22 de abril de 2026
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Reação dos fiéis vem depois de megaoperação policial deflagrada na 3ª feira (28.out), nos complexos do Alemão e da Penha, na capital fluminense; ação é a mais letal da história do país, com 121 mortos

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), foi aplaudido de pé neste domingo (2.nov.2025) durante missa pelo Dia de Finados na Paróquia Santa Rosa de Lima, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da capital fluminense. A reação dos fiéis se deu depois da megaoperação policial deflagrada na 3ª feira (28.out), nos complexos do Alemão e da Penha, que reúnem 26 comunidades na zona norte do Rio.

Assista (18s):

A operação Contenção teve como alvo a facção CV (Comando Vermelho), tornou-se a mais letal da história do país ao terminar com 121 mortos. Dentre eles, 4 são policiais, incluindo o chefe da 53ª DP (Delegacia Policial de Mesquita), Marcus Vinicius.

Na operação, os agentes apreenderam: 118 armas (91 fuzis, 26 pistolas e 1 revólver); 14 artefatos explosivos; carregadores, munições e drogas (ainda não há uma contagem oficial).

No sábado (1º.nov), Castro defendeu classificar o Comando Vermelho como grupo terrorista. O político citou a Argentina e Paraguai como exemplos de países que adotaram a medida contra o grupo do crime organizado.

Segundo uma pesquisa da Genial/Quaest publicada neste domingo (2.nov), Cláudio Castro teve um crescimento significativo na avaliação positiva de seu governo após a megaoperação: sua aprovação pulou de 43% em agosto para 53% no final de outubro, dias depois da ação policial.


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Autor Poder360 ·


Levantamentos de Paraná Pesquisas, AtlasIntel e Datafolha mostram que de 56% a 69% da população carioca aprovaram operação

A megaoperação da polícia do Rio contra integrantes da facção Comando Vermelho na 3ª feira (28.out.2025) foi aprovada pela maioria da população carioca. É o que mostram 3 pesquisas de empresas diferentes: Paraná Pesquisas, AtlasIntel e Datafolha.

Os levantamentos indicam que a apoio à operação varia de 56% a 69% entre os moradores da cidade do Rio. Os que não aprovam a ação policial somam de 25% a 39%. As empresas, contudo, fizeram perguntas diferentes aos entrevistados. Paraná Pesquisas e AtlasIntel perguntaram aos cariocas se eles aprovam a operação. O Datafolha questionou se ela foi um “sucesso”.

Eis os resultados das 3 pesquisas:

METODOLOGIAS

A Paraná Pesquisas entrevistou 800 moradores do município do Rio de Janeiro na 5ª feira (30.out). A margem de erro é de 3,5 pontos porcentuais e o grau de confiança é de 95%.

O levantamento da AtlasIntel entrevistou 1.098 pessoas de forma on-line por meio do Atlas RDR (recrutamento digital aleatório) de 29 a 30 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Leia a íntegra (PDF – 7 MB).

Já a pesquisa Datafolha ouviu por telefone 626 moradores da capital e da região metropolitana do Rio na 5ª feira (30.out) e na 6ª feira (31.out). A margem de erro é de 4 pontos percentuais.

OPERAÇÃO CONTRA O CV

Eis um balanço da operação Contenção, de acordo com dados da Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro:

  • 113 presos, sendo 33 de outros Estados;
  • 10 adolescentes presos;
  • 180 mandados de busca e apreensão;
  • cerca de 100 mandados de prisão cumpridos;
  • 54 presos com anotações criminais anteriores;
  • 117 mortos (chamou de “narcoterroristas neutralizados”);
  • 99 identificados até o momento;
  • 42 tinham mandados de prisão pendentes;
  • 78 com histórico de crimes graves, como homicídio, tráfico e roubo.

Em relação aos 113 presos durante a operação, cerca de 40% não são do Rio de Janeiro. A Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que há suspeitos de 8 Estados fora do Rio, incluindo Pará, Amazonas, Bahia, Ceará, Paraíba, Goiás, Mato Grosso e Espírito Santo.

O secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, detalhou, nesta 6ª feira (31.out), citando os apelidos, que entre os mortos na operação estavam chefes do tráfico de diferentes Estados:

  • PP, chefe do tráfico no Pará;
  • Oruan, também do Pará;
  • Chico Rato, líder do tráfico em Manaus (AM);
  • Gringo, também atuante em Manaus (AM);
  • DG, chefe do tráfico na Bahia;
  • FB, também ligado ao tráfico na Bahia;
  • Russo, apontado como chefe do tráfico em Vitória (ES).
  • Mazola, chefe do tráfico em Feira de Santana (BA);
  • Fernando Henrique dos Santos, líder em Goiás;
  • Rodinha, chefe do tráfico em Itaberaí (GO).

Entre os 117 que morreram, 39 são de outros Estados:

  • 13 do Pará;
  • 7 do Amazonas;
  • 6 da Bahia;
  • 4 do Ceará;
  • 4 de Goiás;
  • 3 do Espírito Santo;
  • 1 de Mato Grosso;
  • 1 da Paraíba.

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Autor Poder360 ·


A Casa de Leis realizará, em Rio Verde, uma sessão solene itinerante para a entrega do Título de Cidadania Goiana e da Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira. A iniciativa que vai contemplar empresário, religioso, agricultores e militar é do deputado Karlos Cabral (PSB) e terá lugar na Câmara Municipal, às 19 horas.

O parlamentar entregará o Título de Cidadania Goiana para o empresário Flávio Faedo. Ele nasceu na cidade de Tapejara (RS), formou-se em administração rural pela Universidade de Passo Fundo, fez especialização em administração rural pela Universidade Federal de Lavras (MG) e, posteriormente, MBA em gestão de agronegócio pela Universidade de São Paulo. Casou-se com Náudia Terezinha Ferraz Faedo e teve 3 filhos: Luciana Ferraz, Nathaly Gabi Faedo e Raul Yuri Faedo. Desde de muito jovem, o empresário já trabalhava na atividade agrícola e, gerindo os negócios da família, ainda em meados de 1985, mudou-se para a cidade do Sudoeste goiano juntamente com sua esposa, no intuito de dar sequência ao trabalho que já desenvolvia no campo.

Em sua terra natal, já desenvolvia a técnica do plantio direto, que foi alvo de muito preconceito em Goiás por parte dos produtores. Logo em seguida, foi responsável por uma revolução no cenário agrícola, ao gerar uma produtividade maior com menor custo, sendo, assim, pioneiro em uma modalidade de agricultura sustentável. A esposa do empresário, Náudia Ferraz Faedo, também receberá cidadania goiana.

Outra agraciada com o título será Flávia Minotto Montans, nascidana cidade de Cornélio Procópio, no Paraná. É graduada em engenharia agronômica pela Universidade de Marília e possui mestrado em produção vegetal na mesma instituição. Além disso, ela tem especialização na Academia das Mulheres do Agro, pela Fundação Don Cabral, em São Paulo. Montans é filha de produtores rurais e, há mais de 17 anos, está à frente da propriedade rural chamada Fazenda Alvorada, em Rio Verde, sendo uma das primeiras mulheres a dirigir sozinha uma fazenda de soja da região. Atualmente, ela é presidente do Grupo Gapes (Grupo Associado de Pesquisa do Sudoeste Goiano).

O padre Enoques Martins da Rocha também receberá o Título de Cidadania Goiana. Nascido na cidade de Cornélio Procópio, no Paraná, foi ordenado na Paróquia Nossa Senhora das Dores, em 7 de dezembro de 1986, onde desempenhou o papel de animador vocacional, colaborando com líderes em escolas de ensino médio, na Pastoral da Juventude e em comunidades até 1992. Neste mesmo ano, assumiu a função de assessor da Pastoral da Juventude na Regional do Centro Oeste da CNBB, além de sua responsabilidade na Pastoral Vocacional, permanecendo nesses cargos até 1994. Durante esse período, conciliou suas atribuições com a posição de professor de religiosidade
popular no Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás (Ifiteg), sendo também Pároco da Pró-Paróquia Cristo Rei da Arquidiocese de Goiânia. 

Por fim, o parlamentar vai conceder a honraria a Joel Ragagnin, que, juntamente com sua família de agricultores, migrou para Goiás no ano de 1979, para a região onde atualmente se localiza o município de Chapadão do Céu, no extremo Sudoeste goiano. É engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), no ano de 1999. Atua como agropecuarista nas regiões Sudoeste e Centro-Oeste goiano. Atualmente, ocupa a posição de presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Goiás (Aprosoja-GO), triênio 2021-2024, e também integrante da Diretoria do Sindicato Rural de Jataí. 

Reconhecimento de mérito

Na solenidade, o 3° Sargento Devid Henrique Batista Silva será condecorado com a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira. De acordo com o requerimento apresentado pelo deputado Karlos Cabral, o sargento está há quase 10 anos a serviço da Polícia Militar goiana. Sua trajetória, justificou, foi marcada pelo comprometimento com a segurança pública e pela busca constante de aprimoramento.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), participou nesta quinta-feira (30/10) da cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova biorrefinaria de etanol de grãos da Inpasa, em Rio Verde, Sudoeste goiano. O investimento será de R$ 2,4 bilhões, com inauguração prevista até o final de 2026. A unidade marca a nona operação da empresa no país.

Durante a solenidade, Caiado destacou a importância da Região Sudoeste e do estado ao abrigar uma empresa deste porte.  

“É um orgulho receber uma empresa séria, que investe em tecnologia e pesquisa, e que mostra ao mundo seus avanços na produção de biocombustíveis e energia limpa. Esse tipo de investimento transforma o que o produtor rural faz, gerando renda no município e no estado”, afirmou o governador.

A nova planta terá capacidade anual para processar dois milhões de toneladas de grãos, produzindo um bilhão de litros de etanol hidratado, 490 mil toneladas de ração proteica, 47 mil toneladas de óleo vegetal e 345 mil GWh de energia elétrica a partir da biomassa. O empreendimento deve gerar 2,7 mil empregos diretos e indiretos, além de 420 postos de trabalho na fase de obras, priorizando profissionais da região.

O vice-presidente da Inpasa, Gustavo Mariano Oliveira, explicou que a escolha de Rio Verde foi estratégica: “A cidade reúne uma base agrícola sólida, localização privilegiada e infraestrutura para escoar nossos produtos, além de inovação constante no campo”, pontuou.

O prefeito de Rio Verde, Wellington Carrijo, destacou os impactos locais: “A instalação desta biorrefinaria traz novas oportunidades de emprego, renda e tecnologia, fortalecendo ainda mais o agronegócio e impulsionando o desenvolvimento do Sudoeste goiano”, disse.

Também prestigiaram o evento o secretário de Governo de Rio Verde, Paulo do Vale, o deputado estadual Lucas do Vale e a deputada federal Marussa Boldrin.

Com a nova unidade, Goiás reforça seu protagonismo no setor de biocombustíveis, evidenciado com investimentos privados, aliados a políticas públicas estratégicas, que podem gerar crescimento econômico e desenvolvimento regional.

Autor Rogério Luiz Abreu


Ação considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro motivou 1,8 milhão de comentários favoráveis e contrários nas redes sociais

A megaoperação policial realizada na 3ª feira (28.out.2025) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, colocou o Estado entre os assuntos mais comentados do mundo. Segundo levantamento da Nexus, Pesquisa e Inteligência de Dados, o termo “Rio de Janeiro” alcançou a 4ª posição nos Trending Topics globais do X, com 1,8 milhão de menções em 24 horas.

O governador Cláudio Castro (PL-RJ) foi o nome mais citado no Brasil, com 1,6 milhão de menções. De acordo com a Nexus, o volume de publicações sobre a operação foi 127% superior à repercussão da prisão domiciliar do ex-presidente  Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes em maio de 2025.

A ação, considerada a mais letal da história do Estado, provocou forte reação nas redes. Aliados do governador defenderam a medida como necessária para o combate ao crime organizado. Já críticos apontaram falta de planejamento e cobraram apoio do governo federal. O tema também impulsionou discussões sobre a PEC da Segurança Pública, que voltou à pauta após o episódio.

 

Políticos protagonizam os discursos de maior apelo. Nikolas Ferreira (PL-MG) disparou no Instagram, juntamente com a página de entretenimento Alfinetei. Além destes emissores, destacam-se os governadores Cláudio Castro, do Rio de Janeiro, e Romeu Zema (NOVO), de Minas Gerais, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), os deputados Cabo Júnio Amaral (PL-MG) e Bia Kicis (PL-DF), os deputados estaduais Guto Zacarias (União-SP) e delegado Francischini (União-PR), a  ex-candidata à prefeitura de São Paulo Marina Helena Cunha (NOVO-SP), e o Partido dos Trabalhadores. Veículos de mídia, a exemplo de CNN Brasil e Record Rio, também apareceu com alta interatividade.

Entre os termos mais citados no X estiveram “BOPE”, “Penha”, “Comando Vermelho” e “PEC da Segurança Já”. A Nexus analisou 726 mil publicações em português, feitas por 78 mil usuários, que somaram 256 milhões de impressões entre os dias 28 e 29 de outubro.

 

Os perfis que mais repercutiram o tema foram os de Danilo Gentili, do portal G1 e da TNT Sports BR. No Google Trends, o termo “g1” apareceu na 2ª colocação entre as buscas mais realizadas no país durante as últimas 24 horas, com mais de 1 milhão de pesquisas.

 



Autor Poder360 ·


Paulo Bilynskyj encerrou sessão sem dar tempo de fala à Talíria Petrone, após o Pastor Henrique o chamar de “covarde”

Durante a sessão da Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados, nesta 3ª feira (28.out.2025), houve um bate-boca entre deputados do Psol e do PL em razão da megaoperação realizada no Rio de Janeiro ao longo do dia. A discussão verbal se deu principalmente entre o presidente da comissão, Paulo Bilynskyj (PL-RJ), a líder do Psol na Câmara, Talíria Petrone (RJ), e o deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ). A confrontação teve início quando Vieira chamou o presidente de “covarde” e foi respondido rapidamente por Bilynskyj.  

A discussão se intensificou quando Bilynskyj encerrou a reunião sem permitir que Talíria se manifestasse. 

Durante seu tempo de fala na Comissão, o deputado Pastor Henrique questionou congressistas da oposição que celebraram a operação Contenção, deflagrada nesta 3ª feira nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio, que deixou 64 pessoas mortas. 

“Eu continuo mantendo o meu entendimento que toda vida importa, com farda e sem farda. […] A pergunta que eu faço é: essa glorificação da letalidade, essa política operada há décadas no estado do Rio de Janeiro, está dando certo? O crime organizado está perdendo fôlego e força?”, questionou Vieira.

Ao presidente da comissão, o congressista afirmou: “Não dê direito à intervenção, se quiser desce e debate comigo de forma honesta, pelo menos hoje não está sendo covarde e se mantém aí. Parabéns”. 

Em resposta, Bilynskyj afirmou: “Covarde é Vossa Excelência, que está aqui defendendo um criminoso. Mantenha-se na sua posição e não ataque os membros desta comissão. O senhor não tem legitimidade para falar”. 

A situação piorou quando aliados do presidente da comissão mencionaram “baile funk” em resposta à deputada do Psol. Talíria rebateu: “Baile funk é bom demais, sabe o que não é bom? Matar gente, matar 70 pessoas no Rio de Janeiro, inclusive policiais. Um modelo de segurança pública assassino”. 

O bate-boca também envolveu o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) questionou: “O que seu presidente está fazendo? Negou 3 pedidos do governador”. 

Nogueira ainda declarou: “O seu presidente [Lula] é conivente com o tráfico, amigo de narcotraficante”. Em resposta, Talíria e Vieira retrucaram: “O seu presidente [Jair Bolsonaro (PL)] é um miliciano”. 

Nogueira se referia à declaração do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), que afirmou ter solicitado ajuda federal para operações policiais, mas que esses pedidos teriam sido negados pelo menos 3 vezes. 

Em resposta, o governo Lula negou. O Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Ricardo Lewandowski, declarou em comunicado que o governo “tem atendido, prontamente, a todos os pedidos do governo do Estado do Rio de Janeiro para o emprego da Força Nacional no Estado, em apoio aos órgãos de segurança pública federal e estadual”. 

O ministério afirmou ainda que, desde 2023, todas as 11 solicitações de renovação da FNSP (Força Nacional de Segurança Pública) foram acatadas.

Assista ao vídeo (10m01s):

MEGAOPERAÇÃO 

A Megaoperação mobilizou 2.500 policiais civis e militares e já deixou 64 pessoas mortas. Dentre elas, são 60 suspeitos de integrar o crime organizado e 4 são policiais. No total, 81 foram presas.

A operação Contenção também contou com a participação de promotores do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro). A ação foi deflagrada depois de mais de 1 ano de investigação conduzida pela DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes). 

A PMERJ (Polícia Militar do Rio de Janeiro) participa com o COE (Comando de Operações Especiais) e com unidades operacionais da capital e da região metropolitana.  

Já a Polícia Civil mobilizou agentes da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), delegacias especializadas, o Departamento de Combate à Lavagem de Dinheiro e a Subsecretaria de Inteligência. 

Entre os presos estaria Doca, operador financeiro de um dos líderes do Comando Vermelho, e Belão, uma das principais lideranças do tráfico do Morro da Guaporé, na zona norte da capital fluminense. 

Na ação, foram utilizados drones, 2 helicópteros, 32 blindados terrestres e 12 veículos de demolição do Núcleo de Apoio às Operações Especiais da PM, além de ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate. 

A operação continua com o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos complexos. Os 26 conjuntos de comunidades que formam os complexos do Alemão e da Penha permanecem sob forte presença policial. 



Autor Poder360 ·


Decisão é provisória; no sábado (25.out), a ANP havia liberado parcialmente as operações da Refit

O desembargador Guaraci de Campos Viana, da 6ª Câmara de Direito Privado, do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro), decidiu na 2ª feira (27.out.2025) liberar totalmente as operações da Refit (Refinaria Manguinhos), na zona norte da capital fluminense. A determinação tem caráter liminar (urgente e provisória). Leia a íntegra (PDF – 31 MB).

No sábado (25.out), a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) já havia desinterditado parcialmente a refinaria depois de a empresa comprovar ter atendido a 10 dos 11 requisitos estabelecidos pela fiscalização que culminou na interdição no fim de setembro.

A Justiça do Rio determinou também a interrupção do transporte do combustível apreendido. Até haver uma decisão final, o material deve ficar armazenado em Manguinhos.

Além disso, a empresa Peritos Judiciais foi designada para fazer um laudo sobre as irregularidades indicadas pela ANP na refinaria, contestadas pela Refit.

ENTENDA O CASO

Em 26 de setembro, a ANP interditou cautelarmente todas as instalações da Refit, com base em uma operação de fiscalização que apontou indícios de irregularidades na importação, movimentação e produção de combustíveis.

Segundo a agência, foram constatadas “importações de combustíveis praticamente prontos”, com possível adulteração da classificação para redução de carga tributária, tanques de armazenamento sem autorização e ausência de indícios de refino efetivo.

A ação fez parte da 2ª fase da operação Cadeia de Carbono, conduzida pela Receita Federal com apoio da Marinha e do MME (Ministério de Minas e Energia). Na semana anterior, o Fisco já havia apreendido cargas avaliadas em R$ 530 milhões, incluindo 90 milhões de litros de derivados de petróleo em navios vinculados ao mesmo grupo investigado.

Em nota, a Refit disse ter recebido a notícia da interdição com “surpresa e indignação”. A empresa afirmou ter prestado “todos os esclarecimentos” à ANP durante o processo de inspeção. “A Refit esclarece que jamais atuou ou opera como empresa de fachada para atividades ilegais e possui histórico comprovado de atividades legítimas no mercado”, declarou.

A Refit, então, contestou a interdição, dizendo que não foram cumpridos os requisitos legais para paralisação total e que não havia risco iminente ao consumidor, meio ambiente ou patrimônio público.



Autor Poder360 ·


Rafael Satiê (PL) protocolou projeto na Câmara; ativista de direita foi assassinado durante evento nos EUA

O vereador Rafael Satiê (PL-RJ) propôs na 2ª feira (15.set.2025) que a Câmara Municipal do Rio de Janeiro crie o “Diploma Charlie Kirk de Liderança e Defesa dos Valores Conservadores e Republicanos”.

Charlie Kirk, 31 anos, foi assassinado nos Estados Unidos, no dia 10 de setembro, enquanto participava de um evento ao ar livre na Universidade Utah Valley. Ele era um dos mais conhecidos ativistas conservadores do país.

Em seu perfil no X, o vereador disse que “o legado de Charlie não pode ser apagado”. Ele escreveu: “Aqui no Rio de Janeiro, enquanto tivermos voz, ele vai permanecer vivo”.

MORTE DE CHARLIE KIRK

O ataque contra Charlie Kirk na 4ª feira (10.set) se deu por volta das 12h10 (horário local), quando 1 disparo foi efetuado de aproximadamente 200 metros de distância. O tiro partiu de um telhado próximo ao local onde ele discursava.

No momento do ataque, Kirk respondia a uma pergunta, parte do debate “Prove Me Wrong” (“Prove que estou errado”, em tradução livre), sobre violência armada e pessoas transgênero nos EUA.

O ataque se deu durante a turnê “The American Comeback Tour” da organização TPUSA (Turning Point USA), uma série de palestras que levava Kirk a diversos campi universitários nos EUA.


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Carioca que se notabilizou por voz potente e grave estava internada no Hospital Silvestre desde junho com infecção pulmonar

Angela Maria Diniz Gonsalves, conhecida artisticamente como Angela Ro Ro, morreu nesta 2ª feira (8.set.2025) no Hospital Silvestre, no Rio de Janeiro. A cantora e compositora, que tinha 75 anos, estava internada desde junho com infecção pulmonar grave. Após enfrentar diversas complicações de saúde durante este período, Angela contraiu uma nova infecção que resultou em sua morte.

A cantora recebeu o apelido “Ro Ro” na infância por causa de sua voz naturalmente grave. Iniciou seus estudos de piano clássico aos 5 anos, desenvolvendo uma base musical que contribuiu para sua originalidade artística posteriormente.

A trajetória musical de Angela Ro Ro teve início efetivo na década de 1970, depois de uma viagem à Itália onde conheceu o cineasta Glauber Rocha. Em seguida, mudou-se para Londres, onde trabalhou como faxineira em um hospital, garçonete e lavadora de pratos em restaurante, realizando também algumas apresentações em pubs ingleses.

Por indicação de Glauber Rocha, a cantora participou do álbum “Transa”, de Caetano Veloso, tocando gaita na faixa “Nostalgia: That’s What Rock’n’roll Is All About”. Quando retornou ao Rio de Janeiro, começou a se apresentar em casas noturnas e foi contratada pela gravadora Polygram/Polydor (atual Universal Music).

O reconhecimento nacional veio em 1980, quando interpretou “Amor, Meu Grande Amor”, composição sua em parceria com Ana Terra, no Teatro Fênix. Vestida de smoking e sozinha no palco, apresentou ao país uma artista que expressava sentimentos pela perspectiva feminina. No mesmo programa, dividiu o palco com a veterana cantora Angela Maria, em um encontro que uniu diferentes gerações.

Angela Ro Ro se destacou na música popular brasileira com um estilo que combinava blues, samba-canção, bolero e rock. Ficou conhecida por sua franqueza ao abordar temas pessoais em suas composições. Ela era assumidamente lésbica. Uma das temáticas foi a luta contra a homofobia. Angela teve um relacionamento amoroso com a cantora Zizi Possi. Após o término conturbado da relação com uma acusação de agressão, Angela lançou o álbum “Escândalo” (1981).



Autor Poder360 ·


O Rio Araguaia atingiu neste mês de agosto, em Nova Crixás, o menor nível já registrado para o mês em quase 30 anos de medições do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo). Em Aruanã e Aragarças, a situação também preocupa, com cotas críticas, ainda que não recordistas. Além do Araguaia, outros rios importantes do Estado também registram índices preocupantes devido à estiagem prolongada.

De acordo com o levantamento do Cimehgo, o Rio Paranã, em Flores de Goiás, está próximo do menor nível histórico para agosto. Já os rios Meia Ponte, Vermelho e Turvo apresentam cotas abaixo da mediana, o que reforça os impactos da falta de chuvas. A exceção é o Rio Saia Velha, em Valparaíso de Goiás, que mantém índices acima da normalidade para o período.

A estiagem, que já chega a 110 dias sem chuvas em regiões do norte e oeste goiano, tem causado reflexos diretos no abastecimento, no ecossistema e também no agronegócio. A situação exige atenção redobrada das autoridades ambientais e de saúde, uma vez que a seca prolongada potencializa os riscos de queimadas e problemas respiratórios.

Previsão do tempo e baixa umidade

Segundo o boletim do Cimehgo, a semana será marcada por temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar em praticamente todo o território goiano. Em Goiânia, a máxima deve chegar a 34 °C, enquanto em Jataí os termômetros variam entre 14 °C e 35 °C. No Norte, Porangatu pode alcançar 37 °C, e em Catalão, no Leste, a previsão é de até 31 °C.

A umidade relativa do ar deve cair abaixo de 20%, patamar considerado crítico para a saúde. A combinação de baixa umidade, calor intenso e grande amplitude térmica favorece problemas respiratórios e exige cuidados redobrados da população, como hidratação constante e evitar atividades físicas nos horários mais quentes.

Risco de queimadas

O boletim também alerta para o risco máximo de incêndios em Goiás. De acordo com o gerente do Cimehgo, André Amorim, a combinação do chamado “fator 30-30-30”, com temperaturas acima de 30 °C, umidade abaixo de 30% e ventos superiores a 30 km/h, coloca 158 municípios em situação crítica.

Entre as áreas mais vulneráveis estão unidades de conservação como o Parque Estadual dos Pireneus, a Serra de Caldas Novas e a Floresta Estadual do Araguaia.

O Cimehgo reforça a necessidade de uso racional da água e de medidas preventivas contra queimadas. A recomendação é evitar qualquer ação que possa gerar focos de fogo e adotar cuidados básicos com a saúde, como manter ambientes úmidos e evitar exposição prolongada ao sol.

Autor Rogério Luiz Abreu