Novo leilão da Receita Federal tem veículos com lances a partir de R$ 800 em Goiás; veja como participar | Goiás
Lidiane 21 de março de 2024
A Receita Federal abriu edital para leiloar mercadorias apreendidas ou abandonadas em todo o país. As propostas podem ser feitas pela internet até as 21 horas da próxima segunda-feira (25). Alguns lotes estão disponíveis para visitação na Grande Goiânia, mas é possível arrematar itens de todo os país.
Entre os itens estão carros de passeio, carretas, motos, smartphones, eletrônicos e até bebidas, como vinhos e espumantes. Qualquer pessoa pode participar dos lances, exceto para lotes específicos que reúnem material de sucata, que só podem ser adquiridos por empresas que possuam registro de desmontagem.
Embora as propostas possam ser apresentadas com antecedência, o edital será aberto para lances ao vivo na terça-feira (26). O trâmite será feito pelo centro virtual de atendimento da Receita Federal. É importante se cadastrar previamente para participar.
De acordo com o edital, o pagamento dos lotes arrematados deverá ser feito de formar integral até o primeiro dia útil subsequente à transferência de posse do item ou em até dez dias corridos, contados a partir da emissão do documento.
Em Goiás, é possível visitar mais de 120 itens que integram o leilão no depósito da Receita Federal, localizado em Senador Canedo, ou em armazém situado no Polo Empresarial Goiás, em Aparecida de Goiânia. As visitas serão encerradas às 12h desta quinta-feira (21).
É possível apresentar proposta para itens de qualquer região do país. Outros lotes estão disponíveis em Campo Grande (MS), Corumbá (MS), Cuiabá (MT), Mundo Novo (MS), Ponta Porã (MS).
Veja lista de itens que integram o leilão da Receita Federal e que estão disponíveis para visitação na Grande Goiânia:
Depósito de Mercadorias Apreendidas – Avenida Minas Gerais com Avenida São Paulo s/n, Vila Galvão, Senador Canedo:
- Lote 299 – Chevrolet Meriva avaliado em R$ 22 mil – Lance mínimo R$ 6 mil
- Lote 300 – Caminhoneta Volkswagem Kombi avaliado em R$ 32,9 mil – Lance mínimo R$ 11 mil
- Lote 316 – Micro-ônibus KIA Besta avaliado em R$ 40 mil – Lance mínimo de R$ 10 mil
- Lote 318 – Caminhão Mercedes-Benz Axor avaliado em mais de R$ 251 mil – Lance mínimo de R$ 50 mil
- Lote 320 – Carreta Semi-reboque Krone avaliada em R$ 40 mil – Lance Mínimo de R$ 10 mil
- Lote 321 – Caminhão Mercedes-Benz L 608 avaliado em R$ 29 mil – Lace mínimo de R$ 7 mil
Polo Empresarial Goiás – FC LOG Armazenagem e Distribuição – Rua Xavier de Almeida, s/n, quadra 21, lote 05
- Lote 294 – Ford Focus avaliado em R$ 25 mil – Lance mínimo de R$ 8,5 mil
- Lote 295 – Carreta Semi-reboque Guerra avaliada em R$ 65 mil – Lance mínimo de R$ 12 mil
- Lote 296 – Fiat Siena avaliado em mais de R$ 6,8 mil – Lance mínimo de R$ 3 mil
- Lote 297 – Caminhão Mercedez-Bens avaliado em R$ 132 mil – Lance mínimo de R$ 40 mil
- Lote 298 – Chevrolet Vectra Sedan avaliado em mais de R$ 37 mil – Lance mínimo de R$ 12 mil
- Outros veículos populares com lances a partir de R$ 800
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Presidente da Comurg renuncia ao cargo após operação apontar suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Goiânia | Goiás
Lidiane 21 de março de 2024
O presidente da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Alisson Borges, renunciou ao cargo após ser alvo de operação que investiga esquema de corrupção na Prefeitura de Goiânia. Segundo a Polícia Civil, 32 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Paço Municipal, em empresas e em residências dos servidores (veja abaixo quem são os alvos da operação).
A Comurg informou que colabora com as investigações da Polícia Civil e contribui com o acesso das equipes da polícia a todos os documentos necessários. Além disso, a companhia afirmou que Alisson Borges quer disputar as eleições neste ano e, por isso, já pretendia deixar o cargo até o 6 de abril – veja nota na íntegra no final do texto.
A investigação aponta que os envolvidos se uniram para vencer licitações promovidas pelos órgãos investigados, que eram ofertadas em concursos realizados em forma de pregão eletrônico. Foram identificadas supostas fraudes em cinco licitações em que os investigados supostamente se uniram para vencer os lotes de maior valor, excluindo assim os outros concorrentes por meio do crime conhecido como “mergulho de preço”.
A Polícia Civil informou que 10 contratos em favor dos investigados foram gerados a partir das cinco licitações com suspeita de fraude. Mais de R$ 50 milhões foram recebidos por meio dos contratos, que consistiam em fornecer materiais para construção das obras de recapeamento da malha asfáltica que é executada pela Prefeitura de Goiânia.
A investigação apontou que as empresas vencedoras das licitações de fornecimento de emulsão asfáltica não tinham autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para comercializar o produto. Uma certidão falsa de autorização foi apresentada para vencer a licitação.
O lance ofertado para vencer essa licitação estava abaixo do valor de custo do produto, que é vendido exclusivamente pela Petrobras. Um esquema de superfaturamento dos valores, prazos e quantidades a serem fornecidas também foram identificados em outros contratos feitos pelos órgãos.
Veja quem são os alvos da operação:
Compõe o núcleo empresarial investigado:
- José Teodoro de Oliveira e sua ex-esposa, Wilma Alves de Sousa, que são sócios das empresas Comercial J. Teodoro Ltda;
- Raimundo Rairton Paulo de Assunção e sua esposa Jakeline Dutra de Aguiar Assunção, que são sócios administradores das empresas Sobrado Materiais para Construção Eireli e Gyn Comercial e Atacadista Ltda.
Compõe o núcleo de funcionários públicos investigados:
- Alisson Silva Borges (Diretor-Presidente da COMURG)
- Denes Pereira Alves (Secretário Municipal de Infraestrutura Urbana de Goiânia e ex-Secretário Municipal de Administração, o qual cumulou os referidos cargos até o final do ano passado)
- Edimar Ferreira da Silva (Diretor de Urbanismo da Comurg)
- Adriano Renato Gouveia (Diretor administrativo-financeiro da Comurg)
- Luan Deodato Machado Alves (Presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente)
Além dos pregoeiros, gestores e fiscais das licitações e contratos supostamente fraudados, a saber:
- Ana Paula Salviano Campos (Pregoeira da Comurg)
- Mônica Luíza Vicznevski (Pregoeira da Comurg)
- Suzana Carneiro de Oliveira (Pregoeira da Comurg)
- Kerley Lanuce Pereira de Araújo (Gestor de Contratos da Comurg)
- Luiz Sávio Dias Cardoso (Fiscal de Contratos da Comurg)
- José Fernandes de Queiroz Júnior (Gestor de Contratos da Comurg)
- Nilton César Pinto (Fiscal de Contratos da Comurg)
- Wellington Alves de Oliveira (Fiscal de Contratos da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana de Goiânia – Seinfra)
- Cleverson Alves Ferreira (Pregoeiro da Semad)
- Hendy Adriana Barbosa de Oliveira (Pregoeira da Comurg)
- Mylenna Francisco Araújo (Pregoeira da Comurg)
- Suziane da Silva Sampaio (Fiscal de Contratos da Amma)
- Elissa Andrade Zago Ribeiro (Fiscal de Contrato da Amma)
Nota da Comurg na íntegra:
A Companhia de Urbanização de Goiânia – Comurg – informa que colabora com as investigações da Polícia Civil e contribui com o acesso das equipes da polícia a todos os documentos necessários.
Informa ainda que o presidente Alisson Borges possui pretensão político eleitoral no ano de 2024, razão pela qual já teria que se descompatibilizar do cargo até o dia 6 de abril, sendo assim resolveu antecipar sua saída, apresentando nesta data ao Prefeito Rogério Cruz, seu pedido de renúncia do cargo.
Nota Prefeitura de Goiânia na íntegra
A Prefeitura de Goiânia informa que colabora com as investigações da Polícia Civil e está contribuindo com o acesso de equipes de policiais aos locais que estão sendo visitados para coleta de equipamentos ou documentos.
A Prefeitura de Goiânia reúne informações sobre o objeto das investigações para prestar todos os esclarecimentos com transparência.
A Prefeitura de Goiânia reforça o seu compromisso com a transparência pública e acredita na elucidação dos fatos por parte das forças policiais de investigação.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Programa Alfabetização e Família, do Governo de Goiás tem vagas para jovens e adultos
Lidiane 20 de março de 2024
Meta da Secretaria da Educação (Seduc) é reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional, até o final do próximo ano
Quem não teve a oportunidade de frequentar a escola quando criança tem uma segunda chance de aprender com o Programa Alfabetização e Família, do Governo de Goiás.
A iniciativa oferece cursos gratuitos para jovens e adultos com 15 anos ou mais, inclusive idosos, e está com vagas abertas para o ano letivo de 2024 nos 246 municípios goianos.
O programa funciona com recursos do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Fundo Protege) e dentro do Goiás Social, sob coordenação da primeira-dama Gracinha Caiado.
“Saber ler e escrever é um direito de todo cidadão, mas, infelizmente, muitos passam a vida toda sem conseguir acessar esse direito. Com esse programa, garantimos mais dignidade e autonomia a milhares de goianos em vulnerabilidade por meio da educação”, destaca.
Alfabetização e Família
A meta da Secretaria da Educação (Seduc) é reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional até o final do próximo ano, conforme estabelece o Plano Nacional de Educação (PNE) para o período de 2015 a 2025.
O objetivo é melhorar os conhecimentos daquelas pessoas que até conseguem reconhecer letras e números, mas têm dificuldades de interpretar mesmo conteúdos simples.
O curso tem duração de quatro a seis meses e as aulas duram duas horas diárias. Neste ano, o investimento feito no programa será de R$ 4,2 milhões. Para estimular os estudantes, o Estado entrega kits de uniformes, materiais escolares e ainda os livros didáticos.
Os interessados devem procurar uma das Coordenações Regionais de Educação, munidos de documentos pessoais, e fazer a inscrição.
Vagas
Lançado em 2021, o Programa Alfabetização e Família já alcançou mais de 100 municípios. Este ano, entra em sua quarta etapa, com previsão de abertura de 600 novas turmas, de forma a atender até 6 mil alunos. As 40 primeiras turmas já foram formadas e estão frequentando as aulas desde o início do mês.
“Oferecemos educação para as pessoas cuja oportunidade não passou na hora certa. É uma educação para o adulto, que faz sentido na vida dele”, explica a secretária da Educação, Fátima Gavioli.
O Cine Teatro São Joaquim, na cidade de Goiás, recebe neste sábado (23/03), às 19 horas, o espetáculo “Cora Coralina: Sobre Figos e Folhas”, realizado pelo grupo Aprumano a Matula. A montagem é um projeto contemplado pelo Fundo de Arte e Cultura (FAC), mecanismo de fomento do Governo de Goiás, gerenciado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult).
A apresentação terá intérprete de libras, e a entrada é gratuita.
Cora Coralina
“Sobre Figos e Folhas” traz à tona a montanha-russa de emoções e vivências em diversos momentos da mulher Cora Coralina. Quem é Cora? Quem é Ana? O texto retrata Cora Coralina como personagem com suas histórias de forma poética. Uma mulher que, além de doceira e escritora, tem inúmeras faces a serem reveladas. E a Ana sempre gostou de ser a Cora.
Com foco no feminino, o grupo realiza projetos desde 2017 e mantém suas atividades por meio de editais de financiamento público para cultura, como o FAC.
“Ficamos muito felizes, pois é uma oportunidade de reorganizar o grupo, amadurecer e nos prepararmos para novos trabalhos. Acreditamos que ser contemplados por esse edital de manutenção de grupos nos colocou justamente nesse lugar de revisar nossos projetos e unir forças para continuar a caminhada”, explica Ilmara Damasceno, integrante do grupo.
Serviço
Espetáculo: Cora Coralina: Sobre Figos e Folhas
Direção e dramaturgia: Ribamar Ribeiro
Data: Sábado (23/03), às 19h
Local: Teatro São Joaquim – cidade de Goiás
Entrada gratuita
Sessão: Livre
Quase meio milhão de reais é apreendido na casa do presidente da Comurg durante operação que investiga corrupção na Prefeitura de Goiânia, diz polícia | Goiás
Lidiane 20 de março de 2024
Quase R$ 500 mil são apreendidos na casa do presidente da Comurg durante operação, diz PC
A operação da Polícia Civil (PC) que investiga um suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Goiânia aprendeu R$ 431 mil na casa do presidente da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Alisson Silva Borges. Segundo a polícia, pelo menos dois sacos transparentes com dinheiro em espécie foram levados na manhã desta quarta-feira (20) para a Delegacia Estadual de Combate a Corrupção (DECCOR) (veja o vídeo acima).
O g1 pediu um posicionamento para a Comurg, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O g1 não localizou a defesa de Alisson Silva Borges.
O prefeito Rogério Cruz deu uma coletiva de imprensa e disse que o Paço irá pedir que o presidente da Comurg, Alisson Silva Borges, e os demais funcionários da companhia que estejam sendo investigados sejam afastados. Rogério Cruz ainda negou que tivesse conhecimento das irregularidades apuradas e destacou que nenhum outro servidor será afastado até que a prefeitura tenha mais informações do inquérito da Polícia Civil.
A investigação apura um suposto esquema de fraudes em licitações do recapeamento asfáltico na capital. Apesar disso, o prefeito afirmou que as obras que atualmente acontecem na cidade não serão paralisadas. Segundo a PC, a operação aconteceu de forma simultânea na Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Secretária Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra), Secretaria Municipal de Administração (Semad) e Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma).
Em nota, a Prefeitura de Goiânia informou que está colaborando com as investigações da Polícia Civil e contribuindo com o acesso das equipes aos locais que estão sendo visitados para coleta de equipamentos ou documentos. (nota na íntegra no final do texto)
De acordo com a DECCOR, os outros alvos da operação são: Denes Pereira Alves, secretário municipal de Infraestrutura Urbana e ex-secretário municipal de Administração, o qual cumulou os referidos cargos até o final do ano passado; Edimar Ferreira da Silva, Diretor de Urbanismo da Comurg; Adriano Renato Gouveia, Diretor Administrativo Financeiro da Comurg; Luan Deodato Machado Alves, Presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma).
Como funcionava o esquema?
De acordo com a DECCOR, as empresas vencedoras das licitações não possuíam autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para comercializar os produtos. Ainda segundo a delegacia, as empresas teriam apresentado certidões falsas que pertenciam a outra empresa para vencer a licitação.
Segundo a delegacia, os valores ofertados nos lances para vencer as licitações eram menores que o valor de custo do mesmo produtor vendido pela Petrobras, sendo essa a única fornecedora deste tipo de material.
Segundo a DECCOR, são investigados os crimes de fraude em licitações e contratos, modificação irregular de contratos, peculato, corrupção ativa e passiva e constituição de organização criminosa. Ainda de acordo com a delegacia, os crimes estariam sendo praticados desde 2022.
Ao todo são cumpridos 32 mandados judiciais de busca e apreensão, sendo 4 em sedes de órgãos públicos municipais, 3 em sedes de empresas e 25 para pessoas físicas. Conforme divulgou a delegacia, mais de 100 policiais de várias delegacias da capital estão envolvidos na operação.
Segundo a Polícia Civil, na casa do presidente da Amma, Luan Alves, foram encontradas diversas armas que não foram apreendidas, uma vez que ele comprovou via documentos que as armas são dele e que ele é Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC). Ainda segundo os investigadores, o presidente da Amma teria uma empresa de comercialização de armas que é regularizada.
Os policiais recolheram documentos e acessando os computadores para localizar e reunir documentos que comprovem as fraudes investigadas pela delegacia. Conforme apurou a polícia, os envolvidos alteravam os preços dos itens de licitações e após serem selecionadas na licitação essas empresas solicitavam aditivos no contrato para conseguir entregar os materiais que estavam descritos no edital.
Segundo a Polícia Civil, foram identificados dois núcleos envolvidos no suposto esquema criminoso, um deles era composto pelos sócios administradores das empresas usadas para a prática dos crimes e outro era formado por funcionários públicos responsáveis pelas licitações e contratos que teriam sido fraudados.
De acordo com a DECCOR, durante as investigações foi apurado que os investigados que compõe o núcleo empresarial se uniram para vencer as licitações que eram promovidas pelos órgãos públicos investigados.
Nota prefeitura de Goiânia
A Prefeitura de Goiânia informa que colabora com as investigações da Polícia Civil e está contribuindo com o acesso de equipes de policiais aos locais que estão sendo visitados para coleta de equipamentos ou documentos.
A Prefeitura de Goiânia reúne informações sobre o objeto das investigações para prestar todos os esclarecimentos com transparência.
A Prefeitura de Goiânia reforça o seu compromisso com a transparência pública e acredita na elucidação dos fatos por parte das forças policiais de investigação.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Prefeitura de Goiânia diz que colabora com operação contra corrupção em secretarias | Goiás
Lidiane 20 de março de 2024
A Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor) apura um suposto esquema de fraude na Prefeitura de Goiânia. Ao todo, 32 mandados de busca e apreensão foram expedidos.
A operação apura os crimes de fraude em licitações, modificação irregular de contratos, peculato, constituição de organização criminosa, corrupção ativa e passiva. De acordo com a investigação, os crimes começaram a ser praticados em 2022.
Ainda segundo a Polícia Civil, os crimes eram cometidos na Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Secretaria Municipal de Infraestura Urbana (Seinfra), Secretaria Municipal de Administração (Semad) e Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma).
Foram identificados dois núcleos envolvidos nos supostos crimes, um deles, com sócios administradores das empresas usadas para a prática das ilegalidades e outro composto por servidores públicos responsáveis por licitações e contratos supostamente fraudados.
A investigação ainda aponta que os envolvidos se uniram para vencer licitações promovidas pelos órgãos investigados, que eram ofertadas em concursos realizados em forma de pregão eletrônico. Foram identificadas supostas fraudes em cinco licitações em que os investigados supostamente se uniram para vencer os lotes de maior valor, excluindo assim os outros concorrentes por meio do crime conhecido como “mergulho de preço”.
A Polícia Civil aponta que 10 contratos em favor dos investigados foram gerados a partir das cinco licitações com suspeita de fraude. Mais de R$ 50 milhões foram recebidos por meio dos contratos, que consistiam em fornecer materiais para construção das obras de recapeamento da malha asfáltica que é executada pela Prefeitura de Goiânia.
A investigação apontou que as empresas vencedoras das licitações de fornecimento de emulsão asfáltica não tinham autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para comercializar o produto. Uma certidão falsa de autorização foi apresentada para vencer a licitação.
O lance ofertado para vencer essa licitação estava abaixo do valor de custo do produto, que é vendido exclusivamente pela Petrobras. Um esquema de superfaturamento dos valores, prazos e quantidades a serem fornecidas também foram identificados em outros contratos feitos pelos órgãos.
Além dos mandados de busca e apreensão, foram autorizadas medidas judiciais para o afastamento dos sigilos bancários e fiscais de 29 investigados, além da suspensão dos contratos com suspeitas de fraudes. No total, 160 policiais civis e oito peritos criminais estão empenhados na operação.
Nota da Prefeitura de Goiânia
A Prefeitura de Goiânia informa que colabora com as investigações da Polícia Civil e está contribuindo com o acesso de equipes de policiais aos locais que estão sendo visitados para coleta de equipamentos ou documentos.
A Prefeitura de Goiânia reúne informações sobre o objeto das investigações para prestar todos os esclarecimentos com transparência.
A Prefeitura de Goiânia reforça o seu compromisso com a transparência pública e acredita na elucidação dos fatos por parte das forças policiais de investigação.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Matéria em atualização.
Brincadeira ao volante, alta velocidade e capotamento: Entenda como aconteceu acidente que matou estudante aprovada em medicina | Goiás
Lidiane 20 de março de 2024
Vídeo mostra acidente que matou estudante aprovada em medicina
A estudante Julia Ferreira Demétrio, de 19 anos, morreu após um acidente de carro em uma avenida de Catalão, na região sudeste de Goiás. O g1 reuniu informações sobre como o acidente aconteceu – veja abaixo.
Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que o motorista do carro em que ela estava perdeu o controle – assista acima. O acidente aconteceu por volta das 5h40 de sábado (16), na Avenida Espírito Santo, no Loteamento Paqueta.
Ao g1, o delegado Pedro Democh explicou que Julia Demétrio estava no banco de trás na hora do acidente. A irmã de Julia, Beatriz Demétrio, contou que a estudante estava voltando de uma festa, com 4 pessoas no carro, quando o acidente aconteceu.
Segundo Beatriz , o suspeito estava bêbado e brincando de ultrapassagens no trânsito antes de capotar o carro. Ela contou que, durante essa “brincadeira”, o motorista foi fechado por outro carro, perdeu o controle e capotou.
Segundo a irmã, após o acidente, o suspeito foi ajudado por amigos e fugiu do local. “Eles desviraram o carro, adulterando a cena do crime. Outro carro com ‘amigos’ dele o tiraram do local e ele fugiu”, afirmou.
Segundo o delegado Pedro Democh, o suspeito estava em alta velocidade e dirigindo enquanto bebia.
“De acordo com a perícia, ele estava em torno de 85 km/h. A velocidade máxima da via é 60km/h”, explicou o delegado.
Julia chegou a ser socorrida por outras pessoas. Depois foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil prendeu o motorista. O mandado de prisão preventiva foi cumprido na segunda-feira (18). O motorista, de 26 anos, chegou à delegacia acompanhado de três advogados. À TV Anhanguera, um deles negou que o jovem estivesse bêbado e afirmou que ele apenas tinha bebido energético.
Júlia era filha de um bombeiro militar. Segundo a irmã, Júlia foi aprovada em medicina na Universidade Paulista (Unip), em Campinas, São Paulo. Nas redes sociais, a jovem compartilhava diversos momentos com a família e amigos, sempre com um sorriso no rosto e esbanjando alegria.
“Sempre foi uma pessoa caridosa, adorava ajudar todo mundo, seria uma profissional excelente. Ela era muito querida, sempre tinha uma palavra de consolo para quem precisava, se preocupava muito com a família e tinha o maior coração desse mundo”, disse a irmã.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Motociclista morre após bater contra poste, em Goiás; vídeo – Reprodução/TV Anhanguera
Um motociclista morreu após bater contra um poste, na avenida da Cana, em Santa Helena de Goiás, região localizada no sudoeste do estado. Câmeras de segurança próximas ao local do acidente registraram o momento em que Marcus Vinícius Alves, de 26 anos, realizou uma curva com o veículo, subiu no meio fio e colidiu com a rede de energia elétrica. (Veja vídeo na íntegra).
O acidente aconteceu no último sábado (16), por volta das 19h30. Uma pessoa que estava passando no local do acidente reconheceu a vítima e informou para a esposa do trabalhador, Vera Lúcia, sobre a tragédia. Nas redes sociais, a mulher realizou uma publicação no domingo (17), lamentando a morte do companheiro.
De acordo com a Polícia Civil, a causa do acidente foi devido à má condução do veículo automotor. Ainda segundo a polícia, as documentações tanto do motorista, quanto do veículo estavam normalizadas.
O Corpo de Bombeiros apontou que o jovem foi resgatado com vida e encaminhado ao Hospital de Urgências de Santa Helena, mas não resistiu aos ferimentos. Ele faleceu durante a madrugada de domingo (17). Marcus Vinícius sofreu múltiplas lesões e fraturas corporais.
*Victoria Vieira é integrante do programa de estágio entre TV Anhanguera e Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), sob orientação de Millena Barbosa.
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Vídeo mostra acidente que matou estudante aprovada em medicina
Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento do acidente que matou a estudante Júlia Ferreira Demétrio, de 19 anos, em Catalão, na região sudeste de Goiás – assista acima. Segundo as investigações, além de não ter prestado socorro à vítima, o motorista estava bêbado. A vítima tinha sido aprovada em medicina no início deste ano.
A Polícia Civil prendeu o motorista suspeito de causar o na segunda-feira (18). Segundo o delegado Pedro Democh, o suspeito estava alta velocidade e dirigindo enquanto bebia.
“De acordo com a perícia,, ele estava em torno de 85 km/h. A velocidade máxima da via é 60km/h”, explicou o delegado Pedro Democh.
À TV Anhanguera, um dos defensores do motorista negou que o jovem estivesse bêbado e explicou que ele apenas tinha bebido energético. “Se um carro capotar ou tiver algum acidente e ali próximo tiver latinha não quer dizer, necessariamente, que aquele elemento estava dentro do carro. Então, as investigações têm que avançar para que se prove isso”, argumentou o advogado Leandro de Paula.
As investigações também constataram que o motorista fugiu do local do acidente sem prestar socorro à estudante. Ela chegou a ser socorrida por outras pessoas. Depois foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Outras duas pessoas que estavam dentro do carro sobreviveram sem ferimentos.
O motorista poderá ser indiciado por omissão de socorro e homicídio doloso, quando há intenção de matar, por ter assumido o risco de dirigir embriagado. Ele foi encaminhado para o presídio de Catalão.
O acidente aconteceu por volta das 5h de sábado (16), na Avenida Espírito Santo, no Loteamento Paqueta. A irmã de Julia, Beatriz Demétrio, contou ao g1 que a estudante estava voltando de uma festa com 4 pessoas no carro de conhecidos quando o acidente aconteceu.
“O motorista foi ‘ajudado’ por amigos e fugiu do local. Precisamos descobrir quem são esses amigos, são cúmplices desse irresponsável”, desabafou Beatriz.
Júlia era filha de um bombeiro militar e, por respeito à família do colega, o Corpo de Bombeiros disse que não iria fornecer informações sobre o caso à imprensa.
A irmã de Júlia também contou que a estudante foi aprovada em medicina na Universidade Paulista (Unip), em Campinas, São Paulo. Nas redes sociais, a jovem compartilhava diversos momentos com a família e amigos, sempre com um sorriso no rosto e esbanjando alegria.
“Sempre foi uma pessoa caridosa, adorava ajudar todo mundo, seria uma profissional excelente. Ela era muito querida, sempre tinha uma palavra de consolo para quem precisava, se preocupava muito com a família e tinha o maior coração desse mundo”, finaliza.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Homem que matou cantora em bar após briga por ele usar banheiro feminino confundiu folha de babosa com faca, diz marido | Goiás
Lidiane 19 de março de 2024
Homem mata mulher após ela reclamar de ele ter usado banheiro feminino de bar
O homem que matou a cantora Shirlene da Silva Alves, de 36 anos, após uma briga por ele usar o banheiro feminino de um bar confundiu uma folha de babosa com uma faca, conta o marido da vítima. O caso é investigado pelo delegado João Paulo Vieira e, até o momento, o suspeito não foi preso.
“Eu tirei a babosa da sacola e gritei: ‘é uma babosa’. Ele deu três tiros e tirou minha mulher de mim”, desabafou Valdeci Araújo à TV Anhanguera.
O crime aconteceu na noite de domingo (17), em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a Polícia Civil (PC), a vítima foi atingida na cabeça e morreu no local. Já o autor dos disparos, que não teve o nome divulgado, foi identificado e deve responder por homicídio qualificado.
Ao g1, o delegado contou que o suspeito e a esposa estavam no mesmo bar que a vítima e o marido. De acordo com a polícia, Shirlene discutiu com o suspeito após ele usar o banheiro feminino ao invés do masculino e, minutos depois da briga, ela pediu para o marido buscar as folhas de babosa em casa.
“Ela pediu para eu buscar a babosa para dar para uma amiga. Eu fui e coloquei dentro de uma sacola”, detalha Valdeci.
Ao voltar para o bar com as folhas de babosa na sacola, segundo o marido da vítima, a esposa do suspeito pensou que era uma faca e gritou alertando. “Ela gritou: ‘meu bem, ele está armado’”, lembra Valdeci. Segundo o delegado, apesar de ver que era uma babosa, o suspeito atirou contra Shirlene.
“Ele tirou a babosa da sacola e mostrou para todo mundo: ‘não é arma’. Deu tempo do suspeito ver que não era uma faca e mesmo assim efetuou os disparos”, afirma João Paulo.
O delegado destaca que o crime teve um motivo fútil e com recurso que dificultou a defesa da vítima. “Já temos a autoria e a motivação. Estamos em diligências e vamos finalizar a investigação o mais rápido possível”, afirmou. De acordo com o investigador, o suspeito ainda deve ser preso.
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