3 de maio de 2026
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Agentes da Polícia Civil de Goiás (PCGO) erraram de endereço e arrombaram o portão de uma casa enquanto tentavam cumprir mandado de prisão e de busca e apreensão. O episódio ocorreu em Aparecida de Goiânia, nas primeiras horas da manhã de quinta-feira. O vídeo feito pela moradora da residência — que ficou sob a mira de uma policial que participou da operação — viralizou nas redes sociais. Mesmo depois que perceberam o erro, os investigadores ainda discutiram e ameaçaram o casal cuja casa fora invadida.

A equipe chegou à residência do empresário Thassio Silva pouco antes das 6h. Apesar de ele ter atendido os policiais e pedido para ver o mandado, teve o portão de casa aberto a marretadas.

“Só passava na minha cabeça de que era bandido. Queremos só justiça e que isso não aconteça mais. Uma hora acontece uma tragédia. Pensa se uma arma daquelas dispara?”, contou, em entrevista à TV Anhanguera.

O barulho chamou a atenção da mulher dele, a empresária Tainá Fontenele, que foi ver do que se tratava. Quando encontrou os policiais dentro da garagem, cobrou explicações e passou a gravar a invasão. Foi quando uma das agentes, de pistola em punho, determinou que ela se afastasse e parasse de registrar a ação — inclusive, quis tirar o aparelho das mãos de Tainá ao tentar segurá-la pelo pescoço.

“(A policial) está com o dedo no gatilho. Na hora da raiva, eu estava tão traumatizada, tão assustada com a arma com que ela entrou na minha casa, e minha filha estava atrás de mim com meu filho no colo, que poderia ter acontecido uma tragédia na minha casa. E quem iria arcar? Seria mais uma fatalidade do Estado? Ia ser mais um erro de operação?”, disse a empresária.

Nas imagens, a moradora fala aos policiais que tem dois filhos menores e que o mais novo estava chorando por causa do susto do arrombamento do portão. Tainá ainda tenta chamar uma advogada, moradora da casa da frente, para esclarecer a situação. Mas é impedida.

A empresária, então, passou a cobrar o nome que constava no mandado. Somente aí é que o erro foi descoberto. Tainá quis saber onde morava a pessoa procurada pela polícia, mas, ainda assim, os agentes se recusaram a mostrar o documento.

Sem identificação

Mesmo depois de percebido o engano, o bate-boca entre Thassio, Tainá e os policiais continuou. Os agentes não quiseram se identificar, menosprezaram o episódio e um deles, aos gritos, mandou o empresário “baixar a bola”.

Em nota, a Polícia Civil de Goiás afirmou que os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos “dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial, sendo o alvo da operação localizada e presa. Eventuais abusos cometidos durante a operação já estão sendo objeto de apuração pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO”.

No Congresso, a deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) pediu que a Promotoria de Justiça investigue a Polícia Civil de Goiás. Solicitou, também, que seja apurado se o secretário estadual de Segurança Pública, Renato Brum dos Santos, foi omisso ao “não garantir a observância de protocolos de conduta de agentes de segurança pública em cumprimento de mandados judiciais e abordagem de cidadãos”.

Fonte: Correio Braziliense

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

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Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado

“A gente vê que eles estavam com armas em punho, apontando armas inclusive, e aos gritos. Só depois do emprego dessa força, mostraram o mandado e perceberam que não eram aqueles os alvos desse procedimento”, analisou Pimentel, que é presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil de Goiás (OAB-GO).

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora e a segurou pelo pescoço após ela se revoltar com ação — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Após o nome do alvo ser anunciado, a moradora ficou ainda mais indignada: “Quem é Jennifer Nayara? O mandado está na casa errada”, disse. A mulher procurada pela polícia mora na casa em frente a que foi invadida. Durante a confusão, ela se apresentou aos policiais e foi presa. Mas o casal registrou o boletim de ocorrência contra a equipe e procurou a corregedoria para denunciar abuso de autoridade.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que o mandado foi cumprido no endereço correto, que constava na ordem judicial. Detalhou que o local foi determinado por investigação técnica, que continha informações decorrentes de quebra de sigilo telemático e vigilância policial in loco.

Disse também que os policiais da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) bateram no portão e chamaram os moradores diversas vezes, mas não tiveram retorno e, por conta disso, decidiram arrombar o portão da casa. A decisão, segundo a corporação, está de acordo com o artigo 245, parágrafos 2º e 3º do Código de Processo Penal.

A nota diz também que que “havia uma ligação entre a casa objeto da busca e a pessoa que se buscava prender, tanto o é que, esta foi presa em frente à residência citada no mandado judicial”.

Jennifer Nayara foi presa em Aparecida de Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Jennifer Nayara Caetano de Souza é advogada e alvo de uma operação contra organização criminosa. Ela está presa após ter se apresentado aos policiais durante a confusão.

A defesa de Jennifer informou que não tem conhecimento de nenhuma ligação entre ela e a família da casa invadida por engano, além do fato de serem vizinhos. Informou também que, ao perceber a confusão na casa ao lado e ouvir que seu nome foi citado, a própria se entregou à polícia.

Em nota, a OAB-GO disse que acompanhou a operação de cumprimento de mandados judiciais realizados pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) em desfavor da advogada, e seguirá acompanhando o caso.

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora

A moradora da casa, Tainá Fontenele, diz ter ficado muito assustada durante a ação, já que uma das policiais apontou uma arma para ela.

“Foi aterrorizante. Minha filha estava atrás de mim e a policial com a arma em punho. Poderia acontecer uma fatalidade dentro da minha casa”, disse Tainá à TV Anhanguera.

Tainá afirma que nunca passou por essa situação. “Eles batiam tão forte que falei para o meu marido abrir o portão. Antes de abrir, a policial já estava com a arma em punho. Nunca passei por isso”, disse. Ela denuncia que, após perceberem o erro, os agentes foram mais agressivos e debocharam da situação.

“Fizeram sarcasmo. O policial jogou beijo, piscou para mim e disse: ‘vai lá na Corregedoria’. Eles falaram que não iria dar em nada”, lembra a empresária.

O casal registrou um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde do último dia 11 de abril e, segundo a moradora, eles vão entrar com um processo contra os policiais e contra o estado. “Isso não é um erro que podemos chamar de errinho. Isso está acontecendo muito e com vários erros”, finaliza.

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Fábia Cristina Santos e Wander José de Jesus estão desaparecidos em Goianira; mulher mandou mensagem pedindo ajuda ao filho — Foto: Reprodução/Redes Sociais e TV Anhanguera

Câmeras de segurança de um posto de combustíveis próximo, em Goiânia, registraram o momento em que o casal abastecia o carro (Fiesta preto/Ford), às 13h49. Um vídeo mostra que tudo aconteceu normalmente (assista abaixo).

Vídeo mostra últimas imagens do carro do casal que sumiu quando viajava

Às 14h18, um radar registra quando o carro do casal passa acima da velocidade permitida pelo km 27 da GO-469. O veículo foi multado por conta disso. Cerca de 9 minutos depois disso, às 14h27, Fábia envia uma mensagem para o filho dizendo: “Me ajuda”. Ela chegou a também enviar outra mensagem, mas apagou.

Um print mostra a conversa. O filho da mulher responde: “O que? Você me preocupa”. Ele segue tentando falar com a mãe, mas a partir daí, as mensagens já não chegam mais para ela. Segundo a advogada Rosemere Oliveira, a mensagem enviada por Fábia indica que algo não estava correto e que ela corre perigo.

“Tudo indica que ali na hora já tinha algo errado acontecendo, porque eles passam a uma velocidade superior à máxima de 50%”, afirma a advogada.

Carro de casal que desapareceu é multado, em Abadia de Goiás — Foto: Arquivo pessoal

O casal tem dois filhos, um ainda mora com eles e outro já é casado. Segundo familiares, todos estão muito abalados e preocupados com o desaparecimento do casal. Até onde se sabe, eles não tinham desavenças com ninguém.

“Eu estive presencialmente na delegacia, falei com a delegada titular a qual está investigando este caso, as diligências estão em andamento, estamos no aguardo das novas diligências que apuram aí esse desaparecimento desse casal”, cobra a advogada.

A Polícia disponibiliza o Disque 197 e o telefone (62) 32462-4324 para informações do casal.

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Altino Teixeira Duarte, tio dos cantores sertanejos goianos Matheus e Kauan, morreu em acidente de carro, em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais e Corpo de Bombeiros

Um tio dos cantores sertanejos goianos Matheus e Kauan está entre os mortos em um acidente que aconteceu na GO-156, entre as cidades de Itapuranga e Heitoraí, no noroeste goiano. Altino Teixeira Duarte, de 62 anos, ocupava o banco do passageiro, segundo a 2ª Coordenação Regional de Polícia Técnico-Científica de Goiás.

Nas redes sociais, Kauan publicou uma homenagem ao familiar; veja foto abaixo.

“Sua simplicidade, honestidade e pureza sempre será lembrada por todos que te conheceram. O senhor merece o céu, tio, descanse em paz”, lamentou.

Kauan, da dupla com Matheus, posta homenagem para tio que morreu em acidente de carro, em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O acidente aconteceu no início da tarde de domingo (13). Segundo os bombeiros, o motorista do carro, Antônio Vaz dos Santos, de 48 anos, perdeu o controle da direção por motivos ainda desconhecidos. O veículo saiu da pista, capotou e ainda bateu em uma árvore. Ele também morreu no acidente.

Os bombeiros foram chamados para realizar o resgate, pois os corpos ficaram presos às ferragens. O Instituto Médico Legal (IML) foi chamado para perícia.

Em imagens divulgadas pelos bombeiros, é possível ver que o carro ficou completamente destruído.

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Acidente na GO-156 deixa dois mortos — Foto: Divulgação/Cprpo de Bombeiros

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Acidente na GO-156 deixa dois mortos — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Um carro saiu da pista, bateu em uma árvore e capotou na GO-156, causando a morte de dois homens, de 48 e 62 anos, entre as cidades de Itapuranga e Heitoraí, no noroeste goiano. As informações foram confirmadas pelo Corpo de Bombeiros.

O acidente aconteceu no início da tarde de domingo (13). Segundo os bombeiros, o motorista do carro, por motivos ainda desconhecidos, perdeu o controle da direção. O veículo saiu da pista, bateu em uma árvore e ainda capotou.

Ainda não se tem informações de quantas pessoas, no total, estavam no carro mas os dois homens morreram na hora. Os bombeiros foram chamados para realizar o resgate, pois os corpos ficaram presos às ferragens. O nome dos dois homens não foi revelado.

Carro fica completamente destruído após acidente na GO-156 — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

O Instituto Médico Legal (IML) já foi chamado para recolher os corpos para perícia. Em imagens divulgadas pelos bombeiros, é possível ver que o carro ficou completamente destruído.

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A pedagoga Fábia Cristina Santos e o marido Wander José de Jesus estão sumidos desde 9 de março. Residente de Goianira, na Região Metropolitana de Goiânia, o casal estava a caminho de Quirinópolis, no interior de Goiás, para a missa de 7º dia do pai de Fábia. No dia do desaparecimento, a mulher mandou mensagem para o filho pedindo ajuda.

A mensagem foi enviada minutos depois de o carro do casal ter sido multado por trafegar acima da velocidade permitida, na GO-469, em Abadia de Goiás. As informações são do g1 Goiás e foram repassadas pela advogada da família. As investigações da Polícia Civil ocorrem em sigilo.

A viagem de Goianira e Quirinópolis deveria durar cerca de 3h30, mas o casal não chegou ao destino. Câmeras de segurança de um posto de combustíveis chegaram a registrar o momento em que Fábia e Wander abasteciam o caso, às 13h49.

Pouco tempo depois, às 14h18, um radar registrou a passagem do carro do casal pelo km 27 da GO-469 acima da velocidade permitida. A pedagoga enviou a mensagem para o filho às 14h27. “Me ajuda”, escreveu. Outra mensagem foi enviada por Fábia e apagada em seguida.

Segundo as informações divulgadas pelo g1 Goiás, um print da conversa mostra o filho respondendo: “O que? Você me preocupa”. Depois disso, as mensagens enviadas por ele não são mais recebidas pela mãe.

Fábia e Wander estão juntos há 27 anos e têm dois filhos. Familiares relatam que todos estão abalados e preocupados com o desaparecimento. Não são relatadas desavenças do casal com ninguém.

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Saiba quem é Jennifer Nayara, pessoa que a polícia buscava quando invadiu casa errada

Ao g1, o advogado da família que teve a casa invadida, Adriano Naves, explicou que a mãe de Jennifer chegou a oferecer os serviços jurídicos da filha.

“Ela [Jennifer] era vizinha, mas não era conhecida. A mãe dela um dia informou à minha cliente que, caso precisasse de uma advogada, a filha dela era. A minha cliente lembrou disso na hora e gritou por ela, mas nunca tiveram qualquer contato”, disse o advogado.

Jennifer Nayara foi presa em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em entrevista à TV Anhanguera, a defesa de Jennifer Nayara Caetano de Souza informou que não tem conhecimento de nenhuma ligação de Jennifer com a família da casa invadida por engano, além do fato de serem vizinhos. Informou também que, ao perceber a confusão na casa ao lado e ouvir que seu nome foi citado, a própria se entregou à polícia.

Em nota, Ordem dos Advogados do Brasil de Goiás (OAB-GO) disse que acompanhou a operação de cumprimento de mandados judiciais realizado pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) em desfavor da advogada, e seguirá acompanhado o desenvolvimento do caso – leia nota na íntegra ao final do texto.

A Polícia Civil (PC) de Goiás informou em nota que entrou no endereço correto em invasão de casa realizada no último dia 11 de abril. A corporação afirma ainda que o endereço tinha ligação com a pessoa que se buscava prender (confira a nota na íntegra ao final do texto). O local foi determinado por investigação técnica, que continha informações decorrentes de quebra de sigilo telemático e vigilância policial in loco.

O cumprimento do mandado aconteceu na quinta-feira (11). Um vídeo mostra quando os policiais tentam interromper a gravação da moradora e, em seguida, percebem o erro (veja abaixo). Nas imagens, uma policial aparece apontando uma arma para uma mulher que não tem relação com o mandado.

Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado

Em nota, a Polícia Civil (PC) informou que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos. Além disso, disse que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial.

Em entrevista à TV Anhanguera, a moradora da casa, a empresária Tainá Fontenele, disse que ficou traumatizada com a situação.

“Ela [policial] estava com a mão no gatilho, eu fiquei assustada e traumatizada lembrando de como ela entrou na minha casa. Minha filha estava atrás de mim com meu outro no filho no colo. Poderia ter acontecido uma fatalidade”

Ao filmar a discussão com os policiais, a moradora da casa afirmou que tem dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses que, segundo ela, acordou e estava chorando porque os policiais arrombaram o portão.

Imagens também mostram o momento em que policiais invadem a casa e uma policial aponta a arma para o rosto da moradora e a segura pelo pescoço (veja abaixo).

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora

Nota da OAB sobre a prisão de Jennifer Nayara:

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) informa que a Comissão de Direitos e Prerrogativas (CDP) acompanhou a operação de cumprimento de mandados judiciais realizado pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) em desfavor de advogada, e seguirá acompanhado o desenvolvimento do caso.

A OAB-GO mantém seu comprometimento em assegurar que os procedimentos legais e as garantias constitucionais sejam respeitados integralmente, tanto em relação à pessoa envolvida quanto ao devido processo legal. O acompanhamento da Ordem se dá para resguardo das prerrogativas da advocacia, bem como para fiscalização dos seus deveres funcionais e éticos.

Nota da Polícia Civil na íntegra

A Polícia Civil do Estado de Goiás vem a público fazer alguns esclarecimentos, reforçando seu do compromisso com a transparência e com a busca da verdade por meio da investigação policial, mantendo sempre o amplo diálogo com a imprensa e a sociedade.

Em face da publicação de um vídeo particular originado no dia 11/04/2024, gravado durante uma operação policial da Delegacia Estadual de Investigações Criminais – DEIC, que cumpria mandados de prisão e busca e apreensão, deferidos judicialmente, reprimindo a prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa, informa que seguiu os parâmetros regulares de investigação, obtendo-se êxito no tocante aos alvos.

Nesse contexto, necessário destacar:

a) o mandado de busca e apreensão foi cumprido no endereço correto, constante da ordem judicial, o qual foi obtido mediante investigação técnica, baseada em elementos decorrentes de quebra de sigilo telemático e vigilância policial in loco, devidamente documentados nos autos do inquérito policial de forma sigilosa;

b) ao chegarem no local, por volta das 06:00 da manhã, os policiais civis bateram no portão e chamaram os moradores por diversas vezes. Estes, por sua vez, recusaram-se a abrir o portão, claramente cientificados de que a polícia judiciária encontrava-se à frente para cumprirem ordem judicial. Após a desobediência reiterada dos moradores, houve a necessidade de entrada forçada na residência, sendo exigida, em seguida, a contenção dos ânimos, em obediência ao artigo 245, parágrafos 2º e 3º do Código de Processo Penal;

c) a investigação em referência denota a prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. Inegavelmente, havia uma ligação entre a casa objeto da busca e a pessoa que se buscava prender, tanto o é que, esta foi presa em frente à residência citada no mandado judicial, conforme registro das imagens;

d) toda a ação policial foi acompanhada, desde o início, por representante da Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB-GO, como registrado no referido vídeo.

Nessa seara, a Polícia Civil reforça o seu compromisso pela defesa da sociedade, ocasião em que seguirá firme no combate ao crime organizado, com recordes sucessivos no número de prisões e operações policiais.

Vale ressaltar que, na mesma data, a Polícia Civil de Goiás cumpriu mais de 80 (oitenta) mandados judiciais em operações policiais realizadas em todo o território goiano.

Polícia Civil encontra-se a disposição para quaisquer outros esclarecimentos que se fizerem necessários, reafirmando seu compromisso com a legalidade de seus atos, respeito aos direitos dos cidadãos e confiança na credibilidade, profissionalismo e dedicação de seus policiais.

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Tales Alves da Pena, morto em Formosa — Foto: Divulgação/Polícia Civil

O corpo do jovem Tales Alves da Pena, que já serviu o exército e estava desaparecido, foi encontrado em Formosa, no Entorno do Distrito Federal (DF). Segundo a Polícia Civil, dois homens, suspeitos da morte do jovem, foram presos pelo crime de latrocínio em uma operação.

A prisão dos suspeitos ocorreu em dois dias diferentes, o primeiro foi preso na última quinta-feira (11). Já o segundo suspeito, que se entregou à polícia, foi preso na sexta-feira (12).

Local onde o corpo de Tales foi encontrado, em Formosa — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Segundo a investigação, após encontrarem o celular da vítima, que foi roubado, os policiais começaram a buscar por informações dos autores do crime. O primeiro suspeito foi preso durante diligências dos policiais, em Cristalina, também no Entorno do DF.

Após ser detido, o suspeito levou os policiais até o local onde o corpo de Tales estava enterrado. O corpo do ex-militar foi encontrado na zona rural de Formosa, próximo ao Anél Viário do município. O pai do jovem cedeu material genético para confirmar a identidade do cadáver por meio de exame de DNA.

A investigação ainda aponta que, o corpo de Tales foi queimado e enterrado. O segundo suspeito do crime, se apresentou espontaneamente na delegacia para o cumprimento do mandado de prisão provisória.

Se condenados, os suspeitos podem cumprir pena de 20 anos. Os dois seguem presos e estão à disposição do Poder Judiciário.

Jovem que já serviu ao Exército está desaparecido após sair de casa para ir trabalhar

Tales, que morava com um amigo, estava desaparecido desde o mês de dezembro de 2023, quando saiu para trabalhar e não retornou. Um vídeo mostra o jovem a poucos metros da entrada da fábrica onde trabalhava (assista acima).

“Ele era carinhoso com a família, jamais sem deixar recados. Nossa família não tem mais esperanças de encontrá-lo com vida”, afirma Elinei Alves da Pena, tia e mãe de criação de Tales na época do desaparecimento.

De acordo com a família, Tales já serviu ao Exército Brasileiro, mas a tia não soube dizer a data exata. Fotos publicadas pelo jovem mostram ele vestido com a farda em 2016.

Tales Alves da Pena em 2016 — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Família de Thais Medeiros consegue comprar casa com dinheiro de doações

A família da jovem Thais Medeiros, que teve uma grave reação alérgica ao cheirar pimenta, conseguiu comprar uma casa com dinheiro adquirido por vaquinha online. Segundo a mãe, Adriana Medeiros, o imóvel vai passar por uma reforma para que adaptações sejam feitas para o tratamento da filha em casa.

“É pequena, mas é suficiente para que a gente possa morar e cuidar da Thaís. O pessoal vai fazer uma reforma aqui e mais ou menos daqui a um mês a gente consegue mudar, se Deus quiser”, afirmou Adriana.

A boa notícia foi compartilhada pela família nas redes sociais, na sexta-feira. Segundo Adriana, a atual residência da família, em Anápolis, fica em um andar superior, o que exige que Thaís seja carregada por muitos degraus, em uma escada estreita.

Família de Thaís Medeiros consegue comprar casa com dinheiro de doações — Foto: Reprodução/Redes Sociais

“É o começo de um novo sonho. É uma parte triste e outra parte feliz, porque a gente queria muito que a Thaís participasse de tudo isso como a gente quer que ela participe. Mas é como Deus quer, né?”, reflete Adriana.

Atualmente, Thaís está internada no Centro Estadual De Reabilitação e Readaptação (Crer), em Goiânia, em observação após apresentar muco e sangue nas fezes. Exames indicam que a jovem está com uma “pequena anemia”, mas descartou infecções. Segundo a mãe, a previsão é que ela receba alta na próxima semana.

Em nota, o Crer informou que a paciente está internada na enfermaria da unidade em tratamento, conforme o plano terapêutico definido.

Thais viajou de Goiânia para Anápolis para visitar o então namorado. Ela e a família dele estavam almoçando na cozinha, quando surgiu um assunto de preparo de pimentas, que a mãe dele é acostumada a fazer.

“Ela estava com uma tosse, como se fosse uma gripe. Ela veio para casa, fez trança em duas amigas minhas. Ela começou a almoçar normal, tranquila. E entraram no assunto de pimenta, eu não estava na cozinha na hora, mas passei pela sala e a vi passando a mão no pescoço”, contou Matheus.

A mãe de Matheus, Sandra, contou que todos estavam conversando sobre as pimentas, momento em que ela pegou o vidro de pimenta, cheirou, em seguida, a filha, o marido e Thais. “Ela não provou, só cheirou. Assim que ela cheirou a pimenta, já falou que estava coçando a garganta. Larguei meu prato e fui atrás dela. Não foram 3 minutos”, disse.

Thais foi levada às pressas para a Santa Casa de Anápolis e logo foi transferida para Goiânia. A jovem teve sequelas no cérebro devido à reação alérgica severa.

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Policiais só deixaram casa após vizinha ir até o local e descobrirem que ela era a citada

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Em nota, a Polícia Civil (PC) afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial. Além disso, informou que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos.

“Ela – a policial – estava com a mão no gatilho, eu fiquei assustada e traumatizada lembrando de como ela entrou na minha casa. Minha filha estava atrás de mim com meu outro no filho no colo. Poderia ter acontecido uma fatalidade”, disse a empresária Tainá Fontenele.

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora

Em entrevista à TV Anhanguera, o empresário Thassio Silva, marido de Tainá, disse que questionou os policiais sobre para quem era o mandado, mas eles não o responderam e só disseram que iam arrombar.

“Só passava na minha cabeça que era bandido. Queremos só justiça e que isso não aconteça mais. Uma hora acontece uma tragédia. Pensa se uma arma daquela dispara”, conta o empresário.

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora e a segurou pelo pescoço após ela se revoltar com ação, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Câmeras de segurança registraram o exato momento em que os policiais chegaram a casa, por volta das 6h, no Setor Parque Industrial Santo Antônio. Nas imagens, eles aparecem próximo ao portão da casa. Uma segunda filmagem mostrou como ficou a fechadura do portão após a entrada dos agentes.

A moradora filmou a discussão com os policiais. Na gravação, ela afirmou que tem dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses que, segundo ela, acordou e estava chorando por conta do barulho e do susto quando os policiais arrombaram o portão.

Câmeras registraram momento em que policiais chegam na casa

“Quero a minha advogada, eu tenho direito. Ela meteu a mão no meu pescoço. Olha o que vocês fizeram no meu portão”, afirma a moradora na gravação.

Durante a discussão, os moradores pediram para falar o nome da pessoa para quem era o mandado. Após os policiais falarem o nome, a moradora alertou: “Quem é [essa pessoa]? O mandado está na casa errada”. Na gravação, é possível ouvir o choro de um bebê ao fundo e ver a mão da mulher tremendo.

A discussão intensifica e a gravação para após eles pedirem para ver o endereço do mandado. Conforme apurado pela TV Anhanguera, os moradores registraram um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde de quinta-feira (11).

Íntegra da nota da Polícia Civil

A Polícia Civil de Goiás reafirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial, sendo o alvo da operação localizada e presa. Eventuais abusos cometidos durante a operação já estão sendo objeto de apuração pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO.

Policiais só deixaram casa invadida por engano após vizinha ir até o local e descobrirem que ela era a citada em mandado, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado

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