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4 de abril de 2025
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Afiliada da Band em Goiás, TV Sucesso prevê alcançar 2,5 milhões de telespectadores

Ronaldo Caiado destaca capacidade da nova emissora em poder projetar Goiás nacionalmente (Foto: Júnior Guimarães)

O governador Ronaldo Caiado participou, na noite desta quinta-feira (18/04), do lançamento da nova programação da TV Sucesso Band, em Goiânia. Trata-se da afiliada da TV Bandeirantes em Goiás, que chega para substituir a TV Goiânia. A novidade estreou na capital dia 4 de março.

Em discurso, Caiado destacou a capacidade da nova emissora em poder projetar Goiás nacionalmente, divulgando o potencial econômico e turístico do estado. “Desejo muito sucesso, para que, cada vez mais, vocês possam avançar na programação, mostrando nosso estado para o Brasil todo. Hoje, Goiás está ainda mais representado na área da telecomunicação, ampliando as oportunidades”, comemorou.

“Esse é um momento de muita relevância para o jornalismo e para a televisão. Os 7 milhões de goianos têm a oportunidade de contar com mais uma emissora de televisão capaz de levar notícia, informação e entretenimento”, lembrou o gestor goiano. Goiás possui mais de 20 emissoras de televisão concessionadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TV Sucesso chega a Goiânia como retransmissora do sinal da TV Bandeirantes oferecendo uma programação nacional já consolidada. A emissora dedica horários à programação local produzida tanto na capital, quanto no interior do estado. A estimativa é de que alcance mais de 2,5 milhões de telespectadores.

O presidente e fundador do Grupo Sucesso de Rádio e TV, Gilson Almeida, destacou que este é mais um passo ousado na área da comunicação, dando início a uma nova história no estado. “Estamos iniciando hoje uma missão de transformação, de levar entretenimento e informação a toda a população de Goiás. Assim como a Band, faremos um jornalismo independente, não partidário, que irá mostrar os fatos para que a população tire suas próprias conclusões e análises”, assegurou.

João Saad, presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação, garantiu que os esforços serão em prol do fortalecimento da programação local da TV Sucesso, trazendo cada vez mais crescimento à emissora. “Estamos felizes e orgulhosos com essa parceria. Não vamos deixar nenhum pedaço desse estado sem ter um bom sinal, sem ter uma cobertura local”, frisou, ao afirmar que o grupo empresarial continua acreditando na comunicação.

Também estiveram no evento o vice-governador Daniel Vilela, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Bruno Peixoto, o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, entre outras autoridades, executivos e convidados.

TV Sucesso
A TV Sucesso iniciou suas atividades no Sudoeste goiano há mais de 12 anos, atuando como retransmissora da TV Record nos municípios de Rio Verde e Jataí. Integrante do Grupo Sucesso de Comunicação, fundado em 1997, a emissora chega à capital goiana, agora como afiliada ao Grupo Bandeirantes de Televisão. Ao todo, a rede de rádio e televisão está presente em quatro estados da federação, além do Distrito Federal.

A emissora está em processo de formulação da programação própria. Dentro da nova grade, estão programas voltados ao agronegócio, esportes e jornalismo, com profissionais de renome no cenário nacional, como o narrador esportivo Téo José, que apresenta o Jogo Aberto. Entre os programas já definido, estão o AgroSucesso, com Leonardo Freitas; e o Esporte Show, com Osvair Santos. A TV Sucesso opera no canal 17.1, na TV aberta, e 513, na NET.



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Serviços serão realizados entre a noite de sexta-feira (19) e a manhã de sábado (20) e o bombeamento de água tratada será desligado – Goiás — Foto: Divulgação/Saneago

A Saneago vai realizar a primeira etapa de interligação das obras de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água do Sistema Meia Ponte, nesta sexta-feira (19) e sábado (20), e por conta dos trabalhos pelo menos 300 bairros devem ficar sem água em Goiânia.

As obras estão programadas para serem realizadas na área da Estação de Tratamento de Água Meia Ponte, com isso o bombeamento de água tratada será desligado às 19 horas de sexta (19), com previsão de retomada gradual do sistema às 14 horas de sábado (20).

Por conta das atividades, poderá ocorrer falta de água em algumas regiões de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Goianira e Trindade, atendidas pelo Sistema Meia Ponte. Sendo que, desta vez, a área do Sistema João Leite não será afetada.

De acordo com a Saneago, o fornecimento de água será gradual após a conclusão dos serviços com normalização do fornecimento de água tratada, na maioria dos bairros afetados, prevista para ocorrer até a noite de domingo (21).

A interligação faz parte de um dos contratos firmados para ampliação do sistema de abastecimento de água de Goiânia.

Na intervenção deste fim de semana, será realizada a interligação de uma nova adutora, de 8,9 km de extensão, ao Sistema Meia Ponte, atualmente em operação. A tubulação permitirá que a água do Sistema Meia Ponte, tratada na Estação de Tratamento de Água (ETA) Meia Ponte, possa chegar até o Centro de Reservação Paineiras, atendendo cerca de 54 mil habitantes nos municípios de Goiânia, Trindade e Goianira.

Confira a lista dos bairros afetados:

  • Condomínio Rio Vermelho
  • Conjunto Dona Iris I e II
  • Jardim da Luz, Renata Park
  • Setor Bandeirantes
  • Setor Maysa
  • Aeroporto Sul I e II
  • Alto Paraíso
  • Bairro Cardoso
  • Bairro Cardoso I
  • Bairro llda
  • Bandeirantes
  • Belo Horizonte
  • Buriti Sereno
  • Cidade Empresarial
  • Cidade Vera Cruz I e II
  • Cidade Vera Cruz Regence
  • Conjunto Estrela do Sul
  • Conjunto Residencial Santa Fé
  • Garavelo
  • Garavelo Residencial Park
  • Goiânia Park Sul
  • Himalaia
  • Jardim Buriti Sereno
  • Jardim das Hortências
  • Jardim Helvécia
  • Jardim Itapuã
  • Jardim Tropical
  • Jardins Mônaco
  • Jardins Viena
  • Loteamento Colinas de Homero
  • Loteamento Porto das Pedras
  • Morada dos Pássaros
  • Morada Sul II
  • Pontal Sul
  • Residencial Araguaia
  • Residencial Caraíbas
  • Residencial Norte Sul
  • Residencial Pôr do Sol
  • Residencial Serra das Brisas
  • Solar Park
  • Vila Mariana
  • Vila Rosa

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Xícara com grãos de café — Foto: Pixel2013/Pixabay/Creative Commons CC0

Um dos estados mais relevantes do Centro-Oeste quando se fala das indústrias de café, Goiás conta com uma produção industrial de cerca de 695 mil sacas por ano. Para garantir a melhora na qualidade dessa industrialização e um rótulo mais simples e com mais informações ao consumidor, a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) promove um encontro com palestras e workshop nesta quinta (18) e sexta-feira (19).

O encontro foi realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG) e contou com a presença do presidente da federação, Sandro Mabel, além de outras autoridades do comércio e indústria. Para ele, o encontro é uma oportunidade de compartilhar conhecimento, principalmente sobre a legislação de comércio do café.

“Hoje a indústria do café está em festa. Estamos unidos pela qualidade do café”, complementou.

Abertura do encontro ‘unidos pela qualidade do café’, na Fieg, em Goiânia — Foto: Alex Malheiros/Fieg

O encontro é voltado para orientar torrefadores, empresários da indústria e consumidores sobre a qualidade do café. Ele foi motivado pela alteração na legislação a partir de uma portaria do Ministério da Agricultura, que determinou um novo padrão oficial de classificação do café torrado em todo o país.

Com isso, a Abic explicou que, como em junho deste ano termina o prazo para que as indústrias de café se adequem a esse padrão, o objetivo é orientar sobre como fazer essa adequação, com selo de pureza e qualidade.

“O consumidor não aceita descer a qualidade daquilo que ele consome, então buscando dar a diretriz adequada, nos reunimos para encontrarmos caminhos e trocar informações para melhorar a qualidade e entregar cafés melhores”, explicou Pavel Cardoso, presidente da Abic.

Presidente da Fieg, Sandro Mabel, presidente da Abic, Pavel Cardoso e outras autoridades do comércio e indústria de Goiás — Foto: Alex Malheiros/Fieg

Fundador da Café Moinho Fino, Roberto Viana destacou a importância das indústrias do café para o estado e explicou que a mudança na fiscalização feita pelo Ministério da Agricultura a partir da nova legislação é essencial para a garantia da qualidade do produto comercializado no estado.

“Goiás compra matéria-prima dos estados produtores e industrializa [a partir dos] padrões de qualidade que já são exigidos na compra, a blindagem de cada marca e vende”, pontuou.

Ele ainda ressaltou a importância da fiscalização e da regulamentação das exigências sanitárias, uma vez que, pelo café ser um produto natural, ele sofre classificações, deterioração de qualidade, pode ter problemas de fermentação e classificação inadequada.

“Infelizmente, existe um lado desonesto e os aproveitadores fazem uso de produtos inadequados, industrializam, embalam e vendem, fazendo uma concorrência desleal com as indústrias e prejudicando principalmente o consumidor com produtos inadequados de consumo”, completou Roberto.

O evento vai contar com diversas palestras realizadas na quinta-feira e um workshop na sexta-feira. O foco, segundo a Abic, é compartilhar conhecimento, discutir tendências, fortalecer a comunidade cafeeira e promover capacitação para contribuir para a excelência do café brasileiro. As vagas são limitadas e gratuitas.

Painel da Abic e o Ministério da Agricultura (MAPA): “Exigências para a comercialização do café torrado – Sua empresa está preparada? O que muda na rotulagem e fiscalização?”
Palestrantes: Aline Marotti, coordenadora de qualidade e certificações da Abic, e Ana Claudia Marques Cintra, auditora fiscal federal agropecuária

Debates e perguntas sobre a Portaria 570

Painel: Impacto do Instituto SENAI de Tecnologia em Alimentos e Bebidas no estado de Goiás.
Palestrante: Nathalia Garcia – gerente do Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Bebidas

Palestra sobre LGPD
Palestrante
: Dra. Lorena Blanci

Palestra da Abic sobre o mercado de café e estratégias da ABIC para o desenvolvimento dos negócios
Palestrante: Celírio Inácio – diretor executivo da Abic

Palestra do Senai sobre Aromas de Tecnologia: Aplicação da Inteligência Artificial no Mercado do Café
Palestrante: Christianne Pimenta – Certificada IA For Leaders StarSe University. Quality Management Auditor/Lead Auditor pelo IRCA. Auditora Líder ABNT PR 2030 pela GCR.

Curso da Abic para calibração do Protocolo Brasileiro de Avaliação Sensorial de Cafés Torrados;
Palestrante: Camila Arcanjo, consultora de qualidade Abic.
Inscrição: preenchimento do formulário neste link.

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Número de empregados no setor atinge maior patamar desde 2012; informação é do boletim sobre o Mercado de Trabalho do Agronegócio em Goiás, publicado pelo IMB

Agronegócio goiano cresce e atinge o maior patamar dos últimos 11 anos ( Foto: Wenderson Araujo e Larissa Melo)

O agronegócio goiano empregou mais de 1 milhão de pessoas em 2023, atingindo o maior patamar dos últimos 11 anos. As informações são do primeiro boletim sobre o Mercado de Trabalho do Agronegócio em Goiás, publicado pelo Instituto Mauro Borges (IMB), jurisdicionado à Secretaria-Geral de Governo (SGG). Os dados são referentes à evolução do setor no estado entre os anos de 2012 e 2023.

O valor corresponde a 26,6% do total dos ocupados em Goiás, representando um crescimento de 2,4% na comparação com o ano de 2022. A inserção na força de trabalho no agronegócio entre 2012 e 2023 foi de 95.446 pessoas, o que equivale a um aumento de 10,5% de pessoas ocupadas na área. No terceiro trimestre de 2023, somente a atividade da produção agropecuária representou 15,1% da economia de Goiás. Além disso, no mesmo ano as exportações que integram o agro foram responsáveis por 96,7% de todo volume exportado do estado. Reforçando a importância do segmento para economia goiana.

A gerente de Estudos Ambientais e Agronegócio, Érica Basílio Tavares Ramos, fala sobre a importância da divulgação do novo boletim do IMB. “Essa é uma publicação inédita e de extrema relevância, pois pode ser usada como um norteador para a formulação de políticas públicas voltadas para o mercado de trabalho do setor no estado”, salientou.

“Em Goiás, nossa vocação agropecuária é evidente. Trabalhamos incessantemente para impulsionar o emprego e a renda por meio de políticas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Projeto de Fruticultura Irrigada do Vão do Paranã e o Crédito Social. O agronegócio não apenas tem uma importância do ponto de vista social, mas também impulsiona nossa economia. Estamos comprometidos em manter um ambiente propício ao desenvolvimento do setor, reconhecendo sua importância vital para a prosperidade do estado”, destacou Pedro Leonardo Rezende, Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Segmentos
O agronegócio é dividido em três níveis principais, sendo primário (onde estão incluídos produtores rurais, agricultores e pecuaristas); secundário (que engloba as agroindústrias e produtores de insumos); e terciário (que inclui a cadeia de distribuição, comércio e serviços). O setor terciário, com destaque para os serviços, é o que mais emprega, com 38,4% dos empregos do agronegócio neste segmento. Entre 2012 e 2023, o setor de serviços apresentou um acréscimo de 100.750 pessoas ocupadas, o que corresponde a uma alta de 35,3%. Em segundo lugar estão os empregos do setor primário, que correspondem a 26,1%.

Rendimentos
A crescente inovação e desenvolvimento tecnológico no segmento primário do agronegócio em Goiás possibilitou que, em 2023, o rendimento médio mensal habitual ultrapassasse os rendimentos dos demais segmentos e atingisse a marca de R$ 4.617,27, contando com acréscimo de 53,9% desde 2012. O crescimento foi superior ao rendimento médio mensal geral de todos os segmentos do agronegócio goiano, que obteve aumento de 16,6% entre 2012 e 2023.

Perfis
O agronegócio goiano é composto, predominantemente, por homens (679.188), que ocuparam 66,2% das vagas em 2023; enquanto as mulheres (326.013) ocuparam cerca de um terço das vagas no setor. Ainda vale destacar que desde 2012 a força de trabalho feminina teve aumento de 56.284 postos no mercado de trabalho do agronegócio em Goiás.



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Goiás Social capacita 1,3 mil conselheiros tutelares, em Goiânia
As 15 unidades do Restaurante do Bem oferecem refeições saudáveis e de qualidade no valor simbólico de R$ 2,00 (Foto: Aline Cabral)

Oferecer uma refeição de qualidade por um valor acessível a todos. Esse é o objetivo do Restaurante do Bem. O programa do Goiás Social, por meio da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), serve mais de 16 mil (16.169) refeições por dia, cada uma ao preço simbólico de R$ 2,00.

Já são 15 unidades do programa que garantem a alimentação de famílias em vulnerabilidade social, idosos e pessoas em situação de rua em Goiânia e no interior.

A presidente de honra da OVG e coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, destaca que a iniciativa é referência nacional em segurança alimentar e nutricional.

“Sempre que visito uma unidade, encontro pessoas que me contam o quanto a saúde delas melhorou depois que passaram a almoçar no Restaurante do Bem”, afirma.

“Ninguém consegue trabalhar com o estômago vazio e nem ter uma perspectiva de futuro se não estiver bem alimentado. Por isso, o combate à fome é uma prioridade do governador Ronaldo Caiado”.

Restaurante do Bem

A comida do Restaurante do Bem é feita com toque caseiro. O cardápio também é desenvolvido com controle de qualidade por uma equipe formada por nutricionistas, que fiscalizam as boas práticas de fabricação.

Diariamente são utilizados aproximadamente 4,5 mil quilos de arroz, 1,9 mil quilos de carne e 2,4 mil quilos de feijão. São servidos uma média diária de 808 quilos de salada e 1,6 mil quilos de frutas como sobremesa.

“Não é todo dia que a gente come uma comida tão boa quanto essa em casa. Além do mais, tudo é limpinho, o preço é muito barato, dá para todo mundo pagar”, comenta a aposentada Maria das Graças Santos, de 75 anos, moradora do município de Quirinópolis.

O programa funciona de segunda à sexta-feira, das 10h30 às 14 horas. Desde 2019, as unidades do Restaurante do Bem entregaram 16,6 milhões de refeições, com investimento de R$ 103,5 milhões.

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Organização das Voluntárias de Goiás – Governo de Goiás

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Tribunal Regional do Trabalho de Goiás (TRT-GO) — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Uma empresa foi condenada a indenizar um operador de máquinas em mais de R$ 20 mil por assédio eleitoral, em Rio Verde, sudoeste de Goiás. De acordo com a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), o empregador prometeu um dia de folga aos trabalhadores que votassem em um candidato apoiado por ele nas eleições presidenciais de 2022.

“Tal conduta revela-se de natureza grave, ao inclusive contribuir, ao solapar a liberdade de voto e visar comprometer o legítimo resultado de eleições livres, para o enfraquecimento do Estado democrático de Direito”, disse o desembargador Paulo Pimenta.

O documento foi emitido pelo desembargador relator Daniel Viana Júnior no dia 22 de março, mas divulgada pelo tribunal no dia 9 de abril. O g1 entrou em contato com os advogados da empresa para um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

No processo, o trabalhador que atuava há 15 anos na empresa ainda disse ter sofrido assédio moral ao revelar que a companhia divulgava uma lista com “ranking mensal com descrição dos melhores e piores funcionários”. Além disso, a decisão explicou que o operador de máquinas possui uma lesão nos ombros, doença que pode ter como causa complementar as “ações mecânicas do trabalho” do operador.

A decisão que determinou o valor da indenização em R$ 21 mil foi de segundo grau. Anteriormente, segundo o tribunal, em um júri de primeiro grau o valor tinha sido fixado em R$ 5 mil.

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Sede do Detran-Go, em Goiânia, Goiás — Foto: Divulgação/Detran-GO

O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) deve abrir seleção para examinadores de trânsito com salários que podem chegar a R$ 6,3 mil. As inscrições estão previstas para começar no dia 29 de abril.

O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (15). Segundo a autarquia, não há uma quantidade exata de vagas, visto que as inscrições ficarão abertas por tempo indeterminado devido ao quadro reduzido de profissionais.

Segundo o presidente do Detran Goiás, delegado Waldir, os examinadores de trânsito serão responsáveis pela aplicação de provas práticas de direção para obtenção de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), adição ou mudança de categoria.

“O Detran contava com aproximadamente 230 examinadores e agora temos 125 entre temporários, efetivos e comissionados”, explica Waldir.

De acordo com o Detran, os salários devem ser calculados conforme a quantidade de provas aplicadas por cada examinador, sendo o limite estabelecido em R$ 6,3 mil.

O valor pago por exame vai variar conforme a categoria, sendo R$ 6,50 para categoria A, R$ 13 para a B, R$ 30 para C ou D e R$ 60 para E.

O contrato com os selecionados terão o prazo de três anos e pode se prorrogado conforme o interesse no Detran. As inscrições devem ser feitas presencialmente ou por e-mail, conforme o edital que deve ser publicado ainda nesta semana.

O candidato precisa ter o curso de examinador de trânsito nos termos regulamentados pelo Conselho Nacional de Trânsito.

Além disso, precisa ter idade a partir de 21 anos, curso superior completo em qualquer área de formação e ser habilitado há dois anos ou mais na categoria em que vai concorrer na seleção.Não é obrigatório, mas é desejável que seja intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Conforme informado pelo Detran Goiás, o candidato não pode ser selecionado caso, nos últimos 12 meses, tenha sofrido penalidade de suspensão do direito de dirigir, cassação de CNH ou tenha cometido infração de trânsito de natureza gravíssima.

Para participar da seleção, o interessado não deve possuir vínculo com Centros de Formação de Condutores.

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Entrada da cidade de Alvorada do Norte Goiás — Foto: Reprodução/Prefeitura de Alvorada do Norte

A Prefeitura de Alvorada do Norte, região localizada no nordeste de Goiás, abre nesta segunda-feira (15), a partir das 13h, o concurso público para preenchimento de 103 vagas, com salários de até R$ 4.375,49 para vários níveis de escolaridade (confira ao final do texto todas as vagas).

Para se inscrever, é necessário acessar o site da Ássectta, preencher o formulário de cadastro até o dia 10 de maio às 13h, que é o último dia das inscrições. A taxa do concurso varia entre R$ 90 para ensino fundamental incompleto e R$ 180 para ensino superior completo.

Além das 103 vagas, outras 99 serão destinadas à Ampla Concorrência (AC), 4 para Portadores de Deficiência Física (PCD) e um total de 445 para o Cadastro Reserva.

A carga horária das vagas varia entre 30h e 40h semanais, de acordo com o nível de escolaridade. O processo seletivo funcionará por meio de prova objetiva, conforme o cronograma do edital, que ocorrerá no dia 26 de maio. Já o resultado oficial será divulgado no dia 13 de junho no site da Prefeitura de Alvorada ou no site do concurso.

Confira abaixo a quantidade total de vagas:

  • Agente de Apoio Escolar – 15 vagas
  • Agente de Limpeza Urbana, Obras e Serviços Gerais – 15 vagas
  • Agente de Serviços de Higiene e Alimentação – 15 vagas
  • Auxiliar Administrativo – 5 vagas
  • Auxiliar de Saúde Bucal 2 – vagas
  • Educador Físico – 1 vaga
  • Enfermeiro 4 – vagas
  • Farmacêutico 2 – vagas
  • Fisioterapeuta 2 – vagas
  • Fonoaudiólogo 1 – vaga
  • Motorista de Veículos Especiais – 5 vagas
  • Motorista de Veículos Leves 2 – vagas
  • Motorista de Veículos Pesados 4 – vagas
  • Nutricionista 1 – vaga
  • Operador de Máquinas Agrícolas – 2 vagas
  • Operador de Máquinas Pesadas – 2 vagas
  • Pedreiro – 2 vagas
  • Professor – Educação Física – 1 vaga
  • Professor de Português – 1 vaga
  • Professor de Inglês – 1 vaga
  • Professor de Libras – 1 vaga
  • Professor de Matemática – 2 vagas
  • Professor de Pedagogia – 10 vagas
  • Psicólogo – 2 vagas
  • Psicopedagogo – 1 vaga
  • Técnico em Enfermagem – 2 vagas
  • Técnico em Laboratório – 1 vaga
  • Terapeuta Ocupacional – 1 vaga

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Polícia Civil de Goiás cumpre mandado de prisão preventiva contra idosos suspeito de estupro de vulnverável, em Santo Antônio do Descoberto — Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu um idoso, de 65 anos, suspeito de estuprar o sobrinho da esposa dele, em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do Distrito Federal. A vítima disse aos policiais que sofreu incontáveis abusos por quase três anos seguidos.

O g1 não localizou a defesa do suspeito para se manifestar sobre o caso até a última atualização da reportagem.

O mandado de prisão contra o idoso foi cumprido na sexta-feira (12). A Polícia Civil tinha solicitado à Justiça que ele fosse preso preventivamente por conta da quantidade de vezes que a vítima relatou ter sido abusada sexualmente por ele.

Segundo as investigações, a vítima tem atualmente 19 anos e procurou a delegacia denunciando ter sido vítima de abusos sexuais praticados pelo marido de sua tia entre seus 5 e 8 anos de idade.

O jovem afirma que os abusos diminuíram quando se mudou do estado de Goiás e, consequentemente, foi afastado do convívio com o suspeito. Mas que sofreu outros estupros quando tinha 13 anos e outro no mês de fevereiro deste ano.

A identidade do idoso não foi revelada pelas autoridades a fim de também preservar a identidade da vítima.

Diante da denúncia e de outros elementos apresentados durante a investigação, o idoso foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável e preso preventivamente.

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Na semana passada, uma mulher de 39 anos foi morta depois de atacada pelo ex-companheiro e de ter o corpo incendiado em uma plataforma de trem na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Ela fugiu pelos trilhos e chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu. Após o crime, o homem cometeu suicídio jogando-se da Ponte Rio-Niterói.

No dia seguinte, outra mulher sofreu queimaduras durante uma discussão com o companheiro em Nova Iguaçu, município da Baixada Fluminense. O homem jogou álcool no quarto do casal e ateou fogo. A mulher precisou ser hospitalizada após as chamas atingirem cabelo, braços, costas e pernas.

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Os dois crimes, praticados com requintes de crueldade, foram registrados em um momento em que as estatísticas oficiais indicam aumento significativo de casos e de tentativas de feminicídio no estado do Rio de Janeiro. Segundo o Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ), nos dois primeiros meses do ano passado, ocorreram 16 feminicídios e 53 tentativas, totalizando 69 casos. No mesmo período deste ano, foram registrados 20 casos e 82 tentativas de feminicídio, somando 102 registros, com alta de 47,8%.

Chamam a atenção os dados de fevereiro de 2024, último mês com estatísticas públicas até o momento. Os registros mostram recorde de tentativas de feminicídio desde 2018, primeiro ano da série histórica divulgada pelo ISP-RJ. Foram 47 casos. Até então, o mês com maior número de ocorrências desse tipo era março de 2019, quando houve 42 anotações.

Em nota, o governo do Rio afirma que o combate à violência contra a mulher é prioridade e destaca que a Polícia Civil conta com 14 delegacias de Atendimento à Mulher em todo o estado. Segundo a nota, nos últimos anos, 100% das investigações de feminicídios ocorridos na região metropolitana do Rio de Janeiro levaram à elucidação do crime.

“A Polícia Civil atua de forma integrada com a Polícia Militar no enfrentamento à violência doméstica, familiar e de gênero. Durante o mês de março, no escopo da Operação Átria, as instituições prenderam 819 pessoas por violência contra mulher, e cerca de 13 mil medidas protetivas de urgência foram solicitadas”, acrescenta a nota.

Punição não é o bastante

Para pesquisadoras ouvidas pela Agência Brasil, o Estado precisa investir mais para alterar essa realidade. Elas consideram importante punir os criminosos, mas ressaltam a necessidade de ir além, ampliando as campanhas preventivas e educativas e garantindo acesso a serviços de acolhimento para mulheres em situação de violência.

“Falta prevenção. Estamos apostando muito na punição. É importante punir, mas não vamos mudar o cenário sem campanhas públicas regulares, sem ações de educação nas escolas”, diz a socióloga Jacqueline Pitanguy, pesquisadora e coordenadora da organização não governamental (ONG) Cepia.

Jaqueline lamenta que o governo anterior, liderado por Jair Bolsonaro, tenha descontinuado políticas públicas de abrangência nacional. “O conflito é inevitável nas relações humanas, mas precisamos mostrar para as pessoas que há outras formas de resolvê-los sem que se recorra à violência”.

A coordenadora do Observatório Latino-americano de Justiça em Feminicídio e do Grupo de Pesquisa sobre Violência de Gênero da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cristiane Brandão, manifesta-se na mesma linha. “Temos que atuar em muitas esferas, e não exclusivamente pelo direito penal ou pelo sistema de justiça criminal.”

Segundo Cristiane, é preciso trabalhar com a educação, inclusive no médio e longo prazos. E também promover esses outros espaços que vão além da delegacia. “Promover os centros de referência como um espaço de acolhimento, de escuta sensível, de atendimento humanizado. Que se garanta um atendimento de forma integrada, levando ao fortalecimento dessa mulher”, acrescenta.

Nem todo homicídio que tem uma mulher como vítima se enquadra como feminicídio, crime que foi tipificado no Brasil em 2015. Ele é caracterizado como o assassinato que envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Quando o ato não é consumado, ele é tratado como tentativa de feminicídio.

Campanhas preventivas e educativas devem contribuir para desconstruir a estrutura patriarcal que fundamenta a sociedade brasileira, diz Jaqueline. “Os homens sempre foram colocados em posição de domínio, e as mulheres, de subalternidade em diferentes esferas da vida, inclusive nas relações afetivas. Esta é uma carga histórica e secular de conformação da identidade masculina como dominante.”

De acordo com Cristiane, isso está presente também em formas de violência patrimonial, quando o homem controla o dinheiro ou impede a mulher de trabalhar. “Está presente no controle da vida da mulher, em que ela tem que obedecer,  fazer do jeito que o homem falou, usar a roupa que ele quer. A violência doméstica é uma violência em grande parte de repetição e de correção.”

A socióloga lembra que, no passado, a legislação do país sobre costumes era extremamente conservadora. As mulheres precisavam se casar virgens, e o adultério era crime. Segundo Jacqueline Pitanguy, a ideia de que não há chefe ou hierarquia na sociedade conjugal foi uma conquista na Constituinte de 1988. Esse lugar de dominação não é apenas um dado cultural, estava presente nas nossas leis. E hoje se vê isso ser frequentemente reafirmado, inclusive por meio de algumas interpretações religiosas, acrescenta.

Rio de Janeiro (RJ) 14/04/2024 - FEMINICÍDIOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO<br /> SÉRIE HISTÓRICA ANUAL DESDE 2018]<br /> Arte EBC

Rio de Janeiro (RJ) 14/04/2024 – FEMINICÍDIOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SÉRIE HISTÓRICA ANUAL DESDE 2018]
Arte EBC

Rio de Janeiro (RJ) 14/04/2024 - FEMINICÍDIOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO<br /> SÉRIE HISTÓRICA ANUAL DESDE 2018]<br /> Arte EBC

Rio de Janeiro (RJ) 14/04/2024 – FEMINICÍDIOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SÉRIE HISTÓRICA ANUAL DESDE 2018]
Arte EBC


Sem quedas consecutivas

A série histórica divulgada pelo ISP-RJ mostra que, desde 2018, nunca houve queda do número de feminicídios por dois anos consecutivos. Em 2020, houve redução, seguida por um aumento em 2021. Em 2022, um novo crescimento, que gerou o maior pico em um período de cinco anos: foram 111 registros. Embora os casos tenham voltado a cair em 2023, os números já divulgados dos primeiros meses de 2024 indicam que, provavelmente, haverá nova alta.

“Um dado importante a considerar é a pandemia de covid-19, porque houve uma baixa em 2020. Os registros diminuíram nesse período, mas isso não significa que a violência tenha diminuído. Pesquisas mostraram isso claramente. As vítimas tiverem menos acesso a hospitais e delegacias, enfim, às instâncias de segurança, de justiça e de saúde, onde são acolhidas. E, consequentemente, isso afetou os registros”, observa Jacqueline.

Ela destaca também que é alta a subnotificação dos dados envolvendo a violência contra a mulher. O problema ocorre em todas as classes e em famílias de diferentes raças. “E reverbera entre casais negros, brancos, azuis. Mas acontece que algumas mulheres são mais vulneráveis porque têm menos recursos para enfrentar a situação. Na periferia, muitas vezes, não conseguem ter a proteção do Estado. Mulheres brancas de classe média podem, por exemplo, recorrer a advogados particulares e, às vezes, resolvem a situação sem fazer registro formal. Isso acontece.”

Critério

Para Cristiane Brandão, há um problema de critério nas estatísticas oficiais produzidas com base em registros policiais: os casos de feminicídio ou de tentativa de feminicídio quase sempre são atrelados apenas a ocorrências de violência doméstica ou violência no âmbito de relações afetivas, especialmente quando há tentativa de rompimento dessa relação. Dessa forma, assassinatos em que a discriminação à condição de mulher ocorre em outros contextos não são enquadrados, gerando subnotificação.

Cristiane cita estudos realizados sobre o cenário observado na década de 1990 em Ciudad Juárez, uma cidade mexicana situada na fronteira com os Estados Unidos. Na época, foram registrados diversos casos de morte violenta de mulheres. “Tivemos ali, nesse momento histórico, a implantação de empresas voltadas para a maquiagem e para a confecção, que passaram a usar mulheres como mão de obra. E, quando as mulheres passam a ocupar o espaço público, disputar o mercado de trabalho, surgem conflitos”, explica.

A socióloga destaca ainda que os dados do ISP-RJ mostram uma realidade parcial. “Talvez fosse mais correto dizer que houve aumento de feminicídios íntimos. O olhar do sistema de justiça criminal é muito voltado para o reconhecimento do feminicídio apenas quando se tem uma relação doméstica ou familiar. Esses casos representam de 98% a 99% dos processos sobre feminicídio que tramitam nos tribunais de justiça do Brasil.”

*Colaborou Fabiana Sampaio, repórter da Rádio Nacional do Rio de Janeiro

Com informação da Agência Brasil

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-04/com-feminicidios-em-alta-no-rio-pesquisadoras-pedem-mais-investimento



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