A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informou nesta quinta-feira (22/1) que iniciou a aplicação de penalidades a fornecedores que não entregaram ou atrasaram a entrega de medicamentos e insumos previstos em contratos vigentes. Ao todo, 29 empresas serão notificadas por quase 1,8 milhão de itens não entregues ou entregues fora do prazo.
As penalidades variam conforme a situação de cada fornecedor, podendo incluir advertências, multas ou restrições temporárias de fornecimento. As medidas administrativas, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizzer, buscam evitar desabastecimentos e reduzir a necessidade de novas compras emergenciais.
“Vinte empresas já foram notificadas e foram publicadas 15 multas, que variam de 10% a 30% do valor dos itens não entregues, conforme atraso e impacto ao município”, informa o secretário.
A SMS afirma que atualmente mantém 87% do estoque regular e trabalha para alcançar mais de 95% em até 60 dias.
“As medidas são voltadas às empresas que venceram processos licitatórios, mas não cumpriram o cronograma de fornecimento. Elas incluem desde advertências até restrições temporárias à participação em novos certames. A orientação do prefeito Sandro Mabel é garantir que a rede municipal não enfrente desassistência”, explica Pellizzer.
A prefeitura informou, ainda, que desde o ano passado vem restabelecendo o abastecimento de medicamentos e insumos, após assumir a administração com estoques comprometidos. Por meio de compras emergenciais realizadas no início da gestão, o estoque chegou a 80%. Desde então, foram investidos R$ 45,2 milhões, totalizando mais de 17,7 milhões de medicamentos e 7,1 milhões de insumos distribuídos às unidades.
Empresas terão de comprovar estoque mínimo
A Secretaria Municipal de Saúde trabalha atualmente com mais de 40 fornecedores, muitos dos quais não produzem diretamente os itens que comercializam.
“Elas compram da indústria e revendem, o que pode gerar dificuldade no cumprimento dos prazos quando não há estoque disponível”, destaca Pellizzer.
Por isso, segundo a secretaria, em futuros processos licitatórios as empresas deverão comprovar estoque mínimo de 50% do que ofertam.
O secretário de Saúde reforça que os atrasos não trazem prejuízo financeiro para o município.
“A prefeitura não efetua pagamento sem o recebimento dos itens, e as multas incidem sobre o valor total previsto em contrato”, afirma.
Projeto de lei do deputado Cristiano Galindo prevê autorização para sepultamento de animais em jazigos de seus tutores
Lidiane 22 de janeiro de 2026
O deputado Cristiano Galindo (SD) apresentou o projeto nº 32316/25 para permitir o sepultamento de cães e gatos em campas e jazigos cujas concessões pertençam às famílias de seus tutores. O texto explica que o serviço funerário de cada município criará as normas para os atos e os tutores dos bichos pagarão as despesas. Os cemitérios pertencentes a entidades particulares poderão definir regras para o uso de jazigos por animais em espaços da entidade.
O cumprimento de normas de saúde e do ambiente garante a proteção da coletividade. O legislador ressalta que o projeto estabelece regras para assegurar o cumprimento das normas sanitárias e ambientais vigentes, garantindo que o procedimento seja realizado em locais adequados, sem prejuízo ao meio ambiente ou à saúde coletiva. “Dessa forma, a proposta concilia sensibilidade social com responsabilidade técnica.”
O deputado cita, na justificativa, que diversos estudos apontam sobre o vínculo entre pessoas e animais e os efeitos na saúde: “A convivência com animais de estimação contribui significativamente para a saúde mental, aliviando sintomas de ansiedade, depressão e estresse. Não é incomum que a perda de um animal provoque sofrimento comparável ao luto por um ente querido”.
Para o autor da proposta, o projeto representa a mudança na sociedade e o respeito da população de Goiás por animais, além de ligação com os valores da sociedade. Galindo ressalta, ainda, que a medida também evita a destinação irregular de restos mortais de animais, contribuindo para a proteção ambiental e para a saúde pública.
O projeto será encaminhado à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuído para relatoria parlamentar.
Avião que levava o presidente dos EUA estava a caminho da Suíça quando teve de retornar à base aérea
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), estava a bordo do avião presidencial, Air Force One, na 3ª feira (20.jan.2026) quando o voo foi interrompido por falha elétrica. Ele estava a caminho do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, quando teve de retornar à Base Conjunta Andrews, em Maryland. Esta é a 1ª viagem internacional do republicano em 2026.
“Depois da decolagem, a tripulação do Air Force One identificou um pequeno problema elétrico. Por excesso de cautela, a aeronave está retornando à Base Conjunta Andrews. O presidente e sua equipe embarcarão em outro avião e seguirão viagem para a Suíça”, disse a Casa Branca em comunicado.
Segundo a agência Reuters, a aeronave pousou em segurança na base aérea na madrugada desta 4ª feira (21.jan) –por volta da 1h no horário de Brasília. Depois do pouso do Boeing 747, a viagem continuou em um Boeing 757 menor, que partiu mais de duas horas depois da decolagem do voo inicial.
No Fórum Econômico Mundial de Davos, o presidente dos EUA deve se juntar a outros líderes mundiais, alguns dos quais contestaram sua ameaça de controlar a Groenlândia e seus planos para um Conselho da Paz, com o objetivo de supervisionar a Faixa de Gaza. O discurso de Trump em Davos está marcado para as 10h30 no horário de Brasília, nesta 4ª feira (21.jan).
Trump já afirmou que prioriza interesses nacionais e políticas protecionistas, posição que contrasta com a agenda de cooperação econômica defendida no fórum.
A última vez que Trump esteve presente em Davos foi em 2020, durante seu 1º mandato. Em 2025, já de volta à presidência, ele optou por participar da 55ª edição por videoconferência. Dessa vez, comparecerá presencialmente com uma delegação composta por integrantes de sua gestão, como o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o secretário de Estado, Marco Rubio.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou a jornalistas em 15 de janeiro que entre os tópicos que devem ser abordados por Trump estão as “iniciativas habitacionais” norte-americanas. Segundo ela, Trump “sabe que os EUA são mais fortes quando são uma nação de proprietários, e não de inquilinos, e está determinado a proporcionar essa oportunidade ao maior número possível de norte-americanos”.
A Procuradoria da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) emitiu um parecer jurídico que orienta os servidores da Casa interessados em concorrer às eleições de 2026 sobre os prazos legais de desincompatibilização. O documento é assinado por 11 procuradores e tem caráter orientativo, reunindo as regras que devem ser observadas por servidores efetivos, comissionados, gratificados, chefias de seção, assessorias, secretários e diretores.
De acordo com o parecer, os prazos para afastamento do cargo variam conforme a função exercida pelo servidor. Para ocupantes de cargo efetivo, com exceção daqueles ligados a atividades de auditoria e fiscalização, o afastamento ocorre por meio de licença remunerada para atividade política, devendo ser requerido até três meses antes do pleito, com data limite em 4 de julho de 2026.
O mesmo prazo de três meses também é aplicado aos servidores que ocupam cargos comissionados ou que sejam titulares de gratificação de representação, bem como aos que exercem cargos comissionados de diretor ou secretário. Nesses casos, o afastamento é definitivo, mediante exoneração.
Já para os servidores que atuam em cargos relacionados à arrecadação e fiscalização de impostos, taxas e contribuições de melhoria, o prazo é mais longo. O parecer estabelece a necessidade de exoneração definitiva até seis meses antes da eleição, o que fixa a data de 4 de abril de 2026 como limite.
O mesmo prazo de seis meses se aplica ao servidor efetivo que esteja no exercício da presidência de sindicato mantido, total ou parcialmente, por contribuições impostas pelo poder público ou por recursos arrecadados e repassados pela Previdência Social.
Os procuradores ressaltam que é de responsabilidade do servidor requerer a licença para atividade política ou a exoneração do cargo dentro dos prazos estabelecidos. A Procuradoria destaca que o parecer foi elaborado em conformidade com a legislação e a jurisprudência da Justiça Eleitoral e não substitui a iniciativa individual do interessado.
Desincompatibilização
A desincompatibilização consiste no afastamento temporário ou definitivo do exercício de cargo, emprego ou função pública para que o cidadão se torne elegível.
Esse mecanismo, lembram os procuradores da Casa, tem fundamento na Constituição Federal e busca proteger a probidade administrativa, a moralidade no exercício do mandato e a normalidade e legitimidade das eleições, evitando a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de funções públicas.
“O objetivo da desincompatibilização é impedir que futuros candidatos utilizem a estrutura pública ou os recursos inerentes ao cargo para obter vantagem eleitoral. Caso o pré-candidato permaneça no exercício da função após o prazo legal, configura-se a incompatibilidade, uma das causas de inelegibilidade. (…) Em síntese, o instituto visa a assegurar a paridade de armas entre os candidatos e garantir que o processo eleitoral ocorra de forma legítima e equilibrada”, pontua o documento assinado conjuntamente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta 2ª feira (19.jan.2026) o decreto que regulamenta a Lei das Instituições Comunitárias de Educação Superior, aprovada em 2013. A cerimônia reuniu dirigentes de ICES (Instituições Comunitárias de Educação Superior) no Palácio do Planalto, em Brasília.
Lula não discursou no evento. Coube ao ministro da Educação, Camilo Santana (PT-CE), apresentar as medidas. O ministro da AGU (Advocacia Geral da União), Jorge Messias, também participou da solenidade.
A regulamentação permite que as 88 instituições comunitárias do país tenham acesso:
- ao orçamento público para desenvolvimento de atividades de interesse público;
- a editais de órgãos governamentais de fomento;
- a parcerias com entes públicos estaduais para oferta de serviços.
O decreto também cria o Conselho Nacional de Instituições de Ensino Superior Comunitárias, voltado à integração entre as faculdades.
As instituições comunitárias não são públicas nem privadas com fins lucrativos. Funcionam em regime sem fins lucrativos e prestam serviços educacionais. Muitas estão presentes em municípios que não têm universidades federais ou estaduais.
Atualmente, são 4.975 cursos oferecidos, com 1,86 milhão de vagas e 512 mil matrículas. A maior concentração está no Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina.
Durante o discurso, Camilo Santana também abordou a área de medicina, área em que muitas instituições comunitárias atuam. Criticou gestões anteriores por terem se omitido na regulamentação de cursos. Segundo ele, entre 2016 e 2022 praticamente dobrou o número de vagas privadas nesses cursos no Brasil.
O ministro afirmou que o governo criou um novo marco regulatório para medicina. Agora, os cursos são avaliados anualmente, e não mais a cada 3 anos. “Nosso objetivo não é prejudicar ninguém, mas é garantir que as universidades ofereçam qualidade”, declarou.
Camilo Santana elogiou o desempenho das comunitárias no Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica), divulgado nesta 2ª feira. “A grande diferença delas é que chegam em cidades que não têm essas universidades”, destacou.
O EVENTO
A presença de Messias chamou atenção porque sua indicação para o STF (Supremo Tribunal Federal) segue travada no Senado. A documentação do ministro está na SAJ (Secretaria de Assuntos Jurídicos) do governo desde que Lula o indicou para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.
Questionado por jornalistas sobre sua barganha no Senado, Messias limitou-se a dizer que vai “esperar o retorno do processo”. O Congresso Nacional retoma os trabalhos no dia 2 de fevereiro. Como mostrou o Poder360, Lula aguarda a volta dos congressistas para destravar a indicação.
O ministro da Educação fez uma referência ao impasse no Senado ao cumprimentar Messias. “Cumprimentar o ministro, não sei por quanto tempo mais, Jorge Messias”, afirmou Camilo.
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A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), realizou neste sábado (17/1) a primeira feira de adoção de animais de 2026. A iniciativa, promovida em parceria com o Buriti Shopping, resultou na adoção de 34 pets, sendo 23 cães e 11 gatos, que agora passam a viver em lares seguros, com cuidados adequados e guarda responsável.
O prefeito Leandro Vilela e a primeira-dama Lana Bezerra acompanharam a ação, visitaram o espaço da feira e parabenizaram pessoalmente os novos tutores. Durante a visita, o prefeito destacou a importância da adoção responsável como política pública e reforçou o compromisso da atual gestão com a causa animal no município.
“Cada adoção representa um gesto de amor e responsabilidade. Ver tantas pessoas abrindo as portas de suas casas para acolher animais que antes estavam em situação de vulnerabilidade é motivo de alegria para toda a nossa gestão”, afirmou Vilela.
Ao lado da primeira-dama, o prefeito ressaltou que o trabalho desenvolvido pela Semma, por meio do Programa de Atenção Animal (PATA), tem gerado impactos concretos: “Vamos continuar fortalecendo e ampliando essas ações para atender mais animais e garantir novas oportunidades”, completou.
A feira “Deu Match com Meu Pet” foi realizada no espaço Buriti Kids 1 e integra um conjunto de ações permanentes da Prefeitura voltadas à ampliação da adoção responsável, ao combate ao abandono e à conscientização da população sobre a guarda consciente de animais domésticos.
A secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Borges, destacou que as feiras de adoção têm contribuído de forma significativa para a transformação da realidade da causa animal em Aparecida: “Essas feiras mudam vidas. Em cada edição, mais de 30 cães e gatos deixam a vulnerabilidade das ruas e passam a viver em lares amorosos e responsáveis”, afirmou.
Segundo ela, somente em 2025, mais de 200 animais foram adotados por meio das ações promovidas pelo município.
Pollyana também ressaltou a relevância das parcerias com os shoppings da cidade: “A parceria com o Buriti Shopping e o Aparecida Shopping é fundamental para ampliar o alcance das feiras, aproximando os animais das pessoas que desejam adotar e fortalecendo a política de adoção responsável”, pontuou.
A secretária informou ainda que, ao longo de 2026, a Prefeitura realizará duas feiras de adoção por mês, sempre aos sábados, alternando entre os dois centros comerciais.

De acordo com a Semma, todos os animais disponibilizados para adoção passam por avaliação veterinária, são entregues vermifugados e vacinados, e, quando já têm idade adequada, castrados. Os filhotes recebem vale-castração, garantindo o atendimento gratuito posterior no Centro de Castração Animal do PATA.
O Governo de Goiás abriu 647 vagas gratuitas para cursos técnicos de nível médio por meio das Escolas do Futuro de Goiás (EFGs). As oportunidades são voltadas às áreas de Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo e estão distribuídas entre as unidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Valparaíso de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Mineiros. As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de janeiro, exclusivamente pelo site efg.org.br/editaiscursos, onde também estão disponíveis os editais, critérios de seleção e requisitos específicos de cada curso.
Ao todo, serão ofertadas 20 turmas nas modalidades presencial e Ensino a Distância (EaD), com carga horária que varia entre 960 e 1.440 horas. As formações disponíveis para o ano letivo incluem os cursos técnicos em Empresas Digitais, Marketing e Mídias Sociais, Desenvolvimento Web Mobile e Ciência de Dados, áreas alinhadas às demandas atuais do mercado de trabalho e ao ecossistema de inovação.
De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto, o investimento nas Escolas do Futuro reflete a estratégia do governo de preparar jovens e adultos para um mercado cada vez mais tecnológico e dinâmico.
“Queremos formar os goianos para que alcancem seus objetivos nas áreas de tecnologia e inovação, seja conseguindo bons empregos ou criando seus próprios negócios. Por isso, investimos muito nas Escolas do Futuro, que contam com estruturas de ponta e contribuem diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população”, afirmou.
O resultado preliminar do processo seletivo será divulgado dia 29/1
Para concorrer às vagas, é necessário estar cursando o 2º ou o 3º ano do Ensino Médio ou já ter concluído essa etapa de ensino. A idade mínima exigida é de 16 anos para os cursos presenciais e 18 anos para a modalidade EaD, completos no ato da matrícula.
A seleção dos candidatos será realizada por meio de ranqueamento, considerando a média global das notas do último ano do Ensino Médio concluído ou, alternativamente, as médias obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).
O resultado preliminar do processo seletivo será divulgado no dia 29 de janeiro, no site oficial das Escolas do Futuro, com previsão de início das aulas na primeira quinzena de fevereiro.
As Escolas do Futuro de Goiás são unidades profissionalizantes mantidas pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Desde 2021, a gestão das unidades é realizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), por intermédio do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT/UFG).
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta quinta-feira (15/1), a transferência imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para a Sala de Estado-Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda — conhecido como Papudinha.
No despacho, Moraes também estabeleceu que Bolsonaro seja submetido imediatamente a uma junta médica oficial, composta por médicos da própria Polícia Federal, para avaliar o quadro clínico, as condições para o cumprimento da pena e a eventual necessidade de remoção para hospital penitenciário.
A decisão é vinculada à execução da pena de 27 anos e três meses imposta ao ex-presidente, e prevê que o laudo da junta médica seja apresentado no prazo de até dez dias. Defesa e Procuradoria-Geral da República poderão indicar assistentes técnicos e apresentar quesitos em 24 horas.
Moraes autorizou, no mesmo despacho, assistência médica integral 24 horas por dia, tanto por profissionais do sistema penitenciário quanto por médicos particulares previamente cadastrados, sem necessidade de comunicação prévia ao Judiciário. Também foi permitida a remoção imediata para hospitais em casos de urgência, com comunicação ao STF em até 24 horas.
O ministro liberou ainda sessões de fisioterapia conforme indicação médica, mediante cadastramento prévio do profissional, e autorizou a defesa a providenciar alimentação especial diária, devendo indicar em 24 horas a pessoa responsável pela entrega. A instalação de equipamentos de fisioterapia e adaptações no leito, como grades de proteção e barras de apoio, ficou condicionada a recomendação médica e à autorização judicial.
Laudo de junta médica oficial será decisivo
A determinação de Moraes marca nova etapa no cumprimento da pena. O laudo médico a ser produzido pela junta oficial será decisivo para eventuais mudanças no regime de custódia ou para transferência a uma unidade hospitalar vinculada ao sistema penitenciário.
A defesa terá prazo curto para apresentar quesitos e indicar assistentes técnicos, o que indica que avaliações clínicas e procedimentos administrativos serão prioridade nos próximos dias, segundo o entendimento dos juristas consultados sobre a decisão.
A transferência foi ordenada após análise do pedido da defesa e de relatórios médicos já juntados aos autos, mas a Corte ressaltou que a eventual remoção para hospital dependerá da conclusão da junta e do laudo que ela apresentar.
Fontes oficiais do STF e da Polícia Federal informaram que as medidas de custódia e saúde serão executadas de forma a garantir a segurança do complexo e o atendimento às determinações judiciais, e que a pasta responsável pela execução penitenciária comunicará ao tribunal qualquer incidente que exija decisão complementar.
O ministro do STF diz ser necessário auditorias para limitar o nepotismo na destinação dos recursos
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), proibiu nesta 5ª feira (15.jan.2026) o repasse de recursos de emendas para organizações sociais que tenham, entre os seus quadros, cônjuges ou parentes direitos de até 3º grau do congressista responsável pelo recurso. Eis a íntegra (PDF – 257 kB).
O ministro também vedou a possibilidade de subcontratação, por parte das organizações que receberam recursos, de empresas que tenham ligações com os senadores ou deputados federais que assinaram as emendas.
Na decisão, o ministro cita fatos recentes de possíveis irregularidades na destinação das verbas para ONGs ligadas a congressistas. Dino cita um levantamento do jornal O Globo, que apontou para repasses recorde de emendas em 2025 e alcançaram a cifra de R$1,7 bilhão. Segundo ele, “avolumam-se indícios graves de malversação de verbas públicas, com a destinação de recursos para a satisfação de interesses privados“.
Dino voltou a declarar que, caso o quadro de “graves anomalias na execução de emendas” se mantenha, será necessária uma “suspensão total ou parcial de repasse”.
“Qualquer tentativa de contornar a vedação legal —seja por interpostas pessoas, vínculos indiretos ou construções artificiais de autonomia formal das entidades do terceiro setor — afronta frontalmente o núcleo axiológico das citadas normas, que é impedir que agentes públicos utilizem sua posição institucional para favorecer entidades com as quais mantenham laços familiares, diretos ou indiretos”, escreveu o magistrado.
DETERMINAÇÕES A OUTRAS AUTORIDADES
Flávio Dino determinou que o ministro da CGU (Controladoria Geral União), Vinicius de Carvalho, apresente um cronograma anual de auditorias com 10 entidades ainda não identificadas do 3º setor. O prazo dado é de 15 dias.
O juiz avalia que há indícios de irregularidades na execução de recursos destinados do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) e para a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba). Ele quer um parecer do MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional), do MGI (Gestão e Inovação em Serviços Públicos) e da CGU, no prazo de 60 dias, para explicar “os problemas crônicos de execução evidenciados por sucessivas operações policiais, em desproporção verificada em relação a outras áreas do Governo”.
O magistrado ainda estabeleceu que o presidente do TCE-RS (Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul), Iradir Pietroski, preste esclarecimentos sobre o não cumprimento de uma notificação de outubro de 2025. Dino havia estabelecido que os Tribunais de Contas “adotassem as providências necessárias à fiscalização e promoção da adequada conformidade dos processos legislativos orçamentários e da execução das emendas parlamentares”.
A Atricon (Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil) informou ao ministro que o TCE do RS foi o único Tribunal a não aprovar atos normativos para regulamentar a fiscalização de emendas com “cumprimento dos requisitos de transparência e rastreabilidade”.
O prazo para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 com desconto termina nesta quinta-feira, 15 de janeiro, para veículos de todos os finais de placa em Goiás. Conforme o calendário divulgado pela Secretaria da Economia, os contribuintes que optarem pela quitação à vista dentro do prazo garantem redução de 8% no valor do imposto.
Além do desconto padrão, o abatimento pode ser ampliado para os participantes do Programa Nota Fiscal Goiana (NFG). De acordo com as regras do programa, o contribuinte pode obter desconto adicional de 5% a 10% no IPVA, conforme a pontuação acumulada, desde que esteja regularmente cadastrado e tenha solicitado a inclusão do CPF nas notas fiscais de compras realizadas ao longo do ano.
Para quem preferir o parcelamento, a primeira parcela do imposto também vence em 15 de janeiro. Neste caso, o calendário mantém a possibilidade de parcelamento em até nove vezes para veículos com placas de finais 1 e 2 e em até dez vezes para os demais finais de placa. A Secretaria da Economia destaca ainda que permanece válida a opção de pagamento em parcela única no segundo semestre, sem desconto: placas com finais 1 e 2 vencem em 15 de setembro, enquanto finais de 3 a 0 têm vencimento em 15 de outubro.
Uma das novidades para o exercício de 2026 é a possibilidade de parcelamento da Taxa de Licenciamento Anual do Veículo (CRLV-e) em até dez parcelas, juntamente com o IPVA, facilitando o planejamento financeiro dos proprietários de veículos.
O boleto ou Documento Único de Arrecadação (DUA) pode ser emitido pelo Portal Expresso, pelo site do Detran-GO, por meio do serviço “Consultar Veículo – IPVA, Multas e CRLV”, ou ainda pelo aplicativo Detran GO ON. O atendimento presencial também está disponível nas unidades do Vapt Vupt.
Nota Fiscal Goiana
O Programa Nota Fiscal Goiana é uma iniciativa da Secretaria da Economia que incentiva a cidadania fiscal. Além de concorrer a sorteios mensais, os participantes podem converter pontos acumulados em descontos no IPVA.
Para isso, é necessário realizar o cadastro no programa, solicitar a inclusão do CPF nas notas fiscais e acompanhar a pontuação no site oficial da NFG.










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