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Adolescente é morta a facadas e jogada em cisterna pelo namorado de 63 anos
Lidiane 9 de junho de 2024
Planaltina de Goiás (GO) — O corpo da adolescente Anna Carolina Silva, de 15 anos, foi encontrado dentro de uma cisterna no bairro Jardim Paquetá, em Planaltina de Goiás, na noite de quinta-feira (6). A vítima estava desaparecida há 10 dias. O cadáver da jovem apresentava ferimentos no pescoço, possivelmente causados por facadas. Ela também teve as mamas, uma perna e uma de suas mãos cortadas. A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) não precisou se essas partes do corpo foram completamente arrancadas ou se tinham apenas ferimentos.
O principal suspeito do crime é um homem de 63 anos, que manteve um relacionamento amoroso com a vítima nos últimos 40 dias. Ele é dono do lote onde o corpo da garota foi encontrado. O suspeito foi preso e conduzido pela Polícia Militar de Goiás (PMGO) à central de flagrantes de Formosa, Entorno do Distrito Federal.
O homem confessou o crime e disse que adolescente teria ameaçando matar as filhas e a ex-mulher dele. Segundo o suspeito, a vítima teria dito que continuaria frequentando o imóvel onde ele morava, para ficar com parte do bem e extorqui-lo. O suspeito também comentou que a menina foi até sua casa em 28 de maio, com outro homem, informando que iria para outro estado, que pegaria alguns pertences e o denunciaria caso ele a proibisse.
No dia seguinte, a jovem voltou ao imóvel e acabou dormindo no sofá da casa. Temendo que ela cumprisse as ameaças, ele esfaqueou a adolescente, utilizou o forro do sofá para cobrir o corpo e jogou a vítima dentro da cisterna que havia no terreno da casa.
A PCGO vai investigar se as informações repassadas pelo suspeito são verídicas. Porém, até o momento, não há evidências que comprovem as supostas ameaças sofridas pelo idoso. O suspeito foi preso em flagrante por homicídio e ocultação de cadáver.
*Com informações do Metrópoles
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De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), outras quatro pessoas tiveram ferimentos graves. Vereador envolvido no acidente está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Acidente na BR-153 deixa mortos e feridos, entre Jaraguá e Rialma
Reprodução/TV Anhanguera
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Avó, neto e filha morreram em um acidente que aconteceu na BR 153, entre Jaraguá e Rialma, região central de Goiás. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), outras quatro pessoas sofreram ferimentos graves.
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O acidente aconteceu na noite de sexta-feira (8). Em nota, a Prefeitura Municipal de Nova Glória manifestou solidariedade ao vereador Alanziel Morais, que estava no carro com a três pessoas que morreram. “Que ele tenha muita força e fé para superar esta fase difícil, contando sempre com o suporte e o carinho de todos nós”, diz a nota.
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Segundo o Corpo de Bombeiros, os feridos foram encaminhados ao Hospital Estadual de Jaraguá. O g1 não conseguiu saber o estado de saúde atualizado dele.
O irmão do vereador, Alaniel Morais, contou que os dois carros bateram de frente. Segundo ele, o vereador passou por cirurgias e está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/06/08/acidente-deixa-mortos-e-feridos-na-br-153.ghtml
O monólogo “Cora do Rio Vermelho” com Raquel Penner e direção de Isaac Bernat reúne textos e poemas que falam sobre a força feminina e a alma da mulher brasileira
Há mais de dois anos em cartaz, lotando os teatros do País, o monólogo “Cora do Rio Vermelho”, chega em Campo Grande. Com a dramaturgia assinada por Leonardo Simões, direção de Isaac Bernat, e monólogo com Raquel Penner, a peça celebra os 135 anos de uma das mais marcantes figuras da literatura brasileira. Patrocinado pela Petrobras, a peça terá sessão única no Teatro Glauce Rocha, às 19h, na quinta-feira (13).
Com sucesso de público e de crítica em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, agora, chegou a vez de Mato Grosso do Sul receber o trabalho. Os ingressos estão disponíveis pelo site, e também estarão disponíveis para aquisição na bilheteria física do Teatro Glauce Rocha momentos antes da sessão.
O espetáculo teatral faz parte do projeto “Cora do Rio Vermelho – no coração do Brasil”, que celebra os 135 anos de nascimento da eterna doceira goiana, com patrocínio oficial da Petrobras e o incentivo fiscal da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Governo Federal. O estado natal de Cora, está entre as 11 cidades das regiões Centro-Oeste e Norte onde haverá apresentações: Pirenópolis, Cidade de Goiás, Goiânia, Brasília, Porto Velho, Cacoal, Campo Grande, Dourados, Palmas, Belém e Cuiabá.
Em “Cora do Rio Vermelho” (o título se refere ao rio que banha Goiás), a atriz se torna uma contadora de histórias atravessada pelo amor e pela entrega que Cora dedicou a sua tradição e a sua gente.
Oficina gratuita
Além do espetáculo, o projeto contará com a Oficina “Frutos da Terra”, ministrada pelo próprio diretor da peça, Isaac Bernat, que será ministrada nos dias 13 e 14 de junho (quinta e sexta-feira), das 10h às 14h. As inscrições, aqui, são gratuitas e o curso será ministrado nas dependências da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), situada na Av. Dom Antônio Barbosa, 4.155 – Vila Santo Amaro, em Campo Grande.
A oficina será realizada a partir da sua pesquisa de Bernat sobre o griot africano Sotigui Kouyaté, que vai desenvolver – através de exercícios de sensibilização – o papel que o ato de contar histórias individualmente e em grupo pode ter no reconhecimento da identidade do ator e/ou do indivíduo como parte da sociedade. O trabalho faz parte da pesquisa sobre os griots, que são os mestres da palavra e a memória do continente africano. Será desenvolvido um trabalho ligado às origens e à ancestralidade, a partir das memórias e histórias de cada participante. A Oficina dialoga com a proposta do Programa Petrobras Cultural que investe na criatividade, na inspiração e na transformação que esse tipo de ação pode estimular na sociedade.
Cora do Rio Vermelho
O espetáculo com a atriz Raquel Penner, faz um passeio pela vida e a obra da poeta, contista e doceira Cora Coralina. A montagem propõe uma relação de cumplicidade entre a atriz e a plateia, com momentos intimistas e divertidos.
A peça nasceu da vontade da atriz Raquel Penner montar o seu primeiro monólogo. Para ter ideias, ela começou a anotar frases, desejos e pensamentos soltos que, frequentemente, falavam sobre o universo da mulher brasileira. Ao reler a obra de Cora Coralina, percebeu que a poesia e os contos da escritora e doceira goiana iam justamente ao encontro de sua inquietação artística.
A atriz diz que esse se trata de um trabalho “forte e delicado”, assim como a escrita da poeta. “Cora Coralina foi uma mulher múltipla e libertária. Removeu pedras e abriu caminhos para outras mulheres. Há pouco mais de 15 anos, tive meu primeiro encontro com ela, em uma exposição, no Rio de Janeiro. Fiquei encantada por aquela senhora do interior do Brasil que falava firme e cantado, fazia doces e escrevia poesia, celebrava a vida e a simplicidade. Quando a reencontrei, a partir de um livro do Drummond, percebi que tudo o que eu queria dizer no palco estava ali”, lembra Raquel.
Escritora Cora Coralina
Pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, Cora Coralina (1889 – 1985) é considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras. Nascida na cidade de Goiás, ela viveu mais de quatro décadas em São Paulo.
Apesar de escrever seus versos desde a adolescência, ganhava a vida como doceira, e seu primeiro livro só foi publicado em junho de 1965, quando tinha quase 76 anos de idade. Escreveu sobre os lugares onde viveu, as pessoas com as quais se relacionou e a natureza que observava.
“Quando Raquel me convidou para dirigir “Cora”, meu coração se encheu de alegria. Há anos, uma das célebres frases da poeta conduz o meu comportamento artístico e profissional: ‘Todo trabalho é digno de ser bem-feito.’ E esta mesma frase também orienta o que espero e procuro oferecer às pessoas. Como bem disse Carlos Drummond de Andrade: ‘Na estrada que é Cora Coralina passam o Brasil Velho e o atual, passam as crianças e os miseráveis de hoje. O verso é simples, mas abrange a realidade vária’”, celebra o diretor Isaac Bernat.
A dramaturgia reúne passagens de sua vida e diversos poemas retirados dos livros “Vintém de cobre – meias confissões de Aninha”; “Meu Livro de Cordel”; “Villa Boa de Goyaz”; e “Poemas dos becos de Goiás e estórias mais”. “A partir de um recorte sensível de obras feito pela Raquel e com a toada poética de Cora, busquei nessa abordagem teatral uma geografia de sensibilidade e memórias, uma paisagem sonora que a atriz observa e traduz a partir do simbólico quarto de escrita, mesclada aos seus fazeres de doçura”, explica o autor Leonardo Simões.
Ao longo da encenação, aparecem algumas músicas populares, unindo vozes femininas de cantoras-atrizes do cenário teatral brasileiro: Aline Peixoto, Chiara Santoro, Clara Santhana, Cyda Moreno e Soraya Ravenle.
Vídeo em que jovem simula chilique após receber da mãe presente que não gostou foi inspirado em história real, diz criadora de conteúdo | Goiás
Lidiane 8 de junho de 2024
Jovem viraliza na web ao simular chilique após receber da mãe presente que não gostou
A criadora de conteúdo Sarah Moreno, que interpreta a mãe da jovem que se joga no chão e reclama por não ter ganhado um celular de última geração, contou ao g1 que a ideia do vídeo surgiu de uma história real enviada por uma seguidora. A gravação, feita na Rodoviária de Goiânia, foi armada para observar a reação das pessoas ao redor, como uma forma de “teste social” (assista acima).
“A ideia surgiu quando uma seguidora nos procurou, pois queria juntar dinheiro para comprar um iPhone 15 para a filha que completaria 20 anos. Ela disse que já tinha uma parte do valor que daria para comprar o iPhone 13, mas a filha não queria, queria o mais atual”, disse a criadora de conteúdo.
Sarah Moreno contou que, a partir do pedido da seguidora, teve a ideia de fazer o “teste social” com a colega Sabrina Santos, que interpreta a filha. “Com esse experimento social, podemos tanto observar a reação das pessoas ali ao vivo quanto a reação de quem assiste ao vídeo. Muitos ainda estão indignados com aquele ‘show’. Falam em agressão, colocam a culpa na mãe”, disse.
No vídeo, é possível ver quando mãe e filha caminhavam pelas plataformas de embarque na rodoviária. A jovem, o tempo todo, exigia um iPhone 15 por não ter gostado do aparelho que a mãe lhe deu, um iPhone 13. Ela gritou e brigou com a mãe, e até se jogou no chão. Nas redes sociais, o vídeo tem mais de 10 milhões de visualizações
Estamos um pouco assustadas por muitos não entender a mensagem que gostaríamos de transmitir, que é justamente a questão de estarmos vivenciando uma geração de adultos na casa dos 20 ou 30 anos, que vivem às custas dos pais e acham que realmente os pais têm essa obrigação.
No vídeo, é possível ver que as pessoas observavam a confusão, mas não interviram. A maioria apenas trocou olhares nervosos.
A publicação foi feita na terça-feira (4) com a legenda “o que você faria se fosse com você?”. Nos comentários muitas pessoas acreditaram que a situação era real e reprovaram a atitude da menina, enquanto outras criticaram a mãe.
“Esse problema não começou no iPhone 15. Só digo isso”, disse um internauta.
“Errada é essa mãe, pôs filha no mundo e não soube educar”, comentou outro.
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ANDRÉ FONTENELLE
PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Assim que a polonesa Iga Swiatek ganhou o primeiro ponto da final deste sábado (8) contra a italiana Jasmine Paolini, um gaiato gritou em francês, da arquibancada da quadra central de Roland Garros: “Vai, Jasmine, ainda não acabou!”
Ainda não tinha acabado, claro, mas poucos tinham dúvida sobre o desfecho da final feminina do Aberto da França. Em apenas 68 minutos, Swiatek saiu vencedora com parciais de 6/2 e 6/1.
É o terceiro triunfo consecutivo de Swiatek, 23, em Roland Garros, e o quarto em cinco anos. Ela só tem mais um título de Grand Slam, o Aberto dos EUA de 2022.
A hegemonia da polonesa na quadra francesa levou a uma inevitável comparação com o “rei do saibro”, o espanhol Rafael Nadal, quatorze vezes campeão em Roland Garros. Este ano, prejudicado por lesões e cirurgias, Nadal, 38, foi eliminado na primeira rodada, naquela que pode ter sido sua última participação no torneio.
A imprensa francesa cunhou até um verbo para definir o domínio de Swiatek: disseram que ela está “nadalizando” Roland Garros. Este ano, ela chegou a vencer uma partida por 6/0 e 6/0. Perdeu apenas um set em todo o torneio, na segunda rodada, contra a japonesa Naomi Osaka.
Foi, porém, um enorme susto: Osaka, ex-número 1 do mundo, chegou a estar a um ponto da vitória. A polonesa precisou mostrar outra de suas qualidades, a resiliência, para virar a partida.
Na primeira vez que ouviu o neologismo, Swiatek não entendeu direito. Depois da explicação, se disse honrada: “Nunca esperaria que alguém me comparasse a Rafa. É bacana ser mencionada na mesma frase que ele.”
A número 1 do mundo atribui sua afinidade com Roland Garros à lentidão do piso de saibro. “Eu posso me defender melhor e tenho mais tempo para atacar.”
A sorridente Paolini, 28, número 15 do mundo, que disputava sua primeira final de Grand Slam e em Roland Garros nunca passara da segunda rodada, defendeu-se com bravura.
A italiana chegou a quebrar o serviço da adversária já no terceiro game e liderar por 2/1. Mas Iga devolveu a quebra logo depois e venceu todos os demais games do primeiro set.
Distribuindo paralelas e cruzadas e fazendo a pequena italiana (1,63 metro) correr de um lado para o outro da quadra, Swiatek não demonstrou a menor piedade. “Iga para presidenta!”, gritou um fã, provavelmente polonês, a dois games do final.
O público parisiense, mais animado este ano que de costume, a ponto de terem proibido bebidas alcoólicas nas arquibancadas no meio do torneio, incentivou a azarã o quanto pôde. Mas a sensação de inevitabilidade tomou conta rapidamente de Roland Garros.
O tri consecutivo da polonesa é um feito raro. Na era profissional, desde 1968, apenas duas mulheres venceram Roland Garros três vezes seguidas: a iugoslava (nascida na Sérvia) Monica Seles (1990 a 1992) e a belga Justine Henin (2005 a 2007). A recordista de títulos é a americana Chris Evert, com sete.
Desde que o torneio se tornou internacional, em 1925, nunca houve uma campeã quatro vezes consecutivas. Duas francesas conseguiram o tetra antes disso, Jeanne Matthey (1909-12) e Suzanne Lenglen (1920-23).
Neste domingo, Roland Garros terá um campeão masculino que não se chama Rafael Nadal ou Novak Djokovic pela primeira vez desde o suíço Stan Wawrinka, em 2015. Disputam a final o espanhol Carlos Alcaraz e o alemão Alexander Zverev.
Criança morre após se afogar em piscina de espaço de evento, em Goiás | Goiás
Lidiane 8 de junho de 2024
Uma criança morreu após se afogar na piscina de um espaço de eventos onde o pai trabalhava, em Anápolis, a 55km de Goiânia. A menina de 2 anos chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
O caso aconteceu na tarde desta sexta-feira (07), no bairro Residencial Jandaia. Segundo o relato da Polícia Militar, o pai da criança estava trabalhando no local na limpeza de um banheiro junto com outro filho, de 11 anos.
Em determinado momento, segundo os policiais, os dois perceberam que a menina tinha saído de perto deles. Eles foram procurar e a encontraram afogada na piscina.
Com a ajuda de outros trabalhadores, o pai levou a menina às pressas para uma unidade de saúde no bairro Adriana Parque. No local, os médicos tentaram reanimar a criança, que não reagiu.
Funcionários do posto médico chegaram a pedir apoio do Serviço de Atendimento Móvel (SAMU) para que a menina fosse transferida de unidade, mas quando os socorristas chegaram apenas confirmaram o óbito.
A Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realizar os devidos procedimentos legais e padrão. O caso é tratado como morte acidental.
O Corpo de Bombeiros de Goiás afirma ter atendido 64 casos de afogamento em 2024, até o último dia 5 de maio. Não há, porém, a especificação de quantas dessas vítimas eram crianças.
No ano passado, os bombeiros atenderam 179 casos de afogamento em Goiás. Nos meses de julho e outubro foram 22 casos cada.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Um homem que estava foragido há quase 30 anos por matar o ex-namorado da noiva dele, em Sanclerlândia, no centro de Goiás, foi preso nos Estados Unidos (EUA).
Segundo a Polícia Civil d Goiás (PC-GO), o crime foi praticado por ciúmes.
Foragido por matar ex da noiva
O homem que não teve a identidade revelada foi preso nessa quinta-feira (6), em Charleston, na Carolina do Sul.
De acordo com a polícia, o crime ocorreu em Sanclerlândia no ano de 1996 e na ocasião, o homem deu três tiros no ex-namorado da noiva dele. no qual dois dos disparos atingiu as costas da vítima.
Na época,. o homem foi condenado a 12 anos de prisão, mas estava foragido.
A Delegacia Estadual de Capturas (Decap) identificou onde o homem estava morando com a esposa, que é cidadã americana, e pediu a inclusão do nome dele na lista da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).


Durante as investigações, com o apoio da Polícia Federal, a Decap conseguiu informar as autoridades policiais norte-americanas, que foi a responsável por prender o condenado.
Com base na Polícia Civil, o homem será deportado para o Brasil, onde será preso e cumprirá a pena pelo crime.
Até o momento, nenhuma defesa do condenado se posicionou à respeito do caso.
Adolescente morre dias após sofrer acidente que matou amiga depois de saírem de rodeio em Goiás | Goiás
Lidiane 8 de junho de 2024
“Eles são só amigos mesmo. Eles perderam o controle na curva de uma ponte de uma GO que está em obras”, explicou Charley.
O acidente aconteceu na GO-447, na ponte do Distrito de Vazante, no sábado (1º). Uma adolescente de 15 anos morreu no local e, além da vítima de 17 anos, o jovem de 22 anos foi levado para o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN). Os nomes das três vítimas não foram divulgados.
O g1 solicitou o estado de saúde do paciente levado para o HCN, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A adolescente de 17 anos ficou quatro dias internada no Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Heana). A unidade confirmou na manhã deste sábado (8) a morte da paciente no último dia 5 de junho. O hospital não informou a causa da morte da adolescente.
Segundo o secretário de saúde Luiz Antônio Pinheiro, de São Domingos, na região nordeste de Goiás, a família e os amigos da adolescente se despediram dela na quinta-feira (6), durante o velório da vítima. Pinheiro ainda destacou que a adolescente estudava e morava em São Domingos.
Picape cai de ponte, mata adolescente e deixa feridos em Goiás
O Corpo de Bombeiros de Campos Belos foi ao local e populares disseram que as vítimas foram retiradas por moradores. Os feridos foram levados a uma unidade de saúde da região e depois para as cidades de Anápolis e Uruaçu.
Após o acidente, a prefeitura de Divinópolis de Goiás chegou a lamentar a morte da adolescente em uma publicação nas redes sociais.
“Nesse momento de dor, solidarizamos com os familiares e amigos e expressamos os nossos sinceros sentimentos”, escreveu.
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VÍDEOS: últimas notícias de trânsito em Goiás
Museu da Imagem e do Som de Goiás sedia a oficina gratuita “Fotocolagem Criativa” nesta quinta-feira (13/06)
Lidiane 8 de junho de 2024

Serão disponibilizadas 16 vagas por meio do projeto Expressões Sesc Artes
O Museu da Imagem e do Som de Goiás (MIS), unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), sedia a oficina “Fotocolagem Criativa”, com a artista visual, artesã e educadora Fernanda Porto, nesta quinta-feira (13/06), das 14h às 18h. A iniciativa faz parte do projeto Expressões Sesc Artes, do Sesc Goiás.
Serão disponibilizadas 16 vagas, para pessoas a partir de 14 anos. A participação é gratuita, por meio de inscrição via formulário on-line (forms.office.com/r/eAWSeKCPFv). Mais informações estão disponíveis no site www.sescgo.com.br.
A proposta da oficina é explorar a colagem enquanto técnica mista, com fotografias que relatam uma história familiar ou de amigos, utilizando a modalidade de fanzine em papel como suporte para criação do álbum da história. Os participantes devem levar, no dia da oficina, no mínimo 8 fotografias reveladas ou cópias de fotos impressas no tamanho aproximado de 15×20 cm, com o tema registros de família ou amigos.
Sobre a oficineira
Fernanda Porto nasceu em Goiânia. Cursou artes visuais na Universidade Federal de Goiás (UFG). Professora aposentada da Seduc/Go, ela ministra aulas na Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França, é membro da Associação Goiana dos Artistas Visuais (AGAV) e Fórum de Mulheres Goianas da Cultura.
Seu interesse pela pintura surgiu na infância e ao longo de sua carreira atuou em áreas afins como curadora, marchande, produtora cultural e educadora. Durante a pandemia, resgatou a essência de seu caminho como artista visual. Atualmente, participa com frequência de exposições e projetos culturais. Papel, colagem, bordado, aquarela e instalação estão sempre presentes em suas criações.
Serviço
Oficina: “Fotocolagem Criativa”, com Fernanda Porto
Data: 13/06/24 (quinta-feira)
Horário: 14h às 18h
Local: Museu da Imagem e do Som de Goiás/Edifício Marietta Telles Machado – Praça Cívica, 2 – St. Central, Goiânia
Conheça a cidade que é a capital italiana de Goiás e que recebe um número de turistas 12 vezes maior que o de habitantes durante festival | Goiás
Lidiane 8 de junho de 2024
Música, dança e muita comida tradicional transformam a cidade de Nova Veneza na capital italiana de Goiás. Localizada na Região Metropolitana de Goiânia, a cidade sedia o 18º Festival Italiano, que deve atrair cerca de 120 mil turistas em 2024.
Em 2024, quando a comunidade italiana no Brasil celebra os 150 anos de imigração, uma lei aprovada na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) concedeu a Nova Veneza o título de Capital Italiana de Goiás.
Nova Veneza possui 9.481 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como o festival recebe cerca de 120 mil visitantes por ano, o número de turistas que visitam a cidade nos quatro dias de evento é quase 12 vezes maior que o de moradores.
Desse total, pelo menos um terço trabalha na realização do festival. A prefeitura da cidade afirma que o ganho das famílias envolvidas na festa equivale a um 14º salário, que movimenta a economia local mesmo depois do fim do festival.
De acordo com a organização do Festival Italiano, 60% da população de Nova Veneza é descendente de italiano.
A história da cidade de Nova Veneza começa nos anos de 1912, quando uma família de imigrantes italianos se mudou para a região. Os “Stival” vieram de uma província localizada na região de Veneto, na Itália, em busca de melhores condições de trabalho e de vida.
A família comprou uma propriedade rural e se instalou na região. Doze anos depois, o patriarca João Estival dividiu parte de suas terras em lotes e ofereceu a lavradores, comerciantes e outros profissionais que tivessem interesse em se instalar no local.
O loteamento dos terrenos foi registrado em cartório em 5 de junho de 1924, motivo pelo qual o Festival Italiano é realizado anualmente nessa data.
Também foi a família Stival que doou o terreno onde foi construída a Igreja Nossa Senhora do Carmo. Em volta dela, o comércio e a área urbana da cidade se desenvolveram.
A região onde hoje está a cidade de Nova Veneza ficou conhecida como “Colônia de Italianos”, até que sua denominação foi alterada para Goianás, por causa dos conflitos da Segunda Guerra Mundial. Somente em 1958 a cidade recebeu o nome de Nova Veneza .
A economia do município é impulsionada pelo turismo, mas a aptidão para o cultivo de alimentos que veio a Goiás com os italianos ainda reflete nas atividades de trabalho de Nova Veneza. Depois do turismo, a agropecuária é a principal atividade econômica da cidade, que se destaca pela produção de hortaliças.
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