Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher espancada a hospital, diz delegada
Lidiane 22 de maio de 2024
Marcela Luise morreu 10 dias após ser levada inconsciente para o hospital. Vídeo mostra quando o carro do casal deixa o condomínio em que eles moravam. Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
Câmeras de segurança registraram o momento em que o fisiculturista Igor Porto Galvão leva Marcela Luise de Souza Ferreira inconsciente e com sinais de espancamento para o hospital, conforme informou a delegada Bruna Coelho. O vídeo obtido pela TV Anhanguera mostra quando o carro do casal deixa o condomínio em que eles moravam, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.
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Marcela morreu na noite desta segunda-feira (20), 10 dias após ser levada para o hospital. Segundo a Polícia Civil (PC), ela teve traumatismo craniano e oito costelas quebradas. Coelho afirmou que a perícia apontou que as lesões não são compatíveis com uma queda em casa, como alegou o fisiculturista, que está preso suspeito do crime.
Ao g1, os advogados de fisiculturista, Thiago Marçal Ferreira Borges e Gelicio Garcia de Morais Júnior, lamentaram a morte de Marcela Luise, de 31 anos, e disseram que entrarão com pedidos para que a prisão preventiva seja substituída por outras medidas cautelares (leia a nota completa ao final da reportagem).
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Vídeo
O vídeo mostra quando o carro com o casal deixa o condomínio em que eles moravam. A imagem mostra a data e o horário em que o registro foi feito: 10 de maio de 2024 às 16h19 min, dia em que Marcela deu entrada no hospital. Pelo para-brisa, é possível ver o motorista e o quebra sol do passageiro dianteiro aberto.
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la, diz delegada – Goiás
Reprodução/TV Anhanguera
Denúncia
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, disse.
Morre mulher levada ao hospital por fisiculturista com sinais de espancamento
Investigação
Ao receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher – Goiás
Reprodução/Redes Sociais e Reprodução/TV Anhanguera
Histórico de violência
A investigação da polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”, disse.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esse motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio.
Nota da defesa de Igor na íntegra
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Mãe de mulher que morreu após ser levada ao hospital por fisiculturista com sinais de espancamento diz que chegou a abraçá-lo: ‘pedi para ele cuidar dela’ | Goiás
Lidiane 22 de maio de 2024
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
A mãe de Marcela Luise de Souza Ferreira, que morreu após ser levada ao hospital pelo fisiculturista Igor Porto Galvão com sinais de espancamento, disse que chegou a abraçá-lo depois que ele avisou que a mulher, de 31 anos, estava internada. À TV Anhanguera, Maria Aparecida Freitas, contou que o homem também falou para ela que a filha tinha caído.
“Vim sem saber o que tinha acontecido com a minha filha. Ele [Igor] estava sentado no batente da casa dele. Eu sentei ao lado dele. Eu abracei esse homem. Eu pedi força para ele. Eu pedi para ele cuidar da minha filha”, relembrou a mãe de Marcela.
Em entrevista à TV Anhanguera, a delegada contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, disse.
Morre mulher levada ao hospital por fisiculturista com sinais de espancamento
Ao receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
Um vídeo mostra quando o carro com o casal deixa o condomínio em que eles moravam – assista abaixo. A imagem mostra a data e o horário em que o registro foi feito: 10 de maio de 2024 às 16h19 min, dia em que Marcela deu entrada no hospital. Pelo para-brisa, é possível ver o motorista e o quebra sol do passageiro dianteiro aberto.
Vídeo mostra quando fisiculturista leva mulher a hospital após espancá-la
A investigação da polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esse motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio.
Nota da defesa de Igor na íntegra
A defesa do investigado Igor Porto Galvão lamenta profundamente a morte de Marcela Luise, e continuará pronunciando apenas com relação às investigações. Sobre a decretação da prisão preventiva do Sr. Igor no ponto de vista da defesa não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal.
Explico, o Igor possui profissão licita, é Nutricionista e Educador Físico, endereço fixo, é primário, em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de realizar pericia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega Advogado que estava acompanhando o Igor, naquela oportunidade, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da Autoridade Policial . Até o presente momento o Igor não foi ouvido.
A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere. Todo e qualquer manifestação adicional se dará preferencialmente nos autos processuais. Reiteremos ainda nossa total confiança no Poder Judiciário para a elucidação do caso em comento, buscando sempre a preservação dos incisos LV e LVII, art. 5º, (LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;) positivados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Morre mulher agredida por fisiculturista que alegou acidente doméstico, diz família – País
Lidiane 21 de maio de 2024
A esposa do fisiculturista Igor Porto Galvão, preso suspeito de tentativa de feminicídio, morreu em Aparecida de Goiânia, Goiás, na noite de segunda-feira (20). Conforme o g1, Marcela Luise, de 31 anos, foi levada ao hospital por Igor com suspeitas de espancamento, tendo oito costelas quebradas, traumatismo craniano e escoriações na pele. O fisiculturista alegou que ela havia “caído da própria altura” dentro de casa.
Marcela deu entrada inconsciente no hospital no último dia 10 de maio, e ficou internada em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Apesar de Igor alegar acidente doméstico, a equipe que atendeu a vítima no hospital apontou que a gravidade dos ferimentos não era condizente com a versão apresentada pelo suspeito.
Igor foi preso por suspeita de tentativa de feminicídio na última sexta-feira (17), já tendo histórico de violência doméstica e de um inquérito policial por agressão. Após audiência na segunda, a Justiça manteve a prisão.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Conforme a delegada a frente da ocorrência, Bruna Coelho, as investigações iniciaram após uma denúncia do hospital.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, disse em entrevista à TV Anhanguera.
Investigações do caso
A polícia realizou uma perícia na casa em que ocorreu o acidente. “Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, afirmou Bruna Coelho. A hipótese é de que Igor levou Marcela para um pronto-socorro depois de espancá-la.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI. Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”.
A defesa de Igor afirmou que deve entrar com pedido para a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares. Além disso, lamentou o falecimento de Marcela.
Morre mulher espancada por fisiculturista que alegou queda em casa, diz família | Goiás
Lidiane 21 de maio de 2024
A Justiça manteve a prisão de Igor em audiência na tarde de segunda-feira (20). Ao g1, a defesa do fisiculturista disse que vai entrar com pedidos para que a prisão preventiva seja substituída por outras medidas cautelares. Os advogados de Igor, Thiago Marçal Ferreira Borges e Gelicio Garcia de Morais Júnior, justificaram ainda que, no ponto de vista da defesa, “não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, de garantia da ordem pública”. Além disso, disseram que, o fisiculturista não interferiu no andamento da investigação (leia a nota completa ao final da reportagem).
Marcela ficou em coma e estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O suspeito foi preso após levar a vítima para o hospital e dizer que ela caiu em casa. Ela foi levada para o hospital inconsciente no último dia 10 de maio. Segundo a Polícia Civil (PC), ela teve traumatismo craniano e oito costelas quebradas, além de escoriações pelo corpo.
Igor Porto Galvão foi preso na sexta-feira (17), próximo à casa onde o casal vivia. Segundo a delegada, ele tem um histórico de violência doméstica contra uma ex-namorada e contra Marcela.
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda. Ela teve traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo”, disse.
Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher
Ao receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”, disse.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esse motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio tentado.
Nota da defesa de Igor na íntegra:
“No ponto de vista da defesa, não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, de garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal. Explico: o Igor possui profissão lícita, é nutricionista e educador físico, tem endereço fixo, é primário. Em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário, a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de fazer perícia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega advogado que estava acompanhando o Igor, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da autoridade policial. Até o presente momento o Igor não foi ouvido. A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere.”
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Fisiculturista suspeito de espancar mulher e alegar que ela caiu em casa é mantido preso, diz defesa | Goiás
Lidiane 21 de maio de 2024
O fisiculturista Igor Porto Brandão, suspeito de espancar a mulher e alegar que ela caiu em casa, foi mantido preso depois de passar por audiência de custódia, em Goiânia. Ao g1, a defesa do fisiculturista disse que vai entrar com pedidos para que a prisão preventiva seja substituída por outras medidas cautelares.
A audiência que manteve a prisão de Igor foi realizada na tarde de segunda-feira (20). Os advogados de Igor, Thiago Marçal Ferreira Borges e Gelicio Garcia de Morais Júnior, justificaram ainda que, no ponto de vista da defesa, “não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, de garantia da ordem pública”. Além disso, disseram que, o fisiculturista não interferiu no andamento da investigação (leia a nota completa ao final da reportagem).
A mulher, de 31 anos, foi levada inconsciente para o hospital no último dia 10 de maio. A delegada Bruna Coelho informou, na manhã de segunda-feira (20), que ela seguia em estado gravíssimo e na UTI. O g1 pediu o estado de saúde da paciente para o hospital, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Ao receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
“O hospital entrou em contato com a delegacia informando que trata-se de múltiplas lesões, o que não é condizente com uma queda”, pontuou a delegada.
A delegada ainda informou que Igor já tinha agredido a mulher quando eles moravam em Brasília. Conforme a investigação, o fisiculturista respondeu em um inquérito por lesão corporal contra a mulher e em um caso de violência contra outra ex-namorada.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esses motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio tentado.
“Ele tem o temperamento muito explosivo e agressivo. Tem ocorrências de brigas com uma vizinha por causa de cachorro e com o caixa de um supermercado. Vizinhos disseram que ouviam brigas e discussões, além de denúncias anônimas do condomínio por agressão e barulho”, disse a delegada.
Nota da defesa de Igor na íntegra:
“No ponto de vista da defesa, não estão presentes os requisitos da prisão preventiva, ou seja, de garantia da ordem pública, garantia da instrução criminal ou assegurar a aplicação penal. Explico: o Igor possui profissão lícita, é nutricionista e educador físico, tem endereço fixo, é primário. Em momento algum existe algo no processo que ele interferiu no bom andamento da investigação, pelo contrário, a Polícia Civil esteve em sua residência fora de horário a fim de fazer perícia, e ele autorizou. Perícia essa que teve como resultado inconclusiva. Importante salientar que o colega advogado que estava acompanhando o Igor, já havia ido na Delegacia e colocado o Igor à disposição da autoridade policial. Até o presente momento o Igor não foi ouvido. A defesa vai entrar com os pedidos cabíveis a fim de que a prisão preventiva seja substituída por medidas cautelares diferente do cárcere.”
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Fisiculturista preso por espancar mulher e alegar que ela caiu em casa tem denúncias de brigas com vizinho e funcionário de supermercado, diz delegada | Goiás
Lidiane 21 de maio de 2024
Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher
“Ele tem o temperamento muito explosivo e agressivo. Tem ocorrências de brigas com uma vizinha por causa de cachorro e com o caixa de um supermercado. Vizinhos disseram que ouviam brigas e discussões, além de denúncias anônimas do condomínio por agressão e barulho”, disse a delegada.
Ao g1, os advogados Thiago Marçal e Gelicio Garcia, que representam o fisiculturista, disseram que ele passou por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (20) e teve a prisão mantida pela Justiça. Afirmaram também que vai se manifestar sobre o processo somente após o depoimento do suspeito, previsto para terça-feira (21).
O fisiculturista foi preso na sexta-feira (17), uma semana depois de levar a mulher inconsciente para o hospital e dizer que ela caiu em casa.
Segundo a delegada, o histórico de agressões, ocorrências de brigas e os relatos de vizinhos de brigas entre o casal demonstram a agressividade e temperamento explosivo do fisiculturista. “São brigas sem motivos aparente, o que demonstra mais ainda a explosão e agressividade dele”, disse.
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
Após receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
A investigação polícia descobriu que o fisiculturista tem um histórico de violência doméstica. “Nós investigamos o passado dele e ele tem antecedentes de Maria da Penha contra uma ex-namorada e contra a atual. Teve um inquérito por lesão corporal por murros, socos e chutes”, disse.
Segundo a delegada, nesse primeiro inquérito, a vítima pediu uma medida protetiva, porém, quando o casal reatou o relacionamento, o pedido foi retirado. Por esses motivo, Coelho solicitou a prisão preventiva do fisiculturista, que, conforme a Polícia Civil, vai responder por feminicídio tentado.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Fisiculturista preso suspeito de espancar mulher e alegar que ela caiu a humilhava e a afastou da família, diz tia | Goiás
Lidiane 21 de maio de 2024
O fisiculturista preso suspeito de espancar a mulher e alegar que ela caiu em casa a humilhava e a afastou da família, disse a tia da vítima, Fernanda Paula Miranda. Segundo a Polícia Civil (PC), a mulher está há 10 dias em estado gravíssimo, em coma e internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
“O que ele podia fazer para diminuir ela, ele fazia“, disse Fernanda em entrevista à TV Anhanguera.
O fisiculturista foi preso na sexta-feira (17). Ao g1, a defesa dele disse que ele passou por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (20) e teve a prisão mantida pela Justiça. Afirmou também que vai se manifestar sobre o processo somente após o depoimento do suspeito, previsto para terça-feira (21).
A mulher foi levada inconsciente para o hospital no último dia 10 de maio. A delegada Bruna Coelho informou na manhã desta segunda-feira (20) que ela segue em estado gravíssimo e na UTI. O g1 pediu o estado de saúde da paciente para o hospital, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Em entrevista à TV Anhanguera, a tia da vítima contou que a sobrinha foi agredida pelo fisiculturista com um murro quando eles ainda moravam em Brasília, no Distrito Federal (DF). Segundo a delegada, nessa época, a vítima chegou a pedir uma medida protetiva contra o suspeito, mas retirou quando eles reataram.
“Após isso, ele resolveu se mudar para Aparecida de Goiânia alegando que ele teria um salário melhor e que ficaria mais fácil eles recomeçarem e seguirem o relacionamento aqui. Mas nós observamos que a intenção dele era afastar ela da família porque ele sabia que a gente iria intervir de alguma forma, disse.
Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher
Fernanda afirmou ainda que, desde o início do relacionamento entre o fisiculturista e a vítima, ele era “arredio” com a família dela. “Ele sempre muito arredio conosco e dizia para ela que nós não a apoiamos, falava coisas negativas da nossa família e, repetidas vezes, que nós não prestamos para nada”, disse.
Além do afastamento da família, a tia ainda destaca a frieza e o “comportamento estranho” do fisiculturista com a vítima. “Ela não trabalhava e ele a controlava. Ele falava várias vezes que ela não era uma boa mãe, que ela não sabia fazer nada, xingava e a humilhava”, relatou Fernanda à TV Anhanguera.
Segundo a tia, atualmente, os familiares da vítima estão se revezando para ficar com ela no hospital. Para ela, além dos ferimentos físicos, o maior desafio da mulher será a lesão cerebral. “Ela teve uma lesão cerebral grave. Então, estamos nos revezando para estar com ela o maior tempo possível”, finalizou.
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
Após receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
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Vídeo mostra quando suspeito de matar jovem a aborda em rua e dá flor para atraí-la, diz polícia | Goiás
Lidiane 21 de maio de 2024
Homem é preso suspeito de matar jovem que sumiu após sair de casa
Câmeras de segurança filmaram Osvaldo Pereira de Sousa, de 66 anos, e Pâmela Carneiro de Araújo, de 19, em uma moto antes da jovem ser encontrada morta às margens de uma represa. Ao g1, o delegado Carlos Alfama explicou que Osvaldo, preso suspeito do crime, usou uma flor para atrair Pâmela, que tinha uma deficiência mental, a subir na garupa (assista acima).
“Então ele mantém uma conversa com ela durante alguns minutos, percebendo essa deficiência mental dela. Ele oferece uma flor para ela, usando essa flor para atrai-la, atrair a confiança. Depois, coloca a Pamela na garupa da moto e a leva para o local em que ela foi encontrada morta”, explicou Alfama.
À Polícia Civil de Goiás (PC-GO), Osvaldo confessou que levou Pâmela ao local onde o corpo foi encontrado, mas negou que tenha a matado, segundo o delegado. O g1 não localizou a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem.
Carlos Alfama explicou que, segundo Osvaldo, ele teria ficado com Pâmela perto da represa por 15 minutos e depois a deixado sozinha. O delegado disse que questionou o suspeito sobre o motivo de um homem de 66 anos pegar uma jovem de 19 com deficiência mental e levá-la para um local afastado.
“Ele falou que se preocupava com ela. É uma narrativa que não faz sentido. Temos a certeza de que ele a levou para lá para tentar estuprá-la. Ela deve ter resistido, então ele a agrediu, asfixiando, e causando a morte da Pamela”, completou Alfama.
As marcas da violência foram constatadas pelo laudo da Polícia Científica. Segundo o delegado, a causa da morte foi afogamento, mas Pâmela tinham lesões na boca e no corpo, feitas antes e depois da morte.
“Nós acreditamos que ele tentou silenciá-la, apertando a sua boca, a lesionando nesse momento, e depois a jogou dentro da represa em que ela foi encontrada morta”, pontuou o delegado.
Segundo a PC-GO, foi coletado material genético (DNA) do investigado, para comparação com material biológico encontrado sob a unha da vítima. A polícia apreendeu também as roupas e o capacete que o suspeito usava no dia do crime, o celular dele e a moto.
Veja os registros das câmeras de segurança:
Vídeo mostra quando suspeito de matar jovem a aborda em rua e dá flor para atraí-la
Na época do crime, Letícia Adriany, irmã da vítima, contou que Pâmela não saía sozinha de casa devido a uma deficiência mental. A família, que mora no setor Belo Horizonte, denunciou o desaparecimento da jovem no dia 13 de março e o corpo de Pâmela foi encontrado no dia 14, em uma zona rural, no setor Residencial Campos Elísios.
Após o desaparecimento, Lucas levy, irmão de Pâmela, contou ao g1 sobre a jovem não sair de casa sozinha. “Ela tem a mente de criança e não podia sair de casa sozinha. Ela ia na porta e a gente ia atrás dela”, conta. No dia em que ela desapareceu, ele estava com ela em casa e, por causa de uma cirurgia, não viu quando ela saiu.
Ao dar falta da irmã em casa, Lucas começou a procurá-la e chamou a mãe e outra irmã para ajudá-lo. “No mesmo dia a gente procurou ela em todo lugar aqui no setor e já chamou a polícia”, lembra. Segundo a irmã, Letícia Adriany, ela foi vista pela última vez na esquina de casa na noite do dia 13.
Conforme foi noticiado no g1, Adriany explicou que, no dia 14, recebeu uma ligação do Instituto Médico Legal (IML) pedindo para que ela fosse até o órgão. “[A Pâmela] foi encontrada sem vida, boiando em uma represa e só de short e sutiã. O blusão, a blusa e o celular dela estavam jogados perto de onde foi encontrada”, detalha a irmã.
Segunda a PC-GO, a divulgação da imagem e o nome do suspeito estão baseadas nos termos da Lei nº. 13.869/2019, portaria n.º 02/2020 – PC, Despacho do Delegado Geral, n.º 000010828006 e Despacho DIH/DGPC- 09555 para localizar testemunhas que auxiliem no esclarecimento do crime e identificação de possíveis novas vítimas.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Laudo apontou que lesões em mulher não são compatíveis com queda em casa como alegou fisiculturista suspeito de espancá-la, diz delegada | Goiás
Lidiane 20 de maio de 2024
Fisiculturista é preso suspeito de espancar a mulher
“Na residência não há qualquer desnível, escada ou altura que justifique as lesões apresentadas pela vítima”, disse Coelha à TV Anhanguera.
A mulher foi levada para o hospital no último dia 10 de maio. A delegada informou na manhã desta segunda-feira (20) que ela segue em estado gravíssimo, em coma e na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O g1 pediu o estado de saúde da paciente para o hospital, mas não obteve retorno.
A delegada afirma que o laudo da perícia na casa onde o casal vivia e o resultado de exame de corpo de delito na vítima reafirmam a suspeita de que a mulher foi espancada pelo fisiculturista. “São lesões contusas, acreditados que ele foi agredida, provavelmente, com murros, socos e chutes”, disse.
A a polícia aguarda uma autorização para ouvir o fisiculturista. “Ele está preso e estamos aguardando autorização para ir até o presídio para poder ouví-lo”, disse a delegada. À TV Anhanguera, a defesa do suspeito disse que vai se manifestar sobre o caso após ter acesso ao processo.
O caso é investigado pela delegada Bruna Coelho, da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Em entrevista à TV Anhanguera, a investigadora contou que a polícia foi chamada pelo hospital.
Após receber a denúncia, a polícia começou a investigar o caso. “Nós fomos até [a casa] e pedimos uma perícia no local. Um perito também esteve no hospital e nós ouvimos várias pessoas”, detalhou Coelho. A delegada acredita que o fisiculturista espancou a mulher e a levou para o hospital.
“Ele disse para a equipe médica que ela estava limpando a casa quando escorregou e caiu. Segundo ele, ela convulsionou e as lesões foram causadas pela queda. Então, ele deu um banho nela e a levou para o hospital, onde, de imediato, ela foi levada para uma cirurgia e depois para a UTI”, afirmou.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Fisiculturista diz que foi acidente, mas polícia vê crime em mulher levada a hospital com fraturas e traumatismo craniano – Metro World News Brasil
Lidiane 20 de maio de 2024
Foi preso na última sexta-feira, em Aparecida de Goiânia, em Goiás, um fisiculturista cujo nome vem sendo mantido em sigilo pela polícia, mas que é acusado de espancar a mulher com extrema violência e levá-la ao hospital alegando que esta caiu dentro de casa.
O hospital acionou a polícia após verificar que a vítima tinha traumatismo craniano dos dois lados da cabeça e na base do crânio, oito costelas quebradas, fratura na clavícula e várias escoriações pelo corpo.
Segundo a delegada que investiga o caso, Bruna Coelho, a mulher de 31 anos deu entrada no Hospital Santa Mônica e está internada em estado de coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o dia 10 de maio. Seu estado é considerado gravíssimo.
De acordo com Bruna, o fisiculturista, que está sendo acusado de ‘feminicídio tentado’, já tem antecedentes de agressão contra mulheres, inclusive com a própria vítima. “Eles moravam em Brasília. Ali teve um inquérito de lesão corporal, inclusive, nós acreditamos, com os mesmos modus operandi, murros, chutes e socos”, disse.
ACIDENTE EM CASA
O fisiculturista disse à equipe médica que sua mulher estava limpando a casa quando escorregou e caiu, convulsionando no chão, e que as lesões foram causadas pela queda. Ele alegou que a socorreu, deu um banho nela e a levou ao hospital.
A polícia, entretanto, não tem dúvida de ele a espancou e após se dar conta da gravidade dos ferimentos a levou ao hospital. Segundo a delegada, peritos estiveram na residência do casal e ouviram vizinhos e outras testemunhas antes de decretar a prisão.



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