21 de julho de 2026
  • 02:49 Goiás terá Mais uma Semana de Sol Forte, Calor e Baixa Umidade
  • 23:03 Bolsonaro recorre de proibição das visitas de Flávio por 90 dias
  • 19:20 Passeios por Goiás | Portal da Alego
  • 15:36 Regularização fundiária em Anápolis entrega de 400 escrituras
  • 11:52 Comissão Europeia multa AliExpress em 550 milhões de euros


Jornalista criticou a ex-primeira-dama após ela dizer que foi desrespeitada e maltratada por Flávio Bolsonaro

O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo afirmou que mulheres votam mal e criticou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) por ter dito que foi “apunhalada” pelo senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu enteado. As declarações foram feitas em uma live publicada no YouTube na 5ª feira (26.jun.2026).

“Mulher vota estatisticamente muito mal. Principalmente mulheres solteiras. Mulheres casadas, em geral, tendem a acompanhar o voto do marido. Mulheres solteiras, não. Isso o que estou dizendo… Podem arrancar os pentelhos das calcinhas, fazer o que quiser, principalmente as feministas, que têm mais pentelhos, mas eu quero dizer a vocês: isso é estatística”, afirmou Figueiredo.

A crítica de Figueiredo a Michelle se deu 1 dia depois de ela publicar 2 vídeos no Instagram. A ex-primeira-dama disse ter sido desrespeitada e maltratada por Flávio, por divergências políticas sobre a montagem da chapa eleitoral no Ceará. 

“Onde o Flávio vai pior (nas pesquisas eleitorais) é justamente no eleitorado feminino. Parabéns! Bela ajuda”, disse Figueiredo, citando a preferência do público feminino pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e por figuras de esquerda.

Na pesquisa Quaest de 5 a 8 de junho de 2026, Lula ampliou sua vantagem entre as mulheres e passou a liderar esse segmento com 47% das intenções de voto em um eventual 2º turno contra Flávio, que registra 33%.

Em relação ao levantamento anterior, o presidente oscilou positivamente de 45% para 47%, enquanto o senador caiu de 36% para 33%. Outros 15% das entrevistadas se declararam indecisas e 5% disseram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não votar.

Poder360 entrou em contato com a assessoria de imprensa de Michelle Bolsonaro, via aplicativo de mensagem, para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito das afirmações de Paulo Figueiredo. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

QUEM É JOÃO PAULO FIGUEIREDO

Neto de João Figueiredo, último presidente da ditadura militar do Brasil, Paulo Figueiredo vive nos Estados Unidos. Ele tem atuado como uma das principais pontes entre o governo de Donald Trump (Partido Republicano) e a família Bolsonaro.



Autor Poder360 ·


Confederação afirma que federação definiu a cor com base nas opções enviadas pelo Brasil, que eram preto, verde e rosa

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) afirmou que o uniforme vermelho de goleiro registrado junto à Fifa para a Copa do Mundo de 2026 não chegou a ser produzido pela Nike. A informação foi dada ao Poder360 após reportagem do Globo Esporte informar que o presidente da entidade, Samir Xaud, teria vetado o uso da cor vermelha pelos goleiros da seleção brasileira na partida contra a Escócia.

Segundo a confederação, a Fifa exige que as seleções apresentem quatro opções de uniforme para goleiros durante o torneio. Apesar de haver o registro que permitia a escolha da cor vermelha, a CBF afirma que a fornecedora de material esportivo não confeccionou essa versão para a coleção atual da seleção brasileira.

“Apesar de ter essa opção registrada, não existe esse uniforme produzido para a coleção atual”, disse a CBF.

De acordo com a confederação, os goleiros da seleção brasileira optaram por utilizar apenas os modelos preto, verde e rosa durante a Copa do Mundo. Por isso, afirma que não há uniforme vermelho disponível para uso na competição.

“A Nike só confeccionou os três que foram escolhidos pelos próprios goleiros (preto, verde e rosa)”, informou.

A CBF também explicou que a Fifa definiu inicialmente o vermelho para a partida entre Brasil e Escócia com base nas opções registradas previamente. Como a camisa não existe na coleção atual, houve necessidade de alteração.

Questionada sobre qual uniforme será utilizado pelos goleiros no confronto de 4ª feira (24.jun), contra a Escócia, a CBF afirmou que a Fifa já foi comunicada da mudança e que a cor escolhida será o verde.

Mais cedo, o Globo Esporte informou que Samir Xaud teria vetado o uso do uniforme vermelho pelos goleiros da seleção brasileira. Segundo o portal, a cor estava prevista para o jogo contra a Escócia, mas a decisão do presidente da CBF teria impedido sua utilização. A confederação, porém, sustenta que não há uniforme vermelho de goleiro disponível na coleção atual da equipe.



Autor Poder360 ·


POLÊMICA

Grupos alegam falta de transparência, falhas na comunicação e descumprimento de acordos

Comitiva Muladeiros do Estradão não participará da tradicional cavalgada (Foto: Reprodução)

1
1

Quatro comitivas de Catalão anunciaram que não participarão da Expo Catalão 2026. Em notas divulgadas entre quinta-feira e sexta-feira (19), os grupos apontam insatisfação com a organização do evento, citando falta de transparência, falhas na comunicação e descumprimento de acordos relacionados a premiações e estrutura oferecida aos participantes. O movimento surpreendeu admiradores da tradicional festa agropecuária.

Em entrevista ao Mais Goiás, o vice-presidente de uma das comitivas envolvidas detalhou os motivos que levaram à decisão coletiva. Segundo ele, tradicionalmente são realizadas reuniões de alinhamento entre as comitivas e a organização do evento para discutir premiações e benefícios destinados aos participantes.

Neste ano, segundo ele, havia sido acordada uma premiação em dinheiro, mas posteriormente as comitivas foram informadas de que o sindicato responsável havia perdido patrocinadores e não conseguiria cumprir o que foi prometido, incluindo a gratuidade na entrada.

“Nós das comitivas temos gastos, estratégias e dores de cabeça no dia do evento. E todo ano sempre são as mesmas falsas promessas de melhorias”, afirmou.

O dirigente, que prefere não ser identificado, também criticou a estrutura oferecida aos participantes, especialmente na área de alimentação. “Não tem opções, comida já acabando, falta de empatia, e filas grandes, eu mesmo já fiquei dois anos sem poder comer direito por conta disto”, relatou.

Apesar das críticas, ele afirmou que a decisão não tem caráter de boicote. Segundo o representante, a iniciativa busca demonstrar a importância das comitivas para a realização da festa e reforçar a necessidade de que todos os envolvidos sejam tratados de forma justa.

Pronunciamentos

Em notas oficiais divulgadas nas redes sociais, as comitivas Muladeiros do Estradão, Criados no Mato, Amigos de Fé e Os Goianos anunciaram que não participarão da Cavalgada da Expo Catalão 2026.

A Muladeiros do Estradão informou que decidiu não se inscrever para edição 2026 do Desfile de Comitivas da Expo Catação. Segundo a nota, a decisão foi motivada pela “falta de comunicação e outros fatores ocorridos recentemente” que tornaram inviável a participação. Apesar da ausência na competição oficial, a comitiva afirmou que seus integrantes podem continuar participando das cavalgadas de forma independente.

A Comitiva Criados no Mato também confirmou que ficará de fora da Cavalgada da Expo Catalão 2026, anteriormente conhecida como Desfile de Comitivas. O grupo alegou falta de esclarecimentos, transparência e organização por parte dos responsáveis pelo evento.

“Nossa ausência não representa falta de amor pela tradição. Pelo contrário: é justamente por respeitarmos essa história que não podemos concordar com situações que não atendem às expectativas de quem constrói esse evento há tantos anos”, destacou a nota.

Já a Comitiva Amigos de Fé e informou apenas que não participará da edição de 2026 por “motivos internos”. O grupo agradeceu o apoio recebido ao longo dos anos e desejou sucesso à realização da festa.

A Comitiva Os Goianos também confirmou sua ausência e ressaltou que sua essência vai além do desfile. Em comunicado, destacou que sua trajetória é marcada pela amizade entre os integrantes, pela união do grupo e pelo amor à cultura sertaneja.

Leia também:

Autor Luanna Marques


Pré-candidato ao Senado diz que grupo ainda aposta em recursos para reverter condenação do deputado federal

O presidente da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), André do Prado (PL), afirmou neste sábado (20.jun.2026) que pretende manter o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como seu 1º suplente na disputa por uma vaga no Senado, apesar da condenação imposta pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal.

A declaração foi dada durante o lançamento de sua pré-candidatura ao Senado, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Questionado sobre a permanência de Eduardo na chapa, Prado disse que o grupo ainda aposta na reversão da decisão.

“Não, o Eduardo Bolsonaro continua como meu 1º suplente. Existem recursos jurídicos ainda que serão impetrados. Então, a gente acredita ainda no pleno do Supremo que a gente possa reverter essa decisão. E o Eduardo Bolsonaro é o responsável por essa questão jurídica e política de tomar as decisões”, declarou.

O lançamento da pré-candidatura foi realizado 4 dias depois da condenação de Eduardo pelo STF. A 1ª Turma da Corte declarou o ex-deputado inelegível da data da decisão até 8 anos depois do cumprimento da pena. Também fixou pena de 4 anos e 2 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, e o pagamento de 50 dias-multa. Os ministros determinaram ainda a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Eduardo foi condenado por coação no curso do processo. Segundo a Procuradoria Geral da República, o ex-deptuado atuou para que o governo dos Estados Unidos adotasse medidas contra autoridades brasileiras, como a aplicação da Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes e a revogação de vistos de integrantes do STF.

A acusação afirma que as ações buscavam pressionar o Judiciário a beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro no processo sobre a tentativa de golpe de Estado.

Mesmo depois da condenação, Eduardo participou do evento por vídeo e reafirmou a intenção de integrar a chapa de André do Prado: “Não tem outra possibilidade se não que a gente caminhe juntos nessa chapa encabeçada pelo nosso amigo André do Prado”.

Durante o discurso, Prado agradeceu o apoio de Eduardo e afirmou que a candidatura ao Senado seria originalmente dele: “A vaga era dele, era ele que estaria disputando essa vaga no Senado. Vou honrar todas as pautas da direita com o Eduardo falando, nós vamos estar juntos”.

O evento reuniu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo e pré-candidato ao Senado Guilherme Derrite (PP) e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ).

André do Prado lançou sua pré-candidatura em evento que reuniu o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o secretário da Segurança Pública de São Paulo e pré-candidato ao Senado Guilherme Derrite (PP) e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ).



Autor Poder360 ·


Houve variações de 0,4% na indústria, 0,3% em serviços e 0,0% na agropecuária

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto), avançou 0,5% em abril na comparação com março, na série com ajuste sazonal. O Banco Central divulgou o resultado nesta 4ª feira (17.jun.2026).

A indústria registrou alta de 0,4%, os serviços cresceram 0,3% e a agropecuária ficou estável. O IBC-Br, sem a agropecuária, avançou 0,4% no mês.

No trimestre encerrado em abril, em comparação com o trimestre finalizado em janeiro, o IBC-Br registrou alta de 1,2%. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 1,6%.

O Banco Central iniciou neste ano um ciclo de flexibilização monetária da taxa básica de juros, a Selic. A taxa começou 2026 em 15% ao ano. Desde então, a autoridade monetária promoveu 2 cortes consecutivos de 0,25 ponto percentual. Atualmente, a Selic está em 14,50%.

Nesta 4ª feira (17.jun.2026), o Comitê de Política Monetária (Copom) divulgará uma nova decisão sobre a taxa básica de juros.

IBC-BR E PIB

O IBC-Br é um indicador do Banco Central que acompanha mensalmente a atividade econômica brasileira. Reúne dados da indústria, do comércio, dos serviços e da agropecuária.

Segundo o BC, o indicador utiliza um conjunto mais restrito de informações do que o PIB (Produto Interno Bruto), calculado pelo IBGE.

O PIB do Brasil cresceu 1,1% no 1º trimestre de 2026 em relação aos últimos 3 meses de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE em 29 de maio.



Autor Poder360 ·


Pesquisa foi realizada de 5 a 8 de junho, após divulgação de mensagens entre o senador e Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta 4ª feira (10.jun.2026) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é rejeitado por 53% dos entrevistados. Já 56% declararam que não votariam no senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.

O levantamento é o 1º da Quaest cujos dados foram coletados depois da divulgação de mensagens que mostram que o senador pediu dinheiro a Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, para a produção de um filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Eis os resultados:

A pesquisa foi realizada de 5 a 8 de junho de 2026. Foram entrevistadas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-07661/2026. O custo do estudo foi de R$ 433.255,92. Foi pago pelo Banco Genial. Leia a íntegra da pesquisa (PDF – 16 MB).

INTENÇÕES DE VOTO

Segundo a pesquisa, Lula está à frente no 1º turno. O presidente pontua 39%.

Em um eventual 2º turno, Lula tem 44% das intenções de voto contra 38% de Flávio. No levantamento anterior, divulgado em maio, o petista estava numericamente à frente de Flávio, mas ambos os pré-candidatos apareciam tecnicamente empatados. 

Eis os resultados:

Lula também vence nos demais cenários de 2º turno divulgados pela Quaest. O presidente teve seu nome testado contra Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão).

Eis os resultados:

 

APROVAÇÃO DO GOVERNO

O governo Lula é desaprovado por 48% dos entrevistados e aprovado por 47%. Para 38%, a avaliação da gestão do petista é “negativa”. Já 34% responderam ser “positiva” e 26%, “regular”.

Eis os resultados:


Leia também:


AGREGADOR DE PESQUISAS

O Poder360 oferece aos assinantes do Drive o Agregador de Pesquisas, o mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].

Caso seja assinante, clique aqui para acessar o Agregador de Pesquisas e buscar os dados que desejar para as disputas de 2026 ou de todos os anos anteriores. Leia aqui como assinar o Drive para acessar o Agregador de Pesquisas e outros produtos do Poder360.



Autor Poder360 ·


Organização questiona projeto aprovado em 1º turno pela Câmara de São Paulo que veta menores de 18 anos em eventos da comunidade

A organização da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo afirmou neste domingo (7.jun.2026) que tentativas de restringir a participação de jovens e retirar o evento das vias públicas são um ataque à liberdade de expressão, ao direito de ocupação da cidade e à diversidade da sociedade brasileira.

Em manifestação enviada à imprensa, a organização disse que a Parada “enfrenta quem tenta derrubá-la desde a primeira edição” e avaliou esse movimento como parte de “uma onda conservadora que busca promover o retrocesso de direitos conquistados”.

A nota foi divulgada no dia da 30ª edição da Parada, realizada na avenida Paulista, em São Paulo. O evento tem como tema “30 anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma” e busca relacionar mobilização nas ruas, participação política e defesa de direitos da população LGBTQIA+. 

O evento confirmou nomes da esquerda para discursar, como Guilherme Boulos (Psol-SP), ministro da Secretaria-Geral da Presidência, e as deputadas federais Erika Hilton (Psol-SP) e Sâmia Bomfim (Psol-SP).

PROJETO NA CÂMARA 

A manifestação cita a tentativa de restringir a presença de jovens e retirar o evento das vias públicas. O tema ganhou força depois que a Câmara Municipal de São Paulo aprovou em 1º turno, em 20 de maio, o PL 50 de 2025, de autoria do vereador Rubinho Nunes (União Brasil). Leia a íntegra (PDF — 80 kB).

O texto impede a participação de crianças e adolescentes em eventos públicos ou privados que “façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+”, especialmente a Parada do Orgulho LGBTQIA+, mesmo com autorização dos responsáveis. A proposta também veda a ocupação e a interdição de vias públicas para a realização desses eventos.

Para virar lei, o projeto ainda precisa ser aprovado em 2º turno pela Câmara e depois seguir para sanção ou veto do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

PARADA REAGE A RESTRIÇÕES

Na nota, os organizadores afirmaram que a rua é “o espaço legítimo de manifestação” e que a educação para a diversidade deve incluir todas as gerações.

A organização também disse que a Parada é um espaço de encontro entre “festa e cidadania” e que a imagem que prevalece neste domingo é a de “milhões de pessoas ocupando a cidade com cores, música, afeto e respeito”.

Advogados ouvidos pela Agência Brasil classificaram o projeto como inconstitucional. Segundo a publicação, o advogado Ariel de Castro Alves, membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB (Organização dos Advogados do Brasil), disse que a proposta viola direitos como igualdade, liberdade de expressão, reunião, cultura e exercício da cidadania.

 



Autor Poder360 ·


Filho do ex-presidente atribuiu condição debilitada do pai ao “sistema que decidiu destruí-lo”

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) disse, neste sábado (6.jun.2026), que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “continua tendo sua saúde degradada” e “sofrendo com os soluços constantes”. A declaração foi feita em publicação no X.

Tenho certeza de que isso é consequência do terror que lhe impõem diariamente desde que o sistema decidiu destruí-lo”, escreveu Carlos Bolsonaro.

Carlos afirmou que passou o feriado de Corpus Christi em Brasília, com a filha de 3 anos, o pai e o irmão, o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária desde março de 2026, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, por causa de problemas de saúde.

Carlos disse ainda que agora retorna para Santa Catarina, onde é pré-candidato ao Senado pelo PL. Ele renunciou em dezembro de 2025 ao mandato de vereador no Rio de Janeiro para se mudar para o Estado e disputar a eleição de 2026.

Volto para Santa Catarina para continuar andando junto ao povo, como o presidente Jair Bolsonaro sempre pediu e fez, algo de que ele sente muita falta”, afirmou Carlos. 

SAÚDE DE BOLSONARO

Bolsonaro já havia relatado problemas recorrentes de saúde desde a facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018. As crises de soluço são mencionadas por aliados como parte das complicações associadas ao quadro clínico do ex-presidente. 

Na 6ª feira (5.jun), boletim médico divulgado pela equipe que acompanha Bolsonaro relatou aumento na frequência das crises de soluço nos 7 dias anteriores. Segundo o documento, houve elevação das doses da medicação usada para controlar o quadro e recomendação de dieta com baixa acidez.

O boletim também informou que Bolsonaro estava no 35º dia de pós-operatório de uma cirurgia no ombro direito e seguia em acompanhamento médico domiciliar. Apesar das complicações, o documento afirmou que o ex-presidente não apresentava instabilidades cardiológicas e mantinha a pressão arterial controlada.



Autor Poder360 ·


João Paulo Capobianco afirma que governo Lula diminuiu desmatamento e que preservação ambiental se tornou prioridade

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou nesta 6ª feira (5.jun.2026) que a preservação ambiental deve ser tratada como uma garantia econômica para o país, e não como obstáculo ao desenvolvimento. A declaração foi feita em pronunciamento divulgado no Dia Mundial do Meio Ambiente e compartilhado nas redes sociais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eis o vídeo:

“Desde janeiro de 2023, o governo do Brasil voltou a tratar o meio ambiente como um indutor do desenvolvimento, não como obstáculo”, disse, referindo-se à gestão do meio ambiente do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

Segundo o ministro, países que caminham “na contramão dessa tendência” correm o risco de perder acesso a mercados e ficar isolados no cenário internacional.

Capobianco defende que a proteção do meio ambiente também é uma forma de proteger a competitividade brasileira.

Proteger as nossas florestas, os nossos rios e a vida de nossas famílias já seria razão suficiente e é, ao mesmo tempo, uma garantia para o futuro próspero da economia brasileira”, afirmou.

Segundo dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), durante a gestão do atual governo a devastação caiu nos maiores biomas brasileiros:

  • Amazônia: redução de 50%;
  • Pantanal: redução de 65%;
  • Mata Atlântica: redução de 54%;
  • Cerrado: redução de 32%;
  • Pampa: redução de 30%.

O ministro também afirmou que o governo ampliou áreas protegidas, reconheceu terras indígenas e territórios quilombolas. Esse território, segundo a publicação do executivo, seria o equivalente a 5 milhões de campos de futebol.

Em outra publicação, Lula reforçou a posição do governo. Disse que as ações do governo “consolidam o Brasil como referência mundial na preservação ambiental“. 

A ex-ministra Marina Silva também também publicou mensagem sobre a data. Na mesma linha que Capobianco, Marina defendeu a preservação ambiental como política estratégica, ligada à proteção da vida, da biodiversidade e das condições de desenvolvimento do país.

Capobianco assumiu o comando do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima depois da saída de Marina, em abril de 2026. Antes, ele era secretário-executivo da pasta.

A transição foi apresentada pelo governo como uma forma de manter a continuidade das políticas adotadas desde o início do 3º mandato de Lula.



Autor Poder360 ·


Diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues, afirmou que a decisão do governo norte-americano foi recebida com surpresa

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou, na 3ª feira (2.jun.2026), que a decisão por parte dos Estados Unidos de classificarem facções criminosas brasileiras como “terroristas” foi uma surpresa para a instituição. A afirmação foi feita durante uma entrevista ao canal GloboNews.

“De fato, para nós, é uma surpresa termos essa declaração. Enfim, essa afirmação é dos Estados Unidos, de tentar equiparar o crime organizado com terrorismo, que, na nossa avaliação, é um equívoco técnico”, disse Rodrigues.

A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado dos EUA em 28 de maio. Com ela, organizações como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) serão vistas como organizações “terroristas” pelo país, mesma categoria que cartéis internacionais do narcotráfico, como o de Sinaloa e o de Jalisco. A classificação entrou em vigor nesta 6ª feira (5.jun). Leia a íntegra do documento (804 – kB).

Apesar da atitude do governo de Donald Trump (Partido Republicano), Rodrigues afirmou que o trabalho da PF brasileira não será influenciado. “Nenhuma medida de um país vai afetar o trabalho interno. Não é nada sobre legislação, não vai alterar os nossos protocolos, os nossos procedimentos de atuação para aquilo que temos feito em relação ao crime organizado”, disse.

Ainda assim, o diretor-geral acredita que a mudança de classificação pode significar possíveis entraves burocráticos. “Precisamos 1º aguardar como os Estados Unidos vão trabalhar essa temática e, de fato, concordando com esses possíveis embaraços que venham a ocorrer, por exemplo, uma mudança das agências que vão interagir com o Brasil para enfrentar o que nós entendemos como crime organizado e que os EUA estão classificando como terrorismo”, afirmou.



Autor Poder360 ·