26 de abril de 2026
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Fábia Cristina Santos e Douglas José de Jesus estão desaparecidos em Goianira, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

O homem que sumiu junto com a mulher quando viajavam para missa de 7º dia usa nome falso e é foragido por matar duas pessoas. Segundo a Polícia Civil, Fábia Cristina Santos e Wander José de Jesus, cujo nome verdadeiro é Douglas José de Jesus, estão juntos há cerca de 30 anos.

A polícia informou Douglas é réu por um duplo homicídio praticado em Quirinópolis em 1996 e está foragido desde a época. Após o crime, ele e Fábia, que fugiu com ele, ficaram mais de um ano sem contato com a família. Ao retornarem, o homem passou a usar o nome do irmão mais novo: Wander José de Jesus.

O g1 entrou em contato com a advogada da família do casal para pedir um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.

Os dois não são vistos desde o dia 9 de março. O casal foi flagrado por câmeras de monitoramento de um posto de gasolina no Bairro Cidade Jardim, em Goiânia, quando estava em viagem para a missa de sétimo dia do pai da mulher. O vídeo mostra quando os dois, que estavam num veículo Ford Fiesta preto, chegam ao estabelecimento e vão embora. As imagens mostram que o casal chega ao posto às 13h49 e sai de lá às 13h54 – assista abaixo.

Vídeo mostra últimas imagens do carro do casal que sumiu quando viajava

Sete minutos após abastecerem, o veículo do casal foi multado no km 27 da GO-469, em Abadia de Goiás. De acordo com o boleto da multa, o carro passou pela fiscalização excedendo a velocidade máxima da pista em mais de 50% em um via em que a velocidade máxima é de 80 km/hora, uma multa com essa especificação indica que o veículo passou pelo radar a 120 km/hora, no mínimo.

Fábia Cristina Santos e Douglas José de Jesus estão desaparecidos em Goianira; mulher mandou mensagem pedindo ajuda ao filho — Foto: Reprodução/Redes Sociais e TV Anhanguera

Um familiar, que preferiu não se identificar, disse ao g1 que Fábia é pedagoga e Wander é caminhoneiro. Eles têm dois filhos, um que ainda mora com eles e outro já casado, que, segundo a família, estão muito abalados e preocupados com o desaparecimento dos pais.

Segundo a família, às 14h17 do dia do desaparecimento, Fábia chegou a enviar uma mensagem para o filho dizendo “Me ajuda” (veja print acima). A mulher enviou outra mensagem, mas o texto foi apagado antes que o filho pudesse ler.

A família divulgou o desaparecimento dos dois. “Precisamos criar uma corrente solidária de informações. Quanto mais, mais chances temos de termos notícias deles”, disse o familiar.

Polícia Civil divulga imagem de foragido Douglas José de Jesus, veja como denunciar — Foto: Divulgação/Polícia Civil

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Criança de 4 anos é resgatada andando sozinha no meio da BR-153 — Foto: Divulgação/PRF

Uma criança de 4 anos, vestido com uma camiseta e fraldas, foi resgatada na tarde deste domingo (14) após ser encontrado por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) andando sozinho no meio da pista da BR-153, no trecho que liga Uruaçu a Porangatu, região norte de Goiás. De acordo com a PRF, o local é caracterizado por tráfego de alta velocidade.

O flagrante aconteceu quando agentes da corporação realizavam patrulhamento e viram um menino caminhando sobre a faixa de rodagem da rodovia. Eles bloquearam o trânsito de veículos no trecho enquanto realizavam o resgate e logo saíram a procura dos pais da criança.

Após conversas com moradores da região, os policiais conseguiram localizar a casa dos pais do menino há cerca de 200 metros do local onde a criança foi resgatada. Segundo a PRF, no instante em que os policiais chegaram até a residência do menino e informaram do ocorrido, os familiares ficaram abalados.

“Nós entendemos que no caso dele não havia necessidade de chamar o Conselho Tutelar, porque não foi a questão de maus-tratos. O problema é que a própria família ficou extremamente chocada e a criança muito bem cuidada pelo que relatou a vizinhança. Então foi um descuido mesmo”, disse o Inspetor Newton Morais.

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Professora denuncia que foi demitida após ter fotos nua vazadas por estudantes, em Valparaíso de Goiás — Foto: Divulgação/Bruna Barcelos

“Sinto-me feliz. A dignidade da pessoa humana precisa ser assegurada”, comemorou a professora.

Ao g1, a professora contou que documento de readmissão foi assinado na tarde desta segunda-feira (15). A previsão é que ela inicie o trabalho na nova instituição de ensino na terça-feira (16).

O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) para saber os detalhes da contratação, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Segundo a professora Bruna, o contrato anterior à demissão passará a valer novamente. Ela foi demitida em novembro de 2023.

Em nota enviada em março, a Seduc alegou que Bruna foi contratada em regime emergencial para suprir uma demanda da unidade escolar e que o desligamento dela ocorreu devido à convocação de novos professores aprovados no concurso público realizado em 2022, que assumiram, de forma efetiva, em 2023, vagas dos contratos especiais na rede pública estadual de ensino – veja nota na íntegra ao final do texto.

Um documento feito pela Escola Estadual Doutor Gerson de Faria sobre o desligamento citou o vazamento das fotos. Em resposta a um ofício em defesa da professora, a instituição afirmou que o regimento escolar estipula que os professores não podem emprestar seus celulares de uso pessoal aos alunos. A escola também destacou que as decisões foram tomadas em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que preconiza a proteção integral das crianças e seus direitos. A instituição também alegou que orientou a professora a procurar a polícia.

Ao g1, Bruna explicou que emprestou o aparelho para que os alunos pudessem tirar fotografias de um evento escolar que, posteriormente, seriam usadas em uma atividade pedagógica. No entanto, eles acessaram pastas particulares e compartilharam as imagens com os demais colegas.

A professora denunciou o vazamento das fotos na Polícia Civil. Segundo ela, a gestão da escola soube do ocorrido após uma coordenadora ver diversos estudantes reunidos e, ao se aproximar, ver que eles estavam olhando uma foto de Bruna nua.

“Eu trabalhei até o quinto horário normalmente, sem saber de nada. Enquanto estava todo mundo já sabendo da situação, eu só vim a saber às 18 horas, quando a diretora, no final do dia, me chamou para uma reunião, dizendo que era [uma conversa] só eu entre mim e ela. Mas tinham seis pessoas na sala, me senti inibida e é onde ela me passou o fato. Fiquei estarrecida”, relembrou a professora.

Após a situação, a professora contou que passou a ser destratada no ambiente escolar por parte de colegas e da gestão. Conforme a professora, ela tinha um contrato de cinco anos com a escola, e a demissão ocorreu em menos de oito meses após o início do contrato, em 2023.

Em resposta a um ofício em defesa da professora, a escola afirmou que o regimento escolar estipula que os professores não podem emprestar seus celulares de uso pessoal aos alunos. A instituição também destacou que as decisões foram tomadas em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que preconiza a proteção integral das crianças e seus direitos. Além disso, a instituição alegou que orientou a professora a procurar a polícia.

Bruna Flor de Macedo Barcelos defendeu que o celular foi emprestado porque a escola não tinha aparelhos que fizessem filmagem e que o registro do evento, que fazia parte do Mês da Consciência Negra, era importante. “Solicitar que estudantes façam o registro de uma atividade é dotá-los de autonomia tem valor imprescindível para um ser humano livre e cidadão”, afirmou.

Nota resposta da Secretaria de Estado da Educação de Goiás

Em atenção à solicitação de informações sobre o desligamento da professora Bruna Flor de Macedo Barcelos, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) responde:

– A professora em questão havia sido contratada em regime emergencial para suprir uma demanda da unidade escolar. O desligamento da profissional se deu devido à convocação em 2023 de novos professores aprovados no concurso público realizado em 2022, que assumiram, de forma efetiva, vagas dos contratos especiais na rede pública estadual de ensino;

– Sobre os fatos que envolvem a conduta da professora, a Seduc Goiás esclarece que segue a legislação de proteção à criança e adolescente, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sempre trabalhando com zelo e prezando pela harmonia e respeito entre os servidores e estudantes.

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(Foto: Reprodução)

Idoso foi socorrido por equipe médica que passou pela rodovia. Mulher e os dois homens suspeitos do crime foram presos horas depois, em Goiânia. Idoso desce para ajudar mulher em rodovia, cai em emboscada e é espancado
Reprodução/Polícia Militar
Um idoso, de 63 anos, caiu em uma emboscada enquanto dirigia na GO-060, em São Luís de Montes Belos. Segundo a Polícia Militar, a vítima parou na rodovia para ajudar uma mulher que pedia socorro, mas quando desceu do carro, foi surpreendido por dois homens que o espancaram e o esfaquearam, fugindo com o carro dele. A mulher e os dois homens suspeitos do crime foram presos horas depois, em Goiânia.
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O crime aconteceu na madrugada de domingo (14), no oeste goiano. Segundo a PM, uma equipe médica se deslocava de Goiânia para Iporá, passando pela GO-060, quando viu o idoso pedindo por ajuda na rodovia. Apesar de bastante ferido, ele conseguiu contar sobre a emboscada e passar informações sobre o carro roubado durante o crime.
A partir disso, a equipe médica levou o idoso para o Hospital Regional Geraldo Landó, onde ele foi internado em estado grave. Em seguida, a PM foi informada da situação e passou a trocar informações com outros batalhões sobre o crime.
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Trio suspeito de espancar idoso e roubar carro dele, na GO-060
Reprodução/Redes Sociais
O g1 entrou em contato com o hospital onde o idoso está internado e pediu o estado de saúde dele atualizado, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Segundo a PM, as últimas informações que a equipe recebeu é que ele tinha apresentado melhora.
No início desta manhã, uma equipe localizou o carro do idoso próximo à Praça do Ratinho, no Setor Oeste de Goiânia. Os dois homens e a mulher, descritos pela vítima, também estavam no local e acabaram presos em flagrante pelo crime de latrocínio tentado. A PM detalhou que dentro do carro os militares encontraram manchas de sangue.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/04/14/idoso-desce-para-ajudar-mulher-em-rodovia-cai-em-emboscada-e-e-espancado-por-ladroes-diz-policia.ghtml

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Idoso desce para ajudar mulher em rodovia, cai em emboscada e é espancado — Foto: Reprodução/Polícia Militar

Um idoso, de 63 anos, caiu em uma emboscada enquanto dirigia na GO-060, em São Luís de Montes Belos. Segundo a Polícia Militar, a vítima parou na rodovia para ajudar uma mulher que pedia socorro, mas quando desceu do carro, foi surpreendido por dois homens que o espancaram e o esfaquearam, fugindo com o carro dele. A mulher e os dois homens suspeitos do crime foram presos horas depois, em Goiânia.

O crime aconteceu na madrugada de domingo (14), no oeste goiano. Segundo a PM, uma equipe médica se deslocava de Goiânia para Iporá, passando pela GO-060, quando viu o idoso pedindo por ajuda na rodovia. Apesar de bastante ferido, ele conseguiu contar sobre a emboscada e passar informações sobre o carro roubado durante o crime.

A partir disso, a equipe médica levou o idoso para o Hospital Regional Geraldo Landó, onde ele foi internado em estado grave. Em seguida, a PM foi informada da situação e passou a trocar informações com outros batalhões sobre o crime.

Trio suspeito de espancar idoso e roubar carro dele, na GO-060 — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O g1 entrou em contato com o hospital onde o idoso está internado e pediu o estado de saúde dele atualizado, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Segundo a PM, as últimas informações que a equipe recebeu é que ele tinha apresentado melhora.

No início desta manhã, uma equipe localizou o carro do idoso próximo à Praça do Ratinho, no Setor Oeste de Goiânia. Os dois homens e a mulher, descritos pela vítima, também estavam no local e acabaram presos em flagrante pelo crime de latrocínio tentado. A PM detalhou que dentro do carro os militares encontraram manchas de sangue.

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A empresária Thaís Fontenele, que teve a casa invadida por engano durante uma operação em Aparecida de Goiânia (GO), disse que os policiais foram agressivos e até debocharam da situação. Em sua primeira entrevista após o caso, ela relatou momentos de terror após ter o portão da casa arrombado, ver uma policial com a arma em punho e saber que seus filhos estavam atrás dela.

À TV Anhanguera, ela disse:

“Foi aterrorizante. Minha filha estava atrás de mim e a policial com a arma em punho. Poderia acontecer uma fatalidade dentro da minha casa”.

Reveja a cena, que foi gravada pela moradora:


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Os policiais chegaram na casa, que fica no setor Parque Industrial Santo Antônio, por volta das 6h do último dia 11 de março. Segundo os moradores, eles não se identificaram e arrombaram o portão.

Thaís afirmou que o barulho dos policiais arrombando o portão da casa acordou os filhos dela, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses. No vídeo, é possível ouvir o choro do bebê, que, segundo a moradora, estava no colo da filha atrás dela.

Ela disse:

“Eles batiam tão forte que falei para o meu marido abrir o portão. Antes de abrir, a policial já estava com a arma em punho. Nunca passei por isso”.

A empresária ainda disse que os agentes depois debocharam do ocorrido:

“Fizeram sarcasmo. O policial jogou beijo, piscou para mim e disse: ‘vai lá na Corregedoria’. Eles falaram que não iria dar em nada”.

O casal registrou um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde do último dia 11 de abril e, segundo a moradora, eles vão entrar com um processo contra os policiais e contra o estado.

Em nota, a Polícia Civil (PC) informa que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos. Além disso, afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial.

Com informações de G1 e Metrópoles.



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O presidente da Federação da Indústria de Goiás (Fieg), Sandro Mabel (União Brasil), fez uma autocrítica nesta sexta-feira (12) e reconheceu que errou ao ter predeterminado o perfil de uma mulher evangélica para a escolha da vice em sua chapa nas eleições 2024 e reforçou aquilo que o MDB e o Palácio das Esmeraldas tem pregado: a realização de uma pesquisa qualitativa para elucidar a escolha. 

“Talvez tenha sido um erro meu até porque eu gosto muito de mulheres na administração. Talvez tenha sido um erro colocar essa qualificação. Eu acho até que a pesquisa [qualitativa] vai mostrar isso, mas não quero colocar isso neste momento. As pesquisas vão mostrar e dentro disso, vamos dialogar com os partidos”, destacou durante uma coletiva com a imprensa na manhã desta sexta-feira (12).

O Mais Goiás já mostrou que Mabel recebeu a sugestão de, assim como ele foi escolhido pré-candidato da base do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) a partir de pesquisas qualitativas, que o vice também fosse determinado pelo mesmo método. O conselho foi dado pelo vereador Sandes Júnior (MDB) na reunião entre o pré-candidato e vereadores de Goiânia, na Câmara Municipal. 

O MDB e setores do Palácio que fazem a articulação política decidiram acatar a sugestão e assim será feito. “Vamos fazer uma pesquisa qualitativa como foi feita para o prefeito. O Ronaldo Caiado me escolheu não porque ele me acha bonito, mas porque as pesquisas indicaram que tenho capacidade de gestão e articulação política”, salientou.

Para ele a definição do vice será muito importante, dado o contexto que o Paço Municipal vive atualmente: com Maguito Vilela (MDB), eleito, mas não exercendo o mandato a partir do óbito em decorrência da Covid-19, Rogério Cruz, então na condição de vice, assume definitivamente. Para Mabel, Goiânia não pode repetir o mesmo “trauma”.

“Hoje tem uma preocupação na cabeça do eleitor até pelo trauma que se passou na eleição do Maguito e a entrada do Rogério, é quem será o vice. Essa é uma pergunta que nunca surgiu em eleições e começa a aparecer em Goiânia. Vamos ver o que o eleitor busca e dentro dos partidos vamos ver qual o perfil apontado pelas pesquisas”, destacou.

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Policiais só deixaram casa após vizinha ir até o local e descobrirem que ela era a citada

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Em nota, a Polícia Civil (PC) afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial. Além disso, informou que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos.

“Ela – a policial – estava com a mão no gatilho, eu fiquei assustada e traumatizada lembrando de como ela entrou na minha casa. Minha filha estava atrás de mim com meu outro no filho no colo. Poderia ter acontecido uma fatalidade”, disse a empresária Tainá Fontenele.

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora

Em entrevista à TV Anhanguera, o empresário Thassio Silva, marido de Tainá, disse que questionou os policiais sobre para quem era o mandado, mas eles não o responderam e só disseram que iam arrombar.

“Só passava na minha cabeça que era bandido. Queremos só justiça e que isso não aconteça mais. Uma hora acontece uma tragédia. Pensa se uma arma daquela dispara”, conta o empresário.

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora e a segurou pelo pescoço após ela se revoltar com ação, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Câmeras de segurança registraram o exato momento em que os policiais chegaram a casa, por volta das 6h, no Setor Parque Industrial Santo Antônio. Nas imagens, eles aparecem próximo ao portão da casa. Uma segunda filmagem mostrou como ficou a fechadura do portão após a entrada dos agentes.

A moradora filmou a discussão com os policiais. Na gravação, ela afirmou que tem dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses que, segundo ela, acordou e estava chorando por conta do barulho e do susto quando os policiais arrombaram o portão.

Câmeras registraram momento em que policiais chegam na casa

“Quero a minha advogada, eu tenho direito. Ela meteu a mão no meu pescoço. Olha o que vocês fizeram no meu portão”, afirma a moradora na gravação.

Durante a discussão, os moradores pediram para falar o nome da pessoa para quem era o mandado. Após os policiais falarem o nome, a moradora alertou: “Quem é [essa pessoa]? O mandado está na casa errada”. Na gravação, é possível ouvir o choro de um bebê ao fundo e ver a mão da mulher tremendo.

A discussão intensifica e a gravação para após eles pedirem para ver o endereço do mandado. Conforme apurado pela TV Anhanguera, os moradores registraram um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde de quinta-feira (11).

Íntegra da nota da Polícia Civil

A Polícia Civil de Goiás reafirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial, sendo o alvo da operação localizada e presa. Eventuais abusos cometidos durante a operação já estão sendo objeto de apuração pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO.

Policiais só deixaram casa invadida por engano após vizinha ir até o local e descobrirem que ela era a citada em mandado, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado

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Há um desrespeito generalizado aos direitos dos moradores, diz ministro do STJ

Rogério Schietti Cruz, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), afirmou que, na prática, são raras as decisões favoráveis para indenizações em casos de erros dos agentes públicos. O magistrado comentava sobre o caso em que policiais civis arrombaram um portão e invadiram uma casa por engano durante o cumprimento de um mandado, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana de Goiânia.

‘É muito raro vermos tanto a iniciativa de mover ações contra o Estado quanto a própria decisão favorável em situações como essa. E, algumas vezes, o valor arbitrado não chega a ser um valor que iniba as autoridades a continuar procedendo de maneira ilegal, como temos visto em muitas ocasiões”, disse Rogério Schietti Cruz.

O cumprimento do mandado aconteceu na quinta-feira (11). Um vídeo mostra quando os policiais tentam interromper a gravação da moradora e, em seguida, percebem o erro (veja abaixo). Nas imagens, uma policial aparece apontando uma arma para uma mulher que não tem relação com o mandado.

Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado

O ministro ressaltou que, apesar da raridade, esses casos cabem indenizações e julgamentos no STJ mostram essa possibilidade.

“São situações em que o Estado tem uma responsabilidade objetiva, de indenizar, reparar o prejuízo causado. Neste caso, comprovada a existência de uma conduta irregular por parte dos agentes do Estado, caberia, sim, uma indenização. Agora, na prática, nós não vemos isso acontecer”, disse.

Em nota, a Polícia Civil (PC) informou que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos. Além disso, disse que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial.

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora e a segurou pelo pescoço após ela se revoltar com ação, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em entrevista à TV Anhanguera, a moradora da casa, a empresária Tainá Fontenele, disse que ficou traumatizada com a situação.

“Ela [policial] estava com a mão no gatilho, eu fiquei assustada e traumatizada lembrando de como ela entrou na minha casa. Minha filha estava atrás de mim com meu outro no filho no colo. Poderia ter acontecido uma fatalidade”

Ao filmar a discussão com os policiais, a moradora da casa afirmou que tem dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses que, segundo ela, acordou e estava chorando porque os policiais arrombaram o portão.

Imagens também mostram o momento em que policiais invadem a casa e uma policial aponta a arma para o rosto da moradora e a segura pelo pescoço (veja abaixo).

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora

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Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora

“Só passava na minha cabeça assim: é bandido”, afirmou o morador em entrevista à TV Anhanguera.

O portão da casa de Thassio e de Tainá Fontenele foi arrombado por volta das 6h desta quinta-feira (11). A ação da Polícia Civil (PC) foi registrada pelas câmeras de segurança e filmada pela moradora (assista os vídeos acima).

Em nota, a PC afirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade e, além disso, informa que a Superintendência de Correições e Disciplina apura os “supostos abusos” cometidos.

Thassio contou à TV Anhanguera que antes de ter o portão arrombado tentou conversar com os policiais. Ele diz que perguntou para quem era o mandado e que alertou que era um engano, mas mesmo assim teve a casa invadida.

“Eu falei assim: vocês estão com o mandado? Identifica para mim? Ele nem me respondeu. Eu falei que eles estavam com algum engano”, detalhou.

Morador que teve casa invadida por engano em operação diz que alertou policiais do erro e mesmo assim teve portão arrombado – Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Câmeras registraram momento em que policiais chegam na casa

Câmeras de segurança registraram o exato momento em que os policiais chegam na casa, por volta das 6h, no Setor Parque Industrial Santo Antônio. Nas imagens, eles aparecem próximo ao portão da casa. Uma segunda filmagem mostra como ficou a fechadura do portão após a entrada dos agentes.

A moradora filmou a discussão com os policiais. Na gravação, ela afirma que tem dois filhos, uma menina de 9 anos e um menino de 2 meses que, segundo ela, acordou e estava chorando por conta do barulho e do susto quando os policiais arrombaram o portão.

“Quero a minha advogada, eu tenho direito. Ela meteu a mão no meu pescoço. Olha o que vocês fizeram no meu portão”, afirma a moradora na gravação.

Policial denunciada por invadir casa errada apontou arma contra o rosto de moradora e a segurou pelo pescoço após ela se revoltar com ação, em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A discussão intensifica e a gravação para após eles pedirem para ver o endereço do mandado. Conforme apurado pela TV Anhanguera, os moradores registraram um Boletim de Ocorrência (BO) na tarde desta quinta-feira (11).

Policiais arrombam portão e invadem casa por engano durante cumprimento de mandado

Íntegra da nota da Polícia Civil

A Polícia Civil de Goiás reafirma que os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade, conforme deferimento de ordem judicial, sendo o alvo da operação localizada e presa. Eventuais abusos cometidos durante a operação já estão sendo objeto de apuração pela Superintendência de Correições e Disciplina da PCGO.

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