Uma ação conjunta da Prefeitura de Aparecida de Goiânia e da Polícia Civil de Goiás resultou na apreensão de uma fórmula infantil que era fornecida gratuitamente pelo sistema municipal de saúde. O produto, indicado para crianças de até três anos com exigências dietoterápicas específicas, estava sendo anunciado para comercialização em um grupo de aplicativo de mensagens, o que motivou a atuação das autoridades.
Participaram da operação as secretarias municipais de Saúde e de Segurança Pública, por meio da Guarda Civil Municipal, em trabalho integrado com a Polícia Civil de Goiás, via 3ª Delegacia Distrital. Os itens recolhidos são potes do composto Pregomin Pepti, uma fórmula hipoalergênica de base semi-elementar voltada ao manejo de alergias à proteína do leite e síndromes de má absorção intestinal.
O alimento é totalmente isento de lactose, sacarose e frutose e contém proteínas extensamente hidrolisadas para atender quadros clínicos sensíveis na primeira infância. A descoberta da comercialização irregular ocorreu a partir da troca de informações entre as forças de segurança e a equipe técnica da Secretaria Municipal de Saúde, que auxiliou na identificação dos produtos e confirmou que eles integravam o programa público de assistência nutricional.
Forças de segurança reforçam combate ao desvio de insumos
Durante as diligências, os agentes localizaram os potes que estavam sendo oferecidos de forma ilícita e identificaram a mulher responsável pela oferta. Todo o material foi recolhido para impedir a continuidade do desvio de finalidade e garantir a preservação do interesse público. Após prestar depoimento perante a autoridade policial na delegacia, a envolvida foi liberada, mas a investigação prossegue.
O comandante da Guarda Civil Municipal, Milton Sobral, destacou a relevância da operação coordenada entre os órgãos. Ele afirmou que a ação demonstra a integração entre a Guarda Civil Municipal, a Polícia Civil e a Secretaria Municipal de Saúde na proteção do patrimônio público e, principalmente, na garantia de que insumos essenciais cheguem a quem realmente precisa.
“Não vamos permitir o uso indevido de produtos destinados às nossas crianças”, afirmou.
A Polícia Civil dará continuidade à apuração para esclarecer todas as circunstâncias do ocorrido e identificar possíveis outros participantes no esquema. A medida reforça o posicionamento das instituições na defesa da correta destinação de recursos vitais para a saúde da população. Paralelamente, as autoridades mantêm o monitoramento de aproximadamente quinze beneficiários que dependem do recebimento regular dessa alimentação especial na rede pública de Aparecida de Goiânia.



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