2 de junho de 2026
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Aparecida de Goiânia ultrapassou a marca de 100 mil empresas em atividade em 2025, segundo dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg). O balanço aponta que quase 9 mil novos negócios foram abertos entre janeiro e novembro do ano passado, incluindo microempreendedores individuais (MEIs), pequenas, médias e grandes empresas. O crescimento acumulado no período, comparado a 2024, chega a 21%.

Com esse desempenho, o município ocupa a 3ª posição entre as cidades que mais abriram empresas em Goiás, atrás apenas de Goiânia e Anápolis. Considerando apenas empresas que não são MEI, Aparecida registrou 1.972 novos empreendimentos entre março e novembro, já na gestão do prefeito Leandro Vilela. Em outubro, a média foi de oito novas empresas por dia.

Para o prefeito, os números refletem a recuperação do ambiente urbano e administrativo:

“Quando assumimos a Prefeitura, encontramos uma cidade deteriorada, com lixo, mato, entulho e iluminação precária. Trabalhamos primeiro para reorganizar Aparecida, porque nenhum empresário investe em um lugar sem estrutura”, afirma Vilela.

Ele destaca também fatores como segurança jurídica, estabilidade regulatória e melhoria no atendimento ao setor produtivo. Entre as ações, está o Programa Aparecida Digital, que disponibiliza mais de 220 serviços on-line e tornou 100% dos processos administrativos digitais.

Mais de 125 mil empregos

Os setores de serviços, comércio e indústria concentram 87% dos 126,7 mil empregos formais registrados em outubro de 2025, segundo o Caged. O dinamismo econômico tem atraído novos empreendedores locais, como Anathan Santos e Vinícius Castro, que abriram uma loja de manutenção de motocicletas no Veiga Jardim para atender trabalhadores de aplicativos.

“Nós conhecemos a cidade e vimos a demanda. Foi natural investir aqui”, diz Anathan.

O crescimento empresarial de Aparecida de Goiânia, impulsiona a cidade como polo econômico estratégico na região metropolitana. A combinação de ambiente regulatório simplificado, ampliação de serviços digitais e expansão do setor de serviços contribui para diversificar a base produtiva e sustentar o mercado de trabalho formal.

Autor Rogério Luiz Abreu