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Pedido foi feito depois que agências de inteligência holandesa e alemã afirmaram ter evidências do uso de munições tóxicas proibidas
A Ucrânia solicitou à OPCW (Organização para a Proibição de Armas Químicas) nesta 3ª feira (8.jul.2025) que investigue o uso de munições tóxicas proibidas pela Rússia contra forças ucranianas. As informações são da Reuters.
O país pede o estabelecimento de um mecanismo “independente e imparcial” para investigar casos de suposto uso de armas químicas em seu território.
No documento, a Ucrânia pede que o mecanismo tenha poderes para “coletar evidências adicionais e identificar perpetradores, organizadores e patrocinadores de tal uso”.
A iniciativa veio depois de agências de inteligência da Holanda e da Alemanha apresentarem evidências sobre o uso sistemático de armas químicas pelas forças russas ao longo do conflito, que começou em fevereiro de 2022.
A Agência de Inteligência Militar Holandesa relatou que pelo menos 3 mortes de ucranianos foram associadas ao uso de armas químicas. Mais de 2.500 pessoas feridas no campo de batalha reportaram sintomas relacionados aos armamentos às autoridades de saúde ucranianas.
Em maio de 2024, os Estados Unidos já haviam acusado a Rússia de utilizar cloropicrina, um composto químico mais tóxico que agentes de controle de distúrbios e que foi usado pela Alemanha durante a 1ª Guerra Mundial. A OPCW, agência de desarmamento que conta com 193 Estados integrantes, declarou no ano passado que as acusações iniciais eram “insuficientemente fundamentadas”.
A OPCW criou uma equipe semelhante em 2018 para examinar acusações de uso de armas químicas na Síria. A Equipe de Investigação e Identificação concluiu que tanto as forças do governo sírio quanto militantes do Estado Islâmico utilizaram armas químicas proibidas na guerra civil que começou em março de 2011.
Até o momento, o órgão de desarmamento não se pronunciou oficialmente sobre o pedido ucraniano.
Mauro Rubem sugere programa voltado à soberania digital na gestão pública
Lidiane 8 de julho de 2025
O deputado Mauro Rubem (PT) apresentou o projeto de lei nº 15878/25, para instituir o Programa Estadual de Soberania Digital de Goiás (PESD-GO). O objetivo, de acordo com o texto, é consolidar o domínio estratégico sobre os fluxos de informação e sistemas digitais na gestão pública goiana, garantindo o exercício efetivo dos direitos fundamentais na esfera digital.
O PESD-GO busca implantar uma infraestrutura digital pública interoperável, sustentável e segura, reduzindo a dependência de grandes empresas de tecnologia estrangeiras, as chamadas big techs. Entre as metas destacam-se a proteção de dados, a autonomia tecnológica e a transparência algorítmica.
Com caráter de política pública permanente, o programa será obrigatoriamente observado por todos os órgãos da administração pública direta e indireta do estado. A implementação seguirá princípios como economicidade, equidade informacional, eficiência, soberania digital, segurança cibernética e transparência no uso de dados, softwares e algoritmos.
Para os primeiros três anos após sua regulamentação, o PESD-GO estabelece metas operacionais ambiciosas. Elas incluem a construção de, ao menos, um data center público estadual, a criação da Nuvem Pública Goiana com a migração de dez órgãos e a implantação de centros regionais de formação em cada uma das dez regiões administrativas do estado. Além disso, prevê a criação de cinco redes comunitárias conectadas e a disponibilização pública de todos os contratos e sistemas de Tecnologia da Informação (TI) da administração estadual.
A coordenação geral do PESD-GO ficará a cargo da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Um comitê estadual de soberania digital, de natureza deliberativa e composição diversa, será instituído para aprovar planos, fiscalizar a execução e emitir pareceres sobre contratos estratégicos de TI.
O projeto de lei também prevê a criação do Fundo Estadual de Soberania Digital de Goiás (FESDIG-GO), com alocação anual mínima de 0,3% da receita corrente líquida estadual, para financiar as ações do programa.
A proposta segue para análise na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuída à relatoria.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Lula reage a fala de Trump sobre Bolsonaro: ‘Brasil não aceita interferência’
Lidiane 8 de julho de 2025
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil de promover uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em publicação na rede social Truth Social nesta segunda-feira (7/7), ele defendeu Bolsonaro, afirmando que o político brasileiro está sendo perseguido politicamente. “Deixem Bolsonaro em paz!”, escreveu Trump.
Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rejeitou qualquer interferência externa.
“Somos um país soberano. Não aceitamos interferência ou tutela de quem quer que seja”, declarou Lula em nota oficial. O presidente reforçou que “ninguém está acima da lei”, em referência ao processo contra Bolsonaro no STF.
Trump comparou a situação de Bolsonaro à sua própria experiência, dizendo que ambos são vítimas de perseguição política.
“Isso não é nada mais, nada menos, do que um ataque a um oponente político – algo que eu sei muito sobre. Aconteceu comigo, vezes 10”, afirmou. Ele ainda elogiou Bolsonaro como um “líder forte” que “amava seu país”.
Lula respondeu a Trump também durante coletiva no encontro do Brics, no Rio de Janeiro: “Esse país tem lei, tem regra e tem um dono chamado povo brasileiro. Portanto, dê palpite na sua vida e não na nossa”, disse.
Bolsonaro agradeceu publicamente o apoio do presidente americano. Em resposta, Bolsonaro afirmou:
“Recebi com alegria a nota do Presidente Trump. Este processo é uma aberração jurídica e perseguição política, já percebida por todos de bom senso. Trump passou por algo semelhante e venceu. Sua luta por paz e liberdade ecoa no mundo. Obrigado por nos dar exemplo de fé e resiliência”, escreveu em rede social.
Condenação e TSE e processo no STF
O ex-presidente Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta tentativa de golpe após as eleições de 2022. Ele é acusado de crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado. Se condenado, pode enfrentar até 39 anos de prisão.
No entanto, ele está inelegível por decisão do plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que em junho de 2023 declarou a inelegibilidade do ex-presidente por oito anos, contados a partir das Eleições 2022.
Na condenação, por maioria de votos (5 a 2), ficou reconhecida a prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada com embaixadores estrangeiros no dia 18 de julho de 2022. Walter Braga Netto, que compôs a chapa de Bolsonaro à reeleição, foi excluído da sanção, uma vez que não ficou demonstrada sua responsabilidade na conduta. Nesse ponto, a decisão foi unânime.
Contexto político e ações de Eduardo Bolsonaro
A defesa de Trump ocorre meses após Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, se mudar para os EUA para pressionar por anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e por sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O STF abriu inquérito contra Eduardo por tentativa de obstrução da Justiça. Ele rebateu: “Moraes, Lula e o PT não defendem a democracia. Eles defendem só os próprios interesses”.
O secretário de Estado americano Marco Rubio chegou a ameaçar Moraes com sanções pela Lei Magnitsky, mas nada foi aplicado até agora.
Enquanto isso, Bolsonaro segue inelegível até 2030 por decisão do TSE, mas aparece em empate técnico com Lula em pesquisas eleitorais. Trump insiste que “o único julgamento que deveria estar acontecendo é o julgamento pelos eleitores do Brasil”.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Tarcísio defende mais Trump do que empresários brasileiros, diz Rui Costa
Lidiane 8 de julho de 2025
Ministro critica apoio do governador ao presidente dos EUA; republicano saiu em defesa de Bolsonaro na 2ª feira (7.jul)
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou nesta 2ª feira (7.jul.2025) o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por compartilhar uma publicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Costa afirmou que o governador demonstra mais preocupação em endossar discursos de Trump do que em defender os interesses econômicos do Brasil e dos empresários paulistas.
“Eu vi o governador de São Paulo fazer uma publicação hoje fazendo referência ao Donald Trump. O Trump tem ameaçado empresários brasileiros. Tem ameaçado a economia brasileira, os produtores agrícolas e industriais”, afirmou o ministro.
Na mesma linha, Costa disse que Tarcísio deveria se concentrar em defender o setor produtivo nacional. “Me parece que o Tarcísio está mais preocupado em defender o Trump do que defender os empresários paulistas, do que em defender o emprego dos trabalhadores brasileiros”, acrescentou.
As declarações se dão após Trump publicar, em sua rede social Truth Social, que Bolsonaro é alvo de uma “caça às bruxas” no Brasil. A publicação foi compartilhada por Tarcísio, aliado político de Bolsonaro e cotado pela direita para disputar as eleições de 2026 contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para fortalecer o combate à violência e a crimes contra animais, Cairo Salim propõe criação de delegacia especializada em Goiás
Lidiane 8 de julho de 2025
O deputado Cairo Salim (PSD) apresentou na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) o projeto de lei nº 16996/25, que propõe a criação da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais (DRCA) na estrutura organizacional da Delegacia Geral da Polícia Civil. A iniciativa busca fortalecer o combate à violência e aos maus-tratos sofridos por animais no estado.
De acordo com a proposta, a DRCA terá sede em Goiânia, mas sua circunscrição será estadual. A nova delegacia estará subordinada hierarquicamente à chefia da Polícia Judiciária, e seu titular será um delegado de polícia indicado por essa chefia e designado pelo delegado-geral da Polícia Civil.
A competência da DRCA abrangerá a apuração e a repressão das infrações penais previstas no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que define os crimes resultantes de maus-tratos contra animais. A atuação da DRCA se estende ainda à Lei nº 14.064, de 29 de setembro de 2020, quando os crimes envolverem cães e gatos.
Além de sua função investigativa e repressiva, a delegacia terá atribuições mais amplas. Entre elas, estão a elaboração de estatísticas mensais dos crimes de maus-tratos contra animais no Estado de Goiás; a atuação como Delegacia-Escola, recebendo alunos da Escola Superior da Polícia Civil para integrar conhecimento teórico e prática policial; a interlocução direta com a sociedade civil organizada; o auxílio à Escola Superior da Polícia Civil na elaboração de cursos específicos; e a organização de seminários e eventos de conscientização ou formação. A DRCA também auxiliará e orientará outras unidades policiais civis no combate a esses crimes, quando solicitado pelo delegado responsável.
É importante ressaltar que a DRCA exercerá suas atribuições de forma exclusiva no município de Goiânia e de forma subsidiária nos demais municípios do Estado de Goiás. O texto do projeto enfatiza que as atribuições da DRCA não excluem a possibilidade de atendimento em qualquer outra unidade da Polícia Civil. Em casos de atuação subsidiária, o delegado-geral da Polícia Civil poderá avocar o procedimento policial instaurado em unidades locais para redistribuição à DRCA, seja por interesse público ou indícios de ineficácia da investigação, de ofício ou a pedido.
Segundo o autor da proposta, “é notório que, apesar de a sociedade ter valorizado mais os animais e estabelecido relações mais afetivas com eles em nossas residências, é impossível ignorar a triste realidade que ainda persiste no cotidiano”. Ele aponta para a ocorrência de abusos e violência contra animais (sejam eles domésticos, selvagens, nativos ou exóticos) se manifesta não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.
Nesse contexto, a proteção dos animais tem ganhado crescente importância no país, impulsionando a criação de políticas para combater a violência, controlar a população de cães e gatos e enfrentar o tráfico de animais silvestres, entre outras questões. Essas ações, diretas ou indiretas, impactam diversas áreas da sociedade, incluindo a saúde pública, especialmente devido ao abandono de animais domésticos nas ruas das cidades.
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuído à relatoria de algum parlamentar.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A Câmara Municipal de Goiânia vota nesta terça-feira (8/7), em primeiro turno, dois projetos que beneficiam professores e servidores administrativos da Rede Municipal de Ensino. A sessão especial ocorrerá no Colégio Santa Clara, durante as comemorações dos 215 anos do bairro de Campinas.
Os projetos, enviados pelo Executivo e aprovados pela Comissão de Constituição e Justiça, garantem reajuste salarial para os professores e um bônus de R$ 850,00 para os servidores administrativos em julho, o que beneficiará diretamente seis mil trabalhadores.
A inclusão das matérias na pauta foi determinada pelo presidente da Câmara, vereador Romário Policarpo (PRD).
“Os projetos que tratam dos benefícios aos servidores são prioridades, para aprovação antes do recesso dos vereadores”, afirmou.
A proposta do Executivo eleva o piso salarial dos professores para R$ 4.867,77. O reajuste será concedido em duas parcelas: 3% retroativos a junho e 3,27% a partir de setembro, totalizando 6,27%. O mesmo percentual valerá para benefícios como Auxílio-Locomoção e gratificações específicas.
Já os servidores administrativos receberão um bônus de R$ 850,00 neste mês, devido às atividades mantidas durante o recesso escolar. O benefício não estava previsto na legislação atual.
Os projetos ainda passarão por segunda votação antes de serem enviados ao prefeito Sandro Mabel (União Brasil). A Câmara também analisará outras quatro propostas do Executivo, incluindo a data-base de servidores municipais e auxílio-alimentação para plantonistas da saúde.
A sessão especial começará às 8h, com a entrega da Medalha Licardino de Oliveira Ney, honraria concedida a personalidades que contribuem para o desenvolvimento de Campinas.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Se confirmada no cargo, a advogada Vera Lúcia Santana Araújo será a 1ª mulher negra a atuar como ministra titular da Corte Eleitoral
A advogada Vera Lúcia Santana Araújo, atual ministra substituta do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), tem chances de ocupar uma vaga titular na Corte e conta com o apoio da primeira-dama, Janja Lula da Silva. De acordo com O Globo, Araújo já usou seu perfil no Instagram para fazer críticas ao bolsonarismo e a operação Lava Jato.
Integrante do Prerrogativas, coletivo de advogados próximo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Araújo escreveu em uma postagem em 12 de abril de 2022: “O bolsonarismo estupra crianças indígenas. Lula fortalece a luta dos povos indígenas. Tá aí a diferença”. O Poder360 procurou a publicação, mas ela foi excluída.
Araújo, na época, afirmou que suas críticas não configuravam “ataque nenhum à pessoa do presidente” e que a sua trajetória “é muito maior que uma postagem no Instagram”.
Em 2023, ela também republicou uma imagem produzida pelo Instituto Lula sobre os atos antidemocráticos do 8 de Janeiro. “Venceremos democraticamente, punindo todos e todas!”
Nomeada pelo atual presidente como ministra substituta na Corte Eleitoral em 2023, se confirmada como titular, participará nos julgamentos das eleições presidenciais de 2026, que devem ter Lula como candidato à reeleição.
A advogada já havia sido incluída em uma lista tríplice para a vaga de ministra substituta no TSE em 2022. Porém, aliados do então presidente Jair Bolsonaro (PL) compreenderam que a advogada tinha um discurso de militante nas redes em favor de Lula.
Além das críticas ao bolsonarismo, Araújo também escreveu nas redes sobre a Operação Lava-Jato. Em fevereiro de 2021, ela comentou uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que garantiu à defesa de Lula acesso a mensagens privadas do ex-juiz e atual senador Sergio Moro (Republicanos-PR) e procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.
Na ocasião, disse: “É um bom começo do desmascaramento da corja curitibana sob o jugo do miliciano togado”, acompanhando uma imagem com a frase: “O Brasil precisa saber de toda a farsa da Lava-Jato”.

Questionada sobre suas manifestações relacionadas à operação, a ministra afirmou: “O STF anulou todos os processos que envolveram o presidente Lula no âmbito da operação conduzida pela 13ª Vara Federal de Curitiba, ou seja, não há nada que eu possa comentar”.
Atualmente, o TSE conta com duas ministras titulares: Cármen Lúcia, presidente da Corte, e Isabel Gallotti, que deixará o tribunal em novembro de 2025.
Gallotti seria substituída pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), seguindo o critério de rodízio do tribunal.
Virmondes Cruvinel dispõe projeto para tratamento preventivo do pé diabético pelo SUS
Lidiane 7 de julho de 2025
O deputado Virmondes Cruvinel (UB) apresentou o projeto de lei nº 17008/25 para instituir o Programa Estadual de Prevenção e Tratamento do Pé Diabético na rede pública de saúde do estado. A intenção do parlamentar é reduzir uma das mais graves e onerosas doenças para o sistema público no Brasil e no estado, o pé diabético, responsável por 40% a 80% de todas as amputações não traumáticas de membros inferiores no país.
Segundo dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), o diabetes mellitus, em Goiânia, supera a média porcentual de diabetes em adultos no Brasil, alcançando a marca de 8,4%, o que representa um custo hospitalar de aproximadamente R$ 2,1 milhões para o sistema público de saúde.
Cruvinel considera que, quando há investimento na área, os resultados são promissores. “Estudo multicêntrico brasileiro publicado no Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia demonstrou redução de 73% nas amputações maiores em centros que adotaram protocolos específicos de cuidado com o pé diabético”, coloca em justificativa, lembrando ainda que houve experiências exitosas, como a do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).
Em Goiás, o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG) já desenvolve ações nessa área, mas ainda de forma incipiente. Pesquisas na literatura científica internacional demonstram que programas multidisciplinares reduzem em até 85% o risco de amputação.
“Dados da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) indicam que aproximadamente 180 mil goianos possuem diagnóstico de diabetes mellitus, dos quais cerca de 15% poderão desenvolver úlceras nos pés ao longo da vida. A implementação do programa poderá prevenir milhares de amputações desnecessárias, melhorando significativamente a qualidade de vida dos pacientes e reduzindo custos para o sistema de saúde”, afirma o deputado.
Por fim, Virmondes Cruvinel destaca que “a proposição não implica a criação de despesas adicionais significativas para o estado, uma vez que propõe melhor organização e qualificação dos recursos já existentes na rede pública”.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Acompanhado da primeira-dama Gracinha Caiado, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), destacou a importância da Romaria do Divino Pai Eterno durante a missa solene de encerramento do evento de fé católica. A celebração ocorreu na manhã deste domingo (6/7) na Praça do Santuário Basílica, em Trindade, e reuniu dezenas de milhares de fiéis.
“Essa Romaria completa 185 anos de fé e transformação, levando Goiás ao centro do turismo religioso”, afirmou Caiado.
Segundo a organização, o evento atraiu 4,3 milhões de pessoas em 10 dias, com 200 mil fiéis somente no último dia.
A missa solene de encerramento foi celebrada pelo cardeal Jaime Spengler, que durante a cerimônia também pregou sobre diálogo e perdão.
“Todos nós somos peregrinos do céu. Como peregrinos, viemos a esse Santuário”, disse o religioso.
Presente ao evento, o presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto, destacou a importância da lei que incluiu a Romaria no Calendário Cívico do Estado: “É com orgulho que nós, deputados, aprovamos esta iniciativa”.

O governador apresentou balanço da segurança: 46 furtos (todos solucionados), nenhum crime violento e 11 foragidos recapturados. A estrutura incluiu Centro de Apoio ao Romeiro (CAR), que ofereceu alimentação e atendimento médico gratuito.
“É nosso dever receber os romeiros com dignidade”, completou Gracinha Caiado.
A festa marcou a chegada do Vox Patris, maior sino de badalo do mundo, agora patrimônio da Basílica. A inauguração do sino em 1° de julho foi incluída no calendário oficial do Estado.
Festa religiosa transforma realidade do município, afirma prefeito
O prefeito de Trindade, Marden Júnior (UB), destacou o impacto transformador da Romaria do Divino Pai Eterno para a cidade.
“É uma romaria de legados, com entrega de obras e diretrizes”, afirmou.

Segundo ele, o evento representa “uma virada de chave no contexto cultural, histórico e econômico do nosso município”.
Entre as melhorias citadas está o Viaduto Ronaldo Ramos Caiado Filho, obra estadual no valor de R$ 20,4 milhões. A estrutura facilita o acesso à cidade e melhora o fluxo na GO-060.
O prefeito ressaltou a importância do trabalho conjunto entre poder público e Igreja para o sucesso do evento.
Padre Marco Aurélio, reitor do Santuário Basílica, celebrou as parcerias: “Se temos uma linda estrutura, ambientes limpos e cidade organizada, é graças ao trabalho conjunto”.

Ele agradeceu especialmente ao governador e primeira-dama pela “presença sempre muito afetiva e efetiva”.
O religioso destacou que a coordenação é da Igreja, mas que a união de forças é essencial para o bom andamento da festividade.
Autor Manoel Messias Rodrigues
João Nazareno Roque trabalhava na C&M Software e disse ter dado acesso aos hackers; defesa alega que ele foi usado como “fantoche”
O homem suspeito de colaborar com o ataque hacker contra a empresa C&M Software na 3ª feira (1º.jul.2025) disse que teria recebido R$ 15.000 como pagamento para facilitar a invasão do sistema. João Nazareno Roque, de 48 anos, foi preso pela Polícia Civil de São Paulo na 5ª feira (3.jul).
Em um depoimento em vídeo obtido pelo “Fantástico”, da TV Globo, Roque, que trabalhava como operador de tecnologia para a C&M, disse aos policiais no momento da prisão que os hackers sabiam onde ele trabalhava e 1 deles o abordou em um bar.
Roque relatou que só se comunicava com os criminosos por celular, e que trocava de aparelho a cada 15 dias para não ser rastreado. Ele disse ainda ter recebido R$ 5.000 no início e, depois, mais R$ 10.000 em dinheiro.
A defesa de Roque argumenta que ele foi enganado. O advogado do suspeito, Jonas Reis, disse ao “Fantástico” que o homem “serviu de fantoche” e “não sabia desse golpe multimilionário”.
Segundo a reportagem, com a ajuda do funcionário, os hackers passaram a ter acesso às contas de reserva de diferentes instituições bancárias. Essas contas fazem parte de uma exigência do BC para todas as instituições financeiras, são usadas apenas para transações entre os bancos e não têm nenhuma relação com as contas dos clientes.
Durante o ataque, os computadores da empresa processaram centenas de transferências bancárias. Ainda não há confirmação sobre o total do dinheiro desviado, que foi estimado por especialistas ouvidos pelo “Fantástico” em R$ 800 milhões. Este foi o maior ataque a um sistema financeiro já registrado no país
A C&M presta serviço para instituições financeiras, tem acesso direto aos sistemas do BC (Banco Central) e atua integrando instituições financeiras ao Pix. A empresa foi homologada pelo BC para essa função em 2001 e continua ateando nessa função até então. Atualmente, outras 8 empresas também são homologadas no país.
Em nota divulgada na 4ª feira (2.jul), o BC afirmou que “determinou o desligamento do acesso das instituições às infraestruturas por ela operadas” e que o ataque “não prejudicou clientes”.
Na 5ª feira (3.jul), a empresa informou que, no ataque, foram usadas as credenciais de um cliente da prestadora de serviço “como se fosse uma instituição financeira autorizada” e que o BC autorizou a “retomada controlada” do Pix. O ataque hacker não impactou nenhum grande banco.







