Avanço é puxado pelas atividades de informação e comunicação, que incluem serviços na área de TI e telefonia, entre outros; índice está acima da média nacional para o período
No mês de maio, o setor de serviços em Goiás apresentou crescimento de 3,8% na variação acumulada em 12 meses, ficando acima da média nacional para o período, que foi de 1,3%. Os dados foram compilados pelo Instituto Mauro Borges (IMB), a partir de levantamento divulgado, nesta sexta-feira (12/7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em território goiano, as atividades de informação e comunicação tiveram maior avanço, com alta de 9,4%. Esta classificação inclui, por exemplo, negócios de telecomunicações e serviços de tecnológica da informação (TI), como desenvolvimento de softwares, aplicativos e consultorias. Na sequência está a categoria de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (5,4%), que engloba entrega de mercadorias, entre outros.
A pesquisa também mostra que na variação mensal com ajuste sazonal, na comparação entre maio e abril deste ano, houve estabilidade (0,2%), enquanto 19 das 27 unidades da federação pesquisadas tiveram queda. “Estamos intensificando esforços para promover a manutenção e o fomento do setor, avançando ainda mais na oferta de empregos, redução da desocupação e capacitação”, destaca o secretário-Geral de Governo, Adriano da Rocha Lima.
*Sobre a pesquisa*
A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE, produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.
Policial foi morto pelo irmão após comemoração de aniversário e aprovação em curso da PM, aponta investigação | Goiás
Lidiane 13 de julho de 2024
O policial Tiago White foi morto pelo irmão após comemorar seu aniversário e a aprovação em um curso da Polícia Militar (PM), segundo informações da investigação disponíveis no processo. O delegado Sandro Costa explicou que os irmãos estavam reunidos com a família e discutiram. Durante a briga, o PM começou a agredir o irmão, que acabou o matando.
O g1 pediu um posicionamento à defesa do suspeito, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
O crime aconteceu em Uruaçu, no norte goiano. Na última sexta-feira (12), o suspeito passou por audiência de custódia e a Justiça manteve sua prisão. À PM, o irmão de Tiago admitiu que utilizou a arma institucional do soldado, que estava guardada no quarto dele, para atingi-lo com os disparos.
“Aproveitando-se da familiaridade com o ambiente, ele [o suspeito] teria conhecimento sobre o local onde a vítima guardava sua arma de fogo, de propriedade da Polícia Militar de Goiás. Ato contínuo, o flagrado disparou dois tiros contra a vítima – um atingindo a mão e outro a região abdominal, conforme relatório de evolução médica”, detalhou o documento da audiência de custódia.
A PM lamentou a perda do soldado. “A Polícia Militar do Estado de Goiás se solidariza e deseja que Deus, em Sua infinita bondade e misericórdia, possa confortar e fortalecer a todos os familiares e amigos!”, escreveu a instituição.
BRASIL – Ministra das Mulheres acompanha caso polêmico de negação de aborto legal a vítima de estupro em Goiás e cobra mudanças na Justiça
Lidiane 13 de julho de 2024
Cida Gonçalves destacou a necessidade de eliminar exigências desnecessárias que dificultam o acesso ao aborto legal, tornando o processo em um verdadeiro calvário para as mulheres e meninas. Afirmou ainda que não se deve permitir retrocessos nos direitos das mulheres e meninas, enfatizando que uma criança não deve ser obrigada a ser mãe e um estuprador não pode ser considerado pai.
Na última sexta-feira, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu intimar as duas magistradas envolvidas no caso a prestarem esclarecimentos sobre suas decisões que negaram a interrupção da gravidez da menina. O corregedor Nacional de Justiça afirmou que a urgência e gravidade do caso justificam a intimação das autoridades judiciais.
Segundo reportagens, a vítima encontra-se na 28ª semana de gestação e tem buscado autorização para interromper a gravidez desde a 18ª semana. A intimação das magistradas foi fundamentada em possíveis falhas funcionais que poderiam acarretar em consequências disciplinares.
O Tribunal de Justiça de Goiás preferiu não comentar o caso, pois as decisões envolvendo a menor estão sob segredo de Justiça. No entanto, informou que todas as determinações do CNJ são prontamente acatadas.
A polêmica envolvendo a negação do aborto legal à vítima de estupro em Goiás continua gerando indignação e debates acalorados sobre a proteção dos direitos das mulheres e meninas no país. As investigações e esclarecimentos em relação às decisões judiciais tomadas são aguardados pela sociedade para garantir a justiça e respeito aos direitos humanos das vítimas de violência sexual.
Móveis ornamentais e quadros personalizados: veja detalhes dos quartos dos filhos de Virginia e Zé Felipe na fazenda de Leonardo | Goiás
Lidiane 13 de julho de 2024
Veja detalhes dos quartos dos filhos de Virginia e Zé Felipe na fazenda de Leonardo
Os filhos de Virginia Fonseca e Zé Felipe ganharam um “mimo” na fazenda do avô Leonardo. Poliana Rocha, avó das crianças, reformou o quarto das pequenas Maria Alice e Maria Flor e preparou um para José Leonardo, que ainda não nasceu. A decoração conta com móveis ornamentais e quadros personalizados (veja vídeo acima).
A novidade foi compartilhada pela influenciadora nas redes sociais e mostra detalhes dos quartos (confira abaixo na reportagem). A Fazenda Talismã fica em Jussara, na região noroeste de Goiás, e é avaliada em R$ 60 milhões.
Com tons pastéis, o quarto das Marias tem quadros com os nomes delas, móveis de estilo clássico e bem decorados com madeira entalhada. Além disso, há um “quadro” sobre sentimentos e imagem religiosa.
“Vê se eu dou conta. Vê se eu dou conta de Polly Pocket (Poliana). Não dá com ela. Tudo muito perfeito, muito lindo aqui na fazenda”, comemorou Virginia.
Já o quarto do pequeno Zé Leonardo segue o tema “cowboy”. O estilo é semelhante, com tons de azul sóbrio, cinza, listras, cordas e móveis em madeira. O charme da decoração ficou por conta de um mini violão, fotos do chá revelação do menino e o nome dele escrito na parede.
“Vocês acham que o José Leonardo também não tem quartinho aqui? Aqui, o quartinho do “tototo”! A Maria Alice se vier aqui, ela vai pirar!”, disse Virginia.
Com 1 mil hectares, a principal atividade da fazenda é a pecuária bovina. Nela vivem mais de 5 mil cabeças de gado, destinadas à recria, engorda e vendas em leilões. A fazenda recebe o nome Talismã, um dos maiores sucessos da dupla Leandro & Leonardo, de 1990.
A influenciadora e nora do cantor, Virginia, publicou no seu canal oficial uma tour para mostrar todos os detalhes da fazenda. “Se a gente for de uma ponta a outra, é uma caminhada”, afirma Virgínia sobre o tamanho da propriedade, que é usada por toda a família e amigos de Leonardo para lazer.
O local possui uma mansão, quadras esportivas, cavalos, lago, jetski, quadriciclo, igreja, piscina, área de jogos, churrasqueira e curral. “O pessoal aqui joga futvôlei. Tem muitos quartos e é muito confortável e aconchegante. Aqui é muito grande”, enfatiza Virgínia durante o tour.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Em Goiás, pai e avô são presos suspeitos de estuprar criança de 3 anos após ela contar às professoras
Lidiane 13 de julho de 2024
A Polícia Civil (PC) está investigando um caso de estupro e maus-tratos contra uma criança de 3 anos em Pontalina. Conforme a investigação, o pai e o avô são suspeitos do crime. Os suspeitos, que têm 26 e 48 anos e não tiveram os nomes divulgados e já foram presos preventivamente.
Crimes descobertos na escola
A delegada Tereza Nabarro disse que a PC tomou conhecimento dos crimes após a escola acionar o Conselho Tutelar. De acordo com a delegada, a vítima relatou os estupros às professoras.
“Nos últimos meses a criança teve uma mudança de comportamento e relatou os abusos sexuais do pai e do avô para duas professoras”, disse a delegada.
Além dos abusos, de acordo com a PC, a vítima ia para a escola suja. “O Conselho já acompanhava a criança que era negligenciada na saúde, alimentação e vigilância”, enfatizou.
Conforme a delegada, os abusos começaram no início deste ano após a morte da mãe da criança.
As prisões
Ao tomar conhecimento dos abusos, o Conselho denunciou à polícia, que prendeu o pai da vítima em flagrante na terça-feira (9) e na quinta-feira (11), ele e o avô foram presos preventivamente.
De acordo com a PC, ao ouvir as testemunhas e analisar os relatórios do Conselho Tutelar e médico da vítima, ficou comprovado os abusos do pai e avô. Agora, ela investiga os maus-tratos.
“A investigação continua, também contra a avó por maus-tratos, e estupro e maus-tratos contra o pai e o avô”, mencionou a PC.
Acolhimento da vítima
Questionada sobre a vítima, a delegada disse que ela foi acolhida por uma família. “A criança foi acolhida por uma família nomeada pelo Conselho e a Justiça suspendeu a guarda do pai”, encerrou.

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Após procedimento com dona de clínica, influencer sentiu dores, desmaiou e teve parada cardíaca, diz marido | Goiás
Lidiane 13 de julho de 2024
Segundo Pablo Batista, os médicos conseguiram reanimar Aline após ela ter uma parada cardíaca. No entanto, ela piorou e teve os pulmões e o coração comprometidos. Além disso, os rins pararam de funcionar. O marido também descreveu que ela ficou com os pés e as mãos pretos. “O médico disse que seria necessário amputar um braço e as duas pernas”, relatou.
A dona da clínica foi presa na quarta-feira (3) e a empresa foi interditada pela Vigilância Sanitária por não ter alvará de funcionamento e nem responsável técnico. O advogado Thiago Hauscar afirmou que a defesa de Grazielly Barbosa estuda o processo para decidir os próximos passos em relação aos pedidos de oitivas. Além disso, o advogado expressou solidariedade à família de Aline.
Conforme o depoimento do marido, os primeiros sinais que Aline apresentou foram dores de barriga e febre, depois ela chegou a desmaiar em casa. Quando estavam no hospital, Grazielly foi até a unidade para verificar os locais das injeções no corpo de Aline e, em seguida, aplicou um remédio na veia da paciente, dizendo que era para evitar trombose.
De acordo com a delegada Débora Melo, responsável pelo caso, Grazielly está sendo investigada por crimes contra as relações de consumo. Ela teria mentido sobre sua qualificação, induzido pacientes a erro ao não prestar informações adequadas sobre os procedimentos realizados e não explicado os riscos envolvidos na aplicação de polimetilmetacrilato, substância plástica conhecida pela sigla PMMA.
Além disso, Grazielly também é investigada por exercício ilegal da medicina e execução de serviço de alta periculosidade. Segundo a delegada, a empresária não confirmou ter usado PMMA na influenciadora, mudando de versão algumas vezes.
Também foi aberta outra investigação sobre a possível lesão corporal seguida de morte da influenciadora Aline Maria. A delegada aguarda a conclusão de um laudo pericial que vai indicar se o preenchimento no bumbum teve ou não relação com a morte da influenciadora.
Em nota, a fabricante do PMMA, MTC Medical, informou que as investigações do caso apontam que produto que foi injetado foi retirado de potes da bolsa da falsa biomédica e que as seringas foram então enchidas com esse material. Esse manejo, segundo a fabricante, é totalmente distinto do PMMA legítimo, o qual é vendido exclusivamente a médicos – leia nota na íntegra ao final do texto.
Para a advogada da família de Aline, Julianna Andrade, caso a empresária tenha usado um produto clandestino ou adulterado, ela teria assumido o risco de matar a influenciadora. “Ela não era médica e, ainda assim, praticou um procedimento restrito a médicos. Então, ela assumiu o risco do resultado morte”, defendeu a advogada.
Grazielly se apresentava como biomédica, mas, para a polícia, explicou que cursou somente três semestres de medicina no Paraguai, além de ter feito cursos livres na área.
Segundo a delegada Débora Melo, Grazielly não apresentou nenhum certificado que comprove a conclusão desses cursos até a tarde de quinta-feira (4). E, portanto, ao que tudo indica, não tem competência para atuar na área.
Durante buscas feitas na clínica, os policiais não encontraram contratos de prestação de serviços, prontuários ou qualquer documento que registrasse a entrevista com pacientes. Isso, segundo a polícia, indica que não houve checagem se Aline tinha alguma condição de risco. Essa etapa deveria ser a primeira a ser feita antes da realização de qualquer procedimento.
No dia do procedimento, segundo a delegada, a região do bumbum da influenciadora foi higienizada e, em seguida, Grazielly fez marcações de onde o produto seria aplicado. O marido da influenciadora, que acompanhou a realização do procedimento, diz que foi feita a aplicação de 30ml de PMMA em cada glúteo.
Segundo uma testemunha, deveriam ter sido feitas três sessões de aplicação do produto, mas a influenciadora morreu depois da primeira sessão. Ela pagou R$ 3 mil.
Aline veio de Brasília para Goiânia e passou pelo procedimento no dia 23 de junho. O marido da influenciadora disse à polícia que a cirurgia foi rápida e eles retornaram para Brasília no mesmo dia, com Aline aparentando estar bem, apesar de já sentir muitas dores.
Com o passar dos dias, segundo a delegada, as dores não diminuíram e a influencer passou a apresentar fraqueza e febre. À polícia, o marido afirma ter entrado em contato com a clínica, que justificou que a reação “era normal” e que Aline “deveria tomar um remédio para febre”.
Mesmo medicada, a influenciadora continuou com febre, e na quarta-feira (26), começou a sentir dores na barriga. Na quinta-feira (27), Aline piorou e desmaiou. Ele a levou ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde ficou por um dia, pois a unidade não tinha Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Depois, Aline foi transferida para um hospital particular da Asa Sul. Lá, precisou ser entubada na UTI e teve duas paradas cardíacas. Ela morreu na terça-feira (2). O corpo de Aline foi velado e sepultado na quinta-feira (4), no cemitério Campo da Esperança do Gama.
Nota da fabricante de PMMA:
Os fabricantes das marcas de PMMA no Brasil informam que:
•O PMMA possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, o qual é obtido somente após rigorosa análise da agência acerca das boas práticas de fabricação e estudos clínicos de segurança e eficácia. Apenas médicos estão autorizados a ofertar procedimentos de preenchimento com PMMA.
•O modus operandi dos clandestinos para atrair vítimas consiste em anunciar procedimentos com PMMA, porém com um valor muito aquém de qualquer serviço minimamente seguro, o que por si só é capaz de levantar a suspeita de uso de produtos adulterados, falsificados ou totalmente incompatíveis com o uso médico, como é o caso do silicone industrial.
•As investigações do caso da morte da influencer ALINE MARIA FERREIRA apontam que produto que lhe foi injetado foi retirado de potes da bolsa da falsa biomédica e que as seringas foram então enchidas com esse material, cuja apresentação é totalmente distinta do PMMA legítimo, o qual é vendido exclusivamente a médicos.
É perceptível que o óbito ocorreu em razão do mercado clandestino de estética e não do produto PMMA, pois (1) a influencer se submeteu aos cuidados de uma pessoa sem qualquer formação na área de saúde; (2) a clínica não possuía alvará sanitário; (3) o valor pago pelo procedimento, conforme depoimento do viúvo estava muito aquém de qualquer procedimento que pudesse ser feito por estetas e (4) o marido da vítima e outra testemunha já confirmaram não ter sido PMMA o produto utilizado, em razão da apresentação do mesmo.
Lamentamos profundamente que mais uma jovem tenha perdido a vida para o mercado clandestino de procedimentos estéticos e alertamos a população que apenas médicos devidamente habilitados e que demonstrem possuir alvará sanitário estão autorizados a comprar PMMA.
Ressaltamos ainda o nosso compromisso com a verdade baseada em ciência e evidências e combatemos fortemente o uso do nome do produto PMMA em fake News que induz a população a erro e pânico, submetendo-se cada vez mais a procedimentos clandestinos colocando a vida e a saúde em risco.
Brasil, 11 de julho de 2024
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Médica denuncia prejuízo de R$ 40 mil após mulher se passar por funcionária da Embaixada Alemã | Goiás
Lidiane 13 de julho de 2024
Médica denuncia prejuízo de R$ 40 mil após mulher se passar por funcionária da embaixada
Uma médica nutróloga que atende no Setor Marista, em Goiânia, denunciou à polícia Bárbara Elisa Balbino Teixeira, de 33 anos, por se passar por funcionária da Embaixada Alemã para conseguir consultas e medicamentos. De acordo com a Polícia Civil de Goiás, a mulher causou prejuízo de R$ 40 mil à médica, com promessas de viagens para a Alemanha e de captação de clientes lá.
“Ela ia ganhando tempo sob esse argumento de que poderia arrumar pacientes na Europa e levar a família da médica para conhecer lá. Quando ela era apertada para realizar o pagamento, ela apresentava comprovantes, que a clínica, depois, descobriu que eram falsos comprovantes de PIX”, contou o delegado responsável pelo caso, Daniel José, à TV Anhanguera.
O g1 não conseguiu contato do advogado de Bárbara para um posicionamento da defesa.
Segundo a Polícia Civil, a médica começou a atender a mulher em dezembro de 2023, por videochamadas. Os medicamentos pedidos pela suspeita para a médica eram enviados de Goiânia para Viçosa, em Minas Gerais, pelos Correios.
A Polícia afirma ainda que a suspeita fez vítimas em outros estados, mas não informou em quais seriam os estados. “A gente descobriu que várias pessoas de outros estados ligam, reportando que alguém entrou em contato para comprar tal tipo de mercadoria e que enviaram para Viçosa e a pessoa é a nossa representada”, contou o delegado.
A suspeita foi presa após a Polícia Civil cumprir mandados de prisão preventiva e busca e apreensão na quarta-feira (10). Na ocasião, foi localizada e recuperada parte dos medicamentos.
A imagem e o nome da suspeita foram divulgados pela Polícia Civil, com autorização do delegado responsável pela investigação, visto à possibilidade de encontrar outras vítimas dela.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) está alertando os candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sobre a urgência na conclusão de processos abertos durante a pandemia. Levantamento recente aponta que 136.897 processos ainda não foram finalizados. O prazo final estipulado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), após várias prorrogações, vence em dezembro deste ano.
A orientação do Detran-GO é clara: candidatos e Centros de Formação de Condutores (CFCs) devem acelerar o andamento dos processos para evitar a perda do prazo. Muitos desses processos foram iniciados e paralisados nas primeiras etapas. Após a abertura do Registro Nacional de Carteira de Habilitação (Renach), o candidato precisa passar por exame psicológico, médico, curso teórico, prova teórica, curso prático e prova prática de direção veicular.
Dados do Detran-GO mostram que mais de 49 mil processos foram paralisados logo após a abertura do Renach – pagamento da taxa inicial. Outros 9,2 mil candidatos pararam após realizar somente o exame médico. “O cidadão deve ficar atento para evitar prejuízo. Se deixar para dar andamento no processo em cima da hora, pode ser que não consiga concluir”, adverte o presidente do Detran-GO, Delegado Waldir.
Caso o processo vença, será necessário iniciar um novo, sem aproveitamento das taxas já pagas. Atualmente, um processo de obtenção da habilitação custa aproximadamente R$ 2 mil para a categoria B (carro) e R$ 2,8 mil para a categoria AB (carro e moto).
De acordo com o Contran, o processo de habilitação, adição ou mudança de categoria tem validade de 12 meses. No entanto, devido à pandemia, diversas deliberações prorrogaram os prazos. Uma deliberação estendeu até 31 de dezembro de 2024 a validade de todos os processos ativos nos Detrans até 31 de dezembro de 2023. “Para não perder o processo, o candidato deve estar com a carteira emitida até 31 de dezembro”, reforça Delegado Waldir.
O alerta é uma medida preventiva para evitar prejuízos à população. “Se o candidato deixar para agilizar o processo só no final do ano, vai ter dificuldade, pois os CFCs e o próprio Detran ficarão sobrecarregados”, destaca Delegado Waldir. Segundo o Contran, não deve haver nova prorrogação dos prazos.
Em 2023, o Detran-GO aplicou cerca de 300 mil provas práticas de direção veicular. Para atender ao aumento da demanda, o Detran-GO está formando mais examinadores e aumentando o quadro com o credenciamento de servidores públicos e particulares que tenham o curso e possam atuar como examinadores de trânsito.
Candidatos com dúvidas sobre o andamento ou validade de seu processo podem consultar o status através do Portal Expresso ou do site do Detran-GO. Basta buscar pela opção “Consultar Renach” e fornecer o número do Renach e o CPF.
Goiânia lidera o ranking de municípios com o maior número de processos pendentes, com 31.804, seguida por Aparecida de Goiânia com 18.252. Em Anápolis, são 9.175 processos em aberto.
Outras cidades com grande quantidade de processos são Rio Verde (4.592), Trindade (4.155), Senador Canedo (4.117), Luziânia (3.841), Valparaíso de Goiás (3.717), Novo Gama (3.664) e Águas Lindas de Goiás (3.266). Formosa possui 2.816 pendentes, Catalão tem 2.227, Cidade Ocidental registra 2.113, Goianira conta com 1.953, Jataí apresenta 1.783, Itumbiara tem 1.696 e Planaltina possui 1.620 processos em aberto.
Com mais de 700 inscritos, Corrida e Caminhada Solidária Agostiniano espera arrecadar 2 toneladas de alimentos | Goiás
Lidiane 13 de julho de 2024
Mais de 650 adultos e cerca de 80 crianças já se inscreveram para a Corrida e Caminhada Solidária do Colégio Agostiniano Nossa Senhora de Fátima, que acontece no próximo dia 3 de agosto e comemora os 60 anos da instituição. As inscrições continuam abertas até o dia 29 de julho e podem ser feitas pelo site do evento (www.hanker.com.br/agostiniano).
De acordo com a organização do evento, a expectativa é que todas as 1,2 mil inscrições sejam preenchidas, com a arrecadação de mais de 2 tonelada de alimentos. Os donativos serão entregues para um instituto que ajuda famílias em vulnerabilidade social.
“Além de estarmos comemorando 60 anos de um colégio tradicional em Goiânia e 90 anos da sua mantenedora, a SAEA, estamos promovemos um trabalho social que fazemos, juntamente com a Comunidade de Confiança, em receber todos esses alimentos, atender as famílias, lembrando também do entrosamento e da participação dos pais, dos alunos e da comunidade em geral de Goiânia”, disse o gestor de ações sociais da Sociedade Agostiniana de Educação e Assistência (SAEA), Claudio Marcelino.
O público com idade a partir de 12 anos poderá participar da caminhada, com percurso de 3 km, ou da corrida, que tem percursos de 5 km e 10 km. A largada para as modalidades está prevista para às 17 h, no Colégio Agostiniano, no Setor Aeroporto.
Já as crianças com idade entre 1 e 12 anos poderão participar na modalidade de 40 a 100 metros com percurso em triciclo ou pedestre. A largada está prevista para 19h, também no Colégio Agostiniano.
Os valores das inscrições, que já estão no 4º lote, custam a partir de R$ 89 na modalidade Kit Atleta Econômico e R$ 129 no Kit Atleta Completo.
Os kits serão entregues a partir do dia 2 de agosto, das 11h às 19h, e no dia do evento, das 8h às 13h, no no Colégio Agostiniano Nossa Senhora de Fátima, localizado na Av. K, no setor Aeroporto. Em ambas as modalidades, a entrega dos kits ocorrerá mediante a doação de 2kg de alimentos não perecíveis, com exceção de itens como sal, farinha, fubá, açúcar, óleo, ou o pagamento de R$ 10.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
CNJ intima juíza e desembargadora de Goiás que negaram aborto à vítima de estupro – Justiça – CartaCapital
Lidiane 13 de julho de 2024
O Conselho Nacional de Justiça intimou uma juíza e uma desembargadora do Tribunal de Justiça de Goiás a prestarem informações após impedirem que uma adolescente de 13 anos realizasse um aborto legal. A menina estava grávida após ser vítima de estupro, condição em que é permitida a realização do aborto no Brasil.
A menina teria decidido fazer o aborto quando estava na 18ª semana de gestação, contudo, além da recusa do hospital, dois pedidos feitos à Justiça também foram negados, e a adolescente segue para a 28ª semana de gestação.
A decisão do corregedor Luis Felipe Salomão determina um prazo de até cinco dias para que a juíza Maria do Socorro de Sousa Afonso e Silva, do 1º Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia, e a Desembargadora Doraci Lamar Rosa da Silva Andrade, do Tribunal de Justiça de Goiás, prestem informações sobre o caso.
O caso passou a ser investigado pelo CNJ após denúncia feito pelo site Intercept Brasil. O caso corre em segredo de justiça, segundo o órgão.
A Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica do estado de Goiás se manifestou sobre o caso, e disse recebê-lo com ‘profunda indignação’ por revelar uma falha do sistema de justiça em proteger os direitos de crianças e adolescentes.
“É com profunda indignação que a Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ) vem se manifestar sobre um caso que revela falha lastimável de nosso sistema de justiça em proteger os direitos de nossas crianças e adolescentes”, escreveu, em um trecho da publicação feita nas redes sociais.
“A juíza Maria do Socorro de Sousa Afonso e Silva, ao condicionar a interrupção da gravidez à preservação da vida do feto, desconsidera completamente os direitos dessa menina vítima de estupro e menor de idade. Essa decisão não apenas viola os direitos humanos da menina, mas também ignora as diretrizes da Organização Mundial da Saúde, que recomendam procedimentos seguros para interrupções tardias”, prosseguiu.
A associação cobrou que a justiça cumpra o seu dever e garanta o acesso ao aborto legal, e, acrescenta: “É inaceitável que ideologias religiosas e pressões externas continuem a ditar decisões que deveriam ser baseadas na lei e nos direitos humanos”.



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