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LAÍS SEGUIN
PIRACICABA, SP (FOLHAPRESS) – A sushi chef Beatriz Suzuki, 31, descobriu aos 25 anos que estava com câncer colorretal. Moradora de Clementina (SP), de 8 mil habitantes, ela havia ignorado por três anos sintomas como sangue nas fezes e dor ao evacuar.
Curada do câncer, Suzuki agora usa as redes sociais para compartilhar a experiência que teve com a doença e conscientizar pessoas na faixa etária dos 20 anos a procurarem auxílio médico caso se identifiquem com seu relato.
“A primeira coisa que fiz ao receber o diagnóstico, foi procurar alguém que estava passando por isso. Não achei ninguém na época, apenas as pacientes de câncer de mama. Pacientes de câncer de intestino tem vivências muito específicas e precisam de identificação”, diz.
Com um grupo no Facebook com quase 500 membros e mais de 500 mil visualizações nas redes sociais, Suzuki é até mesmo seguida por Preta Gil, que teve a mesma doença em 2023. Ambas precisaram usar uma bolsa de ostomia como parte do tratamento.
Apesar de ter ignorado os próprios sintomas, Suzuki deu sorte do câncer no intestino ter sido descoberto na fase inicial, onde apenas a cirurgia para retirada do tumor é necessária. A bolsa precisou ser usada por dez meses devido a uma complicação, uma fístula intestinal.
Para Suzuki, não foi fácil aceitar a bolsa de ostomia. “Eu não conseguia nem olhar. Mas depois fui enxergando com outros olhos, não romantizando, mas vendo na real de que se não fosse ela, eu não estaria viva.”
“Eu tinha um único sintoma inicial do câncer, aos 22 anos, que era o sangue ao evacuar. Como não era sempre que acontecia, eu só ignorava, até que chegou a um ponto de não ser mais possível”, diz Suzuki.
Ainda aos 22 anos, Suzuki teve uma consulta com um médico coloproctologista, por insistência da família. “Foi feito um exame de toque, onde foi constatado que havia uma ferida”, relembra ela.
Na consulta, o médico fez uma receita para que Suzuki utilizasse uma pomada e um remédio e também a encaminhou para uma colonoscopia. Entretanto, ela não fez o uso dos medicamentos e também não compareceu ao exame.
“Ignorei o aconselhamento médico. Pensei que fosse uma hemorroida e que poderia esperar mais alguns anos. Até porque para tomar os medicamentos, precisaria parar de consumir bebida alcoólica e eu não queria abdicar disso”, diz.
Suzuki diz que estava passando por um processo de luto pela morte de seu pai e que usava o álcool para tentar camuflar a dor da perda. “Não tinha noção de como os sintomas eram graves e tirariam a minha qualidade de vida.”
Dois anos depois, outros sintomas surgiram, como uma perda de peso que ela associava aos bons hábitos alimentares e exercício físico regular. “Porém, eu ficava cansada só de andar um quarteirão e o sangramento passou a ser diário e muito intenso”, acrescenta.
No mesmo ano, uma dor intensa na barriga a fez procurar um pronto atendimento. “Contei ao médico tudo o que eu vinha ignorando. Ele me pediu exames, como a colonoscopia, que demorou um ano de espera pelo SUS (Sistema Único de Saúde)”, explica.
O diagnóstico foi feito um ano depois, em 2018, duas semanas após o exame ter ocorrido. “Com a pouca idade, tendemos a achar que nada vai nos atingir. Temos planos, mas sem saúde nada é possível”, diz Suzuki.
O câncer de intestino pode se desenvolver ao longo dos anos. O médico oncologista Lucas Vieira dos Santos, do Hospital Beneficiência Portuguesa, comenta que há casos em que a doença progride ao longo de uma década.
“Tudo depende da agressividade do câncer do paciente. Tem pessoas que têm a doença com um comportamento mais agressivo. Em linhas gerais, os pacientes passam a se queixar de sintomas em poucos meses”, diz.
Independente da idade, os principais sintomas para ficar atento em relação ao câncer no intestino são alteração no trânsito intestinal (como diarreia, constipação, sensação de evacuação incompleta), dificuldade de evacuar e eventualmente sangue nas fezes.
“Pode ser que o paciente encontre sangue ao se limpar após evacuar também. Cólica, falta de apetite, perda de peso repentina e cansaço constante são outros sinais importantes. Em estágios mais avançados, há aumento de volume abdominal”, diz Vieira dos Santos.
De acordo com Túlio Pfiffer, oncologista clínico do Hospital Sírio Libanês, cerca de 15% dos tumores do intestino nascem por predisposição genética, mas não é a única causa dessa doença.
Síndrome de Lynch e polipose adenomatosa familiar aumentam o risco de câncer colorretal e doenças inflamatórias intestinais como Doença de Crohn e retocolite ulcerativa.
Um estudo da American Cancer Society (ACS) divulgado em 2023 aponta que o diagnóstico de câncer colorretal em adultos de 20 a 39 anos tem aumentado entre 1% e 2,4% ao ano desde a década de 1980. Entre as principais causas estão os maus hábitos.
O tratamento adequado para um tumor de intestino depende da fase da doença que o diagnóstico é feito, segundo os especialistas. Pode ser necessário o uso temporário ou definitivo de bolsa de ostomia, em casos de obstrução intestinal.
Para tumores iniciais, apenas cirurgia, para tumores em fases intermediárias, habitualmente cirurgia, seguido de quimioterapia. Para tumores mais avançados, com metástases, são necessários tratamentos sistêmicos, quimioterapia, imunoterapia e cirurgia.
“A maior medida de prevenção é que todas as pessoas, mesmo sem sintomas ou histórico familiar, façam uma colonoscopia de prevenção a partir dos 45 anos. Já as que têm histórico familiar, conversem com um especialista e investiguem”, diz Pfiffer.
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TJ anula processo contra médico condenado por discriminação ao filmar caseiro negro acorrentado | Goiás
Lidiane 16 de junho de 2024
O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) anulou por unanimidade o processo contra o médico Márcio Antônio Souza Júnior, condenado por discriminação ao filmar um caseiro negro acorrentado, na cidade de Goiás, no centro do estado, e divulgar o vídeo nas redes sociais. De acordo com a decisão judicial, a Justiça Estadual não é apta para processar, julgar e punir o médico.
Em nota à TV Anhanguera, a defesa do médico disse que segue acreditando na Justiça, se desculpou pelo fato e afirmou que a intenção não era incentivar qualquer tipo de descriminação ou racismo.
Com a nova decisão, a indenização por danos morais coletivos foi elevada para R$ 1 milhão. Ainda de acordo com a anulação do TJ-GO, por ter sido a pratica da discriminação divulgada em uma rede social aberta, caberá a Justiça Federal julgar o caso, como estabelece o Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
Médico é suspeito de injúria racial ao filmar homem negro preso com correntes e algema
O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2022, na Fazenda Jatobá. O homem filmado trabalhava como caseiro e recebia um salário mínimo para o serviço na fazenda do médico. Conforme investigação, Márcio encontrou os itens na igrejinha da fazenda, colocou no homem, gravou o vídeo pelo celular e publicou nas redes sociais.
“Falei para estudar, mas não quer. Então vai ficar na minha senzala”, disse o médico enquanto filmava o homem acorrentado.
Após a repercussão, o médico publicou outro vídeo em que diz que não teve intenção de ofender. “A gente fez um roteiro a quatro mãos, foi como se fosse um filme, uma zoeira. Não teve a intenção nenhuma de magoar, irritar ou apologia a nada. Gostaria de pedir desculpas se alguém se sentiu ofendido, foi uma encenação teatral”, disse.
Apesar das declarações, a Polícia Civil indiciou Márcio Antônio por racismo no ano em que o crime foi cometido.
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Estudante que teve sobrenome trocado por ‘safada’ e do pai por ‘defunto’ ficou abalada e chorou muito ao ver documento, diz defesa | Goiás
Lidiane 16 de junho de 2024
A estudante de 19 anos que teve o sobrenome trocado por “safada” e do pai por “defunto”, ficou abalada e chorou muito ao ver o documento, afirmou a defesa dela. Segundo Fernando Almeida, advogado da jovem moradora de Uruana, no centro do estado, os xingamentos trouxeram lembranças negativas sobre o pai, que foi assassinado em 2023, mesmo ano em que o documento com o nome adulterado foi emitido.
“O pai dela foi assassinado. De repente, ela foi lá, passou na prova do Detran e quando foi pegar o documento ela viu ‘defunto’ no nome do pai. Quando ela viu isso, ela lembrou da morte do pai. Ela ficou em prantos, abalada e chorou muito”, disse o advogado.
A justiça determinou na última quinta-feira (13), que o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO), indenizasse a jovem com o valor de R$ 12 mil por danos morais. Em nota, o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE-GO) afirmaram que vão adotar as providências pertinentes no processo judicial (íntegra no fim desta reportagem).
Fernando Almeida afirmou ao g1 que o Detran tem 10 dias para recorrer da decisão. O advogado finalizou afirmando que a motivação da ação judicial contra o órgão, foi a dor sofrida pela cliente.
A motorista, na época com 18 anos, descobriu os xingamentos no meio dos nomes dela e do pai quando pegou o documento para pagar as taxas e pegar a CNH definitiva.
A motorista procurou uma delegacia e registrou um Boletim de Ocorrência denunciando a adulteração. O boletim detalha que ela acreditou que algum conhecido estava por trás das adulterações, já que o pai dela havia sido assassinado em abril de 2023 e, assim, seria uma forma de ridicularizá-la.
Justiça condena Detran a indenizar motorista que teve nome alterado por xingamentos
A jovem entrou na Justiça com uma ação por danos materiais e morais contra o Detran-GO e pediu R$ 30 mil. A juíza Flávia Cristina Zuza, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Goiânia, acolheu parcialmente o pedido e condenou a autarquia e o Estado de Goiás a pagar R$ 12 mil.
Na decisão, Zuza detalha que, ao saber das adulterações, o Detran retirou as ofensas dos nomes da motorista e do pai dela. Apesar disso, a juíza disse que a autarquia tem servidores responsáveis por alimentar e fiscalizar o sistema e, além disso, destacou que a adulteração violou a imagem e dignidade da jovem.
“O sistema alimenta todo o banco público de dados sobre os condutores brasileiros, uma vez que permite o acesso de inúmeros órgãos públicos para consultar a CNH e os dados dos condutores naquele sistema”, escreveu.
Após a denúncia da TV Anhanguera, o Detran apurou que 30 motoristas tiveram os sobrenomes adulterados entre os dias 7 e 15 de dezembro de 2023. O presidente do órgão, Waldir Soares explicou que o diretor de ensino de uma autoescola de Formosa, no Entorno do Distrito Federal, é suspeito das alterações porque a senha dele foi usada para as modificações.
Íntegra da nota do Detran e PGE
Em resposta à demanda sobre decisão judicial referente a indenização de motorista que teve o nome trocado em CNH, a PGE-GO esclarece que está ciente da decisão e adotará as providências pertinentes no processo judicial.
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Lira minimiza tramitação acelerada de PL Antiaborto por Estupro e prevê debates antes de decisão
Lidiane 16 de junho de 2024
BRASÍLIA (FOLHAPRESS) – O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), minimizou a tramitação acelerada do PL Antiaborto por Estupro no Congresso Nacional e disse prever uma série de debates sobre o tema antes de qualquer decisão dos parlamentares.
As declarações foram dadas na última quinta-feira (13), em Curitiba, depois da aprovação da urgência de projeto que equipara aborto após 22 semanas a homicídio.
“Não é porque uma urgência é aprovada que [o PL] vai para o plenário na semana que vem”, afirmou Lira após participação na 9ª edição do Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral.
Segundo o presidente da Câmara, a decisão não é rápida e a população precisa entender o andamento do processo legislativo. “Quando se tem uma casa com 40 mil projetos, há o artifício de um pedido de urgência que antecipa algumas etapas, por exemplo as comissões”, disse.
“Mesmo depois de uma urgência aprovada, tem que ser designado um relator, tem que se construir um texto, tem que se discutir com as bancadas, tem que fazer encontros, seminários, conferências e tem que conseguir os votos de todas as bancadas para ter o texto”, acrescentou.
Uma proposição pode tramitar com urgência quando há apresentação de requerimento dos parlamentares nesse sentido. Nesse caso, ela dispensa algumas formalidades regimentais. No caso do PL Antiaborto por Estupro, a votação foi uma decisão do colégio de líderes da Casa.
O projeto de lei 1904 quer colocar um teto de 22 semanas na realização de qualquer procedimento de aborto em casos de estupro no Brasil. O objetivo da proposição é equiparar a punição para o aborto à reclusão prevista em caso de homicídio simples.
Com isso, a mulher que fizer o procedimento, se condenada, cumprirá pena de 6 a 20 anos de prisão. Já a pena prevista para estupro no Brasil é de 6 a 10 anos. Quando há lesão corporal, de 8 a 12 anos.
Hoje, o procedimento só é permitido em três situações, que são gestação decorrente de estupro, risco à vida da mulher e anencefalia fetal. Os dois primeiros estão previstos no Código Penal de 1940 e o último foi permitido via decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em 2012. Para todos esses cenários, não há limite da idade gestacional para a realização do procedimento.
O PL Antiaborto por Estupro ganhou força após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, suspender uma resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) que proibia a assistolia fetal –procedimento que consiste na injeção de produtos químicos no feto para evitar que ele seja removido com sinais vitais.
O procedimento é recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e tido pelos protocolos nacionais e internacionais de obstetrícia como a melhor prática assistencial à mulher em casos de aborto legal acima de 20 semanas.
Sem antecipar quem ficará com a relatoria, Lira disse que tem um compromisso com a bancada feminina de que será uma mulher de ala “moderada”. Segundo ele, é o relator quem dá “o tom” do texto final.
“É um texto polêmico e, se não tiver condição, se não tiver consenso, não vai ao plenário. Mas, por sentimento, entendo que o Congresso não irá avançar em cima do que já está pacificado na legislação, com as exceções que se permitem [para o aborto]”, afirmou.
Golpe do falso sequestro: mulher transfere R$ 20 mil e entrega R$ 300 mil em joias a criminosos por achar que filha tinha sido sequestrada em Goiânia | Goiás
Lidiane 15 de junho de 2024
Uma idosa de 78 anos foi vítima do golpe do falso sequestro, transferiu R$ 20mil e entregou cerca de R$ 300 mil em joias para criminosos, após acreditar que a filha tinha sido sequestrada, em Goiânia. Segundo a Polícia Militar (PM), o caso foi solucionado após os funcionários do banco da idosa desconfiarem quando ela tentou realizar uma segunda transferência de R$ 20 mil no mesmo dia.
O caso aconteceu na sexta-feira (14). Os relatos da PM apontam que os criminosos entraram em contato com a idosa por ligações telefônicas durante a madrugada, dizendo que tinham sequestrado a filha dela.
À polícia, a idosa afirmou que durante a ligação, era possível ouvir a voz de uma mulher ao fundo se passando por sua filha, e que pedia para a vítima entregar as joias que tinha para salvá-la. Como forma de manipulação, os criminosos exigiam que a vítima ficasse online em vídeo chamada com eles para monitorarem o que ela fazia e impedir que a idosa ligasse para a filha, informou a PM.
Por volta de 10h da sexta-feira, a vítima foi até o banco e transferiu R$ 20 mil para os criminosos. Às 11h, os golpistas coagiram a idosa a informar seu endereço, abrir o portão da residência e deixar uma sacola com as joias em frente ao portão.
Vídeo mostra suspeito de participação em golpe do falso sequestro furando joias
As câmeras de segurança da casa da vítima mostram o momento em que um homem passa pela rua, pega a sacola e vai embora (veja acima). Após ter as joias furtadas, os criminosos exigiram outra transferência de R$ 20 mil.
Ainda segundo a Polícia Militar, na tentativa de fazer a nova transferência, os funcionários do banco estranharam a ação e questionaram a idosa, que informou no ouvido do gerente do banco que estava sendo assaltada. Após a denúncia, o gerente ligou para a filha da vítima, teve a certeza de que tudo se tratava de um golpe e acionou os policiais.
No vídeo registrado pelas câmeras de segurança, é possível ver um carro prata passando pela rua. Após suspeitas dos policiais, a placa do carro foi investigada e chegaram até o endereço do motorista cadastrado no veículo.
Ao chegarem no endereço do condutor, foram informados de que o carro estava alugado para um terceiro, que usava o veículo para transporte de passageiros por aplicativo, mas que possuía rastreador. Após conseguirem a localização do carro, encontraram o veículo e o suspeito de participação no crime, que confessou ter pegado as joias.
O homem que aparece nas imagens das câmeras de segurança, de 28 anos, foi preso em Trindade. As joias furtadas foram recuperadas e entregues de volta à idosa. Os militares informaram que o suspeito possuía passagens pelos crimes de estelionato e associação criminosa.
Outros suspeitos de envolvimento no caso não foram localizados. O g1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Esta semana, a vítima realizou mais duas transferências, totalizando R$ 1.800, para contas de outras duas mulheres.
10 jun
2024
– 15h00
(atualizado às 15h57)
Uma mulher de 57 anos de Carlos Barbosa foi vítima de um golpe de falso relacionamento e perdeu R$ 11.800. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia, onde a vítima relatou que um golpista, fingindo ser um estrangeiro residente nos Estados Unidos, a convenceu a enviar dinheiro para cobrir despesas de viagem.
Foto: Imagem Ilustrativa / Freepik / Porto Alegre 24 horas
O golpista, utilizando redes sociais, alegou estar planejando uma viagem ao Brasil e persuadiu a vítima a realizar transferências financeiras. Em março, a mulher fez dois envios de dinheiro para a conta de uma mulher indicada pelo criminoso. Esta semana, a vítima realizou mais duas transferências, totalizando R$ 1.800, para contas de outras duas mulheres.
Após contínuos contatos, o golpista afirmou precisar de mais R$ 1.800 para finalizar os preparativos de viagem e encontrar a vítima. Após esta última transferência, a mulher percebeu que havia sido enganada. Golpistas frequentemente usam redes sociais e aplicativos de relacionamento para iniciar contato, construir uma falsa intimidade e, eventualmente, solicitar dinheiro para falsas emergências.
Com a informação Leouve.
Idoso preso por matar adolescente e esconder corpo em cisterna mentiu para a família dizendo que vítima tinha sumido após sair de casa, diz polícia | Goiás
Lidiane 13 de junho de 2024
A polícia encontrou o corpo da adolescente na última no último dia 06 de junho, em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal (DF). O idoso foi preso no mesmo dia e, segundo a polícia, ele confessou o crime. O g1 não conseguiu contato com a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem.
Segundo o delegado Augusto Albernaz, que investiga o caso, uma tia de Anna Carolina denunciou o desaparecimento da sobrinha no último dia 28 de maio. Albernaz contou que a mulher sabia da relação da adolescente com o idoso e, ao dar falta da sobrinha, foi até a casa do suspeito para ter informações sobre ela.
“Ela foi até a casa dele perguntar por ela e [o suspeito] disse que ela saiu com alguns pertences com outro rapaz e não voltou mais”, detalhou o delegado.
A Polícia Militar explicou que soube que a adolescente estava desaparecida e que, após fazer um levantamento, encontrou a casa onde o corpo estava escondido. O corpo foi encontrado após os policiais estranharem a existência de uma estrutura de cimento recente que estaria sobre a cisterna.
Idoso é suspeito de matar adolescente em Planaltina de Goiás
Ao g1, a Polícia Civil explicou que, inicialmente o suspeito não admitiu os crimes, mas que familiares suspeitavam que o corpo encontrado seria de Anna Carolina Silva. A família reconheceu o corpo da menina no local em que ele foi encontrado por meio das tatuagens dela.
Preso em flagrante por ocultação de cadáver, o idoso pode ainda responder por exploração sexual, por ser a vítima uma adolescente. De acordo com o delegado, devido à gravidade do crime, ele acredita que a Justiça deve converter a prisão do suspeito em provisória após audiência de custódia.
De acordo com a investigação, quando a ex-companheira do idoso descobriu o relacionamento com a adolescente e que ela estava frequentando a casa, exigiu que o suspeito mandasse a garota embora, mesmo já divorciados. O idoso aceitou o pedido da ex-mulher e pediu para que a adolescente saísse da casa, apontou Humberto Soares.
Ainda segundo a Polícia Civil, o idoso afirmou em depoimento que a adolescente começou a ameaçá-lo, dizendo que se saísse da casa iria denunciar o suspeito para a polícia. Disse ainda que, amigos de Ana Carolina, apontados como traficantes pela investigação, foram até a casa do idoso para colaborar com as ameaças.
“Ele disse que a matou diante de ameaças que ela teria feito contra sua família. Além disso, ele afirmou que Anna teria dito que iria tomar a casa dele na Justiça”, detalhou a polícia.
Aproveitando do momento em que a adolescente estava sob efeito de drogas, o idoso a esfaqueou no pescoço e deu início as demais lesões causadas. Em depoimento, o suspeito confessou que o crime ocorreu em 30 de maio deste ano.
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Vigilante que morreu após ser atingido por carro de luxo estava vivo quando resgate chegou, diz testemunha | Goiás
Lidiane 13 de junho de 2024
O vigilante Clenilton Lemes Correia, que morreu após ser atingido por um carro de luxo na GO-020, em Goiânia, estava vivo no momento em que o resgate chegou no local, afirmou uma testemunha à Polícia Civil. Segundo a delegada responsável pelo caso, Ana Cláudia Rodrigues, a testemunha citada foi a responsável por acionar o socorro para Clenilton.
“Em depoimento, Antônio afirmou que a vítima já estava morta. Uma pessoa que chegou logo após o fato esclareceu que a vítima ficou no local, ela teve atendimento e ela ainda estava com vida. Então, é muito importante que, ocorrendo um acidente, a gente seja humano e preste esse atendimento que pode salvar vidas”, orientou a delegada.
O motorista chegou a ser preso em flagrante no último domingo (9), horas depois do acidente, no Jardim Guanabara, mas já está em liberdade. Em nota, a defesa dele informou que foi concedida uma liminar para revogar a prisão, impondo apenas medidas cautelares diversas, e que “estará sempre à disposição da Polícia Civil e do Poder Judiciário para contribuir para a elucidação dos fatos” (leia a íntegra no fim desta reportagem).
A delegada divulgou as falas da testemunha em uma coletiva de imprensa realizada na quarta-feira (12). Ainda segundo a delegada, um amigo que acompanhava Antonio Netto, suspeito de atropelar e matar o vigilante, afirmou que os dois ingeriram bebidas alcóolicas antes do acidente e que perceberam a presença de Clenilton apenas após o impacto.
“Ele não viu o motociclista e ele acredita que o Antônio também não. Após o ponto de impacto, ele pediu muito para que o Antônio parasse, ele não conseguiu, seguiu e se dirigiu a casa dele. Ele teve acesso e a certeza de que ali existia uma vítima”, disse a delegada.
Ana Cláudia afirmou que a polícia segue investigando o trajeto que Antonio teria feito antes do acidente, e que, já encontraram imagens de câmeras de monitoramento que mostram o suspeito bebendo, além de terem acesso a comandas de consumação dos estabelecimentos por onde ele passou. Antônio Netto foi tipificado por lesão corporal culposa no trânsito.
A situação de Antônio perante a Justiça pode ser agravada diante de todas as provas obtidas pela investigação, afirmou a delegada. Dentro da Mercedes, que pertence ao suspeito, foram encontrados vestígios de bebida alcóolica.
Motorista que matou vigilante atropelado foi a posto de combustíveis antes do acidente
A Polícia Civil divulgou um vídeo na última quarta-feira (12) que mostra o suspeito em um posto de combustíveis antes do crime (veja acima). Ele passa ao fundo da filmagem usando uma camiseta preta. Testemunhas e um laudo do Instituto Médico Legal (IML) atestam que ele ingeriu bebidas alcoólicas.
A delegada também informou que, com base no depoimento de testemunhas e outras evidências, como as comandas dos pedidos e câmeras de segurança, é possível afirmar que o motorista chegou ao primeiro bar por volta das 19h de sábado (8).
De lá, Antônio passou por outro bar e de lá seguiu para o posto de combustíveis próximo. Na sequência, visitou um pub e, por fim, parou para comer em uma lanchonete. O acidente aconteceu quando ele voltava para casa.
O vigilante Clenilton Lemes Correia foi atropelado e arrastado por mais de 200 metros, na GO-020, quando ia para o trabalho. A Polícia Científica informou que ele teve múltiplas lesões. Por conta da batida, a placa do carro se desprendeu e ficou na rodovia, o que ajudou a localizar o motorista, enquanto a placa da moto ficou presa ao para-choque do carro.
Antônia Araújo da Silva, esposa da vítima, pediu justiça ao marido. “A pessoa por irresponsabilidade tira a vida de um pai de família, não pode ficar impune”, lamentou em entrevista à TV Anhanguera.
Também de acordo com a delegada, uma outra testemunha afirma ter visto o carro de Antônio momentos antes do acidente trafegando em alta velocidade. Ela também conseguiu afirmar que a moto do vigilante estava com a iluminação em perfeitas condições.
“Nós também ouvimos outra testemunha importantíssima que relata que já tinha cruzado com o veículo momentos antes em velocidade alta, de aproximadamente 100 km/h. Isso veio a esclarecer muita coisa e vai ajudar muito na própria perícia, que é o que a gente aguarda agora”, afirmou.
Agora, a polícia aguarda o resultado dos laudos periciais para que seja feita uma reconstrução ainda mais detalhada de toda a dinâmica do acidente.
Nota da defesa na íntegra
A defesa do Sr. Antônio Scelzi Netto, informa que diante da decretação da prisão preventiva em desfavor do nosso cliente, contrário a norma Processual Penal, foi impetrado ordem de Habeas Corpus perante o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás e diante da análise criteriosa e estritamente legal, foi concedida a liminar requerida para revogar a prisão, impondo medidas cautelares diversas da prisão, suficientes para acautelar o resultado útil do processo.
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Mulher agredida por policial penal e amigo após rejeitá-los descreve momentos de pânico: ‘Achei que ia morrer’ | Goiás
Lidiane 13 de junho de 2024
Policial penal armado e amigo são suspeitos de agredir mulher após ela rejeitá-los
A mulher que foi agredida por um policial penal e pelo amigo dele na porta de uma distribuidora de Senador Canedo, na Região Metropolitana da capital, contou detalhes sobre os momentos de pânico que vivenciou durante as agressões. Ela explicou que as agressões ocorreram depois de ela rejeitar os dois homens (veja o vídeo acima). Além disso, disse que o policial chegou a colocar a arma no rosto dela e a atirar, mas que a arma teria falhado.
“Fiquei com medo. Na hora ali eu achei que ia morrer”, desabafou a mulher à TV Anhanguera.
“Colocou a arma no meu rosto. Puxei meu braço assim, empurrei a arma. Ele foi e atirou. Se eu não tivesse reagido, de ter empurrado o braço dele, eu creio que sim, tinha atirado no meu rosto”, completou a mulher.
A defesa do agente Eiryan Valcley de Jesus Valadão , representada pelo advogado Jamerson Justo, disse que não dará declarações detalhadas até que tenha acesso aos autos do processo. Além disso, disse que, assim que a defesa tomou conhecimento dos fatos, “o policial penal prontamente se apresentou, entregando-se para prestar todos os esclarecimentos necessários” (veja a nota completa abaixo).
Em nota, a Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) informou que o policial Eiryan estava de folga na ocasião das agressões e que abriu um procedimento administrativo para apurar o caso (veja a nota completa ao final da reportagem). O g1 entrou em contato com a defesa de Marcos Vinícius Souza Mesquista, amigo do policial, por mensagem na manhã desta quinta-feira (13) para um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Agressões na porta de distribuidora
O caso aconteceu na madrugada de terça-feira (11) quando a mulher foi até a distribuidora para comprar algumas bebidas. Posteriormente, o policial se apresentou à delegacia e acabou preso.
O vídeo registrado por câmeras de segurança mostra quando o policial penal Eiryan Valadão bebe e conversa com o amigo e uma outra pessoa na porta da distribuidora de bebidas.
Na ocasião, o amigo pede ao policial que empreste a arma para que ele possa dar um tiro. Em resposta, o policial questiona o amigo e diz que já paga R$ 16,5 mil para “se livrar de duas tentativas de homicídio”. Mas em seguida, o próprio policial saca a arma, atira para cima e a empresta ao colega.
Pouco depois a mulher chega no estabelecimento. Neste momento ela já é abordada pelo policial, que pede para que ela os convide para ir a uma festa. Durante a filmagem, a mulher nega os pedidos do policial e fica olhando para o celular. Ao pegar a bebida no balcão, a mulher é vista tentando ir embora, mas é barrada pelos dois homens.
Em seguida, iniciam-se as agressões. O policial é filmado tirando a arma da cintura e a utilizando para ameaçar a mulher. Ela é agredida com chutes e socos. Durante as agressões, a mulher chega a pedir calma aos homens.
Nota da DGPP na íntegra:
“A Diretoria-Geral de Polícia Penal informa:
O Servidor mencionado encontrava – se em seu período de folga. Entretanto, a instituição ao tomar conhecimento do fato pela Polícia Civil de Goiás, imediatamente instaurou Procedimentos Administrativo Disciplina (PAD) por meio da sua corregedoria, para apurar o fato.
O cumprimento do mandado de prisão ocorreu após a apresentação do servidor, de forma voluntária, a Delegacia de Polícia Civil. Ação realizada com base na Portaria nº0335 de 25 de abril de 2023. Ato que foi acompanhado pela corregedoria da polícia penal na data de ontem.
O servidor que executa suas atividades no Grupo Tático de Ações e Escoltas está recolhido na Unidade de Custódia Especial Marco Aurélio Rodrigues.
A instituição reitera que não coaduna com qualquer conduta que vá contra a integridade física e moral de qualquer pessoa, bem como, esteja desalinhada com a obrigação funcional do servidor público de atuar sempre com respeito às leis.”
Nota da defesa do policial Eiryan Valadão:
“Em virtude dos recentes acontecimentos, informamos que, neste momento, não faremos declarações detalhadas até que tenhamos pleno conhecimento dos fatos e acesso completo aos autos do processo. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e a verdade.
Gostaríamos de esclarecer que, assim que tomou conhecimento dos fatos, o policial penal prontamente se apresentou e não se furtou da justiça, entregando-se para prestar todos os esclarecimentos necessários ao Judiciário.
Sobre a prisão, a defesa entende que não preenche os requisitos da prisão em flagrante, pois o acusado se apresentou espontaneamente.
Agradecemos pela compreensão e pedimos que aguardem novas informações. Manteremos a imprensa e o público informados assim que tivermos mais detalhes a compartilhar.
Atenciosamente,
Jamerson Justo – OAB GO n. 52236.”
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Policial penal é preso por agredir mulher em distribuidora de Senador Canedo
Lidiane 13 de junho de 2024
A Redação
Goiânia
– Depois de ser gravado agredindo uma mulher na porta de uma distribuidora de bebidas, em Senador Canedo, um policial penal, que estava de folga, foi preso na madrugada desta terça-feira (11/6). No vídeo, registrado por câmeras de segurança, o agente aparece dando um soco na vítima usando uma arma para ameaçá-la.
Ainda de acordo com a PCGO, Eiryvan estava acompanhado de um amigo, Marcos Vinícius Souza Mesquista, que está sendo procurado por também ter agredido a mulher com chutes e socos.
“[Os suspeitos] queriam que a solicitante [mulher] ficasse com eles e, ao negar, os indivíduos a agrediram com vários socos. Também estavam armados com arma de fogo e deram disparos para cima”, informa o Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (PMGO), chamada para tender a chamada.
Em nota, a Diretoria-Geral de Polícia Penal informou, sobre Eiryan, que “a instituição ao tomar conhecimento do fato pela Polícia Civil de Goiás, imediatamente instaurou Procedimentos Administrativo Disciplina (PAD) por meio da sua corregedoria, para apurar o fato”. Enquanto isso, o agente segue recolhido na Unidade de Custódia Especial Marco Aurélio Rodrigues.
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Violência contra a mulher em Goiás e a luta contra um cenário persistente



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