11 de junho de 2026
  • 03:13 Nova Agressão a Coletores de Lixo Expõe Violência em Goiânia
  • 23:29 Durigan estima custo de R$ 140 bilhões em dívidas rurais
  • 19:45 Acatada em 1ª fase a criação da Política Estadual de Revitalização de Bacias Hidrográficas
  • 16:01 Operação Fim da Linha em Goiás e Mais 2 Estados Mira Facção
  • 12:17 Flávio é rejeitado por 56% e Lula por 53%, diz Quaest


As obras de reestruturação viária no viaduto Miguel Moreira Braga, conhecido como trevo da Havan, em Anápolis, avançam com a abertura de uma nova via na rotatória central do complexo. A intervenção faz parte de um conjunto de medidas adotadas para melhorar a fluidez do trânsito em um dos principais entroncamentos urbanos do município.

O local concentra intenso fluxo diário de veículos por conectar importantes corredores rodoviários, como as BRs-153 e 060, além de ser rota estratégica para acesso a regiões comerciais e industriais da cidade. A nova via foi planejada para facilitar o deslocamento de motoristas que utilizam a rotatória para retornos e mudanças de direção, reduzindo pontos de retenção e conflitos no tráfego.

As intervenções tiveram início no último dia 11 de maio e seguem cronograma com previsão de conclusão em até 120 dias. Os serviços estão sendo executados pela Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Obras, Habitação, Planejamento Urbano e Meio Ambiente, em parceria com a concessionária Ecovias Araguaia.

De acordo com a administração municipal, a abertura da nova faixa representa uma solução imediata para minimizar congestionamentos recorrentes no trecho, especialmente em horários de pico. A expectativa é de que a medida contribua para maior organização do fluxo e aumento da segurança viária no entorno.

Na próxima etapa, o projeto prevê o alargamento das alças de acesso e a implantação de conversões à direita livre em pontos estratégicos. Essas intervenções devem ampliar a capacidade de circulação e reduzir o tempo de deslocamento para motoristas que utilizam o complexo diariamente.

As melhorias fazem parte de um pacote de ações emergenciais voltadas à mobilidade urbana em Anápolis, enquanto seguem em andamento estudos técnicos para soluções estruturais de maior porte no trevo.

A proposta é garantir, no médio e longo prazo, uma reconfiguração mais ampla do sistema viário da região, acompanhando o crescimento urbano e o aumento da demanda por deslocamentos.

Foto: Paulo de Tarso

Autor Rogério Luiz Abreu


Empresa divulgou imagens que seriam de pessoas tentando furtar nas lojas da rede; Cláudio Machado nega ter cometido qualquer crime

O secretário de Infraestrutura de Presidente Figueiredo (AM), Cláudio José Ernesto Machado, também conhecido como “Engenheiro Machadão”, foi demitido após ser flagrado supostamente trocando produtos de embalagem para pagar o menor valor na Havan. A ação ocasionou na sua exoneração nesta 2ª feira (14.abr.2025).

Cláudio Machado teria sido flagrado em uma loja da Havan em Manaus, no bairro Flores. O momento foi divulgado pelo empresário Luciano Hang no domingo (13.abr.2025), num compilado de vídeos de tentativas de furtos dentro das lojas.

Natural de Manaus, Engenheiro Machadão tem uma longa trajetória no serviço público, incluindo passagens pelos Correios, Exército Brasileiro e Marinha do Brasil. Em 2022, concorreu ao cargo de vice-governador do Amazonas pela chapa liderada por Carol Braz (PDT).

Em nota, ele negou ter agido de forma desonesta. “Em nenhum momento houve, da minha parte, qualquer intenção de agir de forma desonesta ou causar prejuízo a quem quer que seja”, declarou.

Engenheiro Machadão disse estar aberto a esclarecer qualquer mal-entendido e resolver “de maneira transparente”. “Durante todo o percurso não fui abordado por nenhum funcionário. Logo, não posso ser acusado de criminoso. Já estou buscando na justiça que as medidas cabíveis sejam tomadas”, afirmou.

Eis a nota na íntegra:

“Em recente vídeo divulgado nas redes socias, fui exposto de forma vexatória por um estabelecimento comercial em Manaus, que de forma irresponsável me qualifica como criminoso, ao afirmar que cometi um furto.

O que foi comprado foi pago. No momento do pagamento o produto estava lacrado e a funcionária do caixa não observa nenhuma irregularidade ou violação na embalagem, caso contrário teria sido indagado.

Durante todo o percurso não fui abordado por nenhum funcionário. Logo, não posso ser acusado de criminoso.

Já estou buscando na justiça que as medidas cabíveis sejam tomadas e que a empresa e seu proprietário reparem de alguma forma a exposição e os danos causados a mim”.



Autor Poder360 ·