Vídeo em que filho de 7 anos de Gusttavo Lima e Andressa Suita dirige carro não configura crime, conclui polícia | Goiás
Lidiane 4 de julho de 2024
Depois de analisar o vídeo da modelo Andressa Suita, em que o filho de 7 anos aparece dirigindo um carro dentro de uma propriedade privada em Goiás, a Polícia Civil concluiu que não houve violação ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e ao Código Penal. O menino e o irmão mais novo, que aparece na filmagem no banco do passageiro, são filhos da modelo com o cantor Gusttavo Lima.
“Após análise das imagens e circunstâncias do local em que mostram duas crianças supostamente dirigindo um veículo em uma propriedade privada, não aberta à circulação, concluiu-se que não houve violação ao Código de Trânsito Brasileiro e ao Código Penal”, disse a instituição.
O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) publicou uma nota de repúdio ao vídeo. O presidente do órgão, Delegado Waldir, foi quem encaminhou à Polícia Civil um pedido para que a conduta de Gusttavo e Andressa fosse apurada. Isso porque, para ele, a ação pode incentivar conduta similar em vias públicas e causar acidentes.
“(Waldir) repudia quaisquer ações realizadas por figuras públicas que podem incentivar conduta similar por parte da população, podendo gerar grave risco de acidentes nas vias públicas e particulares”, afirmou.
No vídeo publicado pela modelo na internet, Gabriel aparece dirigindo o carro. Durante o “passeio”, o irmão mais novo Samuel, de 5 anos, chega a ficar em pé no assento e colocar a cabeça para fora do teto solar. Andressa escreveu na legenda: “7 ou 18 anos?”, de forma descontraída. Veja vídeo abaixo.
Andressa Suita mostra filho de 7 anos dirigindo carro com irmão ao lado; vídeo
Código de Trânsito Brasileiro
Especialistas em trânsito consultados pelo g1 explicaram que, por se tratar de uma ação praticada dentro de propriedade privada, os órgãos de trânsito não têm poder de atuação e fiscalização. Se tivesse acontecido em via pública, Andressa estaria infringindo pelo menos três artigos; veja abaixo:
- Uso obrigatório de cadeirinhas para crianças com até 10 anos de idade: infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira de motorista;
- Entregar a direção do veículo a pessoa sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou permissão para dirigir: infração gravíssima, multa pode chegar a até três vezes o valor previsto e a possibilidade da retenção da carteira.
- Permitir, confiar ou entregar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada [ou que] não esteja em condições de conduzi-lo com segurança: Multa e detenção de seis meses a um ano.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Irmã de jovem dada como desaparecida por marido preso suspeito de matá-la desabafa por não achar corpo: ‘Aflição’ | Goiás
Lidiane 3 de julho de 2024
A Polícia Civil procura o corpo de Dayara Talissa Fernandes da Cruz, de 21 anos, em Orizona, na região sul de Goiás. O companheiro dela foi preso suspeito de matá-la e depois dizer que ela tinha desaparecido. A irmã da jovem, Daniela da Cruz, disse que a família está aflita com as buscas.
“São meses de muita aflição. Estamos confiando que a justiça será feita. Viver desse jeito é muito triste”, disse Daniela.
O homem de 34 anos foi preso na segunda-feira (1º). Ao g1, o delegado Kennet Carvalho explicou que o corpo não foi encontrado, mas, ao que tudo indica, a jovem não está viva.
Como o nome do suspeito não foi divulgado, o g1 não localizou a defesa dele até a última atualização da reportagem.
Violência contra mulher: como pedir ajuda
Dayara da Cruz teria sumido no 10 de março deste ano, em Orizona. A Polícia Civil informou que o próprio suspeito registrou o desaparecimento dela no dia 25 do mesmo mês.
Em seguida, conforme o delegado, foram constatadas contradições e, por isso, a polícia passou a apurar as possibilidades dos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual. O homem é suspeito de ter matado a mulher, ter ocultado o corpo dela e registrado o desaparecimento.
Em razão das suspeitas, a polícia tentou cumprir mandados busca e apreensão, além de prisão do suspeito no dia 24 de junho. As operações ocorreram sem sucesso em quatro cidades do interior de Goiás. No entanto, no último 1º de junho o homem se entregou.
Polícia Civil informou que foram realizadas várias diligências para localizar o corpo da jovem e que os trabalhos continuam.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Na presença da ministra Nísia Trindade (Saúde), nesta segunda-feira (1/7) em Goiânia, o senador Jorge Kajuru (PSB) atacou o seu colega e pré-candidato a prefeito Vanderlan Cardoso (PSD). Afirmou que Vanderlan e também o senador Wilder Morais (PL) não destinaram nada de recursos para a saúde de Goiânia.
“O Rogério (Cruz) sabe disso, a primeira-dama sabe, o Jovair Arantes (secretário de Governo de Goiânia), meu amigo pessoal, sabe. Os outros dois sanadores de Goiás, em todo o mandato deles, não mandaram um centavo para Goiânia. Eles só mandaram dinheiro para a instituição que cheira a picaretagem, cheira a propina”, afirmou Kajuru.
A ministra do governo Lula (PT) participou de inauguração do Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara, unidade do Sistema Único de Saúde (SUS).
Pré-candidatos
A solenidade contou com a participação de dois pré-candidatos na eleição deste ano em Goiânia: além do prefeito Rogério Cruz (Solidariedade), da deputada federal Adriana Accorsi (PT). Que tem praticamente fechada uma aliança com o PSB de Kajuru na capital.
Aliás, durante a inauguração da obra em Goiânia com recursos do governo federal, Kajuru chamou Adriana Accorsi de “nossa prefeita querida” e que ele teria recebido a informação de que a pré-candidata cresceu “três pontos de uma semana para cá” (confira aqui no perfil do senador no Facebook).
Já a ministra Nísia Trindade disse ser gratificante estar em Goiânia. “Quando se trata de política pública, precisamos unir esforços pelo bem da população, precisamos nos unir pela saúde e pelo Brasil. Essa é a mensagem do presidente Lula sempre que falamos da saúde e da importância de ampliarmos o acesso ao Sistema Único de Saúde. Hoje celebramos mais uma importante entrega, que representa aumento da qualidade do atendimento ao povo goiano”, afirmou.
Leia também: Lula cancela agenda em Goiânia e deixa PT preocupado
Empresário que foi filmado espancando mulher mesmo após filho tentar impedi-lo chora em depoimento e diz que não agrediu a vítima; vídeo
Lidiane 29 de junho de 2024

Ele afirma que a esposa abriu a porta do carro e pulou. Imagens de câmera de segurança mostram quando homem passa com o carro sobre a vítima e desferi socos contra ela. Empresário filmado espancando mulher chora em de em depoimento e nega agressão
O empresário Fabricio Barbosa da Silva, preso após atropelar e agredir a esposa, em Goianésia, na região central de Goiás, chorou e negou as acusações durante depoimento à Polícia Civil (veja acima). Ao depor, ele negou também que tenha empurrado o filho que tentou impedir as agressões, mas um vídeo da câmera de segurança mostra o empresário agredindo a mulher mesmo depois da criança tentar impedi-lo.
O g1 não obteve o contato da defesa do empresário para um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
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Para o delegado responsável pelo caso, Marco Antônio Zenaida, o empresário negou as agressões e disse que não está arrependido, pois não fez nada. “Como vou me arrepender de algo que, na minha consciência, eu não fiz nada?”, questiona. Ele nega também que nunca houve caso de agressão em 8 anos em que ele e a esposa estão juntos.
“A gente nunca teve briga, nem confusão, nunca. Sou um pai de família que sempre deu tudo do bom e do melhor para minha família”, disse, chorando, apesar das imagens mostrarem o contrário. O g1 não conseguiu contato com a esposa do empresário para que ela pudesse dar a versão dela sobre o caso.
Empresário que foi filmado espancando mulher mesmo após filho tentar impedi-lo chora em depoimento para Polícia e diz que não agrediu a vítima
Reprodução/Redes Sociais
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De acordo com o empresário, ele, a esposa e o filho haviam ido almoçar em um bar em Goianésia e lá ingeriram bebida alcóolica. O empresário relata que, ao irem embora, ele disse que iria dirigir na volta para casa. Segundo o relato dele, não houve discussão até chegarem à porta de casa, quando a esposa abriu a porta do carro e pulou, pois ele não havia deixado ela dirigir.
“Foi a hora que ela pulou do carro e eu guardei o carro para dentro. Saí para fora para pegar ela. Quando fui no chão, eu fui para pegar ela, para levantar ela, levantar a cabeça dela, porque ela estava ruim, né?”, contou.
Na imagens que registraram o momento (veja o vídeo abaixo), é possível ver quando ele fez a curva para estacionar o carro dentro de casa, já com a porta do carro aberta, e, em seguida, a vítima apareceu deitada na rua. Logo depois, ele saiu da garagem e começou a desferir socos na mulher. A vítima chegou a ser encaminhada para atendimento médico, apresentando sinais de fratura no braço, mas foi embora antes de fazer exames e sem alta, segundo equipe que a atendeu.
Homem é preso suspeito de atropelar e espancar mulher no meio de rua e não parar nem após filho abraçar a perna dele para tentar contê-lo
Reprodução/TV Anhanguera
Sobre ter empurrado o filho que tentava separar os pais, o empresário também negou. “Eu não empurrei ele não, eu coloquei ele para o lado para poder levantar ela do chão”, afirma. Também no vídeo que registrou o momento da agressão, é possível ver que o filho tentou empurrar o pai enquanto ele desferia socos contra a vítima. Em outro momento do vídeo, a criança estava segurando a perna do pai para impedir a agressão.
Na quarta-feira (26), a prisão em flagrante do empresário foi convertida em prisão preventiva em audiência de custódia, contou o delegado Marco Antônio ao g1. “O juiz fez análise da necessidade ou não da prisão preventiva e entendeu que era caso para se manter preso”, explicou. O empresário é investigado por tentativa de feminicídio e por digirir alcoolizado.
Entenda o caso
Homem é preso suspeito de atropelar e espancar mulher no meio de rua e não parar nem após
O empresário de 32 anos foi preso em flagrante após atropelar e agredir a esposa de 29 anos em frente à casa da família, em Goianésia, na segunda-feira (24). O momento da agressão foi registrado por câmera de monitoramento e o vídeo mostra que o homem não parou de agredir a mulher mesmo depois de o filho ter tentado impedi-lo, o empurrando e segurando a perna dele.
Ainda no vídeo, é possível ver a família chegando em casa e, quando o carro faz a curva para entrar na garagem, a porta do passageiro, ao lado do motorista, estava aberta. Logo em seguida, a mulher aparece deitada na rua, perto da calçada da casa.
O filho do casal, que tem em torno de 8 anos, relatou aos policiais militares que atenderam a ocorrência que o empresário empurrou a mulher para fora do carro e, segundo a vítima, uma das rodas do carro passou em cima de um dos braços dela.
A equipe médica que atendeu a vítima no dia da agressão informou, ao g1, que ela apresentava uma ferida com inchaço no braço direito, indicando uma possível fratura. Ela foi encaminhada para fazer uma tomografia, mas foi embora da unidade acompanhada de um conhecido dela, sem fazer o exame de tomografia e alta médica.
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VÍDEOS: últimas notícias em Goiás
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A Polícia Civil de Goiás se recusou a abrir um inquérito para investigar as denúncias feita pela família da estudante de Ipameri, em Goiás, que ficou em cárcere privado durante dois meses, sob controle do extremista de direita Tales de Carvalho, filho de Olavo de Carvalho. Três delegacias foram procuradas pela família da moça, mas nenhuma abriu inquérito para investigar o caso.
Tales de Carvalho é filho do guru bolsonarista Olavo de Carvalho. Junto com seu irmão, Luiz Gonzaga de Carvalho, lidera o que é descrito por um grupo de milheres como uma seita que tem como espinha dorsal o Instituto Cultural Lux et Sapientia (ICLS), escola de cursos fundada por Tales há dez anos.
A entidade foi apontada nos relatos revelados pela coluna como canal para angariar dinheiro de alunos e “benfeitores” e, no caso de Tales, aproximar-se de mulheres com o objetivo de conseguir casamentos.
A coluna revelou o relato de duas ex-mulheres de Tales que foram vítimas dele, Calinka e X, que concordou em falar com a coluna sob condição de anonimato por medo de represálias.
A Polícia Civil de Goiás ficou sabendo do desaparecimento da jovem de Ipameri quando os pais dela procuram a instituição. Os pais informaram à polícia que a moça deixou casa, estudos e família para trás às escondidas. No primeiro contato com as autoridades policiais, a família não sabia onde e com quem X. estava.
Os familiares só souberam do casamento depois, já em meio ao desespero pelo sumiço repentino da filha. Ela desapareceu numa terça-feira e, no sábado, informou aos pais que estava casada com Tales, já convertida do catolicismo para o “islamismo”, fé que Tales diz professar. “Eu pedia que ele me passasse o telefone, o endereço, e ele dizia ‘não, não vou passar’”, contou o pai de X à coluna.
Um dos delegados procurados disse aos pais da moça que “não tinha pessoal” para abrir um inquérito e investigar o paradeiro da filha deles. O delegado também teria falado que a moça estava bem e estava com Tales por livre e espontânea vontade. O mesmo discurso foi repetido nas outras delegacias, segundo apurou a coluna.
O ex-delegado-geral da Polícia Civil do Goiás, Alexandre Lourenço, responsável por encontrar o paradeiro da jovem, disse em entrevista à coluna que a Polícia Civil do Goiás foi “relutante” em cooperar.
O principal argumento usado, segundo Lourenço, foi de que a ex-mulher de Tales é maior de idade, então não houve crime de aliciamento de menor. Entretanto, a moça começou a ter uma relação com ele aos 17 e, apenas aos 18 largou a família e os estudos, às escondidas, para encontrar e casar-se com Tales.
Questionada sobre a omissão de investigação da fuga da jovem, que relatou ter sido submetida a diversos abusos psicológicos e sexuais pelo filho de Olavo de Carvalho, a Polícia Civil do Goiás disse que “não irá comentar”.
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Gaza não precisa inflar mortos para demonstrar horror da guerra, diz autoridade palestina
Lidiane 28 de junho de 2024
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os números de mortos e feridos na guerra Israel-Hamas relatados pelas autoridades de saúde da Faixa de Gaza são confiáveis e provavelmente estão subnotificados, diz a psiquiatra palestina Samah Jabr.
“O povo de Gaza não precisa exagerar o número de mortos para mostrar ao mundo os horrores que estão acontecendo”, afirma Jabr, chefe da unidade de saúde mental do Ministério da Saúde da Autoridade Nacional Palestina (ANP).
Até esta quinta-feira (27), ao menos 37.765 pessoas morreram, e 86.429 ficaram feridas no território desde a ofensiva israelense em resposta aos ataques terroristas do Hamas de 7 de outubro de 2023, de acordo com informe da ONU que cita dados do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pela facção palestina.
A administração do Hamas na Faixa de Gaza é rival da ANP, que atua em partes da Cisjordânia.
A confiabilidade dessas cifras foi contestada pelo governo israelense e pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que chegou a afirmar no início do conflito não saber se os palestinos estavam dizendo a verdade sobre o número de vítimas.
Em maio, Tel Aviv questionou o fato de as Nações Unidas terem começado a divulgar o número total de mortes e outro de óbitos cuja identidade havia sido checada e confirmada. Por esse critério, a proporção de crianças e mulheres entre os mortos caía de 66% para 56%. Depois da manifestação israelense, a ONU deixou de fazer essa separação.
O percentual de crianças e mulheres no total de mortes também gerou acusações de que o ministério da Saúde em Gaza estaria inflando o cenário. Em março, a pasta disse que esses dois grupos representavam 72% dos óbitos de palestinos em decorrência da guerra. No entanto, com base em dados do próprio órgão, levantamento feito pela Folha apontava para 57,8% no fim daquele mês, e esta fatia de mulheres e crianças vinha em queda desde dezembro de 2023.
Jabr, 47, diz que não há evidência de que autoridades de saúde palestinas estejam mentindo. “Esses números vêm de médicos que estão profissional e eticamente comprometidos com o bem-estar das pessoas.” Ela ressalta que a cifra de mortos não inclui milhares de pessoas dadas como desaparecidas sob os escombros de prédios bombardeados.
A psiquiatra veio ao Brasil a convite do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais e do Conselho Federal de Psicologia para participar do Congresso Brasileiro de Psicologia e Migração, que ocorreu na semana passada em Belo Horizonte. Ela também esteve em Brasília, onde se reuniu com autoridades do Ministério da Saúde brasileiro.
Jabr recebeu a Folha no hotel em que está hospedada em São Paulo, onde veio lançar o livro “Sumud em tempos de genocídio” (editora Tabla). Sumud, em árabe, significa resiliência e se tornou um termo de conotação política ligado à resistência palestina contra Israel.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 32 dos 36 hospitais da Faixa de Gaza foram destruídos ou danificados desde o início da guerra. Além disso, cerca de 500 profissionais de saúde foram mortos, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
Para Jabr, que também é professora assistente da Universidade George Washington (EUA), os ataques à infraestrutura de saúde “são parte do genocídio promovido por Israel contra os palestinos”.
Antes da guerra atual, a psiquiatra visitou Gaza em diversas ocasiões para capacitar profissionais de saúde do território. Lá, ela observou uma população física e psicologicamente traumatizada em decorrência do bloqueio imposto por Israel desde 2007 e de campanhas subsequentes de bombardeio.
A especialista diz que os ataques ao direito à saúde não estão restritos à Faixa de Gaza. Citando as discrepâncias nos serviços de saúde disponíveis para israelenses e para palestinos, bem como as restrições de movimento que dificultam o acesso destes a hospitais, ela considera haver um “apartheid médico” por parte de Israel.
Jabr vive em Jerusalém Oriental, território sob ocupação militar de Israel desde 1967. Assim como os demais palestinos que habitam a cidade, ela possui status de residente temporária e não tem acesso aos direitos de cidadania concedidos aos moradores israelenses.
“É muito difícil viver sob ocupação. Vemos Jerusalém mudando na frente dos nossos olhos e a terra encolhendo sob os nossos pés”, afirma. “Sentimos tristeza, raiva e luto. Mas eu sei separar isso da minha saúde mental, e procuro ajudar outros palestinos a não deixar que as emoções sobre o que acontece à sua volta venham a prejudicar a sua saúde.”
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Telefone do Samu não funciona há três dias em Goiânia, denunciam moradores | Goiás
Lidiane 27 de junho de 2024
O 192, número usado para solicitar atendimento ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), não funciona há pelo menos três dias. A população reclama da indisponibilidade do serviço, enquanto o Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) denunciou a situação por meio de nota publicada nas redes sociais: ‘ninguém consegue pedir socorro’.
“A população de Goiânia e da Região Metropolitana está há mais de 40 horas sem acesso ao Samu”, afirma o Simego.
O g1 tentou ligar no contato três vezes, na noite de quarta-feira (26), e uma mensagem automática dizia que o número estava ocupado.
O portal também tentou contatou a assessoria do Samu que disse que as linhas estão fora de operação há 3 dias e que a “Secretaria de Saúde e Diretoria do Samu não tomaram providências ainda”.
Em nota, a Secretaria de Saúde de Goiânia informou que o número ficou inoperante por problemas na plataforma da Oi, empresa telefônica. “As chamadas não eram completadas por conta da desvinculação da linha 192 com as demais linhas fixas do Samu. Ou seja, a conversão que é automática, não estava ocorrendo”, diz a nota.
À TV Anhanguera, a empresa de telefonia Oi informou que acionou uma equipe técnica para resolver o problema o mais rápido possível.
A nota publicada pelo Simego diz não poder mais tolerar “que a Secretaria Municipal de Goiânia continue tratando a saúde pública e os médicos com desprezo e a população com negligência”.
“Cobramos o imediato restabelecimento do atendimento 192, e a prestação de um serviço eficiente e que dê dignidade a quem necessita”, finaliza a nota.
Íntegra nota Secretaria de Saúde
“A coordenação do Samu esclarece que, por problemas na plataforma da Oi, o número 192 ficou inoperante. As chamadas não eram completadas por conta da desvinculação da linha 192 com as demais linhas fixas do Samu. Ou seja, a conversão que é automática, não estava ocorrendo.
No final da tarde, parte do serviço voltou a funcionar. O número 192 passou a receber ligações, por conta de problemas no BABX digital da operadora, ainda não está sendo possível, por exemplo, passar ligações para um médico.
A secretária lamenta os transtornos e tem mantido contato constante com técnicos da Oi para que o problema seja resolvido o mais rápido possível.”
“A população de Goiânia e da região metropolitana estão há mais de 40 horas sem acesso ao Samu. O telefone 192 está inoperante desde sábado à tarde e desde então, ninguém consegue pedir socorro!
Isso porque, no processo de terceirização de um serviço eficiente, a Prefeitura de Goiânia tem deixado a população à mercê de intercorrências pré-hospitalares sem assistência pelo Samu.
Não podemos tolerar que a Secretaria Municipal de Goiânia continue tratando a saúde pública e os médicos como desprezo e a população com negligência. Cobramos o imediato restabelecimento do atendimento 192, e a prestação de um serviço eficiente e que dê dignidade a quem necessita.”
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
‘Evito me perder em discussões ideológicas que não contribuem para realmente prestar serviço à população’, diz Adriana Accorsi
Lidiane 25 de junho de 2024
A delegada Adriana Accorsi, pré-candidata do PT em Goiânia, sonha em ser prefeita da cidade que a acolheu e que seu pai, o ex-prefeito Darci Accorsi, entregou com aprovação recorde de 90%
Fernanda Otero
Candidata na capital do estado de Goiás, a delegada Adriana Accorsi sonha administrar a cidade para onde se mudou com tenros dois anos de idade. Filha do ex-prefeito Darci Accorsi, iniciou sua trajetória política na Pastoral da Juventude da Igreja Católica no Jardim Novo Mundo, bairro onde cresceu. O ex-prefeito é frequentemente citado pelo Presidente Lula como uma referência para prefeitos e candidatos petistas. Ainda hoje é considerado o prefeito mais bem aprovado da história de Goiânia, deixando a gestão com quase 90% de aprovação e uma marca de administração humanista, social e próxima das pessoas.
Formada em Direito pela Universidade Federal de Goiás, realizou o sonho de infância de tornar-se delegada de polícia. Acumulando quase 25 anos de experiência na área, foi Delegada de Proteção à Criança e ao Adolescente, Superintendente de Direitos Humanos da Secretaria da Segurança Pública de Goiás e a primeira e única mulher a assumir como Delegada Geral da Polícia Civil do Estado.
Proteger crianças e adolescentes sempre foi seu objetivo principal, uma motivação que a impulsionou ao longo de sua carreira. Considera o espírito destemido uma herança deixada pela mãe, “mulher corajosa e valente”.
Além de enfrentar os candidatos rivais, Adriana Accorsi também enfrentará a oposição da imprensa, que insiste em atribuir à sua candidatura uma imagem negativa por ela ser do PT. Afirma que enfrentará a todos “com muita calma e paciência, atributos necessários para quem deseja administrar uma capital como Goiânia” explica a deputada.
A deputada acompanha com angústia a inação do atual prefeito, que deixa de buscar parcerias com o governo federal, repetindo o mesmo padrão de comportamento de outros prefeitos bolsonaristas. Um PAC aberto pelo governo federal que poderia habilitar 26 obras, incluindo escolas em tempo integral, unidades de saúde e obras de infraestrutura, não será direcionado a Goiânia. O atual chefe do executivo habilitou apenas uma obra de escola de tempo integral, ainda que, por exemplo, o município tenha um déficit de cerca de dez mil vagas para a educação infantil.
Essa entrevista à redação da Focus fecha uma série iniciada em janeiro, com a participação do senador Humberto Costa, coordenador do GT Eleitoral do PT. Na ocasião, o senador apontou que o PT é uma alternativa sólida e o jeito petista de governar seria uma solução para as cidades. Como bem ilustrou Adriana Accorsi, os candidatos petistas não apenas representam esse projeto, são os únicos com capacidade de governar “com diálogo e respeito pelas instituições”.
Como a única mulher policial de esquerda, como é sua interação com a bancada da bala na Câmara dos Deputados?
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado é um espaço extremamente importante para debater projetos e políticas públicas nessa área que é tão relevante e que angustia tanto as pessoas no Brasil. Embora, neste momento histórico, seja um local onde há muito debate ideológico em detrimento da verdadeira discussão sobre políticas públicas, recursos para segurança, implementação de projetos que garantam a segurança das pessoas, eu tenho procurado ter uma ação propositiva. Vários projetos de minha autoria já passaram pela comissão, estão em andamento e aguardam votação em plenário, mesmo agora, com cerca de um ano e meio como deputada. Principalmente projetos de combate à violência contra mulheres e contra crianças e adolescentes. Também tenho trabalhado na valorização dos trabalhadores e trabalhadoras da segurança pública. Tenho procurado atuar nesse sentido, evitando me perder em discussões ideológicas que não contribuem para realmente prestar este serviço à população e apresentando propostas ao governo federal nessa linha. Por exemplo, recentemente, a bancada feminina esteve com o ministro da justiça e apresentamos a ele a ideia de um grande plano de combate ao feminicídio no Brasil, que seria liderado pelo ministério e pelo governo federal. Essa proposta foi aprovada pelo ministro e já está em andamento. Estas são algumas ideias que temos levado através da comissão para realmente discutir a questão da segurança pública de forma séria e responsável no Brasil, e não de forma midiática, como muitos integrantes lá o fazem. Outro exemplo é a PEC 57, que é a PEC das guardas municipais. Iremos votá-la em breve e teremos audiência pública nesta semana, onde discutiremos a contribuição que os municípios podem e devem ter na segurança pública.
Ao falar sobre o panorama para esse pleito de Goiânia, a deputada do PT Bia de Lima disse que “por serem cinco candidatos de direita contra Adriana, ela pode ter uma vantagem graças à desunião deles”. Gostaria que a senhora comentasse.
A deputada estadual, minha companheira Bia de Lima, foi muito feliz nesse comentário. Realmente é este o cenário que nós vemos neste momento aqui na pré-campanha. São várias pré-candidaturas mais no campo da direita e nós no campo progressista. Então já estamos contando com cinco partidos no movimento Somar por Goiânia e queremos ampliar ainda mais. Estamos trabalhando nesse sentido e entendemos que essa é a nossa grande chance de retornar uma candidatura progressista à Goiânia.
A direita vê a sua candidatura como a única competitiva de todos os candidatos petistas nacionalmente, a senhora acha que é correta esta avaliação?
Olha, eu acredito que é muito cedo, nós estamos ainda na pré-campanha, ainda teremos o momento das convenções e a campanha propriamente dita ainda vai começar, então vejo que estamos realmente numa boa colocação aqui em Goiânia, nossa pré-candidatura tem conseguido mais apoios a cada dia, mas eu vejo que muitas candidaturas, pré-candidaturas estão se destacando a nível nacional, como por exemplo, da minha companheira Maria do Rosário em Porto Alegre, que hoje também está em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para a prefeitura.
A senhora tem muita experiência com o legislativo e executivo e é filha do prefeito Darci Accorsi, uma referência petista, também um acúmulo. O que a senhora vai resgatar dessa herança, além do natural desejo de superar o trabalho dele, como a senhora manifestou em uma entrevista anterior?
Hoje, Goiânia atravessa um momento de grande desamparo, descaso e abandono. A cidade precisa realmente de uma prefeita ou prefeito que a conheça profundamente, que tenha a capacidade de trabalhar muito e de efetivar políticas públicas, além de saber realizar a articulação política necessária para governar. É essencial conseguir trazer para Goiânia as políticas públicas e recursos nacionais para que a cidade se desenvolva e retome os serviços públicos de qualidade que sempre foram motivo de orgulho para nós. A maior herança da gestão do meu pai, que eu acompanhei de perto na época como líder do movimento estudantil, é, primeiramente, um grande amor pelas pessoas e uma preocupação com a vida das crianças, das mulheres, dos idosos e do povo trabalhador. Essa é uma preocupação genuína, verdadeira e sincera com o bem-estar das pessoas. Nesse sentido, precisamos de saúde de qualidade, de uma educação que realmente ofereça a possibilidade de um futuro digno para as nossas crianças.
Precisamos também de um transporte público de qualidade para trabalhadores, trabalhadoras e estudantes, além de cuidar da cidade, pois até a questão do lixo e da limpeza pública está em situação de abandono. Portanto, o legado que trarei da gestão do meu pai é essa preocupação, mas também uma articulação política ampla, uma gestão muito democrática que dialogue com toda a sociedade e ouça a população. Meu pai instituiu o Goiânia Viva, um programa de orçamento participativo que foi muito importante para que a população fosse ouvida nas decisões da administração. Vamos retomar esse diálogo e, além disso, trazer para Goiânia os projetos sociais que o presidente Lula está implementando no Brasil. Além disso, precisamos encerrar e concluir as obras paradas, o que também é algo importante. É crucial lembrar e retomar as boas práticas das gestões anteriores em Goiânia.
Existe uma certa agressividade por parte de alguns jornalistas contra a senhora e sua candidatura. Como enfrentar esse comportamento?
Olha, com muita calma e paciência, que são atributos necessários para quem deseja administrar uma capital como Goiânia, tão complexa e politicamente diversa. Eu trato todos e todas com muita calma e tranquilidade, procurando focar nos problemas da cidade e não em discussões ideológicas. A população hoje quer soluções para os problemas, e é dessa forma que nós vamos atuar. Tanto agora na pré-campanha e na campanha, quanto na administração.
Como o PT pode se apropriar da pauta da segurança pública?
A segurança pública é uma grande preocupação e fonte de angústia para as famílias e pessoas em nosso país, especialmente para as mulheres, devido ao momento de epidemia de violência contra as mulheres e meninas, incluindo feminicídios. Portanto, o Partido dos Trabalhadores precisa se apropriar, se importar e priorizar essa pauta. Neste contexto das eleições municipais, destacamos a importância da participação dos municípios na segurança, especialmente no aspecto preventivo e comunitário, além das políticas públicas voltadas para proteger as vítimas e prevenir tais situações. Apresentamos vários elementos que obtiveram sucesso em municípios como Diadema, Canoas e Porto Alegre, onde experiências reduziram a criminalidade violenta e os homicídios por meio de ações de segurança municipais em parceria com as polícias estaduais.
Desta forma, estamos propondo projetos para todo o Brasil, e em Goiânia, a segurança será uma prioridade. Como delegada de polícia de carreira e ex-secretária municipal, temos diversas propostas nesse sentido, focando na atuação da Guarda Civil Metropolitana, em políticas de prevenção, no tratamento de pessoas com uso abusivo de drogas, e em políticas para a independência financeira das mulheres. São ações com impacto significativo na segurança pública que iremos propor e demonstrar durante as eleições municipais.
Podemos dizer que odiscurso do governador Ronaldo Caiado sobre a segurança é mentiroso?
Não há dúvida de que a segurança pública no estado de Goiás está passando por um momento de grande aprovação da população, o que principalmente atribuo à atuação corajosa, eficiente e dedicada dos meus colegas trabalhadores e trabalhadoras da segurança pública. No entanto, há problemas graves que precisam ser enfrentados, como a questão da violência contra as mulheres. Atualmente, temos poucas delegacias especializadas no atendimento à mulher, praticamente nenhum abrigo para sua proteção em situações de ameaça e poucos policiais e políticas públicas voltadas para combater essa questão. O resultado disso não poderia ser outro senão uma epidemia de feminicídios e casos de estupro contra crianças e adolescentes, o que é uma situação muito grave que demanda um esforço maior do governo estadual e de todas as autoridades envolvidas.
Namorada de estudante de odontologia que morreu em acidente na GO-164 faz post de despedida: ‘A dor de não te ter é insuportável’ | Trânsito GO
Lidiane 24 de junho de 2024
“Você foi tudo pra mim… que Deus te proteja aí em cima e cuide como ninguém jamais cuidou. Obrigada por tudo, eu te amo mais que tudo e a dor de não te ter é insuportável”, escreveu Laurah.
Laurah e Isadora estudavam odontologia na mesma Universidade de Rio Verde (Unirv). A universidade lamentou a morte da estudante nas redes sociais.
O acidente aconteceu no km 110, por volta das 7h30. À polícia, a namorada de Isadora disse que ela olhou para trás para conversar e perdeu o controle da moto. Isadora saiu da pista e bateu em uma cerca.
Segundo o Corpo de Bombeiros, antes da chegada da equipe Laurah já tinha sido encaminhada para o pronto socorro do Hospital Municipal de Quirinópolis.
Conforme a polícia, testemunhas contaram que Laurah percebeu que Isadora não estava respirando e tentou fazer uma massagem cardíaca para socorré-la, mas ela não resistiu. A motocicleta foi apreendida e encaminhada a delegacia de polícia para perícia.
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Chrystian e Ralf: dupla teve quase 40 anos de carreira em meio a duas separações e não se via há quatro anos | Goiás
Lidiane 22 de junho de 2024
A história da dupla dos irmãos Chrystian e Ralf teve uma trajetória de quase quatro décadas. Chrystian, que iniciou sua carreira na TV Anhanguera, se uniu ao irmão mais novo para cantar sertanejo e, juntos, emplacaram muitos sucessos ao longo dos anos. A dupla se separou duas vezes durante a carreira: a primeira vez no início dos anos 2000 e de forma definitiva em 2021.
Ao g1, um dos filhos de Chrystian, Flávio Andrade, afirmou que, apesar da separação, os irmãos sempre se amaram muito.
“Meu tio e meu pai se amavam muito. Meu pai contava piadas ao vivo. Eu disse para minha avó: ‘Como [o Ralf] pode rir daquele jeito do meu pai? Aposto que já conhece as piadas’. Minha avó dizia que, toda vez que ele contava uma piada, podia contar umas 10 vezes, o meu tio ria como se estivesse ouvindo pela primeira vez”, lembrou.
Chrystian, nascido em Goiânia com o nome José Pereira da Silva Neto, iniciou sua carreira artística em programas de televisão. Ao g1, o jornalista Arthur Rezende contou que, por volta da década de 60, o cantor começou a se apresentar com o nome Zezinho em programas da TV Anhanguera como “O Mundo é das Crianças'”, “Coronel Hipopota” e “Juventude Comanda”. Posteriormente, a família do cantor se mudou para São Paulo.
A adolescência de Chrystian marcou o início das gravações de músicas em inglês, algumas das quais até se tornaram temas de novelas. Mais tarde, Chrystian, em parceria com seu irmão mais novo, Ralf, formou a dupla que conquistou o coração do público.
Flávio Andrade contou que Ralf tinha muita admiração pelo irmão e que sempre o elogiava.
“Ele babava no meu pai cantando, então, numa das vezes que tive contato, cheguei ao estúdio e lá estava meu pai mixando o disco deles, com meu tio ao lado. Ele só ficava olhando para meu pai com admiração, você sabe, como quando alguém admira o que o outro está fazendo”, disse.
Chrystian tinha sete filhos, dos quais dois era com a influencer Key Vieira, de 54 anos, com quem era casado. Os dois completaram 29 anos de casados no dia 6 de abril.
Filhos de Chrystian e Key são: João Pedro Vieira, de 22 anos, e Lia Vieira, de 12 anos. Nas redes sociais, assim como o pai, a menina compartilha o amor pela música.
No último aniversário de Chrystian, João homenageou o pai agradecendo o cantor pelos conselhos, apoio e carinho.
“Nada que eu pudesse escrever aqui realmente representaria o tamanho do meu amor por você”, escreveu João ao pai em uma publicação em novembro de 2023.
Aos 67 anos, morre Chrystian, cantor que fez dupla com Ralf
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