30 de março de 2026
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  • 19:18 Mauro Rubem propõe pagamento retroativo a servidores por perdas na pandemia


Lançamento da Artemis 2 pode marcar o retorno de humanos aos arredores lunares depois de 54 anos

A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, concluiu nesta 5ª feira (12.mar.2026) a revisão de voo da Artemis 2 e liberou a continuidade dos procedimentos para o lançamento em 1º de abril. A missão levará 4 astronautas aos arredores da Lua pela 1ª vez desde 1972.

O foguete SLS e a cápsula Orion serão transportados na próxima 5ª feira (19.mar.2026) à plataforma no Centro Espacial Kennedy. A decolagem estava programada para fevereiro, mas foi adiada após a identificação de vazamentos técnicos.

Caso a decolagem não possa ser realizada em 1º de abril, a equipe terá 6 dias para realizar o voo. Se não for possível lançar neste período, será preciso esperar até a próxima janela, que se abre em 30 de abril.

Tripulantes e informações sobre o trajeto

A missão será tripulada por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen. Os 4 astronautas permanecem em quarentena no Centro Espacial Johnson, em Houston. 

Victor Glover será o 1º negro a realizar uma viagem deste tipo. Christina Koch será a 1ª mulher. Jeremy Hansen, de nacionalidade canadense, será o 1º cidadão que não é norte-americano a participar de uma missão aos arredores da Lua.

O voo terá duração aproximada de 10 dias. A cápsula Orion transportará os astronautas em uma trajetória de voo livre. 

A missão será a 1ª a deixar a órbita terrestre em mais de 50 anos.



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) sediou, nesta quinta-feira, 12, o 1° Congresso Brasileiro de Direito Econômico, Financeiro e Tributário (CBDT). O encontro, que se estendeu ao longo de todo o dia, foi marcado pela participação do vice-presidente do Brasil e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), bem como de ministros, acadêmicos e outras personalidades que protagonizaram um amplo debate sobre o atual modelo tributário brasileiro. 

O evento, que é resultado de uma iniciativa da Subprocuradoria-geral da Casa de Leis, foi dividido em dois dias e, portanto, será retomado amanhã, 13. A programação completa está disponível no site do CBDT 2026.

A rodada desta quinta-feira contou, ainda, com a participação do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luiz Alberto Gurgel de Faria. Já na sexta-feira, 13, será a vez do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, discutir o assunto com o público participante.

A edição de 2026 carrega o tema “Reforma Tributária e os novos contornos do sistema tributário brasileiro”. Ao falar sobre o assunto, Alckmin norteou: “O Brasil está tentando fazer uma reforma tributária há décadas, com que objetivo? Simplificar”.

Em outro momento, descreveu o ambiente normativo brasileiro como um “manicômio tributário”, ressaltando que, além da elevada carga tributária, o custo de pagar tributos no país também é alto. 

“Se a gente pegar de 1988 para cá, saíram 37 normas por dia útil. É um verdadeiro manicômio tributário. Além da carga tributária ser alta, é caro pagar imposto. (…) Nós temos um único dever no Brasil que é desburocratizar, simplificar”, pontuou.

Nesse contexto, o vice-presidente do Brasil defendeu a redução da burocracia, da cumulatividade e do custo Brasil, sublinhando que a mudança do sistema poderá favorecer o crescimento econômico, elevar investimentos, exportações, e trazer mais transparência à tributação sobre o consumo. 

O presidente da Alego, Bruno Peixoto (UB), e o subprocurador-geral, Iure de Castro Silva, também falaram aos participantes. Peixoto ressaltou o processo de transformação vivenciado pelo Parlamento e explicou que o encontro foi articulado para esclarecer à população temas caros que permeiam os cenários político e econômico do país.

Castro, por sua vez, destacou que a Alego, sob a presidência de Peixoto, tem se tornado uma verdadeira universidade. Ele lembrou que este é o terceiro congresso promovido pela Casa e observou que, após debates sobre direito econômico e direito constitucional, chegou o momento de aprofundar o debate sobre direito tributário.

“Um evento desse porte coloca Goiás, mais uma vez, no centro dos debates nacionais, reunindo grandes nomes do direito e da administração pública para discutir temas que impactam diretamente a vida do cidadão, das empresas e do setor público”, argumentou Castro.

Também participaram do encontro os deputados Bia de Lima (PT), Cairo Salim (PSD), Virmondes Cruvinel (UB), Rosângela Rezende (Agir) e Mauro Rubem (PT). Além deles: o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), representantes da Governadoria, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) e de órgãos de fiscalização e controle. 

À tarde

Os trabalhos foram retomados após o almoço, com discussões sobre diferentes campos ligados ao tema. Um deles abordou a reforma sob a perspectiva dos crimes contra a ordem tributária. Dentre os pontos discutidos, estão: tipicidade, arrecadação, fiscalização, responsabilidade de administradores e cooperação institucional no novo modelo.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, participou da mesa e destacou que se sente à vontade para falar sobre o assunto, apesar de não ser tributarista, justamente por se dedicar ao aspecto dos crimes tributários, pontos que, segundo ele, não foram afetados pela reforma. “Trago hoje um exercício de especulação como um estudioso do direito penal e do direito processual penal”, introduziu.

Ao adentrar ao tema, ele explicou que a estrutura dos crimes tributários não muda com a reforma; eles continuam previstos no Código Penal. “Quanto aos crimes materiais continuou o entendimento de que a configuração deles pressupõe a constituição definitiva do crédito tributário. Aos crimes formais, o não recolhimento do ICMS, embora regularmente declarado, pode configurar apropriação indébita tributária, desde que presente o dolo de desapropriação. ”

A moderação foi feita por Eduardo Lolli, procurador e secretário de Instrução Técnica e Controle da Alego, que aproveitou a oportunidade para agradecer ao deputado Bruno Peixoto por ter se comprometido com a realização do evento. Em seguida, o desembargador do TJGO, Wilson da Silva Dias, falou das suas preocupações em relação às alterações da norma tributária.

Por sua vez, o advogado e especialista em Direito Constitucional, Gilles Gomes, chamou atenção para um ponto que pode gerar dúvida. “O que antes era algo muito bem determinado em impostos federais e estaduais – caso em que o fato fixava as pessoas responsáveis pela persecução, ou seja, Policial Federal ou Estadual – agora, pode gerar dúvida”, levantou.

Depois, foi a vez de um novo time de especialistas debater o tema ‘Judicialização tributária’ sob o espectro do que muda e o que permanece crítico. O moderador da mesa foi José Eduardo Rangel de Alckmin. 

Ele, que é advogado, professor e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ponderou que a burocracia é o grande problema da vida tributária. “O próprio vice-presidente da República reconheceu aqui que a burocracia é mais cara do que a própria produção para as empresas”, lembrou Alckmin antes de passar a palavra aos colegas e iniciar os debates sobre as possíveis soluções para esse entrave. 

Agro em foco 

Em seguida, os especialistas abordaram questões relacionadas à segurança jurídica, crédito rural e ambiente de investimentos no agronegócio. A intenção da mesa foi debater os impactos da reforma no campo e no ambiente de investimentos. Ao comentar o assunto, o palestrante Mateus Benato Pontalti, advogado e mestre em direito tributário, enfatizou a importância de entender como o novo modelo funciona.

Segundo o especialista, no modelo antigo de tributação sobre o consumo, havia cinco principais tributos: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). “Com a Reforma Tributária, os principais tributos passaram a ser o IBS [Impostos sobre Bens e Serviços] e o CBS [Contribuição sobre Bens e Serviços]”, explicou.

Pontalti ressaltou: “Houve a criação de regimes diferenciados de tributação: Há uma alíquota padrão de IBS e CBS, em torno de 28% e regimes diferenciados de alíquota reduzida. Um desses setores é justamente o agronegócio, que teve a reforma tributária adequada a seu contexto. Um dos mecanismos adotados, por exemplo, é a redução das alíquotas sobre alimentos”. 

Na esteira, um novo grupo de especialistas assumiu seu lugar no palco, para falar sobre ‘Economia digital, tributação de plataformas, inteligência artificial e impactos concorrenciais’.

“O tema, além de relevante, é muito atual. O que interessa é que seja mantido o princípio da neutralidade. Operação por meio de plataformas impõe um custo mais baixo, então, manter a neutralidade nesse tipo de operação é muito importante”, disse a moderadora da mesa, advogada Giovanna de Brito Sant’Anna.

Ela também observou que quando o assunto passa por questões digitais, a impressão que fica é de que a legislação brasileira não consegue acompanhar todas as atualizações. “É muito difícil manter a legislação acompanhando as atualizações que temos”, considerou antes de passar a palavra para o professor Paulo Caliendo. Ele abordou as possíveis soluções para as diferentes problemáticas que permeiam o tema. 

Todas as palestras foram transmitidas ao vivo pelo canal oficial da Assembleia Legislativa no YouTube. Clique aqui para acessá-las.

Homenagens

O dia também foi marcado por entrega de honrarias. Geraldo Alckmin recebeu o diploma que o torna, por lei e mérito, cidadão goiano. Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin, esposa do vice-presidente, foi agraciada com a Comenda Berenice Teixeira Artiaga, por ocasião do Dia Internacional da Mulher. Já o ex-ministro do TSE, José Eduardo Rangel de Alckmin, recebeu a Medalha do Mérito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Câmara Municipal de Goiânia deu aval definitivo, nesta quinta-feira (12/3), ao projeto de lei complementar que institui o vale-alimentação para os funcionários efetivos da Secretaria Municipal de Saúde. A proposta enviada pelo Executivo foca especificamente nos profissionais que realizam plantões de 12 horas nas unidades da capital.

A aprovação em segunda votação consolida a criação do benefício destinado aos servidores da pasta que cumprem essa jornada específica. Com o texto aprovado pelos vereadores, a administração municipal trabalha com a expectativa de que o auxílio financeiro seja creditado nos contracheques já no fechamento da folha de pagamento deste mês de março.

De acordo com o texto da nova legislação, os valores do auxílio serão proporcionais à carga horária semanal exercida pelos profissionais. Aqueles que possuem jornada de 20 horas receberão a quantia de R$ 159,39, enquanto os servidores com contrato de 30 horas semanais terão direito ao repasse de R$ 227,70.

Na justificativa que acompanhou o projeto encaminhado à Câmara, o prefeito ressaltou que as equipes de urgência e emergência são fundamentais para salvar vidas e reduzir sequelas nos pacientes. Ele ponderou que o cotidiano desses trabalhadores é marcado por forte pressão psicológica e desgaste físico constante.

“O ambiente de trabalho desses profissionais frequentemente os expõe a elevados níveis de estresse, tornando a concessão do vale-alimentação uma medida necessária para mitigar impactos negativos dessas condições laborais”, justificou o chefe do Executivo.

Wellington Bessa, líder do prefeito: projeto atende antiga reivindicação dos servidores plantonistas

O líder do prefeito na Casa, vereador Wellington Bessa (DC), destacou a relevância da medida para a valorização da categoria. Ele pontuou que o projeto atende a um pedido antigo dos plantonistas que atuam na rede pública municipal.

“É uma demanda dos servidores plantonistas que foi atendida pelo prefeito Sandro Mabel e vem para melhorar as condições de trabalho desses profissionais da prefeitura”, reforçou Bessa.

O parlamentar indicou que existe celeridade para que o benefício chegue logo ao bolso do trabalhador. Segundo ele, a intenção é garantir que o processamento do pagamento ocorra sem atrasos ainda dentro do cronograma deste mês.

Durante a tramitação nas comissões técnicas, alguns parlamentares tentaram ampliar o alcance do vale-alimentação para outros setores, citando como exemplo os funcionários da Comurg. Contudo, as emendas foram rejeitadas por questões legais, embora o líder do governo tenha se prontificado a discutir o tema futuramente.

“Naquele momento não poderíamos incluir no projeto, porque não seria atribuição do parlamento criar despesa, mas conversaremos com o prefeito para tentar estender a outras categorias”, destacou o vereador.

Após a votação no plenário, o documento segue agora para a etapa final de sanção por parte do prefeito Sandro Mabel. Somente após a assinatura e publicação no Diário Oficial é que a medida passa a vigorar plenamente para os servidores da saúde.

Aprovado reajuste salarial de conselheiros tutelares

Também nesta quinta-feira, foi aprovado em plenário, em primeira votação, o projeto que reajusta de R$ 6.100 para R$ 7.300 mensais os salários dos 30 conselheiros tutelares de Goiânia. De autoria do Executivo, a proposta também vincula a categoria à data-base dos demais servidores municipais.

O projeto atende antiga reivindicação dos conselheiros. O texto prevê o reajuste anual da remuneração da categoria na mesma data e pelo mesmo índice aplicado à revisão geral da remuneração dos servidores públicos do município.

A matéria precisa passar por segunda votação na Câmara antes de ser enviado para sanção do prefeito.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O deputado Ricardo Quirino (Republicanos) apresentou o projeto de lei nº 2598/26, cpom o objetivo de que seja instituída a Política Estadual de Atenção à Saúde do Cuidador de Pessoas Idosas. A matéria foi encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). 

Entre as diretrizes da proposta estão: promover a saúde física, mental e emocional dos cuidadores; prevenir o estresse crônico, a ansiedade, a depressão e o esgotamento físico e psicológico; e incentivar o acolhimento humanizado e a escuta qualificada. 

Quirino argumenta que, com o avanço do envelhecimento no país, cresce a pressão sobre famílias e sobre a rede de cuidado. Levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que pessoas com 60 anos ou mais já somam cerca de 15,6% da população brasileira e que essa participação tende a aumentar nas próximas décadas, podendo superar 37,8% até 2070, conforme projeções demográficas.

Os dados, incluídos no projeto de lei, também apontam que parte expressiva dos idosos enfrentam dificuldades para manter a autonomia no dia a dia. Aproximadamente 17% apresentam limitações para executar as chamadas Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD) — tarefas como fazer compras, organizar finanças, administrar medicamentos e utilizar transporte público. 

Nesse cenário, escreve Quirino, aumenta a procura por cuidadores de pessoas idosas, inclusive no mercado de trabalho. Entre 2019 e 2023, a ocupação de cuidadores remunerados teria registrado alta em torno de 15%, acompanhando a demanda por assistência especializada.

Ao mesmo tempo, o deputado destaca que a oferta de profissionais com qualificação adequada não acompanha o ritmo de crescimento e muitos trabalhadores atuam de forma informal, sem formação técnica estruturada, garantias trabalhistas ou reconhecimento consolidado da atividade.

No Congresso Nacional, o debate também avança por meio da tramitação do projeto de lei nº 76/2020, que propõe o reconhecimento oficial da profissão de cuidador de pessoas idosas e estabelece orientações sobre qualificação, vínculos de trabalho e proteção previdenciária. A proposta está sob análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal. 

Outro ponto ressaltado no projeto de Quirino é o impacto do cuidado contínuo sobre a saúde de quem cuida. Estudos clínicos e pesquisas com cuidadores associam a sobrecarga da atividade a problemas físicos e emocionais, como estresse crônico, sintomas depressivos, dores, distúrbios do sono, ansiedade e até maior risco de doenças crônicas.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Os vereadores Romário Policarpo e Anselmo Pereira apresentaram, durante a sessão plenária desta terça-feira (10/3), na Câmara Municipal de Goiânia, um projeto de decreto legislativo que propõe a concessão do Título de Cidadã Goianiense à líder maçônica Elizabeth Borges de Oliveira.

A homenagem é destinada a reconhecer a atuação de Elizabeth à frente da Colmeia da Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás, entidade voltada a ações sociais e filantrópicas desenvolvidas em diferentes comunidades.

De acordo com os autores da proposta, o título busca valorizar o trabalho realizado pela dirigente na promoção de iniciativas solidárias e no fortalecimento de atividades voltadas ao apoio social.

“O reconhecimento simboliza o apreço da capital goiana pelo trabalho de Elizabeth no fortalecimento de iniciativas de solidariedade e integração da família maçônica em benefício da comunidade goianiense”, destaca a justificativa do projeto.

A Colmeia da Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás é uma associação civil sem fins lucrativos formada por mulheres ligadas à maçonaria. A instituição desenvolve atividades voltadas à fraternidade, à filantropia e ao desenvolvimento pessoal, moral e espiritual de suas integrantes, além de promover ações de apoio a comunidades atendidas pelos projetos sociais da organização.

O Título de Cidadão Goianiense é concedido a pessoas que não nasceram em Goiânia, mas que tenham prestado serviços relevantes ao município ou contribuído para o desenvolvimento da cidade em áreas como atuação social, política, cultural ou econômica.

Considerada a principal honraria do Legislativo municipal, a distinção é concedida exclusivamente pela Câmara de Goiânia por meio de projeto aprovado pelos vereadores. Caso a proposta avance nas etapas de tramitação, a homenagem será oficializada em sessão solene do parlamento municipal.

Autor Rogério Luiz Abreu


O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), elogiou a gestão do governador Ronaldo Caiado (PSD) ao longo dos últimos sete anos em Goiás e disse acreditar que o vice-governador Daniel Vilela (MDB) está preparado para dar continuidade ao que vem sendo feito. Caiado deve deixar o cargo no final deste mês para tentar viabilizar sua candidatura a presidente da República.

Ao ser perguntado sobre que avaliação faz dos dois mandatos de Caiado, Mabel, que foi escolhido pelo governador em 2024 para disputar a prefeitura de Goiânia, parabenizou o “padrinho” político.

“O governador está de parabéns”, disse Mabel, ao falar com o PORTAL NG nesta segunda-feira (9/3), durante lançamento de edital de abertura de inscrições para sorteio de moradia popular, em parceria com o Governo de Goiás.

“Eu acho que o governador Caiado está cumprindo uma missão de sete anos e alguns meses, missão bem cumprida. Vai deixar Goiás com outra história, outra organização, outra condição financeira”, acrescentou Mabel.

O prefeito também disse acreditar que a mudança no comando do estado ocorrerá sem problemas. Ele avalia que o vice-governador ‘está preparado para assumir”.

“O Daniel já vem governando junto com o Caiado. Acho que ele está preparado para assumir. Logicamente vai ter um aproveitamento das equipes também, vai aproveitar uma parte da equipe e, com isso, o governo vai dar uma sequência a esse bom trabalho que vem sendo feito”, finalizou.



Autor Manoel Messias Rodrigues


A Prefeitura de Senador Canedo abriu 1.500 vagas para castração gratuita de cães e gatos por meio de edital publicado pela Secretaria Municipal de Bem-Estar Animal de Senador Canedo (SEMBEA). A iniciativa integra o programa municipal de controle populacional e promoção da saúde animal no município.

O cadastramento é destinado a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), além de protetores e cuidadores de animais em situação de rua ou comunitários que estejam devidamente cadastrados na administração municipal. As inscrições seguem abertas até 30 de novembro ou até o preenchimento das vagas disponíveis.

O cadastro pode ser realizado pelo site oficial da Prefeitura ou presencialmente no Centro Municipal de Castração, localizado na Avenida Doutor Auad, esquina com a Rua 34, no Residencial Anuar Auad. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Para participar do programa, o responsável pelo animal deve ter mais de 18 anos, residir em Senador Canedo e apresentar documento de identidade com foto, CPF e comprovante de residência atualizado. Nos casos aplicáveis, também é necessário apresentar comprovante de inscrição ativa no CadÚnico vinculado ao município.

Cada CPF poderá cadastrar até dois animais, exceto para protetores reconhecidos pela Secretaria de Bem-Estar Animal, que poderão registrar mais pets conforme avaliação do órgão. Os animais inscritos devem ser cães ou gatos com idade entre seis meses e sete anos, peso entre 2 kg e 30 kg e estar em boas condições de saúde para a realização do procedimento, critérios que serão confirmados por avaliação clínica e exames pré-operatórios realizados pela equipe veterinária.

Após a cirurgia, os animais passam a integrar o banco de dados municipal com identificação por microchip, medida que permite maior controle das ações de bem-estar animal e contribui para a rastreabilidade dos pets atendidos pelo programa.

Os procedimentos serão agendados de acordo com a ordem de inscrição e a disponibilidade técnica da equipe, após a validação da documentação e avaliação clínica dos animais. A expectativa da administração municipal é ampliar o acesso ao serviço veterinário e fortalecer as políticas públicas voltadas à proteção e ao controle populacional de cães e gatos na cidade.

O edital completo, com os critérios de participação, documentos exigidos e regras do programa, está disponível para consulta no site da Prefeitura.

Autor Rogério Luiz Abreu


O Governo de Goiás encerra às 23h59 da próxima quinta-feira (12/3) o prazo de inscrições para o concurso público destinado ao preenchimento de 50 vagas para o cargo de auditor fiscal da Receita Estadual. O processo seletivo é realizado pela Secretaria da Economia e as inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da Fundação Carlos Chagas (FCC).

Para participar do concurso, o candidato deve possuir diploma de curso superior em qualquer área de formação. Os aprovados serão lotados na Secretaria da Economia e terão remuneração inicial de R$ 28.563,30 para o cargo de auditor fiscal da Receita Estadual, Classe A, Padrão 1.

Após preencher o formulário de inscrição, o candidato deverá efetuar o pagamento da taxa no valor de R$ 250 até sexta-feira (13/3), dentro do horário bancário. A confirmação da inscrição ocorrerá somente após a compensação do pagamento pela instituição financeira, e o candidato poderá verificar a situação diretamente no site da organizadora.

O edital também prevê reserva de vagas conforme a legislação. Do total oferecido, 20% são destinadas a candidatos negros e 5% para pessoas com deficiência. Além das vagas imediatas, o concurso prevê a formação de cadastro de reserva com 25 oportunidades.

Etapas do concurso

As provas estão previstas para o dia 17 de maio e serão realizadas em Goiânia. O processo seletivo será dividido em duas etapas objetivas aplicadas no mesmo dia.

No período da manhã, os candidatos farão a prova de conhecimentos básicos, composta por 80 questões de múltipla escolha e peso 1. Já no período da tarde será aplicada a prova de conhecimentos específicos, também com 80 questões, porém com peso 2 na composição da nota final.

Os candidatos aprovados nessa fase serão convocados posteriormente para a avaliação de títulos, etapa que terá caráter classificatório.

De acordo com o cronograma divulgado no edital, o resultado definitivo do concurso está previsto para ser divulgado no dia 14 de outubro. O conteúdo programático completo e todas as regras do certame podem ser consultados no edital publicado no site da Fundação Carlos Chagas.

Autor Rogério Luiz Abreu


A vacina tetravalente contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan manteve 80,5% de eficácia contra casos graves e com sinais de alarme depois de 5 anos de acompanhamento, segundo estudo publicado na revista Nature Medicine na última 4ª feira (4.mar.2026). 

O ensaio clínico de fase 3, que ocorreu entre 2016 e 2019, reuniu 16.235 participantes de 2 a 59 anos em 16 centros de pesquisa no Brasil. Desse total, 10.259 receberam dose única da vacina e 5.976 receberam placebo. Os recrutados pelo estudo foram monitorados até 2024.

Não houve internações no grupo vacinado, ante 8 registros no grupo placebo.  

Na prevenção de dengue sintomática –que é aquela em que se manifesta qualquer sintoma da doença– a eficácia geral foi de 65% ao longo do período analisado. 

O imunizante é tetravalente, ou seja, foi desenvolvido para proteger contra os 4 sorotipos existentes do vírus da dengue. Essas são as variações genéticas do vírus da dengue. No Brasil, o sorotipo 3 (DENV-3) é conhecido por ser o principal causador de casos graves da enfermidade.

Vacina no SUS

A vacina, chamada Butantan-DV, foi aprovada pela Anvisa em 26 de novembro de 2025 para pessoas de 12 a 59 anos. Com isso, o Ministério da Saúde (MS) iniciou o processo de inclusão do imunizante do SUS (Sistema Único de Saúde) em janeiro deste ano.

O Instituto Butantan já enviou 1,3 milhão de doses ao Programa Nacional de Imunizações. O MS iniciou a vacinação nos municípios de Nova Lima (MG), Maranguape (CE) e Botucatu (SP), em projeto piloto. A expectativa, conforme divulgação do Governo Federal, é que a imunização se expanda conforme são publicados novos estudos a respeito da vacina. 


Com informações da Agência Fapesp.



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) realiza, no dia 9, duas sessões parlamentares para marcar o reconhecimento e a aproximação do Poder Legislativo com a sociedade goiana. Ambas as sessões acontecerão às 19 horas.

Na sede da Alego, em Goiânia, o encontro solene será comandado pelo deputado Virmondes Cruvinel (União Brasil), com entrega do Certificado do Mérito Legislativo a personalidades e instituições que se destacaram por relevantes serviços prestados ao Estado. A honraria reconhece trajetórias de dedicação em diversas áreas, como já ocorreu em sessões anteriores conduzidas pelo mesmo parlamentar para homenagear procuradores do Estado, auditores de controle externo e instituições do direito.

Na Câmara Municipal de Iporá, o deputado Karlos Cabral (PSB) presidirá a sessão itinerante do Parlamento Estadual no município do centro-oeste goiano. A iniciativa reforça o modelo de descentralização das atividades legislativas, aproximando a Alego das demandas regionais e permitindo que homenagens e debates ocorram diretamente no interior do Estado. Sessões semelhantes já foram realizadas por Cabral em Iporá, como a dedicada a mulheres com a entrega da Comenda Chica Machado, demonstrando o compromisso do parlamentar com a valorização de líderes locais.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás