Sebba quer mais proteção contra assédio de instituições financeiras à população vulnerável
Lidiane 12 de setembro de 2024
O deputado Gustavo Sebba (PSDB) apresentou projeto de lei de nº 19571/24, que dispõe sobre a proteção do consumidor, especialmente aquele em estado de vulnerabilidade, contra publicidade, oferta e contratação abusiva de produto, serviço ou crédito bancário. A matéria aguarda análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) para ser encaminhada ao Plenário.
É recorrente a abordagem de instituições financeiras e comerciais com o objetivo de vender produtos e serviços desnecessários ou prejudiciais à uma população vulnerável, que inclui analfabetos, doentes, idosos ou pessoas em situação de fragilidade, alvos fáceis de convencimento pelo simples desconhecimento dessas ofertas.
A proposta do projeto de lei visa estabelecer mecanismos de proteção contra essas práticas abusivas, por meio de medidas como a proibição de assédio e pressão de operadores de crédito, fornecedores de produtos e serviços bancários; a transparência das informações sobre a contratação de empréstimos, créditos consignados e negócios similares para evitar riscos de superendividamento; e garantia da contratação dos serviços seja feita de forma espontânea, sem a utilização de meios telefônicos ou mensagens, senão por aplicativo do operador de crédito com senha eletrônica do consumidor.
A Polícia Civil de Goiás, por meio da 4ª Delegacia Distrital de Polícia de Goiânia, prendeu, nesta terça-feira (10/9), Amanda Mendonça Montel, de 23 anos, investigada por diversos crimes de estelionato. A prisão foi realizada com apoio da Polícia Civil do Tocantins, através da 86ª Delegacia de Polícia Civil de Gurupi.
A investigada mora em Gurupi/Tocantins e é conhecida por aplicar golpes utilizando comprovantes bancários falsificados para adquirir produtos e serviços de alto valor. No caso mais recente, investigado pela PCGO, a suspeita comprou próteses mamárias de uma empresa de produtos médicos localizada no Setor Oeste de Goiânia, em junho de 2024, apresentando um comprovante fraudulento de transferência bancária. O prejuízo causado à empresa foi de quase R$ 5 mil.
Além deste caso, Amanda já é investigada por outros crimes de estelionato em estados como Tocantins e Mato Grosso do Sul, onde aplicou golpes semelhantes em clínicas de estética e estabelecimentos comerciais. Seu modus operandi envolve falsificar comprovantes de transferência bancária e documentos, prejudicando financeiramente suas vítimas antes de desaparecer.
Até o momento, estima-se que os golpes aplicados por Amanda já tenham causado um prejuízo superior a R$ 200 mil a diversas vítimas.
Diante do risco de fuga e da reincidência, a prisão preventiva foi decretada pelo Poder Judiciário de Goiás para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal, diante do envolvimento de Amanda em golpes aplicados em diferentes estados. A prisão foi decretada a pedido do delegado responsável pela investigação ocorrida na 4ª DDP de Goiânia.
A divulgação da identificação da presa foi procedida nos termos da Lei 13.869/2019, portaria n° 547/2021-PC, e Despacho da Autoridade Policial responsável pelas investigações, justificadas na possibilidade real de identificação de novas vítimas.
O PORTAL NG não conseguiu contato com a defesa da investigada.
O órgão pede ainda que a União seja condenada a pagar R$ 50 milhões a título de compensação por danos morais coletivos
O MPF (Ministério Público Federal) ingressou com uma ação civil pública contra a União pedindo a liberação urgente de verbas para a contratação de brigadistas.
Conforme o órgão, foi expedida na 5ª feira (22.ago.2024) uma recomendação para a contratação de mais de 450 brigadistas e disponibilidade de aeronaves para combate aos incêndios na região Norte. Como o MPF não obteve resposta, recorreu à Justiça.
Na ação, o MPF solicita de forma urgente que o governo federal libere a verba para a contratação de 15 brigadas com 30 brigadistas temporários cada. O órgão também quer a garantia de equipamentos de proteção individual e de combate ao fogo, aeronaves com capacidade para transportar até 12.000 litros de água em cada voo e helicópteros equipados com dispersores de água. É sugerido, inclusive, que a União requisite bombeiros militares de outros Estados, como alternativa à contratação.
A estimativa dos recursos necessários é do Ibama em Rondônia, com quem as equipes devem atuar para controlar os incêndios da região. Segundo a entidade, atualmente ela possui apenas 205 brigadistas distribuídos em oito bases que atendem o estado e o sul do Amazonas.
O Ministério Público Federal pede ainda que a União seja condenada a pagar R$ 50 milhões a título de compensação pelos danos morais coletivos.
Outro pedido da Ação Civil Pública é que a Força Nacional de Segurança e o Exército Brasileiro enviem homens em quantidade suficiente para garantir o patrulhamento do entorno das áreas onde ocorrem o combate às queimadas. Além disso, que os agentes brigadistas que trabalham na área de gestão do Ibama em Rondônia, que atendem também no Acre, sul do Amazonas e oeste do Mato Grosso, ganhem escolta.
Com informações da Agência Brasil.
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Segundo dados do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação, maioria dos municípios não tem vagas
No Brasil, 632.763 crianças aguardam por uma vaga em creches públicas e 44% dos municípios tem fila de espera para fazer a matrícula na educação infantil. Os dados são do levantamento nacional “Retrato da Educação Infantil no Brasil – Acesso e Disponibilidade de Vagas”, feito pelo Gaepe-Brasil (Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação no Brasil), composto pela sociedade civil e entidades do poder público, dentre elas o Ministério da Educação.
O estudo reúne informações sobre o acesso da população à educação infantil, que vão auxiliar na criação de um plano de ação voltado à expansão da oferta de vagas nessa etapa de ensino no país. As conclusões do estudo, realizado de 18 de junho a 5 de agosto, foram divulgadas nesta semana. Eis a íntegra do documento (PDF – 3 MB).
Educação infantil
A educação infantil, com o devido acesso a creches e pré-escolas de qualidade, é um direito de todas as crianças, e a oferta de vagas é obrigação do poder público, ambos previstos na Constituição Federal de 1988 e ratificado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em 2022.
As creches são destinadas às crianças até os 3 anos, ou que tenham 4 anos, se completados depois de 31 de março de cada ano, data que estabelece o corte etário para ingresso na pré-escola.
Na pré-escola, a frequência é obrigatória para crianças de 4 e 5 anos ou que tenham 6 anos, completados depois de 31 de março, quando a criança deve ingressar no ensino fundamental.
Creche
Todos os 5.569 municípios e o Distrito Federal responderam ao levantamento nacional Retrato da Educação Infantil no Brasil – Acesso e Disponibilidade de Vagas, feito em 48 dias. Ao todo, 2.445 (44%) têm fila de espera nessa etapa; 7% não fizeram essa identificação de falta de vagas; e 184 (3%) não têm creche, segundo o Censo Escolar da Educação Básica de 2023.
Ao considerar exclusivamente o total de cidades com filas de espera em creches, 2.160 cidades (88%) relatam que o principal motivo é a falta de vagas.
Na pesquisa, como os municípios puderam marcar mais de um motivo pelos quais os responsáveis não matricularam suas crianças em creches, aparecem outras explicações, como:
- opção dos pais, por entender que as crianças são pequenas demais para ir à creche ou que a primeira infância deve ser vivida em família;
- desconhecimento sobre o processo de matrícula e de prazos;
- distância entre a residência e a instituição de ensino;
- falta de transporte adequado, especialmente, em áreas rurais;
- incompreensão sobre a importância da educação infantil; e
- mudanças frequentes de endereço da criança.
No registro total das mais de 632,7 mil crianças na fila por vaga em creche por faixa etária, 123 mil (19%) têm até 11 meses; 178,4 mil (28%), 1 ano; 165,4 mil (26%) têm 2 anos; 131,4 mil (21%) têm 3 anos; e 34.300 (5%), 4 anos.
Entre as regiões, o Sudeste tem 212,5 mil crianças fora de creches. A região é seguida por Nordeste (124,3 mil), Sul (123,3 mil), Norte (94.300) e Centro-Oeste (78.100).
Pré-escola
Sobre a pré-escola, em números absolutos há 78.237 registros de crianças que não frequentam essa etapa de ensino, sendo que 50% (39.042) estão nessa situação porque a rede não têm vagas.
Em relação aos municípios, na faixa etária relativa à pré-escola o percentual de crianças que deveriam estar matriculadas é 8%. As principais razões são a não realização da matrícula pelos responsáveis, em 7 de cada 10 desses municípios; e a falta de vagas, em 4 de cada 10.
Idade mínima
No Brasil, só 11% dos municípios iniciam o atendimento das crianças em creches sem prever idade mínima para ingresso.
Nos demais, há idades estipuladas: 52% começam a atender bebês de 1 mês a 11 meses; 22%, crianças de 1 ano e 1 ano e 11 meses; 11% de 2 anos e 3 anos incompletos; e 3% atendem só a partir dos 3 anos.
Prioridades
No país, 44% dos municípios têm critérios de priorização do atendimento em creches, enquanto 56% ignoram essas condições.
O principal parâmetro considerado pelas redes de educação pública (64%) é a situação de risco e vulnerabilidade, que se refere, especialmente, a crianças encaminhadas por órgãos como o conselho tutelar, assistência social e Ministério Público.
Outros fatores mais apontados para a definição de ordem na fila por vaga em uma creche são:
- crianças com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e necessidades educacionais especiais, como altas habilidades ou superdotação (48%);
- responsáveis que trabalham fora (48%) no período de aula;
- famílias de renda familiar (38%), particularmente aquelas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou beneficiárias do Bolsa Família;
- mães solo e/ou mães adolescentes (23%), especialmente, aquelas que estudam ou trabalham;
- proximidade da residência (17%);
- encaminhamentos especiais (9%) determinados judicialmente ou por órgãos de proteção;
- ordem de inscrição na lista de espera (6%);
- demais ocorrências (7%), como a presença de irmãos matriculados na mesma instituição, mães que trabalham em áreas rurais e crianças em situação de acolhimento institucional.
Transparência
Os municípios são obrigados a divulgar a lista por vagas nos estabelecimentos de educação básica de sua rede de ensino, conforme determina a Lei 14.685/2023. No entanto, só 25% tornam público o número de vagas existentes em creches.
Outros dados divulgados no levantamento são as ações municipais para garantir a matrícula e frequência de crianças em idade pré-escolar que estão fora das salas de aula: 68% das prefeituras fazem a busca ativa de crianças, mas as famílias não procuraram atendimento, incluindo visitas domiciliares, campanhas de conscientização e parcerias com conselhos tutelares, assistentes sociais.
As ações ainda incluem a divulgação de campanhas de conscientização e sobre o período de matrículas em redes sociais e outros meios de comunicação; o uso de sistemas informatizados e cruzamento de dados para identificação de crianças fora da escola; e por fim, planos de ampliação de salas de aula e a criação de vagas adicionais para atendimento do público alvo.
Ações federais
Em resposta aos desafios difundidos no levantamento, o Ministério da Educação disse que, desde o início da atual gestão, tem investido na educação básica em todo o Brasil, com ênfase na ampliação das vagas e na qualidade da oferta. Até 2026, o MEC planeja construir 2.500 novas creches e pré-escolas por meio do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Além do Novo PAC, o Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica pretende concluir todas as obras paralisadas e inacabadas da educação básica.
A secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, disse que foram investidos mais de R$ 1 bilhão na educação infantil.
“Desde 2023, foram R$ 592 milhões investidos pelo Programa Escola em Tempo Integral, nessa etapa educacional; outros R$ 492 milhões investidos pelo Programa de Apoio à Manutenção da Educação Infantil e, ainda, R$ 93 milhões aplicados no Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil. Além disso, já entregamos 378 novas creches”, declarou.
O secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino, do Ministério da Educação, Maurício Holanda, defende a atuação conjunta da União, estados e municípios para traçar um plano de ação.
“Temos realizado, no MEC, uma grande tarefa de construir relacionamentos interfederativos cada vez mais sólidos. Precisamos pensar o que podemos fazer com e pelos municípios no enfrentamento desse cenário”, disse.
Articulação
A presidente executiva do Instituto Articule, Alessandra Gotti, citou os principais desafios a serem enfrentados imediatamente para reversão dos números negativos.
“Um plano de apoio aos municípios precisa olhar para a universalização, urgente, da pré-escola. Além disso, é preciso construir um plano de expansão de vagas de creche, de forma a atender toda a demanda existente. Havendo lista de espera, priorizar de imediato as crianças que mais precisam de maneira a reduzir as desigualdades sociais”.
O conselheiro da Atricon (Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil), Cezar Miola, enfatizou a necessidade de conhecer os dados para que diferentes instituições auxiliem os municípios: “não se controla o que não se conhece. Precisamos acessar esses dados, para que possamos atuar em cada rede.”
Com informações da Agência Brasil.
Campanha da Assembleia Legislativa para incentivar homens a cuidarem da saúde realiza mais de mil atendimentos em dois dias
Lidiane 30 de agosto de 2024
A Campanha Cuidar da Saúde Também é Coisa de Homem, promovida pela Secretaria de Saúde e Meio Ambiente do Trabalho (SESMT), da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) chegou ao final, na tarde desta quinta-feira, 29, com mais de mil atendimentos oferecidos a servidores da Casa e visitantes. Realizada ontem e hoje, a ação contemplou o Agosto Azul, campanha que já consta no calendário nacional. De acordo com o titular da SESMT, Eduardo Bernardes Alves, o objetivo do evento foi levar o homem a se cuidar mais e melhor. Apesar de ser direcionada ao público masculino, as mulheres também participaram das ações da campanha.
Ao longo dos dois dias foram oferecidos atendimentos médicos com clínico-geral, cardiologista, urologista, oftalmologista, nutricionista e serviços odontológicos. A campanha também ofertou cortes de cabelo, auriculoterapia, aferição de pressão, profilaxia da dengue, teste de glicemia e vacinação contra a gripe.
De acordo com dados preliminares, foram realizados 120 atendimentos de auriculoterapia (técnica semelhante à acupuntura), 54 de massoterapia, 85 cortes de cabelos e barbas, 156 aferições de pressão, 200 atendimentos oftalmológicos, 70 testes de IST’s (infecções sexualmente transmissíveis) e 160 testes de glicemia. Também foram distribuídas 160 doses de profilaxia contra a dengue e 65 vacinas.
“Já é sabido que, quase sempre, as mulheres se cuidam mais do que os homens e, ainda, na grande maioria das vezes, são elas que os levam a buscarem o atendimento médico. O problema no atraso pela busca dos serviços médicos são as doenças mais graves, descobertas já em estágios mais avançados, comprometendo a cura”, disse Bernardes.
O secretário entende que essas ações têm resultados que devem ser celebrados por todos. “Elas permitem maior conforto ao servidor, permitindo que ele seja assistido no próprio local de trabalho, desafogam as unidades básicas de saúde, e ainda por cima, permitem que a Casa possa formatar um banco de dados elegendo prioridades nas demandas, uma vez que pode rastrear a saúde do servidor por meio dessas iniciativas”, explicou.
O secretário de Saúde e Meio Ambiente do Trabalho da Alego lembra que, ao longo deste ano, os médicos especialistas que trabalham na Casa realizaram diversas palestras tratando de temáticas relacionadas ao cuidado da saúde do homem, à insônia, ao cuidado mental e à ergonomia nos postos de trabalho.
“Neste Agosto Azul, reforçamos a importância da saúde masculina. Cuidar de si mesmo é um ato de responsabilidade e amor. Vamos juntos promover a saúde e o bem-estar, quebrando tabus e incentivando todos os homens a realizarem seus exames e consultas regulares”, afirma José Claudio da Silva, chefe do SESMT.
A campanha contou também com a participação da Seção de Serviços Odontológicos, chefiada por Fabiano Vannucci, e da Seção de Serviços Médicos, comandada por Lis Tairiny.
O governo federal gastou ao menos R$ 203,6 mil com a comitiva da primeira-dama, Janja, que representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, na França.
Essas informações estão disponíveis no painel de viagens do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e no Portal do Orçamento SIGA Brasil.
Deputados do partido Novo apresentaram ao ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, um requerimento solicitando explicações sobre a despesa.
Janja chegou à capital francesa no dia 25 de julho e retornou no dia 29. Além de participar da abertura das Olimpíadas, a primeira-dama foi recebida pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e participou de encontros com representantes de outros países e de instituições financeiras.
A primeira-dama viajou em classe executiva, com um custo de R$ 83,4 mil pelas passagens de ida e volta, incluindo taxas de embarque e seguro-viagem.
A comitiva incluía cinco assessores, conforme os registros. Esses servidores são lotados na Secretaria de Comunicação Social (Secom) e no Gabinete Pessoal da Presidência da República.
Os assessores viajaram em classe econômica, totalizando R$ 64,8 mil em despesas com passagens. Além disso, todos receberam diárias que somam R$ 55,1 mil, destinadas a cobrir gastos com hotel, alimentação e transporte.
Há também registro de bilhetes aéreos emitidos para oito agentes da Polícia Federal no mesmo período em que Janja viajou. As despesas com passagens para esses agentes totalizaram R$ 113,8 mil.
A legislação autoriza que agentes federais façam a segurança dos familiares do Presidente da República e do Vice-Presidente da República.
Como uma forma de impulsionar a empregabilidade daqueles que desejam entrar no mercado de trabalho, a quarta edição da Feira de Empregabilidade, promovida pelo Grau Técnico Goiânia, será realizada na próxima quarta-feira (04/09). O evento acontece das 9h às 17h e oferecerá mais de mil vagas de emprego e estágio.
O Feirão será gratuito e aberto a todos os interessados, que devem comparecer à unidade do Grau Técnico, localizada na Av. Goiás, 959, no Setor Central, com os seguintes documentos: cópias atualizadas de seus currículos e um documento oficial de identificação. Além de vagas de emprego, o evento oferecerá uma série de serviços gratuitos que visam preparar os candidatos para os processos seletivos, que serão realizados no local da Feira.
Haverá elaboração de currículos, check-up de saúde e até serviços de estética com preços promocionais. Para quem busca orientação, a palestrante Luanna Eterna também dará dicas para melhorar o desempenho profissional na palestra “Impulsione seu Sucesso”.
Outro destaque do evento será a campanha de doação de sangue, realizada em parceria com o Hemocentro. Uma unidade móvel estará no local durante o feirão, facilitando a doação de sangue para quem quiser ajudar a salvar vidas.
De acordo com Camila Gonçalves, gestora da unidade do Grau Técnico, a feira visa facilitar o acesso dos trabalhadores às vagas disponíveis no mercado. “Sabemos das dificuldades que muitos enfrentam ao procurar emprego, por isso, a nossa ideia é não só disponibilizar as vagas, mas também oferecer apoio para que os candidatos se destaquem nas seleções”, afirma.
Várias empresas já confirmaram participação no evento, com oportunidades em diversas áreas, como saúde, indústria, comércio e tecnologia. Algumas das organizações que estarão presentes são: IEL, Portal de Estágio, RD Saúde, Milk Moo, Itambé, ISBET e Laboratório Clínico Prevenção, entre outras.
Inauguração da mansão de luxo de Virginia e Zé Felipe tem bênção de padre, choro e mais; veja | Goiás
Lidiane 30 de julho de 2024
Inauguração da mansão de luxo de Virginia e Zé Felipe tem bênção de padre, choro e mais
A mansão de luxo da influenciadora e empresária Virgínia Fonseca, e do cantor Zé Felipe foi inaugurada nesta segunda-feira (29), em Goiânia. A casa que foi construída em três anos teve a benção do padre Marcos Rogério e muita emoção (veja os detalhes abaixo).
A casa de Zé e Virgínia fica localizada em um condomínio de luxo na capital de Goiás. Nas redes sociais, Virgínia compartilhou que o Hebert Gomes, que trabalha com ela e é amigo da família, se emocionou ao entrar na casa. Em uma foto, Zé Felipe abraça e consola o amigo.
A influenciadora contou aos seus mais de 47 milhões de seguidores que profissionais de organização pessoal organizaram os itens pessoais da família da casa antiga para a nova.
Virgínia disse ainda que a casa é toda automatizada, ou seja, possui controle automático de funções como iluminação, controle de ar condicionado, TV, multimídias, cortinas, e outros. Além disso, a casa tem reconhecimento facial nas entradas.
Virgínia sempre mostrou a evolução das obras na casa. Em um dos registros, ela mostrou uma oliveira centenária que foi transplantada para uma área da casa. “Teve que podar pra transportar, mas já está crescendo, graças a Deus, e está ficando linda”, diz a empresária. Uma oliveira centenária adulta pode ser encontrada pela internet a preços que chegam a R$ 60 mil.
Ela mostrou ainda uma pedra de mármore que foi colocada na parede de seu escritório. O revestimento tem cores rosa, dourada e branco. “Ela é iluminada. Estou apaixonada”, disse a influencer. Virgínia mostrou também o jardim inverno climatizado que fica próximo ao quarto do casal.
A área externa da casa conta com piscina, ofurô, hidromassagem, sauna, jardim de fogo com uma lareira, academia, adega e outros cômodos.
A influencer chegou a mostrar modelos de cubas lapidadas em pedra que iriam para os banheiros das filhas Maria Alice e Maria Flor, além da brinquedoteca que tem uma área superior que poderá ser usada por adultos também.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
VÍDEOS: últimas notícias em Goiás
Pacotes de cocaína avaliados em mais de R$ 4 milhões são encontrados em fundo falso de caminhonete | Tocantins
Lidiane 28 de julho de 2024
Mais de R$ 4 milhões em drogas foram apreendidas durante operação realizada por forças de segurança do Tocantins, Mato Grosso e Goiás. Segundo a Polícia Militar, os entorpecentes foram encontrados em um fundo falso de uma caminhonete. O motorista, de 34 anos, foi preso suspeito de tráfico de drogas.
A operação integrada aconteceu entre os dias 25 e 27 de julho. Segundo a PM, militares pararam uma caminhonete na rodovia TO-373, na zona rural de Araguaçu, no trecho que faz divisa entre Tocantins e Goiás. Na abordagem, os policiais confirmaram que o veículo havia sido adulterado.
Durante as buscas na caminhonete foram encontrados 90 tabletes de substância análoga à cocaína, em um um fundo falso no veículo. Também foi apreendido com o motorista um celular e R$ 100 em espécie.
Segundo a polícia, o suspeito disse aos militares que não sabia quem tinha enviado a carga e que apenas estava transportando as drogas. Ele tinha saído de Água Boa (MT) com destino à Palmas. O motorista ainda informou aos policiais que receberia R$ 10 mil pela entrega.
Conforme a PM, as drogas apreendidas equivalem a R$ 4.836.450. A ação envolveu a Polícia Militar do Tocantins, Polícia Militar de Mato Grosso, Polícia Federal e militar de Goiás.
As drogas, objetos e o veículo foram levados à delegacia de Polícia Civil de Alvorada para procedimento legal.
Goiânia –
O estado de Goiás lidera o colégio eleitoral do Centro-Oeste, com um total de 5.126.435 pessoas aptas a ir às urnas no dia 6 de outubro. Os números apontam um aumento significativo de 4,99% em seu eleitorado, em relação a 2022. Os dados são da Justiça Eleitoral.
Gênero e faixa etária
Neste ano, as mulheres continuam sendo maioria, totalizando 52% da população goiana, o mesmo percentual de 2020.
Atualmente, Goiás conta com 57.271 eleitoras e eleitores de 16 e 17 anos de idade. A faixa etária dominante do eleitorado goiano em 2024 é de 45 a 59 anos.
Nome Social
O número de pessoas que optaram por usar o nome social no título de eleitor também aumentou no estado. No momento, temos 1.196 eleitores no grupo, que, em relação ao ano do último pleito municipal (2020), representa um aumento de 279,68%.
Pessoas com deficiência
Entre o eleitorado apto a votar em Goiás, 32.728 pessoas declararam ter algum tipo de deficiência. Comparando com as métricas das Eleições Gerais de 2022, houve um aumento de 33,58%.
Essa é uma informação autodeclarada, ou seja, o cadastro eleitoral só indica se uma pessoa tem algum tipo de deficiência quando ela própria informa essa condição ao buscar atendimento da Justiça Eleitoral.
Distribuição geográfica
A cidade com maior número de eleitores ativos é a capital do estado, Goiânia, com um total de 1.030.274 eleitores. O segundo é o município de Aparecida de Goiânia, com 345.367 eleitores aptos. Anápolis ocupa o terceiro lugar na lista, com 262.660 habilitados a irem às urnas.
Por possuírem mais de 200 mil eleitores, os três municípios são os únicos do estado em que poderão haver segundo turno, caso nenhum candidato a prefeito tenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.



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