Após o controle total do incêndio, as Guarnições da ASA-106 e ABTS-18 realizaram o rescaldo, garantindo que não restassem focos de fogo. (Foto: Divulgação/Bombeiros Militar de Catalão).
Na tarde deste sábado (7), equipes do Corpo de Bombeiros de Catalão foram acionadas para combater um incêndio em uma residência localizada na Rua Costa Rica, no bairro das Américas. O incidente ocorreu por volta das 16 horas e mobilizou os militares para o local.
Ao chegarem, os bombeiros foram informados pelo morador do apartamento que o fogo teve início em uma moto Shineray 50 CC, que estava na garagem da residência. A chama rapidamente se alastrou, atingindo uma moto Honda Biz e um Chevrolet Corsa, que também estavam no local. Os três veículos ficaram totalmente queimados.
Devido à intensidade do fogo e ao acúmulo de fumaça, as chamas se espalharam para os dois apartamentos localizados na parte superior da residência. A elevada temperatura da fumaça danificou móveis, o forro de gesso e a parte elétrica dos imóveis.
A guarnição do Corpo de Bombeiros, utilizando uma linha de ataque e cerca de 1.000 litros de água, conseguiu extinguir as chamas nos veículos e realizou buscas nos apartamentos superiores. Felizmente, não foram encontradas vítimas nos locais. No entanto, um homem de 55 anos, que tentava abrir o portão da garagem durante o incêndio, sofreu queimaduras de segundo grau no membro superior esquerdo. Ele foi atendido pela guarnição, estando consciente e orientado durante o atendimento.
Após o controle total do incêndio, as Guarnições da ASA-106 e ABTS-18 realizaram o rescaldo, garantindo que não restassem focos de fogo. O imóvel foi então entregue ao morador, que recebeu orientações sobre a necessidade de procurar um profissional qualificado para avaliar a estrutura do local e assegurar a segurança do imóvel.
Leia mais sobre: Corpo de Bombeiros de Goiás / Incêndio / Catalão / Cidades
O incêndio que atingiu o Parque Estadual dos Pireneus, próximo a Pirenópolis, na última quarta-feira (18), foi controlado, mas o trabalho de rescaldo continua neste sábado, informou a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) na manhã deste sábado (21/09). Embora não haja mais focos de incêndio ativos, brigadistas e bombeiros seguem monitorando a área pra evitar o surgimento de pontos de reignição.
Somado ao incêndio ocorrido em agosto, o fogo afetou 1.059 hectares de vegetação, o que representa 37% do perímetro total da reserva. A área segue fechada para visitação, sem previsão de reabertura.
O combate às chamas contou com bombeiros, brigadistas voluntários do grupo Gavião Fumaça e funcionários da Semad, além de reforço especializado dos bombeiros, enviado na sexta-feira (20/09). A ação rápida e coordenada foi essencial para controlar o fogo, que avançava rapidamente.
A secretária de Meio Ambiente, Andréa Vulcanis, em vídeo divulgado nas redes sociais, afirmou que há suspeitas de que o incêndio tenha sido provocado de forma criminosa. A Semad já solicitou o apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar para investigar a origem do fogo e reforçar a segurança no parque.
Além disso, um novo incêndio de grandes proporções voltou a devastar a vegetação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso de Goiás. Os focos do incêndio, que haviam sido controlados hão cerca de uma semana, ressurgiram com intensidade na tarde da última terça-feira (17/9).
O último incêndio que atingiu a região consumiu mais de 10 mil hectares, conforme estimado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O fogo teve início no dia 5 de setembro e foi controlado quase uma semana depois, no dia 11.
Apesar dos esforços de controle, a situação ainda é crítica, e as causas exatas do incêndio seguem sob investigação. O ICMBio segue monitorando as áreas atingidas, enquanto equipes permanecem em campo tanto durante o dia quanto à noite, em uma corrida contra o tempo para evitar maiores danos.
Para lidar com o aumento dos incêndios em Goiás, o governo realizou uma reunião nesta sexta-feira (20/09) no Centro Integrado de Inteligência Comando e Controle, em Goiânia, com representantes de 18 órgãos estaduais, municipais e federais para definir novas estratégias de combate e prevenção às queimadas no estado. Coordenada pelo Gabinete de Ações Integradas para o Controle dos Incêndios Florestais, a ação busca proteger o meio ambiente e a vida da população.
Durante a reunião, o secretário de Segurança Pública, Renato Brum, enfatizou a importância da resposta rápida e da educação ambiental. Desde janeiro, o Corpo de Bombeiros Militar (CBMGO) atendeu mais de 10 mil ocorrências de incêndios em vegetação, com mais de mil homens envolvidos nas operações. A situação levou à declaração de emergência em 20 municípios em agosto devido ao agravamento dos incêndios e seus impactos na qualidade do ar.
O governo também está regulamentando a Política de Manejo Integrado do Fogo (MIF) para promover o uso preventivo do fogo nas unidades de conservação. Além disso, foi lançado o aplicativo Monitor de Queimadas, que permite à população denunciar focos de incêndio, facilitando a resposta das equipes de combate. A cooperação entre diversos órgãos públicos é fundamental para o monitoramento e prevenção de novos incêndios.
Economia de Goiás pode perder até R$ 1,5 bilhão devido as queimadas, aponta IMB
As queimadas em Goiás podem gerar perdas de até R$ 1,5 bilhão para a economia do estado até o final de 2024, segundo uma estimativa do Instituto Mauro Borges (IMB), ligado à Secretaria-Geral de Governo (SGG). O cálculo considera os custos diretos relacionados ao impacto econômico, social e ambiental das queimadas, além dos processos de recuperação e replantio das áreas atingidas.
Entre janeiro e agosto deste ano, o custo das queimadas já chegou a R$ 710 milhões. Cerca de 60% das áreas afetadas são produtivas, totalizando 102 mil hectares. Em comparação ao ano anterior, os incêndios em áreas produtivas aumentaram em 40%.
Esse cálculo inclui custos imediatos, como os danos à produção agropecuária, e também os custos de longo prazo, como a recuperação do solo e replantio. O total representa 0,35% do Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás.
Além dos prejuízos econômicos, o relatório também destacou os impactos à saúde pública, embora esses não tenham sido incluídos no cálculo final devido à complexidade de sua mensuração. Estima-se que 342 pessoas foram internadas com doenças respiratórias relacionadas às queimadas, gerando um custo adicional de R$ 496 mil para o sistema público de saúde em Goiás até agosto de 2024.
O estudo alerta que esse número pode ser subestimado, já que muitas pessoas podem ter sido afetadas pelas queimadas sem buscar atendimento médico ou sem necessidade de internação. A expectativa é que, se o cenário se mantiver, os impactos econômicos e de saúde pública podem se agravar nos próximos meses.
Um incêndio destruiu uma extensa área de plantação de bananas em Souzânia, distrito de Anápolis, a 55 km de Goiânia. De acordo com informações do proprietário da fazenda, Mirson José Nogueira, estima que o fogo atingiu uma área equivalente a 200 campos de futebol, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 30 mil. As Polícias Civil e Técnico-Científica de Goiás estiveram no local e investigam a possibilidade de o incêndio ter começado após o rompimento de um cabo de energia elétrica.
A concessionária Equatorial, responsável pela rede de alta tensão que passa pela propriedade, afirmou, em nota à imprensa, que não foram detectados rompimentos de cabos ou falhas em seus equipamentos relacionados ao incêndio. Enquanto isso, Nogueira lamenta a perda de quase toda a área plantada, cerca de 12 hectares, onde estavam 600 caixas de bananas prontas para a colheita. A destruição trouxe incerteza ao produtor, que depende exclusivamente da plantação para seu sustento.
O fogo foi controlado na sexta-feira (13/9), após seis dias de avanço sobre a propriedade. No entanto, ainda restam focos de incêndio, e Nogueira e seus funcionários têm utilizado baldes de água para combater as chamas remanescentes. Para prevenir novos focos, eles também criaram aceiros e usaram abafadores. Nogueira prevê que a recuperação total da área levará cerca de dois anos.
O delegado Luziano Carvalho, da Delegacia Estadual do Meio Ambiente (Dema), indicou que a principal suspeita é de que o incêndio foi causado pelo rompimento de um cabo de energia. Segundo ele, há fortes indícios de que esse foi o ponto inicial do fogo. As investigações continuam para confirmar a causa exata do incidente.
Nota da Equatorial
A Equatorial Goiás esclarece que para poder responder os clientes sobre demandas de falta de energia, precisa da unidade consumidora que fica na própria conta de energia. O número é vital para identificar as informações da unidade do cliente, trecho da rede que atende o morador e entender o que pode ter provocado a possível falha no fornecimento.
A distribuidora não possui registros de afetação na rede, ruptura de cabos ou defeito em equipamentos que possam estar relacionados ao incêndio no local citado na reportagem. E destaca que qualquer conclusão, neste momento, pode ser precipitada, já que exige conclusões com base em laudos e provas para confirmar a origem do fogo.
Os clientes podem entrar em contato pelos canais oficiais de atendimento para registros de ocorrências:
Aplicativo Equatorial Goiás, disponível para download no Android e iOS;
Call Center 0800 062 0196;
Atendente Virtual Clara no WhatsApp (62) 3243-2020
Amazônia concentra a maior parcela, com 46,8%; dados são da 6ª feira (13.set.2024) e Estado com mais focos é o Pará, com 740
O Brasil registrava 3.820 focos de incêndio na 6ª feira (13.set.2024). Os dados são do sistema BDQueimadas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), divulgados neste sábado (14.set). A Amazônia concentra a maior parcela das ocorrências, com 1.788 –ou 46,8%.
O Pará é o Estado que teve o maior número de queimadas, com 740 focos registrados em 24h. É seguido por Acre (441) e Tocantins (419).
Dos 6 biomas do Brasil, 5 registraram a incidência de fogo. O Cerrado teve o 2º maior número, com 1.262 focos –33,0% do total.

O Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de queimadas em 14 anos. Foram 68.635 ocorrências –o 5º maior da série histórica, iniciada em 1998. Foi uma alta de 144% em relação ao mesmo período de 2023.
Setembro já acumula 53.086 focos de incêndio. Em 2024, são 180.137.


Leia mais:
O país vive, além da alta dos focos de incêndio, uma seca histórica, com a pior estiagem em 44 anos, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), ligado ao MCTI (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Entenda as causas:
A seca e a estiagem que afetam grande parte dos municípios são comuns no inverno brasileiro. A temporada teve início em junho e segue até o final de setembro. No entanto, a intensidade em que ocorrem na estação, este ano, é atípica. São 2 os fatores que mais impactam no cenário:
- fortes ondas de calor – foram 6 desde o início da temporada, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais). Por outro lado, as ondas de frio foram somente 4;
- antecipação da seca – em algumas regiões do Brasil, o período de seca começou antes do inverno. Na amazônica, por exemplo, a estiagem se intensificou quase 1 mês antes do previsto, já no início de junho.
ESTIAGEM NA AMAZÔNIA
Na região da Amazônia, além dos focos de incêndio, a seca toma formas preocupantes. Os municípios amazônicos enfrentam cerca de 1 ano de estiagem. É a seca mais longa já registrada. São 3 as principais causas:
- intensidade do El Niño – o regime de chuvas foi impactado pelo fenômeno que aquece as águas do Oceano Pacífico. Ele teve o pico no início deste ano e influenciou o começo da seca;
- aquecimento anormal das águas do Atlântico Tropical Norte – a temperatura na região marítima, que fica acima da América do Sul, chegou a aumentar de 1,2 °C a 1,4 °C em 2023 e 2024;
- temperaturas globais recordes – em julho, o mundo bateu o recorde de maior temperatura já registrada na história. O cenário cria condições para ondas de calor mais fortes.
Cerrado concentra a maior parcela das queimadas, com 52,5%; país teve o pior agosto em 14 anos e setembro acumula 32.360 pontos de fogo
O Brasil registra 3.388 focos de incêndio na 2ª feira (9.set.2024), segundo dados consolidados do sistema BDQueimadas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O Cerrado concentra a maior parcela das ocorrências, com 1.778 –ou 52,5%.
O Estado de Goiás teve o maior número de queimadas, com 574 focos registrados em 24h. É seguido por Mato Grosso (471) e Pará (436). O país registrou 32.360 focos de incêndio entre 1º e 9 de setembro.
Todos os 6 biomas do Brasil registraram a incidência de fogo. A Amazônia teve o 2º maior número, com 1.208 focos –35,7% do total.

O Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 como o pior número de queimadas em 14 anos. Foram 68.635 ocorrências –o 5º maior da série histórica, iniciada em 1998. Foi uma alta de 144% em relação ao mesmo período de 2023.

O país vive uma seca histórica, com a pior estiagem em 44 anos, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), ligado ao MCTI (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Entenda as causas:
A seca e a estiagem que afetam grande parte dos municípios são comuns no inverno brasileiro. A temporada teve início em junho e segue até o final de setembro. No entanto, a intensidade em que ocorrem na estação, este ano, é atípica. São 2 os fatores que mais impactam no cenário:
- fortes ondas de calor – foram 6 desde o início da temporada, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais). Por outro lado, as ondas de frio foram somente 4;
- antecipação da seca – em algumas regiões do Brasil, o período de seca começou antes do inverno. Na amazônica, por exemplo, a estiagem se intensificou quase 1 mês antes do previsto, já no início de junho.
ESTIAGEM NA AMAZÔNIA
Na região da Amazônia, a seca toma formas preocupantes. Os municípios amazônicos enfrentam cerca de 1 ano de estiagem.É a seca mais longa já registrada. São 3 as principais causas:
- intensidade do El Niño – o regime de chuvas foi impactado pelo fenômeno que aquece as águas do Oceano Pacífico. Ele teve o pico no início deste ano e influenciou o começo da seca;
- aquecimento anormal das águas do Atlântico Tropical Norte – a temperatura na região marítima, que fica acima da América do Sul, chegou a aumentar de 1,2 °C a 1,4 °C em 2023 e 2024;
- temperaturas globais recordes – em julho, o mundo bateu o recorde de maior temperatura já registrada na história. O cenário cria condições para ondas de calor mais fortes.
Um incêndio atingiu a Área de Proteção Ambiental (APA) Serra das Areias, em Aparecida de Goiânia, na tarde de terça-feira (03/09), e gerou grande mobilização para conter as chamas. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO), em conjunto com fiscais da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do município, além de proprietários de chácaras na região, formou uma força-tarefa para combater o fogo que ameaçava a reserva.
O incêndio foi controlado durante a madrugada, mas ainda há preocupação com a possibilidade de novos focos por conta do calor. Além disso, um ponto de difícil acesso na serra continua ativo, o que exige atenção redobrada das equipes. Para garantir que a situação não fuja do controle, o CBMGO está utilizando drones que monitoram a área, facilitando a identificação de pontos críticos e permitindo um mapeamento mais eficiente do terreno afetado.
Segundo as autoridades, a preocupação agora é evitar que o fogo retorne, já que a Área de Preservação Ambiental da Serra das Areias abrange mais de 2,8 mil hectares, representando 17% do território de Aparecida de Goiânia, e serve de abrigo para diversas espécies de fauna e flora, sendo a principal reserva ambiental da região. Além do risco à biodiversidade da Serra das Areias, as autoridades alertam para os impactos à saúde das pessoas que moram na região, que podem ser prejudicadas pela fumaça e poluição geradas pela queimada.
O Corpo de Bombeiros não informou a extensão do dano causado pelo incêndio na área de preservação. As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas, mas com a chegada do período de estiagem, as áreas de vegetação ficam mais vulneráveis ao fogo, que normalmente é provocado por ação humana.
Um incêndio em um prédio residencial em Valparaíso de Goiás deixou três pessoas mortas na manhã desta terça-feira (27/08). O fogo teria começado por volta das 10h20 no Bloco E do condomínio Parque das Árvores, localizado no bairro Parque Rio Branco. Moradores relataram ter ouvido uma explosão antes de as chamas se alastrarem rapidamente pelos apartamentos.
As três vítimas, um casal e um recém-nascido, teriam pulado do edifício em um momento de desespero, tentando escapar do calor e da fumaça intensos. Entretanto, eles não sobreviveram à queda.
Caio Torres, morador do condomínio, relata como foram os últimos momentos da família. “Quando ouvi a explosão, corri para a varanda e vi o casal com uma criança na janela, pedindo socorro. O fogo tomou conta do apartamento em questão de segundos, e eles pularam”, contou.
Em razão da tragédia, o prefeito de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró (MDB), decretou três dias de luto na cidade. “Com profundo sentimento de pesar, a Prefeitura de Valparaíso de Goiás, por meio do prefeito Pábio Correia Lopes, decreta, nesta terça-feira, 27 de agosto, luto oficial de três dias em função do falecimento de um casal e um recém-nascido, que foram vítimas de incêndio que atingiu o sétimo andar de um prédio, no condomínio Parque das Árvores, localizado no Parque Rio Branco”, informou por meio de nota.
Conforme informado pelo Major Maurílio Correa Cesar, que atuou no combate ao fogo, as equipes de perícia devem começar agora a investigação para identificar as causas do incêndio. O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás informou ainda que, antes do parecer da equipe técnica, todas as suspeitas sobre as causas do incêndio são “especulações prematuras e imprecisas”.
Todos os moradores foram evacuados por motivos de segurança, visto que as chamas causaram danos estruturais, mas as autoridades municipais estão prestando apoio a todos.
Médico conhecido por arrematar leilões com famosos é condenado por simular incêndio em barco para receber seguro de mais de R$ 1 milhão | Goiás
Lidiane 30 de junho de 2024
O cirurgião plástico goiano Wilian Pires, conhecido por arrematar leilões com famosos, foi condenado por associação criminosa e estelionato. De acordo com a decisão da Justiça do Distrito Federal, entre 2018 e 2019, o médico e outras seis pessoas se associaram para cometer fraudes, simulando acidentes envolvendo veículos e embarcações para receber indenizações ou valores de seguro.
Em nota, a equipe do médico disse que ele ainda não foi notificado oficialmente da decisão judicial, mas que a defesa deve recorrer e prestar todos os esclarecimentos à Justiça. Willian Pires está no Canadá com os pais para um evento de médicos – leia nota na íntegra ao final do texto.
No início de junho, o médico arrematou, por R$ 315 mil, um encontro com o jogador Neymar Júnior em leilão beneficente). Como parte do prêmio, Wilian Pires ganhou um passeio por Riad, capital da Arábia Saudita, e o acesso ao camarote do atacante brasileiro para assistir a um jogo do Al-Hilal.
Conforme a decisão, o médico foi condenado a 2 anos de reclusão e multa. No entanto, a pena privativa de liberdade foi substituída por pena privativa de direitos.
Conforme testemunhas disseram à Justiça, em uma das situações, o médico adquiriu uma lancha por cerca de R$ 850 mil. Depois, contratou um seguro para a lancha no valor de quase R$ 2 milhões e, cerca de 40 dias depois, a lancha pegou fogo no Lago Corumbá, em Goiás, durante uma festa – ele recebeu R$1, 2 milhão da seguradora. A perícia indicou que o incêndio parecia ter começado de cima para baixo, sugerindo que foi intencional.
O médico cirurgião plástico Wilian Pires ainda não foi notificado oficialmente da decisão judicial que o condena por prática de associação criminosa e estelionato, no caso do incêndio de uma lancha em 2019 no Lago Corumbá, em Caldas Novas. A equipe jurídica do médico deve recorrer e prestar todos os esclarecimentos à Justiça. Doutor Wilian Pires segue tranquilo exercendo a atividade que ama, por transformar os sonhos dos pacientes em realidade através da cirurgia plástica. Apaixonado por viagens, Wilian Pires está nesse momento no Canadá trocando experiências com médicos canadenses e curtindo também os pais no país da América do Norte.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Incêndio mata funcionário e deixa feridos em distribuidora de polo petroquímico em Goiás; vídeo
Lidiane 20 de maio de 2024
Três homens sofreram queimaduras e foram encaminhados a hospitais. Funcionário da empresa fazia manobra no local quando houve o incêndio. Incêndio mata funcionário e deixa feridos em distribuidora de polo petroquímico em Goiás
Um incêndio matou um funcionário e deixou três feridos em uma distribuidora de polo petroquímico, neste domingo (19), em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. Conforme o Corpo de Bombeiros, o incêndio já foi extinto.
✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp
O g1 pediu um posicionamento para a empresa responsável pela distribuidora, via e-mail enviado às 18h50 deste domingo, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
LEIA TAMBÉM
ASSISTA: Incêndio atinge prédio comercial em Aparecida de Goiânia
Incêndio de grandes proporções atinge indústria de reciclagem há mais de 10 horas, em Senador Canedo
Incêndio destrói galpão em Goiânia
De acordo com os bombeiros, o fogo ocorreu na casa de bombas da distribuidora de combustível. Os três homens feridos sofreram queimaduras. Dois foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento de São Sebastião, em Senador Canedo, enquanto o terceiro foi para um hospital particular em Goiânia.
O g1 entrou em contato a Secretaria Municipal de Saúde de Senador Canedo para saber o estado de saúde atualizado de dois dos feridos, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
O g1 também entrou em contato com Pronto Socorro para Queimaduras, em Goiânia, para pedir o estado de saúde do terceiro ferido. No entanto, não houve retorno até a última atualização da reportagem.
O Corpo de Bombeiros informou que aguarda a chegada do Instituto Médico Legal (IML) para recolhimento do corpo do funcionário que morreu. O IML informou que fará primeiros levantamentos e a perícia do local de morte neste domingo.
O Coordenador da Defesa Civil de Senador Canedo, Adriano Barcelos, explicou que o funcionário da empresa fazia manobra no local onde houve o incêndio. Ele explicou também que houve o colapso de uma estrutura de um galpão. “O telhado, pelo calor do incêndio, colapsou”, disse.
Incêndio deixa morto e feridos em base de combustível de polo petroquímico em Senador Canedo, Goiás
Divulgação/Corpo de Bombeiros
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Incêndio mata funcionário e deixa feridos em distribuidora de polo petroquímico em Goiás; vídeo | Goiás
Lidiane 19 de maio de 2024
Incêndio mata funcionário e deixa feridos em distribuidora de polo petroquímico em Goiás
Um incêndio matou um funcionário e deixou três feridos em uma distribuidora de polo petroquímico, neste domingo (19), em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. Conforme o Corpo de Bombeiros, o incêndio já foi extinto.
O g1 pediu um posicionamento para a empresa responsável pela distribuidora, via e-mail enviado às 18h50 deste domingo, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
De acordo com os bombeiros, o fogo ocorreu na casa de bombas da distribuidora de combustível. Os três homens feridos sofreram queimaduras. Dois foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento de São Sebastião, em Senador Canedo, enquanto o terceiro foi para um hospital particular em Goiânia.
O g1 entrou em contato a Secretaria Municipal de Saúde de Senador Canedo para saber o estado de saúde atualizado de dois dos feridos, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
O g1 também entrou em contato com Pronto Socorro para Queimaduras, em Goiânia, para pedir o estado de saúde do terceiro ferido. No entanto, não houve retorno até a última atualização da reportagem.
O Corpo de Bombeiros informou que aguarda a chegada do Instituto Médico Legal (IML) para recolhimento do corpo do funcionário que morreu. O IML informou que fará primeiros levantamentos e a perícia do local de morte neste domingo.
O Coordenador da Defesa Civil de Senador Canedo, Adriano Barcelos, explicou que o funcionário da empresa fazia manobra no local onde houve o incêndio. Ele explicou também que houve o colapso de uma estrutura de um galpão. “O telhado, pelo calor do incêndio, colapsou”, disse.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás



Posts recentes
- Prefeitura eleva a R$ 50 mil multa a agressor após morte de cão
- Desembargadora compara corte de penduricalhos com escravidão
- Homem morre e mulher fica ferida após tiroteio em distribuidora de Catalão
- Semana em Goiás será de sol com queda da umidade do ar
- Silvânia recebe mutirão de serviços do Legislativo
Comentários
Arquivos
- abril 2026
- março 2026
- fevereiro 2026
- janeiro 2026
- dezembro 2025
- novembro 2025
- outubro 2025
- setembro 2025
- agosto 2025
- julho 2025
- junho 2025
- maio 2025
- abril 2025
- março 2025
- fevereiro 2025
- janeiro 2025
- dezembro 2024
- novembro 2024
- setembro 2024
- agosto 2024
- julho 2024
- junho 2024
- maio 2024
- abril 2024
- março 2024
- fevereiro 2024
- dezembro 2023
- novembro 2023
- outubro 2023
- setembro 2023
- agosto 2023
- julho 2023
- junho 2023
- maio 2023
- abril 2023
- janeiro 2023
- outubro 2022
- setembro 2022
- julho 2022
- junho 2022
- maio 2022
- março 2022
- janeiro 2022
- dezembro 2021
- novembro 2021
- outubro 2021
- setembro 2021
- agosto 2021
- julho 2021
- junho 2021
- maio 2021
- agosto 2020
- julho 2020
- junho 2020
- maio 2020
- abril 2020
- fevereiro 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- novembro 2019
- outubro 2019
- setembro 2019
- agosto 2019
- julho 2019
- junho 2019
- maio 2019
- abril 2019
- março 2019
- fevereiro 2019
- janeiro 2019
- dezembro 2018
- novembro 2018
- outubro 2018
- setembro 2018
- agosto 2018
- julho 2018
- junho 2018









