Tortura e cárcere privado: pastores donos de clínicas clandestinas são condenados por crimes contra pacientes | Goiás
Lidiane 25 de maio de 2024
Em nota, a defesa do casal informou que respeita a sentença dada pela Justiça, mas acredita que merece ser reavaliada (confira a nota na íntegra ao final do texto).
A sentença foi proferida pela juíza Lígia Nunes, no último dia 15 de maio. Além do casal, outras cinco pessoas também foram condenadas por participar do esquema criminoso e receberam penas entre dois a três anos de prisão.
O inquérito policial, finalizado pelo delegado Manoel Vanderic, detalhou que os pacientes tinham entre 14 e 96 anos. Segundo a Polícia Civil (PC), entre os resgatados, estavam pacientes com deficiências diversas e dependentes químicos, internados contra a vontade.
A polícia chegou até uma das clínicas após um paciente de 96 anos ser internado no Hospital Estadual de Urgências de Anápolis (Heana) com sinais de maus-tratos. No local, Suelen se apresentou como responsável da unidade e Angelo fugiu. Nesta clínica, foram resgatadas 43 pessoas.
Dias depois, a polícia recebeu a denúncia de outra clínica do casal e um funcionário, que estaria lá, fugiu. Na unidade, foram encontrados 30 internos, a maioria com deficiência intelectual severa, conforme detalhou a polícia.
A Polícia Civil (PC) resgatou, em agosto de 2023, 50 pessoas, entre elas idosos, menores e pessoas com deficiência, vítimas de maus-tratos, tortura e cárcere privado. De acordo com o delegado Manoel Vanderic, o local, onde as vítimas foram encontradas, era uma clínica clandestina, na zona rural de Anápolis.
Durante as investigações, a polícia descobriu que as todas as vítimas são do sexo masculino e possuem entre 14 e 96 anos. A maior parte com deficiência intelectual, deficiência física, autista e alguns dependentes químicos. Todos foram levados para o local de forma ilegal e involuntária, onde eram confinados mediante pagamento de, no mínimo, um salário mínimo mensal.
Na clínica, eles eram mantidos trancados, em ambiente insalubre, com alimentação precária, sem medicação e nenhum acompanhamento médico ou psicológico. O casal ministrava Igreja Batista Nova Vida, também em Anápolis.
A polícia chegou até uma das clínicas após um paciente de 96 anos ser internado no Hospital Estadual de Urgências de Anápolis (Heana) com sinais de maus-tratos. No local, Suelen se apresentou como responsável da unidade e Angelo fugiu. Nesta clínica, foram resgatadas 43 pessoas.
Dias depois, a polícia recebeu a denúncia de outra clínica do casal e um funcionário, que estaria lá, mas fugiu. Na unidade, foram encontrados 30 internos, a maioria com deficiência intelectual severa, conforme detalhou a polícia.
No momento do resgate, várias vítimas apresentavam lesões graves, desnutrição e confusão mental compatível com sedação.
O delegado explicou que as clínicas eram insalubres e contavam com alimentos vencidos e medicações sedativas que eram aplicadas sem receita ou orientação médica. Segundo a polícia, os poucos resgatados que conseguiram se comunicar relataram agressões físicas e disseram que eram somente soltos para às duas refeições do dia.
A polícia explicou que boa parte dos resgatados foi levada para o albergue montado pela prefeitura no estádio municipal, onde passam por triagem para identificação e recambiamento, já que a maioria é de outros estados. Alguns dos internos precisaram ser hospitalizados, segundo o delegado.
A Polícia Civil ainda explicou que dois seguranças do local fugiram com a chegada da polícia. Durante as investigações, a polícia descobriu que as todas as vítimas eram do sexo masculino. Todos foram levados para o local de forma ilegal e involuntária, onde eram confinados mediante pagamento.
Lá, eles eram mantidos trancados, em ambiente insalubre, com alimentação precária, sem medicação e nenhum acompanhamento médico ou psicológico. No momento do resgate, várias vítimas apresentavam lesões graves, desnutrição e confusão mental compatível com sedação.
As imagens a seguir são fortes
Nota da defesa na íntegra
Na condição de advogado dos pastores, Ângelo Mário Klaus e Suelen Klaus, venho a público manifestar-se sobre a recente sentença proferida no caso das clínicas de recuperação. Respeitamos o processo judicial e as decisões tomadas pelo judiciário, porém, acreditamos que a sentença em questão merece ser reavaliada.
Nosso recurso está fundamentado em fatos que não foram produzidos durante a instrução judicial do processo.Primeiramente, as supostas vítimas não foram localizadas para serem inquiridas perante a autoridade condutora do processo, além disso, não ficou comprovada a participação dos pastores nos fatos que foram descritos na denúncia.
Acreditamos que, por falta de provas judicializadas, ou seja, produzidas no crivo do contraditório, violando regras processuais e por isso, estamos confiantes de que o recurso será analisado de maneira justa e imparcial, permitindo que todos os aspectos relevantes sejam considerados.
Reiteramos nosso compromisso com e respeito com a decisão proferida, e continuaremos a agir de acordo com os melhores interesses dos nossos constituintes.
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Cobra cai do teto em cima de suporte de soro em unidade de saúde de Goiás | Goiás
Lidiane 25 de maio de 2024
Cobra cai do teto de unidade de saúde na zona rural de Crixás
Uma cobra caiu do teto em cima do suporte de soro que era usado por uma paciente em um posto municipal de saúde de Crixás, no noroeste do estado. Segundo a paciente, Sandra Santos, quando ouviu que tinha uma cobra próximo ao acesso venoso, pensou que se tratava de uma brincadeira, mas ao ver o animal, sentiu muito medo.
“Elas gritaram ‘olha a cobra lá no soro’. Eu pensei que era uma brincadeira. Quando olhei de lado e vi ela olhando pra mim, aquilo foi uma cena de medo mesmo, tive vontade de sair correndo, mas eu não podia. Foi um medo tremendo”, disse Sandra à TV Anhanguera.
O caso aconteceu na última quinta-feira (23). Sandra, que é cabeleireira, contou que após encontrarem o animal, todos saíram correndo em busca de alguém que pudesse ajudar na situação inusitada. Um vizinho foi encontrado, derrubou a cobra do suporte e a matou.
A paciente contou ainda que há menos de um ano, viu outra serpente na mesma unidade de saúde, quando saia da sala de medicamentos.
“Eu saindo da sala de medicamento, entrei em outra sala e ela já estava perto da porta, eu gritei”, disse a cabeleireira.
O g1 solicitou um posicionamento para a Secretaria de Saúde de Crixás, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Mulher levada ao hospital por fisiculturista tinha ferimentos equivalentes a queda de grandes alturas ou acidente automobilístico, diz delegada | Goiás
Lidiane 25 de maio de 2024
Marcela Luise de Souza Ferreira, de 31 anos, tinha ferimentos equivalentes a queda de grandes alturas ou acidente automobilístico quando foi levada ao hospital pelo fisiculturista Igor Porto Galvão, segundo a delegada Bruna Coelho. A mulher morreu dez dias depois de ser internada e, conforme a Polícia Civil, o homem foi preso e indiciado por feminicídio.
“As lesões são totalmente incompatíveis com uma queda da própria altura. O médico legista chegou a dizer que [as lesões] são compatíveis até mesmo com queda de grandes alturas ou até mesmo acidentes automobilísticos por conta da extensão”, disse a delegada.
Segundo a delegada, essas lesões encontradas no corpo da vítima contradizem a história de que ela teria caído, versão apresentada pelo suspeito ao levá-la ao hospital . “Não há dúvidas que a intenção dele era realmente matar a companheira. Pelos elementos que nós colhemos, observamos que as lesões são totalmente incompatíveis com uma queda da própria altura”, afirmou.
Igor foi preso no último dia 17 de maio. Ao g1, os advogados dele lamentaram a morte de Marcela e disseram que entrarão com pedidos para que a prisão preventiva seja substituída por outras medidas cautelares (leia a nota completa ao final da reportagem).
Em coletiva de imprensa realizada na sexta-feira (24), a delegada afirmou que testemunhas ouvidas definiram o suspeito como agressivo e explosivo. “A maioria das testemunhas que a gente ouviu disse que ele é agressivo, que ele é explosivo, encrenqueiro e sempre está discutindo. As ocorrências dele demonstram isso”, disse Bruna Coelho.
Marcela foi levada ao hospital no dia 10 de maio e morreu no dia 20. O laudo cadavérico afirma que la morreu por traumatismo craniano. Foram encontradas também múltiplas fraturas no corpo da vítima, que teve 8 costelas quebradas.
Marcela Luise de Souza foi levada pelo fisiculturista para o hospital no último dia 10 de maio e, na ocasião, segundo a Polícia Civil (PC), Igor disse para os médicos que a mulher caiu em casa. Câmeras de segurança registraram o exato momento em que o carro do casal deixou o condomínio em que eles moravam.
À TV Anhanguera, Marcela era uma mulher doce, amorosa e muito sorridente. Ela trabalhava há três meses como secretária do fisiculturista e não tinha redes sociais. “Ela tinha, mas apagou. Quando perguntaram, ela disse que precisava de foco, se concentrar mais e que [as redes sociais] tomavam muito o tempo dela. Mas a gente sabe que era uma forma dele controlar ela”, ressaltou.
A mulher deixou uma filha de 5 anos fruto do relacionamento com o fisiculturista. Em entrevista à TV Anhanguera, a tia de Marcela contou que ela conheceu Igor na adolescência, na época da escola. Eles se reencontraram já adultos e, segundo Fernanda, começaram a se relacionar.
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
Quem é o fisiculturista?
Ele se apresenta nas redes sociais como nutricionista e profissional de educação física. Conforme informações do site do Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região (CRN1), Igor tem um registro provisório de nutricionista vigente até março de 2025. O g1 questionou o Conselho por e-mail para perguntar se, após ser preso, Igor poderá perder o registro, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.
“Eles moravam em Brasília. Ali teve um inquérito de lesão corporal, inclusive, nós acreditamos, com os mesmos modus operandi, murros, chutes e socos”, completou.
Nota da defesa de Igor na íntegra:
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
O fisiculturista Igor Porto Galvão , preso e indiciado por feminicídio, espancou a companheira, Marcela Luíse, com a intenção de matá-la, concluiu a investigação da Polícia Civil. Segundo a delegada responsável pelo caso, Bruna Coelho, as lesões encontradas no corpo da vítima são incompatíveis com uma queda da própria altura, versão apresentada pelo suspeito ao levar Marcela para o hospital.
“Não há dúvidas que a intenção dele era realmente matar a companheira. Pelos elementos que nós colhemos, observamos que as lesões são totalmente incompatíveis com uma queda da própria altura, chegando o perito médico legista a dizer que são compatíveis até mesmo com acidentes automobilísticos”, afirmou a delegada.
Igor foi preso no último dia 17 de maio. Ao g1, os advogados dele lamentaram a morte de Marcela e disseram que entrarão com pedidos para que a prisão preventiva seja substituída por outras medidas cautelares (leia a nota completa ao final da reportagem).
As informações foram repassadas pela Polícia Civil por meio de coletiva de imprensa nesta sexta-feira (24). Ainda segundo a investigação feita por Bruna Coelho, foi traçado o perfil do suspeito como uma pessoa manipuladora, controladora e com histórico de traição no relacionamento.
“Após várias testemunhas que nós ouvimos, traçamos o perfil de uma pessoa manipuladora, controladora, que tinha vários relacionamentos extraconjugais, inclusive com o conhecimento e impondo isso a companheira. Entre outras provas que nos levaram a conclusão de que ele é o suposto autor do crime”, disse Bruna Coelho.
Ao g1, a delegada informou que as testemunhas próximas ao casal relataram em depoimento à polícia que a vítima sempre era vista com feridas, hematomas nos olhos e até mesmo com perda de dentes. Segundo as testemunhas, ao ser questionada sobre as feridas, Marcela sempre fugia do assunto.
A polícia ainda não sabe afirmar se houve uma motivação para as agressões cometidas em 10 de maio, quando Marcela foi levada ao hospital. Segundo a delegada, todas as pessoas do convívio do casal já tinham conhecimento da forma fria e agressiva que o fisiculturista tratava a vítima.
O laudo cadavérico de Marcela afirma que a causa da morte da jovem foi por traumatismo craniano. Foram encontradas também múltiplas fraturas no corpo da vítima, que teve 8 costelas quebradas.
Marcela Luise de Souza foi levada pelo fisiculturista para o hospital no último dia 10 de maio e, na ocasião, segundo a Polícia Civil (PC), Igor disse para os médicos que a mulher caiu em casa. Câmeras de segurança registraram o exato momento em que o carro do casal deixou o condomínio em que eles moravam.
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
Quem é o fisiculturista?
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”, disse a delegada.
Segundo Bruna Coelho, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esses motivos, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, foi indiciado por feminicídio consumado.
Nota da defesa de Igor na íntegra
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Mulher pede indenização de R$ 600 mil a Virginia e Zé Felipe em processo na Justiça | Goiás
Lidiane 24 de maio de 2024
Uma mulher pediu R$600 mil em uma ação por danos morais contra a influenciadora Virginia Fonseca e o cantor Zé Felipe. Segundo a mulher, Virginia Fonseca fez uma publicação nas redes sociais na qual Zé Felipe aparecia rindo de um vídeo dela sobre a quantidade de pães que comia por sofrer com obesidade mórbida e, depois disso, a mulher alega que sofreu ataques devido à exposição.
O g1 entrou em contato com a defesa de Virginia Fonseca e Zé Felipe, via e-mail enviado às 17h28 desta sexta-feira (24) e ligações, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A postagem da influenciadora foi feita 21 de novembro de 2021. O processo foi iniciado no mesmo ano, mas veio a público após novas movimentações.
Segundo a mulher, após concluir uma prova, viu que uma amiga havia encaminhado a publicação para ela. No vídeo, Zé Felipe segurava o celular enquanto assistia a mulher falar sobre a quantidade de pães que comia no café da manhã em razão do seu problema de obesidade mórbida. Ele aparecia rindo na companhia de amigos.
A mulher alegou que, depois que o vídeo foi publicado pela influenciadora, ela voltou a sofrer ataques. Segundo ela, o caso gerou grande repercussão e “viralizou”, sendo replicado em vários canais de radio e televisão.
Além da indenização de R$600 mil, a mulher pediu indenização por danos materiais, em razão do uso indevido de sua imagem para fins comerciais. A ação tramita na 1ª Vara Cível da Comarca de Natal, no Rio Grande do Norte.
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Vídeo mostra fisiculturista carregando mulher espancada até hospital | Goiás
Lidiane 24 de maio de 2024
Vídeo mostra fisiculturista carregando mulher espancada até hospital
As imagens mostram quando Igor para o carro na porta do hospital localizado em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. O homem desce do veículo sem camisa, de bermuda e chinelos e vai até a entrada da unidade de saúde para pedir ajuda.
Em seguida, Igor volta ao carro, abre a porta de trás e olha repetidas vezes para a entrada do hospital, esperando ajuda. Depois que dois profissionais se aproximam, o fisiculturista retira Marcela de dentro do carro, puxando-a pelos ombros, enquanto um dos enfermeiros sustenta a vítima pelo quadril.
“Não há dúvidas que a intenção dele era realmente matar a companheira. Pelos elementos que nós colhemos, observamos que as lesões são totalmente incompatíveis com uma queda da própria altura, chegando o perito médico legista a dizer que são compatíveis até mesmo com acidentes automobilísticos”, afirmou a delegada responsável pelo caso, Bruna Coelho.
De acordo com laudo cadavérico, Marcela morreu por traumatismo craniano. A vítima tinha ainda várias fraturas pelo corpo, além de oito costelas quebradas.
Em nota divulgada no dia 21 de maio, a defesa de Igor lamentou a morte de Marcela e afirmou que o fisiculturista ainda não havia sido ouvido. O texto (leia nota completa abaixo) diz ainda que a defesa irá entrar com pedidos cabíveis para suspender a prisão preventiva de Galvão.
O g1 solicitou um posicionamento atualizado da defesa do fisiculturista na sexta-feira (24), às 13h08 por WhatsApp e telefone. A defesa disse que irá atualizar o posicionamento após a análise do inquérito policial, mas o g1 ainda não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Marcela Luise de Souza, de 31 anos, morreu no último dia 20 de maio depois de dez dias em coma na UTI, após sofrer um espancamento. Igor Porto Galvão, que vivia com a vítima, está preso e foi indiciado pelo crime de feminicídio.
Nota da defesa de Igor na íntegra – 20/05/2024
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Mecânico preso por engano no lugar de homem morto é detido pela segunda vez após erro da Justiça; vídeo | Goiás
Lidiane 24 de maio de 2024
Mecânico preso por engano no lugar de homem morto é detido pela 2ª vez após erro judicial
O mecânico André Bernardo Rufino Pereira foi preso injustamente pela segunda vez no lugar de um criminoso morto. Anos antes, os documentos do mecânico foram roubados e usados pelo homem no Maranhão (entenda ao longo da reportagem). A defesa de André informou que ele foi detido por conta de um erro da Justiça do Maranhão. Um vídeo mostra o momento da prisão, que aconteceu enquanto ele trabalhava em Goiânia (assista acima).
“Ele já foi inocentado, tô achando até estranho isso aí. De novo? Na época tinha até uma divergência […] Cara tinha tatuagem ”, argumentou Carlos Eduardo, chefe de André na oficina.
“Bem diferente de mim”, completou André.
“Você tem que ver no Judiciário”, respondeu o policial que cumpria o mandado.
O g1 questionou sobre a prisão ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por e-mail nesta sexta-feira (24), mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Segundo o advogado de defesa Humberto Vasconcelos Faustino, André foi preso na quinta-feira (23) por meio de um mandado de prisão igual ao que havia sido cumprido incorretamente em 2022. A Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) confirmou que foi emitido o alvará de soltura do mecânico. Ele foi solto após 12 horas. Da primeira vez, em 2022, foram 18 dias na prisão.
“Dessa vez a gente conseguiu demonstrar ao Tribunal de Justiça do Maranhão que esse mandado de prisão tinha sido cumprido outra vez e, segundo a servidora que me atendeu, ela reconheceu que tava em duplicidade”, informou a defesa de André.
O vídeo divulgado no início desta reportagem mostra André sendo revistado e colocado na viatura. Emocionado, o chefe do mecânico lamentou a prisão.
“Aparecia viatura aqui na frente e a gente já ficava afetado por causa do trauma e aí acontece de novo, nem sei como vai ficar a cabeça dele. Muito ruim. É uma pessoa trabalhadora, convive com a gente, pra mim é tipo um filho”, desabafou.
Erro na justiça leva inocente para cadeia pela segunda vez
A família de André contou que em 2012 ele teve os documentos roubados em um assalto e chegou a registrar um boletim de ocorrências. Porém, a identidade dele teria sido usada por Rômulo Sobral.
Durante a prisão, Rômulo apresentou o documento de André, mas com a foto de outra pessoa. Segundo a polícia, o suspeito acabou fugindo da cadeia e um mandado de prisão foi expedido pela Justiça maranhense com os dados pessoais do mecânico goiano.
“Achei uma injustiça muito grande. Eu saí para trabalhar e 9h ele me ligou dizendo que estava sendo preso e era para arrumar um advogado para ele. Eu fiquei desesperada, comecei a chorar, não sabia o que fazer, porque a gente sempre trabalhou certinho”, disse Lúcia Aparecida Leite, esposa de André.
Na época, o irmão de André, Antônio Bernardo, ficou revoltado com a situação. “Meu irmão [ficou] preso lá por causa de vagabundo que falsificou o documento dele. Ele [ficou] pagando por algo que não fez, [ficou] no lugar errado. Eu, como irmão, preferia estar no lugar dele e ele solto”, disse.
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Goiás segue abaixo da média nacional na vacinação contra Covid-19. Foto: Reprodução
Apenas 52,6% da população goiana acima dos cinco anos de idade recebeu ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19 até o primeiro trimestre de 2023. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quinta-feira (23), esse número está abaixo da média nacional. Em todo o Brasil, a cobertura vacinal contra Covid atingiu os 58,6%.
A pesquisa investigou o percentual de pessoas que se vacinaram pelo menos uma vez contra a Covid-19, em todo o país. No primeiro trimestre de 2023, a estimativa é de que 6,3 milhões de pessoas de cinco anos ou mais de idade tinham tomado pelo menos uma dose da vacina. O número representa 91,6% da população dessa faixa etária em Goiás.
Vacinação por sexo
Entre os homens, 3,1 milhões declararam ter tomado pelo menos uma dose (90,2%), e, entre as mulheres, esse número alcançou 3,2 milhões (93,0%). Nacionalmente, foram 188,3 milhões de pessoas maiores de cinco anos com ao menos uma dose de vacina contra a Covid-19, o que representa 93,9% da população dessa faixa etária.
Separando os grupos de acordo com o sexo, em Goiás, a cobertura vacinal contra Covid-19 foi ligeriamente maior entre as mulheres. Entre os homens com cinco anos ou mais de idade entrevistados, 51,2% responderam ter tomado todas as doses da vacina recomendadas no período de referência. Entre as mulheres, esse número chegou a 54,0%.
A nível nacional, essa média foi ainda maior. De acordo com a pesquisa, 56,5% dos homens com idade superior a cinco anos tomaram todas as doses recomendadas da vacina contra Covid. No público feminino esse número atingiu 60,4% das pessoas desta faixa etária.
Casos de Covid em 2023
A PNAD Contínua também investigou, no primeiro trimestre de 2023, a taxa de infecção por Covid-19 entre pessoas com cinco anos ou mais de idade. Estima-se que 2,4 milhões de pessoas, em Goiás, tiveram, pelo menos uma vez, Covid-19 confirmada por teste ou diagnóstico médico. Isso significa um percentual de 35,5% da população desta faixa de idade no estado, dos quais 33,4% eram homens e 37,5% mulheres.
Considerando a categorização por idade, observa-se, ainda, que 2,2 milhões de pessoas com idade superior a 18 anos declararam ter testado positivo ou ter tido diagnóstico médico de infecção por Covid-19. Já entre crianças e adolescentes, isto é, pessoas de 5 a 17 anos, esse número foi 263 mil pessoas em Goiás.
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Vídeo mostra quando suspeito de matar boliviana entra e sai de prostíbulo no dia do crime, diz polícia | Goiás
Lidiane 24 de maio de 2024
Vídeo mostra quando suspeito de matar boliviana chega a prostíbulo de Rio Verde, diz PC
Um vídeo mostra quando o homem suspeito de matar a boliviana Katherine Liliana entra e sai do prostíbulo no dia em que ela foi morta a facadas, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás (veja acima). Além do homem, duas mulheres também foram presas suspeitas de participarem do crime.
O g1 não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos até a última atualização desta reportagem.
De acordo com o delegado Adelson Candeo, Katherine foi morta porque devia dinheiro de um seguro de veículo ao suspeito de executar o crime. A boliviana também devia dinheiro a outras duas mulheres, sendo uma delas esposa do suspeito, o que também teria feito com que elas ajudassem no assassinato, conforme informou o delegado.
“A esposa do executor presencia o crime, ela escuta a vítima gritar por socorro, ela presencia o marido desferir facadas na vítima e não faz nada”, disse.
“As duas [mulheres], até o começo deste ano, faziam programas no estabelecimento da vítima. Elas tinham um ódio muito grande da vítima por conta de programas sexuais que supostamente a vítima estaria devendo a elas”, completou.
As imagens divulgadas pela polícia civil mostram o exato momento em que o investigado chega de carro na porta da casa de prostituição em que a vítima estava, às 21h57 do dia 27 de abril. Segundo a polícia, naquele momento, o suspeito desligou o farol para não ser percebido.
Cerca de dois minutos e meio depois, o suspeito saiu do prostíbulo. A polícia explicou que, nesse momento, uma das duas suspeitas também entrou no local enquanto a outra chamava um moto táxi.
Essa terceira suspeita, segundo os policiais, teria ido de moto táxi até a casa do suspeito, onde o encontrou.
Ainda em depoimento à polícia, o suspeito afirmou que tinha usado drogas e consumido bebida alcoólica no dia do crime.
Os três devem responder pelo crime de homicídio qualificado. O suspeito de executar a boliviana também deve responder pelo crime de tráfico de drogas, já que foram encontradas porções de crack na casa dele no momento da prisão.
“[Os golpes foram dados], especialmente, no rosto, no pescoço, no tórax e nas costas. Eles desfiguraram o rosto da vítima, [que morreu no local]”, relatou o delegado.
Katerine Liliana era mãe de duas crianças de 5 e 10 anos, que estavam em uma casa próxima ao local onde ocorreu o homicídio. Segundo Candeo, os filhos da vítima foram encaminhados para uma Casa de Abrigo Temporário (CAT) do Conselho Tutelar de Rio Verde.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Cantor é preso após confessar sorrindo ter matado a ex a facadas em Goiás; Vídeo
Lidiane 24 de maio de 2024
Um cantor de 48 anos foi preso em Alexânia, no Entorno do Distrito Federal, após confessar, sorrindo, ter matado a ex-companheira de 36 anos a facadas. A Polícia Penal de Goiás divulgou um vídeo em que o homem, identificado como Ademar Castanha e Silva Filho, admite o crime sem demonstrar arrependimento.
Assista o vídeo:
A defesa de Ademar afirmou que, em contato com os advogados, ele se mostrou “completamente abalado e com dificuldades em se recordar dos fatos, tendo em vista que no momento da suposta prática do crime estava sob efeito de drogas e álcool”. Além disso, a defesa argumentou que ele não tinha plena capacidade de entender o caráter ilícito de sua conduta no momento do crime.
Ademar foi preso na quarta-feira (22). No vídeo da prisão, ele aparece algemado dentro da viatura e comenta: “Que bonito, né?” Ao ser questionado pelo policial sobre o motivo do crime, ele afirmou que a mulher o traía há três anos.
“Não estou arrependido. Ela também não estava”, declarou Ademar. Quando informado da morte da vítima, ele respondeu: “Lasque-se ela”.
O suspeito foi preso após testemunhas alertarem as autoridades de que um homem estava esfaqueando uma mulher no centro de Alexânia. Ao chegar ao local, a Polícia Penal encontrou a vítima no chão com ferimentos no tórax e sem sinais vitais. Ademar tentou fugir, mas foi capturado nas proximidades e a faca usada no crime foi encontrada com ele.
O suspeito foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Alexânia, onde permanece à disposição da Justiça.



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