6 de maio de 2026
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Produto à base de babosa desenvolvido na UFG ajuda polícia a identificar corpos no IML

A aloe vera, popularmente conhecida como babosa, ganhou destaque em um produto desenvolvido na Universidade Federal de Goiás (UFG) em parceria com a Polícia Civil de Goiás (PC-GO). Após a imersão no líquido, as impressões digitais de corpos em condições difíceis de reconhecimento, como os carbonizados ou mumificados, se tornam mais visíveis e facilitam a identificação.

“A babosa é importante porque é uma planta que produz um gel hidratante e substâncias que combinam muito com a pele. Neste caso, a identificação papiloscópica é feita através do contato desse extrato de babosa com a papila [pequeno relevo da superfície dos dedos]”, explicou Edemilson Cardoso, professor coordenador do projeto de criação do produto.

Considerado barato e inovador, o produto foi criado na Faculdade de Farmácia (FF) da UFG e é usado pela Superintendência de Identificação Humana (SIH) nas Unidades de Necropapiloscopia da PC-GO, em Institutos Médicos Legais (IMLs). Com a ação do extrato de babosa, o papiloscopista faz a “leitura” da digital de forma mais clara e rápida, segundo Lais Nogueira Magno, coordenadora da Divisão de Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento da SIH.

“Para alguns tipos de cadáveres especiais, é comum usar a glicerina. Em algumas situações, o dedo do cadáver poderia ficar até uma semana para que as cristas de fricção aparecessem para a coleta de impressões digitais. Fazendo um paralelo com o extrato de aloe vera, já conseguimos bons resultados com 24 horas em que o dedo foi submetido à solução”, descreveu Lais.

Produto à base de babosa desenvolvido na UFG ajuda polícia a identificar corpos no IML em Goiânia Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Com a glicerina, a identificação poderia demorar até uma semana e, com o produto de babosa, em 24 horas as equipes do SIH já tiveram resultados positivos. Outro ponto que destaca a importância do composto é o custo. Segundo Edemilson Cardoso, com cerca de R$ 100, é possível produzir 10 litros do produto, que pode durar por meses.

“É bem vantajoso. Alguns produtos que utilizamos são importados, outros só conseguimos comprar em grande quantidade. Com essa parceria com o laboratório da UFG, conseguimos produzir uma grande quantidade de material utilizando produtos naturais com um valor muito acessível”, completou Lais.

A coordenadora ponderou que um litro da glicerina usada para a identificação custa entre R$ 70 e R$ 90. A equipe usa cerca de 5 a 10 ml de glicerina por dedo tratado.

Métodos de identificação humana

Lais Nogueira Magno, coordenadora da Divisão de Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento da SIH da Polícia Civil de Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Antes de entender como o produto com babosa funciona, é importante conhecer os métodos de identificação de cadáveres. Ao g1, Lais Nogueira explicou que no IML são usados três métodos:

  • Identificação pelas impressões digitais: Feita pela Superintendência de Identificação Humana (SIH)
  • Identificação pela arcada dentária: Feita pela Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC)
  • Identificação pelo DNA: Feita pela Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC)

Lais explicou que a necropapiloscopia, método de identificação humana por meio de impressões digitais, é o método mais rápido, barato e acessível. “A utilização desse produto da babosa auxilia nosso trabalho de identificação por impressão digital nos IMLs”, pontuou.

Planta babosa em Goiânia, Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

A parceria entre a UFG e o SIH surgiu a partir de um estudo empírico, tipo de pesquisa baseado em observações, experiências reais e outros meios para coletar dados. Segundo Lais Nogueira, o pontapé foi de um papiloscopista policial que, em meados de 2019, iniciou pesquisas utilizando babosa na identificação de corpos em Jataí, no sudoeste goiano.

Em seguida, a superintendência procurou a UFG e começaram os estudos. O produto foi desenvolvido no Laboratório de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de Bioprodutos, orientado pelo professor Edemilson Cardoso, com a participação dos alunos de iniciação científica: Laura Ribeiro Mendonça, Livia Ferreira Schmaltz, Thalia Vitória Cordeiro, Penélope Péclat Zeppelini e Geanini Vitória Costa Coelho.

“A superintendência estava procurando uma alternativa para identificar os cadáveres especiais, como, por exemplo, mumificados, queimados e afogados. Procuramos essas técnicas alternativas e começamos a trabalhar. Houve uma pausa devido à pandemia e, depois, retomamos o trabalho”, explicou Edemilson Cardoso.

A partir de maio de 2023, a UFG e a PC-GO iniciaram um termo de cooperação, por meio da superintendência, para começar oficialmente a utilização de bioprodutos, como o de babosa, para a identificação necropapiloscópica.

Gel extraído da babosa em Goiânia, Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Mas afinal, por que a planta comum em muitos lares brasileiros se tornou base do produto? Conforme Edemilson Cardoso, a planta é usada em muitos produtos, como sabonetes e outros medicamentos. O gel hidratante que a babosa produz é poderoso e multifuncional, de acordo com o professor.

No entanto, a utilização para identificação humana é novidade.

“É uma tecnologia interessante, inovadora devido à aplicação e também à maneira que fazemos o processo. Às vezes, as pessoas não dão importância para essas plantas que estão ao nosso lado há muito tempo. Há um conhecimento da população muito grande que podemos utilizar em novas aplicações”, detalhou o professor.

Veja como é feito produto à base de babosa desenvolvido na UFG

As babosas usadas para a produção do produto são plantadas no horto de plantas medicinais da Faculdade de Farmácia da UFG. Os alunos e o professor cuidam diretamente do horto, o que é importante para a formação universitária, segundo Edemilson.

“Os alunos também colocam as mãos na terra, porque hoje a maioria das pessoas está distante dela. Para ser farmacêutico, acredito que é necessário ter pelo menos noções de utilização de plantas medicinais”, avaliou Edemilson.

Edemilson Cardoso, professor coordenador do projeto de criação de produto com babosa desenvolvido na UFG ajuda polícia a identificar corpos no IML em Goiânia — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Após todo o cuidado no cultivo e manutenção feitos pelo professor e pelos alunos, as babosas são colhidas, descascadas, e um dos líquidos que sai dela é removido, por ser considerado tóxico. Finalmente, o extrato é retirado. Esta fase do processo dura cerca de 12 horas.

Com o extrato pronto, outras substâncias, como água e álcool, são misturadas de forma totalmente padronizada. Todo o processo é feito para garantir a qualidade e a durabilidade do produto, conforme explicou o professor responsável.

“Com 1 kg de babosa você faz 10 litros do produto. Rende bastante. Dependendo da demanda, dura em torno de seis meses”, afirmou Edemilson.

Impressões digitais tratadas com babosa pela Superintendência de Identificação Humana da Polícia Civil de Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Ao falar sobre o produto, é consenso entre Edemilson e Laís: só há vantagens na utilização para a identificação humana. Lais explicou que o uso faz com que a polícia dê uma resposta mais rápida à sociedade, especialmente em casos de cadáveres especiais cuja identificação pode demorar. Neste sentido, o produto acelera o processo e tem um apelo social.

“Muitas vezes, não temos a identificação do cadáver especial, ou não há como coletar. DNA demora, às vezes a pessoa não tem a documentação odontológica para fazer a comparação da arcada dentária. Então, se conseguimos identificar esse cadáver mais rápido, é uma família que está sendo beneficiada, podendo fazer o sepultamento decente, além de garantir os direitos civis daquela pessoa”, avaliou Lais.

Os cadáveres sem identificação são chamados de “cadáveres ignorados”. Segundo Lais, a identificação deles gera os seguintes desdobramentos: auxiliar uma investigação criminal, ajudar na busca de pessoas desaparecidas ou liberar um cadáver para sepultamento.

Impressões digitais tratadas com babosa pela Superintendência de Identificação Humana da Polícia Civil de Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Se a polícia não sabe quem é o cadáver e consegue identificar, a investigação começa a partir do nome da pessoa e toda a apuração policial decorre dessa informação.

Quando o cadáver é identificado, a Divisão de Pessoas Desaparecidas é acionada para verificar se há alguma família procurando.

“Uma vez que identificamos esse cadáver, podemos verificar se há um boletim de ocorrência de desaparecimento. Assim, conseguimos localizar a família e dar a ela a notícia de que encontrou um familiar desaparecido”, disse Lais.

Impressões digitais tratadas com babosa pela Superintendência de Identificação Humana da Polícia Civil de Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Ainda conforme Lais, se o corpo está em difícil condição de identificação, como os carbonizados e está sem documentos, com o produto a polícia consegue acelerar o processo de identificação para liberar o corpo para a família fazer o velório e sepultamento.

“Em todas essas nuances na identificação, essa parceria com a Faculdade de Farmácia nos auxilia a dar uma resposta mais rápida, independente da esfera em que estamos atuando”, pontuou Lais.

Além dos benefícios para a atuação, a coordenadora da Divisão de Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento da SIH avaliou que o produto à base de babosa tem um impacto positivo para o meio ambiente e para a saúde dos servidores.

“Alguns materiais ou substâncias que utilizamos podem, a longo prazo, causar algum malefício à saúde do servidor. Em comparação, quando utilizamos produtos de origem natural, não temos esse impacto negativo. Além disso, é positivo para o meio ambiente, especialmente em relação ao descarte”, finalizou.

Planta babosa em Goiânia, Goiás — Foto: Michel Gomes/g1 Goiás

Raquel Vaz Rezende, papiloscopista policial e chefe da Sessão de Inovação e Identificação Humana, concorda com Lais ao mencionar que o produto é inovador em diversos sentidos.

“É inovadora essa questão de pegar algo da natureza, um conhecimento empírico da comunidade, e trazer isso para a polícia para nos ajudar nessa busca, nessa corrida contra o tempo para identificar os corpos o mais rápido possível”, completou Raquel.

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Para quem está em busca de emprego, para iniciar o mês de junho já com a carteira assinada, a CBA abriu novas vagas para suas fábricas em Alumínio, Goiás, Pernambuco e Nova Odessa.

As vagas são para diferentes setores da companhia que é uma das maiores produtoras de alumínio do Brasil. Além disso, vale destacar que as vagas são para diferentes níveis de escolaridade, conforme o setor e cargo.

Com base na Glassdoor, os salários na CBA variam conforme o cargo e a experiência dos colaboradores. Por exemplo, um Supervisor pode ganhar entre R$ 5.000 e R$ 6.000 mensais, enquanto um Planejador de Manutenção pode ter um salário de R$ 3.000 a R$ 6.000. Estagiários superiores recebem em média R$ 2.000 por mês.

Em suma, as vagas em aberto são para:

  • Assistente Administrativo;
  • Banco de Talento Operacional;
  • Operador de Produção;
  • Analista Econômico Financeiro JR;
  • Eletricista de Manutenção;
  • Engenheira;
  • Mecânico de Manutenção;
  • Soldador.

Para se cadastrar as vagas, basta acessar a plataforma de seleção da empresa, acessível online pelo endereço – cba.gupy.io

Benefícios oferecidos CBA

  • Transporte fretado;
  • Refeição no local;
  • Plano de saúde Unimed;
  • Plano odontológico;
  • Previdência privada;
  • Seguro de vida;
  • Vale-alimentação;
  • Farmácia;
  • Gympass;

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(Foto: Reprodução)

Cristiane Britto disse que o carro descarregou a bateria quando o painel ainda indicava uma autonomia de 20 km. Caso aconteceu na BR-060. Ex-ministra mostra perrengue após carro elétrico ser guinchado por ficar sem bateria
Cristiane Britto, advogada e ex-ministra de Estado da Mulher, Família e Direitos Humanos, compartilhou em uma rede social o perrengue que passou após seu carro elétrico descarregar na BR-060, em Goiás (assista acima). Cristiane disse que o carro descarregou a bateria quando o painel ainda indicava uma autonomia de 20 km.
“O Brasil não está preparado, infelizmente, para carros elétricos”, reclamou Cristiane.
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No vídeo, a ex-ministra relatou que estava na rodovia perto de Alexânia. Cristiane criticou o atendimento da fabricante do veículo e comentou que a concessionária da rodovia poderia levá-la até um posto de combustíveis, o que não resolveria seu problema.
“Quando solicitei assistência, eles disseram que só poderiam me levar até um posto de gasolina, mas não até o ponto de recarga que estava a menos de 10 km”, reclamou.
“Um alerta sério para os proprietários de BYD: o percentual de carga de bateria indicado no painel não corresponde à quilometragem a ser percorrida, o que induz o motorista a erro!”, completou Cristiane.
O g1 pediu um posicionamento à BYD, fabricante do veículo, e à Triunfo Concebra, concessionária da via, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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A publicação, feita no dia 16 deste mês, viralizou. O post conta com mais de 6 milhões de visualizações, 167 mil curtidas e 41 mil comentários.
Cristiane Britto, advogada e ex-ministra de Estado da Mulher, Família e Direitos Humanos, compartilhou em uma rede social o perrengue que passou após seu carro elétrico descarregar na BR-060, em Goiás
Reprodução/Redes Sociais
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/05/31/ex-ministra-mostra-perrengue-apos-carro-eletrico-ser-guinchado-por-ficar-sem-bateria-no-meio-de-rodovia-em-goias-video.ghtml

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Cuidadora é presa após idoso mandar carta pedindo socorro por ficar trancado em lote e ter dinheiro roubado — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Uma cuidadora foi presa após um idoso de 74 anos pedir para o vizinho entregar uma carta à polícia onde ele denunciava ter o dinheiro roubado, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil (PC), a vítima vivia em um “barraco” de latão e trancado em um lote.

A mulher, que não teve o nome divulgado, foi presa preventivamente nesta quarta-feira (29), em Santa Terezinha de Goiás, no norte do estado, após mudar de endereço sem comunicar a Polícia Civil. O g1 não localizou a defesa dela para pedir um posicionamento até a última atualização desta reportagem.

O caso é investigado pelo delegado João Flávio. Ao g1, ele contou que o vizinho recebeu a carta do idoso pelo muro do lote e entregou à polícia no dia 17 de abril, mesmo dia em que a vítima foi resgatada. Flávio detalhou como o idoso foi encontrado pelas equipes e a forma que ele vivia.

“Ela fez um barraco de latão aos fundos da casa, que era onde o idoso dormia. Quando chovia, ele molhava. Ele fez um buraco há quatro metros de onde dormia para fazer as necessidades e tomava banho em uma torneira de 50 centímetros de altura, era muito triste a situação”, relatou Flávio.

Idoso vivia em um “barraco” de latão e trancado em um lote – Goiás — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Segundo o delegado, apesar da mulher dar água e comida para o idoso, ele estava bastante magro e, devido às condições em que ele vivia, poderia adoecer. Além disso, a vítima contou a polícia na carta que a cuidadora pegava todo o dinheiro dele do Benefício de Prestação Continuada.

“Ela pegou o idoso dos filhos dizendo que iria cuidar da saúde dele, mas a principal motivação dela era ter a renda da vítima para ela”, afirmou Flávio.

O delegado disse ainda que, no dia em que o idoso foi resgatado e devolvido à família, a cuidadora não foi presa, mas foi informada que era investigada por cárcere privado, maus-tratos e apropriação de rendimento de pessoa idosa. Apesar disso, ela mudou de cidade e, por isso, a PC a prendeu.

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Mulher denuncia que pastor abusou dela por dois anos quando era adolescente

“Ele aproveitava que não tinha ninguém por perto e ficava me aliciando, passando a mão nas minhas partes íntimas”, relatou a mulher.

Mulher denuncia que pastor preso suspeito de crimes sexuais contra fiéis abusou dela por dois anos quando era adolescente – Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

À TV Anhanguera, a mulher, que preferiu não se identificar, disse que convivia com o pastor e que os abusos começaram em 2009, quando ela tinha 16 anos. Segundo ela, Dagmar aproveitava quando não havia outras pessoas por perto e a chamava alegando que queria dizer algo para ela.

“Ele falava assim: ‘vem aqui perto do seu pai, do seu pastor, que quero te falar algo. E a gente chegava, né, perto, para ver o que ele queria falar”, disse.

A vítima afirma que, neste momento, o pastor a abusava. “Ele aproveitava, abraçava, ele amassava, apertava. Os abraços [eram] maliciosos, beijos e olhares”, denuncia. Na época, segundo a mulher, ela não sabia que existiam outras vítimas e diz que não denunciou Dagmar por sofrer ameaças.

“Ameaçava, falava que a gente não deveria falar nada. Ele falava assim: não adiante você falar nada porque eu tenho as minhas defesas”, disse.

Segundo a mulher, o pastor ainda dizia para as vítimas que ninguém iria acreditar nelas e usava o prestígio religioso como argumento. “[Ele dizia que] ninguém iria acreditar por ele ser um líder bem requisitado no ministério, porque ele já estava no ministério há 30 anos”, finalizou a vítima.

Pastor Dagmar José Pereira, preso suspeito de crimes sexuais, em Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Histórico de crimes sexuais

A Polícia Civil detalhou que os crimes são praticados pelo suspeito há décadas contra vítimas entre 11 e 22 anos de idade. Durante a investigação, as vítimas detalharam que o pastor teria dado beijos na boca forçados e toques não consentidos nos seios, nádegas e região genital.

“Também relataram que Dagmar as abraçava forçadamente, pressionando-as propositalmente contra seu órgão genital. Uma das vítimas narrou ter sido submetida à prática de sexo oral”, disse a delegada Gabriela Moura.

Segundo a polícia, o pastor já foi indiciado anteriormente por estupro praticado contra uma criança menor de 14 anos, em uma investigação finalizada no ano de 2005. A reportagem não conseguiu contatar a igreja em que o pastor atuava até a última atualização desta matéria.

Pastor é suspeito de crime sexual contra adolescentes em Goiás — Foto: Reprodução/Redes sociais

Íntegra da nota da defesa do pastor

Os advogados de defesa, Dra. Gessyca Amorim e Dr. Marcos Bastos, estavam cientes do mandado de prisão expedido contra o Sr. Dagmar. No entanto, é importante ressaltar que o próprio Sr. Dagmar expressou a vontade de comparecer espontaneamente à sede policial, decisão esta que foi apoiada e orientada pelos seus defensores, mesmo diante da existência do referido mandado de prisão.

Ressalta-se, ainda, que tanto a defesa quanto o investigado sempre estiveram à disposição da Polícia Civil, colaborando com as investigações e mantendo uma postura de respeito e cooperação com as autoridades competentes.

O investigado nega as acusações feitas e a defesa trabalha para que os fatos sejam esclarecidos e que a liberdade do investigado seja restabelecida.

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Tauana Schetini e Badiinho anunciam parceria do SEBRAE Goiás com Blog do Badiinho. Foto: Badiinho Moisés

O blogueiro Badiinho Moisés, recebeu na manhã desta sexta-feira, 31 de maio, na redação do Blog do Badiinho, a visita de Tauana Schetini, jornalista e responsável pela comunicação social do SEBRAE em 37 municípios da nossa região. Em um encontro muito agradável, foi estabelecido uma parceria para que o Blog do Badiinho passe a divulgar as diversas ações do SEBRAE em nossa região, com especial destaque para as iniciativas realizadas na cidade de Catalão.

O Badiinho agradeceu à jornalista Tauana Schetini e ao SEBRAE Goiás pela confiança depositada em no Blog do Badiinho para a divulgação das importantes ações dessa instituição brasileira, que é uma das mais influentes no país. Fundado em 5 de julho de 1972, o SEBRAE tem como missão a capacitação e promoção do desenvolvimento econômico e da competitividade de micro e pequenas empresas, incentivando o empreendedorismo em todo o Brasil.

“Estamos entusiasmados com essa parceria e esperamos contribuir significativamente para a disseminação das ações do SEBRAE, fortalecendo ainda mais o empreendedorismo em nossa região”, expressou Badiinho para Tauana Schetini, representante do SEBRAE na região sudeste.

Escrito e publicado por: Badiinho Moisés



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Jovem baleada pelo ex em salão de beleza fica sem movimento nas pernas, diz padrasto

“A informação que temos no momento é que ela não poderá mover as pernas, sem poder ter uma vida normal como antes, devido a essa violência que ela sofreu,” contou Amiltomério Alcântara, padrasto da jovem.

O g1 não localizou a defesa do Gleniton Lopes até a última atualização desta reportagem.

O ex-namorado foi preso após o crime e teve a prisão mantida após audiência de custódia. Um relatório médico enviado à família descreveu que Dyullya teve uma “paralisia bilateral”.

“Os médicos fizeram o que podiam e uma junta médica concluiu que não adianta remover o projétil que perfurou a coluna dela, pois está muito próximo à medula,” completou o padrasto.

Dyullya Rodrigues Nunes foi baleada em Goiatuba, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Segundo o padrasto, a previsão é que Dyullya receba alta nos próximos dias para começar o tratamento de reabilitação. O g1 pediu mais detalhes sobre o estado de saúde ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Homem é filmado atirando contra a ex em salão de beleza em Goiás

A PC-GO informou que as câmeras de segurança registraram o momento em que Gleniton Lopes fugiu com um veículo. Segundo a instituição, policiais encontraram o veículo abandonado e verificaram em outras câmeras que o investigado o abandonou e entrou no carro de outra pessoa para fugir.

Gleniton Lopes foi encontrado na casa de um parente no fim da tarde de terça-feira. Com ele, estava a arma usada no crime e munições, de acordo com a polícia.

Dyullya Rodrigues Nunes foi baleada em Goiatuba, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na delegacia, acompanhado de uma advogada, o suspeito ficou em silêncio durante o interrogatório, segundo a PC-GO.

À Polícia Militar (PM) uma testemunha contou que a jovem relatou que estava sendo ameaçada pelo suspeito e no dia anterior ao crime ele a agrediu com tapas e empurrões.

Dyullya Rodrigues Nunes foi baleada em Goiatuba, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais e Reprodução/TV Anhanguera

Ao g1, a defesa de Igor informou que não vai se manifestar sobre as denúncias “do passado” do fisiculturista. Sobre a acusação da morte de Marcela, a defesa afirmou que acredita na instrução criminal e que será demonstrado que os fatos não ocorreram como narrados pela acusação.

“Ele tem o temperamento muito explosivo e agressivo”, afirma a delegada.

Além dessas ocorrências, conforme o inquérito policial, em abril de 2015, o fisicultura foi denunciado por uma ex-namorada por injúria, ameaça e lesão corporal. De acordo com o documento, após o fim do relacionamento, Igor teria convidado a mulher para conversar a tentar reatar o namoro.

Entretanto, segundo o inquérito, durante a conversa, o fisiculturista teria pedido para ver o celular da ex-namorada e vista conversas com um novo pretendente de mulher. Neste momento, ele teria começado a xingar a mulher e, em seguida, conforme relatado da vítima, a enforcado com uma das mãos.

“Muito nervoso, ele disse: você é uma puta, uma vadia e uma vagabunda. Eu vou matar você”, detalha a denúncia da ex-namorada.

Por ser um caso de violência doméstica, o processo da ex-namorada contra Igor correu em segredo de justiça. O inquérito da Polícia Civil (PC) não consta o desdobramento da denúncia e, devido ao sigilo do processo, o g1 não pôde verificar qual foi o desfecho.

Tráfico de anabolizantes

A pesquisa da delegada ainda identificou que, em novembro de 2015, em Brasília, no Distrito Federal (DF), o fisiculturista foi preso em flagrante por tráfico de substância entorpecente e por porte de substância entorpecente para consumo pessoal.

Na ocasião, foram apreendidos na casa do fisiculturista mais de 60 frascos de anabolizantes diversos, além de siringas, agulhas e receituários médicos em nomes de terceiros. Conforme documento, Igor assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

O caso foi investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.

“Nós fomos até a casa e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.

“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.

Marcela Luise de Souza foi levada pelo fisiculturista para o hospital no último dia 10 de maio e, na ocasião, segundo a Polícia Civil (PC), Igor disse aos médicos que a mulher caiu em casa. Câmeras de segurança registraram o exato momento em que o carro do casal deixou o condomínio onde eles moravam.

Vídeo mostra fisiculturista carregando mulher espancada até hospital

À TV Anhanguera, a tia de Marcela disse que ela era uma mulher doce, amorosa e muito sorridente. Ela trabalhava há três meses como secretária do fisiculturista e não tinha redes sociais. “Ela tinha, mas apagou. Quando perguntaram, ela disse que precisava de foco, se concentrar mais e que [as redes sociais] tomavam muito o tempo dela. Mas a gente sabe que era uma forma dele controlar ela”, ressaltou.

A mulher deixou uma filha de 5 anos, fruto do relacionamento com o fisiculturista. A tia de Marcela contou que ela conheceu Igor na adolescência, na época da escola. Eles se reencontraram já adultos e começaram o relacionamento.

Quem é o fisiculturista?

Igor Porto Galvão tem 32 anos e nasceu em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo a família de Marcela, ele tinha um relacionamento com a vítima há nove anos. Eles moraram juntos em Brasília, no Distrito Federal (DF), e viviam em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, desde janeiro de 2021.

Ele se apresenta nas redes sociais como nutricionista e profissional de educação física. Conforme informações do site do Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região (CRN1), Igor tem um registro provisório de nutricionista vigente até março de 2025. O g1 questionou o Conselho por e-mail para saber se, após ser preso, Igor poderá perder o registro, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.

“Eles moravam em Brasília. Ali teve um inquérito de lesão corporal, inclusive, nós acreditamos, com os mesmos modus operandi, murros, chutes e socos”, completou.

Nota da defesa de Igor na íntegra

A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.

Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.

A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

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Advogada acusada de matar ex-sogro e a mãe tem novo pedido de exame de insanidade negado

“O laudo médico pericial foi conclusivo, não havendo que se falar em correção de omissão, obscuridade ou contradição”, escreveu o juiz na decisão.

O g1 pediu um posicionamento à defesa de Amanda Partata às 13h44 desta quinta-feira (30), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e a mãe dele, Luzia Alves, de 86, morreram depois de terem sido envenenados com bolos de pote em dezembro do ano passado. Segundo a investigação, a motivação das mortes se deu pelo sentimento de rejeição de Partata com o fim do namoro de 1 mês e meio com o filho de Leonardo.

À Justiça, a defesa de Partata argumentou que havia incoerências nas conclusões do laudo e alegou que o objeto da perícia não foi esclarecedor. Por isso, solicitou uma nova perícia. O juiz negou o pedido e homologou o laudo pericial oficial.

Amanda Partata acusada de envenenar matar o ex-sogro e a mãe dele em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com a homologação do laudo pericial definitivo, o juiz marcou a audiência de instrução para o dia 25 de junho deste ano. O documento foi assinado pelo magistrado na última quarta-feira (29) e destacou trechos do primeiro exame médico pericial emitido pela Junta Médica Oficial do Poder Judiciário.

De acordo com a perícia, na época do crime, Amanda apresentava um quadro compatível com transtorno de personalidade borderline, traços comportamentais antissociais, bulimia nervosa e transtorno dismórfico corporal.

“Em seus atos, claramente, podemos observar características de planejamento, premeditação e os cuidados para que sua intenção de cometer o ato ilícito não fosse descoberto”, diz um trecho do laudo.

Amanda Partata é acusada de matar o ex-sogro e a mãe dele após oferecer alimentos contaminados às vítimas, em Goiânia. O exame foi feito após um pedido da defesa de Amanda, ao qual a Justiça aceitou no início do mês de abril.

Mulher que envenenou o ex-sogro e a mãe dele em Goiás fez compras antes do crime

O exame foi feito pela junta médica do Tribunal de Justiça de Goiás. Os médicos entrevistaram Amanda Partata e ouviram a mãe dela, para entender como era o comportamento dela desde a infância.

Segundo o documento, a conclusão é que, a partir do ponto de vista psiquiátrico forense, Amanda Partata não apresenta qualquer limitação cognitiva, retardo mental, além de também não ter sido identificado qualquer evidência de doença mental.

Leonardo Pereira Alves e a mãe Luzia Tereza Alves — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O envenenamento aconteceu no dia 17 de dezembro de 2023, quando Amanda foi até a casa da família do ex-namorado levando um café da manhã, com pão de queijo, biscoitos, suco e bolos de pote. Conforme as investigações, como a denunciada fingia que estava grávida do filho de Leonardo, era bem aceita na família.

Antes do crime, segundo as investigações, a advogada comprou 100 ml de um veneno e aplicou em dois bolos de pote. A quantidade, conforme a perícia, é suficiente para matar várias pessoas. Amanda também pesquisou na internet por “qual exame de sangue detecta” o veneno, “tem como descobrir envenenamento” e se a substância que ela colocaria nos potes tinha gosto.

Pesquisas feitas na internet pela Amanda Partata; borrões referem-se ao nome do veneno utilizado e localização. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Em depoimento, o tio do ex-namorado de Amanda, de 60 anos, afirmou que se recusou a comer o bolo de pote oferecido pela advogada porque perderia o apetite para o almoço. Já o marido de Luzia, de 82 anos, disse que não comeu por ter diabetes.

Em depoimento à Polícia Civil, o idoso revelou que a esposa também tinha a doença e que chegou a pensar em pedir que Amanda não desse o doce para Luzia. Mas segundo ele, como sempre foi muito simples, não teve coragem de desagradar a advogada. O idoso também disse que viu a esposa e o filho ‘agonizarem de dor’ após comerem bolos envenenados.

A perita criminal Mayara Cardoso informou que foi realizado um exame toxicológico em amostras coletadas no local do crime e amostras retiradas dos corpos das vítimas. Ao todo, foram feitos mais de 300 testes para agrotóxicos, remédios e outras substâncias – todos apontaram negativo.

Após a polícia ter acesso à nota fiscal da compra do veneno, a perícia conseguiu testar e confirmar a presença dele nos corpos de Leonardo e Luzia. O nome da substância não foi divulgado.

Comprovante do pedido do veneno; Mesmo número que consta na caixa de papelão que ela recebeu no hotel em que estava hospedada um dia antes do crime — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Pela câmera do elevador do hotel onde Amanda estava hospedada, em Goiânia, a polícia conseguiu registrar imagens de quando ela recebeu uma caixa de papelão de um laboratório, onde possivelmente, segundo a polícia, estavam as doses do veneno (veja foto acima).

Veja abaixo os crimes que Amanda é acusada:

  • Homicídio consumado triplamente qualificado (pelo motivo torpe, emprego de veneno e dissimulação) contra Leonardo Pereira Alves, pai do ex-namorado de Amanda.
  • Homicídio consumado triplamente qualificado (pelo motivo torpe, emprego de veneno e dissimulação) e agravado pela idade contra Luzia Alves, avó do ex-namorado de Amanda.
  • Homicídio tentado duplamente qualificado (pelo motivo torpe e pelo emprego de veneno) praticado contra o tio do ex-namorado de Amanda.
  • Homicídio tentado duplamente qualificado (pelo motivo torpe e pelo emprego de veneno) e agravado pela idade da vítima contra o avô do ex-namorado de Amanda.

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DJ Jiraya Uai denuncia que caminhoneiro bateu no carro dele e fugiu

O DJ Jiraya uai teve um prejuízo de R$ 25 mil após um caminhão bater na lateral do carro dele e fugir na tarde desta quarta-feira (29), na Avenida Perimetral Norte, em Goiânia. O músico tem um Corolla equipado com som automotivo e que brilha com luz fluorescente, avaliado em mais R$ 240 mil.

O caminhoneiro não foi identificado e o nome da empresa responsável pelo caminhão não foi divulgado. Por esse motivo, o g1 não localizou a defesa deles para pedir um posicionamento ou uma entrevista até a última atualização desta reportagem.

DJ Jiraya Uai denuncia que caminhoneiro bateu no carro dele e fugiu — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na tarde desta quinta-feira (30), Jiraya uai contou que, após o caminhão bater no carro dele, o caminhoneiro fugiu. “A gente tentou entrou em contato com o pessoal da empresa e eles falaram que não vão pagar, que podia postar e fazer mídia. Eles ainda debocharam de mim”, denunciou.

Carro é avaliado em mais R$ 240 mil, equipado com som automotivo e brilha com luz fluorescente — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O músico ainda publicou um desabafo sobre a situação e um vídeo do momento em que ele levou o carro na oficina para conserto. “É vontade de chorar. O cara simplesmente entrou e não parou, não deu satisfação de nada e vazou, acabou com o meu carro. Vou para minha casa, desisto”, desabafou.

Músico ainda publicou um desabafo sobre a situação

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