11 de junho de 2026
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(Foto: Reprodução)

Com extensa ficha criminal, ele é suspeito de participar de grupo criminoso do Rio de Janeiro. Segundo a polícia, ele atirou nos policiais durante uma abordagem na rodovia. Confronto aconteceu com os policiais do Comando de Operações de Dívidas (COD) na GO-040
COD/Divulgação
Um homem acusado de matar uma mulher com um tiro no rosto morreu em confronto com a Polícia Militar na GO-040, em Abadia de Goiás, na Região Metropolitana da capital. Com extensa ficha criminal, ele é suspeito de participar de um grupo criminoso do Rio de Janeiro, segundo a polícia.
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O confronto aconteceu na tarde do último sábado (30) com os policiais do Comando de Operações de Dívidas (COD). A polícia disse que ele era acusado de um crime de feminicídio que aconteceu em 2020, em Aparecida de Goiânia, em que a mulher foi morta com quatro tiros no rosto.
Segundo a polícia, o homem era de alta periculosidade, tinha passagens por diversos crimes como homicídio, posse arma restrita, uma pistola de uso restrito com kit rajada, tráfico de drogas, associação ao tráfico, desobediência, desacato, dano ao patrimônio público e duas por motim.
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A troca de tiros aconteceu em um ponto de bloqueio policial durante uma tentativa de abordagem em que o homem estava em um carro com atitude suspeita. Durante a abordagem, ele fez vários disparos contra a equipe policial que revidou de imediato.
Após a ação, o homem apresentava sinais vitais e a equipe prestou socorro até a uma unidade hospitalar mais próxima onde foi prestado atendimento médico, mas o suspeito não resistiu. A polícia apreendeu o carro em que ele estava, uma pistola calibre 380 com munições e oito peças de maconha.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/03/31/suspeito-de-matar-mulher-com-tiro-no-rosto-morre-em-acao-policial-na-go-040.ghtml

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Um ficheiro da Polícia Metropolitana de Londres sobre o assassino em série Jack, o Estripador – que matou cinco mulheres, em 1888, nos arredores da capital britânica – foi tornado público, 136 anos após os crimes.

Segundo a Sky News, o documento estava na posse do inspetor Joseph Henry Helson, que trabalhava na Polícia Metropolitana na época dos assassinatos.

O documento, que esteve na posse da família Helson durante quatro gerações, inclui duas fotografias de Michael Ostrog, que foi um dos primeiros suspeitos, e uma cópia do postal ‘Saucy Jack’, que teria sido enviado pelo assassino às autoridades.

Contém ainda uma cópia da carta ‘Dear Boss’, onde foi citado o nome Jack, o Estripador pela primeira vez.

O inspetor Helson trabalhou no caso do homicídio de Mary Ann Nichols, uma prostituta de East End que foi a primeira vítima de Jack, o Estripador. Oito dias depois, ajudou nas investigações da morte de Annie Chapman, a segunda vítima. 

O arquivo, que tem um valor estimado de 10 mil libras (cerca de 66 mil reais), e vai ser vendido pelo bisneto de Helson, em leilão através da Whitton & Laing Auctioneers, na próxima sexta-feira, 22 de março.

“Durante quase 140 anos, os assassinatos de Jack, o Estripador exerceram um fascínio duradouro e os artigos diretamente relacionados com os crimes raramente são postos à venda”, afirmou um porta-voz da leiloeira, acrescentando que “as pessoas não devem esquecer que as vítimas eram pessoas reais com histórias reais”.

Lembrando que Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes, e Mary Jane Kelly foram assassinadas em Whitechapel entre 31 de agosto e 9 de novembro de 1888. As cinco mulheres, que trabalhavam como prostitutas, foram mortas com golpes na garganta e três delas tiveram os órgãos removidos.

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