mandar matar colega, Adelúcio Lima Melo fugiu da Casa do Albergado

O advogado que foi condenado por matar um colega de profissão em Aruanã, noroeste de Goiás, fugiu da Casa do Albergado, em Goiânia. Adelúcio Lima Melo cumpria pena pela morte de Hans Brasiel da Silva Chaves e fugiu da unidade prisional pulando a janela.

O g1 entrou em contato com a defesa de Adelúcio, mas não conseguiu retorno até a última atualização desta matéria.

A fuga aconteceu na madrugada de domingo (23), quatro dias depois de Adelúcio ser condenado a mais de 27 anos prisão. De acordo com nota da Polícia Penal, ele estava instalado numa sala destinada a advogados.

“Acordamos no domingo com a notícias de que o mandante da morte do meu filho fugiu da Casa do Albergado. Todo mundo esperando ele ser transferido e ele… dá a fuga para ele”, disse André Luiz Chaves, o pai de Hans.

O promotor de Justiça Sandro Barros afirmou à TV Anhanguera que a fuga representa uma frustração para todos que trabalhavam no processo.

“Na hora de ver a responsabilidade penal ser de fato executada, acontece esse fato. Esperamos a identificação dos responsáveis”, afirmou Sandro Barros.

Janela da Casa do Albergado por onde Adelúcio Lima Melo fugiu. — Foto: Reprodução / TV Anhanguera

A viúva de Hans, Luara Brasiel, declarou que teme pela segurança de toda a família, agora que Adelúdio está foragido.

“Eu temo por mim, por meu sogro, pela minha sogra, pelas minhas cunhadas, pelo meu filho, pela minha sobrinha… o que vai ser da gente agora?”, declarou.

Luara também afirmou que espera que as circunstâncias da fuga de Adelúcio sejam investigadas.

A Polícia Penal afirmou que as forças de segurança fazem buscas por Adelúcio Lima Melo, que é considerado foragido da Justiça.

Quatro dias antes da fuga, Adelúcio Lima Melo, que também é advogado, foi condenado há mais de 27 anos de prisão por envolvimento na morte de Hans.

De acordo com as investigações, o assassinato foi cometido por conta de uma disputa por clientes na região de Aruanã.

Adelúcio Lima Melo (E) e Hans Brasiel da Silva Chaves — Foto: Reprodução / TV Anhanguera

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realizou, nesta quarta-feira (19), nova fase da Operação Dilúvio Moral para combater fraudes, golpes e atentados durante o período de calamidade pública provocado pelas chuvas no estado no mês passado.


Operação foi realizada nos estados de São Paulo e Goiás e prendeu duas pessoas. Entre os presos, está um jovem de 20 anos, morador de Goiânia, suspeito de movimentar mais de 36 milhões em transações atípicas recentes -ele é apontado como um dos principais membros da quadrilha que desviou doações destinadas aos gaúchos.



A segunda prisão foi de uma mulher, de 46 anos, na cidade de Luziânia, também em Goiás. Conforme a investigação, ela é sócia de uma empresa de pagamentos em conjunto com um menor de idade, morador de Balneário Camboriú (SC), que já foi apreendido pela polícia no mês passado. A mulher também é mãe de um outro menor de 16 anos, apontado como o responsável por operacionalizar o golpe por meio de um site falso -o filho dela também foi apreendido.


Suspeitos criaram páginas falsas parecidas com as oficiais do governo do Rio Grande do Sul. Eles postavam mensagens alarmantes de que “a população estaria diante do maior desastre da história” do estado, para arrecadar doações via transações financeiras online.


Como a quadrilha agia

Das páginas falsas do governo gaúcho, eles redirecionavam doadores para uma nova página falsa que simulava o website “Vakinha”. Na página simulada, era divulgado um QR Code, gerado por uma fintech de checkout (espécie de loja virtual), que permitia o pagamento via Pix.


O próximo passo era redirecionar o valor doado para um gateway de pagamentos, que repassava o valor para o local indicado pelos golpistas. Conforme a polícia, em regra os valores eram repassados para empresas das quais os suspeitos são sócios. Ao realizar todo esse processo, o valor era captado com aparência de licitude, vez que simulava a “venda” de um produto ou serviço oriundo das empresas.


Páginas falsas foram retiradas do ar. A polícia também realizou o bloqueio de todas as contas bancárias vinculadas ao CPF e aos CNPJs dos investigados.


Além das prisões, a Polícia Civil do Rio Grande do Sul apreendeu veículos, dinheiro e penhorou bens e contas dos investigados. A operação de hoje teve o apoio das polícias de São Paulo e de Goiás.


Como os suspeitos não tiveram os nomes revelados, não foi possível achar suas defesas. O espaço segue aberto para manifestação.


Casal cearense preso

Na semana passada, um casal foi detido por suspeita de fraude e desvio de doações para o RS. Aldanísio Paiva e Regina Belo, ambos de 50 anos, foram presos preventivamente em casa, em Fortaleza, na quinta-feira (13). Também foi realizada busca e apreensão na residência deles, onde documentos falsos foram localizados.


Dupla fraudou chaves Pix para desviar recursos que seriam doados ao RS. Para a fraude, os dois abriam contas com documentos falsos e criavam endereços similares aos utilizados em campanhas de arrecadação para as enchentes.


Cadastro alterava apenas um dígito da chave verdadeira. Assim, os valores de contribuições eram desviados quando as vítimas se equivocassem na hora de digitar os dados para enviar o dinheiro.


Casal criou cerca de 235 chaves Pix distintas. A investigação revelou que, somente em maio, novos cadastros foram realizados todos os dias pela dupla.


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Sabores do Campo: Aprenda como fazer Costela Bovina com Milho

Se a costela bovina já faz sucesso servida com mandioca, o corte da carne com milho verde também tem conquistado paladares goianos. A receita do Sabores do Campo deste domingo (23) veio de Jataí, no sudoeste do estado, e promete muito sabor e alto rendimento.

À TV Anhanguera, o agricultor e cozinheiro Irineu Bottega contou que conheceu o prato no Paraná. “Carne de boi com milho verde, eu nunca tinha visto”, afirmou o cozinheiro. Outros legumes e temperos dão sabor à carne, que o agricultor produz para mais de 800 pessoas em festas da região.

Costela bovina com milho verde — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Confira o passo a passo da receita:

Costela bovina com milho verde — Foto: Reprodução / TV Anhanguera
  • 10 kg de carne de costela
  • 200g de sal
  • 500g de tomate
  • 500g de batata
  • 500g de cebola
  • 1 pimentão verde, 1 vermelho e 1 amarelo em cubos
  • 100g de alho
  • 200g de cenoura
  • 400g de milho em grão ralado
  • 3 espigas de milho em pedaços

Tempere a costela com sal e reserve.

Corte todos os ingredientes em cubo, com exceção das espigas de milho, que deverão ser cortadas em rodelas.

Esquente a panela e adicione um água suficiente para para forrar o fundo.

Acrescente a costela e mexa enquanto cozinha.

Depois de cerca de três horas de cozimento, retire da panela a gordura que saiu da carne.

Acrescente os legumes e refogue. Em seguida, acrescente água para cozinhar.

Mexa e acrescente água aos poucos até os legumes estarem cozidos. É importante colocar água aos poucos para que o caldo engrosse.

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(Foto: Reprodução)

Iniciativa oferece à indústria de cosméticos alternativa para identificar substâncias que possam causar malformações congênitas em bebês. Pesquisadora recebeu 10 mil libras esterlinas (quase R$ 69 mil). Mestranda da UFG ganha prêmio internacional por projeto para substituir testes em animais
Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Goiás (UFG), Lauren Dalat foi premiada no Lush Prize 2024, em Londres. A pesquisadora apresentou um projeto que propõe a substituição de testes em animais na indústria de cosméticos por um modelo de testagem que usa células-tronco extraídas de dentes.
A pesquisa demonstrou que células-tronco dentárias podem ser usadas para identificar substâncias em cosméticos que possam causar malformações congênitas em bebês. Atualmente, a testagem é feita em animais ou em células extraídas de animais. No entanto, segundo a pesquisadora, os experimentos como são feitos atualmente podem não refletir com precisão a reação em humanos.
Para o Lush Prize, Lauren Dalat sugeriu uma plataforma para testar substâncias em cosméticos usando um modelo que combina pele humana 3D e células-tronco dentárias.
“Não acreditei quando fui pré-selecionada e fiquei ainda mais feliz quando recebemos esse reconhecimento. Além disso, é importante para reforçar a necessidade de criação de novas metodologias que não utilizem animais”, disse a pesquisadora ao g1.
A pesquisadora de 25 anos venceu na categoria Jovem Pesquisador e recebeu um prêmio de 10 mil libras esterlinas (quase R$ 69 mil). Segundo ela, o dinheiro será utilizado para dar continuidade à pesquisa, já que o modelo de testagem proposto ainda não está pronto para ser usado na indústria.
Pesquisa desenvolvida na UFG sugere alternativa para testes em animais – Goiás
Arquivo Pessoal/Lauren Dalat
Lauren contou que faz parte de um grupo de pesquisa que se dedica ao estudo de alternativas para testes com animais, sob orientação da professora Marize Campos Valadares, no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Toxicologia In Vitro da Faculdade de Farmácia da UFG (Tox In-FF/UFG). A partir do trabalho da equipe, os participantes desenvolveram diversos estudos na área.
“Sempre gostei muito de animais e atuei em diversas causas, então consegui unir o útil ao agradável. Minha colega sempre diz que consegui juntar o amor pelos animais com a pesquisa, que também é algo que eu sempre gostei”, contou.
Lauren Dalat destacou que a alternativa de testagem com células-tronco dentárias propõe um método mais confiável e ético para testar cosméticos, garantindo a segurança dos consumidores sem recorrer ao uso de animais. “O principal problema dessa metodologia [teste em animais], além de ser eticamente questionável, é o fato de que pode haver variação entre as espécies, ou seja, a resposta do animal pode não ser igual à resposta humana”, explicou.
“É uma técnica cara e trabalhosa, e, além disso, utiliza um grande número de animais por experimento”, completou.
Regras para testagem em animais
Lauren Dalat e a orientadora na Universidade Federal de Goiás
Arquivo pessoal/Lauren Dalat
Lauren explicou que a Resolução nº 58, de 2023, proibiu o uso de animais vertebrados em pesquisa científica e no desenvolvimento de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que já tenham ingredientes comprovadamente seguros e eficazes. Por isso, as indústrias necessitam de abordagens alternativas.
“Acredito que, aqui no laboratório, abordamos duas questões: o aspecto ético, porque não faz sentido submeter um animal a um ensaio com baixa predição, e a obtenção de respostas mais fidedignas usando linhagens celulares e cultivos primários de células humanas, em vez de animais”, ressaltou.
A pesquisadora explicou que os dentes e a pele utilizados no modelo de testagem sugerido podem ser obtidos por meio de doações voluntárias, de doadores saudáveis de 5 a 30 anos. A pele, por exemplo, pode ser doada após remoção cirúrgica do excesso de pele.
Tragédia da Talidomida
A pesquisadora contou que, em meados da década de 1960, houve uma tragédia relacionada ao uso de um medicamento chamado talidomida, que foi amplamente prescrito para combater náuseas em mulheres grávidas em todo o mundo. Posteriormente, descobriu-se que o remédio era responsável por um grande número de malformações congênitas.
Lauren Dalat explicou que ensaios pré-clínicos em animais não mostraram efeitos teratogênicos (capacidade de causar malformações no feto) do remédio.
“No entanto, uma vez metabolizada no corpo humano, ocorria a formação do isômero S, que apresentava essa propriedade teratogênica. Isso resultou nos casos de focomelia em bebês expostos à talidomida, onde ocorria a ausência de membros superiores ou inferiores”, explicou.
Lauren defende que a testagem em tecido de pele humana 3D com derivados de células-tronco dentárias permite avaliar os efeitos de forma mais realista. A pesquisadora destacou ainda que a metodologia padrão atual para detectar o potencial teratogênico envolve, em média, 1 mil animais por experimento.
Já no modelo proposto, é possível cultivar várias garrafas de células-tronco a partir de uma única amostra. “A partir de um dente, é possível extrair células-tronco da papila, do ligamento e da polpa. Como extraímos essas células dos explantes (fragmentos do tecido), é possível cultivar várias garrafas a partir de uma única amostra”, explicou.
Lush Prize
Lauren Dalat ganha prêmio em Londres
Arquivo Pessoal/Lauren Dalat
O Lush Prize oferece um fundo global para apoiar iniciativas que visam acabar ou substituir os testes em animais. O prêmio abrange cinco categorias principais: Ciência, Educação, Conscientização Pública, Lobbying e Jovem Pesquisador/a. Além disso, há três prêmios de reconhecimento especial: Colaboração Científica Importante, Realização Política e o Prêmio Andrew Tyler, por contribuições excepcionais para a erradicação dos testes em animais.
Em 2024, Lauren Dalat foi a única pesquisadora brasileira e vencer em uma categoria. Ao todo, foram 14 projetos vencedores, de 9 países diferentes.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/06/23/mestranda-da-ufg-ganha-premio-internacional-por-projeto-com-celulas-tronco-para-substituir-testes-em-animais.ghtml

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