18 de julho de 2026
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A Câmara de Goiânia aprovou em definitivo, nesta terça-feira (14/7), o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. A proposta do Executivo estima receitas e despesas equilibradas em R$ 11,4 bilhões para o próximo ano. Contudo, o grande destaque da votação foi a articulação política que diminuiu o poder de remanejamento do prefeito de 30% para 23% do orçamento, exigindo aprovação prévia do Legislativo caso queira movimentar valores acima desse limite.

Outra mudança de peso, articulada pelo presidente da Casa, Romário Policarpo (Cidadania), alterou as regras das emendas impositivas — recursos voltados para obras e serviços solicitados diretamente pela população. O percentual foi travado em exatos 2% da receita corrente líquida, removendo o termo “até 2%” da redação original enviada pela prefeitura, o que ameaçava encolher a cota dos vereadores.

“Às vezes, algumas palavras mudam, uma pequena palavra muda totalmente o contexto da matéria. E a gente fez essa emenda retirando essa palavra, esse trecho, porque a gente entendia que esse trecho prejudicava frontalmente as atividades legislativas dos parlamentares no que diz respeito às emendas impositivas. Os vereadores apresentam as demandas em locais onde têm maior ligação, sendo a forma mais próxima de a sociedade participar do orçamento público. Por isso, entendemos que esses 2% eram necessários”, declarou Policarpo.

Além do limite ao Executivo e do ajuste nas emendas, o projeto incluiu a destinação de R$ 1 milhão para a assistência ao idoso, fruto de emenda da vereadora Daniela da Gilka (PRTB), e a implantação do Fundo Municipal do Turismo, proposto pelo relator Léo José (SD) — que também barrou 62 outras propostas de alteração. O texto final traz ainda a estimativa de R$ 310 milhões em empréstimos para a expansão do Parque Macambira Anicuns.

Romário Policarpo: emenda do presidente da Câmara alterou regra de emendas impositivas para assegurar prerrogativas do Legislativo

Toda a matéria segue para o crivo do prefeito Sandro Mabel, que decidirá sobre a sanção ou veto após análises técnicas, de acordo com o líder do governo, Wellington Bessa (Mobiliza).

“A LDO obedece estritamente ao caráter técnico. Então, qualquer decisão sobre sanção ou não vai depender da análise por parte da Secretaria de Finanças. Após a secretaria dar parecer, haverá a sanção ou não”, afirma Bessa.

Educação e Saúde concentram R$ 4,3 bilhões no próximo ano

A área social e a infraestrutura urbana serão o centro das atenções no orçamento de Goiânia para 2027. Das doze áreas planejadas, a Educação lidera a previsão de recursos com R$ 2,3 bilhões, seguida de perto pela Saúde, com R$ 2 bilhões. Juntas, as duas pastas concentram R$ 4,3 bilhões para garantir a melhoria e o funcionamento dos serviços básicos no município.

A mobilidade e a infraestrutura também ganharam espaço prioritário na divisão orçamentária. As ações de Infraestrutura e Saneamento Básico terão R$ 1,1 bilhão para obras de conservação urbana, enquanto o Trânsito e o Transporte Público contarão com R$ 560,7 milhões para investimentos no sistema viário.

Recesso – Com a votação concluída, a Câmara de Goiânia entra em recesso parlamentar nesta quarta-feira (15/7), retomando as sessões no dia 11 de agosto. A parte administrativa do prédio continuará ativa durante o período, com funcionamento das 7h às 13h.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) encerrou os trabalhos do primeiro semestre nesta terça-feira (7/7) com a aprovação definitiva da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. Para acelerar a votação antes do recesso parlamentar, os deputados realizaram três sessões deliberativas no mesmo dia e autorizaram a quebra de interstício (o intervalo obrigatório entre as etapas de votação).

O texto aprovado projeta uma disponibilidade de caixa de R$ 11,73 bilhões para o próximo ano. O planejamento elenca como áreas prioritárias os investimentos em educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, gestão eficiente e proteção social para pessoas em situação de vulnerabilidade. O deputado Clécio Alves (PSDB) foi o único a votar contra a matéria, manifestando preocupação com a previsão de déficit nas contas.

Ao defender a proposta, o governador Daniel Vilela (MDB) destacou que o Estado cumpriu as metas fiscais anteriores e que a saúde financeira goiana vem melhorando progressivamente. Embora os resultados primário e nominal ainda sinalizem déficits, os números ficaram abaixo das projeções iniciais.

O governo prevê manter a liquidez nos próximos anos, mas fez um alerta na LDO sobre riscos macroeconômicos e a margem estreita para a expansão de despesas obrigatórias.

Deputados chancelam novos incentivos fiscais e avalizam empréstimo

Além do orçamento, o plenário carimbou um pacote de medidas econômicas enviadas pelo Executivo. Entre os destaques estão dois projetos que alinham os benefícios fiscais de Goiás aos já praticados em Mato Grosso do Sul. Um deles garante o crédito outorgado de ICMS para indústrias goianas paralisadas por motivos de força maior ou caso fortuito. O outro estende o incentivo fiscal do imposto para fabricantes de máquinas rodoviárias e agrícolas.

Para conferir maior segurança jurídica aos contratos, os parlamentares também aprovaram a exigência de garantias — como hipoteca, seguro-garantia ou fiança bancária — para as empresas beneficiárias de créditos especiais.

A rodada de votações antes das férias parlamentares foi concluída com a autorização de ajustes técnicos para que o governo possa contratar um empréstimo de até US$ 90 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O recurso será integralmente destinado à modernização da administração fazendária do Estado.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Reunida em sessões plenárias nesta terça-feira, 7, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) concedeu o sinal verde final ao projeto que trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027. O destaque temático da rodada foi a concessão de benefícios fiscais pelo Poder Executivo. Além disso, uma política pública para priorizar demandas municipais conquistou visibilidade na pauta de textos de parlamentares.  

Durante o dia, foram realizadas três sessões deliberativas: uma ordinária e duas extraordinárias. A primeira foi encerrada logo após o Pequeno Expediente. Em seguida, após as reuniões das comissões de Tributação, Finanças e Orçamento, Mista, e de Constituição, Justiça e Redação, os deputados retornaram ao Plenário Iris Rezende para participar de dois encontros extraordinários. No primeiro, os projetos de lei da pauta foram aprovados em fase inicial. Posteriormente, com a autorização dos legisladores para a quebra do intervalo entre as etapas de votação, todas as matérias receberam o selo de autorização da Casa.  

Mapa orçamentário

Assinado pelo Executivo goiano, o processo da LDO de 2027 (nº 7668/26) guia os rumos para elaborar e executar as contas da Governadoria para o exercício financeiro do próximo ano. Estima-se a disponibilidade de caixa de R$ 11,73 bilhões, e define-se educação, saúde, segurança, proteção social a pessoas em vulnerabilidade, infraestrutura e gestão pública eficiente como áreas prioritárias.

Em geral, o documento estabelece, por exemplo, as prioridades e as metas da administração pública estadual; a organização dos orçamentos; as despesas com pessoal e as emendas parlamentares.

Destaques

A matéria aponta que os investimentos públicos realizados em 2025 aumentaram 90% em relação ao ano anterior. De acordo com a Secretaria de Estado da Economia, este foi o maior volume da série histórica goiana, atribuído à ampliação de obras e projetos estratégicos, além do fortalecimento dos serviços públicos. 

Complementarmente, o governador Daniel Vilela (MDB) ressaltou que Goiás cumpriu as metas fiscais estabelecidas para 2025. Embora os resultados primário e nominal tenham permanecido negativos, os déficits ficaram abaixo do previsto inicialmente. O emedebista pontuou, ainda, que a situação financeira do Estado tem melhorado nos últimos anos.

Para os próximos anos, a expectativa é de manutenção da liquidez financeira, com recursos suficientes para cobrir os compromissos financeiros previstos, incluindo restos a pagar. O saldo positivo do patrimônio líquido estadual, ao contrário do cenário observado em exercícios anteriores, é mais um entre os dados pautados pela Economia.

Apesar do cenário favorável, a Governadoria prevê desafios para os próximos anos. A projeção para 2027 indica uma margem de expansão das despesas obrigatórias continuadas, além de alertar para a existência de riscos fiscais e macroeconômicos que podem impactar as contas públicas.

Foram 22 emendas apresentadas pelos deputados estaduais, com o aproveitamento de apenas três assinadas pelo relator do projeto de lei, Anderson Teodoro (PRD). Ele explicou que uma das acolhidas determina que se priorizem ações na área da primeira infância e que as outras duas tratam de particularidades legais relacionadas a despesas com pessoal.

Com registro em painel, o deputado Clécio Alves (PSDB) foi o único a votar “não” em ambas as análises. No momento de discussão, ele declarou estar preocupado com a previsão de déficit orçamentário.

O que é a LDO?

Anualmente, o Estado organiza os seus gastos para, por exemplo, viabilizar financeiramente políticas públicas destinadas aos cidadãos e custear o próprio funcionamento. Essa estrutura está diretamente ligada ao planejamento e elaboração do orçamento público.  

A Alego exerce papel central na análise da LDO, no primeiro semestre, e da Lei Orçamentária Anual (LOA), no segundo. O projeto é enviado ao Parlamento, o responsável por aprová-lo ou não.

Imagine que a gestão orçamentária do Estado é como a reforma de uma casa. A LDO definiria quais cômodos serão reformados e as regras para realizar cada obra; já a LOA seria o valor em si a ser destinado para as reformas estabelecidas pela LDO.     

Benefícios fiscais

Dois textos do Governo Estadual tratam da adesão complementar do Estado de Goiás aos benefícios fiscais previstos na legislação de Mato Grosso do Sul.

O projeto de lei nº 13809/26 requer nova hipótese excepcional e temporária para manter o crédito outorgado do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Mais especificamente, quando empresas beneficiárias ficarem impossibilitadas de realizarem suas atividades industriais em território goiano em razão de caso fortuito ou força maior.

Por sua vez, a matéria nº 13810/26 solicita concessão de incentivo fiscal a fabricantes de máquinas rodoviárias e agrícolas, também relativo ao ICMS, como extensão do benefício que já é dado a empreendimentos industriais de veículos automotores em Goiás.

Em tema análogo, o texto nº 13811/26 busca prever expressamente três modalidades de garantia que poderão ser apresentadas pelos beneficiários de crédito especial. Para conferir maior segurança jurídica, previsibilidade e eficiência ao regime aplicável aos benefícios fiscais, a ideia é incluir hipoteca, carta de fiança bancária e seguro-garantia.

Outras medidas

O conjunto de sugestões da Governadoria aprovadas definitivamente hoje se encerra com mais quatro matérias. A nº 13813/26 promove ajustes técnicos na norma goiana que autoriza o Executivo Estadual a contratar financiamento de até US$ 90.366.254,00 com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A operação de crédito é destinada a modernizar a administração fazendária estadual.

O texto nº 13812/26 pleiteia atualizar normas estaduais de transparência e gestão de obras públicas. Enquanto isso, a nº 13806/26 unifica categorias de profissionais farmacêuticos no âmbito do plano de carreira da Secretaria de Estado da Saúde. Por fim, constou a formalização da criação de colégio estadual no município de Campestre de Goiás (nº 13801/26).

Do Parlamento goiano

Das propostas vindas da própria Alego, duas ganham relevo e estão aptas à sanção.

O deputado Givago Valadares (UB) pleiteia instituir a Política Estadual de Integração das Prioridades Municipais ao Planejamento Governamental (nº 13071/26). O objetivo é fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios e promover maior alinhamento entre as demandas locais e os instrumentos de planejamento governamental.

O reconhecimento do Galo Índio Gigante como patrimônio cultural imaterial goiano, assinado por Veter Martins (PSB), também conseguiu o carimbo de autorização (nº 11601/26).

Conforme determina o Regimento Interno da Casa, a partir de hoje, os deputados e deputadas entraram em período de recesso parlamentar. As sessões plenárias e reuniões de comissões temáticas retomarão no dia 14 de agosto.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou, ao longo da semana, quatro sessões deliberativas, sendo três ordinárias e uma extraordinária, além de reuniões de comissões temáticas, audiência pública e sessões solenes que mobilizaram parlamentares, representantes de instituições e segmentos da sociedade civil. Em Plenário, houve apreciação de matérias da administração pública e sobre segurança, educação, saúde, meio ambiente, cultura e desenvolvimento regional.  

Sessões ordinárias e atividades legislativas 

Em Plenário, os deputados aprovaram em definitivo a Política Estadual de Apoio às Trilhas e Rotas Ecológicas (processo nº 3202/25), a Política Estadual de Fomento à Arte e Cultura para a Memória (processo nº 5240/24), o reconhecimento do Pico dos Pireneus como patrimônio natural, geográfico, paisagístico e cultural de Goiás (processo nº 14496/25), a Política Estadual de Estímulo à Prática Esportiva nas Escolas (processo nº 8214/24) e alteração nas atribuições da Escola do Legislativo (processo nº 9557/26).

Também foi aprovada a reestruturação do efetivo do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, processo nº 10692/26, com remanejamento de vagas para o posto de coronel e novas regras para apuração de vagas abertas no ano de promoção.  

Em primeira fase, avançaram matérias como a alteração do regulamento administrativo da Casa, a criação da Comissão de Integração e Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal, a adequação da legislação estadual sobre agrotóxicos ao marco regulatório dos bioinsumos e a exigência de ensino superior para carreiras da Polícia Técnico-Científica.

Também nesse rol, houve o aceite inicial a projetos voltados à revitalização de bacias hidrográficas, ao empreendedorismo de mães atípicas, à denominação de unidades escolares estaduais e à denominação de trecho da GO-488. E foi iniciada a tramitação da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027, encaminhada pelo Poder Executivo. Foi definido como relator do texto o deputado Anderson Teodoro (PRD).  

A semana registrou, ainda, deliberações relacionadas ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, à sustação de ação penal eleitoral envolvendo parlamentar e à aprovação de requerimentos administrativos e legislativos. As sessões deliberativas ocorreram na terça-feira, 9, na quarta-feira, 10, e na quinta-feira, 11. 

Reuniões de comissões 

As comissões permanentes mantiveram intensa atividade. Na Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, foram aprovados projetos como o nº 7614/25, que declara a aviação agrícola como atividade de relevante interesse social, público e econômico; o nº 19541/25, que trata do Programa Estadual de Aproveitamento de Subprodutos do Agronegócio para Fins Gastronômicos; e a Política Estadual de Valorização e Fortalecimento da Mulher do Campo e da Agricultura Familiar, processo nº 27213/25 

Comissão de Segurança Pública aprovou pareceres favoráveis a propostas como a nº 8819/24, que cria o Cadastro Estadual de Pedófilos; a Política Estadual de Prevenção de Acidentes e Segurança dos Profissionais Motociclistas, processo nº 4237/25; a Política da Denúncia Segura; ações de combate à violência contra mulheres e meninas; e a Semana Estadual de Conscientização sobre Segurança no Transporte Público, oriunda do processo nº 3453/25 

Na Comissão de Saúde, foram aprovadas 13 matérias, entre elas a Política Estadual de Educação para o Planejamento Familiar e Gravidez Saudável; campanhas de conscientização sobre doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e epidermólise bolhosa; a Política Estadual de Saúde Integral da População Negra; medidas preventivas contra a dengue nas escolas; além de iniciativas voltadas à fibromialgia, à síndrome de Koolen-de Vries e à transparência nos serviços de saúde. 

Já as comissões Mista, de Constituição, Justiça e Redação e de Tributação, Finanças e Orçamento apreciaram projetos do Executivo e da Mesa Diretora, definiram o cronograma de tramitação da LDO 2027 e avançaram na análise de matérias relacionadas à administração pública, educação, segurança e à gestão patrimonial do Estado. 

Audiência pública 

A Alego promoveu audiência pública para discutir os impactos do possível fim da escala de trabalho 6×1 e a situação do trabalhador sênior. O debate reuniu especialistas, representantes do setor produtivo, gestores públicos e lideranças políticas, abordando os reflexos da proposta para trabalhadores, empresas e para o mercado de trabalho voltado à população idosa.

Homenagens 

O Parlamento goiano realizou uma série de homenagens durante a semana. Entre elas, a sessão solene dedicada a profissionais administrativos da educação; a homenagem à Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg); a celebração dos 70 anos da Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG); a sessão em reconhecimento a integrantes de grupos de jovens da Igreja Católica; a homenagem a acadêmicos e bacharéis em direito; a solenidade voltada aos participantes do Encontro de Casais Cristãos (ECC); às forças de segurança; a homenagem a agricultores e agricultoras assentados e acampados da reforma agrária; aos presidentes de cooperativas de crédito de Goiás; e em homenagem à equipe do Sesi Planalto.

As iniciativas destacaram contribuições relevantes nas áreas da educação, saúde, cidadania, defesa nacional, formação jurídica, evangelização e fortalecimento da família.  

Atuação institucional 

A semana também foi marcada por ações de aproximação entre o Parlamento e a sociedade. Estudantes do Instituto Federal de Goiás (IFG) participaram de visita guiada às dependências da Alego, por meio das atividades da Escola do Legislativo, conhecendo o funcionamento do processo legislativo e das estruturas administrativas da Casa. 

Houve reunião do Compliance, divulgação de campanha de doação de sangue na Alego com parceria do Hemocentro e da Marinha do Brasilcampanha de vacinação, abertura da oficina de Word básico, além de programação cultural que reuniu feira, música e dança. 

Conselho de Ética e Programa Deputados Aqui 

Também integrou a agenda da semana a reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, que deliberou sobre duas representações envolvendo os deputados Amauri Ribeiro (PL) e Bia de Lima (PT). O colegiado aprovou o arquivamento da representação contra Bia de Lima e decidiu pela suspensão de prerrogativas parlamentares de Amauri Ribeiro por 30 dias, decisão posteriormente acolhida em Plenário nos processos nº 12515/25 e nº 13133/25.  

No âmbito das ações institucionais, a Alego realiza a programação da 52ª edição do Programa Deputados Aqui, por meio da Diretoria de Participação Popular. As atividades desta semana contemplam Cristianópolis, Santa Cruz de Goiás, Terezópolis de Goiás, Santa Rosa de Goiás e Goiânia, com oferta de serviços gratuitos, audiências públicas e sessões solenes voltadas ao reconhecimento de lideranças e à escuta das demandas da população. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A primeira sessão ordinária semana, realizada na tarde desta terça-feira, 12, foi marcada por discussões sobre diferentes assuntos. Uma delas passa por mudanças que poderão ser implementadas no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027, que buscará o aval da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego). Além disso, o encontro também teve uma sequência de pronunciamentos sobre temas ambientais, administrativos e sociais na tribuna.

Durante os trabalhos, o presidente da Casa, Bruno Peixoto (UB), comentou a respeito de pontos da peça orçamentária que podem sofrer ajustes ao longo da tramitação. A proposta da Governadoria deverá ser lida em Plenário nos próximos dias. O Poder Legislativo tem prazo regimental para votação da proposta até 30 de junho.

Segundo Bruno Peixoto, a mudança em debate prevê que poderes e órgãos autônomos possam ter maior liberdade para remanejar recursos dentro de seus próprios orçamentos, desde que haja diálogo prévio com o Poder Executivo.

Peixoto explicou que a LDO é o instrumento que orienta a elaboração do orçamento anual e que alguns trechos precisam ser aprimorados para garantir maior autonomia administrativa aos Poderes. Ele ressaltou que as mudanças estão sendo discutidas com a Procuradoria da Casa e que qualquer alteração ocorrerá em comum acordo com o Executivo, especialmente no que se refere à movimentação de recursos entre fontes orçamentárias .

Mineração na Chapada

O primeiro discurso na tribuna foi do deputado Antônio Gomide (PT), que manifestou preocupação com a possibilidade de liberação de atividades de mineração na Chapada dos Veadeiros. O parlamentar afirmou que apresentou requerimento para realização de audiência pública sobre o tema, destacando a relevância ambiental da região.

Gomide defendeu que a Chapada dos Veadeiros, reconhecida pela biodiversidade, pelas nascentes e pela presença de comunidades tradicionais, precisa ser preservada. “O Cerrado já sofre pressão de todos os lados, todos os dias. A Chapada não pode pagar esse preço. Não podemos tratar uma área tão sensível apenas pela lógica econômica”, pontuou antes de declarar preocupação com qualquer flexibilização que permita atividades de alto impacto na região.

Gestão municipal

Na sequência, o deputado Clécio Alves (PSDB) voltou a questionar o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), em razão da viagem do gestor aos Estados Unidos. O parlamentar afirmou que, enquanto o prefeito estaria em Nova York, haveria problemas na rede municipal, como falta de vagas em creches.

Alves também questionou contratos da administração municipal, mencionando valores gastos com quebra-molas e serviços de pintura em logradouros públicos. 

Depois, o deputado citou dificuldades em unidades de saúde e declarou que a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) move ação contra ele por suposta injúria, calúnia e difamação. Ao final, cobrou atuação fiscalizatória do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-GO).

Greve na Educação

A deputada Bia de Lima (PT) repercutiu o início da greve dos profissionais da Educação de Goiânia. Ela defendeu a mobilização e afirmou que a paralisação é resultado de demandas acumuladas. “Aguardamos um ano e cinco meses para negociar e evitar que fosse necessário paralisar as atividades. O esforço foi em vão”, lamentou.
 
Bia de Lima afirmou, ainda, que o objetivo do movimento é garantir condições dignas de trabalho e informou que participou de reunião com o prefeito em exercício, Anselmo Pereira (MDB), e com a secretária municipal de Governo, Sabrina Garcez, para tratar do tema. Ela declarou que o esforço seguirá pelo diálogo e por uma solução efetiva para a categoria.

Emolumentos cartoriais

O deputado Eliel Junior (SD) abordou os custos dos serviços notariais e de registro em Goiás. Ele informou ter apresentado requerimento ao Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) e à Secretaria de Estado da Economia solicitando estudos sobre a composição e os critérios de fixação das taxas.

“Hoje, o cidadão, para fazer uma escritura, uma procuração, um casamento, aqui em Goiás, tem muita dificuldade e, com isso, muitas coisas ficam na informalidade”, argumentou.

De acordo com o parlamentar, Goiás teria uma das cobranças mais elevadas do país, o que dificultaria o acesso da população a serviços como escrituras, procurações e casamentos civis. Ele comparou valores praticados no Estado com os do Distrito Federal e pediu maior articulação entre a Alego, o Judiciário e o Governo para discutir possíveis reduções, defendendo que o foco deve ser beneficiar a população.

Balanço de mandato

O deputado Amauri Ribeiro (PL) utilizou a tribuna para apresentar um balanço de sua atuação parlamentar ao longo de sete anos. Ele destacou que votou contra a criação do Fundeinfra, conhecido como “taxa do agro”, e reafirmou posicionamento em defesa dos produtores rurais. “Para vocês entenderem a importância de deputados que realmente os representem”, acrescentou. 

Na esteira, Ribeiro mencionou projetos voltados a taxistas e à saúde, além da destinação de mais de R$ 8 milhões para cirurgias de catarata e pterígio. O legislador citou ainda emenda de R$ 150 mil destinada à compra de materiais de autodefesa para treinamento de mulheres vítimas de violência doméstica, ressaltando o alcance social das ações.

Linguagem simples

Para arrematar as discussões na tribuna, o deputado Virmondes Cruvinel (UB) falou sobre o lançamento do Manual de Redação do Estado de Goiás, publicado pela Secretaria da Casa Civil, com o objetivo de padronizar e qualificar a comunicação oficial. Ele também celebrou a aprovação do Programa de Linguagem Simples, que busca facilitar o acesso do cidadão às informações públicas.

Cruvinel destacou, além do mais, o início dos trabalhos do governador Daniel Vilela e ressaltou iniciativas ligadas à inovação.  “Vemos o governador trazendo mais investimentos em parques tecnológicos, parcerias com universidades e, a esta Casa, a estruturação de programas importantes que serão ações de Governo ligados à inovação, com fomento ao desenvolvimento tecnológico na administração pública”, parabenizou.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia aprovou, em Sessão Extraordinária realizada por autoconvocação nesta segunda-feira (15/12), duas propostas encaminhadas pelo Poder Executivo que tratam do planejamento orçamentário de 2026 e da destinação de área pública para a construção de uma escola estadual. A sessão ocorreu sem custos adicionais ao erário municipal.

O primeiro item analisado foi o Projeto de Lei nº 181/2025, que promove ajustes na Lei nº 3.838/2025, responsável por estabelecer as Diretrizes Orçamentárias (LDO) do exercício de 2026. A proposta revisa diversos anexos da legislação, com atualização de metas, prioridades e demonstrativos fiscais que orientam a elaboração do orçamento do próximo ano.

Entre os pontos alterados estão os demonstrativos de metas fiscais, a avaliação do cumprimento das metas do exercício anterior, as projeções de receitas e despesas, a análise de riscos fiscais, além das informações relacionadas a restos a pagar e despesas obrigatórias. As modificações buscam adequar os parâmetros fiscais às condições atuais do município e às demandas mais recentes da administração pública.

O projeto também acrescenta dispositivo que autoriza a transferência de recursos a entidades privadas sem fins lucrativos, desde que a previsão conste na LDO ou na Lei Orçamentária Anual (LOA) e sejam observadas as exigências previstas no artigo 116 da Lei Federal nº 8.666/1993, ou da legislação que vier a substituí-la. De acordo com o Executivo, a medida tem como objetivo modernizar os mecanismos de repasse e ampliar a segurança jurídica nas parcerias com o terceiro setor.

Ainda segundo a justificativa apresentada, as alterações visam compatibilizar a LDO de 2026 com o Plano Plurianual (PPA) 2026–2029, incorporando ajustes solicitados pelas secretarias municipais e adequações necessárias diante do cenário fiscal atual, de modo a preservar o equilíbrio das contas públicas.

Área de 4,6 mil m² será doada para o Estado

Na mesma sessão, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei nº 210/2025, que autoriza a doação de uma área pública ao Estado de Goiás para a implantação do Centro de Ensino em Período Integral Nova Cidade. A proposta prevê a desafetação do lote APM-01, localizado no Jardim Florença, com área total de 4.612,29 metros quadrados, atualmente classificado como bem de uso comum.

O texto estabelece que o imóvel passará a integrar o patrimônio dominial do município e será destinado exclusivamente à construção da unidade educacional. A lei também veda qualquer outra destinação ao terreno ou sua transferência a terceiros, prevendo a reversão automática ao patrimônio municipal caso o Estado não execute a finalidade prevista. As despesas com escritura e registro do imóvel ficarão sob responsabilidade do ente donatário.

Do ponto de vista administrativo, as medidas aprovadas reforçam a articulação entre planejamento fiscal e execução de políticas públicas, ao mesmo tempo em que ampliam a cooperação institucional entre município e Estado na área educacional. A atualização da LDO e a viabilização de novos equipamentos públicos são instrumentos centrais para assegurar previsibilidade orçamentária e responder às demandas de crescimento urbano e social de Aparecida de Goiânia.

Com a aprovação legislativa, os projetos seguem agora para sanção do Poder Executivo.

Autor Rogério Luiz Abreu


Objetivo é de superavit primário, mas parecer do deputado Gervásio Maia assegura que o governo Lula mire o deficit zero, que está no piso da meta

A CMO (Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização) aprovou nesta 4ª feira (3.dez.2025) o texto principal do projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2026. O texto segue para votação em sessão conjunta do Congresso na 5ª feira (4.dez).

O relator da proposta, deputado federal Gervásio Maia (PSB-PB), abriu espaço para que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpra a meta fiscal pelo piso. O centro da meta é de superavit de 0,25% do PIB (Produto Interno Bruto) –equivalente a R$ 34,3 bilhões em valores nominais.

A margem de tolerância de 0,25 ponto percentual permite que receitas e despesas fiquem no mesmo patamar, o que flexibiliza a missão do Planalto. A medida foi apresentada em uma complementação de voto. Eis a íntegra (PDF – 162 kB).

O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias serve para guiar metas e prioridades do governo quanto à execução das despesas do ano seguinte. É o passo inicial para a definição de como será usada a verba pública.

CALENDÁRIO PARA EMENDAS

Maia também incluiu em seu parecer um calendário de pagamento de emendas para congressistas em 2026, ano eleitoral. O governo federal terá de pagar 65% das emendas individuais e de bancada até 30 de junho, quando se encerra o 1º semestre.

A medida envolve as transferências especiais e as transferências regulares e automáticas da União aos fundos de saúde e de assistência social de Estados e municípios. Já havia uma expectativa de que Maia apresentasse em seu relatório essa obrigatoriedade para o governo em 2026, ano eleitoral. “Isso vai garantir um planejamento muito importante para os gestores”, disse ao ler a complementação de voto na CMO.

A instituição de um calendário era motivo de impasse entre o governo Lula e o Congresso. O relator, entretanto, chegou a um entendimento com o Planalto.

VOTAÇÃO EM PLENÁRIO

O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), confirmou a convocação de sessão conjunta para esta 5ª feira (4.dez), às 11h. O único item da pauta é o projeto da LDO de 2026.



Autor Poder360 ·


O líder do prefeito na Câmara de Goiânia, vereador Wellington Bessa (DC), afirmou que o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026 já está em condições de ser apreciado pelos parlamentares. A declaração ocorre após o prefeito Sandro Mabel (União Brasil) devolver o texto à Casa nesta terça-feira (21/10).

Bessa confirmou que a matéria retornou com ajustes, incluindo a redução do percentual para remanejamento de recursos pelo Executivo sem autorização legislativa. O índice, que era de 50% no projeto original, foi reduzido para 30% após as alterações feitas pela Secretaria Municipal da Fazenda.

Em contrapartida, o novo texto traz outra mudança significativa: eleva de 20% para 50% o percentual mínimo destinado à saúde através das emendas impositivas dos vereadores. Como se trata de um substitutivo que altera a versão original, o projeto precisará passar novamente pela Comissão Mista antes de seguir para votação em plenário.

Vereador Wellington Bessa, líder do prefeito: redução do percentual de remanejamento para 30% “traz desafio”

“Retornou para a Sefaz, à luz das alterações feitas na Comissão Mista, a Sefaz fez alguns ajustes, especialmente em relação ao percentual do remanejamento, que passou para 30%. Outros pontos foram ajustados, o projeto já está na Câmara novamente e agora vamos aguardar a Comissão Mista designar nova reunião para a gente poder aprovar e dar seguimento à LDO”, explicou Bessa.

“Para fazer as adequações no projeto, foi feito um esforço pela Sefaz, pelo secretário Valdivino de Oliveira, para poder ajustar esses pontos que eram importantes para a prefeitura”, complementou.

“Foram ajustados a pedido dos vereadores, fazendo um esforço de gestão para agilizar o processo e em breve aprovar o projeto”, afirmou o líder.

Redução no remanejamento ‘traz dificuldade’ ao prefeito

Questionado sobre como o percentual de 30% para remanejamento impactará nas contas do município no próximo ano, o líder do prefeito reconheceu que a medida traz desafios.

“Obviamente traz dificuldade na execução, mas o secretário da Fazenda entende como possível seguir dessa forma e foi feito o ajuste”, reconheceu.

Sobre a articulação política para aprovação da matéria, Bessa foi direto: “Sim, iremos dialogar com todos os membros, especialmente com o presidente da Comissão, vereador Cabo Senna, para darmos andamento ao projeto”, declarou.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) concedeu, nesta quarta-feira, 25, o primeiro aval ao projeto que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e a execução da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) referente ao exercício de 2026. Além disso, aprovou, em fase inicial, a matéria que promove alteração na lei que autoriza a adesão de Goiás ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). Ambas as proposições são da Governadoria e foram aprovadas por unanimidade.

Durante a tarde, foram realizadas duas sessões plenárias: uma ordinária e uma extra. A primeira foi encerrada antes da votação da Ordem do Dia para que fosse realizada reunião da Comissão Mista e teve como destaque os discursos parlamentares. Após o encontro do colegiado, os deputados voltaram ao Plenário Iris Rezende para votar os dois textos do Poder Executivo .

Roteiro orçamentário

Assinada pelo governador Ronaldo Caiado (Ub), em linhas gerais, a LDO é um guia para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano seguinte, proposição que é apreciada pelo Parlamento goiano ao final do segundo semestre. A matéria de nº 9963/25 traz as prioridades e as metas da administração pública estadual; a estrutura, organização e as diretrizes para a elaboração e execução do orçamento, além das disposições sobre as transferências e as despesas com pessoal e encargos sociais correspondentes ao próximo exercício financeiro.

Na proposição, há também preceitos sobre a dívida pública estadual; a política de aplicação dos recursos da agência financeira oficial de fomento; as possíveis alterações na norma; as emendas parlamentares à LOA e o regime de execução das programações incluídas por emendas parlamentares individuais impositivas.

De acordo com o anexo de metas fiscais do projeto enviado pelo Executivo, a previsão de receita total é de R$ 47,8 bilhões. Os dados acrescentam que a maior parte do valor esperado é de natureza corrente e soma R$ 41,3 bilhões. Dentro dessa categoria, a arrecadação com tributos representa R$ 27,1 bilhões. O Estado estima, ainda, resultado primário positivo de R$ 401 milhões em 2026 — o que significa que a arrecadação será suficiente para cobrir as despesas, excluindo-se os encargos da dívida pública.

A despesa total projetada para 2026 gira em torno de R$ 47  bilhões. Os investimentos programados somam R$ 3,3 bilhões e têm como prioridades o fortalecimento da educação e da saúde públicas, a segurança, a proteção social, as obras de infraestrutura e mobilidade urbana, além do desenvolvimento econômico e da modernização da gestão pública. Um montante de R$ 21,3 bilhões foi reservado para gastos com pessoal e encargos sociais, enquanto a reserva de contingência — usada para cobrir riscos fiscais — foi fixada em R$ 420 milhões.

Outro dado relevante diz respeito à dívida consolidada líquida do Estado, estimada em R$ 24,9 bilhões, valor dentro do limite estabelecido pela legislação federal. A proposta também menciona a operação de crédito com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de até R$ 536 milhões, dentro do Programa de Modernização da Gestão Fiscal (Profisco III).

As projeções econômicas utilizadas para elaboração da peça orçamentária consideram um crescimento do produto interno bruto (PIB) entre 1,5% e 2,5%, a inflação acima da meta de 3%, a taxa Selic mantida em 15%, em 2025, e previsão de queda para 2026.

Além da modificação inserida pelo relator Lincoln Tejota (UB), das 12 emendas apresentadas ao texto na Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, apenas duas foram acatadas, ambas propostas pelo deputado Coronel Adailton (Solidariedade).

As emendas garantem que a soma dos itens classificados nos grupos de natureza despesa (GND 1, 3, 4 e 5) não pode exceder os valores nominais consignados nos respectivos orçamentos iniciais do exercício de 2025, corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) projetado para o ano em questão. A regra vale para os Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e órgãos como os tribunais de contas, Defensoria Pública e Ministério Público. 

A análise do texto na Casa começou em 6 de maio e contou com amplas discussões, inclusive em audiência pública com a presença do secretário da Economia de Goiás, Francisco Sérvulo Freire Nogueira. Na ocasião, o chefe da pasta afirmou que Goiás segue uma trajetória sólida de equilíbrio financeiro, que permitirá, a partir de 2027, alcançar uma condição de sustentabilidade fiscal de longo prazo.

Pagamento de dívidas

Aprovada pela Alego em maio, a Lei Estadual nº 23.428/2025 oficializa a adesão de Goiás ao Propag e representa a reformulação da estratégia fiscal do Estado. Idealizado pelo Governo Federal, o Propag estabelece regras diferenciadas para o pagamento das dívidas com a União, inclusive com a atualização dos encargos com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e a eliminação dos juros reais. 

Após análise da legislação sancionada, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) indicou a necessidade de complementação da norma. Por isso, a Governadoria encaminhou à Casa de Leis o projeto nº 16057/25, que solicita adequar a referida lei para garantir o atendimento pleno aos requisitos à assinatura dos contratos e dos termos aditivos de refinanciamento com a União.  

No texto, a Secretaria de Estado da Economia ressalta que a STN foi ouvida durante a elaboração da proposta de adesão ao Propag e, na época, considerou os dispositivos suficientes. Entretanto, devido ao pioneirismo de Goiás no programa, o Ministério da Fazenda identificou a demanda por ajustes apenas no decorrer do processo da aderência goiana à iniciativa.

Segundo o governador Ronaldo Caiado (UB), as modificações pretendidas incluem a autorização expressa para celebrar contratos e termos aditivos no Propag; a manutenção das garantias originalmente pactuadas e a instituição do valor base nominal do limite ao crescimento das despesas primárias, com a indicação do exercício financeiro de início da limitação. São, segundo a o Tesouro Nacional, alterações indispensáveis ao cumprimento das exigências legais e operacionais previstas.

A Economia assegura que a proposta não modifica o mérito da autorização legislativa já concedida, apenas a aperfeiçoa. “lsso permitirá que ele acesse condições significativamente mais vantajosas de refinanciamento da dívida com a União, como a redução de encargos financeiros, a ampliação de prazos e a vinculação a investimentos sociais estratégicos”, destaca Caiado.

As duas proposituras do Executivo em pauta nesta esta quarta dependem, agora, de apenas mais um sinal verde do Plenário para seguirem para possível sanção.

Discursos

Durante o Pequeno Expediente da sessão ordinária, três parlamentares aproveitaram para se dirigir à sociedade goiana sobre assuntos variados. Primeiro a ocupar a tribuna, Clécio Alves (Republicanos) informou que a Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões no Estado de Goiás irá realizar uma nova diligência no lixão da empresa Ouro Verde, em Padre Bernardo. No último dia 18, uma montanha de resíduos do aterro deslizou e caiu diretamente no Córrego Santa Bárbara.

Os aposentados ganharam destaque no discurso de Bia de Lima (PT). A deputada repercutiu o anúncio feito pelo Governo Federal de que a devolução de valores desviados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começará em 24 de julho e voltou a cobrar a suspensão do desconto de 14,25% que Goiás realiza sobre aposentadorias.

Por sua vez, Mauro Rubem (PT) usou a oportunidade para defender o projeto de lei que apresentou momentos antes, o qual altera os critérios e condições da promoção de oficiais da ativa da Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO). O legislador explicou que se trata de uma medida para proteger a corporação das ações do governo Ronaldo Caiado (UB), que, segundo ele, “são nefastas e alteram o funcionamento e a estrutura” da instituição.  

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Câmara Municipal de Anápolis aprovou, em sessão ordinária desta terça-feira (17/6), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026. O texto votado em segundo turno prevê receita de R$?2,412?bilhões para o próximo ano, um acréscimo de 4,5% em relação ao orçamento vigente.

A matéria inclui emendas impositivas ao orçamento, destinando R$?9,431?milhões aos 23 vereadores – o equivalente a R$?410,056?mil por parlamentar.

Segundo o relator da LDO na Comissão de Finanças, Orçamento e Economia, Jakson Charles (PSB), foram apresentadas 151 emendas impositivas pelos vereadores.

“De acordo com a Lei Orgânica do Município, no mínimo 50% do valor total da emenda impositiva deve ir para a área da saúde”, afirmou.

Líder do prefeito na Câmara, o vereador Jean Carlos (PL) destaca a relevância da LDO: “Uma das mais importantes leis que tramitam no Legislativo e que orienta a preparação da Lei Orçamentária Anual (LOA)”.

Vereador Jean Carlos, líder do prefeito, destaca importância da aprovação da LDO para o município

Jean Carlos lembra ainda que o corpo da lei traz anexos, programas e metas do Executivo. Entre as dotações, citou R$?445?milhões para urbanização, saneamento básico e limpeza urbana, e R$?299?milhões para o sistema previdenciário.

Além das emendas, a pauta da penúltima sessão do semestre incluiu mais de dez projetos em diferentes fases de votação, fruto de reunião prévia da Comissão Mista. A Câmara realiza nesta quarta-feira (18) a última sessão antes do recesso parlamentar.

Com a LDO definida, a próxima etapa é a elaboração da LOA, cujo texto deve ser votado no segundo semestre.

Veja a seguir qual a destinação dada por cada um dos vereadores aos recursos das suas emendas impositivas, que também de acordo com a Lei Orgânica do Município de Anápolis, precisam ser executadas dentro do ano orçamentário:

  • Alex Martins (PP)
  • R$ 50.000 para a Casa da Esperança
  • R$ 50.000,00 para a Comunidade Católica Nova Aliança
  • R$ 55.000,00 para o CPMG Gabriel Issa
  • R$ 100.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 105.056,96 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 50.000,00 para o CMEI Paulo Freire
  • Ananias Júnior (Agir)
  • R$ 110.056,96 para a Associação Desportiva TF10 Fundamentais
  • R$ 100.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 100.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 50.000,00 para o Centro Materno Infantil
  • R$ 50.000,00 para a Associação Casa Joana
  • Andreia Rezende (Avante)
  • R$ 50.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 110.056,96 para melhorias no Jardim Botânico de Anápolis
  • R$ 100.000,00 para o programa Hiperdia
  • R$ 50.000,00 para a Associação Casa de Apoio Givas Saúde
  • R$ 50.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 50.000,00 para ações no Cais Mulher
  • Carlim da Feira (PSD)
  • R$ 55.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 50.000,00 para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)
  • R$ 205.000,00 para melhorias no Feirão Coberto do Bairro Jundiaí
  • R$ 100.056,96 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • Cleide Hilário (Republicanos)
  • R$ 160.000,00 para ampliação da Escola Municipal Antônio Constante
  • R$ 250.056,96 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • Domingos Paula (PDT)
  • R$ 35.000,00 para o Lar do Ancião O Caminho
  • R$ 50.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 210.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 30.000,00 para o projeto Semear
  • R$ 30.000,00 para o Núcleo de Apoio e Assistência aos Portadores de Câncer de Anápolis
  • R$ 40.000,00 para o INMCEB (Instituto de Medicina do Comportamento Eurípedes Barsanulfo)
  • R$ 15.056,96 para a Casa de Acolhimento Nossa Senhora de Guadalupe
  • Elias do Nana (PSD)
  • R$ 25.056,96 para o Banco de Leite Humano
  • R$ 50.000,00 para o CMEI Carlos Drummond de Andrade
  • R$ 50.000,00 para o CMEI Cristiane Alves de Almeida Peixoto
  • R$ 25.000,00 para a Liga Anapolina de Desportos
  • R$ 100.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 60.000,00 para a Associação Desportiva Napoli Goiano
  • R$ 50.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 30.000,00 para a Casa de Apoio e Assistência Social Santa Luzia
  • R$ 20.000,00 para a Associação Desportiva TF10 Fundamentos
  • Capitã Elizete (PRD)
  • R$ 50.000,00 para a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais)
  • R$ 55.000,00 para o INMCEB (Instituto de Medicina do Comportamento Eurípedes Barsanulfo)
  • R$ 50.056,96 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 50.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 30.000,00 para o 28º Batalhão da Polícia Militar
  • R$ 25.000,00 para o Abrigo dos Velhos Professor Nicephoro Pereira da Silva
  • R$ 30.000,00 para a Casa de Recuperação Logos Projeto CRER
  • R$ 30.000,00 para o Centro Materno Infantil Sônia Santillo
  • R$ 30.000,00 para a Associação Missionária Evangélica Vida – Missão Vida
  • R$ 30.000,00 para o Instituto Family
  • R$ 30.000,00 para a Associação Social Cultural Educacional Betesda
  • Cabo Fred Caixeta (PRTB)
  • R$ 80.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 80.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 45.056,96 para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)
  • R$ 50.000,00 para o CPMG Dr. Cesar Toledo
  • R$ 50.000,00 para o CPMG Senador Onofre Quinan
  • R$ 5.000,00 para o Anápolis Futebol Clube
  • R$ 50.000,00 para o CPMG Gabriel Issa
  • R$ 50.000,00 para o CPMG Arlindo Costa
  • Frederico Godoy (Agir)
  • R$ 205.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 105.000,00 para reforma do Feirão Coberto do Jundiaí
  • R$ 100.056,96 para a Casa Joana
  • Jakson Charles (PSB)
  • R$ 205.056,96 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 51.250,00 para a manutenção da Praça Aldemar Costa Torres (Capilé)
  • R$ 51.250,00 para a manutenção da Praça Victor Hugo Rodrigues dos Santos
  • R$ 51.250,00 para reparos da Praça José Batista da Silva
  • R$ 51.250,00 para reparos da Praça Renatha Kathleen Santos Ferreira
  • Jean Carlos (PL)
  • R$ 55.028,48 para a construção do Campo do Flamengo no Bairro Frei Eustáquio
  • R$ 55.000,00 para a construção de UBS no Bairro Itamaraty
  • R$ 55.000,00 para a construção de uma praça no Bairro Itamaraty
  • R$ 20.000,00 para o Lar do Ancião O Caminho
  • R$ 20.000,00 para a Associação de Corredores do Jardim Alexandrina
  • R$ 85.028,48 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 40.000,00 para o INMCEB (Instituto de Medicina do Comportamento Eurípedes Barsanulfo)
  • R$ 40.000,00 para a aquisição de veículo especial para o transporte de pacientes de hemodiálise
  • R$ 40.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • João da Luz (Cidadania)
  • R$ 205.056,96 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 102.500,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 102.500,00 para o Centro Materno Infantil Sônia Santillo
  • José Fernandes (MDB)
  • R$ 100.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 100.000,00 para a Associação Cultural Vida Nova Unidade 02
  • R$ 110.056,96 para o Centro Materno Infantil
  • R$ 100.000,00 para a Associação Instituto Cleomar
  • Leitão do Sindicato (Avante)
  • R$ 150.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 165.028,48 para o Campo de Futebol da Vila Mariana
  • R$ 40.000,00 para o Morhan (Movimento de Reintegração do Hanseniano Núcleo Anápolis)
  • R$ 55.028,48 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • Luzimar Silva (PP)
  • R$ 30.000,00 para a Associação Aliança Eterna
  • R$ 10.000,00 para a Associação Desportiva Arena
  • R$ 10.000,00 para o Conselho das Associações de Moradores de Anápolis
  • R$ 30.000,00 para o Morhan (Movimento de Reintegração do Hanseniano Núcleo Anápolis)
  • R$ 205.028,48 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • Professor Marcos Carvalho (PT)
  • R$ 100.000,00 para o Centro Materno Infantil
  • R$ 20.000,00 para o Instituto Luz de Jesus
  • R$ 50.000,00 para a Universidade Estadual de Goiás Campus Central
  • R$ 50.000,00 para a Universidade Estadual de Goiás Campus Anápolis Ciências Socioeconômicas e Humanas Nelson de Abreu Júnior
  • R$ 70.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 35.056,96 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 20.000,00 para a Casa de Acolhimento Bethânia
  • R$ 20.000,00 para a Casa Lar Cuidados e Assistência Ltda
  • R$ 45.000,00 para o IFG Campus Anápolis
  • Reamilton do Autismo (Podemos)
  • R$ 140.056,96 para a Clínica Escola do Autismo
  • R4 45.000,00 para a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais)
  • R$ 35.000,00 para o Centro Municipal de Atendimento à Diversidade (CEMAD)
  • R$ 15.000,00 para o INMCEB (Instituto de Medicina do Comportamento Eurípedes Barsanulfo)
  • R$ 45.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 20.000,00 para a Associação de Deficiências Múltiplas (ADME)
  • R$ 20.000,00 para a Associação de Deficientes de Anápolis (ADA)
  • R$ 10.000,00 para a Associação dos Surdos de Anápolis (ASANA)
  • R$ 20.000,00 para a Associação Casa Joana
  • R$ 10.000,00 para o CONAMA (Conselho das Associações de Moradores de Anápolis)
  • R$ 10.000,00 para a Associação de Deficientes Visuais de Anápolis (ADVA)
  • R$ 10.000,00 para a Associação dos Ostomizados de Anápolis
  • R$ 30.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • Rimet Jules (PT)
  • R$ 50.000,00 para a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais)
  • R$ 50.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 50.056,96 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 27.500,00 para o Centro Materno Infantil
  • R$ 27.500,00 para o INMCEB (Instituto de Medicina do Comportamento Eurípedes Barsanulfo)
  • R$ 15.000,00 para o Núcleo Esperança
  • R$ 15.000,00 para o Morhan (Movimento de Reintegração do Hanseniano Núcleo Anápolis)
  • R$ 15.000,00 para a Associação Casa Joana
  • R$ 15.000,00 para a Associação Missionária Peniel
  • R$ 15.000,00 para a Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Materiais Recicláveis de Anápolis
  • R$ 15.000,00 para a Cooperativa de Trabalho União dos Catadores de Resíduos Sólidos
  • R$ 15.000,00 para o Instituto de Desenvolvimento Ambiental José Luís Castaneda Cagigas
  • R$ 15.000,00 para o Instituto Socioambiental Arandu
  • R$ 15.000,00 para o Abrigo Evangélico Jesus Cristo é o Senhor
  • R$ 15.000,00 para a Associação Evangélica Beneficente Monte Sinai
  • R$ 15.000,00 para a Instituição Lar do Ancião O Caminho
  • R$ 15.000,00 para a Associação Cultural e Artística de Anápolis
  • R$ 15.000,00 para a Associação dos Produtores Rurais da Comunidade Piancó e Região
  • R$ 10.000,00 para a ULA (União Literária Anapolina)
  • Seliane da SOS (MDB)
  • R$ 103.006,96 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 102.050,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 205.000,00 para uso na área de bem-estar animal na Prefeitura de Anápolis
  • Policial Federal Suender (PL)
  • R$ 100.056,96 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 30.000,00 para o Centro Materno Infantil
  • R$ 20.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 20.000,00 para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)
  • R$ 210.000,000 para aquisição de uma ambulância Tipo A para simples remoção de pacientes em Anápolis e distritos
  • R$ 30.000,00 para a Casa de Acolhimento Bethânia
  • Thaís Souza (Republicanos)
  • R$ 100.056,96 para a Associação Amigos em Ação Patas Solidárias
  • R$ 70.000,00 para o INMCEB (Instituto de Medicina do Comportamento Eurípedes Barsanulfo)
  • R$ 120.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 120.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • Wederson Lopes (UB)
  • R$ 100.000,00 para a Maternidade Dr. Adalberto Pereira da Silva
  • R$ 50.000,00 para o Centro Materno Infantil
  • R$ 100.000,00 para a Santa Casa de Misericórdia de Anápolis
  • R$ 60.056,96 para o Campo da Vila Fabril (Campo do Mago)
  • R$ 100.000,00 para a Fundação para o Desenvolvimento Social



Autor Manoel Messias Rodrigues