20 de abril de 2026
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Presidente dos EUA disse para o Irã abrir a “porra do estreito” de Ormuz e fez novo ultimato

O barril do petróleo tipo Brent avançou na madrugada desta 2ª feira (6.abr.2026) e chegou a US$ 111,65, segundo dados dos contratos futuros com vencimento em junho. A cotação se manteve acima de US$ 110 nas primeiras horas do dia, com alta próxima de 1,2%.

O movimento se dá depois das novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), sobre o estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. Em publicação no domingo (5.abr) na plataforma Truth Social, o republicano disse que o Irã deve abrir “a porra do estreito de Ormuz” e chamou os iranianos de “bastardos loucos”.

No sábado (4.abr), Trump declarou que o Irã tinha 48 horas para liberar a passagem ou o “inferno” cairia sobre o país persa. Depois, estendeu o prazo para a noite de 3ª feira (7.abr).

O estreito de Ormuz é considerado um dos principais corredores energéticos do mundo, por onde passa uma parcela relevante do petróleo exportado por países do Oriente Médio.

Desde o início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, os iranianos bloquearam quase 100% a passagem, deixando apenas algumas embarcações atravessarem o estreito. O cenário causou impactos na cadeia global de energia. O fechamento provocou aumento do preço do barril, pressionou a inflação global e afetou mercados internacionais.

O presidente norte-americano tem alternado entre ameaças e recuos em relação ao Irã, sendo pressionado e pressionando aliados para resolver a crise no estreito.

Em declarações recentes, chegou a afirmar que os países afetados pelo fechamento deveriam buscar seu próprio petróleo e chamou integrantes da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) de “covardes” por não agirem contra o Irã.

O Reino Unido, aliado histórico dos EUA, busca uma solução diplomática. Na 5ª feira (2.abr), reuniu representantes de 40 nações para debater uma ação coordenada visando à reabertura do estreito.



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Segundo a Casa Branca, o presidente dos EUA deve “fornecer uma importante atualização” a respeito do conflito no Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), faz um pronunciamento oficial na TV nesta 4ª feira (1º.abr.2026) sobre a guerra no Irã. O Poder360 transmite o discurso do republicano a partir das 22h (horário de Brasília).

Em publicação no X, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou que Trump fará o pronunciamento à nação “para fornecer uma importante atualização sobre o Irã”.

Na 2ª feira (30.mar), uma reportagem do jornal The Wall Street Journal, com base em fontes do governo norte-americano, afirmou que Trump disse a assessores que está disposto a encerrar o conflito mesmo sem garantir a reabertura do estreito de Ormuz.

Segundo o veículo, Trump e conselheiros avaliaram que uma operação militar para reabrir totalmente a passagem marítima poderia prolongar o conflito além do prazo de 6 semanas prometido pelo presidente. Agora, a estratégia discutida é concentrar ataques para enfraquecer a Marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país.

A China e o Paquistão apresentaram na 3ª feira (31.mar) uma nova iniciativa para pôr fim à guerra. Trump, no entanto, ainda não comentou a proposta.

Eis os principais pontos do acordo, segundo o Axios:

  • cessar-fogo – pede a suspensão imediata das hostilidades, com permissão para ajuda humanitária em todas as áreas afetadas;
  • negociações de paz – pede o início das conversas o “mais breve possível”, com o comprometimento de que as partes se absterão do uso da força durante as negociações;
  • estreito de Ormuz – as partes permitirão a passagem segura de navios civis e comerciais pelo canal.

Ainda na 3ª feira (31.mar), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que as Forças Armadas estão preparadas para intensificar os ataques no Oriente Médio caso o Irã não cumpra as exigências. “Temos cada vez mais opções. Eles têm menos” declarou. “Em apenas 1 mês definimos os termos, os próximos dias serão decisivos”, disse o secretário.


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Presidente norte-americano não apresentou provas; declaração foi em entrevista à “Fox News”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou que a CIA (Agência Central de Inteligência) o informou sobre a sexualidade do líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. A declaração foi feita nesta 5ª feira (26.mar.2026) em entrevista ao apresentador Jesse Watters, da Fox News. Trump não apresentou evidências que confirmassem a informação atribuída à CIA.

Durante a entrevista, Watters questionou Trump se Mojtaba Khamenei seria homossexual, o que o presidente norte-americano respondeu: “Bem, eles disseram isso, mas não sei se foram só eles. Acho que muita gente está dizendo isso. O que lhe dá uma má vantagem inicial naquele país”.

A declaração vem em contexto de guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irã. No país persa, relações entre pessoas do mesmo gênero são consideradas violação dos valores islâmicos. A lei islâmica baseada na sharia prevê punições para tais relações.

Assista ao vídeo (1min28s):

A Assembleia de Peritos do Irã, órgão composto por 88 clérigos eleitos de alto escalão, anunciou Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do país em 8 de março. Antes de assumir a liderança suprema, ocupava o cargo de clérigo de posição intermediária. Ele é o 2º filho do aiatolá Ali Khamenei, morto em ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel no início da guerra.



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Segundo o presidente dos EUA, país persa fabrica vídeos de ataques e manifestações, mas não apresenta provas dos fatos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse que o Irã emprega inteligência artificial para fabricar informações sobre a guerra no Oriente Médio. As declarações foram dadas no domingo (15.mar.2026) a bordo do Air Force One, depois de publicação na rede Truth Social.

Na publicação, o presidente disse que os veículos de comunicação mantém “estreita coordenação” com o Irã para disseminar “notícias falsas” geradas por inteligência artificial. O presidente citou 3 casos específicos em que, segundo ele, o país teria usado inteligência artificial para enganar o público.

Segundo o republicano, o Irã mostrou barcos kamikaze inexistentes atacando embarcações no mar. O presidente disse que o país usou IA para representar falsamente um ataque ao porta-aviões USS Abraham Lincoln.

O presidente mencionou que 5 aviões de reabastecimento norte-americanos foram falsamente reportados como atingidos e danificados. Trump afirmou que todos estão em serviço, com exceção de 1, que em breve voltará a voar.

Trump também disse que o jornal The Wall Street Journal publica vídeos falsos de ataques a aviões dos Estados Unidos.

Ele afirmou ainda que imagens mostrando 250 mil iranianos em um comício de apoio ao novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, foram “totalmente geradas por inteligência artificial” e que o evento “nunca aconteceu”.

A agência Reuters confirmou imagens filmadas do porto iraquiano de Basra. As imagens mostravam barcos iranianos carregados de explosivos aparentemente atacando 2 navios-tanque de combustível. Pelo menos 1 tripulante morreu no ataque.

A mídia estatal iraniana afirmou que as forças armadas do Irã atacaram o USS Abraham Lincoln. A alegação não foi amplamente divulgada pela imprensa ocidental.

Diversas manifestações pró-governo se deram no Irã desde o início da guerra. Uma pesquisa da Reuters não encontrou reportagem ocidental que citasse o número de 250 mil participantes mencionado por Trump.

Veículos de comunicação, incluindo a Reuters, publicaram fotos de multidões em Teerã após a nomeação de Khamenei como líder. “A IA pode ser muito perigosa, temos que ter muito cuidado com ela”, disse Trump.



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“Estamos aguardando sua presença”, disse o porta-voz Alimohammad Naini, segundo a mídia estatal

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica, na sigla em inglês) desafiou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), a enviar embarcações navais norte-americanas para escoltar navios petroleiros pelo estreito de Ormuz, informou a mídia estatal iraniana na 6ª feira (6.mar.2026). As informações são da agência de notícias Reuters.

“O Irã saúda veementemente a escolta dos petroleiros e o fato de que as forças dos EUA estarão presentes na travessia do estreito de Ormuz. E, a propósito, estamos aguardando sua presença”, disse o porta-voz da Guarda do Irã, Alimohammad Naini, segundo a mídia estatal.

“Recomendamos que, antes de tomar qualquer decisão, os norte-americanos se lembrem do incêndio do superpetroleiro norte-americano Bridgeton em 1987 e dos navios petroleiros que foram alvos recentes”, acrescentou Naini.

Na última 3ª feira (3.mar), Trump disse que a Marinha norte-americana poderia começar a escoltar petroleiros na região. “Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o livre fluxo de energia para o mundo”, escreveu o republicano em uma publicação na plataforma Truth Social.

O conflito no Oriente Médio interrompeu o transporte marítimo e as exportações de energia no estreito de Ormuz. A rota marítima entre o Golfo de Omã e o golfo Pérsico é via de transporte de 20% a 30% de todo o petróleo global. Na última 2ª feira (2.mar), o governo iraniano anunciou o fechamento do estreito e ameaçou atacar navios que tentem passar pela região.

Pelo menos 9 navios foram atacados desde que os EUA e Israel iniciaram a ofensiva contra o Irã em 28 de fevereiro.

ESCALADA NA TENSÃO

O ataque dos EUA ao Irã foi realizado depois de semanas de tensão entre os 2 países. Em 19 de fevereiro, Trump afirmou que, em até 10 dias, saberia se deveria dar “um passo adiante” em relação a um ataque contra o país persa.

Depois, o republicano declarou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos.

No discurso do Estado da União, em 24 de fevereiro, Trump disse que os EUA ainda não tinham ouvido o Irã pronunciar “aquelas palavras mágicas: ‘nunca teremos uma arma nuclear’”. No pronunciamento, o presidente norte-americano afirmou que o regime persa “já desenvolveu mísseis que podem ameaçar a Europa e as nossas bases no exterior, e está trabalhando para construir mísseis que, em breve, chegarão aos EUA”.

As declarações de Trump foram feitas enquanto o país realizava conversas diplomáticas com o Irã, que não resultaram em acordo.

Uma autoridade sênior do Irã disse à Reuters que o país estaria disposto a fazer concessões aos EUA se os norte-americanos reconhecessem o seu direito de enriquecer urânio para fins pacíficos e suspendessem as sanções econômicas.


Leia mais sobre o ataque de Israel e dos EUA ao Irã:



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Republicano afirmou que militares iranianos não têm mais defesa aérea ou marítima; país persa busca sucessor de Ali Khamenei, morto em ataque no sábado (28.fev)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano) disse nesta 3ª feira (3.mar.2026) que os ataques realizados por seu governo em parceria com Israel destruíram “praticamente tudo” no Irã. O republicano anunciou que uma nova onda de ataques será realizada “em breve”. As declarações foram feitas a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, após reunião com o chanceler alemão, Friedrich Merz (CDU, direita).

Trump afirmou que as operações militares norte-americanas destruíram a capacidade de defesa aérea e marítima do Irã: “Eles não têm mais uma Marinha. Ela foi destruída. Eles não têm mais uma Força Aérea. Ela foi destruída”, disse o presidente.

Acrescentou que “hoje houve outro ataque à nova liderança. O pior cenário é que alguém tão ruim quanto o anterior assuma o poder. Gostaríamos de ver alguém lá que seja melhor”, afirmou o republicano em referência à reunião de decisão dos sucessores de Ali Khamenei, que morreu no sábado (28.fev).

Trump também disse que o governo iraniano de atinge alvos civis. “O Irã está atacando países que não têm nada a ver com o que está acontecendo. Está atingindo apenas instalações civis”, declarou.

Apoio alemão à operação

Ao lado de Merz, Trump afirmou a repórteres que os 2 líderes conversariam sobre a guerra. Acrescentou que o premiê alemão “tem ajudado” ao permitir que forças norte-americanas desembarquem em “certas áreas”.

“Eles estão nos permitindo desembarcar em certas áreas, e nós agradecemos, e eles estão apenas nos deixando confortáveis. Não estamos pedindo que eles enviem tropas terrestres”, declarou.

A reunião entre Trump e Merz tinha como principal pauta o comércio, mas foi ofuscada pelo conflito no Oriente Médio.

Suspensão de acordos comerciais com a Espanha

O presidente dos EUA também anunciou o rompimento de todas as relações comerciais com a Espanha. A ruptura foi motivada pela recusa espanhola em permitir que os EUA utilizassem instalações militares localizadas na Espanha para realizar ataques ao Irã.

Trump considerou a atitude do governo espanhol inadequada no contexto das operações militares norte-americanas no Oriente Médio.



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Save America Act estabelece 2 requisitos eleitorais, mas democratas querem bloquear proposta

Em apoio à lei Save America Act, o presidente Donald Trump (Partido Republicano) defendeu na 3ª feira (24.fev.2026) a prova de cidadania para votar nas eleições dos Estados Unidos. O projeto estabelece 2 requisitos para o processo eleitoral: apresentação de documento de identificação emitido pelo governo no ato de votar e comprovação de cidadania durante o registro eleitoral.

Trump afirmou que a legislação protegerá as eleições contra “fraudes”, que classificou como “desenfreadas”. O presidente atribuiu a oposição democrata ao projeto ao desejo de fraudar eleições.

O presidente também disse que a manobra seria a única maneira de candidatos do Partido Democrata se elegerem. Os opositores ao governo, que são contra a lei, argumentam que isso poderia impedir cidadãos que mudaram seus nomes e outros grupos de votarem.

Discurso sobre o Estado da União

O discurso sobre o Estado da União é um evento tradicional do calendário político norte-americano. O pronunciamento é realizado em sessão conjunta do Congresso e transmitido pela televisão em horário nobre. A ocasião representa uma oportunidade para o presidente destacar os principais feitos do governo.

Assista (2h12min):



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Presidente dos EUA rebate relatos sobre resistência militar e diz preferir acordo a ofensiva militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos. Em publicação nas redes sociais, Trump rebateu reportagens que indicavam cautela do militar e declarou que a informação é “100% incorreta”. Disse ainda que, embora prefira um acordo diplomático, a decisão final sobre uma ação cabe a ele.

Segundo o jornal norte-americano The Washington Post, Caine alertou Trump sobre os riscos de uma ofensiva contra o Irã. Segundo relatos de integrantes do governo ouvidos sob anonimato, o militar teria afirmado, em reunião na Casa Branca na semana passada, que falhas no estoque de munições estratégicas e a falta de apoio de aliados ampliariam os perigos de uma operação e poderiam expor tropas norte-americanas a retaliações.

Caine teria ressaltado que os arsenais foram significativamente reduzidos pelo apoio de Washington à Ucrânia na guerra contra a Rússia e pela defesa de Israel diante dos conflitos na região. Em nota, o gabinete do general teria declarado que ele apresenta “uma gama de opções militares” aos líderes civis, com avaliação de impactos e riscos, de forma confidencial. A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, disse que Trump escuta diferentes opiniões antes de decidir com base na segurança nacional.

Depois da publicação das informações, Trump disse que reportagens da “mídia de notícias falsas” afirmaram, de forma incorreta, que Caine seria contra uma guerra com o Irã. Declarou que, como todos no governo, o general prefere evitar um conflito, mas que, se houver decisão de agir militarmente, considera que a vitória seria “fácil”.

Trump disse que Caine conhece bem o Irã por ter comandado uma operação responsável por destruir instalações ligadas ao desenvolvimento nuclear iraniano com bombardeiros B-2. Afirmou ainda que o militar “representa o Exército mais poderoso do mundo”, que “sabe vencer” e que, se receber a ordem, “liderará a linha de frente”.

O presidente dos EUA declarou ser ele quem toma a decisão final, disse preferir um acordo diplomático, mas advertiu que, caso não haja entendimento, será “um dia muito ruim” para o Irã.

A dimensão de uma eventual campanha dependeria do objetivo definido por Trump. Um ataque restrito ao programa de mísseis iraniano exigiria atingir centenas de alvos, incluindo lançadores móveis e sistemas de defesa aérea. Já uma investida voltada à derrubada do líder supremo Ali Khamenei ampliaria o número de alvos para milhares de instalações estratégicas, com possibilidade de semanas ou meses de confronto.

Autoridades norte-americanas discutem a hipótese de uma ação limitada para pressionar Teerã a aceitar termos mais rígidos sobre seu programa nuclear. As negociações entre os 2 países devem ser retomadas em Genebra.



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Presidente dos EUA chamou Hunter Hess de “autêntico perdedor” após o atleta olímpico falar em “sentimentos ambivalentes”

O esquiador norte-americano Hunter Hess afirmou nesta 6ª feira (20.fev.2026) que as semanas depois de Trump chamá-lo de “autêntico perdedor” foram as mais difíceis de sua vida. A declaração foi dada à CNN Internacional depois de se classificar em 5º lugar para a final masculina do esqui estilo livre nos Jogos Olímpicos de Inverno, com chance de conquistar uma medalha às 15h30 (horário de Brasília).

“Provavelmente foram as 2 semanas mais difíceis da minha vida. Felizmente, tive muito apoio de amigos e familiares para superar esse período”, afirmou o esquiador.

Hess foi questionado em 4 de fevereiro sobre como se sentia ao representar os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Inverno, diante do contexto da violência contra imigrantes e outras questões sociais. Ele disse ter “sentimentos ambivalentes” em relação à situação e que não representa tudo o que acontece no país: “Só porque visto a bandeira, não significa que represento tudo o que está acontecendo nos EUA”.

Em 8 de fevereiro, Donald Trump respondeu em rede social: “Hunter Hess, um autêntico perdedor, diz que não representa o seu país nos atuais Jogos Olímpicos de Inverno. Se esse é o caso, não deveria ter disputado as provas para integrar a equipe, e é uma pena que esteja nela. É muito difícil torcer para alguém assim”, escreveu o presidente em seu perfil na rede social Truth Social.

O esquiador afirmou que não mudou de opinião sobre o que afirmou no começo do mês de fevereiro: “Amo os Estados Unidos da América. Não me canso de repetir isso. Trabalhei muito para chegar até aqui. E sim, mantenho o que disse”.

Depois da sessão de qualificação desta 6ª feira (20.fev), Hess fez um “L” com a mão na testa, em referência à palavra “loser” (perdedor). Em seguida, apontou para a testa com a outra mão e disse para a câmera: “Aparentemente, sou um perdedor”.



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Plataforma TrumpRx.gov conta com 40 fármacos populares a preços reduzidos para os norte-americanos

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), criou na 5ª feira (5.fev.2026) um site que oferece descontos em 40 medicamentos, incluindo Ozempic. A plataforma TrumpRx.gov permite que os norte-americanos comprem fármacos a preços equivalentes aos mais baixos pagos em outras nações desenvolvidas, seguindo o conceito de MFN (Most Favorable Nation, nação mais favorecida), de acordo com a Casa Branca.

O site disponibiliza inicialmente medicamentos de 5 fabricantes que estabeleceram acordos com o governo dos EUA: AstraZeneca, Eli Lilly, EMD Serono, Novo Nordisk e Pfizer. Os pacientes norte-americanos podem obter os descontos apresentando receitas médicas válidas e utilizando cupons impressos ou digitais em seus telefones.

A criação do TrumpRx.gov resulta de ações governamentais que começaram em maio de 2025, quando Trump assinou um decreto chamado “Entregando Preços de Medicamentos de Nação Mais Favorecida aos Pacientes Norte-Americanos”.

Os dados divulgados pela Casa Branca mostram reduções expressivas nos valores dos medicamentos. O Ozempic, utilizado para diabetes, passou de US$ 1.028 para preço médio de US$ 350 mensais, podendo chegar a US$ 199, dependendo da dosagem. O Wegovy injetável, que custava US$ 1.349 por mês, terá preço médio similar ao Ozempic, enquanto sua versão em comprimido custará a partir de US$ 149.

O Zepbound, anteriormente vendido a US$ 1.088 mensais, terá preço médio de US$ 346, podendo chegar a US$ 299. Medicamentos para fertilidade também apresentam quedas nos preços: o Gonal-F custará a partir de US$ 168 por caneta, o Cetrotide cairá de US$ 316 para US$ 22,50, e o Ovidrel de US$ 251 para US$ 84. Pacientes com problemas de fertilidade economizarão em média mais de US$ 2.000 por ciclo de tratamento.

O inalador Bevespi Aerosphere para DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) terá seu preço reduzido de US$ 458 para US$ 51. O Airsupra, usado para asma, cairá de US$ 504 para US$ 201. A pomada Eucrisa para dermatite atópica passará de US$ 792 para US$ 158.

A insulina Lispro estará disponível por valores a partir de US$ 25 mensais, e o Duavee, para ondas de calor e osteoporose, terá seu preço reduzido de US$ 202 para US$ 30.

Nos próximos meses, medicamentos de outras empresas que assinaram acordos de preços MFN serão disponibilizados no TrumpRx.gov. Em 15 de janeiro de 2026, Trump solicitou ao Congresso a aprovação do Grande Plano de Saúde, que busca codificar as economias obtidas com a iniciativa de preços MFN, reduzir prêmios de seguros e maximizar a transparência de preços.

Em 31 de julho de 2025, Trump enviou cartas aos principais fabricantes farmacêuticos delineando as medidas necessárias para reduzir os preços dos medicamentos nos EUA. Desde 30 de setembro de 2025, o presidente anunciou 16 acordos com grandes fabricantes para alinhar os preços com os praticados em outros países desenvolvidos.


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