Ele foi encontrado deitado na calçada, com sinais de alcoolismo e cortes na cabeça e testa
Gabriella Pinheiro –
Homem é agredido após importunar mulheres sexualmente. (Foto: Reprodução)
As constantes importunações sexuais cometidas por um homem, de 38 anos, contra um grupo de mulheres dentro de um bar terminaram em espancamento. O caso aconteceu na manhã deste sábado (06), na Cidade de Goiás.
A Polícia Militar (PM) precisou ser acionada e se deslocou até o estabelecimento. No endereço, as autoridades encontraram o homem deitado na calçada, com sinais de alcoolismo e cortes na cabeça e na testa.
Foi durante a apuração dos fatos no estabelecimento que as circunstâncias que motivaram a agressão foram reveladas.
Uma jovem, de 22 anos, revelou que estava no ambiente na companhia de quatro amigas quando o homem começou a importuná-las, chamando-as de “gostosas”.
Uma das vítimas, de apenas 17 anos, alegou que o suspeito teria passado a mão nela e, em seguida, falado novamente o termo. Ao ver a cena, a jovem agrediu o homem, aplicando um chute lateral, conhecido como “voadeira”, o que provocou uma queda.
A versão foi confirmada pela dona do bar, que afirmou que interviu na situação e separou a briga que acontecia entre os envolvidos.
Questionado sobre o ocorrido, o suposto assediador negou o crime. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada para encaminhá-lo até o Hospital São Pedro.
Nenhum dos envolvidos demonstrou interesse em registrar o caso.
Menino de 3 anos contou que levou pancadas na cabeça. Mãe e filhos foram encaminhados a hospitais. Homem esfaqueia a mulher e a filha de 8 anos e se mata em Aparecida de Goiânia, Goiás
Reprodução/PM
Um homem esfaqueou a esposa, a filha de 8 anos e deu pancadas na cabeça do filho de 3 em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Após o crime, ele se matou. As informações foram detalhadas à Polícia Militar.
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O caso aconteceu na noite da última sexta-feira (5), no Parque Veiga Jardim. Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher, de 32 anos, entrou no quartel do 7º batalhão pedindo ajuda com a filha. Ao g1, a corporação informou que as duas estavam com vários golpes de faca (entenda melhor o caso abaixo).
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A mulher foi encaminhada ao Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia Cairo Louzada (Heapa) e as crianças Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).
O g1 pediu informações às unidades sobre os estados de saúde, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Entenda o caso
Segundo informações do boletim de ocorrência, antes de ser encaminhada ao hospital, a mulher contou que o filho de 3 anos ficou em casa com o pai e conseguiu falar a rua em que morava.
As equipes envolvidas foram até a rua e olharam de casa em casa para encontrar vestígios do crime. Em um dos portões, a polícia encontrou sangue e precisou arrombar para entrar.
Na casa, o menino de 3 anos chorava muito, estava assustado e reclamando de dores na cabeça, segundo a polícia.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Um homem esfaqueou a esposa, a filha de 8 anos e deu pancadas na cabeça do filho de 3 em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Após o crime, ele se matou. As informações foram detalhadas à Polícia Militar.
O caso aconteceu na noite da última sexta-feira (5), no Parque Veiga Jardim. Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher, de 32 anos, entrou no quartel do 7º batalhão pedindo ajuda com a filha. Ao g1, a corporação informou que as duas estavam com vários golpes de faca (entenda melhor o caso abaixo).
A mulher foi encaminhada ao Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia Cairo Louzada (Heapa) e as crianças Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).
Em nota, o Heapa informou que a mulher está estável, internada em um leito de observação do hospital, sendo acompanhada pelas equipes de cirurgia geral, bucomaxilo e multiprofissional do Heapa. Não há previsão de alta.
O g1 pediu informações ao Hugol, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Entenda o caso
Segundo informações do boletim de ocorrência, antes de ser encaminhada ao hospital, a mulher contou que o filho de 3 anos ficou em casa com o pai e conseguiu falar a rua em que morava.
As equipes envolvidas foram até a rua e olharam de casa em casa para encontrar vestígios do crime. Em um dos portões, a polícia encontrou sangue e precisou arrombar para entrar.
Na casa, o menino de 3 anos chorava muito, estava assustado e reclamando de dores na cabeça, segundo a polícia.
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Eliete Carvalho de Jesus, de 30 anos e seu filho Davi Carvalho da Silva, de 2, vítimas de homicídio — Foto: Reprodução/TV Anhanguera/Polícia Civil Eliete Carvalho de Jesus, de 30 anos e seu filho Davi Carvalho da Silva, de 2, vítimas de homicídio — Foto: Reprodução/TV Anhanguera/Polícia Civil
Marcelo Alves da Silva foi condenado a mais de 60 anos de prisão por matar a esposa, Eliete Carvalho de Jesus, de 30 anos, e o filho do casal, de 2, e simular um incêndio acidental para esconder o crime. A informação foi divulgada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) nesta sexta-feira (5). O caso ocorreu no dia 21 de maio de 2022, em São Domingos, região nordeste de Goiás.
O g1 não localizou a defesa de Marcelo até a última atualização da reportagem.
O homem responde por feminicídio e homicídio qualificado, além dos crimes de destruição de cadáver, fraude processual e incêndio. A Justiça ainda considerou o motivo do crime como torpe, com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
Segundo o MP-GO, as mortes teriam sido planejadas porque Marcelo suspeitava que Eliete o estava traindo e que o filho não seria dele, hipótese que foi descartada no decorrer das investigações e através de exames.
Conforme o MP-GO, além de Marcelo, também foi condenado, no julgamento realizado na quinta-feira (4), Isaque de Sousa Rodrigues. Ele teria contratado Marcelo para ajudá-lo nos homicídios. Isaque responde por dois homicídios qualificados, além dos crimes de vilipêndio a cadáver, destruição de cadáver, fraude processual e incêndio. A pena dele foi de mais de 42 anos de prisão.
De acordo com o Ministério Público, o casal tinha um bom relacionamento, mas o envolvimento de Marcelo com jogos de azar, inclusive apostando dinheiro, incomodava Eliete, causando brigas constantes.
Um dia antes do crime, Eliete foi trabalhar em um mercado e deixou o filho com a avó dele, como de rotina. Na ocasião, os patrões e colegas de trabalho destacaram que ela estava com semblante muito triste, mas por ser uma pessoa reservada nada foi dito sobre o motivo. Um cliente também estranhou o comportamento da vítima, que, segundo ele, estava “séria, fechada e não brincou como costumava fazer sempre”.
No final da tarde, o casal buscou o filho e retornaram para casa. Durante a tarde, Marcelo esteve com o filho na casa de uma irmã, mas nada de estranho foi notado.
Pouco antes das 20 horas, a dona de uma pizzaria recebeu uma mensagem de Eliete pedindo uma pizza, “da maior que tivesse na casa”. Logo em seguida, a comerciante recebeu uma mensagem da vítima, questionando se faziam entregas, o que causou estranhamento pois ela é uma antiga cliente do estabelecimento. Foram enviadas novas mensagens cobrando celeridade e por fim uma ligação foi feita do celular da vítima, que durou cerca de 11 segundos, mas sem que nada fosse dito.
Quando o entregador chegou na casa, encontrou Marcelo sozinho do lado de fora da casa, na porta, com uma nota de R$ 100. Ele não ouviu nenhum barulho nem viu Eliete ou Davi. O suspeito ainda comentou sobre o frio que fazia naquela noite e após pegar a pizza entrou na residência, conforme o MP.
De acordo com o MP-GO, na madrugada em que os crimes foram cometidos, Marcelo chegou primeiro na casa e liberou a entrada de Isaque. Marcelo matou a mulher asfixiada e sufocou o filho com um tecido. Ao confessar sua participação no caso, Isaque admitiu que perfurou o pescoço de Eliete com uma faca, a mando do marido, mas negou ter tocado na criança.
Na tentativa de esconder os crimes, conforme o MP-GO, o Marcelo jogou acetona nos corpos e ordenou a seu comparsa que ateasse fogo na casa.
Além disso, as investigações ainda apontaram, conforme o Ministério Público, que Eliete foi morta uma hora antes do marido deixar a casa para ir trabalhar na fazenda com o sogro a 25 quilômetros de São Domingos.
Na ida para o serviço, ele sentou no banco de trás do carro e não do que fica ao lado do motorista, como sempre fez, e ficou em silêncio o trajeto inteiro.
Na volta da fazenda, após ser informado sobre o incêndio, o suspeito ligou para diversas pessoas, menos para a esposa e, segundo o sogro, já dava como certa a morte dela e do filho.
Quando os corpos foram encontrados pela Polícia Científica, o de Eliete estava com uma lâmina, o que despertou a suspeita de homicídio. Além disso, no velório, testemunhas estranharam o fato de ele não ter chorado nem demonstrado tristeza pelas mortes.
Logo após o fogo ter sido apagado, ainda com os peritos na casa, um vizinho disse que o suspeito pediu a ele que entrasse na casa, pegasse o dinheiro que estava em um dos cômodos e guardasse consigo. De acordo com a polícia, eram cerca de R$ 13 mil em espécie.
Ainda segundo o MP-GO, testemunhas ainda informaram que pouco tempo depois do enterro das vítimas, quando todos ainda tratavam as mortes como acidente, uma irmã de Eliete foi procurada por Marcelo para que o ajudasse a encontrar a senha do cartão de banco da vítima, pois ele queria transferir para a conta dele os recursos.
No dia seguinte, insistiu para que fossem juntos ao banco fazer a transferência. Também pediu que fossem ao mercado em que Eliete trabalhava para providenciar o acerto de contas trabalhistas.
Uma outra testemunha destacou que dois dias após as mortes Marcelo tirou o carro da mulher que ficava na casa da mãe dela e levou para a da sua mãe.
Marcelo foi preso três dias após o crime. Na época, a delegada Lucilene Guimarães dos Santos, titular da delegacia de São Domingos, escreveu ao Judiciário que o marido “demonstrava pressa em levantar todo o dinheiro que conseguisse, (…), tudo isso, desde o dia do enterro dos corpos das vítimas, em nítido desprezo pelas mortes de sua esposa e de seu único filho”. Para ela, era prova de que Marcelo pretendia fugir.
Apesar disso, ao ser ouvido, ele negou ter matado a mulher e o filho. Na última, ao ser confrontado com as provas coletadas, em especial a faca encontrada com o corpo de Eliete, o suspeito insistiu na sua versão, dizendo que se cometeu algum crime, o “fez dormindo”.
Marcelo foi indiciado, denunciado pelo Ministério Público MP-GO) e nesta quinta-feira (4), condenado a 66 anos de prisão pelos dois homicídios qualificados.
Um homem tentou matar a própria família com facadas e barra de ferro, em Aparecida de Goiânia. Primeiro, ele esfaqueou a mulher e a filha, de 8 anos. Depois, ainda tentou matar o filho, de 3 anos, com uma barra de ferro. Os crimes ocorreram na madrugada deste sábado (6/4), dentro da casa da família, na Rua Dona Isolina, Parque Veiga Jardim 2. As vítimas foram resgatadas com vida.
Moradores do bairro escutaram gritos desesperados de uma mulher e acionaram a Polícia Militar (PM). Quando chegaram no local, os policiais acompanharam o socorro a uma menina de oito anos e souberam que a mãe dela, que tem 30 anos, já havia sido levada, consciente, para o Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (HUAPA), pelos bombeiros.
Antes de ser encaminhada para a unidade de saúde, a mulher revelou que o filho mais novo do casal estava na casa dela, junto com o marido. No imóvel, os PMs encontraram o garotinho, no portão, desesperado, e afirmando que estava com dores na cabeça depois que o pai o havia agredido com uma barra de ferro.
O autor da violência, identificado como Ivanir Barbosa de Melo, foi encontrado morto, nos fundos da casa. Ele tirou a própria vida.
A mulher e a filha dela que foram esfaqueadas permanecem internadas, em estado grave, uma delas no Huapa, outra no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol).
Conforme informações da Polícia Militar, homem era funcionário de fazenda. Ele tinha passado mal dias antes de morrer. Cidade de Cachoeira Alta, Goiás
André Costa/O Popular
Um corpo foi encontrado dentro de um chiqueiro, na zona rural de Cachoeira Alta, no sudoeste de Goiás. Conforme as informações da Polícia Militar, os porcos chegaram a consumir parte do cadáver.
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Aos policiais, testemunhas disseram que o homem era funcionário de uma fazenda. Por volta das 7h30, ele foi visto indo ao chiqueiro para alimentar os porcos, onde foi encontrado mais tarde.
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O g1 não conseguiu saber a causa da morte até a última atualização da reportagem. Um sobrinho da vítima disse que dias antes de morrer, o homem passou mal e desmaiou.
O caso aconteceu no sábado (23). O corpo foi encaminhado para análise pericial.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Uma força-tarefa, que integrou ações das Polícias Civil e Militar de Mato Grosso, Goiás e Bahia, resultou na prisão, hoje pela manhã, do autor de feminicídio de Rosângela Oliveira da Silva, assassinada em Juscimeira.
O autor do crime, C.F.S., de 34 anos, foi preso dentro de um ônibus em que viajava, na cidade de Ibotirama, no interior da Bahia. Ele foi preso por uma equipe da Polícia Militar da cidade, após uma barreira interceptar o ônibus em que ele viajava. O criminoso foi encaminhada à delegacia da Polícia Civil da cidade baiana, onde será interrogado.
Desde o registro do crime, nesta terça-feira, a Polícia Civil iniciou as diligências e reuniu informações que possibilitaram traçar um roteiro inicial dos passos do autor do crime para fugir de Mato Grosso.
Ele saiu com o veículo que o casal usava, em Juscimeira, e seguiu até Rondonópolis. De lá, a equipe da Delegacia Especializada de Mulher de Rondonópolis descobriu que o criminoso pegou um táxi e viajou até a cidade de Jataí, no sudoeste de Goiás.
Com informações da inteligência das Polícias Civil e Militar goiana, a equipe de investigação de Mato Grosso apurou que ele embarcou de ônibus para Goiânia, de onde comprou uma passagem para cidade de Aracau (SE), contudo, não embarcou.
A delegada Juliana Buzetti, responsável pela investigação de feminicídio, detalhou que a passagem comprada para Sergipe foi uma tentativa de despistar as buscas policiais. “Com apoio importante de informações das Polícias de Goiás e da Bahia, chegamos ao paredeiro dele, que embarcou em um ônibus para o interior baiano, com destino, provavelmente, à região onde nasceu”, explicou.
Com apoio da Polícia Militar de Goiás e da Bahia, foram apuradas outras informações que possibilitaram chegar à identificação do veículo em que el embarcou com destino à Bahia, onde uma berreira policial foi montada e interceptou o ônibus.
Feminicídio
O corpo de Rosângela Oliveira, de 49 anos, foi localizado dentro de sua residência, na cidade de Juscimeira, na tarde de terça-feira, com diversas perfurações causadas por faca. A vítima apresentava ainda sinais de agressões, com equimoses no braço, pescoço e boca, sinais que indicam ter havido luta corporal entre ela e o agressor.
A Polícia Militar foi chamada pelo filho da vítima, que informou não ter conseguido contato com a mãe. Preocupado, ele foi até a casa de Rosângela e percebeu que o vidro da porta da frente estava quebrado, quando acionou a Polícia.
Ao entrar no quintal da residência, os policiais avistaram pela janela um corpo caído no chão da cozinha. Os policiais quebraram o cadeado para entrar na casa e verificaram que a vítima já estava sem vida.
A delegada Juliana Buzetti pontua ainda que os sinais encontrados indicam que a vítima tenha sido morta entre segunda e terça-feira, contudo, apenas os exames periciais poderão atestar tecnicamente o período em que ocorreu o assassinato.
Segundo a Polícia Civil, a adolescente de 13 anos contou do crime para a mãe que denunciou à polícia. Delegacia de Quirinópolis, Goiás
Reprodução/Google Street View
Um homem de 37 anos foi preso suspeito de estuprar a própria filha de 13 anos, em Quirinópolis, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Civil, a adolescente contou do crime para a mãe que denunciou à polícia.
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O g1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem.
O nome do suspeito não foi divulgado. Conforme a PC, a mãe registrou um boletim de ocorrência e durante as investigações, foi pedida a prisão preventiva dele e após uma decisão judicial, a prisão foi cumprida.
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A prisão dele aconteceu no dia 22 de março. Se indiciado e condenado, ele pode responder pelo crime de estupro de vulnerável. A pena varia de de 8 a 15 anos de prisão.
A Polícia Civil não divulgou onde nem em qual situação os crimes aconteciam.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Segundo a PM, homem era membro de uma facção criminosa do Rio de Janeiro. Ele atirou contra uma equipe do Comando de Operações de Divisas durante uma tentativa de abordagem. Homem filmado executando pessoas com tiros à queima roupa é morto em confronto com a PM
Um homem, de 31 anos, morreu em confronto com uma equipe do Comando de Operações de Divisas da Polícia Militar de Goiás, em Goiânia. Segundo a PM, ele era investigado por vários homicídios em cidades goianas. Um vídeo mostra um dos crimes em que ele estaria envolvido, segundo os militares (veja acima).
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O confronto aconteceu no sábado (23), no bairro Jardim Itaipu. Os militares afirmam que, ao tentarem abordar o suspeito, ele atirou contra a equipe com um revólver calibre 38 e, por isso, os policiais precisaram revidar os disparos. Com isso, o homem acabou alvejado e morreu.
O nome dele não foi divulgado pelas autoridades. Mas segundo a PM, ele era membro de uma facção criminosa do Rio de Janeiro e usava uma casa para esconder e distribuir drogas no setor. A arma usada no confronto e porções de drogas foram apreendidas.
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Reprodução/Polícia Militar
Os policiais também afirmam que o homem era responsável por arquitetar e executar integrantes de facções rivais em cidades goianas. Um dos crimes aconteceu em 2021, na cidade de Senador Canedo, contra um homem. Mas ele também era investigado por outros homicídios em outras cidades do estado.
A PM informou que, apenas em Goiás, o homem possuía antecedentes por homicídio e tentativa de homicídio, roubo (3x), receptação, posse ou porte de arma de fogo de uso restrito (2x), porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.
No vídeo divulgado pela polícia, ele aparece apontando a arma para dois homens. Um consegue fugir, mas outro é alcançado pelo atirador e, mesmo quando cai no chão, continua sendo baleado a queima roupa.
A PM não respondeu ao g1 se os dois homens que aparecem no vídeo sobreviveram.
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Arma e drogas apreendidas após confronto policial, em Goiânia
Reprodução/Polícia Militar
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Um serralheiro de 53 anos foi preso suspeito de estuprar ao menos sete mulheres e uma criança na Região Metropolitana de Goiânia. Daniel Mauricio de Oliveira, que se apresentava como pastor, cometeu os crimes entre os anos de 2015 e 2024 nas cidades de Goiânia, Goianira, Trindade e Santa Bárbara.
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Daniel foi preso no sábado, 23, pela Polícia Civil (PC) no Setor Solange Park, em Goiânia. Seis das vítimas, que possuem entre 11 e 57 anos, conforme a PC, passaram por exames de corpo de delito, que constataram a autoria do estuprador.
Outras duas mulheres não apresentaram material genético do falso pastor, mas o reconheceram como o abusador. O modo como os crimes foram praticados também se assemelha ao relato das demais vítimas. O último abuso ocorreu no dia 16 de março de 2024.
“Há três opções para não ter detectado o material genético nas vítimas. Pode não ter ocorrido ejaculação, o autor ter usado um objeto para praticar o crime ou ele pode ter usado preservativo”, explicou a perita criminal Mariana Motta, chefe de gabinete da Polícia Técnico Científica.
Um dos carros utilizados para cometer os estupros | Foto: divulgação/PC
Falso pastor drogava vítimas
A fim de despistar a polícia, o homem usava carros de terceiros de diferentes modelos e marcas. A delegada Amanda Menuci afirmou que Daniel, se aproveitando da profissão dos filhos que são mecânicos, pegava veículos de clientes para cometer os abusos.
Normalmente, ele abordava as vítimas que pediam carona e, depois de ganhar a confiança delas se dizendo religioso, passava alguns dias conversando com as mulheres antes de cometer o abuso. Em alguns casos, como no da criança, ele obrigou a vítima a entrar no carro e, em seguida, cometeu o estupro.
Em pelo menos dois casos, ele dopou as vítimas para não oferecerem resistência, enquanto as ameaçava com facas e armas de fogo. Depois dos crimes, as mulheres eram abandonadas em locais ermos – uma das vítimas, que entrou em estado de choque, ficou ao relento das 22h às 5h da manhã. Apenas uma das vítimas foi estuprada na própria residência.
“Um das vítimas foi obrigada a consumir uma pílula, enquanto uma outra alegou ter sido obrigada a ingerir um líquido. Ele abordava todas em período noturno e depois do abuso, roubava os pertences das vítimas. Um dos filhos dele foi preso em flagrante por estar usando o telefone de uma das mulheres”, explicou a investigadora.
A delegada explica que o estuprador costumava abordar as vítimas em regiões próximas à residência, sempre passando pela GO-60. Para Amanda, Daniel já estava confortável com o trajeto.
“Ele usava o nome de Paulo para se apresentar às mulheres. Todas as vítimas afirmaram que se trata de um homem vaidoso, bem vestido e com a pele bem cuidada. Acreditamos que possam ter mais vítimas, inclusive, mais antigas”, concluiu.
Pertences apreendidos no carro do suspeito | Foto: divulgação PC
O post Homem que se apresentava como pastor é preso suspeito de estuprar ao menos oito mulheres em Goiás apareceu primeiro em Jornal Opção.