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31 de agosto de 2025
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Polícia investiga morte de jovem de 19 anos em Goiânia

Uma jovem de 19 anos foi encontrada morta após desaparecer ao sair de casa, em Goiânia. Pâmela Carneiro Araújo morava com a família em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, e, segundo o irmão, não tinha o costume de sair sozinha de casa por causa de uma deficiência mental.

A família, que mora no setor Belo Horizonte, denunciou o desaparecimento da jovem no dia 13 de março e o corpo de Pâmela foi encontrado no dia 14, em uma zona rural, no setor Residencial Campos Elísios. O caso será investigado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

O irmão de Pâmela, Lucas levy, contou que a jovem não saía de casa sozinha. “Ela tem a mente de criança e não podia sair de casa sozinha. Ela ia na porta e a gente ia atrás dela”, conta. No dia em que ela desapareceu, ele estava com ela em casa e, por causa de uma cirurgia, não viu quando ela saiu.

Ao dar falta da irmã em casa, Lucas começou a procurá-la e chamou a mãe e outra irmã para ajudá-lo. “No mesmo dia a gente procurou ela em todo lugar aqui no setor e já chamou a polícia”, lembra. Segundo a irmã, Letícia Adriany, ela foi vista pela última vez na esquina de casa na noite do dia 13.

Jovem é encontrada morta após desaparecer ao sair de casa, em Goiânia, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/Lucas levy

Adriany conta que, no dia 14, recebeu uma ligação do Instituto Médico Legal (IML) pedindo para que ela fosse até o órgão. “[A Pâmela] foi encontrada sem vida, boiando em uma represa e só de short e sutiã. O blusão, a blusa e o celular dela estavam jogados perto de onde foi encontrada”, detalha a irmã.

A família acredita que Pâmela foi assassinada porque, segundo eles, a distância entre a casa deles e o local onde o corpo foi encontrado é de mais de 20 km. “Ela não saía da casa assim, queremos que a polícia encontre o monstro que fez isso, queremos justiça e que ele pague pelo que fez”, finaliza.

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VÍDEO: Lutador de MMA é morto a tiros em oficina de Goiânia

“Ele mesmo falou e nós verificamos que a intenção dele era fugir para a Bolívia depois desse crime, mas a Polícia Civil prendeu ele antes disso. Ele estava organizando com amigos essa fuga”, explicou o delegado.

O crime aconteceu dentro da oficina da vítima no dia 12 de março e a prisão dia 14. Segundo a polícia, Leandro teve a ajuda de um comparsa, que não teve o nome divulgado. O g1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito preso para um posicionamento até a última atualização desta reportagem.

A polícia detalhou que, durante a prisão, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital, Leandro confessou a autoria, deu detalhes do crime, mas desmentiu em depoimento formal na delegacia, segundo o delegado. No entanto, mesmo com a mudança no depoimento, Carlos Alfama explicou que a polícia tem uma série de provas que colocam Leandro como o assassino.

Leandro Marcos Gomes Pereira (à direita), preso suspeito de matar o lutador de MMA e empresário Paulo Henrique Rodrigues (à esquerda), em Goiânia — Foto: Montagem/g1

Vídeos mostram atirador invadindo oficina e fugindo após matar lutador de MMA

O lutador de MMA e empresário Paulo Henrique Rodrigues, de 28 anos, foi assassinado na Vila Adélia, próxima à Vila Canaã, em Goiânia. Vídeos mostram o atirador entrando e, em seguida, fugindo após os disparos (assista acima).

O delegado explicou que, apesar de Leandro Marcos Gomes Pereira ser o autor do crime, o comparsa teria o acompanhado no crime para “garantir que a vítima seria assassinada”.

A Polícia Civil apurou que Paulo Henrique Rodrigues foi assassinado porque teria ficado com a namorada do atirador, sem saber que ela era comprometida.

Paulo Henrique Rodrigues é morto a tiros dentro de oficina em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Eles se encontraram em uma festa e a vítima acabou fazendo uma brincadeira com a menina, o autor estava ao lado, acabou descobrindo que eles tinham ficado e não gostou da brincadeira. Isso gerou uma discussão entre eles”, explicou o delegado.

Depois de ficar com a mulher de Leandro, o lutador chegou a pedir desculpas a ele, após uma brincadeira com a namorada dele. Alfama explicou que, como Paulo Henrique não sabia do namoro, ele fez a brincadeira achando que Leandro era um amigo da moça e não teve a intenção de provocar o suspeito.

“Paulo se encontrou em uma festa com o Leandro e essa menina e fez uma brincadeira, perguntou para ela se ela estaria o traindo. Leandro acabou descobrindo que eles tinham ficado e não gostou da brincadeira, isso gerou uma discussão. Paulo pediu desculpas, mas o Leandro disse que quem perdoava era Deus”, explicou o delegado.

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Os participantes do evento em Goiânia tiveram um dia cheio de atividades e contaram com boas-vindas do diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick (Fotos Divino Batista)

O universo de startups foi destaque, no último sábado (16), em todo o território brasileiro com o Startup Day. O evento, realizado pelo Sebrae Nacional, aconteceu em 178 municípios, em todos os estados do país. Em Goiás, as cidades realizadoras do evento foram Goiânia, na sede do Sebrae, Rio Verde, no Sudoeste do estado, e Formosa, no Entorno do Distrito Federal. Em sua décima edição, o Startup Day não apenas promoveu conexões valiosas, mas também ofereceu insights inspiradores e oportunidades de networking em um ambiente repleto de energia empreendedora.

Os encontros em Goiás foram realizados em parcerias com grandes nomes do empreendedorismo e da inovação do estado. Em Goiânia, os parceiros do Sebrae foram o Black Star, o Hub Goiás, Startup GO, Mulheres GO, Startups Porto Digital e Join Community, e o evento reuniu cerca de 100 participantes. Em Rio Verde, a parceria ficou por conta do IFGoiano, Ceagre, IF4Business e Área 64, com 50 participantes. E em Formosa, o evento reuniu 160 participantes, e o Sebrae teve apoio de IESGO, UEG e IFG.

Segundo Athos Ribeiro, coordenador de Inovação do Sebrae Goiás, os encontros aconteceram de forma paralela em todas as regiões do Brasil, com o mesmo objetivo de celebrar a conexão da instituição com os seus diversos parceiros e com o foco em colocar as startups no protagonismo, no centro das discussões nesse dia. “Hoje o dia foi dedicado a trazer um pouco de discussão sobre o ambiente de startups, casos de sucesso, produtos e serviços do Sebrae e parceiros destinados ao desenvolvimento desses projetos”, explicou ele.

Athos Ribeiro com demais parceiros na realização do Startup Day

O coordenador lembrou ainda que o objetivo principal é de fato trazer luz para esses modelos de negócio considerando não só atuação do Sebrae, mas os diversos parceiros do ecossistema de inovação local. O superintendente de Inovação do Hub Goiás, Johnny Laranjeira, também esteve presente no evento e destacou a importância da inciativa para esse universo empreendedor.

Segundo ele, o Startup Day se faz muito importante para o ecossistema justamente pelo movimento de conexão que é feito durante o dia. “Então a gente teve aqui várias trocas de experiências, startups que vieram para cá e estão perguntando como é que se desenvolvem os frameworks, ou quem já tem e já teve sucesso. Todo esse movimento é necessário para o desenvolvimento dessas startups”, diz ele.

Share de 98% no Brasil

Elze Neto, head de Inteligência Artificial da Cilia Tecnologia, foi um dos palestrantes do evento de Goiânia com um case de sucesso. Ele contou sobre o desenvolvimento da empresa na qual faz parte, 100% goiana, e como ela conseguiu alcançar um mercado de 98% do território nacional, algo que antes via como impossível de ser atingido. “Estávamos nesse mercado automotivo e identificamos uma necessidade de tecnologias e de mudanças e começamos com ideias. Fomos tentando bater de porta em porta com essas ideias para conseguir investidores e parceiros”, disse.

Elze contou que teve muitas “portas na cara” e muitos momentos de dificuldade, em que todos os desenvolvedores falaram que não acreditavam na ideia. “Mas resolvemos insistir mesmo assim com aqueles que decidiram ficar, e hoje a gente atingiu investimentos de R$ 110 milhões no ano anterior, e também atingimos a marca de 98% do mercado com todas as grandes seguradoras, exceto o grupo Porto Seguro”, conta ele.

Elze Neto, da Cilia Tecnologia, passou importantes informações para os presentes

Outro caso de sucesso apresentado no evento foi do grupo Aliare pelo head de Operações do grupo, Leandro Xavier, que apresentou a trajetória de sucesso do Hub Conexa, que é um hub de inovação do Grupo Aliare. “Além de uma estrutura física para alocar pessoas, é também uma esteira de construção de novos negócios. Criamos um framework de desenvolvimento de negócios dentro do próprio hub, e hoje já temos oito negócios que saíram dessa esteira de desenvolvimento”, conta ele.

Segundo Leandro, o universo do agro é gigante de oportunidades, e a resistência geralmente acontece só na ponta, com o produtor. “E isso ainda depende do nível de maturidade, tem produtores mais tradicionais que a gente ainda tem dificuldades de acessar, mas já tem aqueles mais abertos para tecnologia. De qualquer forma, o nosso negócio atende praticamente toda a cadeia do agronegócio. Então tem produto para distribuição, cooperativas, para a indústria de máquinas e equipamentos… É uma gama muito grande de soluções”, completou.

Leandro Xavier, do Grupo Aliare, abordou o sucesso do hub de inovação da empresa

Dificuldades compartilhadas

Durante a programação na capital goiana, os participantes do Startup Day também tiveram um momento dedicado para falar sobre as dificuldades que os empreendedores do universo de tecnologia enfrentam ao decidirem empreender. Com o painel “Chorando as Pitangas” foi possível ouvir histórias reais de pessoas que passaram por dificuldades, mas ainda assim conseguiram se destacar no meio profissional.

Foi o caso da engenheira de Requisitos Gisely Oliveira, que mudou totalmente a carreira há cinco anos e se viu perdida no universo empreendedor. “Me vi sem rumo, eu tinha o conhecimento de empreendedorismo, mas não era suficiente para conseguir trilhar um caminho. Foi no Sebrae que me senti abraçada com projetos de tecnologia e inovação. Então foi no Startup Day de 2019, se eu não me engano, que recebi minha primeira proposta de trabalhar com tecnologia e com inovação, que foi na secretaria de Tecnologia aqui do estado”, relembrou.

Gisely conta que essa parte de empreender sempre fez parte de sua essência, só que mudar carreira e voltar não foi tarefa fácil. “Então, não só o Sebrae como empresa, mas as pessoas da instituição sempre me abraçaram. Na época foi com a BPW, depois com a secretaria, com os eventos de startup com parceria com o Sebrae, que vi que eu podia mudar a minha carreira e que tinha mercado para isso”, contou.

Gisely Oliveira (à esq.) relatou desafio e satisfação ao mudar rumos da carreira

A especialista pontuou ainda que a sociedade impõe que a mulher não seja criada para ir para a área de inovação. “Ninguém nunca ensinou a gente, mas quando eu cheguei lá e quando eu estou trilhando esse caminho, falo assim: ‘pode vir, você vai ter o apoio’. Então acho que parceiros e as comunidades são fundamentais nessa transição, tanto para quem é empreendedor e para quem está transitando de carreira”, acredita ela.

Experiências

A empreendedora Juliana Toledo, que trabalha com marketing digital e é dona de startup foi uma das participantes do evento. Atenta a toda programação, ela contou que achou muito interessante mostrar o lado das dificuldades para os empresários. “Esse painel do ‘Chorando as Pitangas’ permitiu que aprendêssemos com os erros de quem já trilhou esses caminhos”, avaliou. Ju Toledo, como é conhecida no meio empreendedor, pontuou a importância do evento para as conexões. “Encontrei algumas pessoas que eu já conhecia e conheci outras aqui também. Quando se trata de startups, a gente precisa de time de pessoas, precisamos dessa conexão tanto para incrementar nossa ideia quanto fazer a ideia se tornar produto na realidade”, acredita ela.

Público pôde tirar dúvidas e aprender com quem está na linha de frente das startups

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Na sede do Sebrae: Taissa Gracik – (62) 99887-5463

Na Regional Central | Goiânia: Agência Entremeios Comunicação / Adrianne Vitoreli – (62) 98144-2178

Acesse aqui a Vitrine do Sebrae Goiás.

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Erica Tavares Bueno morreu após a caminhonete em que estava bater contra um caminhão em Itauçu, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

1. Como aconteceu o acidente?

Erica Tavares Bueno, de 42 anos, morreu após a caminhonete em que estava bater contra um caminhão em Itauçu, na região central de Goiás. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma foto mostra que parte da caminhonete em que Erica e a família estava ficou debaixo da lateral do caminhão. A Polícia Científica esteve no local, mas a dinâmica do acidente não foi divulgada.

Erica Tavares Bueno morreu após a caminhonete em que estava bater contra um caminhão em Itauçu — Foto: Reprodução/Redes sociais

Nas redes sociais da empresa, ela compartilhava fotos com as roupas que vendia, além de vídeos de humor. Já pelo perfil pessoal, a empresária publicava diversas fotos com o marido e os filhos.

Amigos de Erica lamentaram a morte dela e disseram que a empresária era “uma grande mãe, esposa e amiga”. Pelas redes sociais, uma das filhas de Erica publicou fotos com a mãe junto do restante da família.

3. Quem estava na caminhonete com a vítima?

Erica Tavares Bueno, o marido e os filhos – Goiás — Foto: Reprodução/Redes sociais

Com Erica, estavam familiares e o marido dela. Sendo eles:

  • Filha da Erica: 19 anos;
  • Filho da Erica: 22 anos;
  • Neto de Erica e filho da jovem ferida: 1 ano;
  • Marido de Erica e motorista da caminhonete: 53 anos.

4. Quais são os feridos no acidente?

Ao g1, os bombeiros detalharam que Erica morreu e três pessoas ficaram feridas. Um dos ocupantes da caminhonete, filho da vítima, não ficou ferido. Veja abaixo a relação dos envolvidos:

  • Erica Tavares: mulher de 42 anos, morte confirmada no local do acidente
  • Filha da Erica: 19 anos, apresentava ferimentos e foi levada à UPA
  • Filho da Erica: 22 anos, não quis ser levado à UPA e saiu do local do acidente
  • Neto de Erica e filho da jovem ferida: 1 ano, apresentava ferimentos e foi levado à UPA
  • Marido de Erica e motorista da caminhonete: 53 anos, não tinha lesões aparentes, mas queixava de dores e foi levado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Os três receberam alta hospitalar.

5. O que aconteceu com o motorista do caminhão?

Segundo a Polícia Civil, o motorista do caminhão foi preso em flagrante. No sistema de informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), o processo foi registrado âmbito criminal como crimes de trânsito.

O motorista passou por audiência de custódia no domingo (17). O g1 não conseguiu contato com a defesa dele até a última atualização da reportagem.

A Polícia Civil investiga o caso e prendeu em flagrante o motorista do caminhão.

Amanda Bueno e a mão, Erica Tavares Bueno, que morreu após acidente de carro em Itauçu — Foto: Reprodução/Redes sociais

Uma das filhas da empresária Erica Tavares lamentou a morte da mãe. Nas redes sociais, Amanda Bueno postou um desabafo.

“Mãe, a senhora é um exemplo de ser humano, só Deus sabe a dor que todos nós estamos sentindo, sempre vou lembrar de você com esse sorriso maravilhoso, a senhora foi uma guerreira aqui na terra”, escreveu Amanda.

“Vou cuidar dos meus irmãos aqui na terra e a senhora e Deus cuida de nós daí do céu”, completou.

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Julia Ferreira Demétrio, de 19 anos, morreu após um acidente de carro, em Catalão, Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A estudante Julia Ferreira Demétrio, de 19 anos, morreu após um acidente de carro em uma avenida de Catalão, na região sudeste de Goiás. Ao g1, a família da jovem contou que ela foi aprovada em medicina no início deste ano.

Veja o que se sabe sobre o caso:

Quando e como o acidente aconteceu?

O acidente aconteceu por volta das 5h deste sábado (16), na Avenida Espírito Santo, no Loteamento Paqueta. Segundo a família, Julia voltava de uma festa com 4 pessoas no carro de conhecidos quando o acidente aconteceu.

O g1 questionou a Polícia Militar (PM) e Polícia Civil (PC) sobre como o acidente aconteceu, porém, ambas disseram não ter detalhes do ocorrido. Os bombeiros não se manifestaram em respeito à família da vítima.

Além de Julia, outras quatro pessoas estavam no carro. Somente a estudante se feriu gravemente e precisou ser levada para o hospital, onde morreu horas depois. As demais pessoas não tiveram as identidades reveladas.

Segundo a família da vítima, após o acidente, o motorista recebeu ajuda de amigos e fugiu do local. A Polícia Civil (PC) informou que ele se entregaria à polícia, mas isso não ocorreu até a última atualização desta matéria.

“O motorista foi ‘ajudado’ por amigos e fugiu do local. Precisamos descobrir quem são esses amigos, são cúmplices desse irresponsável”, desabafou Beatriz Demétrio, irmã da estudante.

Estudante aprovada em medicina morre após acidente de carro em avenida – Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

“O sonho dela era ser médica, estava super feliz pela aprovação e seria uma profissional excelente. Era a melhor pessoa que eu já vi”, disse.

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Jovem de 19 anos morre após acidente de carro, em Catalão

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Jovem é espancado e arrastado pela rua durante briga de torcida

Um jovem de 19 anos foi espancado e arrastado pela rua durante uma briga, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo a Polícia Militar (PM), três pessoas, membros de uma torcida organizada, foram presas.

O crime aconteceu neste sábado (16), no bairro Santa Isabel. Após as agressões, os suspeitos fugiram e, até o momento, três deles foram identificados. Os nomes deles e da torcida que pertencem não foram divulgados.

Um vídeo feito por um motorista flagrou as agressões. Ele mostra um grupo espancando e arrastando a vítima pela rua. Câmeras de seguranças também flagraram o momento em que os suspeitos fogem do local.

Conforme apurado pelo TV Anhanguera, o jovem contou à polícia que estava em uma distribuidora de bebidas com três amigos, quando cinco pessoas com camisas de torcida organizada desceram de dois carros.

Jovem é espancado e arrastado pela rua durante briga de torcida, em Anápolis, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Após agredi-lo, os suspeitos fugiram do local. O jovem, que ficou caído no chão depois da agressão, foi socorrido e levado para o Hospital Estadual de Anápolis (HEANA). O nome dele não foi divulgado pela polícia.

Ao tomar conhecimento do ocorrido, as equipes do 28º Batalhão da Polícia Militar (BPM) começaram as buscas pelos suspeitos. A PM encontrou um dos carros da fuga e identificou três dos cinco envolvidos.

Trio preso suspeito de espancar e arrastar jovem pela rua durante briga de torcida, em Anápolis, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Militar

Os trio foi levado para a delegacia e preso em flagrante por lesão corporal, associação criminosa e tráfico de drogas, pois no carro havia porções de drogas. O caso será investigado pela Polícia Civil (PC).

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Uma estudante de medicina morreu, na manhã de sábado (16), após um acidente de carro em uma avenida enquanto voltava de uma festa com amigos, em Catalão, na região sudoeste de Goiás. O motorista negou socorro à vítima e fugiu do local.

Julia Ferreira Demétrio, tinha 19 anos e era filha de um bombeiro militar. Ela foi aprovada em medicina no na Universidade Paulista (Unip), em Campinas, São Paulo, no início deste ano. 

Ela retornava de uma festa em uma chácara com amigos quando sofreu o  acidente de carro. Das cinco pessoas que ocupavam o veículo, Júlia foi a única vítima que não resistiu e faleceu. 

Ela morava em Catalão com a família e era filha do 2º sargento Demétrio, do Corpo de Bombeiros da cidade, e de Rosa Ferreira. Nas redes sociais, a irmã de Julia, a esteticista Beatriz Demétrio, publicou: “Como eu queria trocar a minha vida pela sua, o tempo ao seu lado jamais seria suficiente”. 

Motorista fugiu

O acidente foi registrado pela polícia na Avenida Espírito Santo por volta das 5h. Ela foi levada para a Santa Casa de Catalão, mas não resistiu.

Segundo o Corpo de Bombeiros da cidade, o motorista fugiu do local após o acidente e não prestou socorro às vítimas. Na tarde de sábado (16), um advogado se apresentou em nome do jovem ao delegado da Polícia Civil de Catalão.

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Vídeo mostra reencontro emocionante entre mãe e filho que ficaram feridos em acidente

Depois de 9 dias separados, mãe e filho se reencontraram após acidente que matou o padrasto da criança. Kaique Azevedo Castro, de 11 anos, e a mãe Débora Mendonça de Azevedo, de 30 anos, tiveram ferimentos graves. Ela passou 7 dias entubada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), enquanto ele teve a perna amputada e estava internado na ala pediátrica.

O reencontro aconteceu no jardim do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. Funcionários do hospital colocaram as camas dos pacientes uma ao lado da outra e os dois puderam dar as mãos e conversar.

O momento do reencontro foi registrado pela TV Anhanguera. Débora sorri e se emociona ao ver o filho. “Oi, meu amor”, diz para o menino, enquanto seguram as mãos um do outro.

O acidente ocorreu em 5 de março, na GO-156, entre o distrito de Diolândia e Itapuranga, na região noroeste do estado. Mãe e filho, feridos, foram levados para o Hugol de helicóptero. Cleomar Mendanha dos Reis, de 41 anos, esposo e padrasto dos feridos, morreu no acidente.

O acidente envolveu uma caminhonete e uma motocicleta. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) informou que o condutor da motocicleta era Cleomar Mendanha dos Reis, que morreu no local.

Ainda de acordo com a PRE, o motorista da caminhonete estava sozinho e apresentava sinais de embriaguez. A polícia informou ainda que foi feito teste do bafômetro que apontou 0,98% miligramas de álcool, o que é considerado crime de trânsito. Ele foi levado para a delegacia, mas ficou em silêncio no primeiro interrogatório.

Kaique Azevedo Castro, de 11 anos, e a mãe Débora Mendonça de Azevedo, de 30 anos, se reencontram após acidente — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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VÍDEO: Lutador de MMA é morto a tiros em oficina de Goiânia

Leandro foi preso na última quinta-feira (14), em Aparecida de Goiânia. Em nota, a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) disse que representou o suspeito na audiência de custódia por ele não ter condições de pagar por um advogado particular, cumprindo o dever legal e constitucional de defesa.

O lutador de MMA foi assassinado no dia 12 de março deste ano, em uma oficina na Vila Adélia, próxima à Vila Canaã. Vídeos mostram Leandro entrando e, em seguida, fugindo após os disparos (assista abaixo). Segundo a polícia, Paulo foi morto porque teria ficado sem saber com a mulher do suspeito.

Vídeos mostram atirador invadindo oficina e fugindo após matar lutador de MMA

Segundo o delegado, testemunhas, câmeras, roupas e uma deficiência na perna o ajudaram a identificar o suspeito no crime. Para Alfama, não há dúvidas de que Leandro é o autor do crime e, inclusive, destaca que ele estava se organizando para fugir para a Bolívia. O investigador detalha os pontos:

“Testemunhas reconheceram ele no local do crime. Apreendemos na casa dele a camiseta e os tênis, que tem cores e detalhes muito específicos e foram usados no dia do crime. Além disso, as câmeras mostram o rosto dele e que ele mancava por causa de uma deficiência após levar um tiro na perna”, detalha.

Leandro Marcos Gomes Pereira (à direita), preso suspeito de matar o lutador de MMA e empresário Paulo Henrique Rodrigues (à esquerda), em Goiânia, Goiás — Foto: Montagem/g1

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A vítima, Wilson José Resende, de 54 anos, foi morta a facadas pelo irmão e pelo sobrinho — Foto: Redes Sociais/Polícia Civil

O sobrinho tinha sido preso em flagrante no dia do ocorrido e o irmão estava foragido. No momento, os dois foram interrogados e recolhidos na unidade prisional regional de Anápolis, à disposição do Poder Judiciário.

Segundo a polícia, os dois disseram que agiram em legítima defesa. Como os nomes dos suspeitos não foram divulgados, a reportagem não conseguiu localizar a defesa deles até a última atualização desta matéria.

O delegado Vander Coelho, titular do Grupo de Investigação de Homicídios de Anápolis (GIH), disse que “os dois irmãos já tinham contenda antiga em virtudes de desentendimentos e também pela partilha de uma propriedade rural que encontrava-se em processo de inventário, além de outros desentendimentos que foram relatados por familiares”. Ele disse que a discussão evoluiu para luta corporal.

Segundo o delegado, o irmão teria informado à polícia que Wilson quem estava armado com uma faca e que teria “avançado contra o sobrinho, desferido um golpe contra ele e posteriormente conseguiram desarmar e revidar as agressões”. O irmão ainda teria dito que não golpeou a vítima, que “teria apenas segurado” para o sobrinho esfaquear.

Vander Coelho continua dizendo que essas versões seriam incompatíveis, devido às lesões múltiplas e graves que a vítima sofreu.

Ocorre que as lesões foram graves, nós estivemos no local, a vítima foi atingida com múltiplos golpes de faca e seria incompatível com a versão dos autores. Todas as versões estão sendo confrontadas e os laudos periciais estão sendo avaliados”, disse o delegado.

De acordo com a Polícia Civil, o inquérito policial “está em fase final de apuração e será remetido no início da próxima semana à Vara Criminal responsável”.

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